Anúncios

Diferentemente do Blogger, o WordPress entuba anúncios em todos os weblogs gratuitos. Não tenho responsabilidade sobre os anúncios aqui exibidos, não controlo o que é anunciado nem sou remunerado por tal publicidade. Prefiro assim.

Nada na internet é de graça! Se você não paga, alguém está pagando por você. Esta página está no ar usando os sistemas do WordPress, então nada mais justo que deixá-los ganhar algum trocado com isso.

WordPress’ politics

Conteúdo

Caso alguma postagem apresente hyperlink ”quebrado” ou mídia que não carrega, avise-me para eu reparar.

Pedra nos rins (cálculo renal)

Compartilhado originalmente em 20/04/2017

Fonte: Dr. Leonardo Aragão – Clínica Médica e Nefrologia

PEDRA NOS RINS (CÁLCULO RENAL)

Cálculos renais, ou pedras nos rins, são formações endurecidas que podem surgir nos rins e comprometer outro ponto do canal urinário. Como o ureter, canal que transporta a urina até a bexiga, é muito estreito, a pedra pode ficar presa. Para expulsá-la, o organismo provoca contrações e surge a dor intensa.

Sintomas

-Dor aguda que começa nas costas e se irradia para o abdômen em direção da região inguinal.
-Sinais de sangue na urina.
-Náuseas e vômito.

Prevenção

-Beba muita água regularmente. De dois a três litros por dia.
-Modere a ingestão de sal.
-Regule a ingestão de alimentos ricos em cálcio e proteínas.
-Controle a obesidade e hipertensão.

Nunca se automedique! Procure o seu médico em qualquer situação como as descritas acima.

Civilidade

Compartilhado originalmente em 18/04/2020

Abordando o problema do suicídio

Compartilhado originalmente em 13/04/2017

Fonte: https://web.facebook.com/eurekka.me/posts/1939455519617583


A quantidade de pessoas que zombam do problema, somada à quantidade de pessoas que têm preconceito sobre o problema, somadas à quantidade de pessoas que insistem em enfiar sua religião no meio do problema é preocupante. A seguir, mais uma vez, uma série de fotogramas para abordar de forma pragmática esse mal da sociedade contemporânea.

Depressão e outras doenças psíquicas.

Compartilhado originalmente em 09/04/2017

Fonte: CNJ. https://web.facebook.com/cnj.oficial/photos/a.191159914290110/1485440194862069/

Nesta postagem, faço redivulgação dos conteúdos relacionados às doenças psíquicas.

Como saber se você está com depressão?
Conjunto de vídeos explicativos.

Como saber se você está com depressão?

Suicídios, setembro amarelo e vida que segue.
Texto feito para pessoas que estejam passando por crise.

Suicídios, setembro amarelo e vida que segue.

A segunda pandemia: ansiedade, pânico e depressão
Alerta acerca dos impactos do isolamento social e do medo da pandemia sobre a saúde psíquica das pessoas.

A segunda pandemia: ansiedade, pânico e depressão

Pesquisa revela que jovens não percebem depressão como doença | SBT Brasil (28/08/19)
Matéria jornalística.

Pesquisa revela que jovens não percebem depressão como doença | SBT Brasil (28/08/19)

Drauzio Varella no Fantástico – Não tá tudo bem, mas vai ficar
Série de vídeos apresentados pela emissora Globo sobre saúde.

Drauzio Varella no Fantástico – Não tá tudo bem, mas vai ficar

Suicídios na UERJ – Uma questão ainda não solucionada.
Um de meus textos mais lidos: crítica ao modo de abordar o problem do suicídio em meu local de trabalho.

Suicídios na UERJ – Uma questão ainda não solucionada.

Conscientização sobre a saúde mental.
Texto que copiei da rede social de minha amiga Claudia.

Conscientização sobre a saúde mental.

