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Conteúdo

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Tempos difíceis

Se da lama nasce a flor do lótus, o que pode nascer de uma boa pessoa?

O Bardo Thödol (“Libertação através da audição durante o estado intermediário”), comumente conhecido no ocidente como O Livro Tibetano dos Mortos, é um texto de um corpus maior de ensinamentos. O texto tibetano descreve as experiências que a consciência tem após a morte (e pretende guiar o indivíduo por elas) no bardo, o intervalo entre a morte e o próximo renascimento. O texto também inclui capítulos sobre os sinais de morte e rituais a serem realizados quando a morte está se aproximando ou já ocorreu. O Bardo Thödol é um texto funerário que é recitado para aliviar a consciência de uma pessoa recentemente falecida pelo processo da morte e ajudá-la a um renascimento favorável.

Um princípio central de todas as escolas de budismo é que o apego e o desejo pelas coisas mundanas estimulam o sofrimento e a inquietação (dukkha), que influenciam as ações cujos efeitos acumulados, ou carma, prendem os indivíduos ao processo de morte e renascimento (samsara). Aqueles que alcançaram a iluminação (bodhi) são assim liberados desse processo, alcançando a liberação (moksha). Aqueles que permanecem não-iluminados são atraídos pelo carma, seja bom, seja mau, para uma nova vida em um dos seis modos de existência: como um sofredor no inferno (suportando horríveis torturas), como um fantasma errante (conduzido por um desejo insaciável), como um animal (governado por instinto), como um semideus (sedento por poder), como um ser humano (equilibrado em instinto e razão), ou como um deus (iludido por suas longas vidas em acreditar que é imortal). Os bardos são os estados intermediários ou de transição que marcam a vida de um indivíduo desde o nascimento até a morte e renascimento.

O período entre a morte e o renascimento dura 49 dias e envolve três bardos. O primeiro é o próprio momento da morte. A consciência do recém-falecido torna-se ciente e aceita o fato de que ele morreu recentemente e reflete sobre sua vida passada. No segundo bardo, ele encontra aparições assustadoras. Sem uma compreensão de que essas aparições são irreais, a consciência fica confusa e, dependendo de seu carma, pode ser atraída a um renascimento que impede sua liberação. O terceiro bardo é a transição para um novo corpo. Enquanto no bardo entre a vida e a morte, a consciência do falecido ainda pode apreender palavras e orações proferidas em seu nome, que podem ajudá-lo a navegar por sua confusão e renascer para uma nova existência que ofereça uma chance maior de atingir a iluminação. A recitação do Bardo Thödol, geralmente executada por um lama (professor religioso) começa pouco antes da morte (se possível) e continua durante o período de 49 dias que leva ao renascimento.

O Bardo Thödol (bar-do thos-grol chen-mo) tornou-se amplamente conhecido por seu apelido descritivo usado no Ocidente, O Livro Tibetano dos Mortos. Esses ensinamentos secretos são atribuídos ao mestre budista indiano do século VIII, Padma Sambhava (também conhecido como Guru Rinpoche) e acredita-se que tenham ficado escondidos no Tibete. Tal texto é considerado um ”tesouro” ou texto terma (gter ma) a ser redescoberto mais tarde, como o foi por Karma Lingpa no século XIV. Uma série de lendas cresceram em torno da vida e feitos de Padma Sambhava, e ele é amplamente venerado como um ”segundo Buda” em todo o Tibete, Nepal, Butão e nos estados do Himalaia na Índia. A Escola Nyingma considera Padma Sambhava o fundador de sua tradição. Uma pessoa de qualquer tradição que seja inspirada ou que deseja se libertar do ciclo da existência e atingir a iluminação no processo de morrer, pode aplicar esses ensinamentos passo a passo.

Prayer for the Dead – Bardo Prayer | Finding Peace

Tippytalk – Aplicativo para comunicação com crianças autistas

Compartilhado originalmente em 04/05/2017

“Este papai criou algo realmente incrível para ajudá-lo a se comunicar com sua filha não-verbal.”

Pensamento do Clube Militar | O Poder das Trevas no Brasil

Texto original.

TFBR – Clube Militar -O Poder das Trevas no Brasil

Pensamento do Clube Militar
O Poder das Trevas no Brasil

Gen Div Eduardo José Barbosa
Presidente do Clube Militar
Rio de Janeiro, 28 de abril de 2021

 

“O Brasil é a Pátria do evangelho! Natural, portanto, que o poder das trevas queira destruir nossa Nação”.

