O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – O Estado Islâmico

Para ver mais sobre esta série, acesse: O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo

Como Estado Islâmico surgiu do caos para aterrorizar o mundo | 21 notícias que marcaram o século 21 | BBC News Brasil

A morte de Osama bin Laden, numa impressionante operação militar americana em solo paquistanês, em maio de 2011, espalhou uma sensação de alívio nos países que vinham sofrendo ataques organizados pela al-Qaeda.

Poucos imaginavam, no entanto, que não muito longe dali, no ainda instável e violento Iraque, pudesse estar nascendo uma ameaça potencialmente ainda mais grave.

Neste vídeo, parte da nossa série especial “21 Notícias que marcaram o Século 21”, Camilla Veras Mota explica o surgimento, auge e declínio do brutal grupo autodenominado Estado Islâmico, responsável por algumas das piores atrocidades vistas no mundo na história recente.

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – Bônus: Feminismo, Islã e a ”Religião da paz”

É possível ser feminista e defender o Islamismo? Não. Ao menos não honestamente se bem informada…

Islamic Feminism – Debunked (Yassmin Abdel-Magied Hitchslapped) | Rationality Rules

Islam is a Religion of Peace – Debunked (Islam is Peaceful – Refuted) | Rationality Rules

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 8 (final)

Nesta última parte, ”eu encerro meu caso”. Veja por eles mesmos o que pensam.

Islamismo na Europa | Templário de Maria

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 7

Quase concluindo este ciclo de postagens, a parte sete traz um vídeo de um ex-muçulmano falando dos perigos que sua antiga ideologia traz para o mundo ocidental.

Ex-muçulmano fala sobre os perigos do islamismo para o ocidente | José Atento BLOG LEI ISLÂMICA EM AÇÃO

Nasim Ben Islam é um apóstata do islão, residente na Alemanha. Ele recentemente escreveu um livro chamado “O verdadeiro inimigo … porque eu não me tornei um terrorista” e foi entrevistado. O vídeo mostra partes importantes da sua entrevista.

https://www.youtube.com/watch?v=O33XdneMtL4

Editado em 14/04/2021: e… mais um vídeo removido. Recolocado em sua versão em inglês.

Nasim Ben Iman, Apostate from Islam in Germany warns the West | Mecalecahi Mecahinyho

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 6

Nesta triste sexta parte, vamos ver as experiências daqueles que optaram por sair do Islamismo. As dificuldades, pressões e grandes riscos para aqueles que se recusam a abrir mão da Liberdade e não aceitam o Islã.

The Dangers of Leaving Islam | VICE Asia

Ex-Muslims share their experiences | The Economist

Atheism in Egypt: The challenges facing non-believers? | BBC News

Egypt’s push against atheism and ‘non-believers’ | FRANCE 24 English

Atheist YouTuber Arrested in Egypt | Sherif Gaber and the Plight of Ex-Muslims | Genetically Modified Skeptic

Lebanon’s atheists on losing their religion | BBC News

Stephanie: The Price a Mother Paid for Leaving Islam | Ex-Muslims of North America

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 5

Nesta quinta parte, quero trazer um vídeo que fala sobre a irreversibilidade da situação em que nos encontramos mundialmente. É um problema do qual não poderemos escapar e, cedo ou tarde, teremos de enfrentar.

Não consegui reencontrar o vídeo completo da Missão Reviver. O vídeo é de 2009. Se puder ajudar, indique onde posso encontrá-lo.

Crescimento do Islamismo (Mundo Muçulmano) | Realidade Invertida

Crescimento da população árabe descendente na Europa e América do Norte. Mudança populacional e formação de nações muçulmanas em países tradicionalmente de maioria católica ou protestante.

 

 

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 4

Esta quarta parte da série traz um vídeo para falar sobre outros aspectos do Islamismo e seu modo de atuação.

Não “existe” Islamismo Moderado | Mario Sergio Porto

Breve exposição sobre o Islamismo, a estrutura do Alcorão e seus perigos para mostrar que não existe Islamismo moderado.

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 3

Editado em 17/05/2021: recolocado vídeo censurado pelo Youtube.

Nesta terceira parte da série, veja este vídeo que traz um apanhado histórico de como o Islamismo age politicamente e militarmente.

Religião assassina — O perigo histórico do Islã | Pensador Nato
Discurso de Brigitte Gabriel para FRCAction.org legendado em PTBR.
https://www.youtube.com/watch?v=3zQ0bS2F3Jc

Breve História do Islã – Brigitte Gabriel (9 set. leia 11 set.) – (leg PTBr)| Luigi Benesilvi
Brigitte Gabriel faz um resumo dos principais eventos históricos do Islã, desde os primeiros tempos de Maomé em Mecca e Medina (15 min. leg. PTBr) (onde está 9 de setembro, leia-se 11 de setembro)

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 2

EDITADO: Querem dificultar o acesso a essas informações? Tudo bem, só me dão mais trabalho. Abaixo do vídeo estão os principais dados apresentados em fotogramas selecionados por mim.