Como ajudar alguém que sofre de Síndrome do Pânico/Ansiedade

Fonte: https://pt.aleteia.org/2017/03/15/como-ajudar-alguem-que-sofre-de-sindrome-do-panicoansiedade/

Compartilhado originalmente em 02/04/2017


Fonte da imagem: Wikihow

Aqui você encontrará algumas dicas básicas e essenciais para entender melhor esse problema e saber até que ponto e de que maneira ajudar

A síndrome do pânico não é frescura, bobagem ou loucura. Nunca diga a uma pessoa que apresenta sintomas de pânico que ela não tem nada demais ou que é fraqueza dela. A síndrome do pânico é um problema real que deve ser levado a sério. É importante saber que a pessoa já sofre o bastante com os sintomas da doença, fazê-la se sentir fraca ou perturbada mentalmente é muito cruel e absolutamente desnecessário. A pessoa não é fraca nem covarde, apenas está doente e precisa de ajuda.

Não exerça nenhum tipo de pressão

Se uma pessoa com esse problema diz que não tem condições de fazer algo é porque realmente não tem. A síndrome do pânico não impede o paciente de perceber suas limitações com relação à doença. Não fique insistindo pra ela sair ou desencanar; acredite, ela quer muito isso, mas não está em condições de enfrentar algumas situações sem ter uma crise ou mal-estar. Tenha muita calma.

Evite formas de incentivo grosseiras ou agressivas

Evite tentar incentivá-la “dando um empurrãozinho” ou um “chacoalhão”, esperando que assim ela reaja. A pessoa está certamente muito sensibilizada e esse tipo de incentivo pode soar como uma agressão para ela, pois certamente se sentirá fraca diante dos outros. Gritar ou dizer certas coisas em tom muito entusiástico para provocar uma reação pode atrapalhar mais do que ajudar.

Evite contar histórias trágicas ou de enfermidades para quem tem esse problema

Em geral, durante o período de crises, a pessoa fica muito suscetível a incorporar sintomas às suas crises, tem medo de ter a mesma doença que ouviu falar ou de sofrer um acidente como “aquele que aconteceu com a vizinha…”

Mantenha a calma durante as crises

Embora seja difícil, procure manter a calma se a pessoa tiver uma crise. Se você não se abalar , mostrar que está por perto para ajudá-la e conseguir acalmá-la, dar segurança, dificilmente ela terá outra crise perto de você. Se você se envolver no desespero do paciente, dificilmente poderá ajudá-lo. As crises podem demorar um pouco, mas elas passam.

Evite tratar quem tem o problema como um coitadinho

Qualquer ser humano se sente inferiorizado quando sentem pena dele. Cuide da pessoa com confiança em sua recuperação e não como se ela fosse uma vítima das circunstâncias.

Jamais indique medicamentos por conta própria ou por experiências de terceiros

Deve-se sempre consultar um psiquiatra para saber qual o tratamento mais indicado para cada caso.

Seja paciente com a pessoa e consigo mesmo

É preciso ter muita paciência e não é nada fácil entender o que se passa nessa situação. Por isso, se você se sentir impotente ou incapaz de entender e ajudar, saiba que isso é bastante comum. Você jamais deve se sentir um inútil por não poder resolver o problema. A melhor ajuda que você pode dar é manter a calma e confiar muito na recuperação da pessoa, mostrando sempre que você está ali para apoiá-la. Se for necessário, procure um dos grupos de ajuda. Eles também podem ajudar as famílias dos pacientes e dar maiores informações sobre a doença.

(Via Psiconlinews. Fonte: Sindromedopanicorenasca)

 

Metodologia prática para educação infantil (2)

Originalmente publicado em março de 2018.

Qual é a origem da logomarca Bluetooth?

Publicado originalmente em 09/10/2020

O símbolo do Bluetooth é a junção de duas runas associadas às iniciais do rei.

O Bluetooth hoje é muito utilizado para conectar no som do carro. Mas você lembra como é o símbolo dessa ferramenta? Sabe a origem da logomarca do Bluetooth?

Bluetooth é o nome de uma tecnologia sem fio que podemos usar todos os dias, sem saber que, na verdade, é uma homenagem a um Rei Viking.

