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Diário da academia 25-07-2021

Você é sedentário? Está fora de forma? Está sem motivação para treinar?
Assim como eu, é um arremedo do que foi um dia?


Desde que eu era criança, nunca gostei de nenhum esporte coletivo. Associado ao fato de ter sido muito gordo, pode-se inferir que minha vida desportiva não era das melhores.

Pequenino, ganhei uma bicicleta. Não lembro se era ”Caloi” (entendedores entenderão), mas era uma bicicleta. Sendo uma criança gorda, o selim sempre me machucou muito, muito mesmo, e não conseguia usá-la direito. Nunca aprendi, sempre dependendo de rodinhas. E era, pois, motivo de chacota das outras crianças, tanto por ser gordo, quanto por usar rodinhas. Além de sentir muita dor e assar (ferir) o traseiro, também tive o desprazer de ter o pescoço cortado por linha de pipa com cerol. Estava andando na rua ao lado da rua da vovó, a mesma em que um cachorro me mordeu atrás do joelho, finalmente aprendendo a me equilibrar na pesada bicicletinha azul, quando a linha cortante me freou pelo gogó. Acidente sem complicações maiores (felizmente), foi a última vez que me aventurei a sentir dor naquela coisa.

E claro, desde aquele dia, também detesto pipas com cerol ou não.

Certa vez dois moleques montados em bicicletas roubaram meu boné. Eu já era um pouco maior. Na hora de retomar o boné, acabei cortando meu braço na bicicleta de um deles. Sangrou um pouco, mas nada grave. Outro motivo para eu não gostar de bicicletas.

Gordo, nanico e asmático, meus pais decidiram que eu deveria ir para a piscina. Só que não tínhamos piscina para nado, então eu deveria entrar num clube. A natação me faria emagrecer, dizem que resolve asma e eu ”conviveria com outras crianças”. Faltou combinar com a água nojenta do clube da Telerj. E com a touca: minha mãe resolveu que eu tinha que cobrir minhas orelhas com a touca de mergulho e até hoje lembro aquilo apertando minhas orelhas.

E, desde aquele dia, também detesto qualquer coisa que se aproxime dos meus ouvidos.

Envergonhado por minha aparência, compleição física e por não saber nadar, enfrentei essas coisas e lá fui me atirar na água. Engoli água pelo nariz e fiquei muito assustado. Não lembro se chorei, mas tendo sido uma criança muito chorosa, devo ter aberto o maior berreiro (mesmo já sendo ”maiorzinho”). Eu dizia que a água não ”dava pé”, e realmente eu não conseguia ficar em pé com o rosto emerso. Mesmo com a pranchinha-bóia (que ainda está guardada no armário), não consegui seguir a turma. Assustado com a água e mais uma vez motivo de chacota das outras crianças (que eram menores e sabiam nadar), desisti no segundo dia.

Até hoje não sei nadar e por isso tenho medo de chegar perto de piscina ou do mar.

Continuei engordando tal como um porquinho roliço até a época de adolescente na escola. E desenvolvi ginecomastia. É uma condição de fundo hormonal em que o homem desenvolve glândulas mamárias e tecido adiposo, tal como uma moça. Meu busto tinha uns 110cm, vestia calças número 56 e usava suspensórios por baixo da camisa, pois nenhum cinto mais as segurava.

Jogar bola com os outros garotos sempre foi um fiasco, pois não gosto desses esportes, não sou uma pessoa competitiva e nunca tive fôlego para brincar. Minha asma era muito forte e mal conseguia fazer alguma atividade física sem entrar em crise. Também tenho a pele muito sensível (qualquer coisa me machuca) e as colisões são uma tortura. Por exemplo, após um único jogo de vôlei de 10 minutos, fiquei com os braços completamente roxos, com a aparência de como se tivessem quebrado. Levou uma semana para os hematomas passarem.

O prof. de Educação Física Júlio foi o primeiro que me deu algum apoio para eu tentar emagrecer. Prof. Risovaldo também dizia que eu precisava ao menos caminhar ou correr, então assim comecei fazendo caminhadas durante as aulas de Educação Física (que parei de cabular para ir jogar fliperama na esquina). Caminhei, caminhei, mas ainda não era o que eu queria, ou o que eu precisava. Eu sentia uma vontade muito grande de fazer algo para ficar mais forte¹, mas não sabia o quê. Eu queria fazer alguma coisa, treinar algo, mas não conhecia nada. E já que não era o que eu queria, então eu não fazia nada. O prof. Júlio me vendeu a preço irrisório um remo seco para treinar em casa, que usei bastante. Foi esse remo seco que instilou em mim a primeira semente dos treinos de força. Ela haveria de ficar inerte por um tempo, pois outro fato haveria de ocorrer.

