O professor pesquisador – Parte 2

PESQUISA-AÇÃO:
a Produção Partilhada de Conhecimento
Maria Amélia Santoro Franco

Este texto relata percursos de pesquisa-ação e tem a finalidade de realçar as possibilidades desta metodologia como produtora de conhecimentos partilhados. Analisa diferentes abordagens na prática da pesquisa-ação, destacando elementos para a composição de um protocolo de pesquisa na pesquisa-ação. O texto é tecido pela integração de diferentes pesquisas, com diferentes procedimentos, realçando o papel das espirais
cíclicas na produção coletiva de conhecimentos. Neste processo de articulação de conhecimentos a partir de diferentes procedimentos são analisados, especialmente, a autoscopia e a escuta sensível. As investigações analisadas reiteram a importância das espirais cíclicas como procedimento fundamental para estruturar os processos cognitivos que ocorrem durante a pesquisa-ação.

Palavras-chave: Pesquisa-ação. Produção coletiva. Autoscopia. Escuta sensível.

Texto completo: Pesquisa-Acao _ Produção Partilhada de Conhecimento


Fonte: http://www.pgsskroton.com.br/seer/index.php/ensino/article/viewFile/816/780

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Políticas públicas nacionais no Ensino Superior e PDI – Parte 5

O ENSINO SUPERIOR BRASILEIRO: NOVAS CONFIGURAÇÕES E VELHOS DESAFIOS
Antônio Joaquim Severino

O trabalho apresenta, de uma perspectiva filosófico-educacional, uma análise e reflexão sobre a situação atual do ensino superior público no Brasil, mostrando não só o amplo e contínuo processo, conduzido pelo Estado, de sua reconfiguração organizacional e administrativa mas também a ambígua política educacional que subjaz a esse processo. Para tanto, retoma as formulações legais e descreve algumas iniciativas governamentais que vêm buscando implementar uma permanente reforma universitária com vistas à adequação do ensino superior nacional às consígnias do modelo societário capitalista neoliberal, implementado pela elite brasileira, neste quadrante da história do país. Explicita-se então o dilema fundamental vivido pela sociedade brasileira, representado pelo confronto entre uma educação baseada na teoria do capital humano e uma educação inspirada na teoria da emancipação humana. A educação superior pública é atingida em cheio por essa intencionalidade ideológica, levando-se em conta sua importância no processo de construção da vida social, seja no âmbito do trabalho, da sociabilidade e da cultura, o que torna ainda mais difícil a construção, pelas universidades públicas, de seu projeto político-educacional, tarefa a que se entregam numa postura de luta contra-ideológica.

Texto completo: n31a06


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/er/n31/n31a06

Políticas públicas nacionais no Ensino Superior e PDI – Parte 4

Indicadores de instituições e cursos da Educação Superior no Brasil

Acesso: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17246

Políticas públicas nacionais no Ensino Superior e PDI – Parte 3

Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia

Texto completo: CES0492


Fonte: http://portal.mec.gov.br/mais-educacao/323-secretarias-112877938/orgaos-vinculados-82187207/12991-diretrizes-curriculares-cursos-de-graduacao

Políticas públicas nacionais no Ensino Superior e PDI – Parte 2

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES
Colônia – Império – Primeira República
Tânia Regina Broeitti Mendonça

Os espanhóis fundaram universidades em seus territórios na América desde o século XVI. No Brasil, só teve início a criação de instituições de ensino superior a partir dos meados do século XIX. Só no próximo século, em 1920 é que foi criada a Universidade no Brasil.

Em relação aos espanhóis, os portugueses tomaram atitudes diferentes no que se refere à implantação das universidades no Brasil e em terras colonizadas por eles. Encontramos em estudos realizados fatores de relevância que contribuíram para o lento avanço das universidades, desde o período da Colônia até a Primeira República. Demonstrando dentro das questões de ordem política-religiosa, a preocupação de estabelecer um ensino que atendesse aos interesses da elite colonial portuguesa, filhos de portugueses nascidos no Brasil.

Texto completo:pedu07


Fonte: http://cac-php.unioeste.br/projetos/gpps/midia/seminario2/poster/educacao/pedu07.pdf

Políticas públicas nacionais no Ensino Superior e PDI – Parte 1

HISTÓRIA DO ENSINO SUPERIOR

“O real significado do termo “Ensino Superior” vai muito além do de ensino de terceiro grau, como ficou popularizado principalmente após as reformas das décadas de 60 e 70. O saber superior deve ser adquirido mediante o uso de codificações, sistemas, modelos e símbolos da semântica científica e, por isso, foge à praticidade do dia-a-dia e se reserva aos que disponham de condições especiais para abordá-lo. Por isso, como muitos querem, não pode ser democraticamente acessível a todos. É um ensino, por natureza, elitista, para uma minoria capacitada intelectual e culturalmente e não no sentido trivial de pessoas sócio-economicamente bem postas na comunidade.”

(Estrutura e Funcionamento do Ensino Superior Brasileiro – Paulo Nathanael P. Souza)

Texto completo: CES0492


Fonte: Universia, 2008.