Autoavaliação – Parte 2

DELINEANDO RUBRICAS PARA UMA AVALIAÇÃO MEDIADORA DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE
Nelly Kazan Sancho Cruz
Lina Cardoso Nunes

A prática avaliativa na modalidade de ensino online ainda permanece centrada em abordagens tradicionais utilizadas em ambientes presenciais. Esta questão mobilizou o presente estudo com o objetivo de investigar a construção de rubricas a serem utilizadas na prática de avaliação da aprendizagem em educação online, a partir do mapeamento de indicadores específicos utilizados na avaliação mediadora preconizada por Hoffmann(2004,2005) construídos no contexto da educação presencial. A proposta de uma avaliação mediadora em um curso online com o emprego de rubricas poderá nos proporcionar um novo entendimento quanto ao sistema de avaliação nesta modalidade de ensino, nos convidando ao rompimento de idéias cristalizadas de avaliação baseada em julgamento de resultados finais e pontuais. Todavia, não temos a pretensão de
esgotar o tema, mas subsidiar e estimular o surgimento de outras pesquisas sobre como efetuar a avaliação da aprendizagem.

Texto completo: artigo avaliação por rubricas na ead sancho e cardoso 2009_pi


Fonte: http://www.abed.org.br/congresso2009/CD/trabalhos/1452009214144.pdf

Autoavaliação – Parte 1

CONHECENDO E APLICANDO RUBRICAS EM AVALIAÇÔES
Luiz Cláudio Medeiros Biagiotti
DIRETORIA DE ENSINO DA MARINHA

Este trabalho tem por finalidade apresentar as rubricas, ferramentas bastante úteis para a avaliação de processos e produtos finais na educação. Sua utilização no Brasil ainda é muito restrita, embora em alguns países, do Primeiro Mundo, já seja de utilização constante.
Além do trabalho de pesquisa que venho realizando há algum tempo, este artigo também aborda algumas discussões acontecidas durante um workshop sobre rubricas do qual participei recentemente. Pretendo por este artigo, contribuir para a divulgação do tema.

Texto completo: artigo avaliação por rubricas biagiotti 2005


Fonte: http://www.abed.org.br/congresso2005/por/pdf/007tcf5.pdf

Rubricas na avaliação formativa – Parte 2

METACOGNIÇÃO E SUCESSO ESCOLAR: ARTICULANDO TEORIA E PRÁTICA
Claudia Davis
Marina M. R. Nunes
Cesar A. A. Nunes

Este artigo busca salientar a importância da metacognição para os processos de aprendizagem e para o sucesso escolar. Para tanto, discute a necessidade de se construir, nas salas de aula, uma cultura do pensar, que propicie aos alunos: a. uma forma de explicitar, desde cedo, modalidades de pensamento, tornando-as, assim, passíveis de ser compartilhadas; b. um estímulo ou motivação para pensar, de forma a alcançar decisões acertadas; c. a coragem para enfrentar situações novas; d. a transferência de estratégias e conhecimentos gerados em um dado contexto para outros. Um aspecto central na implementação de uma cultura do pensamento é desenvolver habilidades metacognitivas, pois é por meio delas que se torna possível a elaboração de conhecimentos e formas de pensar que assegurem maior possibilidade de sucesso e generalização, bem como a aquisição da autonomia na gestão da aprendizagem e na construção de uma auto-imagem de aprendiz competente. Exemplos de como implementar essa proposta são fornecidos, destacando como a organização do ensino
torna os alunos sujeitos de sua própria aprendizagem.

Texto completo: a1135125


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/cp/v35n125/a1135125.pdf

Rubricas na avaliação formativa – Parte 1

POR QUE APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS?
Cesar A. A. Nunes

Vale a pena pensarmos um pouco o que queremos quando falamos em aprendizagem por projetos.
Tudo que fazemos que tenha certo grau de complexidade precisa ser projetado para ser bem feito. Produtos complexos em geral precisam de planejamento para várias etapas, divisão de tarefas, relação de recursos a serem buscados, etc.
Um projeto de aprendizagem é um projeto no qual o aluno vai aplicar o que está aprendendo enquanto cria um produto. Porém, diferentemente de um projeto para gerar apenas um produto complexo, um projeto de aprendizagem é projetado para que aconteça a aprendizagem. Portanto, ao invés de ter apenas divisão de tarefas, etapas, previsão de recursos, tempos, etc., o projeto de aprendizagem também prevê paradas para reflexão, feedback, autoavaliação e avaliação de pares, discussão com outros grupos e atividades para “melhoria de ideias” …
Diferentemente de uma sequência didática, num projeto de aprendizagem há preocupação em gerar um produto. Porém, esse produto não precisa ser um objeto concreto. Pode ser uma ideia, uma campanha, uma teoria, etc. A grande vantagem de gerar esse produto é criar oportunidades para o aluno aplicar o que está aprendendo e também desenvolver algumas habilidades e competências. Para que essas oportunidades de aprendizagem aconteçam o professor precisa desenhar/ projetar uma sequência de atividades adequada.