¹ Quando jovem eu sempre admirei artes marciais e queria ter praticado, mas meus pais achavam que seria ruim para mim e acabei não tendo essa experiência (só fui tê-la já adulto). Mas eram os anos ’90 e chegava ao Brasil, pelo 1406, TAE BO! ”Braços fortes, pernas definidas, abdômen marcado, flexibilidade nos movimentos: Tae Bo infundirá em você a mais poderosa energia que você já sentiu!” (sim, eu ainda recordo o comercial…)

Por livre e espontânea pressão fui ”convidado” a fazer a tal cirurgia de ginecomastia, e precisava emagrecer. O tratamento feito pelo SUS não estava sendo ”eficiente” o suficiente: emagrecia saudavelmente, mas não rápido. Por conta própria, associando o TAE BO (que já praticava) a uma semi-anorexia, se é que tal coisa existe, perdi 30 kg em 3 meses. Quase não comia e treinava como um doido todo dia, ao ponto de evacuar nas calças (quase um Crossfitter). O tratamento para emagrecer foi iniciado na Santa Casa do Rio de Janeiro, que a época ainda era antro de desvio de recursos públicos por administradores corruptos. Não havendo muita segurança, a cirurgia acabou acontecendo em clínica particular.

Ao deixar de ser centenário e chegar aos 74 kg, estava pronto para ser operado. Os eventos da cirurgia não foram bons para mim, não são boas recordações. Além de ter sentido muita dor no pós-operatório e a parte estética ter ficado insatisfatória, questões familiares sopesaram o evento. Mas é inegável o benefício em minha saúde após ter me recuperado da cirurgia e estar bem magro.

Foi nesse período que a semente do bicho do ferro começou a germinar. Iniciada minha primeira faculdade, sem um tostão furado e desempregado, usei tanto quanto pude o velho remo seco, associado a tantas bicicletas ergométricas e TAE BO. Foi aí que nasceu a vontade de ter um espaço só meu com equipamento próprio para treinar do meu jeito. E ficava fantasiando sobre como poderia organizar um espaço que, até então, nunca tive.

Daí veio meu primeiro emprego. Eba! E com ele voltou o sedentarismo… Eca…

Tantas e tantas tentativas de ter alguma atividade física sempre foram frustradas. Nunca tive tempo, ou organização, ou disposição para fazer qualquer coisa. Comecei a engordar de novo, enquanto colecionava aparelhos de ginástica Polishop que ficavam pegando poeira ou servindo de cabide de roupas… Nessa época, já com alguns tostões furados, comprei o que um novato inexperiente e ignorante compra quando quer fazer ginástica em casa, um famigerado aparelho ”peck deck”. Passamos por despejos, mudanças, problemas de saúde, mudança de emprego, mais despejos, mais mudanças, mais problemas de saúde.

Interessante notar que até esse ponto da minha vida eu ainda não sabia bem o que eu queria, ou o que seria bom para mim. Eu ficava pulando de tipo em tipo, de aeróbica para ginástica, de remo seco para caminhada, mas sempre insatisfeito.

E finalmente chegamos a 2014! Descubro que dentro da UERJ há uma academia de musculação pertencente à Faculdade de Educação Física, que fica disponível para ser usada por servidores e alunos da UNATI. Resolvo experimentar. E aquela sementinha do bicho do ferro floresce. Fico completamente apaixonado pelo esporte de musculação. Acabou sendo aquilo que eu sempre procurei, desde a época do prof. Júlio, mas não conhecia. E tão breve conheci a musculação, o esporte do halterofilismo me adotou. Finalmente havia encontrado meu lugar.

Nisso também temos uma grade ironia: meu avô trabalhou carregando peso uma vida inteira, assim como seus antepassados, e sempre disse que eu deveria estudar bastante para nunca ter de trabalhar levantando peso. E qual é o esporte que eu escolhi? Qual é a atividade que eu tanto tento (como veremos a seguir) fazer?

Tento, pois com essa paixão também veio o Pica-Pau. A vida é um Pica-Pau [<< clique para entender] e toda vez que suas engrenagens começam a aquecer, ela precisa ”fazer uns ajustes”.

Eu chamo de Pica-Pau o diabinho que me atravanca o progresso desportivo. O safado sempre aparece com algum empecilho para me fazer voltar à fase de planejamento.

 

Tem academia disponível em seu lugar de trabalho? Que tal se ela fechar em dias aleatórios e você nunca saber quando vai abrir? Ou você ficar doente toda hora?

Um dos fundamentos da musculação é a consistência. Sem isso, não há progresso. Desejoso de mais ganhos, optei por procurar outro lugar para treinar.

Tem uma segunda academia disponível em seu lugar de trabalho? Que tal se ela for paga (dentro de uma instituição pública) e o equipamento for podre?

Esta foi só visitação. Se eu tiver de pagar (o que achei errado), que seja por algo adequado às minhas necessidades.

Tem uma academia bem pertinho de sua casa. Que tal se o transporte público for tão ruim que você chega exausto e não consegue treinar?