No Século X, Harald Blatand, o Dente Azul (Blue Tooth), foi um Rei Viking, conhecido pelos seus dentes escuros, de cor azul, sendo que, sua maior conquista foi a unificação das tribos rivais da Dinamarca e Noruega sob um mesmo reino.

Quando as empresas de eletrônicos, Intel, Ericsson e Nokia, se uniram para criar um padrão de conexão sem fio, escolheram o nome “Dente Azul”.

O Bluetooth une dois dispositivos móveis de forma paralela, assim como, o Rei Viking Harald conseguiu unir a Dinamarca e Noruega.

 

”Cancelando” palavras de etimologia escravista

Fonte: Nomes Científicos – 17/11/2020 (texto adaptado)

Pensando unicamente no bem de todos e felicidade geral da nação, vários grupos e empresas estão propondo o fim do uso de palavras e expressões que teriam origem escravista. O Boticário deixou de usar ”Black Friday” e passou a denominar sua temporada de descontos como ”Beauty Week”. O grupo Etna de móveis e decoração baniu o criado-mudo de seu catálogo e agora só vende mesas de cabeceira. O Firefox trocou ”senha mestra” para ”senha principal”, pois, segundo o próprio, ”mestra” remete à relação ”mestre-escravo”. A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal recomenda que não se diga ”feito nas coxas”, pois essa expressão teria surgido na época em que as telhas eram moldadas nas coxas dos escravos e, por isso, ficavam irregulares.

Entendendo que quem compra um criado-mudo feito nas coxas numa ”Black Friday” é um baita de um insensível desalmado, apresento aqui mais algumas palavras que também precisam ser canceladas‘ para que o mundo seja um lugar melhor. Mas ao contrário das quatro censuras do parágrafo anterior, estas não são pseudo-etimologias:

▪️ Boticário: Vem do latim ”appothecarius”. Na Roma Antiga, era o escravo encarregado do armazém ou da adega (”apotheca”).

▪️ Doula: Nem pense em contratar uma doula para o parto do seu filho. O nome vem do grego antigo ”doúla”, que significa ”escrava doméstica”. Você não quer que ele nasça à custa de uma herança subserviente dessas, né?

▪️ Emancipar: É de bom tom, depois, quando seu filho crescer, não pensar em emancipá-lo, pois emancipar vem do latim ”emancipare”, que significa ”libertar”. A emancipação (”emancipatio”) era a alforria de um escravo (”mancipium”). Que pai gostaria de passar uma impressão dessas?

▪️ Nomenclador: Qualquer cientista que tenha dado nome a alguma espécie ou que se dedique ao estudo da Nomenclatura é um nomenclador. O problema é que nomenclador (”nomenclator”, em latim) era o escravo que lembrava ao senhor o nome daqueles que o procuravam ou com os quais cruzava nas ruas. (Vixi, estou ferrado!)

▪️ Ferrado: Na antigüidade, estar ferrado (”ferratus”, em latim) era, basicamente, a condição do escravo que ficava preso com correntes e grilhões de ferro.

▪️ Monitor: Do latim ”monitor”, era outro escravo da antigüidade que vigiava (monitorava) o trabalho dos demais. Por isso, nem pense em ligar o monitor de seu PC ou pleitear uma bolsa de monitoria lá na faculdade.

▪️ Liturgia: Também na Idade Antiga, havia o ”leitourgós” (em grego antigo) ou ”liturgus” (em latim), que era um escravo pertencente ao Estado. O liturgo cuidava de afazeres de interesse público. Foi daí que apareceu a liturgia, na Igreja, como sendo um serviço oferecido às pessoas.

▪️ Noviço: O escravo bárbaro recém-capturado era chamado de ”novitius” na Roma Antiga. Infelizmente, então, teremos de cancelar ”O noviço rebelde” (1997), de Renato Aragão, um clássico da filmografia brasileira.

▪️ Servidor: Essa não tem nem como negar. Vem do latim ”servus”, que significa ”servo”, ”escravo”. Partindo de ”servus”, já podemos censurar também serviço, servente, o verbo servir e o restaurante self-service (que seria o auto-escravo). O servidor público seria então mero reflexo daquele liturgo, o escravo do Estado.

