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WordPress’ politics

Conteúdo

Caso alguma postagem apresente hyperlink ”quebrado” ou mídia que não carrega, avise-me para eu reparar.

O efeito Lúcifer | Visão Libertária

Segue o vídeo O efeito Lúcifer | Visão Libertária que trata a partir de exemplos a questão em psicologia: é possível que um homem bom possa cometer atos atrozes? São apresentados dois experimentos em psicologia, um caso real da Segunda Grande Guerra (Adolf Eichmann) e o comportamento questionável de certos policiais durante a pandemia.

LGBTQQIP2SAA+ (SBBHQK?)

O homossexualismo é uma condição que precisa ser respeitada, mas que não deve ser enaltecida. Precisa ser compreendido, mas jamais ser estimulado.

O movimento LGBTQQIP2SAA+ (SBBHQK?) é uma aberração social, um ramo do neomarxismo pós-moderno que presta um desserviço às pessoas que realmente precisam de ajuda.

Toda agressão, seja ela verbal ou física, toda animosidade tende a gerar ainda mais animosidade. E é exatamente isso o que os ativistas conseguem: em lugar de usar estratégias inteligentes em prol da pacificação do tema, utilizam métodos combativos que tão somente alimentam ainda mais o ciclo de raiva e incompreensão. Afastam em lugar de aproximar, ofendem e exigem respeito, discutem em lugar de debater.

Só há combate quando há um inimigo. Ao ser atacado, o ”homem branco heterossexual cristão”, ou qualquer pessoa lúcida, assumirá uma de duas posturas defensivas. Na natureza, existem duas formas de lidar com o perigo: fugir ou atacar. Em uma manifestação (balbúrdia) cheia de pessoas gritando palavras de ordem, é possível sair de perto, afastando-se das pessoas (e também das suas idéias, incluindo o já esquecido apelo por respeito).

Mas, ao receber diariamente, por todos os meios, acusações de ser causa do problema, de estar do lado do ”mal”, de ser omisso caso não tome a mesma parte deles, ou de ser cúmplice criminoso caso se manifeste contrário, a pessoa sente-se diretamente atacada. E começa a revidar.

E, no meio de todo esse problema, foi relegado a segundo plano quem realmente precisa de ajuda.

Até que ponto todo esse estímulo ao homossexualismo e à promiscuidade está cooptando jovens (por sua natureza influenciáveis) e os corrompendo para o mal caminho? Até que ponto toda essa libertinagem estava apenas ocultada da vista pública e agora tomou força para se revelar?

Enquanto o mundo se torna uma grande orgia, os jovens que começam a descobrir sua sexualidade sofrem de um lado a má influência de um grupo que quer apenas usá-los em seu momento de maior fragilidade para somar números à sua causa perniciosa, e do outro lado a incompreensão e a intolerância de uma sociedade cada vez mais resistente e inflamada frente ao ativismo.

Nesse momento de autoconhecimento, onde mais precisam compaixão, se vêem inseridos numa disputa, onde não são tratados como os protagonistas de suas próprias histórias.

— Você está bem?
— Você quer conversar?
— O que você está sentindo?
— Quais são as suas dúvidas?

Pode ser só um momento de confusão, pode ser a natureza dele mesmo. A adolescência é um turbilhão de hormônios e mudanças fisiológicas, dúvidas e descobertas. Já tem problemas demais por si mesma, não precisa de mais um inventado por má gente que quer se aproveitar. E não: criança não entra nessa história. Não existe criança transgênero. Existem, isso sim, pais degenerados.


Vídeo de exemplo 1: Veja um exemplo de propaganda direcionada a jovens: cores vibrantes, música ”chiclete”, liberdade (vôo) e a existência de um ”mentor” para ensinar o jovem a ”descobrir” e ”abraçar” seu homossexualismo.

『填 FILL』

The heroine is a high school girl who leads a dull life, living like a corpse. She meets a mysterious woman on the subway going home from school. The mysterious woman quietly tied a magic rope to the protagonist’s hand. After returning home, she found that the lady of the rope had entered the world in the mirror. Under the guidance of the rope, she finally found her true self with the help of various spirits in the mirror.

