O Papa, as Igrejas, a Amazônia e os homossexuais…

E em lugar de vir rapidamente a público interceder pelo povo a quem rotineiramente pede preces a si, Xicão resolve tratar de assuntos mais prementes, parecendo esquecer a bíblia. Talvez não tenha lido bem o livrinho (calhamaço) de catequese…

O infalível pontífice rompe cada vez mais com a bimilenar tradição da Igreja Romana ao publicamente defender a união civil entre homossexuais. Essa defesa pública contraria os postulados da própria Igreja (sim, eu sei que ele é o Papa e pode mudá-los se quiser) e as escrituras que os cristãos seguem.

Deixando suas estupefatas ovelhas ao aguardo no incendiável pasto, opta pelo silêncio frente aos contínuos ataques aos símbolos da fé de milhões, enquanto ergue a voz em sintonia com a abjeta agenda ideológica que ora permeia o noticiário mundial.

Compreendo perfeitamente o incomensurável fardo que um homem em sua posição tem. Suas ações e palavras ecoam no dia-a-dia de todos no mundo, católicos ou não. Cada decisão, cada postura afetará incontáveis vidas. É um grande peso a carregar. Exatamente por isso faz-se necessário que haja mais parcimônia, mais comedimento e, especialmente, mais ponderação. Não é razoável que a agenda homossexual, que já é ponto pacífico dentro da doutrina católica, careça de maior atenção que cenas como essa:

Vítima oprimida da sociedade lutando contra o patriarcado heteronormativo.

Rápida revisão de Teologia. A doutrina baseia-se nas escrituras e em sua interpretação oficial pela Igreja, dada a conhecer pelo Catecismo. Seguem:

1ª Coríntios 6.10

Os que praticam imoralidade sexual, os idólatras, os adúlteros, os homens que se submetem a atos homossexuais, os homens que praticam o homossexualismo, os ladrões, os gananciosos, os beberrões, os injuriadores e os extorsores não herdarão o Reino de Deus.

Gálatas 5.19-21

Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, fornicação, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.

Apocalipse 21.8

Mas os covardes, os que não têm fé, os que são repugnantes na sua sujeira, os assassinos, os que praticam imoralidade sexual, os que praticam ocultismo, os idólatras e todos os mentirosos terão a sua parte no lago que queima com fogo e enxofre. Esse representa a segunda morte.

Catequese da Igreja Católica (1992), itens 2357 a 2359 [excertos]

[…] Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves a Tradição sempre declarou que «os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados». São contrários à lei natural, fecham o acto sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afectiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados.

[…] Evitar-se-á, em relação a eles [homossexuais], qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição. […]

As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do autodomínio, educadoras da liberdade interior, e, às vezes, pelo apoio duma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental podem e devem aproximar-se, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.

Em tempo: não sou fiscal de alcova, tampouco cristão. Muito fui escarnecido por cristãos a vida toda. Por conta disso, fui ateu afetado (aquele tipo que faz mimimi) até aprender com as pancadas da vida a respeitar a fé dos outros. Mas ao ver o que está acontecendo com eles, meus próximos, sofrendo essa degradação moral e social, traz-me um sentimento inquietante. Como alguém pode regozijar-se em atrozes cenas de terrorismo contra a fé alheia? Nenhum homem de bem, lúcido, professante de qualquer fé pode compactuar com tal abominação contra o espírito humano.

Esquerdistas são loucos perigosos.
Isso clamará por respostas de maior força.

Ou então…

Em breve, na NETFLIX: “Adão e Ivo: lutando contra o preconceito no Jardim do Éden.”

 

Algumas línguas européias das penínsulas ibérica e italiana.

Vivemos num país de proporções continentais. Acostumados com nossas dimensões territoriais, esquecemo-nos de que o Rio de Janeiro, por exemplo, serve de ambiente para 8 milhões de habitantes, turistas e transeuntes (os que vêm de cidades próximas para trabalhar e voltar a elas à noite). Isso é mais do que toda a população de Paraguai, ou Líbano, ou Dinamarca, ou Jamaica, ou Noruega, ou Uruguai. Dezenas de pequenos países somados cabem todos em uma só cidade nossa, que não é a maior do país…

E parece-me que alheios a toda essa grandeza os brasileiros não têm noção de o quão beneficiados são por partilhar a mesma língua. Acredito que as pessoas não têm a compreensão do que isso significa em parte por conta da inexistência interna de barreira lingüística. Regionalismos à parte, falamos português em todo o território nacional.

