As origens homossexuais do ódio muçulmano por cães: um falso profeta, um amante homossexual e um filhote de cachorro.

Este texto é um adendo à minha série “O perigo do Islamismo no Brasil e no Mundo“. Caso você não a tenha lido anteriormente, eu tomo alguns de seus minutos para explicar alguns pontos-chave antes de prosseguir com o tema de hoje.

Eu venho há longa data denunciando o perigo que os muçulmanos representam para a sociedade ocidental, talvez em muito maior ameaça do que a China Comunista ou os sectos judaico-talmúdicos. O comunismo chinês bem como o neomarxismo pós-moderno são problemas com os quais a sociedade ocidental pode lidar por meio do amplo debate, das pressões econômicas e da evolução natural do mercado. Governos corruptos sempre houve e isso não é novidade.

Já o racismo etnocêntrico judaico fortemente amparado e instrumentalizado pelo cartel político-econômico sionista tende a perder poder no futuro conforme as atrocidades perpetradas por Israel forem sendo evidenciadas e o público finalmente vier a entender que a cultura judaica é inerentemente contrária à cultura cristã. Creio que conforme houver mais informação, menos censura e a população for mais bem educada, os argumentos evangélicos, em especial os neopentecostais, em defesa daquele Estado finalmente serão repelidos em favor de doutrinas tradicionais, como a de algumas linhas da Igreja Católica Romana.

Porém o Islamismo é um inimigo completamente diferente.

Conforme explicitei em minha série, o Islamismo não é uma religião: é uma ideologia político-teocrática absolutamente incompatível e antagônica aos valores greco-romano-cristãos ocidentais. De natureza totalitária e expansionista, tem como objetivo a conquista político-militar e imposição de um califado único sobre todos os povos do mundo. Esse regime de governo se dá por meio de uma lei própria, a Sharia, que muçulmanos pretendem impor a todos. Valores caros ao ocidente, como liberdade de expressão e de crença, ou democracia, são rejeitados em favor de uma doutrina de submissão.

Hoje esses agentes são recebidos de braços abertos pelo ocidente, enfraquecido, autocastrado e ingrato por todos os esforços de séculos de combate cristão. O pernicioso ideário pós-guerra da segunda metade do Século XX conseguiu erodir os fundamentos da civilização ocidental. Subitamente, o nacionalismo, o amor à pátria e o valor à cultura ancestral tornaram-se motivo de polêmica social. Gerações foram educadas, ensinadas, condicionadas mesmo a acreditar que a cultura branca européia seria ruim e que não deveria ser estimada.

Ora longe dos valores cristãos tradicionais, estão permitindo o ingresso desenfreado de uma massa de imigrantes que desejam abertamente destruir a cultura ocidental para impor sua própria. Essa cultura muçulmana baseia-se na figura de seu fundador Muhammad.

Se é que realmente existiu (pois sua existência é motivo de controvérsia), Muhammad trata-se de um falso profeta, adorador de um falso deus. Conforme os próprios textos islâmicos, Muhammad era homossexual, pedófilo, racista, escravagista, torturador e belicista. E para os muçulmanos é considerado o ”exemplo perfeito de homem”, em que todos devem procurar se espelhar.

Segundo sua doutrina, seus seguidores são ensinados a mentir, a dissimular e a se infiltrar nos territórios a ser conquistados. Também são ensinados a matar e a estuprar quem não segue sua doutrina, a quem chamam de ”infiéis”. Quando em menor número, clamam por igualdade e direitos; quando em maior número, porém, as minorias não têm direito algum. Não há muçulmanos moderados. Todos os adeptos dessa ideologia ou agem conforme ou apóiam essa doutrina deletéria e repugnante.

No texto abaixo, segue um dos exemplos de como essa doutrina maligna é incompatível com o ocidente e como as vidas de animais inocentes são há séculos acometidas.

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As origens homossexuais do ódio muçulmano por cães: um falso profeta, um amante homossexual e um filhote de cachorro.
Autor: Raymond Ibrahim
14/06/2025
Tradução adaptada.

Qual é a questão com o Islã e os cães? Se você tem prestado alguma atenção, certamente já deve ter suspeitado que os muçulmanos simplesmente não gostam daquilo que é conhecido como o melhor amigo do homem. Eu já escrevi sobre esse fenômeno ao longo dos anos. Mas, caso você não saiba do que estou falando, aqui vão algumas notícias.

  • Em maio de 2025, há apenas alguns dias, o proprietário muçulmano de um abrigo de resgate de cães no Reino Unido chamado Save-a-paw foi preso após os restos mortais de 37 cães mortos serem encontrados em suas instalações. Aparentemente, seu golpe consistia em receber os animais de donos que não podiam mais mantê-los, sob a promessa de que os realocaria mediante pagamento.
  • Em janeiro de 2025, foi relatado que cães estavam sendo abatidos nas ruas de Marrocos, com uma estimativa de 3 milhões programados para extermínio como parte dos preparativos dessa nação muçulmana para sediar a Copa do Mundo de 2030.
  • Em agosto de 2024, nas palavras do jornalista turco Uzul, a lei de massacre de cães aprovada pelo governo da Turquia em 30 de julho está provocando uma onda de crueldade por pessoas perversas no país. As municipalidades agora estão caçando e massacrando cães de rua, às vezes incluindo animais de estimação amados e cuidados, encontrados nos bairros de seus donos.