The original video is on Bilibili, a Chinese video-sharing website (kind of like Youtube), where it is distributed with the author’s permission.
https://www.bilibili.com/video/av11491219
or you can just search up the full title,
【AniOne线上展】川音成都美术学院动画短片《填》|动画学术趴
It translates to [AniOne Online Exhibition] Sichuan Music Chengdu Academy of Fine Arts Animation Short Film “Fill” | Animation Academic Party

Bilibili has a special function that makes comments run across the video while it plays. You can turn it off with the little blue button below the video.


Vídeo de exemplo 2: este vídeo é uma compilação de vídeos que mostram o comportamento agressivo típico dos manifestantes/ativistas a que me refiro neste texto.

  • No primeiro vídeo vemos uma mulher aos berros ofendendo e interrompendo uma palestra para a qual se identifica como opositora.
  • No segundo vídeo vemos manifestantes defendendo argumentos contraditórios entre si e hostilizando quem faz perguntas críticas.
  • No terceiro vídeo vemos manifestantes agressivamente tentando impedir a realização de uma palestra .
  • No quarto vídeo vemos crianças pequenas sendo usadas para propaganda feminista. As crianças foram instruídas a usar palavras de baixo calão e discorrer sobre conteúdo impróprio para sua idade.
  • O último vídeo mais longo traz um debate feminista, e foge ao escopo deste texto.

SJW Cringe Compilation #9 Classics Edition | SJW CRINGE MACHINE


Vídeo de exemplo 3: neste segundo vídeo o Coral de Homens Homossexuais de São Francisco diz claramente na letra de sua música que querem corromper as crianças das famílias cristãs.

Devido à grande controvérsia que ele trouxe, foi indisponibilizado para ser assistido livremente. Para vê-lo, por favor, acesse o atalho abaixo.

“A Message From the Gay Community” Performed by the San Francisco Gay Men’s Chorus | SFGMC TV
[na descrição do vídeo eles consideram-no ”satírico”] https://www.youtube.com/watch?v=ArOQF4kadHA

“Nós vamos converter suas crianças. Isso acontece pouco a pouco, quietamente e sutilmente…”

Imagem de exemplo 1: no Canadá (e outros países), várias bibliotecas estão tendo seus dias de leitura feitos por transformistas. A matéria completa com a reação das criancinhas pode ser vista clicando na fonte, citada logo abaixo da imagem.

Barbada (Sébastien Potvin) reads to children at Over The Rainbow daycare’s first drag queen story time event. (Shari Okeke/CBC)
Barbada (Sébastien Potvin) reads to children at Over The Rainbow daycare’s first drag queen story time event. (Shari Okeke/CBC) Fonte: https://www.cbc.ca/news/canada/montreal/montreal-drag-queen-storytime-daycare-1.4927005

Postagem número 1000.

Hora de fazer algumas recapitulações.

Sempre tive vontade de ter meu próprio espaço na internet. Um lugar que fosse meu, que não dependesse da boa vontade de provedores. Mas ter meu próprio servidor, com redundâncias e conexão com IP fixo é muito caro para um passatempo. Em lugar de reinventar a roda, acabar na bancarrota, mas ainda ter meu website, optei por baixar a cabeça, dizer amém e ter minha página num dos serviços já existentes.

Meu primeiro espaço foi no extinto Geocities, na época em que o Yahoo! ainda prestava para alguma coisa, donde saí nos idos tempos de 2008. Com internet discada e o próprio Yahoo! como provedor, num ínfimo espaço para a página, lá estava eu todo prosa em meu espacinho.

Com o Yahoo! me irritando e degradando seus serviços ao longo do tempo, optei por migrar para o Blogger em 31/08/2009, seguindo o fim do Geocities. E fui lidando com a plataforma, os mandos e desmandos do Google, razoavelmente satisfeito por ter um lugar mais adequado para postar mensagens motivacionais.

Já para 2011 eu tinha de tudo na rede. Multiply (extinto), Orkut (extinto), Blogspot (na época meu weblog tinha o nome Mensagem do dia), Twitter, Facebook. Tudo menos visualizações. |:^/

E, em maio de 2014, o Yahoo! conseguiu me enraivecer mais do que nunca. Um aborrecimento em cima de outro. O serviço de correio-eletrônico estava tão ruim, que mudei oficialmente para o Hotmail e até experimentei contratar meu próprio servidor de e-mail. Detestando o serviço do Google, chutei o balde. Fiz tudo: registrei domínio (noctuam.com/.net/.com.br) pelo IG, contratei o Hostnet, aprendi html. Isso mesmo, aprendi programação html para fazer minha própria página eu mesmo! (eis meu nível de descontentamento)

O serviço de e-mail do Hostnet conseguiu ser pior ainda… Funcionou por apenas um (1) dia de 2014. Obviamente cancelei o contrato na mesma semana. Mas não foi uma experiência de toda inútil. Ao menos tive o website escrito por mim mesmo no ar por um mês, tinha adquirido um nome de domínio próprio e considerável conhecimento.