Façamos um exercício mental: imagine que os moradores das cidades do Rio de Janeiro, Niterói, Duque de Caxias, São Gonçalo e a Ilha do Fundão sejam animosos entre si. E disputem quem tem o controle da pesca na Baía de Guanabara. E que entrem em guerra e se matem uns aos outros por isso. E que falem idiomas diferentes.

Bem-vindo à história da Europa. Uma coleção de guerras, reis, disputas territoriais, bandeiras e rivalidades, todas paramentadas com idiomas diferentes, entre povos tão pequenos que para nós seriam tribos. Cidades-estados, isto é, cidades que são países em si mesmas, entrando em guerra umas contra as outras. Moradores de ilhas vizinhas que não falam a mesma língua lutando entre si para garantir passagem pelas águas. Um punhado de terra para plantar valendo a vida de tantos e tantos.

Felizmente a era das grandes guerras terminou e, mesmo que ainda haja conflitos ocasionais, eles são de menores proporções. Daqueles tempos, sobraram-nos diferentes culturas que não se misturaram completamente, mesmo ora compartilhando o mesmo bojo estatal (e por vezes querendo separar-se em novos estados…). Esse caldeirão cultural que é o mediterrâneo foi o precursor de nossa sociedade ocidental, esta com seus feitos e defeitos.

Somos afortunados por falar o mesmo idioma. Imagine se tivéssemos um parlamento em que os representantes não se entendessem uns aos outros. A solução seria adotarmos uma ”língua franca”. É exatamente o que ocorre em muitos locais ao redor do mundo e dentro de países cuja população fala diversos idiomas e dialetos muitas vezes ininteligíveis entre si. E ainda mais afortunados somos nós por não termos lutas entre nós mesmos. Todos nos tratamos como irmãos, mesmo residindo a grandes distâncias. Todos nos tratamos igualmente como brasileiros.

É uma lástima que os próprios brasileiros não dêem valor a língua pátria, que tenham aceitado de bom grado a reforma de 1990 (que, deves ter percebido, não sigo), que tenham tido educação tão precária por tanto tempo…

Abaixo seguem vídeos com diversos idiomas (não todos) falados em duas regiões européias donde metade de minha árvore genealógica provém. A outra metade vem do árido sertão nordestino, oxente ^_^.

[algumas] Línguas da Península Ibérica | JJ Souza

[algumas] Línguas da Península Itálica, Córsega, Sardenha e Sicília | JJ Souza

 


Ver também: Análise de freqüência de letras da Língua Portuguesa (isoladas, digramas e trigramas).

Ver também: Como a linguagem modela a maneira como nós pensamos?

Dia do professor.

Há professores que ensinam para profissões. E há os que ensinam para a vida.

Suicídios, setembro amarelo e vida que segue.

Se você precisa falar com alguém AGORA (ISSO MESMO, AGORA) ligue para 188 (24H)

Ou acesse o site para o chat: https://www.cvv.org.br/chat/ (até 1h da madrugada)

 


Minha postagem sobre suicídios na UERJ continua sendo um de meus escritos mais lidos, muito mais do que eu acreditei que seria. Não sei se isso é bom ou ruim. Não tenho como saber se os leitores são pessoas passando por problemas, ou se estão apenas procurando estudar a matéria. Aquela postagem é direcionada a pessoas que estejam bem e que queiram ajudar. Este texto é para você que por hora está se sentindo mal.

Mais um ano se passa e mais um setembro amarelo acaba. Neste estranho ano de 2020 em que o mundo parecia acabar para muitos, para muitos outros realmente acabou. Vidas se perderam para a doença, trocadas pela tristeza daqueles que ficaram.

O que não quer dizer nada. Afinal, é você quem está mal. A vida é sua, não deles. Por que você tem que viver sofrendo só para não magoar os outros? Você quer que o sofrimento acabe. Isso é normal. Ninguém gosta de sofrer, ninguém gosta de viver triste (se é que isso pode ser chamado de ”vida”):

  • você acredita que não tem valor;
  • você acredita que as coisas que faz não fazem diferença;
  • você acredita que não faz falta;
  • você acredita que isso nunca vai mudar.

E a vida? Xi… a vida… Um milhão de coisas passam pela cabeça o tempo todo, repetindo e repetindo sem parar. Memórias de coisas ruins insistem em aparecer sempre que algo de bom acontece, numa contínua lembrança de que você não merece ser feliz. E rodam, e rodam, e martelam, e martelam todo o dia, o tempo todo, num turbilhão contínuo que não lhe deixa formar seus próprios pensamentos. A dor não vai embora, o corpo dói, o cansaço dói, a raiva dói, tudo dói e não pára.

