Padrões geométricos naturais – Razão áurea e a Seqüência de Fibonacci

Duas belas animações de Cristóbal Vila mostrando os padrões naturais mais comuns.

Infinite Patterns

Nature by Numbers

Dando nomes ao gado (Texto 3 de 3)

Bia Kicis – E daí?


Confesso que estou sentindo bastante dificuldade em colocar por escrito neste texto tripartido minhas idéias.
1 – A ideologia marxista segrega as pessoas em classes.
2 – Os grupos lutam entre si.
3 – Um lado não escuta o outro.
4 – E separados continuamos em diferentes currais, peões midiáticos alimentam a discórdia e vigiam os rebanhos, cada qual conforme o vaqueiro de seu agrado.


Múúú.
Gado – desde que o mundo é mundo.

Terminei o texto anterior dizendo que Bolsonaro era tudo o que a gente tinha naquele momento para (tentar) fazer alguma coisa. Quando ele sofreu a tentativa de assassinato, comprovou-se de forma inequívoca que ele era a figura-chave para uma ruptura no sistema ali constituído.

Rememoremos a votação do primeiro turno em ordem.

    1. Jair Bolsonaro >> Representante do descontentamento geral da população.
    2. Fernando Haddad >> Foi Ministro de Lula.
    3. Ciro Gomes >> Foi Ministro de Lula.
    4. Geraldo Alckmin >> Tucano paulista, era presidente do PSDB.
    5. João Amoêdo >> Sem posicionamento claro quanto a pautas comportamentais.
    6. Cabo Daciolo >> Glória a Deuxxx!
    7. Henrique Meirelles >> Ministro de Temer.
    8. Marina Silva >> Foi Ministra de Lula.
    9. Álvaro Dias >> Na política desde 1968, senador desde 1999.
    10. Guilherme Boulos >> Militante do MTST.
    11. Vera Lúcia >> Candidatura fisiológica.
    12. José Maria Eymael >> Eterno candidato, apoiador de Haddad.
    13. João Goulart Filho >> Comunista de longa data.

A eleição dele trouxe muita expectativa. Por um lado, seus eleitores estavam esperançosos quanto a profundas mudanças na sociedade. Por outro lado, seus desafetos estavam receosos quanto a perseguições e represálias. Nem um nem outro se sucedeu. Nem houve um retorno à tranqüilidade de um estado militarizado à ’64, nem houve a ditadura que a esquerda tanto ameaçou que ocorreria (e quer implantar).

Houve sim uma pífia e ridícula resistência, simbolizada por alguns gatos pintados bloqueando ruas em alguns dias. Como sempre, comunista no Brasil é só de garganta: sai correndo no primeiro tiro.

Mas houve também uma profunda divisão, um marco real de diferenciação entre os governos anteriores e o atual: o tipo de escândalo. Escandalizadamente escandalizados, os repórteres dos grandes veículos de comunicação passaram a noticiar permanentemente todas as grandes faltas contra a humanidade cometidas pelo governo Bolsonaro.

Foi comemorar 1964, foi azul e rosa, foi fogo na Amazônia, foi óleo no mar, foi barragem arrebentada, foi golden shower, foi ir à padaria… Daí veio a peste chinesa e o foco mudou. Bolsonaro não sabe usar a máscara, e Bolsonaro tirou a máscara, e Bolsonaro coçou o nariz, e Bolsonaro vai fazer churrasco, e Bolsonaro andou de moto-aquática sem máscara, e Bolsonaro voltou à padaria, e Bolsonaro bate-boca com repórter, e muda ministro, e muda secretário, e o presidente (pasmem) faz política…

Esse é o real motivo pelo qual eu ainda acredito que Bolsonaro não está envolvido em esquemas de corrupção. Há toda uma estrutura permanentemente vigiando cada passo, cada palavra, cada possível deslize ou erro para repudiá-lo ou recriminá-lo. E todo esse aparato, nesses meses de constante investigação de sua vida privada e pública, não conseguiu trazer à luz algum escandaloso escândalo de corrupção no alto escalão do governo.

No noticiário de antes, só se falava em ministro que era preso e ministro que era solto. Agora reclama de troca de ministro quem quer trocar o presidente… Talvez a maior prova de isenção seja a saída de Sérgio Moro. Ambos os lados se rusgam. Divórcio não consensual. Estapeamentos verbais. Por quinze meses o biografado filhote de tucano espionou internamente o governo e não conseguiu apresentar acusação de corrupção.