Não me recordo muito bem, mas lembro que estava insatisfeito com o Blogger (Google de um modo geral) e migrei para o WordPress, com a primeira postagem aqui em 14/04/2014 (Mensagem nº 206). Passado certo tempo, Tiago Caridade me incentivou a começar a escrever meu próprio conteúdo, em lugar de me limitar somente a enviar mensagens motivacionais.

Fui surpreendido com parcos visitantes <post 500> e comecei a dar mais atenção ao conteúdo publicado. Passei a compartilhar o material que uso ao longo dos anos para estudar. Em 11/09/2016 troquei a ”marca” noctuam para meu nome e assim ficou. Uma celebração à minha formação como professor. Minha página então se tornou um repositório para estudantes de docência, pessoas que buscam informações sobre autismo, quem precisa de informações sobre depressão, quem pesquisa sobre halterofilismo e também quem cai de pára-quedas por aqui. rsrsrs |:^p)

É um trabalho singelo. Fico satisfeito em saber que posso estar contribuindo com alguma coisa, mesmo que pouca. Sim, fico chateado porque os meus textos mesmo praticamente ninguém lê (alguns realmente nunca foram lidos). Mas quem sabe se no futuro eu passo a ser conhecido pelas minhas idéias em lugar de minhas excentricidades?

O número de visitantes aumenta e diminui conforme os semestres letivos das faculdades. Com isso posso ver que esta página está sendo usada como repositório, tal como eu queria. Importante notar também que uma parcela das visitas são minhas próprias, pois o WordPress tem dificuldade para contabilizar visualizações.
O número de visualizações não é muito certo, então eu dou mais valor ao número de visitantes.
Fora os quase 3.000 cometários SPAM que recebi, de vendedores de viagra até uma herança que eu tenho para pegar num país africano, não tenho muita interação com os leitores.
Compartilho o conteúdo deste repositório com tudo o que vejo pela frente. Também tenho Tumblr, Twitter, Facebook e LinkedIn.

 

 

Amigo não se compra, se adota.

Compartilhado originalmente em 12/10/2017

Grandes problemas na educação brasileira

Os atuais problemas da educação brasileira não surgiram há pouco. São fruto de décadas de degradação, conseqüência funesta de uma faceta do plano neomarxista pós-moderno gramsciano de controle social.

Conforme discorri amplamente em meus textos “A falácia sobre a Educação” e “Discussão e debate no país dos analfabetos“, o Analfabetismo funcional, a Militância ideológica e a Falsa produtividade acadêmica são tanto sintomas da decadência intelectual brasileira, quanto resultado de um projeto pedagógico fracassado.

Faz-me espécie que Paulo Freire, já mencionado no artigo reproduzido aqui como o patrono do fracasso educacional brasileiro, seja tão admirado por quem não estudou seguindo seu método, que mereça ser defendido judicialmente, ao ponto de ser proibido ao governo Federal ”atentar contra sua dignidade”.

Saiba mais: Justiça proíbe governo federal de “atentar contra dignidade” de Paulo Freire.

Geraldine [juíza] também afirma que, apesar da liberdade de manifestação do pensamento, há um limite para emitir opiniões. “Quando há abuso de direito pela expressão que ameace a dignidade, tem-se violação capaz de liquidar a finalidade da garantia constitucional, desfigurando-a”.

Ó raios, mas quem é que define qual é o limite para emitir opiniões? Mais uma vez torna-se claro que a forma mais fácil de saber quem quer mandar em você é saber quem não se pode criticar.

Trago ao debate, portanto, argumentos (consoantes a meus textos acima e outros desta página) que vejo serem úteis para a reflexão da situação da educação brasileira.

