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Metodologia prática para educação infantil

 

Originalmente publicado em 21/11/2016

Matemática e imaginação

Embora muitos tenham em mente que a matemática seja uma ciência lógica, exata e racional, a matemática por si mesma é um grande exercício de imaginação humana. Das relações mais simples entre os números aos cálculos mais complexos, a matemática é essencialmente a contemplação do mundo das idéias.

Esse é um tema pouco explorado pelos professores de ciências exatas. Preocupados em ensinar as fórmulas, suas demonstrações e possíveis aplicações, esquecem-se de estimular os alunos a imaginar por si mesmos outras possíveis relações entre o conteúdo apresentado e o restante da matemática.

As leis matemáticas são universais. Suas regras têm de funcionar sob todos os pontos de vista. Analisar o problema é a principal parte da resolução do mesmo. Muito se instiga o aluno a decorar métodos de resolução, mas pouquíssimo se estimula que ele mesmo perceba o problema e encontre dentro do imenso universo matemático, alguma forma de resolução (independentemente se é a mais simples ou a mais eficiente).

Abaixo seguem dois problemas (um aritmético e outro geométrico) que muito estimulam a imaginação matemática.

Why do prime numbers make these spirals? | 3Blue1Brown

The hardest problem on the hardest test | 3Blue1Brown

Cinco de novembro de 2020

Possível fraude nas eleições dos EUA.
Furacão Eta destruiu boa parte da América Central.
Mutação do vírus corona na Dinamarca e possível sacrifício em massa de martas.
Israel ordena maior demolição em massa de casas palestinas.
Protestos políticos e ideológicos na europa oriental.
Maior transação suspeita de Bitcoin da história, durante o maior valor da criptomoeda já registrado.
Este tem sido um ano muito difícil.


O mundo está mergulhado em um grande período de caos. Religiões diversas falam de períodos de transformação como este, que anunciam grandes mudanças vindouras. Mas todas as perturbações que ora ocorrem no mundo são oriundas do próprio descaso do homem.

A natureza cobra pelo desrespeito com força e indiscriminação. A vida na Terra sobreviveu a várias grandes extinções em massa e sempre se regenerou frente a graves eventos cosmológicos. Aquecimento global, poluição e desequilíbrios ambientais não são um perigo ao planeta, são sim um perigo à própria humanidade. O homem em seu egocentrismo e megalomania crê que pode fazer frente ao universo, quando na verdade suas ações fazem mal a si mesmo. A natureza se reequilibrará à força se necessário. Talvez essa necessidade também se aplique à moralidade do homem.

O século XX foi marcado por uma grande crise moral. Os valores que trouxeram a humanidade até ali foram questionados por causa dos horrores das guerras que trouxeram consigo. Porém, em lugar de serem reformados, tais valores foram suplantados por outros. O individualismo tomou o lugar dos valores familiares, o materialismo tomou o lugar da religião, a contestação tomou o lugar do respeito mútuo, o consumismo de momento tomou o lugar da preservação para posteridade.

Há duas formas de lidarmos com o mundo ao nosso redor. Reformar, que é a idéia de paulatinamente ajustar o que está errado e conservar o que está certo – mentalidade norteada pelo saudosismo; ou revolucionar, que é a idéia de destruir o que aí está para construir algo novo do zero – mentalidade norteada pelo futurismo. E a ideologia que melhor representa essa variante espúria da filosofia humana é o Marxismo. Baseado no materialismo consumista individual em que “a religião é o ópio do povo”, prega exatamente a idéia de revolução.

Nela a construção do ”homem novo” se dá pela rejeição das liberdades individuais e entrega total e submissão do indivíduo a um Estado todo-protetor, que guia cada passo, diz o que fazer, o que dizer, o que pensar. E esse Estado é o Partido, o grupo de indivíduos ”sábios” que lideram a humanidade.

A esquerda falaciosamente criou uma dicotomia entre o bem social e o mal individual. De modo que todas as coisas boas como acesso à saúde, à educação, à segurança pública, proteções contra violências e preconceitos etc. seriam da esquerda. Falaciosamente se apropriaram da função de ”salvadores do mundo”. Já o culpado por todos esses problemas é a direita e sua exploração, opressão e discriminação.

O capitalismo seria contra o bem da ”coletividade social”, logo tudo o que vem acompanhado dele é ruim também. O modelo de sociedade ocidental seria, portanto, a caixa de Pandora, a fonte de todos os males do mundo. Liberdades individuais, propriedade privada, competitividade econômica, religião, família, tudo isso é ruim. Isso mesmo: religião e família. Eis um exemplo da perniciosidade da ideologia: sustentar uma narrativa para ocultar seu real objetivo.

Para massificar o homem é necessário retirar dele qualquer outro ponto de apoio que não seja o Estado (o Partido). Separar todos, um por um. Dividir para conquistar.

Daí colocar brancos contra negros, ricos contra pobres, pais contra filhos, criar discursos de opressão, repudiar preceitos religiosos, tornar libertina a conduta sexual (mais íntima faceta humana), até mesmo negar a existência de sexos (homem e mulher), atacar a mente e o caráter em formação das crianças. Tornar todos iguais perante o Estado, mas os mantendo diferentes e incompatíveis entre si. Em nome da ”coletividade”, isolar as pessoas umas das outras. Sem poderem se reunir como irmãos, sobra apenas o grande e benevolente Partido para proteger seus direitos, amparar-lhes na vida e orientar (determinar) seus passos.

Ética e moral são conceitos in natura metafísicos. A estrutura de valores, sejam eles quais forem (humanistas ou religiosos), necessariamente parte do pressuposto de que há algo além da mera mundanidade cotidiana. O marxismo é por sua natureza materialista, inexiste em sua mentalidade o conceito de moralidade. Tudo é válido, desde que atinja seu objetivo.

O que vemos hoje é exatamente o reflexo de mais de 200 anos dessa maligna corrente ideológica iniciada por Hegel, tendo sido desenvolvida, enraizada e alastrada no mundo. Hoje alcunhamos seus seguidores genericamente de ”esquerda”. Há nuances nas variantes, mas o núcleo, a espinha dorsal, o modus operandi são os mesmos.

A esquerda é muito bem organizada, disciplinada, orientada e estratégica exatamente porque tal ideologia preconiza massificação e ordenança. Já a direita liberal, por definição, é difusa e complexa, permitindo o autoquestionamento. Embora em menor número, a esquerda foi capaz de se situar em pontos influentes da sociedade (cultura, informação, educação e política), numa estupenda tática de guerra assimétrica. Eles dominaram os centros de divulgação de idéias e tornaram sua narrativa o status quo.