Evidente que, embora muitos acreditem literalmente nesta citação, ela abre esse nosso pensamento tão somente para sintetizar o momento que atravessa nosso País, afinal, como muitos dizem, bastou a eleição de um Presidente que acredita em Deus para que todo o inferno se levantasse contra ele.

Os acontecimentos protagonizados nos últimos dois anos pelo STF e pelo Congresso Nacional bem demonstram essas afirmações. O Estado Democrático de Direito, que pressupõe respeito às Leis vigentes, particularmente à Constituição Federal, só serve para aulas em cursos universitários porque, na prática, não é respeitado pelo Legislativo e Judiciário.

Normas processuais sofrem mudanças de interpretação para atender a réus poderosos. Se não conseguem inocentar o bandido de estimação, basta encontrar subterfúgios para anular processos, a ponto de um Ministro do STF afirmar que o combate à corrupção é prejudicial ao país pois causa prejuízos maiores que a própria corrupção. Esquece esse Senhor, que com sua capa preta bem lembra as trevas que representa, que o prejuízo não contabilizado nesse seu nefasto voto diz respeito à investidores que retiram seus recursos de países onde impera a corrupção.

Esse mesmo Tribunal, que ignora a Constituição, conferiu poderes para governadores e prefeitos usarem a pandemia para desviarem dinheiro público e não tratar adequadamente a população, agora culpando o Presidente que eles impediram de coordenar as ações.

E como “as trevas” têm poder devastador, no dia 27 de abril de 2021, instalou-se uma CPI no Senado Federal, encabeçada por um senador cuja família foi presa recentemente por acusações de esquema de corrupção no Amazonas, composta por aliados dos governantes corruptos e tendo como relator um dos campeões em denúncias de corrupção, cujos processos acumulam mofo e traças nas gavetas dos “foros privilegiados”. O resultado dessa “investigação” todos já sabemos: culpar o Presidente por aquilo que não o deixaram fazer. Ou por não usar as máscaras utilizadas por alguns para se esconder da população. Utilizando uma expressão usada nas mídias sociais, temos os “Marcolas e Fernandinhos beira mar” investigando a atuação da polícia no combate ao tráfico de drogas.

Um certo ex-presidente, condenado por corrupção, mas que está em campanha, representando “as trevas”, acostumado a mentir mundo afora, declarou que nossa Suprema Corte é acovardada. Claro que é mais uma de suas mentiras. Os integrantes têm muita coragem pois criaram sua própria constituição federal e se auto elegeram presidentes da república. Acovardados, por conveniência de terem seus processos engavetados, são nossos Senadores que não iniciam processos contra aqueles Ministros que cometem crimes de responsabilidade, como escrito na Constituição oficial vigente.

Acovardados são os nossos congressistas, que também por interesse próprio, não aprovam prisão em primeira ou segunda instância, como ocorre no mundo inteiro.

Acovardada é a população que aceita o cerceamento de suas liberdades pétreas passivamente.

Acovardada é a extrema mídia que, para ajudar o “poder das trevas”, tenta destruir a reputação de um presidente democraticamente eleito disseminando notícias distorcidas e as vezes falsas.

Acovardados são os que defendem a liberdade de expressão desde que o dito seja favorável à ideologia destrutiva que pregam.

Acovardados são os que usam suas canetas de luxo para tentar calar os apoiadores da verdadeira democracia, que lutam pelos seus direitos listados no artigo 5º da Constituição oficial vigente, garantia inquestionável de um país genuinamente democrático.

Acovardados são aqueles que, não satisfeitos com a facada, querem sangrar o Presidente eleito até a morte.

Portanto, se neste cenário atual, o Poder Executivo, único dos três poderes que está sendo obrigado a seguir a constituição a risca, que utilize o Art 142 da Constituição Federal (vigente) para restabelecer a Lei e a Ordem. Que as algemas voltem a ser utilizadas, mas não nos trabalhadores que querem ganhar o sustento dos seus lares, e sim nos verdadeiros criminosos que estão a serviço do “Poder das Trevas.

“Brasil acima de tudo”

Acesso às armas de fogo no Brasil

A relação dos brasileiros com armas de fogo é delicada. A falta de conhecimento específico sobre o assunto (ignorância galopante) estimula todo tipo de preconceito acerca do assunto. Os interesses políticos, o jogo do poder por detrás das cortinas semitransparentes, cooptam os grandes meios de comunicação em massa e os usam como ferramentas para incutir na mente do homem do povo uma verdadeira demonização da inerte ferramenta de defesa.

