A Verdadeira História de BOLSONARO | Documentário COMPLETO – Partes I e II

Ainda estou esperando esse presidente frouxo peitar o STF e soltar os presos políticos. Afinal, ele jurou defender a Constituição, não é?

A Verdadeira História de BOLSONARO | Documentário COMPLETO – Partes I e II

Mundo Polarizado | Olimpio Araujo Junior

Preconceito, medo e aversão. A crise da comunicação no século XXI.

Primeira parte

Nessa última semana pátria ocorreu um fato com o amigo Veber que me deixou pensativo. Em sua rede social, ele manifestou seu descontentamento com o atual governo, uma ação absolutamente normal. Logo em seguida vieram os comentários e a viciosidade da rede social demonstrou-se de forma clara. Aqueles que concordam com ele, manifestaram-se a favor; aqueles que discordam, contra. E aí veio o fato que me encafifou.

Obviamente não irei expor aqui a vida privada doutrem, mas gostaria de comentar o ocorrido, uma vez que a rede social é um ambiente público.

É evidente, pelo teor de suas respostas, que ele se indispôs (ao menos argumentativamente) com seus opositores. Primeiramente pelo baixo nível dos comentários que recebeu. Segundamente por expor longamente seus argumentos e não os ter nem ao menos considerados.

Na atitude de Veber vi um erro. A rede social é um local para expor suas próprias opiniões, não é um ambiente propício para o debate. Ele não pediu a opinião de ninguém, não tentou convencer ninguém, não fez propaganda de nada. Apenas e tão somente expressou seu sentimento diante de um fato de política nacional (direito de todo cidadão). E do nada vem alguém(ns), sem ser(em) convidado(s), para criticar sua postagem. Para quê replicar? Para quê gastar tempo com um comentário não solicitado? Não seria mais simples apenas deixar os outros pensando o que quisessem?

E me vi com uma nova questão a partir daí.

Com o advento das tecnologias de comunicação e informação, vivemos num mundo em que podemos escolher especificamente as informações que desejamos obter e as pessoas ou grupos com os quais queremos manter contato. Essa seletividade por um lado é muito boa, pois podemos filtrar apenas as informações que desejamos, segundo nossos interesses e inclinações. Por outro lado essa seletividade é muito ruim, pois tendemos a procurar somente aquilo que é do nosso agrado, que corrobora com nossas opiniões, que está conforme nossas idéias. Voluntariamente evitamos nos expor àquilo que nos desagrada, conseqüentemente, evitamos o contraditório.

Desse modo formam-se as ”bolhas”. Grupos que muito pouco se comunicam entre si ou, no caso de ideologias opostas, não se comunicam. Não há troca de idéias entre grupos antagônicos dentro das redes sociais, principal forma de comunicação do século XXI. E grupos politicamente dicotômicos tendem ainda a procurar diferentes redes sociais. Facebook, Twitter, Youtube de um lado. Rumble, Parler, Telegram do outro.

Essa separação entre os grupos que ocorre naturalmente nas redes sociais, essa formação de bolhas, se retroalimenta de forma exponencial. Você literalmente pode encontrar qualquer informação na internet que esteja de acordo com o seu ponto de vista, não importa qual for. O excesso de informação não fidedigna permite que qualquer pessoa encontre argumentos para defender o que quiser. Veja o exemplo do vídeo abaixo.

Não é só sobre política. É sobre tudo! Ciência, História, Medicina… Qualquer argumento, por mais estapafúrdio que seja, possuirá defensores, e sem um filtro adequado, sem a aferição de fontes, sem ponderação, podemos nos encontrar acreditando em mentiras sem percebermos.

Vamos tomar o exemplo do amigo Veber novamente: política nacional. Hoje identificamos duas grandes bolhas, designadas por alcunhas pejorativas dadas, claro, pelo lado oposto. Nisso já encontramos um primeiro ponto a ser considerado. Ninguém vitupera outrem gratuitamente. No mínimo, conserva em si repulsa pelo sujeito. E essa aversão se manifesta nas palavras, nos atos, nos pensamentos.

”Esquerda”:

— Como é possível que esse gado bolsominion esteja defendendo um psicopata como Bolsonaro? Será que não estão vendo que ele é um risco ao país? Será que não estão vendo que ele e a família são milicianos do Rio de Janeiro? Que ele está preparando tudo para não ter eleições ano que vem? Será que não vêem que o bozo é racista, machista, homofóbico, que não sabe governar o país e passa mais tempo viajando do que trabalhando?

”Direita”:

— Como é possível que essa esquerdalha esquerdopata ainda esteja defendendo a corja do PT e do PSOL? Será que não estão vendo que eles são um risco ao país? Será que não estão vendo que Bolsonaro e a família são gente de bem? Que ele está garantindo eleições limpas para o ano que vem? Será que não vêem que as acusações de racismo, machismo, homofobia são mentiras? Não estão vendo tudo que ele já fez pelo país e o quanto ele trabalha?

Exatamente isso. Dois discursos opostos, completamente antagônicos, em que um lado fala mal do outro e não entende como esse outro não enxerga o que ele vê. Como chegamos a essa situação tão tragicômica? A resposta é simples: é a bolha. Ao não nos permitirmos entender o outro, ao cessar a comunicação com o outro, ao nos isolarmos em nossos mundos individuais, ao somente consumirmos a informação que nos agrada, não escutamos o que o outro tem a dizer. E sem escutá-lo, como poderíamos entendê-lo?

Meu caso, por exemplo. Minhas principais fontes de informação política são o repórter Alexandre Garcia, que já citei várias vezes; os programas da Jovem Pan, como Os Pingos nos Is, Três por um; e telejornais alternativos, como a RITtv, ou CNT Gazeta. Também vejo a Fox News, além de redes sociais com o Vista Pátria e Visão Libertária. A partir dessas fontes de informação política que escolhi, em muito pesando o fato de terem alinhamento ideológico similar ao meu, encontro mais e mais argumentos que sustentam minha perspectiva política. Em contrapartida eu realmente não consigo entender como alguns de meus amigos defendem o outro lado.

Eu conheço razoavelmente os argumentos da esquerda e eles simplesmente não se sustentam sob um escrutínio mais minucioso. Eu não consigo entender, para mim é óbvio. Mas para o outro lado não. E nisto está o ”pulo do gato”: para o outro lado é exatamente a mesma coisa! Nenhum dos argumentos que eu apresento se sustenta, nada do que eu fale encontra eco na linha de raciocínio oposta. Nossos grupos se distanciaram tanto que hoje vejo o debate ser impossível. É como se não houvesse um ponto em comum para começar, um ponto de partida conjunto para construir e desconstruir os argumentos políticos que defendemos.

Isso por si é um absurdo. Eu já disse tantas vezes que me formei numa faculdade de Filosofia pública e me mantive de ”direita” por todo o curso. E de tantos e tantos embates que tive por conta disso. E eu sempre conseguia apaziguar os ânimos com minha seguinte construção:

Nós temos olhos, ouvidos, nariz e boca.
Nós temos pernas e braços.
Nosso sangue é vermelho, nossos ossos são brancos.
Nós vemos o mesmo céu, respiramos o mesmo ar, pisamos a mesma terra, bebemos a mesma água, olhamos as mesmas estrelas.
Nós gostamos de algumas pessoas e não gostamos de outras.
Rimos quando estamos alegres e choramos quando estamos tristes.
Nós amamos e queremos ser amados.
Nós temos tanta coisa em comum, para quê brigar pelo que temos de diferente?

Após esse primeiro desarme, eu seguia.

Nós queremos exatamente a mesma coisa: uma sociedade justa, segura e próspera, em que todas as pessoas sejam respeitadas, e que todas essas mazelas sociais que vivemos sejam sanadas. Nós só divergimos em como atingir esse objetivo comum.

E assim eu conseguia alguma conversa minimamente compreensível. O sujeito não me via mais como um monstro capitalista opressor e até conseguia entender meu ponto de vista. Só que hoje não dá mais… Não funciona mais. As pessoas não escutam mais umas as outras.

Segunda parte

A melhor forma de apresentar os próximos tópicos, é deixar que eles falem por si mesmos. As três histórias a seguir merecem ser compartilhadas e vistas por todos nós.

A primeira história se refere à documentarista Cassie Jaye criadora do documentário The Red Pill. Sua história ficou famosa no mundo. Originalmente feminista, ela decidiu fazer um documentário sobre os ativistas homens que estavam defendendo os direitos masculinos na sociedade. Seria para ela uma forma de expor seus inimigos e demonstrar que estava certa. Porém durante a confecção do documentário ela teve de escutar os argumentos e as idéias de seus ”inimigos”. E ao final daqueles meses de gravação, ela já não era mais feminista. Ao então apresentar seu documentário, ela foi duramente repreendida pela comunidade feminista, como sendo uma traidora do movimento.

MEETING THE ENEMY A feminist comes to terms with the Men’s Rights movement | Cassie Jaye | TEDxMarin | TEDx Talks

A segunda história se refere a como um músico americano negro conseguiu obter a indumentária mais valiosa dentro da Ku Klux Klan.