A direita nem percebe que isso já está impregnado até na forma de falar. Toda vez que alguém usa os termos ”classe” para se referir à profissão, ”bem-estar social” para se referir a políticas públicas, ”fobia” para igualar repúdio a discordância, ”gênero” para falar de sexo, ”normatividade” para desqualificar a moralidade, ”exploração” para mencionar remuneração por trabalho, ”privilégio” para designar conseqüências históricas etc. está usando a terminologia da própria esquerda. Ao dominar as palavras com as quais se formulam os pensamentos, a ideologia os controla e os molda.

Retomando o argumento da crise moral, os valores que trouxeram a sociedade ocidental até onde chegamos são três: a cultura grega (as pessoas não têm idéia, mas os valores que portamos são os mesmos desde a guerra de Tróia), a lei romana (as próprias noções de direitos e deveres), e a moralidade cristã (embora de um ponto de vista humanístico tal moralidade seja per se defensável). Essa é a base de nossa sociedade, que tem seus defeitos e suas boas qualidades.

Hoje há apenas três formas de Estado no mundo. A direita liberal cristã, a esquerda socialista ateísta e a teocracia mulçumana. Todos os governos dos países orientais, por conta da colonização, também fazem parte dessa tríade. Isso significa que temos dois grandes inimigos à liberdade: os comunistas e os fundamentalistas islâmicos.

Essas três sociedades são incompatíveis entre si. São valores morais antagônicos, imiscíveis, inconciliáveis. E, infelizmente, exatamente pela falta de norteamento claro, de uma liderança firme, ora vemos o mundo livre ocidental cair no caos. Não foi de um dia para o outro. Há décadas os valores vêm sendo ruídos, pouco a pouco. Utilizando-se exatamente a ”abertura para o diálogo” e a ”divergência de opiniões”, foi-se dando voz e vez aos que querem destruir a possibilidade de se dar voz e vez aos outros.

Como os imigrantes mulçumanos na Europa, absurdamente protestando em passeatas contra a liberdade de expressão. Ou como a ”classe artística” e grande imprensa, massificando mensagens deletérias à juventude, mensagens de libertinagem, de desrespeito à autoridade, contra a fé de seus pais. Foi porque os homens livres não se opuseram, foi porque desejaram preservar a liberdade, concederam-na aos algozes que querem tomá-la. Resultado: estes a usurparam.

A ruína da sociedade dos EUA simboliza exatamente a queda do último bastião que protegia e liderava (capengamente) os homens livres contra essas ameaças à vida e à liberdade. Tal como na alegoria de Adão e Eva (terra e vida), a sociedade foi tentada por uma astuta serpente (marxismo) que prometeu a grandeza divina de uma sociedade perfeita, mas nos desviou do bom caminho. Hoje a família humana cresceu. E tal como Caim e Abel, invejosos (esquerdistas) atacam seus irmãos, acreditando que, fazendo mal a eles, poderão fazer bem a si mesmos.

O egoísmo, o individualismo, o materialismo tomaram o lugar do amor, da família, da fé. A ideologia de um impossível futuro utópico suplanta lentamente o sofrido legado de nossos pais. Somos a ruína de nós mesmos, por ação ou omissão. Falhamos enquanto sociedade e aguardamos dos céus a solução para nossos problemas, um ”dilúvio” para o fim de nossos próprios conflitos, para limpeza do mundo, para um novo recomeço.

E olvidamos que isso não ocorrerá. Que somos responsáveis por nosso próprio destino. Que com nosso livre-arbítrio somos responsáveis por tudo de bom ou ruim que nos ocorra. Esperamos um salvador e nos esquecemos de salvar a nós mesmos, de cuidar do que temos. “E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.” Gênesis 2:15

Como minha mãe me ensinou: “cada um colhe o que planta e paga o que deve”.

Nós, como o coletivo humano, falhamos enquanto humanidade, enquanto grande família humana. E agora estamos pagando por isso.


E mais uma vez a vida imitando a arte…

Resposta ao “Paradoxo de Epicuro”

Em resposta (não solicitada 😉) à figurinha  com a qual vez ou outra a gente tromba nas redes sociais:

O problema da existência do mal atribuído ao filósofo grego Epicuro de Samos (que não era ateu).

1º – Não é um ”paradoxo”. Isso é um conjunto de argumentos fechados.

2º – O conhecimento do que é Bem só é possível por sua contraposição entre o Bem e o Mal. O Mal é necessário para que se conheça o que é o Bem.

3º – O argumento cristão da ”emanação” pressupõe que o Bem é o que está mais próximo da divindade, enquanto que o Mal é o que se mantém afastado dela. A exemplo dos anjos, que seriam emanações da divindade. Quanto mais próximos, mais elevada sua posição na hierarquia angelológica. Quanto mais afastado, menos relação com o divino. Daí a noção de formas etéreas (anjos), formas materiais com almas (homens) e formas materiais brutas (rochas, água etc.). (Essa noção se contrapõe ao animismo de outras religiões, como o Xintoísmo)

4º – A noção de divindade é transcendente à razão humana, portanto não é submissível ao escrutínio moral advindo dos homens. Os homens sendo falhos e incompletos não podem compreender a grandeza e transcendência da divindade, portanto, não cabe à criatura julgar seu criador.

5º – Ser onipotente não significa ter de exercer sua onipotência. Por exemplo, ”posso criar uma pedra que não posso levantar”. O fato de poder fazer, não significa que devo fazer. O ”direito” ou ”poder” de abdicar da onipotência não precisa ser exercido. Uma entidade pode ser onipotente sem precisar manifestar sua onipotência.

6º – Onisciência e Onipotência são praticamente sinônimas. Em amplo aspecto, um significa o outro.

7º – Há correntes cristãs como o Kardecismo que atribuem à situação de sofrimento passageiro a noção de ser uma forma de aprendizado. Desse modo, o que vemos com olhos humanos como sendo algo ruim, visto por olhos divinos (transcendentes – não presos à materialidade) na realidade é um caminho de evolução.

Ou seja, há vários argumentos contrários. Mas a análise epicurista faz sentido num mundo materialista.

Independentemente da existência ou não de deus, cabe ao ser humano fazer o bem. Não interessa se há ou não uma divindade superior. O que interessa é o que fazemos com nossas vidas. Não devemos esperar do céu um ”salvador”, mas nós mesmos nos salvarmos, fazendo o bem entre nós mesmos, deixando um mundo melhor do que aquele que encontramos.

Se há ou não um deus, não importa. O que importa é: qual é o bem que fizeste hoje?

Originalmente publicado em 04/11/2017

Discurso do Ministro Ernesto Araújo

Ministério das Relações Exteriores — Brasil

Guia da pandemia: o vírus corona no Brasil e no mundo.

19/10/2020 ~ 26/10/2020

Guia da pandemia: o vírus corona no Brasil e no mundo.