Ou todo esse esquema midiático (imprensa falando inutilidades, saída do ministro da justiça, covidão) forma o maior e mais brilhante teatro político da história brasileira para enganar o povo (é tudo combinado), com o perverso intuito de colocar sob os pagos holofotes da imprensa uma cortina de fumaça que esconda algo muito pior, ou o sujeito está limpo.

É possível que Flávio tenha cometido falta e seu pai o esteja acobertando? Sim. Ter um filho problemático pode acontecer em qualquer família, a dele não é exceção. É possível que Michelle não tenha seguido os passos faltosos de sua família? Também o é. Do mesmo modo que se têm filhos faltosos, também há boa gente vinda de famílias desestruturadas.

E enquanto o povo digladia-se virtualmente aquartelados em suas quarentenas, ou são detidos por exercer seus direitos constitucionais de hastear a bandeira ou de ir e vir, os gestores públicos apresentam desempenho ainda pior do que o já aguardado para ser precário. Abaixo da mediocridade, mesquinhas contendas políticas estão acima da vida das pessoas.

A presente imagem representa com perfeição a administração pública brasileira, na figura de seus gestores; a metodologia de tomada de decisões que afetarão toda a nação; e a atuação do povo frente aos rumos da pátria.

Interessante notar que ”brasileiro” sempre é o outro. Brasileiro fala mal de brasileiro, mas nunca se coloca no mesmo farináceo saco. Ou na mesma boiada. Tanto faz de que lado da cerca você se encontre, caro leitor. Se os peões não decidirem logo o que fazer com a fazenda, não sobrará capim para ninguém.

A sabedoria do homem mais honesto do Brasil.

Para saber mais:
No Ceará 25 pessoas enquadradas por carreata- que a Constituição garante:

Plandemic

Editado em 21/05/2020

Embora o pseudo-documentário seja completamente tendencioso, chamaram-me a atenção os argumentos contrários à vacina (considero a vacina antigripal inútil), à quarentena (demonstrou-se um fracasso em muitos lugares) e à indústria farmacêutica, sobre cujo lobby discorri em Sentimentos mais duradouros.

Considerando que o Facebook removeu por duas vezes esta postagem naquele veículo, decidi colocar em meu espaço privado. A simples idéia de outrem decidindo aquilo que posso ou não visualizar é, por si, uma afronta à liberdade de expressão.

https://www.brighteon.com/embed/86725727-5cb8-4240-b725-1b5b67e01189


Gostaria também de deixar aqui o registro de que o Facebook agiu de forma não compatível com outras matérias:

1 – O Facebook tão somente cobre outras postagens ditas falsas. Qual é a necessidade de excluir esta?

2 – Já denunciei conteúdo impróprio exibido no Facebook, que foi revisado manualmente por tal empresa e foi aceito, a saber: violência contra animais.

3 – Se há interesse real em evitar conteúdo cientificamente falso ou dúbio, por que há grupos de terra plana, terra oca, anti-vacina, caça-fantasmas, pé-grande e congêneres?

Contra hipocrisia, minha arma é o sarcasmo:

Dando nomes ao gado (Texto 2 de 3)

As pessoas se revelam por suas opiniões.
Alexandre Garcia 12/05/2020

E uma vez que não aceitam o resultado das eleições, este terceiro turno que se estende por um ano e meio parece tender a perdurar até 2022 ou 2027, conforme for o caso. Ou, se vier Mourão, a resistência aborrecente doutrinada por professores maconheiros adultos ideologicamente infantilizados poderia talvez vir a conhecer de fato o que são 30 anos de chumbo.

A expressão ”Gado de Bolsonaro” surgiu como forma de ridicularizar os apoiadores do presidente. De fato, há um grupo que o idolatra incondicionalmente, ferrenhamente afeito à fantasia de um ”salvador”. Tudo o que Bolsonaro faz está certo, deus (conceito cristão) o colocou ali. Numa mistura de religiosidade e política, Bolsonaro torna-se um profeta tal como Maomé (e bem sabemos o resultado dessa mistura).