Why I, as a black man, attend KKK rallies. | Daryl Davis | TEDxNaperville | TEDx Talks

A terceira história é o conhecido experimento de Norah Vincent. Nele, Norah viveu como um homem por um ano e meio, e pode compreender que as idéias que as mulheres têm sobre os homens estão em grande parte erradas.

ESSA FEMINISTA PASSOU UM ANO FINGINDO SER UM HOMEM E SE SURPREENDEU! | Canal Tragicômico

 

Conclusão

Vivemos num apartheid de idéias. Numa sociedade em que as pessoas não escutam mais umas às outras. Imersos na internet, perdemos o contato humano, o contato com o mundo real, o mundo político (no sentido mais estrito do termo) onde as decisões sociais são tomadas. A sociedade em que vivemos perdeu suas referências morais, suas referências familiares, suas referências transcendentais. A excessiva quantidade de desinformação, de equívocos ou mentiras, aliada à auto-segregação tornou-nos todos avessos ao simples ato de parar e escutar. Já temos todas as respostas! Eba! Pode fechar tudo, a aula acabou!

Ver também: Gosto se discute, sim.

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Ver também: Por que a beleza importa? – Roger Scruton

Este narcisista mundo em que todos somos doutos apedeutas é um grande terreno fértil para o desastre. Porque a falsa sabedoria oculta a ignorância. A ignorância alimenta o medo. O medo alimenta o preconceito. O preconceito alimenta a raiva. E a raiva alimenta a discórdia.

É inviável encontrar um acordo num mundo em que ninguém escuta os demais. Ou ao menos, não escuta aqueles que são diferentes de si mesmo. A revolução tecnológica corrente representa o maior desafio pelo qual a humanidade já passou. Como lidar com o outro se a proximidade física já não é mais necessária? Como lidar com tanta informação? Será que os nativos digitais realmente não estão desenvolvendo capacidades de relacionamento interpessoal? E nós, millenials, imigrantes digitais, como lidar com essa nova geração? Como nos comunicar com eles? Como eles se comunicam conosco?

Ver também: O uso intenso dos smartphones atrasa o amadurecimento de crianças e adolescentes

Ver também: ‘Geração digital’: por que, pela 1ª vez, filhos têm QI inferior ao dos pais | Ouça 17 minutos | BBC News Brasil 

Ver também: O que deu errado com os millennials, geração que foi de ambiciosa a ‘azarada’ | Ouça 15 minutos | BBC News Brasil

Não temos essas respostas. A revolução digital está acontecendo de modo muito rápido e ninguém sabe ao certo como estimar as conseqüências disso nos médio e longo prazos. Apenas uma coisa é certa: estamos paradoxalmente vivenciando uma crise na comunicação interpessoal, cujo impacto se verifica especialmente no mundo político (sentido amplo) e está afetando negativamente de forma direta o sistema democrático ocidental. Em lugar de facilitar a troca de idéias, a rede está favorecendo a segregação de grupos incomunicáveis entre si, cujo eventual contato se resume a acusações, preconceitos e insultos.

E perdemos exatamente aquilo que trouxe a humanidade até aqui. A ferramenta que criou a Filosofia, que criou a Política, que desenvolveu a civilização. O mais simples ato entre duas pessoas: conversar, isto é, ouvir o que o outro tem a dizer e aprender com isso.

Veber estava certo ao responder o intrometido e mal-educado comentário. Ainda que não tenha sido escutado…

E aí, Frouxonaro?

Mensagem do Excelentíssimo Senhor Embaixador da República Popular da China no Brasil

É muito fácil levantar a voz em reunião com seus subordinados.
E em seguida botar o rabo entre as pernas frente às otoridades.

É muito fácil urrar palavras de ordem em reunião com seus apoiadores.
E em seguida se acovardar com os despachos e macumbas de togados.

É muito fácil participar de passeata, motociata, tanqueciata com quem lhe segue.
Dizer que vai fazer e acontecer.
Dizer que é a favor da liberdade, mas não protegê-la.
Dizer que é a favor da família, mas não protegê-la.
Dizer que é a favor da propriedade, mas não protegê-la.
Dizer que é a favor da democracia, mas não protegê-la.

Não basta só não fazer merda. Também faz parte de seu mandato impedir que os outros façam merda.
Nós acreditamos no que disseste. Nós o apoiamos, nós o elegemos, nós exigimos que faça alguma coisa além de só falar.

”No que depender de mim”…
Compreendemos: tentou governar pelo exemplo.
Tentou governar pela ideologia.
Esperou patriotismo de traidores.
Esperou honestidade de corruptos.
Esperou ética de criminosos.
Esperou por um sonho e ainda sonha.

Nós já acordamos. Acordamos numa guerra em que só um lado está armado, com jornais, sentenças e câmaras. Acreditar nas leis feitas por um congresso cleptocrata, numa constituição quase comunista, num Estado aparelhado, na mudança da imprensa foram erros inocentes e crassos.

Toda hora falas que um homem sozinho não resolverá o país.
Pois bem: um líder que não protege nem defende os seus termina sozinho e fraco.

Conservadores são presos.
Repórteres são presos.
Congressistas são presos.
E não fazes nada?

Será que o doutor tirou além do saco de bosta da facada, também o saco de homem?
Será que a cadeira presidencial te tirou os colhões?
Ou foste sempre só um homem de garganta?

Será que vale continuar defendendo um homem que não nos defende?

Veja mais em: Opinião

Civilidade

Compartilhado originalmente em 18/04/2020

O erro da política de cotas

Atualizado em 08/09/2021: revisão de texto.

Toda ação afirmativa de cotas é um erro, pois não aborda diretamente a origem do problema, postergando ou protelando sua solução, apenas ofertando um pseudo-paliativo que produz outros problemas.

Discorri amplamente sobre o argumento do problema das cotas no sistema de ensino, dentre outros, em meu artigo ”A falácia sobre a educação” que pode ser baixado aqui: Edições Independentes

A origem do argumento: a realidade estadunidense.

A política de cotas raciais é um erro advindo da transposição irrefletida e imponderada de argumentos analíticos sobre a realidade estadunidense para a realidade brasileira. Não por nada, somos pejorativamente alcunhados de macacos (”Monkey see, monkey does…”), consumindo todos os enlatados ideológicos e culturais americanos, tal como comprávamos patins de gelo da Inglaterra durante o período do Brasil Império.

Não há neve no Brasil como há na Inglaterra e não há racismo no Brasil como há nos Estados Unidos. É uma falácia afirmar que somos um país racista. Diferentemente dos EUA, em que as diferentes etnias estão literalmente divididas fisicamente, ou seja, formam guetos separados, bairros próprios, isso não acontece no Brasil.

Nos EUA, as pessoas são separadas e classificadas por sua cor de pele, origem ancestral e até mesmo local de nascimento. Rednecks, afro-americanos (subdivididos conforme etnia negra, exemplo: nigerino-americano), ítalo-americanos, hispano-americanos, germano-americanos, latinos, judeus, árabes etc. Lá cada grupo forma seu bairro e sua rede de relações.

Isso seria um absurdo no Brasil. Aqui o bairro judeu é o bairro árabe. Perto de onde moro, era um bairro português e italiano. Deste lado do equador, o nordestino mora ao lado do sulista. Não somos uma nação multicultural, somos uma nação miscigenada. Uma anedota que Alexandre Garcia costuma contar é a de que durante a participação brasileira na Segunda Grande Guerra, os soldados americanos se surpreenderam com a organização de nossas tropas. Enquanto eles subdividiam seus pelotões entre negros, brancos etc., nossas tropas tinham nas mesmas fileiras homens de todas as cores. O que era espantoso para eles é o nosso normal. E o normal deles é o impensável para nós.

Diferentemente dos EUA, onde os negros perfazem uma minoria da população de 13,4%, no Brasil negros e descendentes formam a maioria da população. O argumento de que são a minoria é inválido. Somos um povo tão miscigenado que atribuir uma raça única a uma pessoa é uma tarefa difícil. (No caso deste escritor, tenho ascendência portuguesa, italiana, espanhola, árabe, judia e um pezinho na África, não necessariamente nessa ordem…).

Mr. Worldwide
Típico brazuca

A mentira sobre ”racismo sistemático”

Já mesmo em 1889, um mês após o recém-criado Brasil republicano, aprovou-se uma lei para a naturalização automática dos imigrantes. Nunca tivemos uma política de apartar (apartheid), não possuímos autores ou correntes ideológicas defensoras de racismo de qualquer tipo, não temos movimentos de supremacia de cor, como a (marxista?) Ku Klux Klan ou o Black Power, e não tivemos em todo o período republicano uma legislação segregacionista.

Pelo contrário, a legislação do Brasil proíbe e pune o racismo, criminalizando sua conduta e até mesmo sua expressão. Os indivíduos infratores são processados pelo Estado e execrados pela população.

Dissonante a isso surge o falacioso argumento de que possuímos um racismo sistêmico. Ao desvincular o crime de um agente punível e passar a atribuí-lo artificialmente a um (inexistente) sistema abstrato, que por sua natureza não poderia ser punido, o queixoso exime-se de apresentar as provas para seus argumentos: ”— Minha condição é culpa do racismo do sistema!”. Ora, mas no Brasil o racismo é um crime cometido por indivíduos, não pelo sistema! Onde estaria o agente do racismo? Qual lei? Qual costume? Qual autoridade? Sem discernir o agente, essa fonte do problema (inventado) continuará permanentemente (e convenientemente) irresoluta. Mas isso não importa em nossa hipócrita política nacional.

