Planejamento e o processo avaliativo – Parte 1

AVALIAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR: MODALIDADES, FUNÇÕES E INSTRUMENTOS AVALIATIVOS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
Juliana Damasceno de Oliveira
Priscilla Campiolo Manesco Paixão

Esta pesquisa objetivou compreender as modalidades, funções e instrumentos avaliativos da avaliação da aprendizagem no Ensino Superior. Primeiramente buscou-se conceituar o termo avaliação a partir da ideia de alguns teóricos e posteriormente a avaliação da aprendizagem. No segundo momento foi analisado com mais especificidade cada modalidade de avaliação, diagnóstica, formativa e somativa e suas respectivas funções. Em seguida foi apresentado diversos instrumentos avaliativos que o professor poderá utilizar em sala de aula. Por fim, foi realizado uma pesquisa por meio de questionários, de enfoque qualitativo, com acadêmicas do quarto ano do curso de Pedagogia do Unicesumar, cuja finalidade era analisar o que as alunas entendem por avaliação da aprendizagem e se sabem identificar cada modalidade de avaliação e os instrumentos avaliativos que são utilizados pelos docentes para a realização da aprendizagem entre os discentes. Tais resultados, longe de serem conclusivos, verificam a necessidade de se trabalhar em sala de aula com mais de um instrumento avaliativo, isto é, não só por meio de provas, mas através de avaliação contínua, que possibilite ao educando a aquisição de novos conhecimentos.

Texto completo: juliana_damasceno_de_oliveira


Fonte: http://www.cesumar.br/prppge/pesquisa/epcc2013/oit_mostra/Juliana_Damasceno_de_Oliveira.pdf

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Planejando o trabalho por projetos – Parte 3

Da “Aprendizagem Baseada em Problemas” à “Aprendizagem Baseada em Projetos”: estratégias metodológicas para o ensino de projeto nos cursos de Design
Frederico Braida

O advento do século XXI trouxe consigo novas demandas para a vida em sociedade, a qual deve ser apreendida a partir de uma perspectiva de complexidades. Se, por um lado, num contexto de crescimento exponencial de informações e de produção do conhecimento, criam-se, a cada dia, novas máquinas controladas por computador, por outro, valorizam-se as relações sociais e interpessoais. Logo, exige-se dos indivíduos não somente conhecimentos técnicos e a acumulação de saberem sedimentados, mas o desenvolvimento de habilidades e competências para lidar com problemas dinâmicos e complexos.

No âmbito específico da Educação, consolidam-se os novos paradigmas dos processos de ensino e aprendizagem, tais como a transversalidade e a (inter, multi e trans) disciplinaridade. O conhecimento compartimentado em disciplinas já não mais consegue oferecer respostas convenientes para as demandas atuais. Portanto, busca-se, a todo custo, meios para integração de áreas e campos do saber, desenvolve-se trabalhos colaborativos, reúne-se arte, ciência e tecnologia. Também é evidente a incorporação de métodos de ensino centrados no aluno em substituição (ou complementação) daqueles centrados no professor. Tais premissas e pressupostos contemporâneos têm manifestado novas demandas para os cursos de graduação, sobretudo no que se refere à formação de um profissional capaz relacionar-se verdadeiramente em sociedade. A fragmentação dos conteúdos em disciplinas, que pouco dialogam entre si, é uma realidade da maioria dos cursos que, em nome da flexibilidade curricular, adotam o sistema compartimentado de créditos para integralização da carga-horária obrigatória para obtenção do diploma.

Texto completo: da ”abp” à ”abp’


Fonte + livro completo: http://fido.palermo.edu/servicios_dyc/publicacionesdc/vista/detalle_articulo.php?id_articulo=10252&id_libro=485

Planejando o trabalho por projetos – Parte 1

METODOLOGIAS ATIVAS: DO QUE ESTAMOS FALANDO?
Base conceitual e relato de pesquisa em andamento
Henrique Martins Rocha
Washington de Macedo Lemos

O presente artigo apresenta os principais conceitos, ferramentas e métodos das denominadas Metodologias Ativas e a aplicação das mesmas no curso de Engenharia de uma Instituição de Ensino Superior privada do estado do Rio de Janeiro. Após a fundamentação teórica, são descritas as ferramentas e técnicas aplicadas, apresentando, ainda, os resultados iniciais de tal processo. Ainda que seja uma pesquisa em andamento, os resultados e achados da mesma atestam as vantagens em termos de engajamento (acima de 80%), desempenho acadêmico (notas abaixo de 5,0 passaram de 60% para 8%) e satisfação dos alunos envolvidos quando comparado com os métodos tradicionais de ensino.

