O professor pesquisador – Parte 2

PESQUISA-AÇÃO:
a Produção Partilhada de Conhecimento
Maria Amélia Santoro Franco

Este texto relata percursos de pesquisa-ação e tem a finalidade de realçar as possibilidades desta metodologia como produtora de conhecimentos partilhados. Analisa diferentes abordagens na prática da pesquisa-ação, destacando elementos para a composição de um protocolo de pesquisa na pesquisa-ação. O texto é tecido pela integração de diferentes pesquisas, com diferentes procedimentos, realçando o papel das espirais
cíclicas na produção coletiva de conhecimentos. Neste processo de articulação de conhecimentos a partir de diferentes procedimentos são analisados, especialmente, a autoscopia e a escuta sensível. As investigações analisadas reiteram a importância das espirais cíclicas como procedimento fundamental para estruturar os processos cognitivos que ocorrem durante a pesquisa-ação.

Palavras-chave: Pesquisa-ação. Produção coletiva. Autoscopia. Escuta sensível.

Texto completo: Pesquisa-Acao _ Produção Partilhada de Conhecimento


Fonte: http://www.pgsskroton.com.br/seer/index.php/ensino/article/viewFile/816/780

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Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 5

Educação superior EaD e a formação de professores

Educação Superior a Distância no contexto da política de formação de professores
Cláudio Nei Nascimento da Silva, Beatrice Laura Carnielli

O presente artigo aborda o surgimento de políticas e estratégias de estímulo ao Ensino a Distância (EaD) no Brasil, como alternativa para a formação e qualificação de professores para o exercício do magistério na Educação Básica. O pano de fundo desta análise é constituído pela problemática da seletividade do acesso ao ensino superior e as demandas sociais pela qualificação docente. O texto ressalta a importância atribuída a EaD pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9396/96, e também analisa as razões sociais, políticas e econômicas que justificam o fortalecimento desta no cenário da educação nacional, como possibilidade de atender às diversas demandas impostas pelo novo paradigma capitalista. São também analisadas algumas experiências brasileiras de formação de professores através da EaD, e o texto conclui apontando os motivos pelos quais a EaD vem se consolidando, cada dia mais, no cenário da educação nacional.

Texto completo: Educação Superior à Distância


Fonte: http://www.proec.ufg.br/revista_ufg/45anos/I-EAD.html#Tema

Currículo no Ensino Superior e diretrizes curriculares nacionais – Parte 3

Diretrizes Curriculares – Cursos de Graduação

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12991:diretrizes-curriculares-cursos-de-graduacao-&catid=3

A docência no Ensino Superior – Parte 2

Francisco Imbernón fala sobre caminhos para melhorar a formação continuada de professores
Professor da Universidade de Barcelona aponta como os gestores da Educação podem cuidar do aperfeiçoamento em serviço
Noêmia Lopes

Levantar propostas para melhorar os programas voltados à formação continuada de professores é o principal foco das pesquisas de Francisco Imbernón, doutor e mestre em Filosofia e Ciências da Educação e catedrático de Didática e Organização Educacional da Universidade de Barcelona, na Espanha. Em entrevista concedida por e-mail a GESTÃO ESCOLAR, ele defende que o salto de qualidade depende necessariamente de o trabalho em equipe se tornar de fato colaborativo. Cabe às administrações públicas – no caso do Brasil, as secretarias estaduais e municipais de Educação – oferecer apoio concreto às unidades escolares para que uma verdadeira revolução ocorra na atuação dos professores.

Texto completo: Francisco Imbernón fala sobre caminhos para melhorar a formação continuada de professores


Fonte: http://gestaoescolar.org.br/formacao/francisco-imbernon-fala-caminhos-melhorar-formacao-continuada-professores-636803.shtml

A docência no Ensino Superior – Parte 1

Educação: Pluralidade, Ética e Competência na formação profissionalizante continuada dos educadores

Mônica Heloisa Braga Vasques
Fabíola Cristina M. Caovilla Palipério

Diante das crises evidentes que o mundo moderno vem demonstrando neste início de século, em todos os âmbitos do saber e do fazer humanos, notadamente no da Educação atingindo conceitos de autonomia, emancipação e liberdade, cumpre-nos, mais uma vez, repensarmos e refletirmos sobre as novas competências para ensinar, novos entendimentos sobre ensinar e aprender,aprender a aprender e como apreender as novas formas de relação entre a ética e o agir pedagógico.