O fundo político da política de cotas

Conforme explanei rapidamente em ”Discussão e debate no país dos analfabetos”, a ”esquerda” falaciosamente usurpa para si o rótulo de ser a ”defensora dos oprimidos”, prometendo a solução das questões sociais, auto-atribuindo-se o monopólio de defensora do ”bem-estar do povo”.

É um argumento simplista: a liberdade de mercado do capitalismo gerou todas as mazelas do mundo, logo o contrário, o comunismo, em que os malvados grandes capitalistas exploradores de pobres são punidos e o Estado controla tudo, deve resolver todos os problemas. ಠ_ಠ Este é o cerne da idéia revolucionária: a mudança total de sistema.

Sua mais marcante característica administrativa é o aumento da máquina estatal para servir como ”pai protetor e provedor” (em substituição de outros valores, como família e religião) e implementar políticas populistas, isto é, que tenham como finalidade agradar a população e carismaticamente obter seu apoio.

Seguindo essa linha de pensamento, a política de cotas raciais, por exemplo, é eleitoreiramente útil: como a maior parte da população é de cor, ao receber essa benevolência do gestor do Estado, essa maioria votante se sentiria protegida e amparada contra o perverso sistema capitalista patriarcal tirânico ocidental… ಠ_ಠ

Nisso nasceram as ações afirmativas, um nome bonito para racismo reverso, em que o Estado passa a discriminar a maioria em favor da defesa de uma ”minoria oprimida”. E assim surgiu o paradoxal racismo sistêmico, que antes não existia no Brasil, onde a maioria da população é mentirosamente descrita como minoria e inconseqüentemente beneficiada com ”benefícios sociais” individualistas que não apenas não beneficiam a sociedade, como também lhe trazem ainda mais problemas.

O problema factual das cotas raciais

Dentre essas ações absurdas, está a política de cotas raciais. Fundamentada na suposta defesa dos negros, elas reservam determinado número de vagas em instituições de ensino, em concursos públicos e agora também em vagas de emprego para pessoas de determinado tom de pele. Mas reservar cotas para negros equivale a dizer que eles não têm condições ou capacidade de concorrer em igualdade com pessoas de outro tom de pele… Particularmente, eu consideraria isso ofensivo se fosse negro.

Said what, motherfucker?

Além disso, discriminar uma pessoa pelo tom de pele independentemente de sua realidade social não atende ao argumento de ”proteger o oprimido”. Isso significa que um paupérrimo nordestino branco, ou um sulista loiro de olhos azuis morador de favela podem ter sua vaga tomada por um negro financeiramente abastado. A estratificação social brasileira é bastante miscigenada, com muitos descendentes de europeus e asiáticos vivendo em condições precárias, assim como há descendentes de negros que obtiveram ou gozam de sucesso financeiro.

De fato, quando você toma o topo da pirâmide social (o 0,1%), vê que é composta por uma ínfima minoria de famílias não negras extremamente ricas. O erro ocorre ao tomar esse substrato da pirâmide para representar a realidade de toda a estrutura social, como se não houvesse negros financeiramente bem sucedidos ou brancos miseráveis, e como se a majoritária população miscigenada estivesse numa única camada social.

O problema factual das cotas sociais

Outro argumento em favor de políticas de cotas que pode ser trazido à lume é o de que as cotas poderiam ser benéficas se em lugar de raciais elas fossem sociais. É o argumento de que em lugar de segregar as pessoas pelo tom de sua pele, deveria ser dada chance àqueles que não tiveram oportunidade de acesso a um sistema educacional eficiente ou àqueles que provêm das camadas mais pobres da população. Seria assim uma forma de fazer ”justiça social”.

O problema dessa abordagem é a de que isso também continua sendo apenas um mero paliativo. Em lugar de abordar a origem do problema, mais uma vez cria-se uma máscara com a face de uma falsa benevolência.

De quê adianta cotas para estudantes de escolas públicas? O correto é fazer com que o sistema público de ensino seja tão forte quanto o privado e que os estudantes possam concorrer a vagas em igualdade de condições. De quê adianta cotas para estudantes pobres? O correto é abordar e efetivamente eliminar a questão da pobreza extrema. Afinal se o aluno vai para uma boa faculdade de dia e retorna para as dificuldades à noite, como será a qualidade de sua formação?

A perenidade do paliativo temporário

Ainda que a proposta para uso de cotas seja de uso temporário, todo brasileiro sabe que aquela gambiarra também foi feita para ser temporária… Inevitavelmente aquilo se tornará uma política permanente, dificultando a solução do problema inicial e criando outros problemas não previstos. O Estado deveria existir para nos auxiliar a nos organizarmos para resolver os problemas e não para criar outros mais…

Toda política de cotas fundamenta-se numa falsa benevolência que não aborda tampouco resolve a origem do problema social que levou à ”necessidade” de ter cotas em primeiro lugar. É um argumento puramente eleitoreiro que funcionaria se os brasileiros conscientes fossem tolos. Após tantos anos de promessas, ninguém mais acredita em políticos e suas verborragias.

Como conservador, minha defesa é a de que em lugar de destruir tudo para fazer algo diferente, podemos aproveitar o que funciona e consertar o que não está dando certo. O sistema de mercado liberal não é perfeito, mas trouxe a melhor civilização da história da humanidade até agora. Nunca se viveu tanto, tão bem, e com acesso a tantos recursos como hoje. Há problemas sim, muitos. Mas em lugar de destruir tudo, creio que seja melhor consertar só o que está errado. Disparidades, hierarquias e desigualdades sempre existirão, essa é natureza humana. Para este assunto, o que proponho é melhorar maciçamente a qualidade de vida da camada mais baixa da população, assim ninguém precisará de ”ajuda” do governo.

Hodiernamente a situação em que o indivíduo nasce no Brasil é fator praticamente determinante de como será todo o resto de sua vida. Nossa sociedade deveria se focar em promover condições iguais de acesso a todos, não a este ou àquele grupo; em ações que efetivamente resolvam a origem do problema, em lugar de políticas públicas populistas.


Para saber mais:

Defendo que seja possível conciliar a liberdade econômica e individual com a defesa da ética e da moral. Ver: Hans Küng: A Global Ethic for Global Politics and Economics (1997)

Notícia: Ministério Público do Trabalho rejeita denúncia contra Magazine Luiza – 25/09/2020 – https://www.conjur.com.br/2020-set-25/ministerio-publico-trabalho-rejeita-denuncia-magazine-luiza

Outra proposta: Projeto Vênus. 

Segunda postagem: Projeto Vênus 2

O sonho americano acabou

Com a prisão do deputado Daniel Silveira aprovada por ampla maioria de seus pares, a Câmara dos Deputados Federais do Brasil concedeu plenos poderes de intervenção ao Supremo Tribunal Federal.

O Senado Federal, parte do sistema bicameral que forma o Poder Legislativo, está em plena sintonia com o Supremo Tribunal Federal, ou seja, ambos estão em harmonia. Segundo a legislação do país, somente os senadores podem julgar os ministros do STF, assim como somente os ministros do STF podem julgar os senadores.

Ocorre que o homem médio de nossa população tem grandes suspeitas de que os integrantes dessas duas instituições estejam envolvidos com corrupção e outros crimes. Disso advém a suspeita de que ambos os poderes estejam corrompidos e estejam se protegendo mutuamente.

O único que poderia utilizar o poder coercitivo do Estado para devassar a máquina pública e sanar todas essas questões seria o presidente da República, o Frouxonaro, mas ele já disse que não quer interferir.

(Aqui faço uma ressalva: não sabemos se as Forças Armadas do Brasil já foram cooptadas, tal como foram as da Venezuela. Logo é perfeitamente possível que não seja o caso de ele não querer fazer, mas ser o caso de ele ter chegado tarde demais e já não mais poder fazer. Em ambos os casos, porém, as manifestações publicas do presidente são de um homem fraco. É fácil erguer a voz frente a seus asseclas e subordinados. Não o vi fazê-lo frente a seus antagonistas. ”Não acabou porra nenhuma…”)

O quadro geopolítico mundial está cristalinamente evidente:

  • Crescimento praticamente exponencial da economia, da força militar e da influência da China.
  • Fraude nas eleições dos EUA, resultando num presidente estadunidense de viés marxista.
  • Isolamento de Israel, a barreira necessária ao avanço do Islamismo no Oriente Médio.
  • Decadência política, econômica, militar e cultural européia após anos de imigração descontrolada.
  • Avanço do Islamismo na África.
  • Foro de São Paulo dominando países-chave como Venezuela, Cuba, Argentina e Nicarágua.
  • México afundado no narcotráfico, em vias de se tornar mais um narcopaís, como Colômbia e Bolívia.
  • A África do Sul não tem forças para continuar sua emergência.
  • A última esperança de liberdade do mundo resta na Índia, cuja paupérrima população não está preparada para resistir a uma guerra aberta contra a comunista China ou o muçulmano Paquistão.
  • E o último bastião da liberdade americana, o Brasil, acabou.