Texto completo: 41321569


Fonte: http://www.aedb.br/wp-content/uploads/2015/05/41321569.pdf

Planejamento didático: material complementar – Parte 1

Fonte: https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/idiomas/dinamica-de-grupo-tecnica-do-phillips-66/58779

adaptado


DINÂMICA DE GRUPO – TÉCNICA DO PHILLIPS 66
Graziella Bernardi Zóboli

Sugiro aos professores uma técnica de trabalho em grupo interessante é a chamada Phillips 66. Esta tem esse nome devido ao seu criador J. D. Phillips o número 66 vem da característica de se usar o número seis para a divisão dos grupos e para a medição do tempo de discussão. Contudo esses números podem ser alterados, conforme a necessidade.

Consiste em levar um grande grupo a fracionar-se em grupos com seis pessoas com a finalidade de discutirem um tema ou uma questão. Teremos então seis pessoas em seis minutos discutindo para concluir algum assunto ou para dar a solução a uma questão ou problema.

O coordenador da técnica orienta a formação dos grupos ou permite a formação espontânea dos grupos. Solicita que cada grupo escolha um coordenador ou líder, um secretário dou redator e um relator.

Esses grupos, de seis participantes, discutem durante seis minutos e a seguir cada grupo apresenta através de seu relator a conclusão a qual chegaram.

Esta técnica permite a participação ativa de todos os alunos da sala, favorece a troca de informações e pontos de vista, facilita a rápida tomada de decisão, ajuda a superar inibições e favorece o esclarecimento e o enriquecimento mútuo.

Esta técnica é um bom instrumento para medir o nível de conhecimento de um grupo a respeito de determinado assunto. Também poderá ser utilizada para fazer o fechamento de algum assunto estudado.

ROTEIRO DA TÉCNICA PHILLIPS 66

OBJETIVOS

• Criar uma atmosfera informal, mesmo numa aula com muitos alunos;
• Estimular a participação de todos, evitando o monopólio da liderança;
• Promover a divisão de trabalho e de responsabilidade;
• Propiciar maior comunicação entre os alunos;
• Desenvolver a capacidade de sintetizar;
• Desenvolver a rapidez de pensamento;
• Oportunizar a comunicação de todos os alunos;
• Levá-los a saber selecionar os aspectos mais importantes do assunto.


USAR A TÉCNICA QUANDO…

• desejarmos aumentar a base da comunicação e da participação;
• necessitarmos analisar um problema complicado que pode ser logicamente dividido em partes e segmentos elementares a serem atribuídos a várias frações do grupo;
• parecer importante a criação de uma atmosfera informal e democrática;
• desejarmos identificar cada membro com o grupo ou seus problemas;
• for aconselhável estimular a motivação por meio da mudança de técnica;
• o assunto de natureza a ser melhor discutido num grupo pequeno.


COMO USAR A TÉCNICA

O grupo deve:

• conhecer claramente os objetivos do trabalho;
• conhecer profundamente todas as situações em que pode ser empregado o método;
• observar e aproveitar bem o tempo.

O líder (pode ser o professor) deve:

• explicar o processo a todo o grupo, o porquê está sendo usado, a duração permitida e o que se espera do método;
• auxiliar a formar os grupos;
• dar instruções gerais;
• escolher, ou anotar, o secretário, o coordenador e o relator de cada grupo; *
• controlar o tempo;
• movimentar-se entre os grupos para esclarecer qualquer dúvida;
• reunir todos os pequenos grupos para formar o grande grupo;
• procurar fazer com que todos os pontos de vista importantes, de uma maneira ou de outra, sejam apresentados a todo o grupo.

* O Secretário anota as opiniões do pequeno grupo; o coordenador controla o tempo, fazendo com que cada elemento expresse suas ideias em um minuto; o relator apresenta, posteriormente, para o grande grupo, as ideias do seu subgrupo.

