Eleições 2022 – parte 7 (Neste ano, Brasília vai pegar fogo…)

Neste ano, prevejo que as eleições serão o caos. Requisitei em minha repartição que minhas férias fossem para o mês de outubro, justamente para evitar ter que estar na UERJ durante a época do sufrágio. Temos dois candidatos à presidência da república: um pinguço ladrão e um frouxo canastrão. Biroliro vencerá no primeiro turno, se não houver fraude. Qualquer pessoa que enxergue e tenha ao menos meio neurônio reconhece que sua popularidade é muito superior à do Molusco.

Eu ficarei quietinho em casa, vendo a briga das torcidas organizadas, turbas ensandecidas com forcados e tochas, torcendo para ainda ter um lugar de trabalho no mês seguinte…

Enquanto isso:
JORNALISTAS ASSUMIRAM PAPEL DE ATIVISTAS POLÍTICOS RADICAIS, DIZ DANIEL PENNA-FIRME | Cara a Tapa
Daniel Penna-Firme conta que jamais abriu mão de seus ideais e por isso paga um alto preço ao seguir por um caminho contrário da maioria dos jornalistas, que já lhe agrediram e até deram cusparadas
Veja a entrevista completa: https://youtu.be/t28k0BXiPGQ
Apresentação: Rica Perrone
Produção: Estúdio Century
Contato: rica@ricaperrone.com.br

E também, como não poderia faltar, meu querido e estimado Duduzinho! Não tem eleição sem o Dudu! “Porque o povo mereeece respeitô!” Esse nunca vai ter o meu voto, mas não tenho como não simpatizar com ele… Você pode chamar o sujeito do que quiser, mas ele é muito (MUITO) inteligente. Tem resposta para tudo, sabe onde pisa e aonde pisar, e é a prova viva de que se meter em política é um vício: pode passar o que for, eles não largam o osso.

Cara a Tapa – Eduardo Cunha | Cara a tapa
Um dos políticos mais polêmicos do Brasil, Eduardo Cunha não fugiu de assuntos polêmicos como corrupção, impeachment, Sergio Moro e Lava a Jato. Não dá pra perder esse Cara a Tapa.
Apresentação: Rica Perrone
Produção: Estúdio Century
Contato: rica@ricaperrone.com.br

Minicarros

Meus gostos são diferentes dos da maioria das pessoas. Tenho interesse por aquilo que é inusitado e incomum. Esses nichos estão espalhados por todo tipo de assunto, não há um tema especial sobre o qual me debruço obcecadamente. Não se trata de querer ser diferente, apenas tenho curiosidade sobre o que me chama atenção.

Recordo-me de quando divergi de uma professora de História na UERJ. Ela insistiu (veementemente) que eu deveria (obrigação) escolher uma especialização, um assunto bastante específico para pesquisar e trabalhar na Academia (o que é verdade). Logo me desinteressei de trabalhar na Academia, pois o mundo é grande, pujante e plural demais para que eu restrinja minha vida a uma coisa só.

Em lugar de ter muito conhecimento sobre uma coisa só, prefiro saber um pouco sobre todas as coisas que eu puder.

Com carros não é diferente. Não ligo muito para os carros de passeio, eles não me interessam nem me chamam a atenção, mas veículos incomuns me atraem. Eu gosto dos esportes a motor. Não gosto muito de Fórmula1, mas as demais me interessam, especialmente as corridas de resistência (endurance), como o ícone máximo dos esportes motorizados, As 24 Horas de Le Mans. Também gosto bastante das corridas de carros de passeio (stock cars), tendo como maior representante a NASCAR. Certamente esse gosto deve vir de minha infância, onde os videogames que jogava eram todos com esse tipo de carro!

Eu sou uma pessoa bastante pragmática. Tenho interesse na funcionalidade das coisas, não em seu apelo estético. Acredito que um carro deva cumprir seu papel como ferramenta e, se o cumpre, me é suficiente. Por exemplo, gosto de ver as novidades tecnológicas e de conforto nos carros de luxo, embora eu jamais pagaria seu preço mesmo se tivesse dinheiro para isso. Por que pagar R$ 500.000,00 num carro se outro de R$ 50.000,00 me levará ao mesmo lugar? Por que pagar mais caro num carro que chega a 800 Km/h em meio segundo se no engarrafamento da cidade é mais rápido ir a pé?