Notícias horríveis vêm não apenas das autoridades locais, mas também de cidadãos privados. Aqueles que odeiam cães estão envenenando, atirando e até decapitando cães. Alguns são enterrados vivos. Em novembro de 2022, e nas palavras de outro jornalista local, o prefeito de Hebron, uma cidade palestina, ofereceu 20 shekels a qualquer pessoa que matasse um cão em sua cidade. Palestinos foram às ruas torturando e matando dezenas de cães. O relatório é acompanhado por uma imagem do que parece ser palestinos espancando um cão com bastões. Em julho de 2022, autoridades iranianas invadiram abrigos de cães e abateram 1.700 animais que haviam sido recolhidos das ruas. Segundo o relatório, imagens comoventes mostravam uma voluntária chorando enquanto segurava os cães.

Poderíamos continuar indefinidamente com histórias semelhantes, e elas estão nos meus artigos, mas creio que você já entendeu o ponto. Em resumo, o mundo muçulmano extermina cães como se fossem pragas. A hostilidade muçulmana contra cães chegou inclusive ao Ocidente e está causando problemas. Relatos de motoristas muçulmanos de táxi e de aplicativos como Uber nos Estados Unidos, Europa, Canadá e Austrália se recusando a transportar passageiros cegos por estarem acompanhados de seus cães-guia são extremamente comuns, especialmente naquele “bastião da diversidade e do multiculturalismo”, o Reino Unido. No Reino Unido, placas proibindo a presença de cães não são incomuns em regiões com grande presença muçulmana.

Certo, então o ódio muçulmano por cães é um fenômeno bem documentado. É algo muito real. Mas de onde isso vem? Como em todas as questões relativas ao que é ou não islâmico, devemos recorrer ao fundador da religião, Maomé. Não é segredo que, de acordo com muitos hadiths autênticos (sahih), incluindo os dois mais autênticos de todos, Sahih Bukhari e Sahih Muslim, ele literalmente demonizou e ordenou a morte de cães. Nas palavras de Sahih Muslim número 1572:

“O mensageiro de Alá nos ordenou matar os cães, e cumprimos essa ordem tão rigorosamente que chegamos a matar até o cão que acompanhava uma mulher do deserto.”

Ele se refere ao cão de guarda de uma viúva idosa. Depois que esse genocídio de cães durou algum tempo — e note que isso foi antes da pólvora, o que significa que os seguidores do profeta mataram esses cães com facas, pedras, por estrangulamento, afogamento etc. — após algum tempo, Maomé revisou sua ordem e limitou as mortes apenas aos cães pretos. O hadith de Sahih Muslim continua:

“Então o mensageiro de Alá proibiu sua matança, e disse: ‘Vocês devem matar o cão totalmente preto com duas manchas acima dos olhos, pois ele é um demônio.’”

Até aqui, tudo bem. Pelo menos agora sabemos de onde vem toda a hostilidade moderna dos muçulmanos contra cães: do profeta do Islã.

Agora, o que é interessante, porém, é se colocarmos nosso chapéu de detetive e juntarmos todas as razões pelas quais Maomé odiava cães. Chamo sua atenção para a premissa A, outro hadith autêntico. Segundo ele, o anjo Gabriel marcou um encontro com Maomé. O anjo disse que o visitaria muito tarde, em uma noite específica. Maomé esperou e esperou, mas Gabriel nunca apareceu, deixando o mensageiro de Alá bastante frustrado. O hadith canônico narrado por uma das esposas de Maomé, Aisha, também está em Sahih Muslim — dependendo da versão, número 2104 ou 5244 — e diz o seguinte. Lembre-se de que é Aisha quem narra:

“Gabriel marcou um encontro com o mensageiro de Alá, mas a hora chegou e ele não veio. O profeta tinha um bastão na mão, jogou-o ao chão com frustração e disse: ‘Alá e seus mensageiros não quebram suas promessas.’ Então, olhando ao redor, viu um pequeno filhote debaixo de sua cama. ‘Aisha, quando esse cão entrou?’, exclamou. ‘Por Alá, eu não sei’, respondeu a menina assustada. Então ele ordenou que o cão fosse retirado. Em seguida, Gabriel veio. E o mensageiro de Alá disse: ‘Você me prometeu e eu esperei por você, mas não veio.’ Gabriel respondeu: ‘Foi o cão em sua casa que me impediu. Nós não entramos em uma casa que contém um cão.’”

