Generais-melancia?

O roteirinho que li:

Generais-melancia

Respondendo à crítica de mamãe:

Durante a visualização do vídeo, mamãe fez a seguinte crítica: “Meu filho, você reclamou que o brasileiro é covarde e sem colhões, mas também disse que acata a decisão. Isso não é incoerente? Você está se colocando como covarde também.”.

No que respondo:

“Mamãe, melhor um covarde vivo, fora da cadeia e com emprego, do que um patriota. Não existe sociedade de um homem só. Se o povo não se une para defender um ideal comum, quem sou eu para sozinho fazer qualquer coisa? Sem a razão, a tênue linha entre a coragem e a loucura do desespero desaparece. Eu vou lá me explodir para quê? Pra nada. Não, obrigado. Prefiro viver placidamente escondido numa caverna, porque, todas as vezes em minha vida em que tentei lutar por algo, não tive apoio de ninguém.

O povo é covarde sim, efeminado sim, emasculado sim. Egoísta e atento apenas aos próprios interesses. E se você não aderir a esse sistema, você não sobrevive socialmente no Brasil. Quem for lá tentar fazer alguma coisa será tachado como louco, não como herói. E eu não tenho inclinação nem para um nem para outro.

Se as forças armadas defenderem o que aconteceu em 2022, então não há o que fazer. Quem sou eu para sozinho enfrentar o exército? Melhor aceitar e aprender a conviver com isso do que lutar por uma idéia natimorta. Afinal, como já dizia um grandioso jurista por aí: ‘Eleição não se vence, se toma. Perdeu, mané, não amola.‘”

Textos citados:

O que ocasionou a derrota de Jair Bolsonaro?

Carta aberta a um funcionário patriota. (lado B)

O povo no poder – Uma crítica ao governo de Jair Bolsonaro

Dando nomes ao gado (Texto 2 de 3)

Guia da pandemia: o vírus corona no Brasil e no mundo.

Brasil, pátria achacadora V – A diarréia contínua continua.

Mensagem nº 329

Desobediência civil frente a leis injustas?

A situação popular:

A desobediência civil:

A imagem da corporação:

E já tem fila…


03/12/2022 Nova informação: acabei de ver que Malafaia se posicionou. Ele não convocou as pessoas para irem às portas dos quartéis. A informação que eu tinha quando fiz o vídeo era errada. Eu não sabia que era mentira da imprensa. Aqui, segue a errata e pedido de desculpas.

Como é a estrutura gramatical da Libras?

Como é a estrutura gramatical da Libras – Madson Barreto – Universidade da Libras (Unilibras)

Estudos Surdos – Editora Arara Azul

Para ter acesso às edições 3 e 4, inscreva-se no site https://editora-arara-azul.com.br/ e tenha acesso a esses e outros conteúdos gratuitos.

Estudos Surdos I
Ronice Müller de Quadros (org.).

A Série Pesquisas em Estudos Surdos é uma idéia que surgiu no sentido de tornar públicas as investigações que estão sendo realizadas na perspectiva dos surdos. As investigações que estão sendo realizadas no Brasil começam a apresentar outras possibilidades que vão além, ou seja, rompem com a mesmidade. Os surdos começam a ser autores, embora, ainda neste primeiro volume, as pesquisas tenham sido produzidas na sua grande maioria por ouvintes. Mesmo assim, esses ouvintes estão sensíveis aos olhares surdos e chamam a atenção para as perspectivas do outro surdo, buscando abrir espaços na academia para os surdos participarem efetivamente do processo de produção de conhecimento. Nos próximos números da série, teremos mais pesquisadores surdos, uma vez que vários deles estão desenvolvendo suas pesquisas e, aos poucos, estarão concluindo suas investigações. Possivelmente, os autores surdos percorrerão caminhos que serão “des”cobertos e que nos mostrarão a relatividade das questões formuladas e das respostas encontradas aqui.

Estudos Surdos II
Ronice Müller de Quadros (org.)
Gladis Perlin (org.)

Estudos Surdos II dá seqüência à Série Pesquisas publicada pela Editora Arara Azul em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina, com financiamento da CAPES/PROESP. A proposta da Série Pesquisas em Estudos Surdos visa socializar as pesquisas nesse campo de investigação. Pesquisadores surdos, professores, mestres e doutores, bem como pesquisadores não-surdos estão produzindo investigações para irmos além das discussões que focam no Português escrito dos surdos, tema de longa data nessa área. Os estudos trazidos nessa Série nos trazem questões relacionadas com os saberes e os poderes que permeiam a educação de surdos no Brasil.