▪️ Ministro: O poeta romano Virgílio (séc. I AEC.) já falava de ”minister” referindo-se aos ”servos e escravos”. O latim ”minister” vem de ”minus” (menos), pela idéia de inferioridade. Na mesma época, o filósofo Cícero citava o ”minister dei” (ministro de deus) como alguém servo de uma divindade. No século II, o teólogo Justino registrava o ”regis minister” (ministro do rei), pessoa que assessorava o grande chefe. Pronto! Já não quero mais ministrar aulas.

▪️ Pedagogo: Por falar em dar aulas, a Pedagogia é outra palavra que já pode ser rifada. É que, originalmente, pedagogo (”paidagogós”, em grego antigo) era o escravo que conduzia as crianças à escola. Se o pedagogo for um servidor público, então…

Bom, a lista seria ser maior, mas, para um texto de rede social, está bom. Já apresentei muitas palavras que podem ser varridas do nosso vernáculo. Aliás, vernáculo também tem de cair fora, pois vem do latim ”vernaculus” (escravo nascido na casa do amo, ou nascido no mesmo país).

Chega de ironia por hoje. Tchau!

(Ah, tchau vem do italiano ”ciao”, derivada do veneziano ”sciàvo”, que significa ”escravo”. A expressão ”sciàvo vostro” – ”sou seu escravo” – tinha o mesmo peso de dizer ”estou às suas ordens”.)

Fonte: Dicionário Houaiss, 2009.

Curiosidades sobre a família real brasileira.

Um apanhado de curiosidades sobre a família real Brasileira.

— Santos Dumont almoçava três vezes por semana na casa da Princesa Isabel em Paris.

— A idéia do Cristo na montanha do Corcovado partiu da Princesa Isabel.

— A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos os imóveis da família.

— D. Pedro II tentou ao parlamento a abolição da escravatura desde 1848. Uma luta contra os poderosos fazendeiros por 40 anos.

— D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo em que 17 era fluente.

— A primeira tradução do clássico árabe ”Mil e uma noites” foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil.

— D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes.

— D. Pedro Augusto Saxe-Coburgo era fã assumido de Chiquinha Gonzaga.

— Princesa Isabel recebia com bastante freqüência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época.

— Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los.

— Os pequenos filhos da Princesa Isabel possuíam um jornalzinho que circulava em Petrópolis, um jornal totalmente abolicionista.

— D. Pedro II recebeu 14 mil votos na Filadélfia para a eleição Presidencial, devido sua popularidade, na época os eleitores podiam votar em qualquer pessoa nas eleições.

— Uma senhora milionária do sul, inconformada com a derrota na guerra civil americana, propôs a Pedro II anexar o sul dos Estados Unidos ao Brasil, ele respondeu literalmente com dois ”Never!” bem enfáticos.

— Pedro II fez um empréstimo pessoal a um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica.

— Quando D. Pedro II do Brasil subiu ao trono, em 1840, 92% da população brasileira era analfabeta.

Em seu último ano de reinado, em 1889, essa porcentagem era de 56%, devido ao seu grande incentivo a educação, a construção de faculdades e, principalmente, de inúmeras escolas que tinham como modelo o excelente Colégio Pedro II.

— A Imperatriz Teresa Cristina cozinhava as próprias refeições diárias da família imperial apenas com a ajuda de uma empregada (paga com o salário de Pedro II).

— (1880) O Brasil era a 4º economia do Mundo e o 9º maior Império da história.

— (1860 – 1889) A média do crescimento econômico foi de 8,81% ao ano.

— (1880) Eram 14 impostos, atualmente são 98.

— (1850 – 1889) A média da inflação foi de 1,08% ao ano.

— (1880) A moeda brasileira tinha o mesmo valor do dólar e da libra esterlina.

— (1880) O Brasil tinha a segunda maior e melhor marinha do Mundo, perdendo apenas para a da Inglaterra.

— (1860 – 1889) O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.

— (1880) O Brasil foi o maior construtor de estradas de ferro do mundo, com mais de 26 mil km.