Certo, então, de acordo com esse hadith autêntico, que os muçulmanos aceitam, Gabriel marcou um encontro com Maomé à noite. Mas, por algum motivo, a presença de um filhote impediu esse anjo poderoso de entrar na casa de Maomé. Isso, para começar, é um comportamento bastante estranho para um anjo. Na Bíblia, por exemplo, os anjos não parecem ter tanto medo de animais. Por exemplo, quando Satanás tentou Jesus no deserto por 40 dias, aprendemos que ele estava “com os animais selvagens, e os anjos o serviam” (Marcos 1:13). Tampouco a presença de rebanhos de ovelhas e outros animais considerados impuros impediu que anjos — literalmente as hostes celestiais — aparecessem e anunciassem o nascimento de Cristo em seu meio (Lucas 2:8–20). Há muitos outros exemplos, incluindo do Antigo Testamento, como o jumento de Balaão, que interage e reconhece a presença de um anjo antes do humano (Números 22:21–35). Então, o que teria assustado Gabriel a ponto de evitar um filhote debaixo da cama de Maomé? Poderia ser que o anjo temesse que o cão começasse a latir, como os cães costumam fazer, e causasse um alvoroço, acordando os vizinhos a uma hora tão imprópria? Talvez — se Gabriel não fosse Gabriel. E é aqui que a trama se complica.

Entra em cena Dihya al-Kalbi, premissa B, um companheiro próximo de Maomé e 22 anos mais jovem que ele. Não apenas fontes islâmicas antigas e hadiths enfatizam obsessivamente a beleza incomparável desse homem — “Dihya era o homem mais belo que já vi”, declarou certa vez a jovem Aisha — como também aparentemente o anjo Gabriel tinha o hábito de assumir a forma de Dihya durante seus encontros noturnos com Maomé. Soa familiar? Isso aparece claramente em vários hadiths autênticos. Assim, segundo outro hadith de Sahih Muslim, número 601, certa noite,

enquanto Maomé estava na casa de outra de suas esposas, alguém apareceu para visitá-lo tarde da noite. Ao espiar, ela disse: “Por Alá, este não é outro senão Kalbi.” [Estou citando o hadith literalmente.] Quando Maomé voltou, ela perguntou: “Ó mensageiro de Alá, quem era aquele?” Ao que Maomé respondeu: “Era Gabriel, trazendo ensinamentos da sua religião.”

Certo, então vamos juntar tudo e ler, por assim dizer, nas entrelinhas. E, por favor, tenha em mente que, assim como no caso de outras figuras mencionadas, estas não são minhas deduções ou conclusões. Estou apenas relatando o que ex-muçulmanos em várias partes do mundo árabe afirmam em suas críticas ao Islã. A alegação tem sido feita há muito tempo de que, assim como em outros casos, Maomé teria tido um relacionamento homossexual com Dihya al-Kalbi, esse homem extremamente belo. Mas, como a homossexualidade era malvista entre os árabes da época de Maomé — especialmente por alguém que afirmava ser profeta de Deus — eles teriam que se encontrar em segredo, muitas vezes à noite. Assim, teriam elaborado um plano: se alguém os visse juntos, Dihya fingiria ser Gabriel, sob a idéia de que o anjo assumia a forma daquele homem bonito ao se manifestar para encontrar Maomé. Isso levanta a questão: por que Gabriel não assumiria uma forma independente, ainda mais bela, de um homem? Por que escolher sempre a aparência já pré-existente de Dihya? É algo que faz pensar, embora também funcione como uma explicação conveniente sempre que as esposas de Maomé vissem Dihya com o ”profeta” à noite em suas casas.

De qualquer forma, agora voltemos e apliquemos todas essas informações ao importante hadith de Aisha sobre o filhote. Você se lembrará de que ela disse que Gabriel havia marcado um encontro com Maomé naquela noite. No entanto, por mais que Maomé esperasse, nenhum anjo apareceu. Olhando ao redor, visivelmente frustrado, Maomé viu um pequeno cão em sua casa, que prontamente ordenou que fosse retirado. Feito isso, Gabriel finalmente apareceu, confirmando que havia se recusado a se aproximar por causa do cão na casa. O significado, como muitos ex-muçulmanos insistem, seria claro: essa visita noturna não seria de Gabriel, mas de Dihya al-Kalbi. Ao perceber que havia um cão na casa, ele teria evitado se aproximar para que o animal não começasse a latir, criando uma cena no meio da noite e despertando os vizinhos. Quando Maomé percebeu isso, teria suspeitado que o filhote era o motivo do atraso e mandou retirá-lo. E, para evitar que esse problema se repetisse — e talvez até por raiva vingativa contra esses “animais barulhentos” — teria ordenado a matança ritual de todos os cães em Medina. Que triste pensar que, por essa razão, até hoje, quase 14 séculos depois, muçulmanos ainda odeiem e matem cães. Sem questionar, muitos aprendem que anjos não entram em casas com cães e que alguns cães, como os pretos, seriam possuídos por demônios. Assim, eles os desprezam e, como vimos, os matam.

Se você não acredita, considere as palavras de uma fatwa no respeitado site islâmico Islam Q&A:

“Devemos assegurar que os muçulmanos continuem a ter aversão aos cães, mesmo diante do que os não muçulmanos fazem e do que alguns muçulmanos adotaram de seus hábitos. E Alá sabe melhor.”