Eu moro na contramão do serviço e a condução é inadequada. Além de acumular muitas faltas (falhando no objetivo de consistência) não estava fazendo o que queria. Precisava encontrar um lugar para treinar halterofilismo. Só que as parcas academias especializadas ficam em áreas para as quais o transporte é ruim para mim.

Pouco importava! Precisava encontrar alguém que me treinasse! Após bastante garimpar, encontrei o prof. Jorge Califrer. Tive minha primeira experiência no esporte na ”caverna”, lá no bairro de Botafogo, e gostei.

Tem uma academia de halterofilismo? Que tal se você não conseguir pagar o transporte até lá? (Só de transporte são R$ 1.000,00 por mês!)

— Garoto, você leva jeito. Eu te treino de graça.
— Meus horários e o transporte não fecham. Meu salário não comporta o valor do transporte…

Já desanimado, poucos meses depois, para minha surpresa, ele abre uma turma de levantamento de peso no Maracanã! (sem relação comigo, foi coincidência mesmo) Para encontrar novos alunos, ele resolveu tentar abrir uma turma na Zona Norte, alugando um horário num Box de CrossFit.

O professor abrir uma turma próximo a você é uma chance em um zilhão. Que tal se o dono da CrossFit for um bosta, maltratar o professor e este ter que ir embora?

Foi um vexame. E fiquei sem treinador… Mas não vou desistir do esporte, Pica-Pau miserável! Se não tenho quem me treine, EU ME TREINO! Vou aprender por conta própria esse negócio! Nesta maldita cidade decadente, precisei encontrar um Box de CrossFit que me deixasse usar o equipamento, porém sem fazer parte dos insanos WOD’s rabdomiolíticos. Catei, catei e achei um lugar que me aceitasse no Méier. Ali fui batendo cabeça (às vezes literalmente), me corrigindo, me gravando em vídeo, testando, experimentando, evoluindo razoavelmente bem para um completo amador.

Agora cai doente aí.

Nessa época peguei uma Dengue que me derrubou feio… Além disso, era chegado o tempo de retomar os estudos e fazer minha pós. Só que o valor da mensalidade do CrossFit era o valor da faculdade. Juntando a impossibilidade de treinar com os estudos à frente, optei pela pós, adiando um pouco a retomada do esporte

Tem condições de voltar ao esporte? Que tal se agora a Crossfit mudar de dono e não te aceitar mais?

Mamãe e eu então fizemos uma pesquisa de campo, indo a várias e várias academias pelo Rio de Janeiro, conhecemos Marcello Hoof (campeão CONBRAFA), passeamos por vários bairros, mas não encontramos nenhuma academia ou Box de Crossfit que pudesse me adotar e fosse alcançável pela condução pública. Em Saes Peña, fica em frente a uma cracolândia; o bairro do Grajaú é uma ilha dentro da cidade; Barra da Tijuca nem fomos; no Méier não tinha. Só quem mora no Rio de Janeiro e depende de ônibus sabe como é.

E volta o cão arrependido para a academia de bairro, aquela de parágrafos anteriores. Nessa época, eu já havia me tornado vegetariano. Como muitos ex-carnistas, engordei. Não estava tão gordo como antes, mas fiquei fofinho. Retornando, consegui perder um pouco de peso. Mas eu estava insatisfeito com algumas coisas e optei por mudar de academia. Experimentar outros ares, ver outras opções. Tentei outra academia próxima, mas também não deu certo lá, não me senti bem. Também tive vários problemas pessoais e desisti de lá também.

Continuei afofando e estufando desde então… Mesmo voltando a colecionar aparelhos Polishop em casa, não consegui estabelecer a consistência de um bom treino tal como eu queria. Neste momento o nobre leitor pode usar minhas palavras contra mim: “E já que não era o que eu queria, então eu não fazia nada.”. Não exatamente assim. Pois todas as vezes que retomei os exercícios, alguma coisa aconteceu que me impediu de continuar. Ou eu ficar doente, ou minha mãe ficar doente, ou ter de resolver problemas, ou ter de estudar pós etc. Não foi mais falta de motivação, pois agora eu já sabia o que queria.

Após sair da segunda academia, acabei ganhando muito peso, chegando a 120 kg. No início de 2019 procurei endocrinologia/nutricionista e até meados daquele ano consegui perder 25 kg. Após perder esse peso, recomecei a fazer remo seco (quando dava), voltando às origens e me preparando para voltar ao esporte.

Passou dos trinta? Aqui está sua hérnia de disco!

Passei o ano de 2020 praticamente acamado. Perto do final daquele ano, mais uma vez, por recomendação médica o cão arrependido voltou para a tal academia de bairro. Naquele momento senti que talvez o levantamento de peso não fosse mais viável para mim. Afinal, com essa contínua dor nas costas, arranco e arremesso não estão mais nos meus planos. Qualquer movimento brusco hoje me trava. Esta semana mesma tive uma crise de coluna horrível. É uma dor incapacitante, não consigo fazer nada além de me medicar, deitar e esperar a dor passar. Com tantas crises de dor nas costas, acabei faltando mais do que comparecendo, abandonando enfim (pela terceira vez) a pobre academia.