Neste texto, vamos recapitular o recente histórico da pandemia com foco no cenário cotidiano brasileiro e, em especial, criticando as decisões administrativas tomadas frente à crise sanitária. Vamos elencar os argumentos contrários aos protocolos adotados até o momento e discutir sobre a futura vacina em si. Porém se faz necessário antes analisarmos o contexto em que surge o problema da vacina. Gostaria, portanto, de falar sobre alguns eventos/fatos ocorridos neste estranho ano de 2020.

Da propagação da pandemia

Ninguém sabe exatamente quando começou o problema. O não-transparente governo da China ocultou a existência do vírus para o resto do mundo de início, afirmando posteriormente que tudo estava sob controle quando dos primeiros casos noticiados. Somente em dezembro de 2019 veio a público a notícia de que havia o risco de uma pandemia. Após um mês foi declarada emergência e a pandemia confirmada meses depois.

A origem do vírus é contestada. Acredita-se que se originou na província de Wuhan, possivelmente em um dos mercados de carne animal exótica. Chineses são conhecidos por comer insetos, cachorros e, no caso em questão, morcegos. O primeiro caso teria sido a partir do consumo de um animal infectado vendido em um desses mercados populares de carne. Também há de se considerar o histórico de doenças provenientes da China e do sudeste asiático como um todo, um forte argumento a favor da hipótese do surgimento natural da doença.

Entretanto esse é um problema já esperado desde 2013. Sabia-se da possibilidade de uma nova epidemia causada por corona/SARS/MERS e que ela muito provavelmente seria oriunda de morcegos. Essa teoria foi confirmada já em 2015 em diversos periódicos científicos. Em 2016-2017 foi noticiado por meio de reportagens que haveria risco epidêmico por um vírus manipulado em laboratório na província de Wuhan, onde se situa o centro de pesquisa epidemiológica chinês. Lá são armazenados todo tipo de vírus, bactérias e patógenos biológicos para pesquisa e manipulação.

Disso advém a suspeita de que a linhagem de vírus corona causadora da pandemia possa ter sido criada em laboratório. Independentemente de o vírus ter sido intencionalmente propagado ou escapado por falha humana, essa é uma suspeita plausível.

A hipótese de a pandemia ter sido intencional acolhe argumentos geopolíticos e econômicos.  Observamos que está ocorrendo a repetição de fatos históricos recentes. Quando a China encontra-se em um platô econômico, uma inexplicável praga surge e propaga-se pelo mundo. E tal país torna-se o único a obter ganhos econômicos com isso. Foi assim com a gripe aviária, a gripe suína e agora com a peste chinesa.

Vejamos o caso especificamente na relação Brasil e China. O valor de divisas recebidas com nossa exportação de soja e arroz para a China foi gasto na compra de materiais médicos e insumos de péssima qualidade. Em outras palavras, mesmo com nossos recordes em produção e exportação agropecuária, tivemos prejuízo nessas transações comerciais.

Outros países também vivenciaram situação similar. Queixas inúmeras dos produtos médico-hospitalares chineses, testes de contaminação e outros. E as trapalhadas da OMS (a seguir) prejudicando a saúde e a economia dos países ocidentais.

Coincidentemente o surgimento da peste chinesa se dá no ano de reeleição de Donald Trump e segundo ano de governo de Jair Bolsonaro, dois expoentes contrários à esquerda, líderes de países com grande poder econômico, político e área de influência. Exatamente quando as economias dos dois maiores países capitalistas das Américas começava a se recuperar, surge a praga. Se tais suspeitas se confirmarem, estamos vivenciando o maior projeto de engenharia social da história da humanidade.

Da responsabilidade da OMS (Organização Mundial da Saúde)

O papel da OMS revelou de forma inequívoca a politização da pandemia. Para além das questões econômicas, vimos um órgão internacional servir de instrumento geopolítico em favor do governo chinês, ao ponto de o governo japonês chamá-la de ”Organização Chinesa da Saúde”.

Inicialmente a OMS negou a existência de risco para uma pandemia. Após ter de aceitar a existência da mesma, numerosas previsões e recomendações contraditórias entre si demonstraram que ou não havia conhecimento real do problema, ou que as informações apresentadas a público estavam sendo propositalmente manipuladas.

Como lacaio da China, um de seus representantes simplesmente ignorou o magnífico exemplo de Taiwan para a contenção do problema, numa clara demonstração de subserviência às políticas estipuladas pelo Partido Comunista Chinês.

E em menor destaque, porém simbolicamente mais significativo, a praga não foi cognominada ”peste chinesa” pela imprensa convencional. O constante uso dos termos técnicos ”coronavírus”, ”COVID-19” e ”SARS-Cov-2” para desvincular o problema de sua origem revelam a hipocrisia dos meios oficiais de comunicação, que não se obstam a nomear as demais doenças históricas por epônimos naturais ou por seus locais de origem.

O descrédito herdado fê-la perder o patrocínio dos Estados Unidos, ação que possivelmente será seguida por outros países. Meses de incompetência desfecharam no reconhecimento de que o senso comum seria suficiente para lidar com o problema. De que se devem tentar os remédios à disposição quando não há tempo a perder. Que a economia e a saúde caminham juntas. Que o tratamento não pode ser pior que a doença.

Vejamos agora algumas críticas aos protocolos adotados para o enfrentamento da pandemia.

Do uso de máscaras

Algo de errado não está certo…

Há fortes questionamentos quanto ao uso de máscaras nesta pandemia. Não apenas em relação à sua suposta efetividade no combate à propagação do vírus, mas também no que seu uso representa.

a) Primeiro argumento: se de fato o uso de máscaras é eficiente na prevenção do contágio de doenças respiratórias, por que seu uso nunca foi obrigatório nos hospitais?

Antes da pandemia, dentro dos diversos recintos hospitalares, onde se pressupõe haver grande quantidade de pessoas doentes, nunca foi praxe usar máscaras. Nas salas de espera, nos quartos de hospitais, nos leitos em alas coletivas, sempre vimos os profissionais de saúde, pacientes e visitantes sem máscaras.

Ora, se o uso realmente previne a transmissão e contágio de doenças respiratórias, como a tuberculose, por exemplo, se realmente é eficaz em evitar a propagação desse tipo de doenças, por que nunca foi obrigatório antes?

b) Segundo argumento: há protocolo para uso de máscaras dentro dos centros cirúrgicos. Quando do uso, os médicos tendem a falar o mínimo possível, evitando ao máximo comprometer a capacidade de retenção de fluidos exalados que ficam retidos no equipamento.

De que adianta então fazer o uso contínuo de máscaras enquanto falamos o tempo todo com elas? Esse uso fora dos protocolos padronizados realmente teria alguma eficiência?

c) Terceiro argumento: países como a Holanda e, inicialmente, o Reino Unido não tornaram obrigatório o uso de máscaras por sua população, exatamente por não haver comprovação científica de sua eficácia. Do mesmo modo, países africanos, que abordaram a pandemia de outra forma, não obrigaram seus residentes ao uso de máscaras.