Texto completo: Educação Pluralidade, Ética e Competência


Fonte: http://www.hottopos.com/vdletras7/monica.htm

Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 4

Indicadores de instituições e cursos

Acesso: http://portal.mec.gov.br/ultimas-noticias/212-educacao-superior-1690610854/17246-indicadores-de-instituicoes-e-cursos-estao-disponiveis

Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 3

INOVAÇÃO CURRICULAR NO ENSINO SUPERIOR
Marcos Tarciso Masetto

Resumo

Este artigo procura debater a questão da Inovação Curricular aplicada ao Ensino Superior. Nosso objetivo é esclarecer o conceito de inovação, em geral usado numa polissemia de significados que se estendem de simples modismos a alterações profundas nos cursos de graduação. O uso equívoco do termo tem trazido muita confusão nas discussões das modificações no ensino superior, o que merece um estudo para que se conceitue melhor este termo “Inovação”. Nossa metodologia de pesquisa partiu da identificação de projetos de ensino superior que defendiam metas amplas e educacionais para a formação de seus profissionais e propunham diferenças significativas em suas organizações curriculares. Analisando-os e comparando com concepções de currículo e inovação educacional chegamos a elucidar a questão proposta. Como resultado, tivemos oportunidade de oferecer ao debate de nossos leitores uma concepção de inovação curricular como sendo a característica fundamental para se pensar, propor e implantar uma inovação nos cursos de raduação do ensino superior.

Texto completo: Inovação Curricular no Ensino Superior_Marcos Masetto


Fonte: http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/view/6852

Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 2

ENSINO: As abordagens do processo
Maria da Graça Nicoletti Mizukami

O Conhecimento humano, dependendo dos diferentes referencias, é explicado diversamente em sua gênese e desenvolvimento, o que condiciona conceitos diversos de homem, mundo, cultura, sociedade, educação, etc. Dentro de um mesmo referencial, é possível haver abordagens diversas, tendo em comum apenas os diferentes primados: ora do objeto, ora do sujeito, ora da interação de
ambos.

Diferentes posicionamentos pessoais deveriam derivar diferentes arranjos de situações ensino-aprendizagem e diferentes ações educativas em sala de aula, partindo-se do pressuposto de que a ação educativa exercida por professores em situações planejadas de ensino-aprendizagem é sempre intencional. Subjacente a esta ação, estaria presente – implícita ou explicitamente, de forma articulada ou não – um referencial teórico que compreendesse conceitos de homem, mundo, sociedade, cultura, conhecimento, etc…

O estudo acerca das diferentes linhas pedagógicas, tendências ou abordagens, no ensino brasileiro podem fornecer diretrizes à ação docente, mesmo considerando que a elaboração que cada professor faz delas é individual e intransferível.

Texto completo: ABORDAGENS-DO-PROCESSO


Fonte: http://nead.uesc.br/arquivos/Biologia/mod4bloco4/ep4/ABORDAGENS-DO-PROCESSO.pdf

Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 1

INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS
Luiz Carlos Panisset Travassos

Faz-se necessário uma visão do pensamento humano mais ampla e mais abrangente daquelas aceitas pelos estudos cognitivos tradicionais, sendo inegável a influência da Teoria de Jean Piaget que vê todo pensamento humano como uma luta pelo ideal do pensamento científico.Tomamos a decisão de escrever o presente artigo a respeito das “Inteligências Múltiplas”, para enfatizar um número desconhecido de capacidades humanas diferenciadas, variando desde a inteligência musical até a inteligência envolvida no entendimento de si mesmo e as implicações educacionais de tais descobertas.

Apresentaremos um background da teoria, definindo “inteligência”, métodos de pesquisa, com uma visão da paisagem cognitiva, relacionando inteligência à criatividade, ao gênio, à prodigiosidade, à perícia e outras realizações mentais desejáveis.Uma consideração séria de ampla variedade de inteligências humanas que conduzem a uma nova visão de educação, sendo que a melhor maneira de compreender cada inteligência é concebendoas como interrelacionadas, com possibilidade de existência de diferentes perfis intelectuais em diferentes grupos; resgatando portanto um novo papel para o educador.

Texto completo: 50010205


Fonte: http://www.redalyc.org/pdf/500/50010205.pdf
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228
Volume 1 – Número 2 – 2001