Mas para que contar tantas desventuras? Qual meu objetivo com todo esse palavrório? A resposta está no vídeo que segue.

Tal como a saga para me formar, a saga para mudar de emprego, a saga para publicar meu primeiro livro, a saga para comprar casa própria, a compra desse equipamento também foi uma saga. Relatarei no futuro. Por hora, quero deixar a quem por aqui passar que, por mais contratempos que você tenha, por mais desventuras por que passe, uma hora sua vez chegará. Demora sim, demora muito mais do que a gente gostaria, mas uma hora vem.

Se você também passa por dificuldades, contratempos, empecilhos e parece que o universo conspira contra, (no esporte ou em outra área de sua vida), saiba que não está sozinho nessa. Considere isso um teste de resiliência, ou de teimosia mesmo. Por dificuldades todos passamos, nossas obrigações vêm antes das nossas vontades. Acabamos deixando para depois. Mas se insistir bastante, uma hora você também alcançará seu objetivo. Nunca é tarde para começar outra etapa da sua vida.

Todos passamos por dificuldades, alguns mais, outros menos. Mas não há data limite para começar, recomeçar, tentar ainda mais uma vez. Você pode mudar de emprego aos 35. Viajar o mundo aos 45. Casar-se aos 60.
Só quem tem a vida resolvida aos 30 anos é a sua lombar.

Adultos com autismo

Adultos com Autismo | Asperger – Saiba 10 sinais de autismo em adultos | Neuropsicóloga – Larissa Beatriz Cossalter

Sabia que ainda tem muitos adultos com autismo sem o diagnóstico? Muitos se sentem diferentes, mas ainda não sabem o que tem. E como podemos identificar autismo em adultos? Neste vídeo comento sobre 10 sintomas que podem estar presentes em adultos com autismo.

Dificuldade de interação social, na reciprocidade social, para identificar pistas sociais, para identificar e compartilhar emoções…. Quais são os outros sinais? Assista o vídeo até o final e confira.

Infelizmente muitos sofreram bullying na escola e agora sofrem na faculdade, no trabalho ou na família. Muitos chegam para a avaliação com outros diagnósticos (ex: Fobia social, Síndrome do Pânico, Transtorno de Ansiedade Generalizada, Transtorno Obsessivo-Compulsivo), sendo que nunca foi levantada a hipótese de Autismo / Síndrome de Asperger.

Você conhece algum adulto que apresenta a maior parte desses sintomas? Compartilha esse vídeo para que essas informações cheguem a mais pessoas!

Transliteração:

“Autismo em adultos, quais são os sinais de que um adulto pode ter autismo?

Oi pessoal, hoje eu vou falar sobre alguns sinais de autismo em adultos, é um tema que poucas as pessoas falam, e eu sei que tem muita gente querendo saber, porque ainda tem muitos adultos sem o diagnóstico.

Bom, quando a gente fala de adultos com autismo que ainda não foram diagnosticados, geralmente a gente está falando do que , há alguns anos atrás a gente chamava de síndrome de Asperger, que atualmente faz parte do transtorno do espectro autista.

É sempre importante lembrar de que o autismo é um espectro, então ele varia tanto no nível de gravidade quanto no nível de apresentação, na forma de apresentação, então as pessoas vão ter um conjunto de características diferente uma das outras.

Vamos começar por uma das dificuldades que é uma das mais conhecidas, que é a dificuldade de interação social, de iniciar e manter relacionamentos, isso pode ser manifestar desde a ausência de interesse em interagir socialmente, de não ter curiosidade sobre os assuntos das outras pessoas, de não ver motivo para interagir, até aquela pessoa que interage mas tem uma abordagem inadequada, tem dificuldade para entender qual o comportamento seria apropriado para aquela determinada situação, o que que você pode falar em público, pode ser aquela pessoa que “vive dando fora”, fala coisas no momento que não deveria, algumas pessoas podem preferir a interação com pessoas mais novas ou mais velhas, por considerar que é mais fácil conversar com essas pessoas.

Uma outra dificuldade que a pessoa pode apresentar é uma dificuldade na reciprocidade socioemocional, que está relacionada com o que eu acabei de falar, iniciar e responder interações sociais, pode iniciar a interação de uma forma inadequada, às vezes não sabe quando e como entrar em uma conversa, o que dizer, quando dizer, pode ter dificuldade para compartilhar interesses, para estabelecer uma conversa normal, então às vezes quando vai interagir pode conversar sobre assuntos que às vezes interessam só para ela, mas não percebe que as outras pessoas às vezes não estão interessadas naquele assunto.