Em outras palavras: muçulmanos vivendo no Ocidente poderiam se adaptar e suavizar sua posição em relação aos cães — e, quem sabe, até começar a gostar deles? Não, diz essa fatwa: “é preciso garantir que continuem aversos aos cães”. Talvez o ponto mais triste de todos seja que, por temas como esse serem politicamente incorretos e não poderem ser reconhecidos no Ocidente, o próprio Ocidente acaba sendo cúmplice no abuso de cães.

Segundo um relatório intitulado “Os EUA gastam milhões treinando cães farejadores de bombas doados a países árabes que os maltratam”, muitos dos países que recebem esses cães altamente treinados — incluindo Bahrein, Líbano, Egito, Indonésia, Marrocos e Síria — têm histórico bem documentado de abuso e morte de cães.

Antes de encerrar, eu seria negligente se não apontasse que há ainda outra interpretação por trás da animosidade de Maomé em relação aos cães, uma ainda mais antiga e, segundo alguns, mais diabólica. De acordo com essa versão, Gabriel seria de fato um anjo, mas um anjo caído — um demônio, senão o próprio Satanás. Daí seu medo e ódio por cães, que, segundo muitas tradições ao redor do mundo — incluindo, especialmente, tradições cristãs — são capazes de perceber e latir para espíritos malignos à espreita na noite. Assim, esse ser teria possuído seu veículo Maomé para ordenar a morte dos cães e ensinar seus seguidores a fazer o mesmo. O fato de que o sobrenome de Dihya al-Kalbi, que indica sua tribo, significa literalmente “o cão”, de forma perturbadora, quase valida essa interpretação. De qualquer forma, agora você sabe de onde viria a animosidade muçulmana contra os cães.

Fonte:
The Queer Origins of Muslim Hate for Dogs: A Prophet, a Gay Lover, and a Puppy |
Raymond Ibrahim

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo: Brigitte Gabriel

Brigitte Gabriel contando a sua história. Brigitte Gabriel telling her story. | Mega Trilheiro
Não é uma simples questão de terras ou de religião, é uma questão de sobrevivência. É uma questão do bem contra o mal. O radicalismo islâmico não deve ser tratado com condescendência.

Segundo repositório
Brigitte Gabriel conta sua história

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo: Islamização de Roma

Fonte: alertacatolico https://www.instagram.com/reel/Cvrhr8RgLhU/?id=3164771318348429396_13784607767


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ISLAMIZAÇÃO DE ROMA

De acordo com estudiosos muçulmanos, o profeta Muhammad profetizou que as duas grandes cidades romanas, Constantinopla e Roma, seriam conquistadas. Constantinopla, conhecida hoje como Istambul, é muçulmana, enquanto Roma, acreditam, está passando por um destino semelhante.

O grande esquema do Estado Islâmico para tomar Roma se desenrola há anos, a Europa experimenta uma onda de combatentes islâmicos escondidos em meio à crise de refugiados. Sua estratégia não se concentra na guerra tradicional, pretendem se infiltrar nesses territórios usando simpatizantes internos e um influxo externo de agentes.

A estratégia, delineada anos atrás na publicação “Bandeiras Negras de Roma”, envolve o uso de células adormecidas, assistência de muçulmanos alistados em exércitos europeus e ajuda de simpatizantes não-muçulmanos. As táticas incluem a implantação de mísseis capturados no campo de batalha, visando diretamente a Itália.

As projeções demográficas mostram um quadro surpreendente. Até 2050, 1/3 da população da Itália será de estrangeiros, de acordo com relatório da ONU “Replacement Migration: Is It a Solution to Decline and Aging Populations.” Um think-tank italiano prevê que metade da população da Itália poderá ser muçulmana até o final do século devido à migração islâmica em massa e às diferentes taxas de natalidade entre cristãos e muçulmanos. Na última década registrou aumento de 419% de migrantes.

O futuro do Ocidente está em uma encruzilhada. Os europeus devem confrontar se devem permitir que suas nações passem por uma transformação cultural semelhante à mudança da Turquia após a queda da cristandade para o Império Otomano, ou como a transição do Egito de uma terra copta cristã para um estado onde os coptas sofrem perseguição implacável.

As implicações de fronteiras abertas, multiculturalismo e globalismo exigem atenção imediata. Sem medidas proativas, a Europa corre o risco de erosão de seus valorizados valores, liberdades e identidade cristã.

Via Amy Meck

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – O Estado Islâmico

Para ver mais sobre esta série, acesse: O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo

Como Estado Islâmico surgiu do caos para aterrorizar o mundo | 21 notícias que marcaram o século 21 | BBC News Brasil

A morte de Osama bin Laden, numa impressionante operação militar americana em solo paquistanês, em maio de 2011, espalhou uma sensação de alívio nos países que vinham sofrendo ataques organizados pela al-Qaeda.

Poucos imaginavam, no entanto, que não muito longe dali, no ainda instável e violento Iraque, pudesse estar nascendo uma ameaça potencialmente ainda mais grave.

Neste vídeo, parte da nossa série especial “21 Notícias que marcaram o Século 21”, Camilla Veras Mota explica o surgimento, auge e declínio do brutal grupo autodenominado Estado Islâmico, responsável por algumas das piores atrocidades vistas no mundo na história recente.