O controle do país está agora totalmente nas mãos dos ministros do STF, indicados majoritariamente por administrações marxistas. Enquanto o presidente restringe-se à administração do Estado, distribui auxílio-emergencial e vai dando água ao nordeste, apaziguando os ânimos e evitando que o descontentamento chegue à maior camada da população, as grandes decisões, as que realmente importam, as que mudam a história, vão sendo tomadas à surdina. E a população consciente assiste impotente e atônita a essa evolução política.

O Tribunal Superior Eleitoral é presidido pelo ministro do STF Barroso, que ora concentra a apuração das eleições em Brasília, eliminando as apurações parciais locais. Com urnas inauditáveis e apuração centralizada, é impossível assegurar a fidedignidade do resultado de qualquer pleito.

Sem qualquer outro nome que represente o conservadorismo liberal que possa ser indicado ao Poder Executivo, e sem representatividade suficiente no Congresso Legislativo, a direita no Brasil perdeu. Qualquer nome que se levante e acene que fará o que Frouxonaro não quer fazer será sumariamente ”afastado”.

Biroliro está sendo apenas um suspiro antes do afogamento. ”Não limpou os chiqueiros.” Nas próximas décadas, o Brasil cairá nas trevas de um governo totalitário marxista. Conjuntamente com o resto do mundo. Assim vemos o fim do sonho americano.

De minha parte, temo ser punido por meus textos anteriores. Escrevi acreditando na vitória da justiça dos homens, ou numa intervenção da justiça dos céus. Agora só me resta retirar-me e cuidar só de minha própria vida, pois, neste país de frouxos, quem tem colhões é castrado.

Novo teste para COVID-19.

O único motivo de postar isso é por conta do ridículo que essa Peste Chinesa já alcançou. E o pessoalzinho da ”ciência”, que responde para você tomar lá, segue esse mesmo ”protocolo”.

Isso é um ultraje.

 

Para saber mais:

https://g1.globo.com/sp/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2021/01/26/medico-fala-de-repercussao-apos-fazer-comentario-com-palavrao-sobre-fake-news-na-web-perdi-a-paciencia.ghtml

https://www.forbes.com/sites/roberthart/2021/01/27/china-deploys-anal-swab-tests-to-detect-high-risk-covid-19-cases/

https://www.washingtonpost.com/world/asia_pacific/anal-swab-china-coronavirus/2021/01/27/cc284f56-6054-11eb-a177-7765f29a9524_story.html

Cinco de novembro de 2020

Possível fraude nas eleições dos EUA.
Furacão Eta destruiu boa parte da América Central.
Mutação do vírus corona na Dinamarca e possível sacrifício em massa de martas.
Israel ordena maior demolição em massa de casas palestinas.
Protestos políticos e ideológicos na europa oriental.
Maior transação suspeita de Bitcoin da história, durante o maior valor da criptomoeda já registrado.
Este tem sido um ano muito difícil.


O mundo está mergulhado em um grande período de caos. Religiões diversas falam de períodos de transformação como este, que anunciam grandes mudanças vindouras. Mas todas as perturbações que ora ocorrem no mundo são oriundas do próprio descaso do homem.

A natureza cobra pelo desrespeito com força e indiscriminação. A vida na Terra sobreviveu a várias grandes extinções em massa e sempre se regenerou frente a graves eventos cosmológicos. Aquecimento global, poluição e desequilíbrios ambientais não são um perigo ao planeta, são sim um perigo à própria humanidade. O homem em seu egocentrismo e megalomania crê que pode fazer frente ao universo, quando na verdade suas ações fazem mal a si mesmo. A natureza se reequilibrará à força se necessário. Talvez essa necessidade também se aplique à moralidade do homem.

O século XX foi marcado por uma grande crise moral. Os valores que trouxeram a humanidade até ali foram questionados por causa dos horrores das guerras que trouxeram consigo. Porém, em lugar de serem reformados, tais valores foram suplantados por outros. O individualismo tomou o lugar dos valores familiares, o materialismo tomou o lugar da religião, a contestação tomou o lugar do respeito mútuo, o consumismo de momento tomou o lugar da preservação para posteridade.

Há duas formas de lidarmos com o mundo ao nosso redor. Reformar, que é a idéia de paulatinamente ajustar o que está errado e conservar o que está certo – mentalidade norteada pelo saudosismo; ou revolucionar, que é a idéia de destruir o que aí está para construir algo novo do zero – mentalidade norteada pelo futurismo. E a ideologia que melhor representa essa variante espúria da filosofia humana é o Marxismo. Baseado no materialismo consumista individual em que “a religião é o ópio do povo”, prega exatamente a idéia de revolução.

Nela a construção do ”homem novo” se dá pela rejeição das liberdades individuais e entrega total e submissão do indivíduo a um Estado todo-protetor, que guia cada passo, diz o que fazer, o que dizer, o que pensar. E esse Estado é o Partido, o grupo de indivíduos ”sábios” que lideram a humanidade.

A esquerda falaciosamente criou uma dicotomia entre o bem social e o mal individual. De modo que todas as coisas boas como acesso à saúde, à educação, à segurança pública, proteções contra violências e preconceitos etc. seriam da esquerda. Falaciosamente se apropriaram da função de ”salvadores do mundo”. Já o culpado por todos esses problemas é a direita e sua exploração, opressão e discriminação.

O capitalismo seria contra o bem da ”coletividade social”, logo tudo o que vem acompanhado dele é ruim também. O modelo de sociedade ocidental seria, portanto, a caixa de Pandora, a fonte de todos os males do mundo. Liberdades individuais, propriedade privada, competitividade econômica, religião, família, tudo isso é ruim. Isso mesmo: religião e família. Eis um exemplo da perniciosidade da ideologia: sustentar uma narrativa para ocultar seu real objetivo.

Para massificar o homem é necessário retirar dele qualquer outro ponto de apoio que não seja o Estado (o Partido). Separar todos, um por um. Dividir para conquistar.

Daí colocar brancos contra negros, ricos contra pobres, pais contra filhos, criar discursos de opressão, repudiar preceitos religiosos, tornar libertina a conduta sexual (mais íntima faceta humana), até mesmo negar a existência de sexos (homem e mulher), atacar a mente e o caráter em formação das crianças. Tornar todos iguais perante o Estado, mas os mantendo diferentes e incompatíveis entre si. Em nome da ”coletividade”, isolar as pessoas umas das outras. Sem poderem se reunir como irmãos, sobra apenas o grande e benevolente Partido para proteger seus direitos, amparar-lhes na vida e orientar (determinar) seus passos.

Ética e moral são conceitos in natura metafísicos. A estrutura de valores, sejam eles quais forem (humanistas ou religiosos), necessariamente parte do pressuposto de que há algo além da mera mundanidade cotidiana. O marxismo é por sua natureza materialista, inexiste em sua mentalidade o conceito de moralidade. Tudo é válido, desde que atinja seu objetivo.

O que vemos hoje é exatamente o reflexo de mais de 200 anos dessa maligna corrente ideológica iniciada por Hegel, tendo sido desenvolvida, enraizada e alastrada no mundo. Hoje alcunhamos seus seguidores genericamente de ”esquerda”. Há nuances nas variantes, mas o núcleo, a espinha dorsal, o modus operandi são os mesmos.

A esquerda é muito bem organizada, disciplinada, orientada e estratégica exatamente porque tal ideologia preconiza massificação e ordenança. Já a direita liberal, por definição, é difusa e complexa, permitindo o autoquestionamento. Embora em menor número, a esquerda foi capaz de se situar em pontos influentes da sociedade (cultura, informação, educação e política), numa estupenda tática de guerra assimétrica. Eles dominaram os centros de divulgação de idéias e tornaram sua narrativa o status quo.

A direita nem percebe que isso já está impregnado até na forma de falar. Toda vez que alguém usa os termos ”classe” para se referir à profissão, ”bem-estar social” para se referir a políticas públicas, ”fobia” para igualar repúdio a discordância, ”gênero” para falar de sexo, ”normatividade” para desqualificar a moralidade, ”exploração” para mencionar remuneração por trabalho, ”privilégio” para designar conseqüências históricas etc. está usando a terminologia da própria esquerda. Ao dominar as palavras com as quais se formulam os pensamentos, a ideologia os controla e os molda.

Retomando o argumento da crise moral, os valores que trouxeram a sociedade ocidental até onde chegamos são três: a cultura grega (as pessoas não têm idéia, mas os valores que portamos são os mesmos desde a guerra de Tróia), a lei romana (as próprias noções de direitos e deveres), e a moralidade cristã (embora de um ponto de vista humanístico tal moralidade seja per se defensável). Essa é a base de nossa sociedade, que tem seus defeitos e suas boas qualidades.

Hoje há apenas três formas de Estado no mundo. A direita liberal cristã, a esquerda socialista ateísta e a teocracia mulçumana. Todos os governos dos países orientais, por conta da colonização, também fazem parte dessa tríade. Isso significa que temos dois grandes inimigos à liberdade: os comunistas e os fundamentalistas islâmicos.

Essas três sociedades são incompatíveis entre si. São valores morais antagônicos, imiscíveis, inconciliáveis. E, infelizmente, exatamente pela falta de norteamento claro, de uma liderança firme, ora vemos o mundo livre ocidental cair no caos. Não foi de um dia para o outro. Há décadas os valores vêm sendo ruídos, pouco a pouco. Utilizando-se exatamente a ”abertura para o diálogo” e a ”divergência de opiniões”, foi-se dando voz e vez aos que querem destruir a possibilidade de se dar voz e vez aos outros.