Uma outra dificuldade seria na comunicação não-verbal, os sinais não-verbais, pista sociais, então está relacionada a tudo isso que eu falei até agora, a pessoa pode ter uma dificuldade na comunicação não-verbal durante a interação social. Interpretar os gestos das pessoas, o tom de voz, as expressões faciais.
Outra dificuldade seria com sentimentos e emoções, em identificar se o outro está triste, está feliz ou está com raiva, tanto pelas expressões faciais quanto pelo tom de voz da pessoa, pode ter dificuldade em expressar suas próprias emoções, seus sentimentos, às vezes não sabe explicar o que que tá sentindo, e essas dificuldades também podem estar relacionadas em ver as coisas na perspectiva do outro, que é o que a gente chama de teoria da mente, algumas pessoas podem falar para esses adultos com autismo que a pessoa não tem empatia mas isso é devido a essa dificuldade de teoria da mente.

Também podem interpretar o que as pessoas falam de uma forma muito literal, podem ter dificuldade para entender ironia, sarcasmo, duplo sentido, metáforas, para entender quando as pessoas estão mal intencionadas.

Também podem apresentar um interesse restrito, que também é chamado de hiperfoco, algumas pessoas podem ter interesses altamente focados, altamente restritos em um mesmo assunto, então podem falar só sobre esse assunto, ler só sobre esse assunto, colecionar coisas, objetos, sobre esse assunto, sobre esse tema, ou podem ter uma preocupação ou um apego com objetos incomuns, esses interesses podem continuar ao longo da vida, mas também podem mudar, e, ao contrário, do que muita gente acha, interesses de pessoas com autismo não é só dinossauro, computadores ou astrologia, cada pessoa tem o seu interesse.

Outra característica é o que a gente chama de comportamentos ou movimentos repetitivos, que também são chamados de estereotipias motoras, então a pessoa pode ficar fazendo movimentos com as mãos, com os dedos, com a boca, pode usar objetos de forma repetitiva, então ficar alinhando ou girando objetos, e essa repetição também pode ser demonstrada na fala, a pessoa pode ter uma fala repetitiva.

Algumas pessoas podem ter preferência a rotina e resistência a mudanças, então, por exemplo, podem preferir ficar em casa, porque geralmente fora de casa as regras e as expectativas sociais podem ser difíceis de tolerar, e lidar com essas mudanças requer muito esforço da pessoa, sendo assim, tem a preferência por rotinas, geralmente fazem as suas atividades no mesmo horário, na mesma sequência, da mesma forma, porque muitas vezes a rotina pode reduzir a chance de situações confusas, isso pode ajudá-los a se sentir mais seguros, então tem problemas com mudanças na rotina, não gostam que mudam suas coisas de lugar, que mudem o que tinham planejado, não reagem bem com essas mudanças repentinas, quando algo inesperado acontece. E alguns também tem rituais, de organizar, tocar ou acumular coisas, e é mais provável que os rituais sejam relacionados às áreas de vida diária da pessoa então, por exemplo, a pessoa tem uma rotina, um ritual, para se vestir, um jeito de fazer o café da manhã, um ritual para comer e relacionada essa dificuldade com mudanças, com coisas repentinas, chegamos ao nosso próximo item, onde alguns adultos com autismo sentem uma necessidade de planejar até os detalhes, quando vão fazer uma coisa nova ou uma coisa diferente no futuro, por exemplo, quando vão algum lugar novo, algum lugar que sabe que vai ter pessoas que não conhece ou quando vão fazer alguma atividade nova.

Outra dificuldade que pode estar presente é com relação aos estímulos sensoriais, as pessoas com autismo podem experimentar os estímulos sensoriais em um nível diferente do que a maioria das pessoas, podendo ser mais sensíveis ou menos sensíveis a esses estímulos, então pode tanto não gostar desses estímulos, como pode ter fascinação por esses estímulos, e isso pode acontecer com relação a sons, pode ficar muito incomodado com barulho, por exemplo, estar em um shopping ou pode ficar incomodado com barulhos específicos, por exemplo, uma campainha, latido de cachorro ou um barulho de moto passando, ou podem ser muito sensíveis a sons muito baixos que geralmente ninguém consegue escutar, também podem não gostar de muita luz, muita claridade ou gostar de luz, de luzes coloridas, pode ter dificuldade com o tato, o toque na pele, pode não gostar de algum tipo de tecido de roupa, pode preferir roupas mais largas ou roupas mais justas, pode ficar incomodado com um tipo de cheiro específico, a textura de algum tipo de alimento, pode ter uma preferência muito específica para determinados alimentos e isso pode levar até uma seletividade alimentar, e tudo isso também pode acontecer com relação a dor, pode ter uma reação muito intensa algo que causaria pouca dor, ou pode ter uma reação muito tranquila para algo que deveríamos sentir muita dor, também pode acontecer com temperatura, inclusive essa alteração na sensibilidade do frio ou do calor, pode até influenciar na saúde da pessoa, assim como a sensibilidade a dor.