PRECAUÇÕES COM O MÉTODO

– Este método tem pouco valor na difusão das informações, exceto quando procura determinar o conhecimento e experiência dos membros do grupo.
– Os problemas mecânicos (distribuição de cadeiras, etc.) são grandes; deve ser feito um planejamento prévio e rigoroso para diminuí-los.
– Os grupos fracionários não podem produzir acima do nível de conhecimento e experiências dos indivíduos. É bom ser realista quanto aos resultados esperados.
– As limitações de tempo e os relatórios são características essenciais da técnica, mas o excesso de preocupação com eles pode impedir a discussão.
– A não utilização do material obtido pode causar frustrações entre aqueles que trabalharam para produzi-lo.

Lembre-se de que qualquer dinâmica, jogo ou material instrucional, sempre deverá se utilizado como meio de ensino e não como um fim em si mesmo.

Elaborando planos de ensino – Parte 2

Fonte: http://www.almanaqueliterario.com/planejamento-de-ensino-curso-unidade-e-aula

adaptado


RESUMO

PLANEJAMENTO DE ENSINO: Plano de Curso / Plano de Unidade / Plano de Aula

Tecnologias e Técnicas de Ensino

Antes de um professor pensar em como dar uma boa aula, ele precisa ter clareza sobre suas idéias acerca da educação, do papel da escola, das relações que ela abriga, dos saberes que nela se entrechocam. Afinal, o método é um caminho para se chegar a um determinado lugar. Desse modo, não é possível pensar em metodologias de ensino desconsiderando os contextos onde são aplicadas e os fins a que servem. A escolha da metodologia de trabalho e das técnicas/estratégias a serem utilizadas é orientada pelos princípios da aprendizagem e deve considerar vários fatores. Atualmente, as técnicas de ensino são muito variadas.

A preparação da “aula”

Toda aula precisa ser planejada. Mesmo que situações inesperadas ponham por terra todo o nosso plano de trabalho, definir objetivos e prever as estratégias mais adequadas para alcançá-los nos permite ter mais chances de sucesso. Antes de começar a aula, é preciso separar os recursos e organizar os espaços que vão ser utilizados. Criar um ambiente propício de modo a mobilizar a atenção e o interesse dos alunos.

PLANO DE CURSO

Definição: É um instrumento de trabalho, amplo, genérico, que serve de marca de referência às operações de ensino-aprendizagem que se desencadearão durante o curso, derivadas dos fins a ser alcançados. É a previsão de um período letivo para as atividades de uma determinada disciplina. Ex: Didática

CARACTERIZAÇÃO DO PLANO DE CURSO

Descrição geral de todos os meios de ensino. Conteúdos, procedimentos, recursos que serão utilizados no desenvolvimento das operações educativas em função dos objetivos pretendidos; e flexibilidade – adaptado às necessidades dos alunos durante o progresso do curso.

CRITÉRIOS PARA ELABORAR UM PLANO DE CURSO:

Íntima relação com o Planejamento Curricular de modo a assegurar a coerência nas ações da escola.

OBJETIVOS NO PLANO DE CURSO

Para traçar objetivos, deve-se levar em conta as características da disciplina e as características dos alunos para garantir o alcance do objetivo geral.

Exemplos de comportamento esperado até o final do curso de “Didática”:

  • Compreensão do papel do professor;
  • Habilidade de analisar, relacionar, avaliar e sintetizar os dados obtidos nas leituras, nas exposições do professor e dos colegas de classe, nas discussões e debates;
  • Habilidade de comunicação oral e escrita;
  • Atitudes objetivas frente à situações de ensino-aprendizagem;
  • Habilidade nas fontes indicadas como complementação e enriquecimento das atividades de classe;
  • Atitude crítica diante de argumentos apresentados em textos, pelos colegas e professor;
  • Atitude de envolvimento nas atividades individuais e grupais;
  • Visão crítica sobre a docência.

PLANO DE UNIDADE

Definição: É um instrumento de trabalho mais pormenorizado que o Plano de Curso, e se desenvolve ao redor de um tema central ou assunto significativo para o aluno; reúne temas ou conteúdos listados no plano de curso.
Objetivo do Plano de Unidade: Garantir a aprendizagem dos conteúdos mais importantes de acordo com o Plano de Curso e interesse da clientela.

CARACTERIZAÇÃO DO PLANO DE UNIDADE/CRITÉRIOS PARA ELABORAR UM PLANO DE UNIDADE:

  • A escolha do tema ou assunto central;
  • Clientela;
  • Validade;
  • Tempo;
  • Flexibilidade;
  • Cooperação dos alunos (sugestões);
  • Coerência com o plano de curso; Utilidade.

