O mal somente prevalecerá por omissão dos homens de bem.

Compartilhado originalmente em 16/09/2017

Isto aconteceu numa catedral da Argentina, onde um grupo de jovens católicos fez uma barreira humana para não deixar entrar um grupo de feministas que se manifestam de forma violenta contra a igreja.

Fonte do vídeo: https://web.facebook.com/FaceCatolico/videos/1784969218199333/

 

 

Árvore seca


“Quando o povo teme o governo, há tirania. Quando o governo teme o povo, então há liberdade. A mais forte razão para a posse e o porte de armas é, como último recurso, protegermo-nos da tirania do governo. O governo é nosso servo, não nosso mestre.”

“E que país pode preservar suas liberdades, se seus governantes não são alertados de tempos em tempos que seu povo preserva o espírito de resistência? […] A árvore da liberdade deve ser refrescada de tempos em tempos com o sangue de patriotas e tiranos.”

Thomas Jefferson
*13/04/1743, Virginia +04/07/1826, Virginia
Estadista estadunidense

[primeiro parágrafo, citação espúria; segundo parágrafo, citação real 13/11/1787].

Mais de dois séculos depois, mais civilizados, nossas armas agora são a boa palavra e a boa ação. E isso jamais poderão tirar do homem de bem.

Rio, um mergulho no inferno – A genealogia do desastre

Rio, um mergulho no inferno (Parte 1) | Rodrigo Mezzomo

“Neste vídeo – que fiz em parceria com os canais 4º Poder e MBL – narro a sequência de governadores de esquerda que destruíram nosso Estado.”

Rio, um mergulho no inferno (Parte 2) | Rodrigo Mezzomo

“Esta é a segunda parte de um vídeo intitulado “Rio, um mergulho no inferno”.
Naquele primeiro vídeo tratei dos Governadores e de como cada um contribuiu para destruir o Estado do Rio de Janeiro.
Neste segundo vídeo abordo a sucessão de dirigentes da Cidade do Rio de Janeiro desde Negrão de Lima até Marcelo Crivella, isto é, faço a narrativa dos últimos 45 anos da política municipal e a parcela de responsabilidade de cada gestor.”

 

Lacombe: Desonestidade, incompetência e ferrugem.

Texto brilhante.
DESONESTIDADE, INCOMPETÊNCIA E FERRUGEM – Minha coluna na GAZETA DO POVO | Luís Ernesto Lacombe

Transcrição:

Há engrenagens enferrujadas, desgastadas, rangendo, estalando, desalinhadas, fora de prumo. Não dá para acreditar que estejam em operação, que ainda se movam. É um compasso histérico, de algo que já deveria ter virado pó, se desintegrado. Lembram um ferro-velho, um monte de peças roubadas que receptadores tentam legalizar. Uma estrutura bamba, capenga, com alavancas empurradas por juízes do Supremo, imprensa militante, pesquisas eleitorais mirabolantes, uma oposição mal-intencionada, sempre voltada à desonestidade, ao atraso, à destruição.

Os dentes metálicos das engrenagens já mal se encaixam, mas vão moendo pessoas desmemoriadas, sem informação, fracas. Leis, tribunais de várias instâncias, produtos de roubos, de desvios, de corrupção, verdades estabelecidas por “provas sobradas”, tudo vai sendo triturado. Resta uma pasta pegajosa com que tentam encobrir a justeza, a legalidade, a correção, o caráter.

Não há limpeza geral na ficha de nenhum ladrão que o torne verdadeiramente honesto e muito menos competente. Não fazem força para fingir que não houve roubalheira, mensalão, petrolão… Fingem com a maior cara de pau. Quando alguém da turma do mal finalmente admite a prática de todos os crimes, ou parte deles, faz de conta que o chefão não sabia de nada… É um bando, uma corja que deveria pagar por tudo de horroroso que fez, que deveria estar recolhida ao silêncio, à expiação de seus pecados, tantos pecados. E a quadrilha está aí, aumentada, achando que pode tudo, e as pessoas de bem que se danem.

Querem se vender como os mais honestos do mundo, os grandes defensores da liberdade. E dizem abertamente que vão “tomar o poder, que é diferente de ganhar a eleição” e consideram a brutal ditadura chinesa um “exemplo para o Brasil” porque lá “o governo é forte, e a população obedece”. Para acreditar neles, só pessoas sem caráter também, ou com existência reduzida a quase nada, a um completo não ver, não ouvir, não pensar. Chega a dar enjoo ver o grupelho apregoando seu mundo inexistente de honestidade, bondade e até competência.

Sim, nada há de verdadeiro neles, só o desejo de enganar. Defendem ideias que nunca deram certo em lugar nenhum do mundo, em época nenhuma. Já andam falando em romper o teto de gastos, de imprimir dinheiro… Querem voltar a criar estatais, querem mais Estado. Juram que um Estado fomentador de crescimento e desenvolvimento é a solução, sem poder citar um exemplo sequer de uma experiência assim que tenha funcionado. A realidade é que não há limpeza geral na ficha de nenhum ladrão que o torne verdadeiramente honesto e muito menos competente. Basta olhar um “ferro-velho” aqui ao lado chamado Argentina.