Outras características muito comuns, mas que não são critérios para o diagnóstico de autismo, de síndrome de Asperger, é a presença de déficits motores, então a pessoa pode ser mais desajeitada ou pode ter problemas com a coordenação motora, também é muito comum que tenham alterações no sono, que tenham dificuldade para explicar fatos ou histórias, e geralmente essas pessoas relatam que elas se expressam melhor escrevendo do que falando, e que apresentem sintomas ou às vezes já chegam até com um diagnóstico de depressão ou de ansiedade. Por conta de todas essas dificuldades, geralmente, esses adultos com autismo sofrem ou sofreram bullying na escola, na faculdade ou no trabalho podem ser vistos pelas outras pessoas como uma pessoa estranha e geralmente os adultos com autismo relatam que eles sempre se sentiram fora da sociedade, sempre se sentiram diferentes.

Bom, se você se identificou com algum desses sinais ou identificou esses sinais em alguma pessoa que você conhece, compartilha sua experiência comigo aqui nos comentários, até o próximo vídeo!”

Demência infanto-juvenil

Esta postagem tem como objetivo atrair atenção para o problema da demência infantil.

A demência infanto-juvenil é uma doença grave, exaustiva para o paciente. Reconhecidamente no mundo como uma doença relativamente comum em idosos, a demência mata silenciosamente milhares de jovens em número proporcional ao câncer. No caso da adolescente apresentada no vídeo, Angeline Latte, começou aos 15 anos, com perda de força muscular, em seguida perda da capacidade de ler e escrever para depois perder as demais funções cognitivas.

Existem cerca de 70 doenças genéticas que sabidamente causam demência em jovens, de bebês a adolescentes. Ela pode estar associada a outras comorbidades neurológicas, como epilepsia. Estatisticamente ela afeta tanto quanto fibrose cística, mas esta última, assim como a demência em idosos e tantas outras doenças, recebe mais atenção, mais pesquisas e mais ações governamentais/particulares de ajuda.

É necessário preparar os neuropediatras para estabelecerem o diagnóstico precoce, auxiliar psicologicamente os familiares das crianças afetadas e fomentar mais pesquisas para a busca da cura.

Childhood dementia claiming young lives | A Current Affair
Childhood dementia is real and it is claiming as many young lives each year as cancer. So why haven’t we heard of it?

Lasting Moments: The heartbreaking reality of childhood dementia | The Feed SBS
Two families dealing with Batten Disease, an incurable form of childhood dementia.

Comportamento atípico de autistas

Compartilhado originalmente em 16/07/2017

O comportamento atípico de autistas varia conforme seu grau no espectro. Respeite quem é diferente.

Neste vídeo, o garotinho tem dificuldade para entender que o pote está aberto, pois o lacre não foi completamente removido. Essa dificuldade em operar conceitos (no caso, aberto/fechado) de forma ampla, extrapolar informações e abstrair idéias, faz parte em maior ou menor grau do espectro autista.

Em tempo: há um erro na tradução. Quando ela diz: “I love it” (Eu amo isso.), ele responde “Yes, you do.” (Sim, você ama.). Autistas também têm dificulade em usar o conceito ”nós”.

 

Saiba mais: https://www.psicoedu.com.br/2018/09/funcoes-executivas-psicologia.html

Por que eu odeio ter celular?

Meu atual aparelho.

Minha história com telemóveis é consideravelmente simples. Quando eu me tornei adolescente, minha tia me deu um telefone celular. Embora minha percepção foi de que a intenção tenha sido mais para meus familiares saberem onde eu estava, serviria para eu levar para a escola e ”ligar para quem eu quisesse”.

Inútil, pois nunca tive vida social. Da escola para casa, da casa para a escola, a única vez em que usei o tal telefone foi quando me perdi de colegas numa rara aparição num centro comercial e liguei para saber onde estavam. (logo acima, Tiago Caridade descendo a escada… |:^/) Ou seja, sem vida social, não tenho para quem ligar. E sem ter para quem ligar, o tal telefone foi acumulando créditos. Acumulando, acumulando. A Telefônica ainda não havia mudado o nome para Vivo e R$ 600,00 à época era bastante dinheiro. Acontece que o prazo para colocar mais créditos havia expirado por apenas um dia (literalmente, apenas 1 dia) e todo aquele meu crédito foi surrupiado. Telefonei para a operadora e foi-me informado que nada poderia ser feito. E ainda paguei pela ligação.

Decidi então usar até o último centavo daquela última recarga, ligando, enviando torpedos (caríssimos) e até acessando a internet da época naquele meu tijolinho Nokia. Encerrada a conta com alguns centavos que não permitiam novas ligações, meu primeiro telefone foi placidamente aposentado com praticamente nenhum uso.

Ainda lembro o número! Certamente o número já deve ter sido reutilizado para outro cliente.

Alguns anos depois, já em meu primeiro emprego, cursando faculdade, continuava sem celular. Isso mesmo, caro leitor. Faculdade sem celular. Nunca me fez falta, apesar de ser muitíssimo criticado pelas pessoas:

— Ain, como você faz para falar com as pessoas?
— E eu não estou falando com você?
— Ain, estou falando de ligar! Como as pessoas entram em contato com você?
— Eu não tenho que estar à disposição dos outros quando acharem mais conveniente. Se quiser, mande um e-mail.