Como os imigrantes mulçumanos na Europa, absurdamente protestando em passeatas contra a liberdade de expressão. Ou como a ”classe artística” e grande imprensa, massificando mensagens deletérias à juventude, mensagens de libertinagem, de desrespeito à autoridade, contra a fé de seus pais. Foi porque os homens livres não se opuseram, foi porque desejaram preservar a liberdade, concederam-na aos algozes que querem tomá-la. Resultado: estes a usurparam.

A ruína da sociedade dos EUA simboliza exatamente a queda do último bastião que protegia e liderava (capengamente) os homens livres contra essas ameaças à vida e à liberdade. Tal como na alegoria de Adão e Eva (terra e vida), a sociedade foi tentada por uma astuta serpente (marxismo) que prometeu a grandeza divina de uma sociedade perfeita, mas nos desviou do bom caminho. Hoje a família humana cresceu. E tal como Caim e Abel, invejosos (esquerdistas) atacam seus irmãos, acreditando que, fazendo mal a eles, poderão fazer bem a si mesmos.

O egoísmo, o individualismo, o materialismo tomaram o lugar do amor, da família, da fé. A ideologia de um impossível futuro utópico suplanta lentamente o sofrido legado de nossos pais. Somos a ruína de nós mesmos, por ação ou omissão. Falhamos enquanto sociedade e aguardamos dos céus a solução para nossos problemas, um ”dilúvio” para o fim de nossos próprios conflitos, para limpeza do mundo, para um novo recomeço.

E olvidamos que isso não ocorrerá. Que somos responsáveis por nosso próprio destino. Que com nosso livre-arbítrio somos responsáveis por tudo de bom ou ruim que nos ocorra. Esperamos um salvador e nos esquecemos de salvar a nós mesmos, de cuidar do que temos. “E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.” Gênesis 2:15

Como minha mãe me ensinou: “cada um colhe o que planta e paga o que deve”.

Nós, como o coletivo humano, falhamos enquanto humanidade, enquanto grande família humana. E agora estamos pagando por isso.


E mais uma vez a vida imitando a arte…

Guia da pandemia: o vírus corona no Brasil e no mundo.

Editado em 11/12/2020: acrescentados dois vídeos ao final

Editado em 20/02/2021: acrescentada imagem ao final

Editado em 27/03/2021: acrescentado atalho

19/10/2020 ~ 26/10/2020

Guia da pandemia: o vírus corona no Brasil e no mundo.

Neste texto, vamos recapitular o recente histórico da pandemia com foco no cenário cotidiano brasileiro e, em especial, criticando as decisões administrativas tomadas frente à crise sanitária. Vamos elencar os argumentos contrários aos protocolos adotados até o momento e discutir sobre a futura vacina em si. Porém se faz necessário antes analisarmos o contexto em que surge o problema da vacina. Gostaria, portanto, de falar sobre alguns eventos/fatos ocorridos neste estranho ano de 2020.

Da propagação da pandemia

Ninguém sabe exatamente quando começou o problema. O não-transparente governo da China ocultou a existência do vírus para o resto do mundo de início, afirmando posteriormente que tudo estava sob controle quando dos primeiros casos noticiados. Somente em dezembro de 2019 veio a público a notícia de que havia o risco de uma pandemia. Após um mês foi declarada emergência e a pandemia confirmada meses depois.

A origem do vírus é contestada. Acredita-se que se originou na província de Wuhan, possivelmente em um dos mercados de carne animal exótica. Chineses são conhecidos por comer insetos, cachorros e, no caso em questão, morcegos. O primeiro caso teria sido a partir do consumo de um animal infectado vendido em um desses mercados populares de carne. Também há de se considerar o histórico de doenças provenientes da China e do sudeste asiático como um todo, um forte argumento a favor da hipótese do surgimento natural da doença.

Entretanto esse é um problema já esperado desde 2013. Sabia-se da possibilidade de uma nova epidemia causada por corona/SARS/MERS e que ela muito provavelmente seria oriunda de morcegos. Essa teoria foi confirmada já em 2015 em diversos periódicos científicos. Em 2016-2017 foi noticiado por meio de reportagens que haveria risco epidêmico por um vírus manipulado em laboratório na província de Wuhan, onde se situa o centro de pesquisa epidemiológica chinês. Lá são armazenados todo tipo de vírus, bactérias e patógenos biológicos para pesquisa e manipulação.

Disso advém a suspeita de que a linhagem de vírus corona causadora da pandemia possa ter sido criada em laboratório. Independentemente de o vírus ter sido intencionalmente propagado ou escapado por falha humana, essa é uma suspeita plausível.

A hipótese de a pandemia ter sido intencional acolhe argumentos geopolíticos e econômicos.  Observamos que está ocorrendo a repetição de fatos históricos recentes. Quando a China encontra-se em um platô econômico, uma inexplicável praga surge e propaga-se pelo mundo. E tal país torna-se o único a obter ganhos econômicos com isso. Foi assim com a gripe aviária, a gripe suína e agora com a peste chinesa.

Vejamos o caso especificamente na relação Brasil e China. O valor de divisas recebidas com nossa exportação de soja e arroz para a China foi gasto na compra de materiais médicos e insumos de péssima qualidade. Em outras palavras, mesmo com nossos recordes em produção e exportação agropecuária, tivemos prejuízo nessas transações comerciais.

Outros países também vivenciaram situação similar. Queixas inúmeras dos produtos médico-hospitalares chineses, testes de contaminação e outros. E as trapalhadas da OMS (a seguir) prejudicando a saúde e a economia dos países ocidentais.

Coincidentemente o surgimento da peste chinesa se dá no ano de reeleição de Donald Trump e segundo ano de governo de Jair Bolsonaro, dois expoentes contrários à esquerda, líderes de países com grande poder econômico, político e área de influência. Exatamente quando as economias dos dois maiores países capitalistas das Américas começava a se recuperar, surge a praga. Se tais suspeitas se confirmarem, estamos vivenciando o maior projeto de engenharia social da história da humanidade.

Da responsabilidade da OMS (Organização Mundial da Saúde)

O papel da OMS revelou de forma inequívoca a politização da pandemia. Para além das questões econômicas, vimos um órgão internacional servir de instrumento geopolítico em favor do governo chinês, ao ponto de o governo japonês chamá-la de ”Organização Chinesa da Saúde”.

Inicialmente a OMS negou a existência de risco para uma pandemia. Após ter de aceitar a existência da mesma, numerosas previsões e recomendações contraditórias entre si demonstraram que ou não havia conhecimento real do problema, ou que as informações apresentadas a público estavam sendo propositalmente manipuladas.

Como lacaio da China, um de seus representantes simplesmente ignorou o magnífico exemplo de Taiwan para a contenção do problema, numa clara demonstração de subserviência às políticas estipuladas pelo Partido Comunista Chinês.

E em menor destaque, porém simbolicamente mais significativo, a praga não foi cognominada ”peste chinesa” pela imprensa convencional. O constante uso dos termos técnicos ”coronavírus”, ”COVID-19” e ”SARS-Cov-2” para desvincular o problema de sua origem revelam a hipocrisia dos meios oficiais de comunicação, que não se obstam a nomear as demais doenças históricas por epônimos naturais ou por seus locais de origem.

O descrédito herdado fê-la perder o patrocínio dos Estados Unidos, ação que possivelmente será seguida por outros países. Meses de incompetência desfecharam no reconhecimento de que o senso comum seria suficiente para lidar com o problema. De que se devem tentar os remédios à disposição quando não há tempo a perder. Que a economia e a saúde caminham juntas. Que o tratamento não pode ser pior que a doença.

Vejamos agora algumas críticas aos protocolos adotados para o enfrentamento da pandemia.

Do uso de máscaras

Algo de errado não está certo…

Há fortes questionamentos quanto ao uso de máscaras nesta pandemia. Não apenas em relação à sua suposta efetividade no combate à propagação do vírus, mas também no que seu uso representa.

a) Primeiro argumento: se de fato o uso de máscaras é eficiente na prevenção do contágio de doenças respiratórias, por que seu uso nunca foi obrigatório nos hospitais?

Antes da pandemia, dentro dos diversos recintos hospitalares, onde se pressupõe haver grande quantidade de pessoas doentes, nunca foi praxe usar máscaras. Nas salas de espera, nos quartos de hospitais, nos leitos em alas coletivas, sempre vimos os profissionais de saúde, pacientes e visitantes sem máscaras.

Ora, se o uso realmente previne a transmissão e contágio de doenças respiratórias, como a tuberculose, por exemplo, se realmente é eficaz em evitar a propagação desse tipo de doenças, por que nunca foi obrigatório antes?

b) Segundo argumento: há protocolo para uso de máscaras dentro dos centros cirúrgicos. Quando do uso, os médicos tendem a falar o mínimo possível, evitando ao máximo comprometer a capacidade de retenção de fluidos exalados que ficam retidos no equipamento.