— A imprensa era livre tanto para pregar o ideal republicano quanto para falar mal do nosso Imperador.

— ”Diplomatas europeus e outros observadores estranhavam a liberdade dos jornais brasileiros” conta o historiador José Murilo de Carvalho.

— Mesmo diante desses ataques, D. Pedro II se colocava contra a censura. ”Imprensa se combate com imprensa”, dizia.

— O maestro e compositor Carlos Gomes, de ”O Guarani”, foi sustentado por Pedro II até atingir grande sucesso mundial.

— Pedro II mandou acabar com a guarda chamada Dragões da Independência por achar desperdício de dinheiro público. Com a república, a guarda voltou a existir.

— Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge.

— A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura.

— D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exílio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele.

 

Fontes:

Biblioteca Nacional – RJ,

Instituto Moreira Salles – RJ,

Diário de Pedro II

Acervo Museu Imperial de Petrópolis – RJ,

Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro – RJ

Fundação Getúlio Vargas

Museu Nacional – RJ (ou o que sobrou dele)

Bibliografia de José Murilo de Carvalho

 

 

Metodologia de conquista marxista: eliminação de opositores

Autor: João Corrêa Neves Junior — Janeiro 2021 (Texto adaptado)

O que muitos ainda não compreenderam sobre as ações perpetradas pelo establishment contra o bilionário feito presidente dos Estados Unidos é que elas não estão limitadas ao campo político. Assim como a máfia envia o leão-de-chácara para quebrar as pernas de um indivíduo que se recusa a participar do acordo imoral que caracteriza aquela relação coercitiva e corrupta, o que o establishment faz é mandar uma aviso a qualquer cidadão, rico ou pobre, que ouse ameaçar o status quo, o poder do estamento burocrático, dos classistas e dos crônicos-capitalistas: atente contra as elites dominantes e você terá sua vida, sua reputação, sua fonte de renda e seu status na ”polite society” categoricamente destruídos.

Por que um impeachment a cinco dias do fim do mandato, quanto o oponente já “perdeu” as eleições? Para tornar o presidente inelegível? Naturalmente. Para criminalizá-lo? Elementar. Mas, principalmente, porque para o establishment — hoje dominado pelas esquerdas —, assim como para a máfia ou para autoritários socialistas, é necessário quebrar as pernas do oponente, destruí-lo a ponto de que não seja capaz, jamais, de se reerguer. Essa mentalidade explica, por exemplo, a hedionda decisão dos Bolcheviques, após realizarem sua Revolução Sangrenta de 1917 e subjugar a Rússia, de juntar a família Imperial, os Romanov — pai, esposa, filhas, empregados e até mesmo os cachorros — e executarem todos brutalmente com tiros de espingarda e golpes de baionetas sobre as crianças rastejando pelo chão; queimar e se desfazer dos corpos de tal modo que os restos mortais da família só seriam finalmente encontrados quase cem anos depois, nos anos 2000.

Os que se acham donos do poder, nunca, jamais, em hipótese alguma dobrarão os joelhos para os comuns — ou quem quer que os represente — passivamente. Tudo o que existe de conquista política, social e econômica na história da humanidade se deu por meio de incalculável sacrifício, somados ao desenvolvimento intelectual e a razão moral e filosófica (graças ao Cristianismo e à Igreja Católica), à luta por direitos e por oportunidades, além de rios de sangue, montanhas de corpos e o heroísmo de alguns poucos que pela verdade entregaram suas vidas para que nós pudéssemos ser livres. Conquanto a prudência é sempre preferível, sendo essa uma das características que difere revolucionários e reacionários de conservadores, a escravidão, o despotismo e a tirania não devem ser jamais admitidos como ”velho normal” ou “novo normal”. Honremos o sacrifício de nossos antepassados.

Emancipe-se.

Fotografia: Tatiana e Anastasia Romanov, e o pequeno Ortipo, massacrados pelos Bolcheviques no ano de 1918.

Publicado originalmente em janeiro de 2021 – removido no Facebook