Esses merecem ser admoestados mesmo. Manada impensante, apenas coincidiram (felizmente e finalmente) apoiar o lado direito das coisas no momento certo. Mas basta um usurpador travestir-se com roupagem similar que cometerão o erro de eleger vis traidores, como certos governadores prudentes e sofisticados. E pagarão o preço de irrefletidamente emanar seu poder em favor a proto-déspotas precocemente ébrios de autoridade e autoritarismo.

Delegam a outrem a responsabilidade por suas próprias vidas e por seu próprio destino. Deixam de ser protagonistas de si mesmos. Dependem de outro alguém mais ”importante” para cuidá-los.

Ocorre que não se sabe ao certo que parcela do gado bolsonariano é fanática. Não é difícil delinear o limite que separa a esperança religiosa cristã de que tal ou qual homem defenderá seus valores (postura válida) da idolatria a um homem supostamente colocado ali pela própria divindade para governar (ಠ_ಠ). Porém difícil é separar as palavras de aprovação ao desejo de ordem e progresso presas há anos no homem médio brasileiro das imponderadas defesas de populares a tudo o que o presidente faz, exasperadamente defendendo sua própria esperança em alguém que sentem os representar frente ao enorme poderio de um sistema corrupto e corruptor.

Eu mesmo não concordo com tudo o que Bolsonaro faz. Eu o apóio pois ele precisa de apoio popular para fazer o que se propôs: barrar a esquerda e sua corja de ladrões de acesso direto aos cofres públicos. Esse foi o motivo por que votei nele. O contínuo mugido do gado vermelho mostra que está cumprindo adequadamente esse papel, logo meu apoio continua. Perceba que o meu apoio é condicionado: ele não é corruPTo, logo ele fica. Ainda assim, também sou gado bolsonariano.

Seja vegetariano você também!

Alcunhar todos, sem exceções, ao mesmo nome é “não discriminar pessoas”. Idéia hegeliana de massificação da população submetida aos desígnios, vontades e caprichos dos ”importantes”. Visão de que o povo forma uma massa uniforme inaptamente incapaz de decidir seu próprio destino e formar sua própria história. Idéia essa que culmina exatamente no ideal de ”homem novo” marxista.

As pessoas julgam os outros por seus próprios padrões morais, nem sempre ponderando seus próprios defeitos. O povo marxista é como gado a ser guiado pelos ”líderes”, pelos ”importantes”. Não surpreendentemente transferiram a outrem a designação própria de si mesmos. “Acusa-os do que fazes.”

Se somos gado de currais diferentes, como é o gado do outro lado da cerca? Quem forma a manada do outro curral? Analisemos as eleições que não acabaram.

Em 2018 havia apenas dois candidatos. Bolsonaro e #EleNão. Uma clara demonstração de que havia um único expressivo candidato opondo-se a todo o sistema que ali estava e que era repudiado pela maioria da população. Especificamente no segundo turno, entre Haddad e Bolsonaro, quem votou em quem?

Pedófilos, estupradores, traficantes, ladrões, o grupo MST, aquele menor que rouba seu celular, assaltantes, black blocs arruaceiros, degenerados, os que ofendem a religião alheia e enfiam uma cruz na bunda, quem rasga a nossa bandeira, faz cocô em público, abortistas, feministas, desarmamentistas etc. votaram em qual dos dois? Responda com sinceridade.

— Essa escória é o gado vermelho.
— Opa, peraí! Eu não sou assim não!
— Mas votou com eles, logo está do mesmo lado deles…
— Não estou não!!!

É óbvio que nem todos os que são contra Bolsonaro se encaixam no conceito de marginais transgressores. Mas ao posicionarem-se infundadamente contra ele estão conseqüentemente favorecendo uma política que beneficia o lado ruim da sociedade. Ao menos aos olhos de quem está no pasto biroliriano.

Opiniões são sentimentos, como escrevi. É por elas que vemos o caráter das pessoas. Estar contra Bolsonaro por ter acreditado que ele é um sujeito louco, desvairado e ávido por poder é lícito e esperável. Há motivos (equivocados) para tanto (a saber: desinformação via imprensa). Estar contra sua permanência por considerar que suas limitações próprias prejudicariam o governo também é lícito: muito se reclamou da incompetência de presidentes anteriores.