As estatísticas indicam que o acesso e mantimento de armas de fogo diminuem consideravelmente a violência (urbana e rural) em todas as suas formas. Veja mais em: https://livrariadobene.com.br/

As armas de fogo a que me refiro aqui são as que servem para defesa pessoal em iminente perigo. Cada equipamento tem sua função, assim como cada ferramenta tem seu valor. O que é melhor: uma faca ou um machado? Depende. Se você levar uma faca para cortar uma árvore ou trouxer um machado para o jantar de gala, provavelmente estará meio confuso. São chamadas ”armas leves” os equipamentos que podem ser carregados e operados por uma única pessoa. Já as ”armas de artilharia” são os equipamentos de uso militar, usados para combate em maior escala.

O comércio de armas leves já existe plenamente no Brasil, sem necessidade de registro ou preparo, bastando saber aonde ir e com quem falar… Já quem quer exercer seu direito natural de defesa seguindo corretamente a lei e os protocolos tem à sua frente todos os impedimentos legais e protocolares para tanto.

E também quem precisa defender. Servidores da justiça e da segurança pública enfrentam tal como o cidadão comum o sistemático sucateamento do equipamento necessário ao serviço. É tragicômico que a Polícia Militar do Rio de Janeiro ainda tenha comissionadas metralhadoras Madsen, um modelo criado em 1902 (era da Primeira Grande Guerra) e descontinuado em 1955. E receberem carabinas para combater fuzis…

Ou verdadeiras armas de artilharia… E assim seguimos nossas vidinhas de gado, prontos para o abate de predadores, sem nos ser dada a oportunidade de nos defendermos.

A puliça acuada…

A puliça escangalhada…

Police rifles break down in the middle of the confrontation | Factual RJ Official

A puliça baleada…

AS ARMAS SÃO EFICAZES PARA DEFESA PESSOAL? | Cortes do Venus

E quem não era para ter já tem…

Pedra nos rins (cálculo renal)

Compartilhado originalmente em 20/04/2017

Fonte: Dr. Leonardo Aragão – Clínica Médica e Nefrologia

PEDRA NOS RINS (CÁLCULO RENAL)

Cálculos renais, ou pedras nos rins, são formações endurecidas que podem surgir nos rins e comprometer outro ponto do canal urinário. Como o ureter, canal que transporta a urina até a bexiga, é muito estreito, a pedra pode ficar presa. Para expulsá-la, o organismo provoca contrações e surge a dor intensa.

Sintomas

-Dor aguda que começa nas costas e se irradia para o abdômen em direção da região inguinal.
-Sinais de sangue na urina.
-Náuseas e vômito.

Prevenção

-Beba muita água regularmente. De dois a três litros por dia.
-Modere a ingestão de sal.
-Regule a ingestão de alimentos ricos em cálcio e proteínas.
-Controle a obesidade e hipertensão.

Nunca se automedique! Procure o seu médico em qualquer situação como as descritas acima.

Civilidade

Compartilhado originalmente em 18/04/2020

Abordando o problema do suicídio

Compartilhado originalmente em 13/04/2017

Fonte: https://web.facebook.com/eurekka.me/posts/1939455519617583


A quantidade de pessoas que zombam do problema, somada à quantidade de pessoas que têm preconceito sobre o problema, somadas à quantidade de pessoas que insistem em enfiar sua religião no meio do problema é preocupante. A seguir, mais uma vez, uma série de fotogramas para abordar de forma pragmática esse mal da sociedade contemporânea.

Depressão e outras doenças psíquicas.

Compartilhado originalmente em 09/04/2017

Fonte: CNJ. https://web.facebook.com/cnj.oficial/photos/a.191159914290110/1485440194862069/

Nesta postagem, faço redivulgação dos conteúdos relacionados às doenças psíquicas.

Como saber se você está com depressão?
Conjunto de vídeos explicativos.

Como saber se você está com depressão?

Suicídios, setembro amarelo e vida que segue.
Texto feito para pessoas que estejam passando por crise.

Suicídios, setembro amarelo e vida que segue.

A segunda pandemia: ansiedade, pânico e depressão
Alerta acerca dos impactos do isolamento social e do medo da pandemia sobre a saúde psíquica das pessoas.

A segunda pandemia: ansiedade, pânico e depressão

Pesquisa revela que jovens não percebem depressão como doença | SBT Brasil (28/08/19)
Matéria jornalística.