ETAPAS / NA PRÁTICA

1ª Apresentação: As atividades são essencialmente introdutórias, de exploração, de orientação do que vai ser tratado ao longo do curso; despertar interesse e motivação; criar compromisso; criar um clima para aprendizagem; solicitar que os alunos escrevam o que sabem sobre determinado assunto e verificar as possíveis falhas que ficaram do ano anterior; falar dos conteúdos que poderão ser estudados e da importância de cada um; comunicar verbalmente os objetivos pretendidos e o desempenho esperado de cada aluno no final da unidade Ex: Planejamento.
2ª Desenvolvimento: São as atividades propriamente ditas para atender o objetivo (Ex: Didática/Planejamento)
3ª Integração: O aluno mostrará o que aprendeu. Como?

PLANO DE AULA

Definição: É um instrumento de trabalho que especifica os comportamentos esperados do aluno e os meios (conteúdos, procedimentos e recursos da aula); é mais restrito que o Plano de Unidade. OBS: A sala de aula é o lugar onde o professor desempenha o papel da mais alta relevância.
Caracterização do Plano de Aula /critérios:

  • Detalhamento;
  • Harmonia entre as partes (toque, cortada, saque);
  • Tempo, recursos disponíveis, flexibilidade, ordenação.

Objetivo do Plano de Aula: Garantir o alcance dos objetivos

ETAPAS / NA PRÁTICA

1ª Apresentação: Preparação da classe pelo professor para a realização da tarefa, chamando atenção do aluno para o valor e importância do conteúdo a ser estudado; Formular uma pergunta problematizadora.
2ª Desenvolvimento: O professor orienta a aprendizagem do aluno (Ex: Didática/Planejamento/elaboração).
3ª Integração: É o momento em que o professor verifica o resultado obtido pelos alunos, na realização das atividades propostas na etapa de desenvolvimento.

COMO ELABORAR UM PLANO DE AULA

  • DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: (Universidade: + Curso: + Turno: + Período: + Disciplina: + Professor: + Tema Central:)
  • OBJETIVOS EDUCACIONAIS: (1.Geral + 2.Específico)
  • FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA:
  • CONTEÚDOS DE ENSINO:
  • PROCEDIMENTOS DE ENSINO/METODOLOGIA:
  • RECURSOS DIDÁTICOS:
  • AVALIAÇÃO:
  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
  • CRONOGRAMA:

ALGUNS EXEMPLOS:

Língua Portuguesa
TEMA DE AULA: Orações subordinadasCONTEÚDOS DE ENSINO:
– Adjetivas: Restritivas e Explicativas
– Substantivas: Subjetiva; Objetiva direta; Objetiva indireta, Completiva nominal, Predicativa, Apositiva
– ALGUNS EXEMPLOS: Língua Portuguesa
– OBJETIVOS EDUCACIONAIS:
– ESPECÍFICOS: – classificar as orações subordinadas; aplicar corretamente as orações subordinadas.
– GERAL: Valorizar a linguística, a expressão e comunicação; instrumentalizar o aluno para o uso correto da língua culta; refletir sobre a adequação da língua em determinado contexto; aperfeiçoar o potencial expressivo do aluno.
Ciências Biológicas
TEMA DA AULA: DSTs
CONTEÚDOS ESCOLARES:
– Tipos de DSTs;
– Sintomas;
– Tratamento
– Formas de Prevenção
– ALGUNS EXEMPLOS: Ciências Biológicas
– OBJETIVOS EDUCACIONAIS:
– ESPECÍFICOS: – diferenciar as DSTs; listar formas de prevenção; identificar os sintomas e formas de tratamento.
– GERAL: Preservação da saúde; valorizar a vida; conhecer o próprio corpo, seus limites e potencialidades