Texto completo: Estudos Surdos 1 Estudos Surdos 2


Fonte: https://editora-arara-azul.com.br/site/admin/ckfinder/userfiles/files/EstudosSurdosI.pdf

Fonte: https://editora-arara-azul.com.br/estudos2.pdf

Ensino de língua portuguesa para surdos

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA SURDOS:
Caminhos para a Prática Pedagógica
Heloísa Maria Moreira Lima Salles
Enilde Faulstich
Orlene Lúcia Carvalho
Ana Adelina Lopo Ramos

Esta publicação faz parte do Programa Nacional de Apoio à Educação dos Surdos, que tem como objetivo apoiar e incentivar a qualificação profissional de professores que com eles atuam. Pela primeira vez, os professores terão acesso a materiais que tratam do ensino da Língua Portuguesa a usuários de LIBRAS. Trata-se de um trabalho inédito, muito bem fundamentado e com possibilidades de viabilizar oficinas, laboratórios de produção de material por parte dos professores, relacionando, de fato, teoria e prática. Estamos certos de que a formação adequada de professores contribuirá para a melhoria do atendimento e do respeito à diferença lingüística e sociocultural dos alunos surdos de nosso país.

Este livro é o resultado da articulação de diversos esforços. É parte integrante do Programa Nacional de Apoio à Educação dos Surdos, que pode ser considerado um avanço na luta pelo desenvolvimento acadêmico da pessoa surda e pela valorização de sua condição multicultural. É uma tentativa de reunir informações colhidas em
diversas fontes, que generosamente se desvendaram para nós, sob a forma de trocas de experiências, discussões, leituras, experimentos, em que se destacam os consultores surdos do projeto, conscientes de seu papel social na promoção da cultura surda, e as professoras/pesquisadoras ouvintes, que prestaram consultoria na questão educacional do surdo, em diferentes etapas do projeto. É enfim uma contribuição de pessoas que há pouco tempo voltaram o olhar para os surdos, em face de um chamado profissional, que logo se transformou em entusiasmo e desejo de conhecer mais e participar das discussões e ações em benefício da comunidade surda, na tarefa de construir uma sociedade multicultural e fraterna.

Concebido como material instrucional para a capacitação de professores de língua portuguesa da Educação Básica no atendimento às pessoas com surdez, o livro Ensino de Língua Portuguesa para Surdos: Caminhos para a Prática Pedagógica parte do pressuposto de que a modalidade vísuo-espacial é o canal perceptual adequado à aquisição e utilização da linguagem pelas pessoas surdas, tendo implicações cruciais para seu desenvolvimento cognitivo, sua afirmação social e
realização pessoal, do que decorre ainda o entendimento de que, na adoção do bilingüismo, a língua portuguesa é segunda língua para o surdo.

Texto completo: Ensino de Língua Portuguesa para Surdos


Fonte: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lpvol1.pdf

 

Documentário: “Sou surda e não sabia”

Sou Surda e Não Sabia (França) | Verbo em Movimento Libras
Por anos, Sandrine não sabia que era Surda de nascença. Filha de pais ouvintes, frequentou a escola regular, e lá se perguntava como os outros compreendiam o que a professora estava tentando transmitir. O documentário olha para a questão da surdez pela perspectiva de Sandrine e sua história verídica. O filme ainda levanta a discussão sobre a conveniência do implante coclear, da oralização de crianças surdas e da língua de sinais.

FICHA TÉCNICA
Título original: Sourds et Malentendus
Ano produção: 2009
Dirigido por: Igor Ochronowicz
Estreia no Brasil: 2009
Duração 70 minutos

Mesmo vídeo, caso o hyperlink acima seja removido. https://www.youtube.com/watch?v=PymXMyz3nSk e https://www.youtube.com/watch?v=Vw364_Oi4xc .

A importância do Teste da Orelhinha.

Desde 2010, é obrigatória a disponibilização do Teste da Orelhinha em bebês até 30 dias de vida. Esse teste audiométrico afere se o bebê tem algum tipo de problema de audição logo nos primeiros dias de vida, visando a mais rápida intervenção possível. Veja neste vídeo do programa de pós-graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte informações mais detalhadas sobre o teste:

O Teste da Orelhinha e Suas Etapas | Telessaude RN
28/11/2018 – O teste da orelhinha é um exame de triagem auditiva que todo recém-nascido deve fazer. Ele tem o objetivo de identificar e intervir naqueles bebês que tenham perda auditiva para que eles possam desenvolver a audição e a linguagem de maneira adequada.

O que ocasionou a derrota de Jair Bolsonaro?

Resposta: o próprio Bolsonaro.

Bolsonaro perdeu as eleições em 2019 quando permitiu que seu direito discricionário de indicar o chefe da Polícia Federal fosse tolhido pelo Supremo Tribunal Federal. Naquele mesmo dia eu disse que ali seu governo havia acabado. Perdeu a posição de chefia; tornou-se apenas chefe de direito, não de fato. Não exerceu o poder que lhe foi confiado.