Mas é necessário sopesar adequadamente: ao desaprovar o presidente, que representa para a maioria da população a esperança de um futuro melhor, inevitavelmente (ainda que involuntariamente) se está fortalecendo a parcela culpada por todo o caos em que ora nos encontramos.

O presidente é desbocado sim. Tem a graça e o garbo de um tijolo. É limitado sim. Mas reconhece suas limitações, não finge competência que não tem. É como o pára-choque que vai à frente tomando pancada, mas depende de nós (o motor) para impulsionar o carro adiante.

Sozinho não vai conseguir enfrentar tanta coisa. E exatamente por isto que precisa de ajuda e apoio. Do contrário, as coletividades contrárias invadirão o pasto produtivo e à força tomarão para si os desesperançosos rebanhos então sem um boiadeiro a os acudir.


Por mais de 200 anos os comunistas se especializaram, se organizaram, se desenvolveram, se infiltraram, se espalharam e impregnaram os Estados e as Nações com seu projeto de destruição para unificação. Em terras tupiniquins, por três vezes tentaram assumir o poder (Intentona, anos 60 e era PT). Sem a formação de líderes verdadeiramente republicanos por décadas, estamos desarmados e desmuniciados contra o exército ideológico, informativo, comunicacional e jurídico vermelho.

Bolsonaro é o que tinha. E vai ter que ser o suficiente. Estamos como Hernán Cortéz. Temos que fazer isso dar certo. Não é mais questão de opinião.
Fim da parte 2 de 3.


Bolsonaro fica indignado com medida de governadores, fala sobre Declaração de Moro, Doria e mais

Dando nomes ao gado. (Texto 1 de 3)

Antes de dar início aos textos, um desagravo. Pode parecer que uso a imagem de Regina Duarte para chamar atenção a meus escritos. Também pode parecer que estou defendendo Regina para angariar simpatia de seus admiradores. Não é o que se sucede.

Não quero ser hipócrita. Não faço parte dos que citam de cor e salteado cada papel seu como atriz. Não acompanhei a carreira de Regina como fez minha mãe. A dramaturgia brasileira não faz parte de meus interesses. Conheço-a como que de vista, ou ”por ouvir falar”. Assisti, portanto, a entrevista da Secretária de Cultura do atual governo à CNN sem estar enamorado da ”namoradinha do Brasil”. E o que vi ficou entalado na garganta.

Nem me é possível discutir questões ideológicas. Aquilo não foi entrevista, foi absoluta falta de respeito com uma senhorinha que chegou toda animada para falar de projetos e de seu novo trabalho e saiu maltratada e desaforada. Eu me senti constrangido ao ver aquilo.

E decepcionado por não ver o governo sair oficialmente em sua defesa. (fora o breve comentário do ministro do turismo) E ver também que artistas (500 deles), grupo quase tão corporativista quanto o poder judiciário, em lugar de defendê-la, agridem-na tão somente por estar ao lado do presidente.

Típico funcionário público brasileiro.

Isso dito, sigamos.


Não vive quem fica arrastando cordéis de caixões.
Regina Duarte 07/05/2020

Não sou advogado de Bolsonaro, nem este texto intenta defendê-lo. Tampouco adiantaria: “O diálogo somente se dá entre iguais e diferentes, nunca entre antagônicos.“. É impossível conversar com quem é contra a priori. Já escrevi sobre isso aqui. Na política brasileira hodierna ambos os lados alimentam-se com mais do mesmo, um lado não escuta o outro. É perda de tempo tentar explicar-se a outrem.

Bolsonaro não é um santo. É um homem como outro qualquer. As acusações sobre si precisam ser investigadas. Os indícios de envolvimento com milícias e acobertamento de faltas de seus filhos devem ser examinados com todo o rigor, e tais desvios punidos se for o caso. Ele deve ser investigado sim, tal como todos os ministros do STF e tantos e tantos outros com foro privilegiado. 1 Afinal, por que só ele? Querem fita de reunião, querem que se pronuncie sobre tudo, querem até exame de sangue (!), qualquer coisa que possam usar contra ele. Só não encontraram ainda indícios de corrupção no atual governo.

  • A questão não é o que é dito, mas sobre quem é dito.