De que adianta então fazer o uso contínuo de máscaras enquanto falamos o tempo todo com elas? Esse uso fora dos protocolos padronizados realmente teria alguma eficiência?

c) Terceiro argumento: países como a Holanda e, inicialmente, o Reino Unido não tornaram obrigatório o uso de máscaras por sua população, exatamente por não haver comprovação científica de sua eficácia. Do mesmo modo, países africanos, que abordaram a pandemia de outra forma, não obrigaram seus residentes ao uso de máscaras.

Faz sentido usar máscaras em locais de circulação de pessoas, ou de circulação do próprio ar, expondo o resto do corpo ao contaminante? Faz sentido usar máscaras em locais públicos onde há ventilação suficiente? Faz sentido usar máscaras dentro de transporte público? Faz sentido usar máscaras se o vírus se mantém ativo por horas nas superfícies que tocamos?

d) Quarto argumento: nossa respiração funciona como um dos métodos do corpo humano para excretar dejetos. Essas excreções aéreas contêm diversas bactérias que devem ser removidas das vias respiratórias. Ao obstruir a livre passagem de ar, criando uma barreira para conter essas excreções, cria-se um verdadeiro viveiro para proliferação de bactérias sobre a face da pessoa.

Há relatos de contaminação por ácaros, fungos ou outros patógenos ocorrida pelo uso continuado de máscara. Aquela nojeira úmida fica no rosto por horas e horas a fio até a pessoa ficar doente.

Faz sentido fazer o uso continuado de máscaras quando não sabemos ao certo se isso pode vir a ser eficiente na prevenção de uma doença, mas sabemos com certeza de que isso trará outros problemas de saúde?

Rosto com acne por uso contínuo de máscara.

e) Quinto argumento: além de impedir a normal excreção por vias aéreas, o uso de máscara faz com que o usuário não tenha acesso livre ao ar, impedindo a eliminação natural de CO2 e obtenção de O2. Isso leva a aumentar a acidose na corrente sangüínea, o que causa diversos problemas de saúde.

Faz sentido, novamente, arriscar toda uma população pela mera expectativa de um efeito benéfico, quando se sabe dos riscos reais que determinada ação incorre?

f) Sexto argumento: continuando a partir da premissa anterior, a falta de oxigenação na corrente sangüínea pode até ter efeitos colaterais temporários ou minimizados em adultos saudáveis. Mas em crianças, isso é diferente.

Crianças pequenas, em fase de crescimento, requerem mais oxigênio. Seus cérebros estão em pleno desenvolvimento e necessitam de fartura de nutrientes para se bem comporem. Restringir a oxigenação de crianças por todo esse período pode vir a causar seqüelas permanentes em seu desenvolvimento cerebral. Ninguém sabe ao certo qual será o efeito em longo prazo da medida de obrigar crianças a usarem máscaras.

Poderemos ter uma geração inteira de pessoas cujo desenvolvimento intelectual foi prejudicado (ainda que minimamente ou negligenciavelmente) por conta de políticas sanitárias públicas absurdas…

g) Sétimo argumento: por último, falta falar sobre o impacto psicológico do uso de máscaras. A contínua reminiscência de um mal invisível causa sim um transtorno nas pessoas. Há um aumento de casos de problemas de saúde mental durante esse período de pandemia. O medo é alimentado: para todo lado que se olhe, a lembrança de que o contágio pelo vírus mortal está perto.

Para além do impacto psicológico, também há o impacto político. O uso de máscaras passou a ser um símbolo do controle estatal sobre a vida dos cidadãos. A obrigatoriedade de seguir normas impostas por um poder público evidentemente despreparado e megalomaníaco é representada pela focinheira posta em seus cidadãos, que cobre suas bocas, impedindo-os de protestar.

Forçar o uso de máscaras, o ato de cobrir a boca, tornou-se equivalente a amordaçar. Fomos impedidos da livre expressão, da livre divulgação de informações ou de idéias. Impedidos de contestar, questionar, repudiar, manifestar a insatisfação.

Engenharia social?

Da obrigatoriedade da higienização

Um pequeno, mas importante, ponto a ser destacado é o estranho protocolo de higienização das mãos. O comportamento do vírus corona é semelhante ao do vírus influenza no que se refere ao contágio. As mãos ao tocarem em objetos ou pessoas contaminadas podem transportar o vírus para as vias aéreas ao se tocar o rosto.

Para evitar esse tipo de transmissão, fez-se obrigatório higienizar as mãos com sabão ou álcool. Porém essa higienização foi preconizada de forma desmedida. Higienização o tempo todo é maléfica para a saúde. Explico: nosso sistema imunológico, assim como qualquer outro sistema do corpo, age segundo os estímulos que recebe. O ato de tocar com as mãos pessoas e objetos faz com que estejamos continuamente expostos a uma grande quantidade de patógenos espalhados pelo mundo.

O contato com esses germes ativa o nosso sistema imunológico, que procura sempre nos proteger dessas ameaças externas. Ocorre que quando higienizamos excessivamente tudo ao nosso redor, vivendo em uma bolha de limpeza, cessam os estímulos. Sem estímulo, não há necessidade de trabalho e o princípio biológico de conservação de energia entra em funcionamento. Como conseqüência nosso sistema imunológico abaixa a guarda. E com imunidade baixa, não apenas é mais fácil pegar o vírus em questão, como também é mais fácil ser infectado e adoecer por diversos outros patógenos aos quais se é imune normalmente.

Da falácia da quarentena.

Lockdown – o jargão do momento

A quarentena demonstrou ser um fracasso em todo o mundo. Nunca antes na história foi feita a quarentena em massa de pessoas saudáveis. Sem nenhum tipo de comprovação científica, optou-se pela quarentena horizontal (em que todos são isolados) em lugar da quarentena vertical (em que apenas grupos de risco e doentes o são).

Evidências demonstram que tal medida não apenas se mostrou inútil, mas também pode ter piorado o problema. Cidades que mantiveram quarentena com altas restrições como Nova Iorque e Buenos Aires tiveram os maiores índices de contaminação, o que demonstra que o vírus transmitido pelo ar pode contaminar pessoas saudáveis que não tiveram contato com o ”mundo exterior”.

Manter as pessoas dentro de suas casas também teve efeitos negativos na saúde da população. A falta de exposição ao Sol traz deficiência de vitamina D, essencial para o sistema imunológico. Assim como a falta de contato social trouxe graves problemas psicológicos e psiquiátricos a muitas pessoas que nunca tiveram tais problemas antes. Depressão, ansiedade, pânico, paranóia e até casos de suicídio tiveram considerável alta. Outros problemas relacionados ao fechamento das cidades foram o aumento da violência doméstica, abuso sexual intrafamiliar e, evidentemente, a crise econômica que afeta diretamente a saúde das pessoas.

No caso do Brasil, houve judicialização da administração da crise sanitária, que culminou com o Supremo Tribunal Federal decidindo que a responsabilidade pelas decisões deveria ser dos governadores e prefeitos. Disso vimos as mais temerosas decisões ditatoriais tomadas pelas ”pequenas autoridades”, em uma série de atentados explícitos contra a liberdade e os direitos humanos.

Cidadãos sendo presos por estarem nas praias ou por exibirem bandeiras pátrias nos carros; portas de lojas sendo soldadas para impedir a abertura; donos de estabelecimento vítimas de violência policial; famílias sendo aterrorizadas por representantes do poder público; locais de culto religioso impedidos de funcionar; agressões por capangas uniformizados pagos com dinheiro do contribuinte; tudo em nome da ”segurança de todos”. Ironicamente (ou não), o mesmo tribunal, cego a esses crimes, determina a soltura de delinqüentes de altíssima periculosidade, pois eles estariam sob ”risco” de contrair o vírus dentro das instalações carcerárias. Quarentena para o cidadão de bem, soltura para os marginais.

Como era de se esperar no Brasil, fraudes inúmeras ocorreram durante a gestão da crise. Estima-se que o chamado ”covidão” (brasileiro é bom para dar nomes a escândalos) tenha desviado ainda mais recursos que a corrupção na Petrobrás. Governadores e prefeitos aproveitaram a licença de licitação para ilicitamente aliciar fornecedores e superfaturar desde equipamentos até hospitais inteiros. E vimos hospitais de campanha superfaturados sendo construídos dentro de estádios de futebol superfaturados.

Enquanto isso, empresas fechando suas portas, o número de desempregados e desalentados aumentando, o preço dos gêneros disparando, e parte considerável do povo mal utilizando o auxílio-emergencial do governo federal. Uma prova de que os políticos que lá estão, de fato, representam a população que os elegeu. Ao menos nessa vez o dinheiro do povo voltou para si mesmo…

E artistas dentro de suas abastadas e abastecidas mansões fazendo campanha pela internet, pedindo para as pessoas ficarem em casa, independentemente se aquele pai de família trabalha informalmente de manhã para conseguir comprar algo para a família comer à noite do mesmo dia. E a oposição celebrando o ”fique em casa”, na expectativa de que quebrando a economia poderiam culpar o presidente da república. ”Fique em casa” rogou quem tinha salário certo e pedia comida pelo telefone. ”Fique em casa”, veja televisão e não o que estamos fazendo aqui nas ruas.