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – Bônus: Feminismo, Islã e a ”Religião da paz”

Editado em 06/07/2022: colocado texto, caso o vídeo seja removido do Youtube.

É possível ser feminista e defender o Islamismo? Não. Ao menos não honestamente se bem informada…

Islamic Feminism – Debunked (Yassmin Abdel-Magied Hitchslapped) | Rationality Rules

On the 13th of February, 2017, then Senator Jacqui Lambie, and Islamic youth leader Yassmin Abdel-Magied, had a screaming match on Australia’s Q&A, and within it, Yassmin asserted the following: “Excuse me, Islam to me is one of the most, if the most feminist religion. Right… we got equal rights well before the Europeans. We don’t take our husband’s last names because we ain’t their property”, and I simply can’t let that slide… this is Islam is the Most Feminist Religion – Debunked.

“Anybody that supports Sharia law in this country should be deported.”
“So, do you know what Sharia law is?”
“Yes, but it does not have–”
“Do you know what it is? Me praying five–”
“Are you too for Sharia law?”
“Of course – me praying five times a day is Sharia, right.”
“Like basic… do you even–”
“What about equal rights for women? What about, what about–”
“That’s completely separate from Islam!”
“Oh, so now you can be a Sharia law supporter and half pregnant at the same time? Come on…”
“What are you talking about? You are talking about stuff you don’t know anything… like, okay, I’m not going attack you personally, but my… but the frustration is that people talk about Islam without knowing anything about it, and they’re willing to completely negate any of my rights as a human being, as a woman, as a person with agency simply because they have an idea about what my faith is about. Excuse me, Islam to me is one of the most, if the most feminist religion. Right we got equal rights well before the Europeans.” “We don’t take our husband’s last names because we ain’t their property, right. We were given the right to own land. We are con… like the fact is, what is culture is separate from what is faith, and the fact that people go around dissing my faith without knowing anything about it, and want to chuck me out of a country–I have done, and Muslims… The fact is Jacqui I agree… with you…wait, wait–”
“The fact is there is we have one law in this country and it is the Australian law, not Sharia law.”
*Cheering* “Not in this country. Not in my, not in my day.”
“In Sharia it says you follow the law of the land on which you are on. It says in Islam you follow the law of the land on which you are on.”
*Applause* “You tell me why are women… treated like second class citizens. Why gays are killed? You tell me that.”
“That is not my religion.”
“Jacqui, Jacqui, both of you. Can I just say that shouting at each other is not going to help…”
“That is true.”
“So please stop.”

Meow… crap, I’m going to get accused of misogyny now! (“That’s a whole other level of harassment, really!”).

Jokes aside, within this short exchange Jacqui and Yassmin both make several assertions, and while I find fault with Jacqui’s (and specifically her rhetoric), I find greater fault with Yassmin’s, as not only are they factually incorrect, they’re dangerous! Over the last few years there’s been an influx of female Muslim activists insisting that Islam is a girl’s best friend, and it’s about time that real feminists called out this insulting tripe for what is it.

“So what I’m offering you today is the story of how Islam has made me a feminist.”
“Who in society deserves my respect and kindness? And so the Prophet replied “Your mother” […] What it means is that your mother actually deserves three times more respect than your dad does just because she had to bear with you for nine months.”
“So many times you’ve brought up women and Islam… I’d just like to correct that I’ve read the Quran, and all Muslim scholars would agree with me that Islam gives women a lot of rights.” […] “I mean, I am a young Muslim woman myself, I sit before you, I have a voice, and I can speak to you and I can look you in the eye, and I do have my rights. And when I go to Iran– I’m actually Iranian as well, and so when I go to Iran I also have my rights.”

“We’re going to take that a comment, and as a very passive one at that.”

*Clapping* “Oh now we’re not – we’re not! We’re not going to take that as a comment. I can see your face, I can see your hair, and I can see you sitting in an audience with young gentlemen – don’t you tell me you can do any of that in Iran.”
“I can though…”
“No you can’t.”
“Yes I can.”
“No you can not!”
*Laughter* […] “You insult your sisters in Iran who’re being beaten… who’re being beaten and raped every day when you say that they have their rights in the Islamic Republic–It’s an insult to the women of Iran.”

Yeah, Hitch! You go, girl… so here’s the plan – I’m going to identify and then address each of Yassmin’s claims, starting with her concept of Sharia Law.

“Anybody that supports Sharia law in this country should be deported.”
“So, do you know what Sharia law is?”
“Yes, but it does not have–”
“Do you know what it is? Me praying five–”
“Are you too for Sharia law?”
“Of course – me praying five times a day is Sharia, right.”

Yes, praying five times a day is Sharia, but so too is stoning homosexual to death, executing apostates, and requiring two female witnesses in court to oppose one male witness. To put it simply, the term ‘Shari ah” refers to Allah’s immutable divine law, and it evidently originally meant “way” or “path”. Hence, Sharia Law means divine law, and it’s derived from various Islamic sources, such as the Quran and the Hadith. Now the reason this needs to be made clear is because Yassmin’s Sharia Law is… well, Yassmin’s:

“You tell me why are women… treated like second class citizens. Why gays are killed? You tell me that.”
“That is not my religion.”