Nesta segunda parte da série, veja os dados estatísticos que apresentam ser significativo o número de muçulmanos favoráveis a ações contrárias aos ocidentais e aos seus valores.

O perigo do Islã: Detalhes e estatísticas apresentados por uma muçulmana | Brasileiro Patriota
Apresentação traduzida de Raheel Raza: By the numbers – The untold story of muslim opinions and demographics | Clarion Project

Início da a presentação. Raheel Raza começa discutindo a necessidade de se falar sobre o radicalismo islâmico. A contínua falácia de que 99,9% dos muçulmanos são contrários ao radicalismo é posta em discussão. É evidente que a maior parte dos atentados terroristas é praticada por muçulmanos, e que parte considerável da cultura islâmica é contrária aos valores contemporâneos, que prezam a liberdade.
Hoje há mais de 1,6 bilhão de muçulmanos ao redor do mundo, principalmente radicados na Península Arábica e na África.
O Islamismo é a ideologia que mais cresce ao redor do mundo. Muito importante que eu escreva aqui ”ideologia”. Conforme coloquei na primeira postagem desta série, não considero o Islamismo uma religião e sim uma ”ideologia travestida de religião”. 
As projeções indicam que a quantidade de seguidores do Cristianismo, atualmente a maior religião do mundo (se somadas todas as denominações) será ultrapassada pelos seguidores do Islamismo antes do final do século XXI.
O que nos leva ao problema: como lidar com os seguidores do Islamismo? Qual é o seu número de radicais? Em que acreditam? O que defendem? Como lidam com aqueles que não seguem o Islã?
Imaginando círculos concêntricos, temos os Jihadistas. A Jihad é a ”guerra santa” dos seguidores do Islamismo. Segundo o Islamismo, é lícito e estimulado aos seus seguidores impô-lo à força sobre todas as pessoas no mundo. Os Jihadistas são aqueles que estão dispostos ao ”martírio”, que é matar e morrer pelo Islamismo. Esse é o núcleo das ”esferas de radicalização” e, mesmo em menor número, são capazes de causar conseqüências funestas em grande escala, com a morte de muitas pessoas inocentes.
A quantidade de Jihadistas hoje perfaz aproximadamente 200.000 pessoas, de ambos os sexos, divididas nos chamados ”grupos extremistas”. Os principais são o Estado Islâmico, o Hamas, o Hezbollah, a Al-Qaeda, dentre muitos outros.
A segunda esfera de radicalização é formada pelos ”islamistas”. Eles também acreditam na imposição do Islamismo ao redor do mundo, mas não estão dispostos a um conflito armado direto. Em seu lugar, eles usam dissimuladas estratégias políticas e econômicas, fomentando financeiramente os Jihadistas e utilizando a liberdade do sistema ocidental contra si mesmo. Eles usurpam e subvertem o sistema político e jurídico local, a imprensa e os meios de comunicação, defendendo exclusivamente os interesses islâmicos, sem restrições morais. Uma estratégia muito similar à empregada pelo Marxismo (Gramscismo) ao redor do mundo. Infiltram-se em posições-chave, de controle e de influência, para por em prática seu plano de dominação da população e submissão dela ao Islamismo.
A terceira e maior esfera é a dos ”fundamentalistas islâmicos”. É composta, conforme comprovado pelos dados estatísticos abaixo, pela maior parte dos seguidores do Islamismo. São aqueles que vivem segundo as leis islâmicas, leis essas contrárias aos valores morais da sociedade ocidental contemporânea.
Os dados estatísticos abaixo foram extraídos a partir de pesquisa realizada em dezenas de países ao redor do mundo, todos com maioria ou considerável participação social de seguidores do Islamismo.
Entre os grandes países islâmicos, de 79% a 86% dos seguidores da Sharia defendem que aqueles que deixarem o Islamismo devem ser mortos.
Aproximadamente 237 milhões de muçulmanos acreditam que aqueles que deixam o Islamismo devem ser mortos por isso.
Mais de 345 milhões de muçulmanos acreditam/consideram que matar em nome da honra pode ser justificado. Exemplo: matar mulheres acusadas de adultério.
No ocidente, especificamente França, Reino Unido e Estados Unidos, entre 26% e 42% dos muçulmanos ali residentes acreditam que atentados suicidas com bombas provocando a morte de civis podem ser justificados.
Segundo a pesquisa, a maioria dos muçulmanos, em 53%, defendem que a Sharia deva ser imposta como a lei local.
Dentro dessa maioria de 53%, 281 milhões de muçulmanos são a favor de punições físicas, como espancamentos por chibatadas e amputações.
Também dentro dessa maioria, mais de 289 milhões de muçulmanos são a favor da morte por apedrejamento de adúlteros.

Com essas informações divulgadas, espero ter podido contribuir para o esclarecimento do segundo perigo que ameaça a liberdade do mundo ocidental.