Não existe vácuo no mundo político. Quando alguém não exerce seu poder, outrem o exercerá por si. Destarte o partido vencido nas urnas em 2018 continuou mandando de fato no país tal como se no poder de direito estivesse. Ao mesmo tempo em que o STF cumpria as determinações do Foro de São Paulo; em que a Rede Globo (dominada por repórteres maconheiros) e a Rede Band (dominada pelo Partido Comunista Chinês) e a CNN (dominada pela calhorda neomarxista estadunidense) incessantemente o caluniavam sem serem objetadas; em que os presidentes de ambas as casas do Congresso Nacional prevaricavam às claras; Bolsonaro se omitia de seus deveres para com a nação.

Além da omissão, Bolsonaro começou a trair a esperança depositada nas urnas quando abriu diálogo com o Centrão — grupo dos partidos fisiológicos, isto é, partidos que não possuem qualquer tipo de ideologia bem definida, apenas participam das disputas por poder — algo que prometeu que não iria fazer. Bolsonaro viu as casas legislativas conspirarem às claras contra si e não usou seu capital político (amplo apoio popular) pós-eleições para desmantelar o mecanismo de poder cleptocrata. Todas as pautas morais que o levaram à vitória, a sanha de expurgar os corruptos, foram postas em segundo plano. Ou completamente esquecidas.

Durante a pandemia, Bolsonaro viu senhoras sendo presas em praças públicas, mães em trajes de banho presas na frente de seus filhos, carros proibidos de hastear a bandeira nacional, lojistas tendo seus estabelecimentos lacrados à solda, trabalhadores impedidos de trabalhar, transeuntes proibidos de ir e vir, pessoas obrigadas a se vacinar. Bolsonaro permitiu que proto-ditadores reinassem em seus feudos e cerceassem a liberdade das pessoas. Viu a corrupção do Covidão e nada vez para impedir que hospitais de campanha superfaturados fossem construídos dentro de estádios de futebol superfaturados. Viu bilhões de reais sendo jogados no lixo ou nos bolsos dos mesmos coronéis lulistas. Viu a desinformação de uma imprensa homicida MATAR pessoas por medo. Viu a ganância farmacêutica MATAR pessoas ao lhes negar tratamento precoce (que funciona e salva vidas), mas permitiu prefeitos sugerirem espalhar álcool em gel por aviões ou introduzir ozônio no ânus. Viu vacinas inúteis serem compradas às pressas apenas para apascentar seus opositores, sem se importar com os danos em longo prazo nas pessoas, até mesmo em bebês.

E não fez nada.

Ou melhor, fez carreatas, motociatas, tanqueciatas, bicicletatas… Fez caras e bocas para seus cegos adoradores, que aplaudiam tudo o que o ”ungido do senhor” fazia (ou deixava de fazer). Aos berros, bradava palavras de ordem contra Alexandre de Moraes, porém na frente deste o tratava com subordinada deferência. E viu este, acompanhado por seus supremos asseclas, instaurar o que ficou conhecido como ”inquérito do fim do mundo”. Em uma inacreditável inversão de poder, em que se esperava que Bolsonaro usasse sua posição para desarticular as entidades comunistas no país, ele viu passivamente o STF impedir/sabotar a ainda embrionária formação de um movimento liberal conservador.

Bolsonaro permitiu que seus aliados fossem perseguidos e presos.
Quando blogueiros apoiadores foram perseguidos, Bolsonaro não fez nada.
Quando o jornalista Allan dos Santos teve de se exilar no exterior, Bolsonaro não fez nada.
Quando o ministro Abraham Weintraub teve de fugir para o exterior para não ser morto, Bolsonaro não fez nada.
Quando o jornalista Oswaldo Eustáquio foi preso, torturado e aleijado na cadeia, Bolsonaro não fez nada.
Quando o ativista Zé Trovão teve de fugir e depois foi preso, Bolsonaro não fez nada.
Quando o congressista André Silveira foi ilegalmente perseguido e preso, Bolsonaro não fez nada.
Quando Roberto Jefferson foi perseguido e preso, Bolsonaro não fez nada. E quando aquele lutou por sua própria liberdade, Bolsonaro o tratou como criminoso.
Quando Lula foi solto, Bolsonaro não fez nada.
Quando o TSE fez todas as ilegalidades, Bolsonaro não fez nada.

Lula venceu. Vai fazer o que agora?

Omitiu-se. Prevaricou. Perdeu. E com essa derrota, a esquerda retorna com toda a força ao poder. Já conhecendo as novas regras do jogo e a força das redes sociais, dificilmente eles sairão do poder. Já Bolsonaro terá o que merece: irá para a cadeia. Seu crime? Ser um homem fraco.

