Interatividade em EAD – Parte 3

TECNOLOGIA EDUCACIONAL
Associação Brasileira de Tecnologia EducacionalEsta revista publicada originalmente em 2013 é composta dos seguintes arquivos que podem ser úteis em seus estudos sobre EAD:

  • APLICANDO ESTRATÉGIAS FUNDAMENTADAS PARA PROJETAR E SEQUENCIAR INTERAÇÕES EM E-LEARNING
  • FORMAÇÃO EM SERVIÇO DE GESTORES ESCOLARES À DISTÂNCIA: A EXPERIÊNCIA NA UFRJ
  • REVISÃO DO MODELO DE ATSUSI HIRUMI PARA O DESIGN DE INTERAÇÕES EM E-LEARNING
  • DISCIPLINAS VIRTUAIS – UMA EXPERIÊNCIA EM CONSTRUÇÃO
  • EMPREENDEDORISMO E EDUCAÇÃO – UM ELO VITAL
  • TECNOLOGIA E A BUSCA DO SENTIDO

Disponível em: http://www.academia.edu/3764280/Revista_abt_2013_artigo_p_62

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Interatividade em EAD – Parte 2

A INTERAÇÃO EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: MOTIVAÇÕES E INTERESSES DOS ALUNOS
Ana Luisa Mülbert
Ariane Girondi
Alice T. Cybis Pereira
Marina K. Nakayama

A interação em ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs) é fenômeno de substancial importância para o sucesso de programas de ensino a distância. Neste artigo, discutimos sobre as motivações de alunos para interagir por meio de AVAs. A partir dos diálogos desenvolvidos pelos alunos, foram categorizados os seguintes motivos e interesses: (a) dúvidas operacionais, de conteúdo e de avaliação, (b) iniciativas para a colaboração, (c) desejo de afiliação ao grupo, (d) manifestações de afetividade, (e) negociação e conflitos e (f) desejo de privacidade e não supervisão. Os dados coletados correspondem aos diálogos desenvolvidos entre alunos e professores, em um curso superior a distância, submetidos à análise de seu conteúdo em uma abordagem interpretativista.

Texto completo: 21972-80763-1-SM


Fonte: http://seer.ufrgs.br/renote/article/viewFile/21972/12745

Interatividade em EAD – Parte 1

TEORIA DA DISTÂNCIA TRANSACIONAL
Michael G. Moore

Este artigo foi, originalmente, publicado em inglês como um capítulo no livro “Princípios Teóricos de Educação a Dsitância”, editado por D. Keegan (Londres: Routlege, 1993). Foi traduzido, com a permissão do autor, por Wilson Azevêdo e José Manual da Silva para colocar o conteúdo acessível aos leitores de língua portuguesa. Foi considerado apropriado abrir a seção de teoria deste número da nossa revista com uma discussão sobre educação a distância numa perspectiva que é diferente e e mais útil do que os conceitos normalmente encontrados na maioria das publicações e nos pronunciamentos governamentais sobre o assunto. No processo ensino-aprendizagem o conceito da “distância” – ou do seu inverso “proximidade” – pode ser mais útil, se concebido em termos de suas variáveis psicológicas e pedagógicas do que sob os fatores geográficos e tecnológicos que dominam a maior parte das discussões. A discussão aqui introduzida tem continuidade na seção “Interação” da revista. Todos os leitores estão convidados a participar.

Texto completo: 2002_teoria_distancia_transacional_michael_moore


Fonte: http://www.abed.org.br/revistacientifica/revista_pdf_doc/2002_teoria_distancia_transacional_michael_moore.pdf