Eu gosto de ver aquilo que é diferente: Gurgel, Lada, Fusca, DKW, FNM e por aí vai. Porsche, Cadillac, Rolls Royce, Bentley. Caminhões, furgões e os rulotes, sobre os quais já escrevi. Mas dentre todos os tipos, nada é tão fofinho e bonitinho quanto os minicarros!

Um pouco de história.

Com o final das Grandes Guerras, a economia global estava arrasada. Houve muito empenho na indústria bélica, muita tecnologia foi desenvolvida, mas nada disso conseguiria retomar o equilíbrio econômico em curto prazo. As pessoas precisavam se deslocar, precisavam de veículos automotivos, mas os modelos de carros de 1930 e 1940 eram caros para ser produzidos, e o mercado consumidor não tinha dinheiro para comprar aquelas unidades.

Assim, nas seguintes décadas de 1950, 1960 e 1970, surgiram como solução de comutação diária os minicarros. Pequenos veículos de um ou dois lugares, de baixo custo de fabricação e manutenção. Uma forma rápida e eficiente de revitalizar a indústria quaternária.

Diversos modelos apareceram e com eles a comunidade de entusiastas. Até hoje, clubes ao redor da América do Norte e Europa mantêm os veículos remanescentes, permitindo que grupos de pessoas com esse interesse em comum se encontrem e façam novos amigos.

Para mim, dentre os modelos que conheço, o mais carismático é o Messerschmitt. A Messerschmitt foi uma fabricante de aviões militares alemã, produzindo centenas de unidades para a Luftwaffe. Com o fim da guerra e a proibição de fabricação de aviões militares, ela se reinventou como produtora de minicarros. Sua resposta foi a de aproveitar a construção de um avião, tirar as asas e pô-lo na estrada! O resultado é um cativante triciclo com motor de duas válvulas, no formato de um aviãozinho, para deslizar pela estrada.

O apaixonante carrinho tem uma comunidade fiel há décadas. Até aqui no Brasil tem uma empresa na Região Sul que produz réplicas dele. (São feitos manualmente, como os Bugres daqui do Rio de Janeiro). E para a surpresa de todos, o Messerschmitt recentemente voltou à produção oficial. Um entusiasta conseguiu os direitos de marca e está fabricando na garagem de sua casa novos modelos do carrinho.

Para saber mais sobre minicarros e essa entusiasmada comunidade, veja os vídeos abaixo.

Microcars in Scotland|MyClassicCarTV

Fun, Funky, & Rare Micro Cars! World’s Smallest Vintage Cars! | Jim Waltz

Huge collection of tiny cars|CNN

Old Top Gear 1992 – Messerschmitt Bubble Cars|celticmadliam

Messerschmitt “bubble” car rally|mrsheenv8s

Messerschmitt Kabinenroller Treffen Remagen 2011|Rollermobil

Messerschmitt KR200: Quirky Bubble Car Reborn Electric!
| DW REV – Cars & Mobility

Ferrorama! (2) Grandes projetos ferroviários do passado e do futuro.

Veja mais: Ferrorama! Documentários sobre a história das locomotivas. 

O primeiro vídeo mostra um projeto antigo (e hoje obsoleto) de gigantes e luxuosos trens de passageiros. O segundo trata dos futuros e rapidíssimos trens de levitação magnética e explica seu funcionamento.

The Insane Giant Nazi Railway – The Breitspurbahn | Found And Explained

O trem mais rápido já construído | A física completa disso | Lesics português

Postagem número 1000.

Hora de fazer algumas recapitulações.

Sempre tive vontade de ter meu próprio espaço na internet. Um lugar que fosse meu, que não dependesse da boa vontade de provedores. Mas ter meu próprio servidor, com redundâncias e conexão com IP fixo é muito caro para um passatempo. Em lugar de reinventar a roda, acabar na bancarrota, mas ainda ter meu website, optei por baixar a cabeça, dizer amém e ter minha página num dos serviços já existentes.