E há os que fingem não ver o problema.

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 1

Editado em 15/10/2021: revisão textual.

Hoje há apenas três formas de Estado no mundo. A direita liberal cristã 1 , a esquerda socialista ateísta 2 e a teocracia muçulmana. Todos os governos dos países orientais, por conta da colonização, também fazem parte dessa tríade.

Não é de hoje que escrevo criticamente sobre a ”esquerda”, alcunha simplista 3 utilizada como referência a todo o movimento que iniciou com o ideário hegeliano-marxista e evoluiu para o hodierno neo-marxismo pós-moderno. Os brasileiros já estão compreendendo, tardiamente, o mal que os ideários esquerdistas trazem para a sociedade. Discurso contra a propriedade privada, contra a legítima defesa, contra a família e contra os bons costumes, a favor de aborto, de drogas, de auto-segregação (sob epíteto de ”ação afirmativa”), feminismo associado à ideologia de gênero (um paradoxo), tudo o que não presta e é honestamente indefensável é falaciosamente defendido com o propósito premeditado de degradar a cultura (o senso de ”pertencimento”) e subjugar o povo (tomado por ”massa”) ao poder do Partido. ”Acuse-os do que é e do que faz”, eis o mote. E com a ditadura do politicamente correto, subvertem o conceito de tolerância para tolerarmos o intolerável.

E acusam-nos de sermos intolerantes. Bem, relativamente não somos nem um pouco intolerantes. Ao menos não tanto quanto o segundo inimigo que o mundo ocidental há de combater. Reestudando religiões, percebo que a população das Américas não está ciente do gravíssimo perigo que o Islamismo representa para o mundo livre.

Travestida de religião, a ideologia islâmica é um modo de vida social, econômico e, especialmente e indissociavelmente, político. Considero que religião é algo que lida com o transcedental, com o metafísico. O Islamismo, porém, trata de ordenar os assuntos mundanos. A Sharia, sua lei, trata desde aspectos de higiene íntima, passando por etiqueta, dieta, vestuário e economia, e indo até orientações militares. Consiste numa teocracia em que os indivíduos são hipnotizados naquilo que têm de mais íntimo e que afeta todos os detalhes de sua vida, que é a sua religiosidade.

Por se tratar de algo tão íntimo e tão caro, a religiosidade pode assumir altíssimo grau de importância, até mesmo ser essencial na vida da pessoa. O Islamismo é uma ideologia que se apresenta como religião, e por isso é tão atrativa e sedutora. Apresenta-se como um porto seguro neste tão conturbado mundo em que vivemos, onde tantas pessoas carecem de segurança emocional.

Enquanto que no Marxismo/Socialismo/Comunismo as pessoas têm seu apoio (família, religião, identidade própria) paulatinamente removido, o Islamismo converte (ou ”reverte”, como chamam) a pessoa, convencendo-a a deixar para trás o multifacetado e complexo sistema de vida livre ocidental para adotar o pré-moldado e pré-estabelecido sistema de vida muçulmano, com ”todas as respostas prontas”, com ”todas as dúvidas sanadas”, com a ”verdade revelada”. E viver tal como se vivia na Alta Idade Média, 1.400 anos atrás, apedrejando apóstatas e circuncidando meninos e meninas.

Esta é a primeira postagem da série em que trago vídeos para que você se informe do perigo. Eles estão crescendo e, tal como são um problema na Europa e nos EUA, também o serão no Brasil.

COMO O ISLÃ IRÁ DOMINAR O MUNDO? | Lobo Conservador

[ASSISTA LOGO] PORQUE O AVANÇO DO ISLAMISMO É UM PERIGO? | Lobo Conservador

A China comunista os envia para campos de concentração ou ”reeducação” como chamam. Ela sabe do perigo que representam e já estão agindo. Os muçulmanos por sua vez sabem que não têm poder suficiente para enfrentá-la. Eles querem primeiro tomar o poder no ocidente, fortalecerem-se, para depois voltarem-se para lá. E nós estamos no meio dessa guerra.

Campos de concentração de muçulmanos na China; Fonte: TheDiplomat.com

Está com pena? Há grupos que somente dão valor aos direitos das minorias quando eles são a minoria. Quando se tornam a maioria, as minorias não têm direito algum.


  1. Os pequenos reinados remanescentes espalhados pelo mundo também se alinham a esses modelos, normalmente ao primeiro. Note que me refiro apenas ao modelo de governo, não à religião majoritária ou estatal. 
  2. ”Que busca tornar ateu.” Lembre que qualquer religião é, por definição, contrária aos interesses socialistas. 
  3. Embora não seja uma ideologia uniforme, creio que caiba a cognominação, desde que com cautela. Creio ser cabível porque já faz parte do vocabulário do conservadorismo liberal, por sua vez chamado ”direita”.  Veja mais em: Não gosto de conversar sobre política