O que esperar daqui para a frente? Bem, creio que Lula não dure muito tempo como presidente: o Merendeiro Alckimin já está salivando pelo poder. Com um congresso dividido, sem a maioria em ambas as casas legislativas, o PT terá dificuldades em manter seu maior expoente filosófico por muito tempo. Lula foi útil para eles retomarem o poder, mas isso não significa que ele continuará sendo útil por muito tempo. Assim é a política comunista.

Não importa seu passado, só importa se você é útil ao partido.

General Villas Boas  @Gen_VillasBoas

O que podemos esperar de um governo da oposição:

  •  Desmontagem das estruturas produtivas que tão arduamente foram recuperadas, criando unia base capaz de sustentar-se sem depender de governos;
  •  A volta do aumento do desemprego, compensado por programas sociais demagógicos;
  •  A submissão ao globalismo com a consequente perda da identidade nacional;
  •  A destruição do civismo; A ridicularização do patriotismo e dos símbolos nacionais;
  •  A contaminação ideológica do ensino, impondo a aceitação de verdadeiras perversões às crianças;
  •  O retorno do estelionato profissional, que os jovens dar-se-ão conta ao enfrentar o mercado de trabalho;
  •  A perda do valor da pala-vra e da vida;
  •  A substituição da verdade pelas narrativas;
  •  A perda de pruridos pelo uso da mentira;
  •  A disfunção das Instituições; o desrespeito à Constituição;
  •  A relativização da soberania da Amazônia;
  •  A natureza acima das pessoas;
  •  Dos índios como ferramentas de ONGs e Organismos Internacionais;
  •  A política externa orientada por simpatias ideológicas;
  •  Apoio a ditaduras;
  •  O desaparecimento do culto à honra, à pátria e à liberdade. A desesperança das pessoas que vestem o verde-amarelo.

General Villas Boas Outubro 2022.

20:35 • 29/10/2022


 

Eleições 2022 – parte 22 (Bolsonaro Canibal)

A bandeira nacional e o chamado cívico referem-se a Bolsonaro?

Este é o último texto da série sobre as Eleições 2022 antes do desastre de 30 de outubro. Pouco importa se Lula será “eleito” ou não: nós já vivemos num narco-estado de exceção comunista. Quero aqui apenas deixar registrados para a posteridade, além de minha decepção com um líder emasculado, que permitiu por pura fraqueza chegarmos a este ponto, eventos que afrontam a liberdade nacional.

Segundo o jornal O Estado de São Paulo (19/10/2022), o Tribunal Superior Eleitoral tornou-se ”uma facção política em favor de uma candidatura”. Isso não deveria ser surpresa para ninguém.

O Supremo Tribunal Federal anulou as condenações de Luís Inácio Lula da Silva por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Tal ação foi orientada por Luiz Edson Fachin, indicado por Dilma Vana Rousseff. Isso permitiu que um criminoso condenado pudesse concorrer às eleições presidenciais, administradas pelo Tribunal Superior Eleitoral, cujo chefe à época era o próprio Sr. Fachin. Posteriormente, Gilmar Ferreira Mendes, indicado por Fernando Henrique Cardoso, outrora rival e atual apoiador de Lula, suspende multa de R$ 18.000.000,00 por processos da Lava-Jato. Assim, nosso magnânimo ministro William Bonemer Junior absolve publicamente Lula, que agora ”não deve nada à Justiça”.

Atualmente o TSE é chefiado por Alexandre de Moraes, nomeado por Lula para o Conselho Nacional de Justiça e posteriormente indicado por Michel Temer para o Supremo Tribunal Federal em vaga aberta devido à morte de Teori Zavascki em um ”acidente aéreo”. Foi indicado mesmo nunca tendo sido juiz de direito. Trabalhou como professor na Universidade de São Paulo (USP) — instituição notoriamente politizada —, como secretário de transportes (!) do então prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, como secretário de segurança pública do então governador de São Paulo Geraldo Alckmin, atual candidato à vice-presidência de Lula.

Também teve escritório de advocacia particular. Ao menos para mim, nunca ficou totalmente claro o envolvimento do escritório que levou seu nome e os processos envolvendo esquemas de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital, uma das maiores facções de narcoterrorismo no Brasil, chefiada por Marcos Willians Herbas Camacho, pseudônimo Marcola.