Meu primeiro espaço foi no extinto Geocities, na época em que o Yahoo! ainda prestava para alguma coisa, donde saí nos idos tempos de 2008. Com internet discada e o próprio Yahoo! como provedor, num ínfimo espaço para a página, lá estava eu todo prosa em meu espacinho.

Com o Yahoo! me irritando e degradando seus serviços ao longo do tempo, optei por migrar para o Blogger em 31/08/2009, seguindo o fim do Geocities. E fui lidando com a plataforma, os mandos e desmandos do Google, razoavelmente satisfeito por ter um lugar mais adequado para postar mensagens motivacionais.

Já para 2011 eu tinha de tudo na rede. Multiply (extinto), Orkut (extinto), Blogspot (na época meu weblog tinha o nome Mensagem do dia), Twitter, Facebook. Tudo menos visualizações. |:^/

E, em maio de 2014, o Yahoo! conseguiu me enraivecer mais do que nunca. Um aborrecimento em cima de outro. O serviço de correio-eletrônico estava tão ruim, que mudei oficialmente para o Hotmail e até experimentei contratar meu próprio servidor de e-mail. Detestando o serviço do Google, chutei o balde. Fiz tudo: registrei domínio (noctuam.com/.net/.com.br) pelo IG, contratei o Hostnet, aprendi html. Isso mesmo, aprendi programação html para fazer minha própria página eu mesmo! (eis meu nível de descontentamento)

O serviço de e-mail do Hostnet conseguiu ser pior ainda… Funcionou por apenas um (1) dia de 2014. Obviamente cancelei o contrato na mesma semana. Mas não foi uma experiência de toda inútil. Ao menos tive o website escrito por mim mesmo no ar por um mês, tinha adquirido um nome de domínio próprio e considerável conhecimento.

Não me recordo muito bem, mas lembro que estava insatisfeito com o Blogger (Google de um modo geral) e migrei para o WordPress, com a primeira postagem aqui em 14/04/2014 (Mensagem nº 206). Passado certo tempo, Tiago Caridade me incentivou a começar a escrever meu próprio conteúdo, em lugar de me limitar somente a enviar mensagens motivacionais.

Fui surpreendido com parcos visitantes <post 500> e comecei a dar mais atenção ao conteúdo publicado. Passei a compartilhar o material que uso ao longo dos anos para estudar. Em 11/09/2016 troquei a ”marca” noctuam para meu nome e assim ficou. Uma celebração à minha formação como professor. Minha página então se tornou um repositório para estudantes de docência, pessoas que buscam informações sobre autismo, quem precisa de informações sobre depressão, quem pesquisa sobre halterofilismo e também quem cai de pára-quedas por aqui. rsrsrs |:^p)

É um trabalho singelo. Fico satisfeito em saber que posso estar contribuindo com alguma coisa, mesmo que pouca. Sim, fico chateado porque os meus textos mesmo praticamente ninguém lê (alguns realmente nunca foram lidos). Mas quem sabe se no futuro eu passo a ser conhecido pelas minhas idéias em lugar de minhas excentricidades?

O número de visitantes aumenta e diminui conforme os semestres letivos das faculdades. Com isso posso ver que esta página está sendo usada como repositório, tal como eu queria. Importante notar também que uma parcela das visitas são minhas próprias, pois o WordPress tem dificuldade para contabilizar visualizações.
O número de visualizações não é muito certo, então eu dou mais valor ao número de visitantes.
Fora os quase 3.000 cometários SPAM que recebi, de vendedores de viagra até uma herança que eu tenho para pegar num país africano, não tenho muita interação com os leitores.
Compartilho o conteúdo deste repositório com tudo o que vejo pela frente. Também tenho Tumblr, Twitter, Facebook e LinkedIn.

 

 

A Verdadeira História de BOLSONARO | Documentário COMPLETO – Partes I e II

Ainda estou esperando esse presidente frouxo peitar o STF e soltar os presos políticos. Afinal, ele jurou defender a Constituição, não é?