E, com esse passa-fora, desviava-me de intrometidos. (Sempre tem quem acha que pode regular a vida dos outros…) No trabalho, disseram que eu precisaria ter um celular. E cortei o assunto imediatamente: ”se o empregador exige de mim que eu tenha uma linha telefônica para o trabalho, deve pagar pelo aparelho e pelos custos”. Nunca mais pediram meu número. Quanto aos colegas de faculdade, sempre que precisaram, me encontraram por e-mail. E quando passei a trabalhar na UERJ, bastava esperar o horário do meu expediente acabar.

Assim foi a primeira parte de minha vida adulta até o inesperado falecimento de minha tia. Minha mãe achou por bem passar a linha para o meu nome, o que foi uma saga por si só. Após incontáveis idas até a loja física, meses de espera, entrega de documentos, de certidão de óbito, de alvará, não queriam trocar a titularidade da linha porque não apresentamos o documento de identidade da falecida. Um absurdo. Somente após reclamar com a Anatel, recebi telefonema da Claro para passar a linha para meu nome, o que foi feito em 15 minutos. Durante todos aqueles meses, recebemos todo tipo de ligação procurando minha falecida tia…

O celular dela já era velhinho. As teclas já não funcionavam direito, mas dava para receber ligações. Até o dia em que ele pifou de vez e precisei comprar outro aparelho. Trocar o chip de aparelho foi um custo, é tudo muito pequeno, quase microscópico! Nunca mais o abri desde então. Não andamos com ele na rua. Ele fica em casa, sobre a mesa, tal como um telefone fixo, e é usado como tal. Se for para rua, só dentro da bolsa, pois já foi perdido e felizmente o taxista nos devolveu.

Continuo mantendo essa linha pré-paga e continuo detestando a idéia de ter celular. Mantenho o número porque é inviável viver contemporaneamente sem telecomunicações, embora considere que a melhor forma de me comunicar continue sendo via internet. Falando nisso, as pessoas também não entendem que não tenho internet banda larga, e que isso não me faz falta. Eu uso modem 3G espetado no computador. E essa linha 3G por si só já me deu muita, muita, muita, muita irritação.

Imagem meramente ilustrativa. \:^p

Antes de começar a ladainha, preciso informar ao caro leitor que em minha rua não passa cabeamento de banda larga (direito). Até passa, mas toda hora roubam os cabos e levam dias para arrumar. Acaba tendo mais dias sem conexão do que dias conectado. A não ser na favela ao lado, onde o gatonet funciona perfeitamente.  Ainda assim tentei contratar, porém nos lograram aqui em casa. A linha durou apenas um dia e foi cancelada. Eu não aceito fazer contrato com empresa que considero inidônea. Antes e após esse episódio, eu passei por todas (todas) as operadoras com modems 3G. Uma pior que a outra. Ao menos agora acertei com a Claro que, apesar de ficar toda hora infernizando, oferecendo um monte de inutilidades, só me filou R$ 10,00 porque minha mãe errou qual botão apertar no celular.

Isso conclui minha experiência com telefones. Eu realmente não gosto de usar ou falar ao telefone, só uso quando há algum problema, e parte dos problemas foi criada pelas próprias operadoras. Invariavelmente quando o telefone toca, nunca penso que é algo de bom.

Agora que o mundo está se informatizando vorazmente, praticamente todo mundo hoje tem um computadorzinho de mão (alguns melhores até que meu Laptop). Só que esse aparelho não tem maior serventia para mim. Eu vivo tranqüilamente, sem a menor necessidade de ter um smartphone. Essa não é uma necessidade real, essa é uma necessidade criada, inventada. E o que me deixa fulo da vida, e motivo para desabafar escrevendo, é que agora querem exigir que eu tenha ”aplicativo”. Querem exigir que eu compre um smartphone. Pouco a pouco estão removendo a opção de resolver pelo computador, passando as coisas para o raio do smartphone.

Eu não tenho zapzap. Eu não quero ter zapzap. E a porra da farmácia insiste que eu mande a receita por zapzap. É no mercado: “tem aplicativo?”. É na lojinha: “tem aplicativo?”. É no banco: “tem aplicativo?”. É pela internet: “tem aplicativo?”. Pega essa porra de aplicativo e enfia no fundo do olho do teu cu.

E adivinha qual é a empresa que está me aborrecendo desta vez? Aquela mesma inidônea que logrou minha mãe: contratei porque usa outro nome fantasia… Exigem que eu faça uma operação de que preciso por smartphone. FDP.


Hoje estou furioso. Escuse-me a catarse.

Rio, um mergulho no inferno – A genealogia do desastre

Rio, um mergulho no inferno (Parte 1) | Rodrigo Mezzomo

“Neste vídeo – que fiz em parceria com os canais 4º Poder e MBL – narro a sequência de governadores de esquerda que destruíram nosso Estado.”