OS PROFESSORES DE HOJE SÃO ALUNOS NOTA 4.5 | FERNANDO CONRADO | Brasil Paralelo

As universidades brasileiras são as piores do mundo? | Brasil Paralelo

COMO A ESQUERDA ALICIA SEU FILHO | Pastor Rodrigo Mocellin

Veja também:

>> STF – Você Precisa Saber – Olavo de Carvalho | Pensamento e Política
>> https://www.youtube.com/watch?v=cTqkODcIUfM

>> Quem é Paulo Freire – Olavo de Carvalho | Pensamento e Política
>> https://www.youtube.com/watch?v=ETcB_wyY9kk
>> https://olavodecarvalho.org/viva-paulo-freire/

 

 

Você sabe identificar os sinais?

Compartilhado originalmente em 11/10/2017.

Falta de autoestima, comportamento depressivo ou agressivo, isolamento social, silêncio fora do normal, falar sobre morte e suicídio. Estes são alguns sinais que você pode reconhecer para ajudar quem precisa. Vale a conversa. Para saber mais, acesse www.ccv.org.br ou www.saude.gov.br #SetembroAmarelo

Fonte: https://web.facebook.com/SaudenasRedesMS/posts/1326836077443429


Veja mais:

Depressão e outras doenças psíquicas.

Como ajudar alguém que sofre de Síndrome do Pânico/Ansiedade

Abordando o problema do suicídio

 

A Verdadeira História de BOLSONARO | Documentário COMPLETO – Partes I e II

Ainda estou esperando esse presidente frouxo peitar o STF e soltar os presos políticos. Afinal, ele jurou defender a Constituição, não é?

A Verdadeira História de BOLSONARO | Documentário COMPLETO – Partes I e II

Mundo Polarizado | Olimpio Araujo Junior

É tudo boato, mesmo quando não é.

mother!

Desde 2004 eu não vou ao cinema. Antes cinéfilo contumaz, devorador assíduo de cinedramaturgia em seus vários gêneros, vi-me completamente enfadado pelos novos títulos. Nada mais me chamava a atenção. Sinto que desde Matrix (1999) não há mais filmes, apenas efeitos especiais maquilados por um enredo ”necessário”. O primeiro caso que me vem à mente é Another Earth (2011). É realmente necessário enfiar artificialmente ficção científica num enredo dramático? Quando o efeito é o protagonista e o enredo apenas coadjuvante, qual o intuito da obra?

O cinema se tornou escatológico. Human Centipede (2009), A Serbian Film (2010), Melancholie Der Angel (2009). Travestidas de ”provocação”, obras (se é que podem se chamar assim) que apenas provocam repugnância são catarse coletiva de mentes coletivas, sem indivíduo, individualismo ou individualidade, sem criação ou criatividade, feitas com o propósito de chocar por chocar, sem mensagem a passar.

Ou o cinema se tornou autofágico. Incapazes de criarem coisas novas, estúdios abraçaram as velhas fórmulas, dissimulando o novo ao repetir enredos batidos, ou descaradamente relançando filmes consagrados (remakes). De Total Recall (2012) a Rei Leão (2019) exploram o saudosismo e a memória afetiva do público cativado de outrora. Ao menos os romances Hallmark não escondem o que são…

Ou ainda o cinema se tornou comercial. Filmes feitos para o rápido consumo de adolescentes ou chineses (Anthony Mackie, 2017, MCM London Comic Con). Não são mais produzidos filmes com o ator A, ou diretor B. São produzidos super-heróis computadorizados, franquias (o nome representa o modelo comercial) que começaram em livros e que viraram filmes e jogos, ou qualquer coisa para agradar o governo chinês.

Anthony Mackie Explains Why Hollywood Movies Suck Now | Red Carpet News TV

Além disso tudo, temos a corrupção da cultura passada. Vemos ícones consagrados da cultura popular sendo infiltrados e depravados por uma clara agenda ideológica neomarxista pós-moderna que os submete às suas pautas. Feminismo, homossexualismo, racismo e outros temas em nada relacionados com o enredo original são inseridos sem contexto ou necessidade, tão somente para consonar a um público-alvo específico. E, quando os aficionados manifestam seu descontentamento, quando dizem que não gostaram do resultado, ou tão somente desaprovam o conteúdo, são automaticamente intitulados retrógrados ou acusados de crimes contra a humanidade.