A Verdadeira História de BOLSONARO | Documentário COMPLETO – Partes I e II

Mundo Polarizado | Olimpio Araujo Junior

É tudo boato, mesmo quando não é.

mother!

Desde 2004 eu não vou ao cinema. Antes cinéfilo contumaz, devorador assíduo de cinedramaturgia em seus vários gêneros, vi-me completamente enfadado pelos novos títulos. Nada mais me chamava a atenção. Sinto que desde Matrix (1999) não há mais filmes, apenas efeitos especiais maquilados por um enredo ”necessário”. O primeiro caso que me vem à mente é Another Earth (2011). É realmente necessário enfiar artificialmente ficção científica num enredo dramático? Quando o efeito é o protagonista e o enredo apenas coadjuvante, qual o intuito da obra?

O cinema se tornou escatológico. Human Centipede (2009), A Serbian Film (2010), Melancholie Der Angel (2009). Travestidas de ”provocação”, obras (se é que podem se chamar assim) que apenas provocam repugnância são catarse coletiva de mentes coletivas, sem indivíduo, individualismo ou individualidade, sem criação ou criatividade, feitas com o propósito de chocar por chocar, sem mensagem a passar.

Ou o cinema se tornou autofágico. Incapazes de criarem coisas novas, estúdios abraçaram as velhas fórmulas, dissimulando o novo ao repetir enredos batidos, ou descaradamente relançando filmes consagrados (remakes). De Total Recall (2012) a Rei Leão (2019) exploram o saudosismo e a memória afetiva do público cativado de outrora. Ao menos os romances Hallmark não escondem o que são…

Ou ainda o cinema se tornou comercial. Filmes feitos para o rápido consumo de adolescentes ou chineses (Anthony Mackie, 2017, MCM London Comic Con). Não são mais produzidos filmes com o ator A, ou diretor B. São produzidos super-heróis computadorizados, franquias (o nome representa o modelo comercial) que começaram em livros e que viraram filmes e jogos, ou qualquer coisa para agradar o governo chinês.

Anthony Mackie Explains Why Hollywood Movies Suck Now | Red Carpet News TV

Além disso tudo, temos a corrupção da cultura passada. Vemos ícones consagrados da cultura popular sendo infiltrados e depravados por uma clara agenda ideológica neomarxista pós-moderna que os submete às suas pautas. Feminismo, homossexualismo, racismo e outros temas em nada relacionados com o enredo original são inseridos sem contexto ou necessidade, tão somente para consonar a um público-alvo específico. E, quando os aficionados manifestam seu descontentamento, quando dizem que não gostaram do resultado, ou tão somente desaprovam o conteúdo, são automaticamente intitulados retrógrados ou acusados de crimes contra a humanidade.

Pelo que entendi, sugerir que personagens fictícios não afro-descendentes sejam representados segundo suas etnias originais é crime. Mas Rei Arthur Negão pode…

Nestas duas décadas não acompanhei mais a grande mídia cinematográfica. Restringi-me a assistir pequenos trechos de filmes que porventura chamassem minha atenção. Cenas de ação, aventura, comédia etc. Os chamados ”clips”. Para mim me bastam somente esses curtos segmentos mais importantes, tal como uma criança que come somente o recheio do biscoito. Foram raríssimos os filmes que vi. A Órfã (2009) foi brilhante. A Dama de Ferro (2011), decepcionante. Prefiro curta-metragem: curtos filmes em que a mensagem é passada o mais rapidamente possível e sobre ela posso imediatamente exercer juízo de valor.

Em lugar de assistir e perder o precioso tempo em que poderia estar olhando para uma parede, optei por algo muito mais simples: ler. Passei a não mais assistir a filmes, mas a ler suas sinopses na Wikipédia. E nestes últimos vinte anos li todo tipo de filmes, esperançosamente aguardando algo que me agradasse, sem muitas satisfações.