Rio, um mergulho no inferno (Parte 2) | Rodrigo Mezzomo

“Esta é a segunda parte de um vídeo intitulado “Rio, um mergulho no inferno”.
Naquele primeiro vídeo tratei dos Governadores e de como cada um contribuiu para destruir o Estado do Rio de Janeiro.
Neste segundo vídeo abordo a sucessão de dirigentes da Cidade do Rio de Janeiro desde Negrão de Lima até Marcelo Crivella, isto é, faço a narrativa dos últimos 45 anos da política municipal e a parcela de responsabilidade de cada gestor.”

 

Lacombe: Desonestidade, incompetência e ferrugem.

Texto brilhante.
DESONESTIDADE, INCOMPETÊNCIA E FERRUGEM – Minha coluna na GAZETA DO POVO | Luís Ernesto Lacombe

Transcrição:

Há engrenagens enferrujadas, desgastadas, rangendo, estalando, desalinhadas, fora de prumo. Não dá para acreditar que estejam em operação, que ainda se movam. É um compasso histérico, de algo que já deveria ter virado pó, se desintegrado. Lembram um ferro-velho, um monte de peças roubadas que receptadores tentam legalizar. Uma estrutura bamba, capenga, com alavancas empurradas por juízes do Supremo, imprensa militante, pesquisas eleitorais mirabolantes, uma oposição mal-intencionada, sempre voltada à desonestidade, ao atraso, à destruição.

Os dentes metálicos das engrenagens já mal se encaixam, mas vão moendo pessoas desmemoriadas, sem informação, fracas. Leis, tribunais de várias instâncias, produtos de roubos, de desvios, de corrupção, verdades estabelecidas por “provas sobradas”, tudo vai sendo triturado. Resta uma pasta pegajosa com que tentam encobrir a justeza, a legalidade, a correção, o caráter.

Não há limpeza geral na ficha de nenhum ladrão que o torne verdadeiramente honesto e muito menos competente. Não fazem força para fingir que não houve roubalheira, mensalão, petrolão… Fingem com a maior cara de pau. Quando alguém da turma do mal finalmente admite a prática de todos os crimes, ou parte deles, faz de conta que o chefão não sabia de nada… É um bando, uma corja que deveria pagar por tudo de horroroso que fez, que deveria estar recolhida ao silêncio, à expiação de seus pecados, tantos pecados. E a quadrilha está aí, aumentada, achando que pode tudo, e as pessoas de bem que se danem.

Querem se vender como os mais honestos do mundo, os grandes defensores da liberdade. E dizem abertamente que vão “tomar o poder, que é diferente de ganhar a eleição” e consideram a brutal ditadura chinesa um “exemplo para o Brasil” porque lá “o governo é forte, e a população obedece”. Para acreditar neles, só pessoas sem caráter também, ou com existência reduzida a quase nada, a um completo não ver, não ouvir, não pensar. Chega a dar enjoo ver o grupelho apregoando seu mundo inexistente de honestidade, bondade e até competência.

Sim, nada há de verdadeiro neles, só o desejo de enganar. Defendem ideias que nunca deram certo em lugar nenhum do mundo, em época nenhuma. Já andam falando em romper o teto de gastos, de imprimir dinheiro… Querem voltar a criar estatais, querem mais Estado. Juram que um Estado fomentador de crescimento e desenvolvimento é a solução, sem poder citar um exemplo sequer de uma experiência assim que tenha funcionado. A realidade é que não há limpeza geral na ficha de nenhum ladrão que o torne verdadeiramente honesto e muito menos competente. Basta olhar um “ferro-velho” aqui ao lado chamado Argentina.

Médica explica a importância do teste do pezinho

Médica explica a importância do teste do pezinho |
Record News

Ver também: Eu matei os neurônios do meu filho | Larissa Carvalho | TEDxPUCMinas

O massacre da Praça de Tiananmen

Procure também pela ”Revolução Cultural Chinesa”. Bastante elucidativo.

O Massacre da Praça de Tiananmen | Hoje no Mundo Militar

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – O Estado Islâmico

Para ver mais sobre esta série, acesse: O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo

Como Estado Islâmico surgiu do caos para aterrorizar o mundo | 21 notícias que marcaram o século 21 | BBC News Brasil

A morte de Osama bin Laden, numa impressionante operação militar americana em solo paquistanês, em maio de 2011, espalhou uma sensação de alívio nos países que vinham sofrendo ataques organizados pela al-Qaeda.

Poucos imaginavam, no entanto, que não muito longe dali, no ainda instável e violento Iraque, pudesse estar nascendo uma ameaça potencialmente ainda mais grave.

Neste vídeo, parte da nossa série especial “21 Notícias que marcaram o Século 21”, Camilla Veras Mota explica o surgimento, auge e declínio do brutal grupo autodenominado Estado Islâmico, responsável por algumas das piores atrocidades vistas no mundo na história recente.