Faz sentido usar máscaras em locais de circulação de pessoas, ou de circulação do próprio ar, expondo o resto do corpo ao contaminante? Faz sentido usar máscaras em locais públicos onde há ventilação suficiente? Faz sentido usar máscaras dentro de transporte público? Faz sentido usar máscaras se o vírus se mantém ativo por horas nas superfícies que tocamos?

d) Quarto argumento: nossa respiração funciona como um dos métodos do corpo humano para excretar dejetos. Essas excreções aéreas contêm diversas bactérias que devem ser removidas das vias respiratórias. Ao obstruir a livre passagem de ar, criando uma barreira para conter essas excreções, cria-se um verdadeiro viveiro para proliferação de bactérias sobre a face da pessoa.

Há relatos de contaminação por ácaros, fungos ou outros patógenos ocorrida pelo uso continuado de máscara. Aquela nojeira úmida fica no rosto por horas e horas a fio até a pessoa ficar doente.

Faz sentido fazer o uso continuado de máscaras quando não sabemos ao certo se isso pode vir a ser eficiente na prevenção de uma doença, mas sabemos com certeza de que isso trará outros problemas de saúde?

Rosto com acne por uso contínuo de máscara.

e) Quinto argumento: além de impedir a normal excreção por vias aéreas, o uso de máscara faz com que o usuário não tenha acesso livre ao ar, impedindo a eliminação natural de CO2 e obtenção de O2. Isso leva a aumentar a acidose na corrente sangüínea, o que causa diversos problemas de saúde.

Faz sentido, novamente, arriscar toda uma população pela mera expectativa de um efeito benéfico, quando se sabe dos riscos reais que determinada ação incorre?

f) Sexto argumento: continuando a partir da premissa anterior, a falta de oxigenação na corrente sangüínea pode até ter efeitos colaterais temporários ou minimizados em adultos saudáveis. Mas em crianças, isso é diferente.

Crianças pequenas, em fase de crescimento, requerem mais oxigênio. Seus cérebros estão em pleno desenvolvimento e necessitam de fartura de nutrientes para se bem comporem. Restringir a oxigenação de crianças por todo esse período pode vir a causar seqüelas permanentes em seu desenvolvimento cerebral. Ninguém sabe ao certo qual será o efeito em longo prazo da medida de obrigar crianças a usarem máscaras.

Poderemos ter uma geração inteira de pessoas cujo desenvolvimento intelectual foi prejudicado (ainda que minimamente ou negligenciavelmente) por conta de políticas sanitárias públicas absurdas…

g) Sétimo argumento: por último, falta falar sobre o impacto psicológico do uso de máscaras. A contínua reminiscência de um mal invisível causa sim um transtorno nas pessoas. Há um aumento de casos de problemas de saúde mental durante esse período de pandemia. O medo é alimentado: para todo lado que se olhe, a lembrança de que o contágio pelo vírus mortal está perto.

Para além do impacto psicológico, também há o impacto político. O uso de máscaras passou a ser um símbolo do controle estatal sobre a vida dos cidadãos. A obrigatoriedade de seguir normas impostas por um poder público evidentemente despreparado e megalomaníaco é representada pela focinheira posta em seus cidadãos, que cobre suas bocas, impedindo-os de protestar.

Forçar o uso de máscaras, o ato de cobrir a boca, tornou-se equivalente a amordaçar. Fomos impedidos da livre expressão, da livre divulgação de informações ou de idéias. Impedidos de contestar, questionar, repudiar, manifestar a insatisfação.

Engenharia social?

Da obrigatoriedade da higienização

Um pequeno, mas importante, ponto a ser destacado é o estranho protocolo de higienização das mãos. O comportamento do vírus corona é semelhante ao do vírus influenza no que se refere ao contágio. As mãos ao tocarem em objetos ou pessoas contaminadas podem transportar o vírus para as vias aéreas ao se tocar o rosto.

Para evitar esse tipo de transmissão, fez-se obrigatório higienizar as mãos com sabão ou álcool. Porém essa higienização foi preconizada de forma desmedida. Higienização o tempo todo é maléfica para a saúde. Explico: nosso sistema imunológico, assim como qualquer outro sistema do corpo, age segundo os estímulos que recebe. O ato de tocar com as mãos pessoas e objetos faz com que estejamos continuamente expostos a uma grande quantidade de patógenos espalhados pelo mundo.

O contato com esses germes ativa o nosso sistema imunológico, que procura sempre nos proteger dessas ameaças externas. Ocorre que quando higienizamos excessivamente tudo ao nosso redor, vivendo em uma bolha de limpeza, cessam os estímulos. Sem estímulo, não há necessidade de trabalho e o princípio biológico de conservação de energia entra em funcionamento. Como conseqüência nosso sistema imunológico abaixa a guarda. E com imunidade baixa, não apenas é mais fácil pegar o vírus em questão, como também é mais fácil ser infectado e adoecer por diversos outros patógenos aos quais se é imune normalmente.

Da falácia da quarentena.

Lockdown – o jargão do momento

A quarentena demonstrou ser um fracasso em todo o mundo. Nunca antes na história foi feita a quarentena em massa de pessoas saudáveis. Sem nenhum tipo de comprovação científica, optou-se pela quarentena horizontal (em que todos são isolados) em lugar da quarentena vertical (em que apenas grupos de risco e doentes o são).

Evidências demonstram que tal medida não apenas se mostrou inútil, mas também pode ter piorado o problema. Cidades que mantiveram quarentena com altas restrições como Nova Iorque e Buenos Aires tiveram os maiores índices de contaminação, o que demonstra que o vírus transmitido pelo ar pode contaminar pessoas saudáveis que não tiveram contato com o ”mundo exterior”.

Manter as pessoas dentro de suas casas também teve efeitos negativos na saúde da população. A falta de exposição ao Sol traz deficiência de vitamina D, essencial para o sistema imunológico. Assim como a falta de contato social trouxe graves problemas psicológicos e psiquiátricos a muitas pessoas que nunca tiveram tais problemas antes. Depressão, ansiedade, pânico, paranóia e até casos de suicídio tiveram considerável alta. Outros problemas relacionados ao fechamento das cidades foram o aumento da violência doméstica, abuso sexual intrafamiliar e, evidentemente, a crise econômica que afeta diretamente a saúde das pessoas.

No caso do Brasil, houve judicialização da administração da crise sanitária, que culminou com o Supremo Tribunal Federal decidindo que a responsabilidade pelas decisões deveria ser dos governadores e prefeitos. Disso vimos as mais temerosas decisões ditatoriais tomadas pelas ”pequenas autoridades”, em uma série de atentados explícitos contra a liberdade e os direitos humanos.

