O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 1

Editado em 15/10/2021: revisão textual.

Hoje há apenas três formas de Estado no mundo. A direita liberal cristã 1 , a esquerda socialista ateísta 2 e a teocracia muçulmana. Todos os governos dos países orientais, por conta da colonização, também fazem parte dessa tríade.

Não é de hoje que escrevo criticamente sobre a ”esquerda”, alcunha simplista 3 utilizada como referência a todo o movimento que iniciou com o ideário hegeliano-marxista e evoluiu para o hodierno neo-marxismo pós-moderno. Os brasileiros já estão compreendendo, tardiamente, o mal que os ideários esquerdistas trazem para a sociedade. Discurso contra a propriedade privada, contra a legítima defesa, contra a família e contra os bons costumes, a favor de aborto, de drogas, de auto-segregação (sob epíteto de ”ação afirmativa”), feminismo associado à ideologia de gênero (um paradoxo), tudo o que não presta e é honestamente indefensável é falaciosamente defendido com o propósito premeditado de degradar a cultura (o senso de ”pertencimento”) e subjugar o povo (tomado por ”massa”) ao poder do Partido. ”Acuse-os do que é e do que faz”, eis o mote. E com a ditadura do politicamente correto, subvertem o conceito de tolerância para tolerarmos o intolerável.

E acusam-nos de sermos intolerantes. Bem, relativamente não somos nem um pouco intolerantes. Ao menos não tanto quanto o segundo inimigo que o mundo ocidental há de combater. Reestudando religiões, percebo que a população das Américas não está ciente do gravíssimo perigo que o Islamismo representa para o mundo livre.

Travestida de religião, a ideologia islâmica é um modo de vida social, econômico e, especialmente e indissociavelmente, político. Considero que religião é algo que lida com o transcedental, com o metafísico. O Islamismo, porém, trata de ordenar os assuntos mundanos. A Sharia, sua lei, trata desde aspectos de higiene íntima, passando por etiqueta, dieta, vestuário e economia, e indo até orientações militares. Consiste numa teocracia em que os indivíduos são hipnotizados naquilo que têm de mais íntimo e que afeta todos os detalhes de sua vida, que é a sua religiosidade.

Por se tratar de algo tão íntimo e tão caro, a religiosidade pode assumir altíssimo grau de importância, até mesmo ser essencial na vida da pessoa. O Islamismo é uma ideologia que se apresenta como religião, e por isso é tão atrativa e sedutora. Apresenta-se como um porto seguro neste tão conturbado mundo em que vivemos, onde tantas pessoas carecem de segurança emocional.

Enquanto que no Marxismo/Socialismo/Comunismo as pessoas têm seu apoio (família, religião, identidade própria) paulatinamente removido, o Islamismo converte (ou ”reverte”, como chamam) a pessoa, convencendo-a a deixar para trás o multifacetado e complexo sistema de vida livre ocidental para adotar o pré-moldado e pré-estabelecido sistema de vida muçulmano, com ”todas as respostas prontas”, com ”todas as dúvidas sanadas”, com a ”verdade revelada”. E viver tal como se vivia na Alta Idade Média, 1.400 anos atrás, apedrejando apóstatas e circuncidando meninos e meninas.

Esta é a primeira postagem da série em que trago vídeos para que você se informe do perigo. Eles estão crescendo e, tal como são um problema na Europa e nos EUA, também o serão no Brasil.

COMO O ISLÃ IRÁ DOMINAR O MUNDO? | Lobo Conservador

[ASSISTA LOGO] PORQUE O AVANÇO DO ISLAMISMO É UM PERIGO? | Lobo Conservador

A China comunista os envia para campos de concentração ou ”reeducação” como chamam. Ela sabe do perigo que representam e já estão agindo. Os muçulmanos por sua vez sabem que não têm poder suficiente para enfrentá-la. Eles querem primeiro tomar o poder no ocidente, fortalecerem-se, para depois voltarem-se para lá. E nós estamos no meio dessa guerra.

Campos de concentração de muçulmanos na China; Fonte: TheDiplomat.com

Está com pena? Há grupos que somente dão valor aos direitos das minorias quando eles são a minoria. Quando se tornam a maioria, as minorias não têm direito algum.


  1. Os pequenos reinados remanescentes espalhados pelo mundo também se alinham a esses modelos, normalmente ao primeiro. Note que me refiro apenas ao modelo de governo, não à religião majoritária ou estatal. 
  2. ”Que busca tornar ateu.” Lembre que qualquer religião é, por definição, contrária aos interesses socialistas. 
  3. Embora não seja uma ideologia uniforme, creio que caiba a cognominação, desde que com cautela. Creio ser cabível porque já faz parte do vocabulário do conservadorismo liberal, por sua vez chamado ”direita”.  Veja mais em: Não gosto de conversar sobre política