Really, Yassmin? Executing homosexuals isn’t an edict of your religion? Because the Hadith plainly states that “If a man who is not married seized committing sodomy, he will be stoned to death”, and within the Quran your prophet Mohammad says “Whoever you find committing the sin of the people of Lot, kill them, both the one who does it and the one to whom it is done”.

According to the ILGA, there are currently eight countries in which homosexuality is punishable by death – that being Iran, Sudan, Saudi Arabia, and Yemen; parts of Somalia and northern Nigeria, and coincidentally, they all justify this punishment with explicit reference to the aforementioned Islamic sources: that is, they all justify this punishment with explicit reference to Sharia Law.

And so yes, Yassmin can say “That is not my religion”, but in doing so she’s committing a No True Scotsman fallacy – she’s hand-waving away legitimate criticisms of Sharia Law by insisting that only her very unique interpretation is the “real” one. To dust-off and reemploy the almighty glove of Hitch, she’s doing her sisters abroad (who’re truly suffering under Sharia Law) a grave disservice.

Moving on, I think Yassmin is very much mistaken when she says “What is culture is separate from what is faith”, and “That’s completely separate from Islam!” The truth is that culture and religion heavily influence one-another, and under the rubric of a theocracy they are pretty much indistinguishable (as is the case, for example, in Saudi Arabia). As a culture, Saudi Arabia overwhelmingly despises homosexuals because it’s overwhelmingly Muslim.

We see this type of scapegoating by Islamic apologists all the damn time – they attribute all that is bad about Islam to “culture”, and all that is good about Islam to “Islam”, and this is precisely what Yassmin is doing here.

Anyhow, next, I want to respond to the statement that Yassmin received an applause for:

“In Sharia it says you follow the law of the land on which you are on. It says in Islam you follow the law of the land on which you are on.” *Applause*

Yes, due to a verse in chapter 4 of the Quran, which states “O ye who believe! obey Allah, and obey His Messenger and those who are in authority over you”, Sharia Law holds that Muslims must follow the laws of the land upon which they are on, BUT only if those laws are is not in contradiction with their religion. Or to quote the Hadith, “It is necessary upon a Muslim to listen to and obey the ruler, as long as one is not ordered to carry out a sin. If he is commanded to commit a sin, then there is no adherence and obedience.” And so what this equates to is Muslims saying “Yes, I’ll live according to your rules, but only if they don’t contradict my rules…”

And finally, I want to address the crux of Yassmin’s central claims: “Excuse me, Islam to me is one of the most, if the most feminist religion. Right we got equal rights well before the Europeans. We don’t take our husband’s last names because we ain’t their property.”

To begin, when Yassmin says “We got equal rights well before the Europeans” I’m fairly certain she’s misspoke, because female Muslims don’t have equal rights even TODAY, let alone historically. What I think she meant to say is that that “Muslim women had MORE rights than European women during the early days of Islam” – which, so far as my research yields, is correct – the Romans, Athenians, and of course, Christians, horrifically subordinated women.

However, LONG before the inception of Islam, many NON-European women enjoyed significantly more rights than Islam has ever granted them. For example, in Mesopotamia, women could buy, own, sell and inherit land, could engage in commerce, and could testify in court as EQUAL to men (unlike, say, women TODAY under Sharia).

Secondly, when Yassmin says “We don’t take our husband’s last names because we ain’t their property” she’s clutching at straws. Sure, Muslim women don’t take their husband’s last name, but historically they have been, and to the largest extent still are, treated as if they’re second-class citizens. For example, a Muslim woman can initiate divorce, but imams will often inhibit her less she has her husband’s consent or proof of legitimate grounds (because, again, according to Sharia Law, a woman’s word is worth only half that of a man’s) – but if a Muslim man wants to divorce one of his wives, he can do so at any time and without reason, so long as she’s not menstruating. So yeah… tell me again how Islam is THE most feminist religion…

“My frustration is that people talk about Islam without knowing anything about it.” This is most certainly true, I’ll grant Yassmin that, but she (and other Muslim apologists) talk about Islam as if people know nothing about it, and that’s also not acceptable… The truth is that Islam is not only not the most feminist religion, it is actually one of the biggest threats to feminism. Since the Quran asserts that it is the last revelation, it’s unchanging misogynistic edicts are forever tethered to antiquity, and while “moderate” interpretations will continue to grow vaguer and vaguer (such has been the case with Christianity), the fact remains (and will always remain), that Islam is NOT the most feminist religion – and it certainly isn’t more feminist than non-religious secularism and humanism.

Anyhow, I’m Stephen Woodford / Rationality Rules, and as always, thank you kindly for the view, and an extra special thank you to my wonderful patrons and those of you who’ve supported the channel via PayPal and merchandise. As a quick update on the Debunked card game, I’ve managed to finalised a lot of the rules, have designed a few of the cards, and am aiming to release a Kickstarter for it late January / early February, and so if you’re interested, please stay tuned by following me on Facebook, Twitter, or Patreon. Until next time my fellow apes, until next
time.