Cidadãos sendo presos por estarem nas praias ou por exibirem bandeiras pátrias nos carros; portas de lojas sendo soldadas para impedir a abertura; donos de estabelecimento vítimas de violência policial; famílias sendo aterrorizadas por representantes do poder público; locais de culto religioso impedidos de funcionar; agressões por capangas uniformizados pagos com dinheiro do contribuinte; tudo em nome da ”segurança de todos”. Ironicamente (ou não), o mesmo tribunal, cego a esses crimes, determina a soltura de delinqüentes de altíssima periculosidade, pois eles estariam sob ”risco” de contrair o vírus dentro das instalações carcerárias. Quarentena para o cidadão de bem, soltura para os marginais.

Como era de se esperar no Brasil, fraudes inúmeras ocorreram durante a gestão da crise. Estima-se que o chamado ”covidão” (brasileiro é bom para dar nomes a escândalos) tenha desviado ainda mais recursos que a corrupção na Petrobrás. Governadores e prefeitos aproveitaram a licença de licitação para ilicitamente aliciar fornecedores e superfaturar desde equipamentos até hospitais inteiros. E vimos hospitais de campanha superfaturados sendo construídos dentro de estádios de futebol superfaturados.

Enquanto isso, empresas fechando suas portas, o número de desempregados e desalentados aumentando, o preço dos gêneros disparando, e parte considerável do povo mal utilizando o auxílio-emergencial do governo federal. Uma prova de que os políticos que lá estão, de fato, representam a população que os elegeu. Ao menos nessa vez o dinheiro do povo voltou para si mesmo…

E artistas dentro de suas abastadas e abastecidas mansões fazendo campanha pela internet, pedindo para as pessoas ficarem em casa, independentemente se aquele pai de família trabalha informalmente de manhã para conseguir comprar algo para a família comer à noite do mesmo dia. E a oposição celebrando o ”fique em casa”, na expectativa de que quebrando a economia poderiam culpar o presidente da república. ”Fique em casa” rogou quem tinha salário certo e pedia comida pelo telefone. ”Fique em casa”, veja televisão e não o que estamos fazendo aqui nas ruas.

Do medo

A imprensa fez uma agressiva campanha em favor do medo. Sistematicamente anunciando morte a morte, óbito a óbito, num macabro espetáculo circense romano. Governadores auxiliaram a propagar o medo, escavando covas para futuros mortos, impedindo aos familiares o último adeus, avolumando dados estatísticos, esquecendo como pularam o carnaval.

Não temos como saber ao certo se os números divulgados são verdadeiros. Há vídeos de gestores públicos afirmando que forjaram números para conseguir verbas federais. Ao analisarmos friamente os dados estatísticos, mesmo considerando esse duvidoso número de óbitos, vemos que a pandemia não é tão grave assim.

A quantidade de pessoas supostamente falecidas por conta da doença é similar a de outras doenças respiratórias sazonais. O número de óbitos por contaminações está dentro do esperado. Pessoas com comorbidades (como diabetes, problemas cardíacos ou idade avançada) são as mais vulneráveis. Pessoas sem doenças prévias dificilmente vêm a óbito somente pelo vírus corona.

Além disso, aparentemente o vírus corona sanou as demais doenças no Brasil. Outros males respiratórios graves, cânceres, aneurismas, infartos etc. magicamente apresentaram números menores do que o esperado para o período. Suspeita-se, com razão, de que mortes por outras doenças foram atestadas como morte por corona para fins políticos escusos.

A imprensa celebrando cada morte de um lado e os governantes divulgando números alarmantes do outro lado somaram-se numa mórbida nuvem de terror que obscureceu a vida de milhões de pessoas. O Brasil foi o único país a ter pessoas torcendo para o vírus apenas para opor-se politicamente ao governo do atual presidente e desviar a atenção dos grades desvios de recursos públicos que aconteceram durante este ano.

Da politização dos protocolos e dos remédios.

Acreditando que estávamos sob os cuidados de alguém íntegro, por ter sido escolhido pelo presidente, o povo brasileiro foi traído pelo então ministro da saúde Mandetta. Seu mantra ”fique em casa” deu aos governadores o embasamento para a aplicação de quarentenas que arruinaram economicamente incontáveis famílias e trouxeram o caos econômico a diversos estados da federação.

Só vá ao hospital quando estiver com falta de ar”. A falta de ar é sintoma que o vírus já comprometeu os pulmões do doente. Qualquer tratamento que poderia ser feito precocemente já não possuirá qualquer efeito, sendo necessário até mesmo entubar. Eis o embasamento para a compra desenfreada de respiradores artificiais, obviamente a preços exorbitantes.

”Ciência!”, quando não se tinham maiores informações sobre a doença. ”Ciência!”, quando não havia comprovação de protocolos. ”Ciência!”, quando na realidade era ”Política!”. Com cada vez mais tempo de exposição na TV, o deputado do centrão fez o que bem sabe fazer e começou a ”dialogar” com os demais ”gestores” e com a imprensa. Dória em São Paulo e Witzel no Rio de Janeiro mostraram-se ”proeminentes” no combate ao problema que o presidente foi judicialmente impedido de administrar. Apenas para logo em seguida serem desmascarados (trocadilho intencional) como corruptos e ditadores.

Com a queda de Mandetta e a saída de outro traidor do Ministério da Justiça, curiosos eventos começaram a acontecer. A Polícia Federal começou a revelar esquemas de corrupção em diversos estados, como no Pará e no Maranhão. Interessante notar que basta a polícia chegar e investigar que, coincidentemente, o número de óbitos pelo vírus corona se reduz imediatamente no local. Será que eles trazem algum remédio especial no camburão?

E toda essa hipocrisia porque o ex-ministro da saúde e sua turma não aceitaram que a cura para o mal surgiu rapidamente. Para os casos leves a combinação de: Hidroxicloroquina + Azitromicina. Para os casos mais graves: Ivermectina + Azitromicina + Clopidogrel. Vitamina D e Zinco à vontade. Remédios baratos, de facílimo acesso e com comprovada eficácia na linha de frente já ao final de abril deste ano.

Minha mãe tomou isso por mais de uma década e nunca causou efeitos colaterais.

Infelizmente a Hidroxicloroquina foi anunciada como possível tratamento pelo presidente e a imprensa, órgão oficial de oposição ao governo, automaticamente posicionou-se contra. Uma enxurrada de mentiras e preconceitos; a alegação da falta de comprovação de eficácia; os gritos de ordem ”Ciência! Ciência! Ciência!” colocaram muitos contra o remédio salvador. Médicos hipócritas esqueceram o juramento de Hipócrates. Preferiram fazer juras de amor a uma fracassada ideologia.