A única coisa boa é dormir. Dormindo você esquece isso, ao menos por algumas horas. Ou cerveja, ou sexo, ou droga… Faz você sair um pouco da mesmice da sua cabeça. Daí, uma vez ou outra, você fica contente. Passou! Finalmente as nuvens negras passaram e você pode viver uma vida normal. E você fica alegre, faz planos e num belo dia: pá! Volta tudo outra vez. E cada vez mais forte.

Até o dia em que você resolve entender isso e procura na internet alguma coisa que te explique o que é. Você procura o Doutor Google e ele lhe diagnostica com tudo: de depressão a esquizofrenia. Mas você não quer procurar psiquiatra e tomar remédios, pois acha que vai piorar ou que não vai resolver.

E continua catando na internet alternativas e páginas e cai aqui.

Se espera por filosofia, lamento, sou bastante pragmático. Eis o que você precisa ler:

1 – Ninguém ”sabe” o que você está sentindo, nem tem como saber pelo que você está passando.

É balela essa história de outras pessoas passando pela mesma situação. Ora, não estão vivendo a sua vida, como poderiam saber? Cada um sabe em si mesmo o quanto dói. É impossível outra pessoa sentir o que se passa contigo.

Mas isso não quer dizer que você está sozinho. Há muitas e muitas pessoas ao redor do mundo que podem lhe ajudar e que podem contar como superaram essas experiências. O detalhe: embora o sofrimento de cada um seja diferente, a doença é a mesma.

2 – Isso mesmo: depressão é uma doença.

O principal problema é entender que ela é uma doença, porque as pessoas têm uma visão limitada acerca do que ”é uma doença”.

Quando uma pessoa está com uma perna quebrada ou uma infecção, você está vendo o corpo e sabe que ela precisa de atendimento médico. Quando a doença é num órgão interno fica tudo mais complicado, porque se afeta todo o resto do corpo.

O fígado é um órgão. Quando ele falha…
Os rins são órgãos. Quando falham…
O pâncreas é um órgão. Qual ele falha…
O coração é um órgão (músculo). Quando ele falha…

Daí vem o problema que mencionei: o cérebro também é um órgão. Só que ele é um órgão especial, ele controla a consciência, lida com a memória, lida com a tomada de decisões. Depressão é o que acontece com a pessoa quando o cérebro fica doente. E é o que está acontecendo com você neste momento.

Nada, repito nada, do que eu escrever agora vai resolver o que está sentindo agora. Seria o mesmo se eu escrevesse para curar um diabético, ou alguém que faz hemodiálise, ou quem tem pressão alta. Conhecer e entender o problema não resolve (ajuda, mas não resolve).

São numerosos os processos químicos que acontecem no cérebro e, quando o desbalanceamento desses processos se dá por longo tempo, ele se torna persistente se nada for feito. Assim como uma pessoa que se entope de doces sobrecarrega o pâncreas e fica diabética, uma pessoa que passa por um sem número de coisas na vida sobrecarrega o cérebro que fica literalmente lesionado de tanto ter de lidar com a vida. A capacidade de resposta do cérebro é danificada e isso vai direto para a consciência.

A pessoa passa então a não tomar as decisões corretamente, não reagir corretamente aos estímulos, assim como não consegue mais sentir (sentimentos) corretamente. O cérebro fica preso num sentimento só (tristeza e ausência de estima própria), como que se culpando por não dar conta.

Não é frescura, não é desânimo, não é fraqueza. Tudo o que acontece na mente são apenas os sintomas do problema neurológico infelizmente instalado.

Perceba o que estou tentando dizer: tudo o que você está sentindo agora não é você. Não é o seu verdadeiro eu. Neste momento a doença está te impedindo de ser quem você realmente é. Todos esses sentimentos, e culpas, e remorsos, e tristezas não se dariam se seu cérebro não estivesse ”quimicamente lesionado”.

É exatamente como pedra nos rins. Você passa uma vida sem beber água direito e ganha uma pedrinha que dói pra chuchu. A pedra não é o rim. Ela impede que o rim funcione direito. Ela não devia estar lá, mas está e não vai sair sozinha. A mesma coisa é com a depressão. A química do seu cérebro está desbalanceada. Não sei por que ficou assim, mas está. E não está deixando você pensar direito. Essa coisa aí dentro não é você, não faz parte de você e não vai sair sozinha. Mas você pode eliminar essa pedra da sua vida.