Islam is a Religion of Peace – Debunked (Islam is Peaceful – Refuted) | Rationality Rules

Peace is defined as a lack of conflict and a freedom from fear of violence. It’s tranquility and harmony, and a critical component to happiness… and Islam my friends, is precisely not that… this is, Islam is a Religion of Peace – Debunked.

Okay, I might have been a bit facetious in my intro, but I nevertheless stand by the sentiment of what I said – Islam is not a religion of peace, and in this video, I want to predominately explain why. However, for the purpose of clarity, I want to first put this assertion in a syllogistic form:

      • Peace is defined as a lack of conflict and a freedom from fear of violence.
      • Islam acts according to and in seek of, peace.
      • Therefore, Islam is a religion of peace.

In my opinion, when someone employs this argument the first thing to do is to identify exactly how they’re defining the word “peace”. The reason being is that there are two versions of this argument; the first is one in which the proponent is sincerely asserting that Islam is a religion of peace as defined colloquially, and the second is one in which the proponent is periodically using an Islamic definition of the word “peace”. Hence, this is why it’s important to get them to define “peace” from the outset.

To debunk the second version first, because, you know, screw logic, it’s important that we first understand what exactly Islam means within the Islamic world. The word “Islam” is derived from the Arabic word “salaam”, a word literally meaning “peace”, and Islam as a religious practice refers to a person submitting herself or himself to the will of Allah in order to seek eternal peace and tranquility. Or to put it more bluntly, in the Islamic world, Islam is the definition of peace, and therefore Islam is, by definition, a religion of peace.

Now if this isn’t an obvious example of Circular Reasoning, I don’t know what is… Defining Islam as peace and then asserting that Islam is peaceful is as circular as defining Nazism as love and then asserting that Nazism is loving… not only is this confusing, it’s deceitful! What’s more is that when the proponents of this argument use the colloquial definition of the word “peace” within their first and third premises, but use the Islamic definition of the word “peace” for their second premise, they’re actually committing a classic Equivocation Fallacy. By interchanging between two different definitions of “peace” throughout their premises, their argument is incoherent and therefore invalid.

But what about those who assert that Islam is a religion of peace as defined colloquially? You know, the likes of Maajid Nawaz and Zeba Khan? How exactly have these people come to the conclusion that Islam is indeed a religion of peace? Well, to begin, while they recognize that countless atrocities have been committed in the name of Islam, they nevertheless maintain that these acts are the result of fanatics, extremists and militants taking Islamic teaching out of context. But to raise an immediate objection, this claim is simply false. Flat out, demonstrably, false.

As I demonstrated in my video about Islamophobia, the Quran and Hadith possess countless violent verses that instruct Muslims, and moderate Muslims do indeed endorse and commit many reprehensible atrocities with explicit reference to Islamic teaching. What’s more is that they do incessantly claim jurisdiction over the experience of others, and so they are therefore not peaceful.

To name but a few examples, a poll of over 38,000 Muslims from over 39 different countries found that: 60% of moderate Muslims believe that a wife should obey her husband; 75% believe that it is necessary to believe in Allah to be a moral person; 40% want the death penalty for those who leave Islam; and, 60% want Sharia law to be the official law of their country. What’s more is that even 61% of “moderate” British Muslims believe that homosexuals should be punished…

So, as Sam Harris says, “the problem is not religious extremism, because extremism is not a problem if your core beliefs are truly non-violent. The problem isn’t fundamentalism. […] The only problem with Islamic fundamentalism, are the fundamentals of Islam.”

To hammer home this point, Harris often uses the example of Jainism as an actual religion of peace, as its central tenet is non-violence and respect towards all living beings… the more extreme a Jainist becomes, the less we need to worry about them. But so far as I am aware, the same cannot be said for any other religion, and especially not for Islam. To quote Harris again – and yes, Harris is going to feature in a lot of my videos because he is in my opinion way ahead of his time, “the problem is that Islam isn’t a religion of peace, and the so-called extremists are seeking to implement what is arguably the most honest reading of the faith’s actual doctrine.”

A second prominent objection that the proponents of this argument present, is that of contextualization. For example, to paraphrase Nawaz, “Muhammad and the history of Islam must not be judged by the standards of civilization that we, after an accumulation of thousands of years have arrived at. Islamic history must be judged by the standards of its time”.

But this is simply nonsense – and here’s why… Islam has always uniquely claimed that its teachings are the final and unalterable revelation from the almighty, and that by extension its edicts are absolutely final! Therefore, because Muhammad practiced and Islam endorses and encourages elderly men to take young girls as wives, this rule is final. For a Muslim to now contextualize this edict and practice is to reject that Muhammad’s example and revelation is final. In fact, it’s worth pointing out that in Saudi Arabia there isn’t an age restriction for marriage whatsoever… and of course, the reason for this is explicitly Islamic…

What’s more is that even if Islam didn’t claim to be the final and unalterable word of the creator of the universe, we still can and should judge its historical acts despite its context. Hell, future generations will most certainly look back at our actions today and judge us… and they should! A third prominent objection that the proponents of this argument present is the assertion that Christianity is not a religion of peace either – often by referring to the Crusades etc. Now of course, this is true – Christianity is definitely not a religion of peace, but to bring this up is simply a Red Herring – it’s a distraction and a redundant use of energy. It’s the equivalent of someone saying in a debate about Hitler’s atrocities that Stalin was worse… it’s irrelevant, and a because of this it can be dismissed without serious consideration.

