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WordPress’ politics

Conteúdo

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Zona… eleitoral

Favelados molambentos gritando como se fosse carnaval, mulheres porcas, um drogado tossindo nas minhas costas (literalmente), insipiência quanto ao conceito primário de formação de uma fila, indivíduos carecendo de noções rudimentares de civilidade incapazes de respeitar o espaço pessoal de outrem esbarrando em mim o tempo todo, corruptos fazendo boca de urna e papelzinho do inferno sujando o passeio público com o dinheiro público, todos os botequins abertos e sufragistas calibradamente alcoolizados, uma urna que dá pane e só volta a funcionar depois de uma hora. Culminado com o barulho multifônico indiscernível tal como chiado de estática, onipresente, perfurando meus tímpanos e inundando meu cérebro que, após uma hora de espera em tal lugar, já estava fervendo meu líquido cefalorraquidiano.

As eleições brasileiras recepcionam indivíduos que, apenas pelo semblante, se percebe que são inaptos para o exercício político (não sou lombrosista). Cada vez mais se aproxima o tempo de eu publicar meu texto ”A falácia sobre a democracia”. Não quero publicá-lo. Não quero acreditar que estou certo. Porém, quanto mais o tempo passa, mais me decepciono com a sociedade em que me encontro.

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Em tempo: acabo de descobrir que o e-mail do Hotmail rejeitou minhas postagens sobre eleições. Não aparecem nem na caixa de spam. Provavelmente o mesmo aconteceu com quem tem Yahoo ou Gmail. Ou seja, já estamos sob censura ditatorial: só temos acesso ao que eles permitem que vejamos, mesmo em conversas privadas.

 

Eleições 2022 – parte 10 (Pedagogia eleitoral)

Eleições 2022 – parte 9 (Artimanhas e engodos)

Faltam 15 dias para as eleições gerais 2022. Poderíamos e deveríamos ter eleições limpas, fidedignas e acima de quaisquer suspeitas.

Seguem as palavras de Felipe Gimenez, Procurador do Estado do Mato Grosso do Sul, ao Congresso Nacional em 2018.

Seguem as palavras de Benedito Gonçalves ao candidato ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, que o indicou ao cargo enquanto era Presidente da República.

Tal como publiquei em 24/09/2018: se em quinze dias o Brasil piscar, é o próximo.

Mensagem nº 357

“Alguém em sua vida precisa ouvir que é importante. Que é amado. Que tem um futuro. Seja esse alguém a dizer isso.”

“Someone in your life needs to hear that they matter. That they are loved. That they have a future. Be the one to tell them”

Ronnie Merle McNutt
* 23/05/1987 Mississippi, + 31/08/2020 Mississippi

Mensagem nº 356

“O ferro nunca mente para você. Você pode sair e ouvir todo tipo de conversa, ouvir que você é um deus ou um completo bastardo. O ferro sempre vai te expor a verdade. O ferro é o grande ponto de referência, o onisciente doador de perspectiva. Sempre lá como um farol no breu. Descobri que o ferro é meu melhor amigo. Ele nunca tem ataque nervoso, nunca foge. Amigos podem ir e vir. Mas cem quilos sempre são cem quilos.”

Henry Rollins – IRON, artigo na Details Magazine, janeiro de 1993.

“The Iron never lies to you. You can walk outside and listen to all kinds of talk, get told that you’re a god or a total bastard. The Iron will always kick you the real deal. The Iron is the great reference point, the all-knowing perspective giver. Always there like a beacon in the pitch black. I have found the Iron to be my greatest friend. It never freaks out on me, never runs. Friends may come and go. But two hundred pounds is always two hundred pounds.”

Henry Rollins IRON, article in Details Magazine, January 1993

Eleições 2022 – parte 8 (o que esperar de um presidente?)

Metodologia de governança costa-riquenha:
“Quem manda aqui sou eu e a partir de agora é assim. Meus eleitores mandaram eu fazer isto e isto estou fazendo. Não gostou? Foda-se.”

É fato notório que eu, de apoiador do presidente Bolsonaro, tornei-me seu crítico. Não critico seu programa de governo, uma vez que é o mais alinhado ideologicamente com minha perspectiva política, mas critico sua forma de governar.

Bolsonaro mostrou-se um homem frouxo. Na frente da multidão que o apóia, brada ferozmente contra tudo e contra todos, deleitando os ouvintes carentes por alguém que dê voz e visibilidade às tão conhecidas queixas de nossa nação. Insulta magistrados alopécicos, auto-intitula-se imbrochável (como se sua vida sexual fosse-nos importante) e passeia de moto escoltado por bajuladores.

Porém, uma vez à frente dos mesmos a quem acusa de serem detratores da pátria, trata-os com deferência digna de lacaios. Não enfrenta quem diz enfrentar, nem o que diz enfrentar. Permite, por omissão, que nossa Constituição seja sistematicamente desrespeitada, que nossos direitos sejam tolhidos, que nossas vidas se tornem um inferno sob curatela da corja de marxistas infiltrada em todas as instituições.