3 – TEM JEITO.

É aí que entram os remédios. Do mesmo jeito que existe tratamento para diabetes ou pressão alta, existe para depressão. Eu realmente não acredito que você seja contra alguém tomar insulina ou qualquer outro remédio. Não conheço ninguém que seja contra remédios para quem precise.

O mesmo é com o cérebro. Eu não vou entrar em detalhes fisiológicos, mas a medicação ajuda a regularizar o complexo sistema de hormônios cerebrais.

Os remédios funcionam assim: não tem como direcionar o fármaco para um ponto específico no cérebro. Então o que se faz é impregnar todo o cérebro com químicos que reestabeleçam as funções normais. Isso leva algumas semanas (duas ou três). Nos primeiros dias só se sentem os efeitos colaterais e a pessoa acha que não está funcionando. É assim mesmo.

Enjôo, dor de barriga, pressão na cabeça, suor frio etc. etc. etc. A bula inteira de efeitos colaterais passa nos primeiros dias. Depois de quinze dias os efeitos colaterais somem e aí o paciente começa a ver se aquele medicamento está surtindo efeito. Muitas vezes não dá certo na primeira vez e tenta-se outro fármaco. E assim após alguns meses chega-se ao remédio certo.

E bingo! O cérebro volta a funcionar normalmente. O remédio não é um escravizador, pelo contrário, ele é um libertador. Ele permite que o cérebro volte a funcionar normalmente e a desempenhar suas funções orgânicas. E assim a pessoa passa a ter uma vida normal.

4 – O principal empecilho é aceitar que não dá para fazer sozinho.

Seu cérebro está doente. E por mais que você não goste de ouvir ou ler, a verdade tem que ser dita: não vai melhorar sozinho. Você precisa de ajuda. Tem um monte de coisas na vida que você já não faz sozinho. A comida que come não foi você quem plantou, a roupa que veste não foi você quem fez… Tudo na sua vida tem a mão de outrem. Desta vez, também não será diferente. E, se você quebrasse sua perna ou tivesse uma infecção, dificilmente recusaria ajuda médica…

a) A primeira etapa é procurar um psiquiatra. São muitos medicamentos diferentes, é necessário alguém que saiba o que vai prescrever.

Dica muito importante: psiquiatra não é casamento. Você não tem obrigação nenhuma de ficar com um psiquiatra ou outro. Você não está traindo ninguém.

Você vai a um barbeiro cortar o cabelo. O cabelo fica horrível. Você volta nele? Não.
Você vai a um padeiro comprar pão. O pão tem gosto de sapato. Você volta nele? Não.
Você chama um pedreiro. O serviço fica um nojo. Você o chama para outra obra? Não.

Psiquiatra e psicólogo é a mesma coisa. Se não der certo com um, vai dar certo com outro. E se não for com o segundo, vai com o terceiro, quarto… Vai mudando até acertar.

b) A segunda etapa é aceitar a medicação.

Como disse logo acima, vai levar um tempo. Parar o tratamento no meio é a pior decisão que alguém pode tomar. É preciso esperar, mas para alguém que passa por isso há tanto tempo, esperar ainda mais por uma solução é horrível. Quem sofre tem pressa. É compreensível. Mas pense bem, se você agüentou tanto até aqui, tente agüentar só um pouco mais.

Também não se deve parar de tomar ao melhorar. Como eu disse, seu cérebro está lesionado. Não vai se curar sozinho. Não vai passar assim. Não se tira insulina de um diabético, nem remédio de pressão de um hipertenso. Sentir-se bem é o esperado do remédio. Não quer dizer que acabou.

O remédio simboliza um novo começo e não um final.

c) A terceira etapa é o tratamento psicológico.

Eu não sei o que se passa contigo, mas eu sei que foi o modo como encarou as porradas da vida que lhe levou a ter depressão. O modo como a gente encara o mundo é como o ”programa de computador” do cérebro. Um programa ruim ou ineficiente danifica a máquina. Se essas minhocas continuarem rodando aí dentro da sua cachola, não tem remédio no mundo que resolverá.

O remédio como que… ”zera” o turbilhão dentro da cabeça. Esse turbilhão de porcarias que ficam rodando e rodando finalmente pára. E vem a calmaria: um silêncio revigorante onde você pode finalmente começar a reorganizar seus pensamentos novamente. Sabe aquela vontade de que o mundo pare e lhe dê um tempo para pensar? Quando você quer sumir para ter um tempo para si mesmo? É exatamente isso que o remédio lhe dá.