Metodologia de conquista marxista: eliminação de opositores

Autor: João Corrêa Neves Junior — Janeiro 2021 (Texto adaptado)

O que muitos ainda não compreenderam sobre as ações perpetradas pelo establishment contra o bilionário feito presidente dos Estados Unidos é que elas não estão limitadas ao campo político. Assim como a máfia envia o leão-de-chácara para quebrar as pernas de um indivíduo que se recusa a participar do acordo imoral que caracteriza aquela relação coercitiva e corrupta, o que o establishment faz é mandar uma aviso a qualquer cidadão, rico ou pobre, que ouse ameaçar o status quo, o poder do estamento burocrático, dos classistas e dos crônicos-capitalistas: atente contra as elites dominantes e você terá sua vida, sua reputação, sua fonte de renda e seu status na ”polite society” categoricamente destruídos.

Por que um impeachment a cinco dias do fim do mandato, quanto o oponente já “perdeu” as eleições? Para tornar o presidente inelegível? Naturalmente. Para criminalizá-lo? Elementar. Mas, principalmente, porque para o establishment — hoje dominado pelas esquerdas —, assim como para a máfia ou para autoritários socialistas, é necessário quebrar as pernas do oponente, destruí-lo a ponto de que não seja capaz, jamais, de se reerguer. Essa mentalidade explica, por exemplo, a hedionda decisão dos Bolcheviques, após realizarem sua Revolução Sangrenta de 1917 e subjugar a Rússia, de juntar a família Imperial, os Romanov — pai, esposa, filhas, empregados e até mesmo os cachorros — e executarem todos brutalmente com tiros de espingarda e golpes de baionetas sobre as crianças rastejando pelo chão; queimar e se desfazer dos corpos de tal modo que os restos mortais da família só seriam finalmente encontrados quase cem anos depois, nos anos 2000.

Os que se acham donos do poder, nunca, jamais, em hipótese alguma dobrarão os joelhos para os comuns — ou quem quer que os represente — passivamente. Tudo o que existe de conquista política, social e econômica na história da humanidade se deu por meio de incalculável sacrifício, somados ao desenvolvimento intelectual e a razão moral e filosófica (graças ao Cristianismo e à Igreja Católica), à luta por direitos e por oportunidades, além de rios de sangue, montanhas de corpos e o heroísmo de alguns poucos que pela verdade entregaram suas vidas para que nós pudéssemos ser livres. Conquanto a prudência é sempre preferível, sendo essa uma das características que difere revolucionários e reacionários de conservadores, a escravidão, o despotismo e a tirania não devem ser jamais admitidos como ”velho normal” ou “novo normal”. Honremos o sacrifício de nossos antepassados.

Emancipe-se.

Fotografia: Tatiana e Anastasia Romanov, e o pequeno Ortipo, massacrados pelos Bolcheviques no ano de 1918.

Publicado originalmente em janeiro de 2021 – removido no Facebook

Metodologia de conquista marxista: propaganda, política, economia e ideologia.

Passam os séculos e o método continua exatamente igual. Os vídeos abaixo têm 60 anos e continuam sendo atuais.

How to Recognize Propaganda | Cold War Era Educational Film | ca. 1957 | The Best Film Archives

Ideological Differences Between America and the Soviet Union | Cold War Era Propaganda Film | 1961 | The Best Film Archives

Thomas Sowell sobre a América

As tentativas da esquerda política de silenciar idéias que eles não podem, ou não querem, debater são uma confissão de falência intelectual. Thomas Sowell em 13/01/2021

Opinião no ar (21/10/20) Completo

Opinião no ar (21/10/20) Completo | RedeTV! Jornalismo

Rápida aula com
Bruno Garschagen – Cientista político
Kaíke Nanne – Diretor de Redação da Revista Oeste

Abraham Weintraub – A força da Esquerda na Educação

Abraham Weintraub – A força da Esquerda na Educação


Abraham Weintraub – As 3 forças que destruíram o Brasil

 

Antropologia filosófica e teoria da liberdade em J. S. Mill

Antropologia filosófica e teoria da liberdade em J. S. Mill
Gilmar do Nascimento Santos

Tese (Doutorado em Filosofia)
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2019.

Este trabalho examina a relação entre a antropologia filosófica e a teoria da liberdade na obra do filósofo John Stuart Mill. Parte-se da ideia básica segundo a qual a filosofia prática do autor inglês tem como ponto basilar uma concepção de natureza humana descrita nos termos de viventes que podem desenvolver indefinida e harmoniosamente as suas potencialidades. Tal concepção de natureza humana fundamenta o que se poderia denominar uma concepção “ampla” de liberdade. A liberdade ampla encerra em si as duas dimensões da liberdade, a saber: a liberdade compreendida em termos epistemológicos e metafísicos (tema preferencialmente tratado pela metaética); e a liberdade nos domínios da moral e da política (tema abordado pela filosofia prática normativa). Apresento então as duas dimensões da liberdade e suas conexões com a antropologia filosófica de Mill.

Palavras-chave: John Stuart Mill. Antropologia filosófica. Teoria da liberdade.

Texto completo: Antropologia_filosofica_e_teoria_da_liberdade_em_J_ S_Mill_Gilmar_N_Santos