Pesquisa revela que jovens não percebem depressão como doença | SBT Brasil (28/08/19)

Drauzio Varella no Fantástico – Não tá tudo bem, mas vai ficar
Série de vídeos apresentados pela emissora Globo sobre saúde.

Drauzio Varella no Fantástico – Não tá tudo bem, mas vai ficar

Suicídios na UERJ – Uma questão ainda não solucionada.
Um de meus textos mais lidos: crítica ao modo de abordar o problem do suicídio em meu local de trabalho.

Suicídios na UERJ – Uma questão ainda não solucionada.

Conscientização sobre a saúde mental.
Texto que copiei da rede social de minha amiga Claudia.

Conscientização sobre a saúde mental.

Como ajudar alguém que sofre de Síndrome do Pânico/Ansiedade

Fonte: https://pt.aleteia.org/2017/03/15/como-ajudar-alguem-que-sofre-de-sindrome-do-panicoansiedade/

Compartilhado originalmente em 02/04/2017


Fonte da imagem: Wikihow

Aqui você encontrará algumas dicas básicas e essenciais para entender melhor esse problema e saber até que ponto e de que maneira ajudar

A síndrome do pânico não é frescura, bobagem ou loucura. Nunca diga a uma pessoa que apresenta sintomas de pânico que ela não tem nada demais ou que é fraqueza dela. A síndrome do pânico é um problema real que deve ser levado a sério. É importante saber que a pessoa já sofre o bastante com os sintomas da doença, fazê-la se sentir fraca ou perturbada mentalmente é muito cruel e absolutamente desnecessário. A pessoa não é fraca nem covarde, apenas está doente e precisa de ajuda.

Não exerça nenhum tipo de pressão

Se uma pessoa com esse problema diz que não tem condições de fazer algo é porque realmente não tem. A síndrome do pânico não impede o paciente de perceber suas limitações com relação à doença. Não fique insistindo pra ela sair ou desencanar; acredite, ela quer muito isso, mas não está em condições de enfrentar algumas situações sem ter uma crise ou mal-estar. Tenha muita calma.

Evite formas de incentivo grosseiras ou agressivas

Evite tentar incentivá-la “dando um empurrãozinho” ou um “chacoalhão”, esperando que assim ela reaja. A pessoa está certamente muito sensibilizada e esse tipo de incentivo pode soar como uma agressão para ela, pois certamente se sentirá fraca diante dos outros. Gritar ou dizer certas coisas em tom muito entusiástico para provocar uma reação pode atrapalhar mais do que ajudar.

Evite contar histórias trágicas ou de enfermidades para quem tem esse problema

Em geral, durante o período de crises, a pessoa fica muito suscetível a incorporar sintomas às suas crises, tem medo de ter a mesma doença que ouviu falar ou de sofrer um acidente como “aquele que aconteceu com a vizinha…”

Mantenha a calma durante as crises

Embora seja difícil, procure manter a calma se a pessoa tiver uma crise. Se você não se abalar , mostrar que está por perto para ajudá-la e conseguir acalmá-la, dar segurança, dificilmente ela terá outra crise perto de você. Se você se envolver no desespero do paciente, dificilmente poderá ajudá-lo. As crises podem demorar um pouco, mas elas passam.

Evite tratar quem tem o problema como um coitadinho

Qualquer ser humano se sente inferiorizado quando sentem pena dele. Cuide da pessoa com confiança em sua recuperação e não como se ela fosse uma vítima das circunstâncias.

Jamais indique medicamentos por conta própria ou por experiências de terceiros

Deve-se sempre consultar um psiquiatra para saber qual o tratamento mais indicado para cada caso.

Seja paciente com a pessoa e consigo mesmo

É preciso ter muita paciência e não é nada fácil entender o que se passa nessa situação. Por isso, se você se sentir impotente ou incapaz de entender e ajudar, saiba que isso é bastante comum. Você jamais deve se sentir um inútil por não poder resolver o problema. A melhor ajuda que você pode dar é manter a calma e confiar muito na recuperação da pessoa, mostrando sempre que você está ali para apoiá-la. Se for necessário, procure um dos grupos de ajuda. Eles também podem ajudar as famílias dos pacientes e dar maiores informações sobre a doença.

(Via Psiconlinews. Fonte: Sindromedopanicorenasca)

 

Metodologia prática para educação infantil (2)

Originalmente publicado em março de 2018.