Do medo

A imprensa fez uma agressiva campanha em favor do medo. Sistematicamente anunciando morte a morte, óbito a óbito, num macabro espetáculo circense romano. Governadores auxiliaram a propagar o medo, escavando covas para futuros mortos, impedindo aos familiares o último adeus, avolumando dados estatísticos, esquecendo como pularam o carnaval.

Não temos como saber ao certo se os números divulgados são verdadeiros. Há vídeos de gestores públicos afirmando que forjaram números para conseguir verbas federais. Ao analisarmos friamente os dados estatísticos, mesmo considerando esse duvidoso número de óbitos, vemos que a pandemia não é tão grave assim.

A quantidade de pessoas supostamente falecidas por conta da doença é similar a de outras doenças respiratórias sazonais. O número de óbitos por contaminações está dentro do esperado. Pessoas com comorbidades (como diabetes, problemas cardíacos ou idade avançada) são as mais vulneráveis. Pessoas sem doenças prévias dificilmente vêm a óbito somente pelo vírus corona.

Além disso, aparentemente o vírus corona sanou as demais doenças no Brasil. Outros males respiratórios graves, cânceres, aneurismas, infartos etc. magicamente apresentaram números menores do que o esperado para o período. Suspeita-se, com razão, de que mortes por outras doenças foram atestadas como morte por corona para fins políticos escusos.

A imprensa celebrando cada morte de um lado e os governantes divulgando números alarmantes do outro lado somaram-se numa mórbida nuvem de terror que obscureceu a vida de milhões de pessoas. O Brasil foi o único país a ter pessoas torcendo para o vírus apenas para opor-se politicamente ao governo do atual presidente e desviar a atenção dos grandes desvios de recursos públicos que aconteceram durante este ano.

Da politização dos protocolos e dos remédios.

Acreditando que estávamos sob os cuidados de alguém íntegro, por ter sido escolhido pelo presidente, o povo brasileiro foi traído pelo então ministro da saúde Mandetta. Seu mantra ”fique em casa” deu aos governadores o embasamento para a aplicação de quarentenas que arruinaram economicamente incontáveis famílias e trouxeram o caos econômico a diversos estados da federação.

Só vá ao hospital quando estiver com falta de ar”. A falta de ar é sintoma que o vírus já comprometeu os pulmões do doente. Qualquer tratamento que poderia ser feito precocemente já não possuirá qualquer efeito, sendo necessário até mesmo entubar. Eis o embasamento para a compra desenfreada de respiradores artificiais, obviamente a preços exorbitantes.

”Ciência!”, quando não se tinham maiores informações sobre a doença. ”Ciência!”, quando não havia comprovação de protocolos. ”Ciência!”, quando na realidade era ”Política!”. Com cada vez mais tempo de exposição na TV, o deputado do centrão fez o que bem sabe fazer e começou a ”dialogar” com os demais ”gestores” e com a imprensa. Dória em São Paulo e Witzel no Rio de Janeiro mostraram-se ”proeminentes” no combate ao problema que o presidente foi judicialmente impedido de administrar. Apenas para logo em seguida serem desmascarados (trocadilho intencional) como corruptos e ditadores.

Com a queda de Mandetta e a saída de outro traidor do Ministério da Justiça, curiosos eventos começaram a acontecer. A Polícia Federal começou a revelar esquemas de corrupção em diversos estados, como no Pará e no Maranhão. Interessante notar que basta a polícia chegar e investigar que, coincidentemente, o número de óbitos pelo vírus corona se reduz imediatamente no local. Será que eles trazem algum remédio especial no camburão?

E toda essa hipocrisia porque o ex-ministro da saúde e sua turma não aceitaram que a cura para o mal surgiu rapidamente. Para os casos leves a combinação de: Hidroxicloroquina + Azitromicina. Para os casos mais graves: Ivermectina + Azitromicina + Clopidogrel. Vitamina D e Zinco à vontade. Remédios baratos, de facílimo acesso e com comprovada eficácia na linha de frente já ao final de abril deste ano.

Minha mãe tomou isso por mais de uma década e nunca causou efeitos colaterais.

Infelizmente a Hidroxicloroquina foi anunciada como possível tratamento pelo presidente e a imprensa, órgão oficial de oposição ao governo, automaticamente posicionou-se contra. Uma enxurrada de mentiras e preconceitos; a alegação da falta de comprovação de eficácia; os gritos de ordem ”Ciência! Ciência! Ciência!” colocaram muitos contra o remédio salvador. Médicos hipócritas esqueceram o juramento de Hipócrates. Preferiram fazer juras de amor a uma fracassada ideologia.

Por meses a imprensa e certos médicos esqueceram ou olvidaram que ciência se faz em campo, com as experiências relatadas na prática cotidiana. O remédio que poderia ter salvado milhares de vidas foi sumariamente rejeitado por ideologia política. Até mesmo atos criminosos (assassinatos) foram cometidos para criar a narrativa de que ele era perigoso. Somente após a situação começar a sair de controle, temendo por seus futuros políticos, governadores e prefeitos tiveram de a contragosto ceder e aceitar que o tratamento é comprovadamente eficaz no tratamento precoce da doença.

E claro, não podemos deixar de citar que a própria China fez uso da cloroquina em sua população. E que, mesmo com a divulgação desse fato, a imprensa brasileira continua afirmando sistematicamente que o medicamento não possui comprovação científica. Tudo para manter uma narrativa oposicionista ao governo, preterindo sua função social de bem informar e o compromisso com a verdade, já há muito renunciado.

Da vacina.

E finalmente chegamos ao assunto do momento: a proposta de vacinação compulsória da população. O projeto de ditador Dória exige que a sua vacina (dentre tantas) seja obrigatória. Bolsonaro diz que não. E nesse disse-que-disse mais uma vez vemos o STF interferindo por conta da judicialização de questões que não são de sua competência. A despeito do imbróglio político, vamos tentar entender o contexto da situação. Primeiro deixe-me explicar o argumento da vacinação compulsória.

O sistema de imunização por vacinas funciona de forma similar ao de imunização por rebanho. Seleciona-se uma forma atenuada do vírus para inoculação e as pessoas desenvolvem anticorpos para combatê-lo. Quando uma grande quantidade de pessoas (preferencialmente todo mundo) está imunizada, o vírus não tem como se proliferar.

Ocorre que todo vírus sofre naturalmente mutações. E essas mutações ocorrem normalmente dentro dos hospedeiros quando o vírus se reproduz. Quando uma pessoa não toma vacina e contrai o vírus, esse sofre mutações dentro do sujeito que passa a transmitir uma variante do vírus para o qual aqueles que tomaram vacina não são imunizados.

Por isso tomar vacina não é uma questão individual. A idéia é que você tome a vacina para que eu não pegue uma doença para a qual não tenho imunidade e vice-versa. É um esforço conjunto da população. Foi assim que o mundo se livrou da varíola e tantas outras doenças. E por isso surge a grande preocupação quando sarampo, catapora ou pólio voltam aos noticiários. Se os novos casos forem de variantes, haverá necessidade de nova vacinação em massa para todo mundo!

O argumento da vacinação em massa é fundamentado. O problema é a vacina em si. Vejamos um passo a passo de como uma vacina é produzida.





É mais do que justo não acreditar que uma vacina feita às pressas e que nem ao menos completou com transparência a fase de testes venha a funcionar. A produção de uma vacina leva tempo, por vezes muitos anos. Como tantas vacinas surgiram tão rapidamente? Estão seguindo as normas e padrões de pesquisa? Está havendo corrida para patentes? Está havendo cupidez para vender logo?

Há notícias de que um voluntário faleceu durante os testes, o que eleva ainda mais a preocupação das pessoas quanto à qualidade e à eficácia dos produtos que estão sendo pesquisados. Dúvidas quanto aos efeitos colaterais em longo prazo nem ao menos serão respondidas, pois isso leva décadas para avaliar. E mesmo que a tal vacina funcione, o vírus corona é tão mutante quanto o influenza. É possível que a vacina de agora não funcione em dois ou três anos à frente (mas seus malefícios podem durar para sempre)…

Com tantas opções feitas açodadamente pelo ganancioso mercado farmacêutico mundial, é ainda mais controverso que a vacina escolhida em questão (que à época da escrita deste texto ainda nem existe) venha da China, exatamente o local de origem do problema. É ainda mais estranho que Dória tenha contratado a SINOVAC (empresa responsável pelo desenvolvimento da vacina, vinculada ao governo comunista chinês) em 2019, antes da pandemia. Raios! A vacina nem ao menos será testada na população chinesa! Ela está para ser testada nas Filipinas e no capacho povo brasileiro.

E bem conhecemos a qualidade de produtos chineses:

A vacina chinesa tornou-se a nova queridinha da oposição política brasileira tão somente porque Bolsonaro é contra. Os mesmos que gritam ”Ciência! Ciência! Ciência!” querem atropelar o método científico por ideologia política. O ”meu corpo, minhas regras”, que vale para as abortistas e o pequeno bebê, não vale para um adulto que não quer ter seu corpo inoculado com conteúdo suspeito.

Pouco importa. Salvaguardar a saúde dos brasileiros nunca esteve na agenda dos governadores ou de criminosos togados. Essa pandemia não passou de um grande teatro doentio em que tantas vidas se perderam apenas por ideologia e corrupção. E onde foi provado que os governantes, por sua sede de poder, estão dispostos até mesmo a matar a população. Nisso, não somos tão diferentes assim da China.