Pelo que entendi, sugerir que personagens fictícios não afro-descendentes sejam representados segundo suas etnias originais é crime. Mas Rei Arthur Negão pode…

Nestas duas décadas não acompanhei mais a grande mídia cinematográfica. Restringi-me a assistir pequenos trechos de filmes que porventura chamassem minha atenção. Cenas de ação, aventura, comédia etc. Os chamados ”clips”. Para mim me bastam somente esses curtos segmentos mais importantes, tal como uma criança que come somente o recheio do biscoito. Foram raríssimos os filmes que vi. A Órfã (2009) foi brilhante. A Dama de Ferro (2011), decepcionante. Prefiro curta-metragem: curtos filmes em que a mensagem é passada o mais rapidamente possível e sobre ela posso imediatamente exercer juízo de valor.

Em lugar de assistir e perder o precioso tempo em que poderia estar olhando para uma parede, optei por algo muito mais simples: ler. Passei a não mais assistir a filmes, mas a ler suas sinopses na Wikipédia. E nestes últimos vinte anos li todo tipo de filmes, esperançosamente aguardando algo que me agradasse, sem muitas satisfações.

Assisti muitas (muitas) animações, em muito admirado pelo trabalho e dedicação para produzi-las, mas também decepcionado pelo enredo lamentável que elas apresentam. ”Award Winning” é quase sinônimo de ”final ruim” ou ”historieta melancólica”. Mostrando que são laureados/recompensados aqueles que produzem as histórias mais infelizes, estimulando o cultivo de mais tristeza no mundo… Eu tomei a decisão em minha vida pessoal de rejeitar o que não é belo. Repudio os finais tristes. Para entrar em minha vida, só aceito o que é bom. Só que parece que violentar a psiquê dos personagens em um enredo depressivo é ponto comum entre os animadores contemporâneos.

Recentemente o Youtube vem permitindo os chamados ”recaps”, sumários em que um narrador conta o filme em pouco mais de dez minutos. Em lugar de perder de uma (1) a três (3) horas vendo um filme, o espectador pode ver o sumário de toda a narrativa. Assim é possível saber o conteúdo de seis ou sete filmes no período em que assitiria a apenas um (1) em sua integralidade. E comecei a encontrar algumas coisas interessantes, outras nem tanto. Até que me deparei com o filme mother! (2017), de Darren Aronofsky.

O fato de a Academia Americana de Cinema ter agraciado The Shape of the Water (2017), também conhecido como “O monstro da lagoa negra taradão“, e não ter ao menos cogitado mother! para nomeação demonstra a tendência dos estúdios e não surpreende. Os críticos de arte gostaram bastante, mostrando a dissonância entre a arte cinedramatúrgica e a academia (leia-se: grande mídia).

O grande público também não gostou de mother!. Eu também esperava por isso, por conta do enredo. Mas o que me chamou a atenção, a minha surpresa, foi que o teor do enredo não foi a causa de o público não ter gostado. O público não gostou porque não entendeu o filme!

Neste mundo em que toda a informação precisa ser pacientemente mastigada e vomitada na garganta do passivo espectador, em que a pessoa não tem mais que fazer o mínimo esforço para obter a informação superficial que busca, em que o indivíduo tem preguiça de pensar, em que o quoeficiente intelectual médio da humanidade está caindo, eu vi as pessoas pedirem para que outros lhes expliquem do que o filme se trata. E os que explicam ainda dizem que também não entenderam e apresentam somente suas ”suposições”.

O filme é uma alegoria ao egocêntrico deus bíblico e ao homem, um feito à imagem e semelhança do outro, uma crítica ao mal que a humanidade faz ao mundo e à perversidade em cada ser humano. Uma crítica à futilidade do esforço de uma minoria bem intencionada frente às hordas ensandecidas. Considerando que a população ocidental é majoritariamente cristã, o filme é evidentemente uma provocação ética e moral sobre os preceitos religiosos. Mas as pessoas não entenderam a metáfora… Como que não entenderam a metáfora???

A atuação de Jennifer Lawrence foi brilhante, ela entrega a emoção na dose perfeita conforme o texto. Do egoísmo divino e mundano à transubstanciação, o filme está bem costurado. Toda comunicação exige dois lados. O que fala e o que escuta. É lamentável ver que os parcos brilhantismos da cinedramaturgia hodierna recaem sobre a estéril mente de espectadores alienados.