Essa é a sua deixa para reavaliar tudo o que vem passando. Reavaliar o modo como encara a vida. Reavaliar seus conceitos e valores. Mas isso é para o momento oportuno. Por hora, só quero de alguma forma lhe passar a certeza de que por pior que esteja dá para resolver.

Sua vida agora pode estar muito ruim. Mas também pode se tornar muito boa. Peço que dê mais uma chance a si mesmo aceitando ajuda médica.


Oito anos depois, agora pai de dois filhos, sobrevivente condecora oficial em premiação por ações contra suicídios na ponte Golden Gate
https://www.dailymail.co.uk/news/article-2323468/Kevin-Berthia-Emotional-reunion-suicidal-man-hero-police-officer-Kevin-Briggs-talked-Golden-Gate-Bridge.html

Certa vez um apresentador espertinho quis fazer graça com Keanu Reeves (um famoso ator estadunidense). Keanu é conhecido também por ter tido uma vida difícil com várias tragédias no caminho. E o fulaninho lhe perguntou: o que acontece com a gente após a morte?

“As pessoas que nos amam sentirão nossa falta.”

Os interesses por trás das escolas fechadas

Os interesses por trás das escolas fechadas | Vista Pátria


Em tempo: não tenho vínculos com o apresentador, tampouco aprovo, recomendo ou incentivo a aquisição de seus produtos e serviços.

Eleições municipais Rio de Janeiro 2020

Primeiro vídeo que edito para colocar em minha página. A qualidade não está boa, mas vale minha crítica ao que se sucede. A pandemia está suspensa até o final de novembro. Já é Natal na Leader Magazine. E ‘bora sambar Carnaval…

Confesso que me deu bastante trabalho colocar este vídeo na internet. Embora eu entenda um pouco de computadores, e até programação, não sou bom em lidar com as plataformas. Eu aprendi por conta própria HTML e estou acostumado a ter o controle total da página. É mais fácil montar um servidor do que lidar com FaceGoogle e Cia… Depender dos outros é sempre muito ruim. Isso vale para colocar um vídeo na rede ou viver na dependência de nossos estimados governantes.

Em tempo: esta postagem versa sobre a política municipal. Em caso de dúvidas, favor observar a CF88, artigos 5º e 220.

Prioridade para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA)

A segunda pandemia: ansiedade, pânico e depressão

Os estudos mencionados nas notícias abaixo relacionadas indicam o grave impacto psíquico que este pesado ano de 2020 está causando na população em geral. De crianças a idosos, todos estão sofrendo em maior ou menor grau com o atual estado sanitário e geopolítico mundial.

Esta postagem é um alerta. Por favor, dedique um pouco de seu tempo para refletir sobre a gravidade da futura pandemia de doenças psiquiátricas. Procure mais informações sobre o tema. Uma população bem informada é uma essencial ferramenta no combate às doenças mentais.

Especialistas pedem mais atenção à saúde mental por confinamento
https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2020/04/19/interna_internacional,1140090/especialistas-pedem-mais-atencao-a-saude-mental-por-confinamento.shtml

Os efeitos do confinamento na saúde mental de crianças e adolescentes
https://brasil.elpais.com/mamas_papas/2020-06-06/os-efeitos-do-confinamento-na-saude-mental-de-criancas-e-adolescentes.html

Estudo [da UERJ] indica aumento em casos de depressão durante pandemia
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2020/05/09/estudo-indica-aumento-em-casos-de-depressao-durante-isolamento-social

Quais os principais efeitos da pandemia na saúde mental?
https://www.unifesp.br/reitoria/dci/noticias-anteriores-dci/item/4395-quais-os-principais-efeitos-da-pandemia-na-saude-mental

Confinamento deixa 75% dos alunos ansiosos e tristes
http://www.tribunadeituverava.com.br/confinamento-deixa-75-dos-alunos-ansiosos-e-tristes/

Novas redes sociais (ou A saga do pato)

TL;DR A quem interessar possa, fiz uma conta no Instagram e depois uma no Tumblr.