Por meses imprensa e certos médicos esqueceram ou olvidaram que ciência se faz em campo, com as experiências relatadas na prática cotidiana. O remédio que poderia ter salvado milhares de vidas foi sumariamente rejeitado por ideologia política. Até mesmo atos criminosos (assassinatos) foram cometidos para criar a narrativa de que era perigoso. Somente após a situação começar a sair de controle, temendo por seus futuros políticos, governadores e prefeitos tiveram de a contragosto ceder e aceitar que o tratamento é comprovadamente eficaz no tratamento precoce da doença.

E claro, não podemos deixar de citar que a própria China fez uso da cloroquina em sua população. E que mesmo com a divulgação desse fato, a imprensa brasileira continua afirmando sistematicamente que o medicamento não possui comprovação científica. Tudo para manter uma narrativa oposicionista ao governo, preterindo sua função social de bem informar e o compromisso com a verdade, já há muito renunciado.

Da vacina.

E finalmente chegamos ao assunto do momento: a proposta de vacinação compulsória da população. O projeto de ditador Dória exige que a sua vacina (dentre tantas) seja obrigatória. Bolsonaro diz que não. E nesse disse-que-disse mais uma vez vemos o STF interferindo por conta da judicialização de questões que não são de sua competência. A despeito do imbróglio político, vamos tentar entender o contexto da situação. Primeiro deixe-me explicar o argumento da vacinação compulsória.

O sistema de imunização por vacinas funciona de forma similar ao de imunização por rebanho. Seleciona-se uma forma atenuada do vírus para inoculação e as pessoas desenvolvem anticorpos para combatê-lo. Quando uma grande quantidade de pessoas (preferencialmente todo mundo) está imunizada, o vírus não tem como se proliferar.

Ocorre que todo vírus sofre naturalmente mutações. E essas mutações ocorrem normalmente dentro dos hospedeiros quando o vírus se reproduz. Quando uma pessoa não toma vacina e contrai o vírus, esse sofre mutações dentro do sujeito que passa a transmitir uma variante do vírus para o qual aqueles que tomaram vacina não são imunizados.

Por isso tomar vacina não é uma questão individual. A idéia é que você tome a vacina para que eu não pegue uma doença para a qual não tenho imunidade e vice-versa. É um esforço conjunto da população. Foi assim que o mundo se livrou da varíola e tantas outras doenças. E por isso surge a grande preocupação quando sarampo, catapora ou pólio voltam aos noticiários. Se os novos casos forem de variantes, haverá necessidade de nova vacinação em massa para todo mundo!

O argumento da vacinação em massa é fundamentado. O problema é a vacina em si. Vejamos um passo a passo de como uma vacina é produzida.





 

É mais do que justo não acreditar que uma vacina feita às pressas e que nem ao menos completou com transparência a fase de testes venha a funcionar. A produção de uma vacina leva tempo, por vezes muitos anos. Como tantas vacinas surgiram tão rapidamente? Estão seguindo as normas e padrões de pesquisa? Está havendo corrida para patentes? Está havendo cupidez para vender logo?

Há notícias de que um voluntário faleceu durante os testes, o que eleva ainda mais a preocupação das pessoas quanto à qualidade e à eficácia dos produtos que estão sendo pesquisados. Dúvidas quanto aos efeitos colaterais em longo prazo nem ao menos serão respondidas, pois isso leva décadas para avaliar. E mesmo que a tal vacina funcione, o vírus corona é tão mutante quanto o influenza. É possível que a vacina de agora não funcione em dois ou três anos à frente (mas seus malefícios podem durar para sempre)…

Com tantas opções feitas açodadamente pelo ganancioso mercado farmacêutico mundial, é ainda mais controverso que a vacina escolhida em questão (que à época da escrita deste texto ainda nem existe) venha da China, exatamente o local de origem do problema. É ainda mais estranho que Dória tenha contratado a SINOVAC (empresa responsável pelo desenvolvimento da vacina, vinculada ao governo comunista chinês) em 2019, antes da pandemia. Raios! A vacina nem ao menos será testada na população chinesa! Ela está para ser testada nas Filipinas e no capacho povo brasileiro.

E bem conhecemos a qualidade de produtos chineses:

A vacina chinesa tornou-se a nova queridinha da oposição política brasileira tão somente porque Bolsonaro é contra. Os mesmos que gritam ”Ciência! Ciência! Ciência!” querem atropelar o método científico por ideologia política. O ”meu corpo, minhas regras”, que vale para as abortistas e o pequeno bebê, não vale para um adulto que não quer ter seu corpo inoculado com conteúdo suspeito.

Pouco importa. Salvaguardar a saúde dos brasileiros nunca esteve na agenda dos governadores ou de criminosos togados. Essa pandemia não passou de um grande teatro doentio em que tantas vidas se perderam apenas por ideologia e corrupção. E onde foi provado que os governantes, por sua sede de poder, estão dispostos até mesmo a matar a população. Nisso, não somos tão diferentes assim da China.

Tudo o que puder ser feito para contrariar a administração Bolsonaro está sendo feito e com a vacinação não será diferente. E agora estamos aguardando qual será a próxima reviravolta política. Não seria a primeira vez que o STF vai contra a legislação em vigor para garantir pleitos dos que tiveram voto vencido nas últimas eleições.

Seremos cobaias do Partido Comunista Chinês?

Nosso futuro grande líder?

Para saber mais:

Não devemos nos esquecer de que as agências de averiguação de notícias não existiam antes das redes sociais. Interessante, não? Agora que todos podem divulgar suas próprias idéias, os antigos ”donos da verdade” se autodenominam ”verificadores da verdade”. E outro jargão da moda é o FakeNews. Faça um favor a si mesmo e procure informações por conta própria. Abaixo seguem algumas referências.

21/03/2013 Poor-Quality Chinese Concrete Could Lead to Skyscraper Collapses

>> https://www.wired.com/2013/03/poor-quality-chinese-concrete-could-lead-to-skyscraper-collapses/

30/10/2013 Bats May Be Carrying the Next SARS Pandemic

>> https://www.sciencemag.org/news/2013/10/bats-may-be-carrying-next-sars-pandemic

02/06/2016 Newly disclosed CDC biolab failures ‘like a screenplay for a disaster movie’

>> https://www.usatoday.com/story/news/2016/06/02/newly-disclosed-cdc-lab-incidents-fuel-concerns-safety-transparency/84978860/

11/08/2016 Why southern China is a hotbed for disease development

>> https://www.pbs.org/newshour/show/southern-china-hotbed-disease-development

31/12/2019 Pneumonia of unknown cause – China – Disease outbreak news

>> https://www.who.int/csr/don/05-january-2020-pneumonia-of-unkown-cause-china/en/

22/01/2020 China’s recent history of deadly epidemics

>> https://medicalxpress.com/news/2020-01-china-history-deadly-epidemics.html

11/03/2020 Coronavirus confirmed as pandemic by World Health Organization

>> https://www.bbc.com/news/world-51839944

22/03/2020 Progress is why viruses aren’t named after locations anymore, experts say

>> https://www.nbcnews.com/news/asian-america/reason-viruses-aren-t-named-after-locations-because-progress-experts-n1165366

03/04/2020 Calling it what it is

>> https://www.nature.com/articles/s41588-020-0617-2

01/05/2020 A China venceu e vai liderar o mundo após o coronavírus?