Esse é o resumo da carreira do servidor público que está administrando as eleições gerais de 2022. Administrando eleições nas quais um dos candidatos é réu em processo ilegal em que ele mesmo é autor, acusador, investigador, juiz e executor. Eleições estas que tiveram eventos bastante interessantes, tais como:

  • Ordem para remoção do vídeo Mara Gabrilli à Jovem Pan;
  • Ordem para remoção do vídeo de Nikolas Ferreira em plataformas digitais;

  • Ordem para remoção de vídeo em que um satanista apóia Lula de todas as plataformas;
  • Ordem para remoção de vídeo/áudio de conversa entre Lula e Palocci;
  • Ordem para remoção de conteúdo de particulares em páginas e plataformas sociais;
  • Ordem para desmonetização e censura de produtores de conteúdo digital;
  • Proibição de associar Lula a ditadores estrangeiros que perseguem cristãos;
  • Proibição de associar Lula a movimentos de liberação do aborto;
  • Proibição de associar Lula ao narcotráfico;
  • Proibição de vídeos semanais do presidente da república em redes sociais;
  • Proibição de veiculação de vídeos em que Romeu Zema critica Lula;
  • Proibição de veiculação de vídeos de manifestantes pró-Bolsonaro em Londres;
  • Proibição de veiculação de vídeos de manifestantes pró-Bolsonaro no Dia da Independência;
  • Proibição de veiculação de vídeos da primeira-dama Michelle Bolsonaro;
  • Proibição de campanha de vacinação contra a poliomielite;
  • Proibição de veiculação de vídeos do discurso de Bolsonaro na Organização das Nações Unidas;
  • Proibição de investigação contra institutos de pesquisa;
  • Multa contra Bolsonaro por ter se reunido com embaixadores;
  • Quebra de sigilo de assessor de Bolsonaro, o que expõe diretamente o presidente da república;

Culminando com

  • Permissão para a campanha de Lula anunciar que ele teria sido absolvido pelo STF;
  • Censura prévia da produtora de documentários Brasil Paralelo, com ordem de remoção de vídeo sobre a corrupção de Lula e do PT; e finalmente
  • Censura contra a Jovem Pan, que diz:

“Não podemos, em nossa programação — no rádio, na TV e nas plataformas digitais —, falar sobre os fatos envolvendo a condenação do candidato petista Luiz Inácio Lula da Silva. Não importa o contexto, a determinação do Tribunal é para que esses assuntos não sejam tratados na programação jornalística da emissora.” Tendo sido seus colaboradores instruídos pelo setor jurídico da empresa para não utilizar as seguintes palavras ao se referir a Lula: ex-presidiário, descondenado, ladrão, corrupto, chefe de organização criminosa.

Ainda que tais afirmações, além de verídicas, sejam consoantes ao discurso oficial dos excelentíssimos magistrados:

Nós não vivemos num país livre. Nossas urnas-eletrônicas são uma arapuca, um engodo, um instrumento perfeito para fraude. Desenha-se no Brasil o mesmo movimento que tirou Donald Trump da presidência estadunidense. Em breve, apenas um lado poderá votar. Em seguida, ninguém mais poderá votar. Fica aqui meu registro.

Quais são as diferenças entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa?

A visão exclusória da Igreja Católica (boa parte de seus sacerdotes e seguidores) acerca das demais denominações cristãs fomenta uma divisão que ao meu ver é deletéria ao poder político/temporal dos cristãos. São inegáveis as conquistas e os avanços sociais influenciados pela Reforma Protestante. Também é muito importante a sobrevivência da Igreja Ortodoxa na Europa oriental, mesmo após a perseguição comunista durante a era soviética: ela continua sendo parte importante do corpus da cultura tradicional daqueles povos.

Essa visão exclusória, sobre a qual já discorri em Todos os ateus são pessoas más?, impede a unidade cristã enquanto grupo político tão somente por divergências doutrinárias, dogmáticas e ritualísticas. Nestes tempos em que forças negras congregam-se para transviar o homem ocidental, estupefaz-me ver padres católicos alimentando discórdia, menoscabando a crença de outras pessoas com discursos arrogantemente ignorantes.

Há um imenso mal tomando forma no mundo, imiscuindo-se sorrateiramente em cada canto, e, em lugar de comporem um discurso de aliança pelo bem, alimentam discórdia por mera mesquinharia. É muito mais fácil combater um grupo oponente cheio de divisões e conflitos internos. Os maus, que são muito bem unidos e organizados, viram essa fraqueza, aproveitam-se dela, e agora estão vencendo, mesmo estando em menor número.

Este deveria ser o momento para católicos, protestantes e ortodoxos unirem-se em uma coesa força política para defenderem princípios e valores que são comuns a todos. Porém, parece-me que a Igreja Católica não acompanhou a evolução política contemporânea. A Igreja Católica se corrompeu, traiu seus fiéis, abandonou seu rebanho. A Teologia da Libertação, braço comunista dentro da Igreja que o excomunga, tomou corpo, força, poder.

E em lugar de expurgar o mal de dentro de suas próprias falanges, infestadas por pedófilos e estelionatários, a Igreja  Católica preocupa-se mais em manter a máscara de imaculada representante do divino na terra em suas homilias.

75 A opinião de que as indulgências papais são tão eficazes ao ponto de poderem absolver um homem mesmo que tivesse violentado a mãe de Deus, caso isso fosse possível, é loucura.

79 É blasfêmia dizer que a cruz com as armas do papa, insignemente erguida, equivale à cruz de Cristo.