Assisti muitas (muitas) animações, em muito admirado pelo trabalho e dedicação para produzi-las, mas também decepcionado pelo enredo lamentável que elas apresentam. ”Award Winning” é quase sinônimo de ”final ruim” ou ”historieta melancólica”. Mostrando que são laureados/recompensados aqueles que produzem as histórias mais infelizes, estimulando o cultivo de mais tristeza no mundo… Eu tomei a decisão em minha vida pessoal de rejeitar o que não é belo. Repudio os finais tristes. Para entrar em minha vida, só aceito o que é bom. Só que parece que violentar a psiquê dos personagens em um enredo depressivo é ponto comum entre os animadores contemporâneos.

Recentemente o Youtube vem permitindo os chamados ”recaps”, sumários em que um narrador conta o filme em pouco mais de dez minutos. Em lugar de perder de uma (1) a três (3) horas vendo um filme, o espectador pode ver o sumário de toda a narrativa. Assim é possível saber o conteúdo de seis ou sete filmes no período em que assitiria a apenas um (1) em sua integralidade. E comecei a encontrar algumas coisas interessantes, outras nem tanto. Até que me deparei com o filme mother! (2017), de Darren Aronofsky.

O fato de a Academia Americana de Cinema ter agraciado The Shape of the Water (2017), também conhecido como “O monstro da lagoa negra taradão“, e não ter ao menos cogitado mother! para nomeação demonstra a tendência dos estúdios e não surpreende. Os críticos de arte gostaram bastante, mostrando a dissonância entre a arte cinedramatúrgica e a academia (leia-se: grande mídia).

O grande público também não gostou de mother!. Eu também esperava por isso, por conta do enredo. Mas o que me chamou a atenção, a minha surpresa, foi que o teor do enredo não foi a causa de o público não ter gostado. O público não gostou porque não entendeu o filme!

Neste mundo em que toda a informação precisa ser pacientemente mastigada e vomitada na garganta do passivo espectador, em que a pessoa não tem mais que fazer o mínimo esforço para obter a informação superficial que busca, em que o indivíduo tem preguiça de pensar, em que o quoeficiente intelectual médio da humanidade está caindo, eu vi as pessoas pedirem para que outros lhes expliquem do que o filme se trata. E os que explicam ainda dizem que também não entenderam e apresentam somente suas ”suposições”.

O filme é uma alegoria ao egocêntrico deus bíblico e ao homem, um feito à imagem e semelhança do outro, uma crítica ao mal que a humanidade faz ao mundo e à perversidade em cada ser humano. Uma crítica à futilidade do esforço de uma minoria bem intencionada frente às hordas ensandecidas. Considerando que a população ocidental é majoritariamente cristã, o filme é evidentemente uma provocação ética e moral sobre os preceitos religiosos. Mas as pessoas não entenderam a metáfora… Como que não entenderam a metáfora???

A atuação de Jennifer Lawrence foi brilhante, ela entrega a emoção na dose perfeita conforme o texto. Do egoísmo divino e mundano à transubstanciação, o filme está bem costurado. Toda comunicação exige dois lados. O que fala e o que escuta. É lamentável ver que os parcos brilhantismos da cinedramaturgia hodierna recaem sobre a estéril mente de espectadores alienados.

E assim percebo que não é a arte que foi ”corrompida”. Ela tão somente está de acordo com o público que a consome.

You never loved me, you just loved how much I love you. I gave you everything. And you gave it all away.

Mas nem tudo está perdido. Ao menos todos concordamos que Cats (2019) é uma aberração…

Teste de personalidade

Compartilhado originalmente em 12/09/2017.

Este é um interessante teste de personalidade gratuito que encontrei. Meus resultados foram precisos na descrição de como eu sou, como me sinto e como vejo o mundo.

https://www.16personalities.com/

Teste de personalidade
Fonte: https://static.neris-assets.com/images/personality-types/headers/analysts_Logician_INTP_personality_header.svg

 

IVES GANDRA MARTINS – DIRETO AO PONTO – 30/08/21

IVES GANDRA MARTINS – DIRETO AO PONTO – 30/08/21 | Jovem Pan News

Ver também: Discussão e debate no país dos analfabetos

Eleições 2022 – Parte 6 (Com a palavra, o engenheiro)

Engenheiro que liderou desenvolvimento das urnas cobra auditoria dos votos | Os Pingos nos Is