Tudo o que puder ser feito para contrariar a administração Bolsonaro está sendo feito e com a vacinação não será diferente. E agora estamos aguardando qual será a próxima reviravolta política. Não seria a primeira vez que o STF vai contra a legislação em vigor para garantir pleitos dos que tiveram voto vencido nas últimas eleições.

Seremos cobaias do Partido Comunista Chinês?

Nosso futuro grande líder?

Para saber mais:

Não devemos nos esquecer de que as agências de averiguação de notícias não existiam antes das redes sociais. Interessante, não? Agora que todos podem divulgar suas próprias idéias, os antigos ”donos da verdade” se autodenominam ”verificadores da verdade”. E outro jargão da moda é o FakeNews. Faça um favor a si mesmo e procure informações por conta própria. Abaixo seguem algumas referências.

21/03/2013 Poor-Quality Chinese Concrete Could Lead to Skyscraper Collapses

>> https://www.wired.com/2013/03/poor-quality-chinese-concrete-could-lead-to-skyscraper-collapses/

30/10/2013 Bats May Be Carrying the Next SARS Pandemic

>> https://www.sciencemag.org/news/2013/10/bats-may-be-carrying-next-sars-pandemic

02/06/2016 Newly disclosed CDC biolab failures ‘like a screenplay for a disaster movie’

>> https://www.usatoday.com/story/news/2016/06/02/newly-disclosed-cdc-lab-incidents-fuel-concerns-safety-transparency/84978860/

11/08/2016 Why southern China is a hotbed for disease development

>> https://www.pbs.org/newshour/show/southern-china-hotbed-disease-development

31/12/2019 Pneumonia of unknown cause – China – Disease outbreak news

>> https://www.who.int/csr/don/05-january-2020-pneumonia-of-unkown-cause-china/en/

22/01/2020 China’s recent history of deadly epidemics

>> https://medicalxpress.com/news/2020-01-china-history-deadly-epidemics.html

11/03/2020 Coronavirus confirmed as pandemic by World Health Organization

>> https://www.bbc.com/news/world-51839944

22/03/2020 Progress is why viruses aren’t named after locations anymore, experts say

>> https://www.nbcnews.com/news/asian-america/reason-viruses-aren-t-named-after-locations-because-progress-experts-n1165366

03/04/2020 Calling it what it is

>> https://www.nature.com/articles/s41588-020-0617-2

01/05/2020 A China venceu e vai liderar o mundo após o coronavírus?

>> https://exame.com/revista-exame/a-china-venceu/

04/05/2020 Lab or wet market: Where did the COVID-19 coronavirus come from?

>> https://english.alarabiya.net/en/features/2020/05/04/Lab-or-wet-market-Where-did-the-COVID-19-coronavirus-come-from-

16/05/2020 Feito no Brasil, estudo liga altas doses de cloroquina a mortes

>> https://exame.com/ciencia/feito-no-brasil-estudo-liga-altas-doses-de-cloroquina-a-mortes/

31/05/2020 O que a fisiologia diz sobre correr de máscara?

>> https://www.folhavitoria.com.br/esportes/blogs/corridaderua/2020/05/31/o-que-a-fisiologia-diz-sobre-correr-de-mascara/

09/06/2020 Coronavirus: What did China do about early outbreak?

>> https://www.bbc.com/news/world-52573137

18/06/2020 Todos erraram, mas as mancadas da OMS foram as piores

>>  https://veja.abril.com.br/blog/mundialista/todos-erraram-mas-as-mancadas-da-oms-foram-as-piores/

14/07/2020 Quatro meses após quarentena, Reino Unido torna uso de máscaras obrigatório

>>  https://jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/uso-de-mascara-reino-unido.html

07/08/2020 Holanda: Por falta de evidências científicas, governo não exigirá uso de máscaras em público

>>  https://www.tererenews.com.br/noticias/holanda-por-falta-de-evidencias-cientificas-governo-nao-exigira-uso-de-mascaras-em-publico/

19/08/2020 ‘Covidão’ já atinge governos de nove Estados e valor investigado chega a R$ 1,32 bilhão

>>  https://www.bbc.com/portuguese/brasil-53830210

01/09/2020 The Failed Experiment of Covid Lockdowns

>>  https://www.wsj.com/articles/the-failed-experiment-of-covid-lockdowns-11599000890

Vídeos:

2019 report warned of potential outbreak of coronavirus | ARIRANG NEWS

>>  https://www.youtube.com/watch?v=j2dJ0vsoGUI

Cheap concrete scrapped away by a metal pick High rise China | Learn in 15 minutes

>> https://www.youtube.com/watch?v=fN9RSEzgqFA

Derrotamos a pandemia! Canal Dr. Marcos da Amazônia

>>  https://www.youtube.com/watch?v=7M7xClWgnbk

Dória negociou vacina chinesa antes do vírus chegar ao Brasil

>>  https://www.youtube.com/watch?v=G-ns-mVhCjU

Evidence mounts COVID-19 came from a lab in Wuhan | Sky News Australia

>>  https://www.youtube.com/watch?v=CIHWaaJNktQ

High rise, low quality: bad construction work in China

>>  https://www.liveleak.com/view?t=aykGp_1521720679

Il video Rai-Leonardo del 2015 sul virus creato in Cina in laboratorio. La comunità scientifica…

>>> https://www.youtube.com/watch?v=uwyU5P5AuMk
>>> Fonte: http://www.rai.it/dl/RaiTV/programmi/media/ContentItem-5e3275ba-475c-4cf4-b402-1e27dc47565b.html

Letalidade da Covid-19 é menor que da gripe sazonal

>> https://www.youtube.com/watch?v=9wsoUWcO668

LiveLeak – Man shows poor quality of new apartment building

>>  https://www.youtube.com/watch?v=0OoTL0j3Wvg

Morre voluntário brasileiro que participava de testes da vacina de Oxford

>>  https://www.youtube.com/watch?v=Ltdlc6f6lCw

Senior WHO official dodges questions about Taiwan’s WHO membership; praises China |Formosa TV English News

>>  https://www.youtube.com/watch?v=UlCYFh8U2xM

Easter Egg: Efeito colateral da vacina:

>> https://www.youtube.com/watch?v=w9M6Anf7gUg

+2 em 11/12/2020

“Vacinar em massa não é uma boa ideia”, explica virologista | RedeTV! Jornalismo

>> https://www.youtube.com/watch?v=3r_wEPabXY8

Dr. Alessandro Loiola no Programa Coliseum | Programa Coliseum
Entrevista completa: https://www.youtube.com/watch?v=6Z8xPvVOw9M
Excerto: https://web.facebook.com/dep.danielsilveira/posts/3613575402095800

+1 em 27/03/2021

03/12/2020 Pelado e com máscara no rosto: praia de nudismo reabre no Rio após 8 meses

>> https://www.otempo.com.br/turismo/pelado-e-com-mascara-no-rosto-praia-de-nudismo-reabre-no-rio-apos-8-meses-1.2420931

Na boa, qual parte dessa história de pandemia que o povo não entende que não tem sentido??? E toma-lhe álcool no fiofó…

E o pior é que é a melhor alternativa dentre as apresentadas…

Desobediência civil frente a leis injustas?

Editado em 04/11/2020: inserida tradução.

Quando as leis são injustas, é obrigação do homem de bem desobedecê-las. Se um governo faz leis injustas, ele perde o direito de ser obedecido por seus cidadãos.

Existem leis injustas; devemos nos contentar em obedecê-las, ou devemos nos esforçar para corrigi-las e obedecê-las até que tenhamos sucesso, ou devemos transgredi-las de uma vez? Os homens geralmente, sob um governo como este, pensam que devem esperar até que tenham persuadido a maioria a alterá-las. Eles pensam que, se resistissem, o remédio seria pior do que o mal. Mas é culpa do próprio governo que o remédio seja pior do que o mal. Isso torna tudo pior. Por que não está mais apto a antecipar e prever reformas? Por que não preza sua sábia minoria? Por que ele chora e resiste antes de se machucar? Por que não incentiva seus cidadãos a estarem alerta para apontar seus defeitos e fazer melhor do que eles deveriam?

Unjust laws exist; shall we be content to obey them, or shall we endeavor to amend them, and obey them until we have succeeded, or shall we transgress them at once? Men generally, under such a government as this, think that they ought to wait until they have persuaded the majority to alter them. They think that, if they should resist, the remedy would be worse than the evil. But it is the fault of the government itself that the remedy is worse than the evil. It makes it worse. Why is it not more apt to anticipate and provide for reform? Why does it not cherish its wise minority? Why does it cry and resist before it is hurt? Why does it not encourage its citizens to be on the alert to point out its faults, and do better than it would have them?

Henry David Thoreau, Civil Disobedience and Other Essays

Em resposta a:

Andréa Pachá

”Como sobrevive uma democracia com bravatas ameaçadoras, apoio da opinião pública e silêncios institucionais?
Não é a opinião da maioria que garante um estado de direito, mas o funcionamento efetivo dos controles e normas que devem ser iguais para todos.
Na democracia não se medem forças. Aceitam-se os controles, os limites e as decisões.”


Originalmente publicado em 22/10/2017