>> https://exame.com/revista-exame/a-china-venceu/

04/05/2020 Lab or wet market: Where did the COVID-19 coronavirus come from?

>> https://english.alarabiya.net/en/features/2020/05/04/Lab-or-wet-market-Where-did-the-COVID-19-coronavirus-come-from-

16/05/2020 Feito no Brasil, estudo liga altas doses de cloroquina a mortes

>> https://exame.com/ciencia/feito-no-brasil-estudo-liga-altas-doses-de-cloroquina-a-mortes/

31/05/2020 O que a fisiologia diz sobre correr de máscara?

>> https://www.folhavitoria.com.br/esportes/blogs/corridaderua/2020/05/31/o-que-a-fisiologia-diz-sobre-correr-de-mascara/

09/06/2020 Coronavirus: What did China do about early outbreak?

>> https://www.bbc.com/news/world-52573137

18/06/2020 Todos erraram, mas as mancadas da OMS foram as piores

>>  https://veja.abril.com.br/blog/mundialista/todos-erraram-mas-as-mancadas-da-oms-foram-as-piores/

14/07/2020 Quatro meses após quarentena, Reino Unido torna uso de máscaras obrigatório

>>  https://jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/uso-de-mascara-reino-unido.html

07/08/2020 Holanda: Por falta de evidências científicas, governo não exigirá uso de máscaras em público

>>  https://www.tererenews.com.br/noticias/holanda-por-falta-de-evidencias-cientificas-governo-nao-exigira-uso-de-mascaras-em-publico/

19/08/2020 ‘Covidão’ já atinge governos de nove Estados e valor investigado chega a R$ 1,32 bilhão

>>  https://www.bbc.com/portuguese/brasil-53830210

01/09/2020 The Failed Experiment of Covid Lockdowns

>>  https://www.wsj.com/articles/the-failed-experiment-of-covid-lockdowns-11599000890

Vídeos:

2019 report warned of potential outbreak of coronavirus | ARIRANG NEWS

>>  https://www.youtube.com/watch?v=j2dJ0vsoGUI

Cheap concrete scrapped away by a metal pick High rise China | Learn in 15 minutes

>> https://www.youtube.com/watch?v=fN9RSEzgqFA

Derrotamos a pandemia! Canal Dr. Marcos da Amazônia

>>  https://www.youtube.com/watch?v=7M7xClWgnbk

Dória negociou vacina chinesa antes do vírus chegar ao Brasil

>>  https://www.youtube.com/watch?v=G-ns-mVhCjU

Evidence mounts COVID-19 came from a lab in Wuhan | Sky News Australia

>>  https://www.youtube.com/watch?v=CIHWaaJNktQ

High rise, low quality: bad construction work in China

>>  https://www.liveleak.com/view?t=aykGp_1521720679

Il video Rai-Leonardo del 2015 sul virus creato in Cina in laboratorio. La comunità scientifica…

>>> https://www.youtube.com/watch?v=uwyU5P5AuMk
>>> Fonte: http://www.rai.it/dl/RaiTV/programmi/media/ContentItem-5e3275ba-475c-4cf4-b402-1e27dc47565b.html

Letalidade da Covid-19 é menor que da gripe sazonal

>> https://www.youtube.com/watch?v=9wsoUWcO668

LiveLeak – Man shows poor quality of new apartment building

>>  https://www.youtube.com/watch?v=0OoTL0j3Wvg

Morre voluntário brasileiro que participava de testes da vacina de Oxford

>>  https://www.youtube.com/watch?v=Ltdlc6f6lCw

Senior WHO official dodges questions about Taiwan’s WHO membership; praises China |Formosa TV English News

>>  https://www.youtube.com/watch?v=UlCYFh8U2xM

Easter Egg: Efeito colateral da vacina:

>> https://www.youtube.com/watch?v=w9M6Anf7gUg

Desobediência civil frente a leis injustas?

Editado em 04/11/2020: inserida tradução.

Quando as leis são injustas, é obrigação do homem de bem desobedecê-las. Se um governo faz leis injustas, ele perde o direito de ser obedecido por seus cidadãos.

Existem leis injustas; devemos nos contentar em obedecê-las, ou devemos nos esforçar para corrigi-las e obedecê-las até que tenhamos sucesso, ou devemos transgredi-las de uma vez? Os homens geralmente, sob um governo como este, pensam que devem esperar até que tenham persuadido a maioria a alterá-las. Eles pensam que, se resistissem, o remédio seria pior do que o mal. Mas é culpa do próprio governo que o remédio seja pior do que o mal. Isso torna tudo pior. Por que não está mais apto a antecipar e prever reformas? Por que não preza sua sábia minoria? Por que ele chora e resiste antes de se machucar? Por que não incentiva seus cidadãos a estarem alerta para apontar seus defeitos e fazer melhor do que eles deveriam?

Unjust laws exist; shall we be content to obey them, or shall we endeavor to amend them, and obey them until we have succeeded, or shall we transgress them at once? Men generally, under such a government as this, think that they ought to wait until they have persuaded the majority to alter them. They think that, if they should resist, the remedy would be worse than the evil. But it is the fault of the government itself that the remedy is worse than the evil. It makes it worse. Why is it not more apt to anticipate and provide for reform? Why does it not cherish its wise minority? Why does it cry and resist before it is hurt? Why does it not encourage its citizens to be on the alert to point out its faults, and do better than it would have them?

Henry David Thoreau, Civil Disobedience and Other Essays

Em resposta a:

Andréa Pachá

”Como sobrevive uma democracia com bravatas ameaçadoras, apoio da opinião pública e silêncios institucionais?
Não é a opinião da maioria que garante um estado de direito, mas o funcionamento efetivo dos controles e normas que devem ser iguais para todos.
Na democracia não se medem forças. Aceitam-se os controles, os limites e as decisões.”


Originalmente publicado em 22/10/2017

O Papa, as Igrejas, a Amazônia e os homossexuais…

E em lugar de vir rapidamente a público interceder pelo povo a quem rotineiramente pede preces a si, Xicão resolve tratar de assuntos mais prementes, parecendo esquecer a bíblia. Talvez não tenha lido bem o livrinho (calhamaço) de catequese…

O infalível pontífice rompe cada vez mais com a bimilenar tradição da Igreja Romana ao publicamente defender a união civil entre homossexuais. Essa defesa pública contraria os postulados da própria Igreja (sim, eu sei que ele é o Papa e pode mudá-los se quiser) e as escrituras que os cristãos seguem.