Texto longo:

1 – Considerando que o Facebook deu-me um famigerado strike por conta de meme;

Desde que isso aconteceu, também vem cerceando os escassos vídeos que lá adiciono para comporem as postagens desta página. Mesmo arquivos em mensagens privadas são recusados por aquela plataforma! Tenho de recorrer a subterfúgios para lá hospedar imagens ou vídeos…

2 – Considerando que manterei meu site maçante e enfadonho;

Tenho plena ciência de que filosofia, andragogia, política, ciências e meus passatempos não são interessantes à maioria das pessoas. Porém esta página é minha e reflete como eu sou: rabugento, reclamão e, digamos, “ortodoxo não-ortodoxo”.

3 – Considerando que finalmente aceitei que o Orkut não voltará -_-;

Uma pena, pois marcou história… E pessoalmente prefiro usar páginas com html/css mais simples. Não gosto de nada escondido do usuário.

4 – Considerando que tenho toneladas (virtuais) de coisas no meu computador;

Coisas que eu gostaria de compartilhar, mas que não têm lugar nesta página.

Procuro fazer deste meu sítio um ponto de referências, um repositório útil para todos que por aqui passarem. Seja uma mensagem positiva, seja uma acidamente ferrenha crítica social. Seja uma postagem sobre Ciências Puras, seja uma postagem sobre pragmatismo cotidiano. Até mesmo sobre meus passatempos preferidos! Gostaria que aqui se mantivesse um local para compartilhar informações importantes limpo e razoavelmente organizado.

5 – Considerando que não tenho smartphone (e se tudo der certo nunca terei!);

Recuso-me a me tornar escravo de um aparelho.

Pawel Kuczynski, Controle

E é difícil fazer as pessoas entenderem que não tenho zapzap! Como curiosidade, meu aparelho é um Alcatel OneTouch, que só temos porque a vida contemporânea assim o requer. E não o porto fora de casa (é mantido tal como telefone fixo).

6 – Considerando que a vida não é só feita de coisas sérias;

Decidi que precisava de um lugar para enviar somente coisas alegres e leves. Um lugar na internet só para o que for agradável de se ver, positivo, sem o ranço reclamador que me é natural. Resolvi, portanto, fazer contas em outras redes sociais. Afinal, se você não é bem quisto em algum lugar, certamente há outro que lhe acolherá de braços abertos!

O Instagram aceita que eu poste imagens normalmente ainda que ele as corte, ou seja, eu tenho que preparar cada uma, uma a uma, antes de enviar. Até aí, vá lá… Só que ele não aceitou que eu enviasse um vídeo. Tentei de novo e de novo e o vídeo foi recusado. Então fui escavar mais fundo e percebi que o sistema somente aceita vídeos no formato MP4 com codecs H.264 e áudio ACC. Converto o vídeo. Reenvio. E tomo strike na conta no primeiro dia!

O vídeo foi marcado como nudez/pornografia. Só que o vídeo é de um pato. No veterinário. ಠ_ಠ Vem cá, e os perfis das quengas seminuas (ou nuas mesmo) passam pelo filtro numa boa por causa de quê? E vejo lá embaixo, no rodapé da página, que o Instagram é parte do Facebook… Aff… Isso explica muita coisa!

Procurando então outro lugar para enfiar o bendito pato, tentei encontrar uma plataforma que aceitasse qualquer tipo de arquivo. E descobri o Tumblr, que em sua propaganda diz exatamente isso: ”poste o que quiser”. Texto, imagem, atalho, vídeo e som. “Ótimo!”, pensei. E nele também meu patinho não foi aceito…

Ó raios! Ninguém aceita meu pato!

E cogitei sobre as demais plataformas em voga. E percebi que não havia lugar para meu patinho…

*Tenho uma conta no LinkedIn, criada com o propósito de promover as postagens que aqui faço. Não é o mote tampouco a função da plataforma publicar patinhos. Descartado.

*Twitter exige número de telefone. Descartado.

*Flickr limita a conta a 1000 arquivos. Minha conta lá está para um próximo projeto. Descartado.

*Blogger é do Google e eu detesto os serviços do Google. Descartado.

*WordPress até aceita, mas é necessário pagamento. E com o preço atual do dólar: descartado.

Insatisfeito, insisti: meu pato tem que ser aceito em algum lugar! Pelos céus! E usei o arquivo preparado para o Instagram numa tentativa final antes de desistir. E nasceu:

E descubro que terei de converter cada arquivo que tenho para os parâmetros da plataforma… Que trabalhão! Ao menos o pato agora tem lugar para ficar! |:^D)

Abraham Weintraub – A força da Esquerda na Educação

Abraham Weintraub – A força da Esquerda na Educação


Abraham Weintraub – As 3 forças que destruíram o Brasil