And finally, a small point I’d like to make before I recap is the fact that yes, pretty much any religion, or any ideology for that matter, can indeed be practiced peacefully – but this doesn’t mean that the religion or ideology is peaceful itself. To be a peaceful Muslim you need a very peculiar interpretation of the Islam indeed; you must reject the vast majority of its teachings and pick a mix the peaceful verses… you know, just like most modern Christians.

So, to recap, the second variation of the argument that Islam is a Religion of Peace is flawed because;

      • It commits a Circular Reasoning Fallacy, and;
      • It commits an Equivocation Fallacy.

And the first variation of the argument that Islam is a Religion of Peace is flawed because;

      • Moderate Muslims do promote and commit atrocities in the name is Islam (not just fanatics);
      • Contextualization is irrelevant, and;
      • Some, but not all proponents of this argument, commit a Red Herring Fallacy.

Anyhow, as always, thank you kindly for the view, and instead of leaving you with an overwhelming powerful argument to consider, I’m instead going to leave you with a quote from Douglas Murry: “The fact is that Islam is many things… many many things – but to say it’s a religion of peace is nonsense; it’s to ignore reality; it’s to ignore very difficult, but necessary facts; not paradigms, but facts! To say that Islam is a religion of peace is to say something based entirely on hope; it’s to elevate a hope into truth, and I hope as you all know, history teaches us that’s a very bad thing to do.”

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 8 (final)

Editado em 06/07/2022: adicionado vídeo redundante caso o Youtube remova o vídeo original.
Editado em 29/01/2025: os dos vídeos foram removidos. Não faz mal, eu coloco de novo.

Nesta última parte, ”eu encerro meu caso”. Veja por eles mesmos o que pensam.

Islamismo na Europa | Templário de Maria
https://www.youtube.com/watch?v=Y3UYn-Ptjds


Mesmo vídeo, outro provedor:

https://vimeo.com/727601605

Terceira vez que coloco o vídeo:
https://www.bitchute.com/video/pfeNt7lwIJHd/

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 7

Editado em 06/07/2022: adicionado vídeo redundante caso o Youtube remova o vídeo original.

Quase concluindo este ciclo de postagens, a parte sete traz um vídeo de um ex-muçulmano falando dos perigos que sua antiga ideologia traz para o mundo ocidental.

Ex-muçulmano fala sobre os perigos do islamismo para o ocidente | José Atento BLOG LEI ISLÂMICA EM AÇÃO

Nasim Ben Islam é um apóstata do islão, residente na Alemanha. Ele recentemente escreveu um livro chamado “O verdadeiro inimigo … porque eu não me tornei um terrorista” e foi entrevistado. O vídeo mostra partes importantes da sua entrevista.

https://www.youtube.com/watch?v=O33XdneMtL4

Editado em 14/04/2021: e… mais um vídeo removido. Recolocado em sua versão em inglês.

Nasim Ben Iman, Apostate from Islam in Germany warns the West | Mecalecahi Mecahinyho

Mesmo vídeo, outro provedor:

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 6

Nesta triste sexta parte, vamos ver as experiências daqueles que optaram por sair do Islamismo. As dificuldades, pressões e grandes riscos para aqueles que se recusam a abrir mão da Liberdade e não aceitam o Islã.

The Dangers of Leaving Islam | VICE Asia

Ex-Muslims share their experiences | The Economist

Atheism in Egypt: The challenges facing non-believers? | BBC News

Egypt’s push against atheism and ‘non-believers’ | FRANCE 24 English

Atheist YouTuber Arrested in Egypt | Sherif Gaber and the Plight of Ex-Muslims | Genetically Modified Skeptic

Lebanon’s atheists on losing their religion | BBC News

Stephanie: The Price a Mother Paid for Leaving Islam | Ex-Muslims of North America

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 5

Editado em 06/07/2022: adicionado vídeo redundante caso o Youtube remova o vídeo original.

Nesta quinta parte, quero trazer um vídeo que fala sobre a irreversibilidade da situação em que nos encontramos mundialmente. É um problema do qual não poderemos escapar e, cedo ou tarde, teremos de enfrentar.

Não consegui reencontrar o vídeo completo da Missão Reviver. O vídeo é de 2009. Se puder ajudar, indique onde posso encontrá-lo.

Crescimento do Islamismo (Mundo Muçulmano) | Realidade Invertida

Crescimento da população árabe descendente na Europa e América do Norte. Mudança populacional e formação de nações muçulmanas em países tradicionalmente de maioria católica ou protestante.

 

Mesmo vídeo, outro provedor:

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 4

Esta quarta parte da série traz um vídeo para falar sobre outros aspectos do Islamismo e seu modo de atuação.

Não “existe” Islamismo Moderado | Mario Sergio Porto

Breve exposição sobre o Islamismo, a estrutura do Alcorão e seus perigos para mostrar que não existe Islamismo moderado.