Deixando suas estupefatas ovelhas ao aguardo no incendiável pasto, opta pelo silêncio frente aos contínuos ataques aos símbolos da fé de milhões, enquanto ergue a voz em sintonia com a abjeta agenda ideológica que ora permeia o noticiário mundial.

Compreendo perfeitamente o incomensurável fardo que um homem em sua posição tem. Suas ações e palavras ecoam no dia-a-dia de todos no mundo, católicos ou não. Cada decisão, cada postura afetará incontáveis vidas. É um grande peso a carregar. Exatamente por isso faz-se necessário que haja mais parcimônia, mais comedimento e, especialmente, mais ponderação. Não é razoável que a agenda homossexual, que já é ponto pacífico dentro da doutrina católica, careça de maior atenção que cenas como essa:

Vítima oprimida da sociedade lutando contra o patriarcado heteronormativo.

Rápida revisão de Teologia. A doutrina baseia-se nas escrituras e em sua interpretação oficial pela Igreja, dada a conhecer pelo Catecismo. Seguem:

1ª Coríntios 6.10

Os que praticam imoralidade sexual, os idólatras, os adúlteros, os homens que se submetem a atos homossexuais, os homens que praticam o homossexualismo, os ladrões, os gananciosos, os beberrões, os injuriadores e os extorsores não herdarão o Reino de Deus.

Gálatas 5.19-21

Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, fornicação, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.

Apocalipse 21.8

Mas os covardes, os que não têm fé, os que são repugnantes na sua sujeira, os assassinos, os que praticam imoralidade sexual, os que praticam ocultismo, os idólatras e todos os mentirosos terão a sua parte no lago que queima com fogo e enxofre. Esse representa a segunda morte.

Catequese da Igreja Católica (1992), itens 2357 a 2359 [excertos]

[…] Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves a Tradição sempre declarou que «os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados». São contrários à lei natural, fecham o acto sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afectiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados.

[…] Evitar-se-á, em relação a eles [homossexuais], qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição. […]

As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do autodomínio, educadoras da liberdade interior, e, às vezes, pelo apoio duma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental podem e devem aproximar-se, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.

Em tempo: não sou fiscal de alcova, tampouco cristão. Muito fui escarnecido por cristãos a vida toda. Por conta disso, fui ateu afetado (aquele tipo que faz mimimi) até aprender com as pancadas da vida a respeitar a fé dos outros. Mas ao ver o que está acontecendo com eles, meus próximos, sofrendo essa degradação moral e social, traz-me um sentimento inquietante. Como alguém pode regozijar-se em atrozes cenas de terrorismo contra a fé alheia? Nenhum homem de bem, lúcido, professante de qualquer fé pode compactuar com tal abominação contra o espírito humano.

Esquerdistas são loucos perigosos.
Isso clamará por respostas de maior força.

Ou então…

Em breve, na NETFLIX: “Adão e Ivo: lutando contra o preconceito no Jardim do Éden.”

 

Algumas línguas européias das penínsulas ibérica e italiana.

Vivemos num país de proporções continentais. Acostumados com nossas dimensões territoriais, esquecemo-nos de que o Rio de Janeiro, por exemplo, serve de ambiente para 8 milhões de habitantes, turistas e transeuntes (os que vêm de cidades próximas para trabalhar e voltar a elas à noite). Isso é mais do que toda a população de Paraguai, ou Líbano, ou Dinamarca, ou Jamaica, ou Noruega, ou Uruguai. Dezenas de pequenos países somados cabem todos em uma só cidade nossa, que não é a maior do país…

E parece-me que alheios a toda essa grandeza os brasileiros não têm noção de o quão beneficiados são por partilhar a mesma língua. Acredito que as pessoas não têm a compreensão do que isso significa em parte por conta da inexistência interna de barreira lingüística. Regionalismos à parte, falamos português em todo o território nacional.

Façamos um exercício mental: imagine que os moradores das cidades do Rio de Janeiro, Niterói, Duque de Caxias, São Gonçalo e a Ilha do Fundão sejam animosos entre si. E disputem quem tem o controle da pesca na Baía de Guanabara. E que entrem em guerra e se matem uns aos outros por isso. E que falem idiomas diferentes.

Bem-vindo à história da Europa. Uma coleção de guerras, reis, disputas territoriais, bandeiras e rivalidades, todas paramentadas com idiomas diferentes, entre povos tão pequenos que para nós seriam tribos. Cidades-estados, isto é, cidades que são países em si mesmas, entrando em guerra umas contra as outras. Moradores de ilhas vizinhas que não falam a mesma língua lutando entre si para garantir passagem pelas águas. Um punhado de terra para plantar valendo a vida de tantos e tantos.

Felizmente a era das grandes guerras terminou e, mesmo que ainda haja conflitos ocasionais, eles são de menores proporções. Daqueles tempos, sobraram-nos diferentes culturas que não se misturaram completamente, mesmo ora compartilhando o mesmo bojo estatal (e por vezes querendo separar-se em novos estados…). Esse caldeirão cultural que é o mediterrâneo foi o precursor de nossa sociedade ocidental, esta com seus feitos e defeitos.

Somos afortunados por falar o mesmo idioma. Imagine se tivéssemos um parlamento em que os representantes não se entendessem uns aos outros. A solução seria adotarmos uma ”língua franca”. É exatamente o que ocorre em muitos locais ao redor do mundo e dentro de países cuja população fala diversos idiomas e dialetos muitas vezes ininteligíveis entre si. E ainda mais afortunados somos nós por não termos lutas entre nós mesmos. Todos nos tratamos como irmãos, mesmo residindo a grandes distâncias. Todos nos tratamos igualmente como brasileiros.

É uma lástima que os próprios brasileiros não dêem valor a língua pátria, que tenham aceitado de bom grado a reforma de 1990 (que, deves ter percebido, não sigo), que tenham tido educação tão precária por tanto tempo…

Abaixo seguem vídeos com diversos idiomas (não todos) falados em duas regiões européias donde metade de minha árvore genealógica provém. A outra metade vem do árido sertão nordestino, oxente ^_^.

[algumas] Línguas da Península Ibérica | JJ Souza

[algumas] Línguas da Península Itálica, Córsega, Sardenha e Sicília | JJ Souza

 


Ver também: Análise de freqüência de letras da Língua Portuguesa (isoladas, digramas e trigramas).

Ver também: Como a linguagem modela a maneira como nós pensamos?

Dia do professor.

Há professores que ensinam para profissões. E há os que ensinam para a vida.