Dr. Martinho Lutero, 1517.


Fonte: https://pt.aleteia.org/2018/04/20/as-13-diferencas-entre-os-catolicos-e-os-orientais-ortodoxos/

Fonte original: artigo de D. Estevão Bettencourt, osb, na revista Pergunte e Responderemos, nº 480, ano 2002, pág. 200.

O texto abaixo está transcrito tal como se encontra na fonte. Importante levar em consideração que ele é escrito a partir da perspectiva da Igreja Católica.

As 13 diferenças entre os católicos e os orientais ortodoxos

Em síntese: são treze as principais diferenças doutrinárias e disciplinares que distanciam católicos e ortodoxos orientais uns dos outros. Os ortodoxos não aceitam o primado e a infalibilidade do Papa, a processão do Espírito Santo a partir do Filho, o purgatório póstumo, os dogmas da Imaculada Conceição e da Assunção de Maria Santíssima, o Batismo por infusão (e não por imersão), a falta da epiclese na Liturgia Eucarística, o pão ázimo (sem fermento) na celebração eucarística, a Comunhão eucarística sob a espécie do pão apenas, o sacramento da Unção dos Enfermos como é ministrado no Ocidente, a indissolubilidade do matrimônio, o celibato do clero. Como se pode ver, nem todos esses pontos diferenciais são da mesma importância. O mais ponderoso é o da fidelidade ao Papa como Pastor Supremo, assistido pelo Espírito Santo em matéria de fé e de moral.Seja observado, logo de início, que, em geral, os orientais têm por ideal a volta da Igreja ao que ela era até o sétimo Concílio Geral (Niceia II em 787), pois só aceitam os Concílios de Niceia I (325), Constantinopla I (381), Éfeso (431), Calcedônia (451), Constantinopla II (553), Constantinopla III (681) e Niceia II (787). O Concílio de Constantinopla IV, que excomungou o Patriarca Fócio em 869/870, é rejeitado pelos orientais.

1. Primado do Papa

Alega a teologia ortodoxa que a jurisdição universal e suprema do Papa implica que os outros bispos são subordinados a ele como seus representantes.

A esta concepção responde o Concílio do Vaticano II: “Aos Bispos é confiado plenamente o ofício pastoral ou o cuidado habitual e cotidiano das almas. E, porque gozam de um poder que lhes é próprio e com toda razão são antístites dos povos que eles governam, não devem ser considerados vigários (representantes) do Romano Pontífice” (Constituição Lumen Gentium 27).

O primado do Bispo de Roma ou do Papa garante a unidade e a coesão da Igreja, preservando-a de iniciativas meramente pessoais e subjetivas.

2. Infalibilidade papal

Em 1870, fazendo eco a antiga crença dos cristãos, o Concílio do Vaticano I declarou o Papa infalível quando fala em termos definitivos para a Igreja inteira em matéria de fé de Moral. – A teologia ortodoxa oriental alega que esta definição extingue a autoridade dos Concílios.

Respondemos que os Concílios gerais ou universais têm plena razão de ser, desde que o Papa deles participe (por si ou por seus delegados) e aprove as suas conclusões. Em nossos dias mais e mais se tem insistido sobre a colegialidade dos Bispos.

3. A processão do Espírito Santo a partir do Filho (“Filioque”)

Esta concepção da Igreja Católica decorre do fato de que “em Deus não há distinções a não ser onde haja oposição relativa”. Se, portanto, entre o Filho e o Espírito Santo não há a distinção de Espirante e espirado, um não se distingue do outro ou o Filho e o Espírito Santo são uma só Pessoa em Deus. Verdade é que Jesus em Jo 15, 26 diz que o Espírito procede do Pai; o Senhor, porém, não tenciona propor aí uma teologia sistemática, mas põe em relevo um aspecto da verdade sujeito a ser completado pela reflexão.

Na verdade, a questão em foco é mais de linguagem do que de doutrina, como foi demonstrado em PR 442/1999, pp. 120ss. Os orientais preferem dizer que o Espírito Santo procede do Pai através do Filho – o que pode ser conciliado com a posição dos ocidentais.

NdR: “Filioque” é o termo latino que quer dizer “e do Filho”, rezado no Credo quando fala do Espírito Santo: “Qui ex Patre Filioque procedit”, ou seja, “que procede do Pai e do Filho”.

4. Purgatório

Os orientais não tiveram dificuldade para aceitá-lo até o século XIII. Em 1231 ou 1232, o metropolita Georges Bardanes, de Corfu, pôs-se a impugnar o presumido fogo do purgatório, pois na verdade não há fogo no purgatório. Os teólogos orientais subseqüentes apoiaram a contestação (muito justificada) de G. Bardanes. Mas nem por isto negaram um estado intermediário entre a vida terrestre e a bem-aventurança celeste para as almas daqueles que morrem com resquícios de pecado; estes seriam perdoados por Deus em vista da oração da Igreja; estariam assim fundamentados os sufrágios pelos defuntos.