Texto completo: 1581124


Fonte: http://livrozilla.com/doc/1581124/textos-de-subsídio-para-o-curso-de-aprendizagem-baseada-em

Processos de avaliação: material complementar – Parte 11

Alfabetização Midiática e Informacional: currículo para formação de professores

Estas páginas contêm informações relevantes para a formação de professores. Sugiro adicioná-las às suas fontes de referências.

http://www.unesco.org/new/en/communication-and-information
http://www.unesco.org/new/en/education/themes/
http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/media_information_literacy_curriculum_for_teachers_in_

Ver também:
http://www.nmc.org

https://www.educause.edu/

http://www.cgi.br

Processos de avaliação: material complementar – Parte 10

We all want to be young (legendado)

Eu particularmente considerei o curta abaixo tendencioso e muito (muito) mal editado, mas é possível garimpar informações sobre a diferença entre as gerações e daí extrapolar as dificuldades em lidar com estudantes de diferentes faixas etárias.

Processos de avaliação: material complementar – Parte 9

TIC KIDS ONLINE BRASIL 2012
Pesquisa sobre o Uso da Internet por Crianças e Adolescentes no Brasil
COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL – CGI.br

A rapidez com a qual crianças e jovens estão obtendo acesso a tecnologias virtuais, convergentes, móveis e interconectadas não encontra precedentes na história da inovação e difusão tecnológica. Essas mudanças apresentam aos pais, aos professores e às crianças o importante desafio de adquirir, aprender a usar e definir objetivos para o uso da Internet em suas vidas diárias.
Os benefícios são encontrados em relação à aprendizagem, à participação, à criatividade e à comunicação. As oportunidades do mundo on-line também constituem o foco de uma parte considerável das atividades desenvolvidas pelos setores público e privado, por meio de diversos e ambiciosos esforços em andamento em muitos países para a promoção de tecnologias digitais de aprendizagem nas escolas, iniciativas de governança eletrônica, bem como de participação e alfabetização digitais.
Junto a esses benefícios, o acesso à Internet tem potencializado a exposição de uma ampla gama de riscos on-line, alguns dos quais são comuns no mundo off-line (tais como o bullying, a pornografia e a exploração sexual), enquanto outros são novos ou pelo menos têm sido substancialmente reconfigurados na vida das crianças comuns (tais como o aliciamento de crianças, a violação de dados pessoais e da privacidade, o rastreamento da localização geográfica, as formas indesejadas de envio de mensagens sexuais e de assédio sexual, além da facilitação de casos de automutilação).
A rápida difusão da Internet e de outras tecnologias on-line coloca diante dos formuladores de políticas públicas, dos governos e do setor produtivo a importante tarefa de identificar os riscos associados ao uso da Internet. Eles também devem desenvolver estratégias e ferramentas para garantir que os danos associados a tais riscos sejam minimizados. Nos últimos anos, crianças e adolescentes tiveram acesso à Internet primeiramente por meio de conexões discadas, depois por meio da banda larga e das redes móveis – em casa, na escola e outros lugares –, o
que resultou na aquisição de novas habilidades e competências.
A rede EU Kids Online agora conta com 150 pesquisadores em 33 países da Europa. Ela produz e divulga dados concretos capazes de fornecer uma base sólida para iniciativas relacionadas às políticas públicas, à educação e à conscientização em âmbito nacional, regional e internacional.
Tem sido um grande prazer colaborar com o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e Comunicação (Cetic.br) em prol da realização de uma pesquisa paralela no Brasil. Os resultados são fascinantes e relevantes. Esperamos que sejam amplamente utilizados
para ajudar a melhorar o uso da Internet por crianças e adolescentes no Brasil.

Sonia Livingstone
Diretora da rede EU Kids Online e professora no Departamento de Mídia e Comunicação da London School of Economics and Political Science

Disponível em: http://www.cetic.br/publicacoes/2012/tic-kids-online-2012.pdf 


Fonte: n/a

Processos de avaliação: material complementar – Parte 8

Breve Panorama da Educação Corporativa no Brasil:
Apresentação de Resultados dePesquisa
Marisa Eboli
Flávio Horneaux Junior
Gregório Bittar Ivanoff
Sérgio Mancini

O artigo pretende apresentar, um panorama conciso a respeito das atividades relacionadas à Educação Corporativa nas organizações de diferentes setores atuantes no Brasil. Serão apresentados os principais resultados obtidos através de uma pesquisa realizada pelos autores, no que se refere à Educação Corporativa de modo geral, buscando-se, principalmente, uma clarificação no que diz respeito às características de um sistema de educação corporativa e quais os resultados advindos de sua implantação percebidos pelas respectivas organizações. Além disso, procura-se, através de uma revisão da literatura sobre o tema, fazer considerações sobre a efetividade de tais atividades e acrescentar ainda conclusões e recomendações que sucedem das análises realizadas, com o propósito de enriquecer as discussões sobre o tema.

Texto completo: enanpad2005-gpra-2029


Fonte: www.anpad.org.br/admin/pdf/enanpad2005-gpra-2029.pdf