E assim percebo que não é a arte que foi ”corrompida”. Ela tão somente está de acordo com o público que a consome.

You never loved me, you just loved how much I love you. I gave you everything. And you gave it all away.

Mas nem tudo está perdido. Ao menos todos concordamos que Cats (2019) é uma aberração…

O que é depressão?

Compartilhado originalmente em 21/09/2017

Na postagem de hoje, informações sobre depressão e ansiedade. O que são e como identificá-las.

O QUE É DEPRESSÃO? | MD.Saúde

Você sabia que o Brasil é o país da América Latina que tem o maior número de pessoas com depressão, de acordo com os dados da OMS divulgados este ano? A depressão é uma condição real, que tem tratamento e se manifesta de forma diferente em indivíduo diferentes. Se você tem depressão pode ter certeza que não está sozinho.

Nesse vídeo, eu vou explicar o que é essa doença que acomete mais de 300 milhões de pessoas no mundo todo A depressão é uma condição médica, que vai além da tristeza que todas as pessoas sentem eventualmente e causa sintomas duradouros e tão intensos, que alteram o modo como você se sente, como você pensa ou como você se comporta, muitas vezes interferindo com as suas atividades do dia a dia. E apesar disso, a maior parte das pessoas não discute os seus sintomas com um médico, porque acham que a depressão não é uma doença de
verdade, ou então têm medo do estigma associados às doenças psiquiátricas.

O problema é que a depressão, quando não tratada adequadamente, está associada a um maior risco de suicídio e baixa qualidade de vida e afeta não só o paciente, mas todos os que estão à volta dele. Não se sabe exatamente o que causa a depressão, mas a gente sabe que existem fatores genéticos, ambientais, biológicos, como variações hormonais e alterações na química do nosso cérebro, que estão envolvidos na origem da doença. Apesar de poder surgir em qualquer momento da vida do paciente, o mais comum é a depressão ser diagnosticada no fim da adolescência e início da vida adulta, sendo mais comum nas mulheres do que nos homens.

Os sintomas de depressão são: sentimentos de tristeza, vazio e melancolia; sentir-se desesperançoso e pessimista; perda de interesse ou de prazer nas atividades habituais, como hobbies estar com amigos ou sexo;
redução do apetite, emagrecimento ou desejos alimentares e ganho excessivo de peso; alterações do sono, que variam desde a insônia até dormir excessivamente; falta de concentração, lapsos de memória, dificuldade de tomar decisões; ansiedade, agitação ou inquietação; lentificação dos pensamentos, da fala ou dos movimentos; pensamentos recorrentes sobre a morte ou suicídio; cansaço e perda de energia, até pra fazer tarefas simples; sensação de culpa, inutilidade ou de fracasso; e acessos de raiva, irritabilidade ou frustração, que podem ser desproporcionais a situação em questão.

Para se ter o diagnóstico de depressão, é preciso haver pelo menos cinco desses sintomas, na maior parte do dia, quase todos os dias, por pelo menos duas semanas. Além dos sintomas psiquiátricos é importante lembrar que a depressão pode causar também sintomas físicos, como dores articulares, dores nas costas, dor de cabeça e sintomas gastrointestinais. Muitas vezes, o paciente anda de médico em médico procurando uma solução para o seu problema físico, quando na verdade tem um quadro depressivo não diagnosticado.

E quem é que está sob maior risco de apresentar depressão? Pessoas com história familiar de depressão ou de outras doenças psiquiátricas; pessoas que já têm outras condições psiquiátricas, como ansiedade, distúrbios alimentares ou stress pós-traumático; pessoas que usam drogas ilícitas ou abusam do álcool; pessoas com baixa autoestima, muito dependentes, autocríticas ou pessimistas; pessoas que sofreram experiências traumáticas na infância; pessoas submetidas a situação de estresse, como dificuldades financeiras ou problemas conjugais; e pessoas com doenças crônicas ou graves, como câncer, dores crônicas ou doença
cardíaca, por exemplo.

É muito importante que o paciente seja avaliado por um médico e que o tratamento seja iniciado o mais rápido possível, porque as pessoas com depressão que não são tratadas apresentam maior risco de suicídio. O tratamento da depressão é geralmente feito com medicação antidepressiva e psicoterapia. Com tratamento adequado, cerca de 70 a 80% dos pacientes notam uma redução significativa dos sintomas em uma a duas semanas.