A absoluta recusa do purgatório só ocorreu entre os orientais no século XVII sob a influência de autores protestantes. Daí por diante a teologia oriental está dividida; há muitos teólogos ortodoxos que admitem um estado intermediário entre a morte e a bem-aventurança celeste como também reconhecem o valor dos sufrágios pelos defuntos.

5. A Imaculada Conceição de Maria

Esta é, por vezes, confundida com um pretenso nascimento virginal de Maria Santíssima (Santa Ana teria concebido sua filha sem a colaboração de São Joaquim). Já que tal concepção virginal carece de sólido fundamento, também a Imaculada Conceição é posta em dúvida pelos orientais. Ocorre, porém, que a literatura e a Liturgia dos ortodoxos enaltecem grandemente a total pureza de Maria, professando a mesma coisa que os ocidentais, ao menos de modo implícito, sem chegar a formular um dogma de fé a respeito.

6. A Assunção de Maria Santíssima

Foi proclamada como dogma de fé em 1950 pelo Papa Pio XII, de acordo com a tradição teológica ocidental e oriental. Merece especial atenção a iconografia oriental, que representa de maneira muito expressiva a Virgem sendo assumida aos céus por seu Divino Filho. Na verdade, o que fere os orientais, não é a proclamação da Assunção; mas a promulgação do dogma (como no caso da Imaculada Conceição).

7. Batismo por infusão ou aspersão da água

Dizem os teólogos ocidentais que o importante no Batismo é o contato da água com o corpo da pessoa, simbolizando purificação. Se o sacramento é um sinal que realiza o que significa, a água batismal significa e realiza a purificação da alma.

8. Epiclese

Os orientais julgam essencial na Liturgia Eucarística a Invocação do Espírito Santo (epiclese) antes das palavras da consagração; ora estas faltam no Cânon Romano (Oração Eucarística nº 1), pois os latinos julgam que a consagração do pão e do vinho se faz pela repetição das palavras de Cristo: “Isto é o meu corpo… Isto é o meu sangue…”.

Acontece, porém, que as Orações Eucarísticas compostas depois do Concílio (1962-65) têm a epiclese não para corrigir uma pretensa falha anterior, mas para guardar uma antiga tradição.

9. Pão ázimo

Jesus, em sua última ceia, observou o ritual da Páscoa judaica, que prescrevia (e prescreve) o uso do pão ázimo ou não fermentado. A Igreja Católica guardou o costume na celebração da Eucaristia. Está bem respaldada. O uso do pão fermentado não é excluído, pois, em última análise, se trata sempre de pão.

10. A Comunhão Eucarística sob as espécies do pão apenas

Até o século XII a Comunhão era ministrada sob as duas espécies; o uso foi abolido por causa de inconvenientes que gerava (profanação, sacrilégios…).

Todavia, após o Concílio, já é permitido dar a Comunhão sob as duas espécies a grupos devidamente preparados.

11. Unção dos Enfermos

Baseados em Tg 5, 14s, os orientais ortodoxos têm a Unção dos Enfermos como sacramento. Divergem, porém, dos ocidentais em dois pontos:

  • a Unção não é reservada aos gravemente enfermos nem tem a marca de preparação para a morte, mas, ao contrário, vem a ser um rito de cura para qualquer enfermo;
  • a Unção, no Oriente, tem forte caráter penitencial, a tal ponto que ela é conferida também aos pecadores, mesmo sadios, a título de satisfação pelos pecados.

Pode-se dizer, portanto, que a Unção “dos Enfermos” nas comunidades orientais ortodoxas é dada a todos os fiéis que tenham algum problema de saúde corporal ou espiritual. Isto ocorre especialmente na Semana Santa entre os russos.

Essas diferenças, que não são das mais graves, foram muito exploradas nos debates entre latinos e gregos. Os ocidentais reservam a Unção para os casos de moléstias graves ou sério perigo de vida.

12. Divórcio

Baseados em Mt 5, 32 (= Mt 19, 9) e contrariamente ao que se lê em Mc 10, 11s; Lc 16, 18; 1Cor 7, 10s, os ortodoxos reconhecem o divórcio. A Igreja Católica não interpreta São Mateus em sentido contrário ao de Marcos, Lucas e Paulo; portanto não reconhece o divórcio de um matrimônio sacramental validamente contraído e consumado, mas julga que em Mt 5 e 19 se trata da dissolução de um casamento tido pela Lei de Moisés como ilícito. Ulteriores dados podem ser encontrados em PR 473/2001, pp. 453ss.

13. Celibato do Clero

Seria “uma restrição imposta nos séculos posteriores, contrária à decisão do primeiro Sínodo Ecumênico (325)”. Que há de verídico nisso?