Não farei um texto longo, aqui, apenas registrarei a realidade dos fatos. Nossa Constituição é uma bosta, mas é a nossa bosta e precisamos usá-la se quisermos resolver o problema democraticamente. Ela se baseia no princípio de tripartição de poderes (colocando o Ministério Público, as Procuradorias, as Auditorias etc. numa espécie de limbo; Tribunais de Contas são auxiliares do Legislativo, Tribunais Eleitorais são jabuticabas administrativas…). Nesse sistema, se um dos poderes erra, cabe aos demais corrigi-lo.

Perceba, porém, que não há poderes: há servidores públicos investidos em funções governamentais. Não são ”poderes” que erram, são servidores públicos que mal uso fazem das atribuições que lhes foram concedidas pelo povo.

Quando os servidores do Poder Judiciário abusam de seu poder, há dois remédios constitucionais que podem ser usados. O remédio dito ”típico” é função do poder Legislativo, e se apresenta na forma de decreto-lei. O congresso tem a atribuição exclusiva de defender alterações na lei.

Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:
XI – zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes;

Por que então nossos congressistas não enfrentam os desmandos do poder judiciários? Porque nós caímos no círculo vicioso da pior jabuticaba de nosso sistema: o foro privilegiado. Segundo essa joça, somos todos iguais perante a lei, pero no mucho. Alguns são menos iguais que outros e são julgados por seus amiguinhos. Juízes são julgados por seus pares e, caso matem, estuprem, seqüestrem, prevariquem etc. podem ser brutalmente condenados à aposentadoria com salário integral. (exagero meu, mas, se você tiver meio neurônio, entendeu a crítica) Senadores só podem ser julgados pelo Supremo Tribunal Federal e os ministros do STF só podem ser julgados pelos Senadores.

Neste país em que todos os brasileiros desconfiam de todos os políticos, é natural que haja uma grande desconfiança de que se formou ali uma organização criminosa em que ambos os lados se protegem juridicamente das acusações que pairam sobre si. Originalmente o foro privilegiado era para impedir que todo mundo fosse processado o tempo todo por qualquer coisa por seus adversários políticos. Imagine: o presidente indica seus ministros e todos sofrem uma enxurrada de processos em longínquos tribunais, factualmente impedindo-os de exercerem suas funções. Uma arma que certamente seria utilizada pelos incontáveis micropartidos políticos para confundir ainda mais o já confuso sistema administrativo brasiliense.

Ocorre que em lugar de organizar a suruba governamental, essa gambiarra parece ter sido desvirtuada para servir como instrumento de impunidade aos que se encontram no poder. O sentimento popular é de desconfiança total em nossos governantes e em como eles são escolhidos para governar.

Mas se é assim, como a gente resolve? Nisto se apresenta o segundo remédio constitucional, dito ”atípico”, isto é, quando um dos poderes extrapola suas atribuições originais. Estamos vendo o Congresso inerte frente às ações do STF. Portanto, cabe ao Executivo, que tem o PODER-DEVER de agir para fazer cumprir a Constituição (sua função originária), sanar o problema. E esse poder está descrito no artigo 142 de nossa Constituição.

Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

O quê esse homem espera para fazer cumprir a Constituição? O que ele espera para cumprir o juramento que fez quando assumiu a Presidência desta república de bananas? O que ele espera para presidir este país?

Em tempo, apenas uma curiosidade vernacular: superior significa ”o que está acima”, máximo significa ”o que está acima de todos”, supremo significa ”o que está acima de tudo”. Nossos constituintes escolheram pessimamente o nome de certos órgãos administrativos…

Eleições 2022 – parte 7 (Neste ano, Brasília vai pegar fogo…)

Neste ano, prevejo que as eleições serão o caos. Requisitei em minha repartição que minhas férias fossem para o mês de outubro, justamente para evitar ter que estar na UERJ durante a época do sufrágio. Temos dois candidatos à presidência da república: um pinguço ladrão e um frouxo canastrão. Biroliro vencerá no primeiro turno, se não houver fraude. Qualquer pessoa que enxergue e tenha ao menos meio neurônio reconhece que sua popularidade é muito superior à do Molusco.