Elaborando planos de ensino – Parte 1

ELABORAÇÃO DO PLANO DE ENSINO E DO PLANO DE AULA
Daniela Spudeit

Muitos professores na Biblioteconomia ou mesmo em outros cursos desde o ensino infantil até o superior apresentam dificuldades e algumas dúvidas ao planejar suas aulas, selecionar conteúdos e metodologias, formas de avaliar os alunos perante a diversidade de estratégias, mas principalmente pela multiplicidade de caminhos a seguir em um contexto tão fluído como Bauman (2003) se refere ao falar da sociedade atual.
Anastasiou e Alves (2009) explicam que durante muito tempo as ações dos professores eram organizadas a partir dos planos de ensino que “tinham como centro do pensar docente o ato de ensinar; portanto, a ação docente era o foco do plano” (2009, p. 64). Atualmente as propostas ressaltam a importância da construção de um processo de parceria em sala de aula com o aluno deslocando o foco da ação docente e do ensino para a aprendizagem, ou seja, o protagonista para a ser o aluno conforme defendem as teorias construtivistas e sociointeracionistas.
Dentro desse contexto, o planejamento assume tamanha importância a ponto de se constituir como objeto de teorização e se desenvolve a partir da ação do professor que envolve: “decidir a cerca dos objetivos a ser alcançados pelos alunos, conteúdo programático adequado para o alcance dos objetivos, estratégias e recursos que vai adotar para facilitar a aprendizagem, critérios de avaliação, etc.”

Texto completo: elaboracao do plano de ensino e do plano de aula


Fonte: http://www.unirio.br/unirio/cchs/eb/arquivos/licenciatura/ELABORACAO%20DO%20PLANO%20DE%20ENSINO%20E%20DO%20PLANO%20DE%20AULA.pdf

Planejamento e Projeto Político Pedagógico – Parte 8

Centro de Estudos de Avaliação Educacional da UFRJ

O Centro de Estudos de Avaliação Educacional da UFRJ tem por objetivo realizar atividades nas áreas de pesquisa e de assessoria e capacitação no campo da avaliação educacional e de áreas correlatas, bem como a oferta de cursos de pós-graduação. Assim, o CEAE atua preocupado com a formação de recursos humanos especializados e com a disseminação e utilização de conhecimentos pelos sistemas educacionais. As instalações do CEAE foram financiadas pela CAPES no âmbito do PROAV – Programa de Apoio à Avaliação Educacional, e seus recursos são provenientes da Fundação Ford e da Fundação Universitária José Bonifácio.

http://www.race.nuca.ie.ufrj.br/ceae/

Dentro dessa página, constam muitos módulos de estudo na área “Assessoria e Capacitação“:

  • Capacitação de Diretores de Escola
  • Capacitação em Projeto Pedagógico
  • Capacitação de Secretários de Escola
  • Capacitação em Gestão Colegiada
  • Capacitação em Gestão de Pessoal
  • Capacitação em Gestão Financeira
  • Capacitação em Gestão de Contratos
  • Capacitação em Sistemas de Informação

O conteúdo é muito bom e vale a pena baixar.

Planejamento e o Projeto Político Pedagógico – Parte 7

REVISTA EDUCAÇÃO E LINGUAGEM – PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
Bruna Barbosa
Cleide Medeiros
Claudilayne Siva
Lilia Figueiredo

Apresenta-se o resultado de nossa análise crítica, esclarecedora e criativa que foi desenvolvido e fundamentado em pesquisa bibliográfica, com objetivo de mostrar o que a escola precisa fazer para realizar sua intencionalidade, qual o processo e formas de trabalho. Destacamos as principais características e atividades que levam a realização desses ideais na prática, com foco na formação do cidadão participativo, responsável, compromissado, crítico e criativo. Analisamos o projeto político pedagógico, que permite diretrizes aos educadores, a gestão da escola, aos alunos, pais, funcionários e mantenedoras saberem para onde devem ir aonde chegar, e qual objetivo a ser alcançado. É uma ferramenta para que se possa facilitar aos indivíduos envolvidos um processo democrático social em que possam crescer, construir o que há de melhor para todos, aproveitando este melhoramento para se alcançar patamares maiores. Se uma escola não tem ideal, não tem objetivo não vai lutar para concretização do projeto. É necessário ter sentido, pois assim todos irão se fortalecer, com um compromisso definido na construção coletiva do conhecimento. Por isso, o projeto está vinculado ao planejamento e a gestão escolar, sendo que a principal questão do planejamento é expressar a capacidade de se transferir o que se planejou para a ação. Ainda possa fazer do planejamento um método de trabalho dos educadores, tendo uma visão concreta da prática educativa, transformando-a, rumo a um ensino mais significativo. Assim sendo, demonstraremos a operacionalização do projeto e como ele se torna eficaz mediante um movimento constante de reflexão e ação-reflexão.

Texto completo: revista educação e linguagem


Fonte : http://www.ice.edu.br/TNX/storage/webdisco/2012/12/26/outros/0e7ebd60a126eca78d1e69b36948b026.pdf