O celibato do clero tem seu fundamento em 1Cor 7, 25-35, onde São Paulo recomenda a vida una ou indivisa. Esta foi sendo praticada espontaneamente pelo clero até que, em 306 aproximadamente, o Concílio regional de Elvira (Espanha) a sancionou para os eclesiásticos de grau superior. A legislação de Elvira foi-se propagando no Ocidente por obra de outros concílios regionais.

Ao contrário, os orientais estipularam que, após a ordenação, os clérigos de grau superior (ou do diaconato para cima não poderiam contrair matrimônio, mas eram autorizados a manter o uso do matrimônio os que tivessem casado antes da ordenação. O Concílio de Niceia I (325) rejeitou a proposta segundo a qual o celibato no Oriente seria observado sem exceções, como no Ocidente; isto, por protesto do Bispo egípcio Pafnúncio, o qual guardava pessoalmente o celibato. Os Bispos orientais são todos celibatários e, por isto, recrutados entre os monges.

Como se vê, algumas das diferenças apontadas são disciplinares e não impedem a volta à unidade de cristãos orientais e ocidentais. Podem-se admitir o pão fermentado na Eucaristia, a obrigatoriedade da epiclese, o clero casado… O maior obstáculo é o do primado do Papa. Paulo VI e João Paulo II demonstraram ter consciência do problema, que poderá ser resolvido satisfatoriamente. Eis o que escreve João Paulo II em sua encíclica Ut Unum Sit datada de 25/05/95:

“Entre todas as Igrejas e Comunidades Eclesiais, a Igreja Católica está consciente de ter conservado o ministério do sucessor do Apóstolo Pedro, o Bispo de Roma, que Deus constituiu como perpétuo e visível fundamento da unidade e que o Espírito ampara para que torne participantes deste bem essencial todos os outros. Segundo a feliz expressão do Papa Gregório Magno, o meu ministério é de servus servorum Dei… Por outra parte, como pude afirmar por ocasião do Encontro do Conselho Mundial das Igrejas em genebra aos 12 de junho de 1984, a convicção da Igreja Católica de, na fidelidade à Tradição apostólica e à fé dos Padres, ter conservado, no ministério do Bispo de Roma, o sinal visível e o garante da unidade, constitui uma dificuldade para a maior parte dos outros cristãos, cuja memória está marcada por certas recordações dolorosas. Por quanto sejamos disso responsáveis, como o meu Predecessor Paulo VI, imploro perdão” (N] 88). “Com o poder e a autoridade sem os quais tal função seria ilusória, o Bispo de Roma deve assegurar a comunhão de todas as Igrejas. Por este título, ele é o primeiro entre os servidores da unidade. Tal primado é exercido em vários níveis, que concernem à vigilância sobre a transmissão da Palavra, a celebração sacramental e litúrgica, a missão, a disciplina e a vida cristã. Compete ao sucessor de Pedro recordar as exigências do bem comum da Igreja, se alguém for tentado a esquecê-lo em função dos interesses próprios. Tem o dever de advertir, admoestar e, por vezes, declarar inconciliável com a unidade da fé esta ou aquele opinião que se difunde. Quando as circunstâncias o exigirem, fala em nome de todos os Pastores em comunhão com ele. Pode ainda – em condições bem precisas, esclarecidas pelo Concílio do Vaticano I – declarar ex cathedra que uma doutrina pertence ao depósito da fé. Ao prestar este testemunho à verdade, ele serve à unidade” (Nº 94). “Dirigindo-me ao Patriarca Ecumênico Sua Santidade Dimitrios I, disse estar consciente de que, ‘por razões muito diferentes, e contra a vontade de uns e outros, o que era um serviço pôde manifestar-se sob uma luz bastante diversa’. Mas … é com o desejo de obedecer verdadeiramente à vontade de Cristo que eu me reconheço chamado, como Bispo de Roma, a exercer este ministério… O Espírito Santo nos dê sua luz e ilumine todos os pastores e os teólogos das nossas Igrejas, para que possamos procurar, evidentemente juntos, as formas mediante as quais este ministério possa realizar um serviço de amor, reconhecido por uns e por outros” (nº 95).

Como se vê, o Papa não abdica (nem pode abdicar) do seu ministério, que garante a unidade da Igreja, mas pede que os estudiosos proponham modalidades de exercício desse ministério que satisfaçam a todos os cristãos. – Queira o Espírito inspirar os responsáveis para que realmente colaborem para a solução das dificuldades que os cristãos não católicos enfrentam no tocante ao primado do Papa!

A propósito, muito se recomenda a leitura da encíclica Ut Unum Sint (Que todos sejam um), sobre o empenho de São João Paulo II em favor da união dos cristãos.

Eleições 2022 – parte 12 (Análise de dados)

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