Eu ficarei quietinho em casa, vendo a briga das torcidas organizadas, turbas ensandecidas com forcados e tochas, torcendo para ainda ter um lugar de trabalho no mês seguinte…

Enquanto isso:
JORNALISTAS ASSUMIRAM PAPEL DE ATIVISTAS POLÍTICOS RADICAIS, DIZ DANIEL PENNA-FIRME | Cara a Tapa
Daniel Penna-Firme conta que jamais abriu mão de seus ideais e por isso paga um alto preço ao seguir por um caminho contrário da maioria dos jornalistas, que já lhe agrediram e até deram cusparadas
Veja a entrevista completa: https://youtu.be/t28k0BXiPGQ
Apresentação: Rica Perrone
Produção: Estúdio Century
Contato: rica@ricaperrone.com.br

E também, como não poderia faltar, meu querido e estimado Duduzinho! Não tem eleição sem o Dudu! “Porque o povo mereeece respeitô!” Esse nunca vai ter o meu voto, mas não tenho como não simpatizar com ele… Você pode chamar o sujeito do que quiser, mas ele é muito (MUITO) inteligente. Tem resposta para tudo, sabe onde pisa e aonde pisar, e é a prova viva de que se meter em política é um vício: pode passar o que for, eles não largam o osso.

Cara a Tapa – Eduardo Cunha | Cara a tapa
Um dos políticos mais polêmicos do Brasil, Eduardo Cunha não fugiu de assuntos polêmicos como corrupção, impeachment, Sergio Moro e Lava a Jato. Não dá pra perder esse Cara a Tapa.
Apresentação: Rica Perrone
Produção: Estúdio Century
Contato: rica@ricaperrone.com.br

Mini documentário – The unpleasant truth | Politically Incorrect Productions

Continuando os estudos da postagem anterior, Jared Taylor: Brancos merecem uma terra natal, desta vez segue mini documentário acerca do grande problema que a imigração muçulmana está trazendo para a Europa. Como já apresentei na série de postagens “O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo”, bem como em outras postagens sobre Filosofia Política, o Islamismo é absolutamente incompatível com os valores fundamentais do ocidente, aqueles que embasam, estruturam e constituem nossa sociedade.

O conflito que se dá na atual miscigenação forçada do ocidente norte, advinda não por escolhas voluntárias de suas nações, mas por imposição de uma máquina estatal (e supra-estatal, e extra-estatal), perniciosamente seqüestrada por ideólogos neomarxistas, está velozmente e sistematicamente atacando e pervertendo as culturas originárias européia e norte-americana. Os que se opõe são sempre intitulados vexatoriamente como racistas, xenófobos ou intolerantes religiosos.

Esse é um problema que o ocidente há de enfrentar e cuja solução pode ser muito difícil. Até que ponto os nativos europeus tolerarão essas políticas? Qual solução pretenderão adotar? E mais: será que o resultado do contínuo crescimento da oposição e do ressentimento integrado a ela poderão seduzir a Europa novamente a ideologias temerárias?

Jared Taylor: Brancos merecem uma terra natal.

Acabei de ver a entrevista que segue abaixo. Considero ser bastante interessante para ilustrar meu texto O erro da política de cotas. Nesta entrevista o ativista Jared Taylor, conhecido nos Estados Unidos por defender uma ideologia de segregação racial, discute a questão da política imigratória recente de países de maioria branca (Estados Unidos, Canadá e Europa) e o impacto do ingresso de pessoas de outras raças em nações relativamente homogeneizadas. A discussão é interessante por mostrar a abismal diferença de percepção/valoração de raças entre nós brasileiros e os estadunidenses.

O descontentamento dos povos originários com relação às políticas migratórias é um fenômeno corrente nas nações de 1º mundo. Mais e mais exemplos de grupos nacionalistas, tradicionalistas, contrários a imigrantes surgem freqüentemente. Além disso, a associação de violência, pobreza e incompatibilidade cultural aos migrantes reforça o sentimento de segregação nesses países. Felizes somos nós por sermos miscigenados…

Também trata, invariavelmente, dos desdobramentos políticos, da associação dessas políticas migratórias à agenda neomarxista pós-moderna, da intervenção do Estado por suas políticas públicas no corpo social, e dos interesses por controle e poder.

A diferença no preparo entre o entrevistado e a entrevistadora é evidente, porém, mesmo assim, vemos uma qualidade de entrevista muito superior à que temos na mídia brasileira. Sugiro ver no site fonte, que segue abaixo. Como não consigo transportar o vídeo da ABC para cá, coloquei uma cópia do Youtube, logo abaixo.

Fonte: https://abcnews.go.com/US/video/jared-taylor-whites-deserve-homeland-46212603

Jared Taylor interview on Uncomfortable | Wistful Reverie
Jared Taylor interview on the ABC news radio show “Uncomfortable”, giving a case for “whites deserve a homeland”.

[…] We built a wonderful country that your ancestors could not have built. That is why people like you come here, and, the more you come in larger numbers, you will change the country my ancestors built into something else, and it is completely normal for me to wish to oppose that.”

Saúde mental para os profissionais de saúde mental.

Quem cuida da saúde mental dos psicólogos e psiquiatras? Algumas pessoas não são boas em pedir ajuda porque estão acostumadas a “serem a ajuda”. Através de suas vidas elas viveram mais dando do que recebendo e acabam se auto-enganando: “eu vou dar um jeito”.

Garra Rufa (Peixe-médico) | Sheridan College 2010/ Frozen Mammoth Productions