A esquerda brasileira não aceita que perdeu as eleições. Enquanto eles roubavam e a população se mantinha calada passivamente, havia democracia plena. Sair do poder foi um golpe. E agora, qualquer reclamação contra os poderes Legislativo, Judiciário e Imprensa (contrários ao Executivo) é um ataque à democracia. Mas é ”democrático” criticar diretamente ou indiretamente Bolsonaro.

Porém o que ora fazem é mais birra de quem perdeu gincana do que oposição política. Não há interesse em procurar fazer justiça, e sim em preparar a futura disputa eleitoral. O problema nunca foi ”ser miliciano”, mas é ser ”de outra facção”. Pois, com a mais absoluta certeza, se fosse alguém da patota comunista, não haveria mais do que uma charge no jornal. Enquanto isso, é bem sabido o envolvimento de magistrados e políticos de partidos de esquerda com famosos grupos criminosos organizados.

  • A questão não é o que é dito, mas contra quem é dito.

Bolsonaro tem a elegância, a etiqueta e a eloqüência de um protozoário. Incapaz de se expressar livremente por dois minutos sem dar coice em alguma coisa. E daí? Quando membros da ”esquerda” disparam impropérios, disparates e barbaridades, são bem quistos, bem vistos, bem acatados.

Bolsonaro é machista, homofóbico 2, misógino, racista, impudico…
Mas e quanto à mulher de Ciro Gomes, que só servia para transar com ele?
Mas e quanto a Lula, que disse Pelotas ser ”exportadora de viados”, que conclamou ”as mulheres de grelo duro”, que urinou nas calças em público por estar bêbado? Mas e quanto a Chico Buarque ”batendo na Geni”?

A direita é violenta, fascista e antidemocrática…
Mas e quando Benedita da Silva disse que haveria sangue na luta?
E quando Gleisi Hoffmann disse que para prender Lula tinha que matar gente?
E quando o líder da CUT conclamou guerrilha popular?
E quando o MST depreda patrimônio alheio?
E quando o reitor psolista disse com todas as letras que um bom homem de direita deveria ser morto por um bom fuzil?
E quando um professor de federal fala que bolsonaristas devem ser fuzilados?
E quando Ciro diz que recebe turma do judiciário na bala?
E quando Lula incita trazer os protestos violentos do Chile para cá?
E quando Cid desfila de retroescavadeira? 3

Manifestações democráticas da esquerda.

 

Nada disso conta.

  • A questão não é o que é dito, mas quem é que disse.

Joice Hasselmann, Arthur do Val, Alexandre Frota e vários governadores foram eleitos na onda ”bolsonarista”. Durante a campanha, foram constantemente atacados pela imprensa, sendo-lhes imputada a pecha de fascistas e retrógrados. Após as eleições, flertam com seus não tão antigos opositores e tais alcunhas lhes são exoneradas. Sérgio Moro concentra em sua imagem o exemplo perfeito da hipocrisia da esquerda. Após deixar o governo animosamente, não sabem se devem ou não apoiar quem prendeu seu líder popular.

  • A questão não é o que é dito, mas se favorece a narrativa.

O que fizeram com Regina Duarte na CNN foi das maiores deselegâncias da TV. Não sei o que foi maior ali: militância ou falta de etiqueta. Se ela tivesse seguido o decorado discurso socialista, seria livre pensadora e um exemplo da ”classe”, vocábulo marxista segregatório insistentemente usado pelos âncoras. Mas ousou divergir e foi achincalhada em rede nacional por isso. E é gado do curral presidencial, por seu ”ufanismo” e por sua ”retórica bolsonariana” como adjetivaram as grandes revistas políticas.

Presidente tietando Regina Duarte.

Até agora nenhuma evidência que comprove inequivocamente as suspeitas contra a família presidencial foram apresentadas a público, mesmo com um mundo contra ele. Ou é um criminoso excepcionalmente brilhante (o que vai de encontro às suas evidentes limitações), ou é um sujeito desbocado contrário ao conto de fadas da esquerda. Creio ser nisso em que Regina acredite, assim como milhões de brasileiros ora alcunhados como gado.

Melhor sermos gado de um homem que aparenta ser honesto do que sermos de outros que se sabe serem ladrões. Queremos acreditar que este país possa dar certo. Queremos olhar para frente. Queremos ”deixar a minoria barulhenta pra lá”. Queremos construir algo novo, olhar para o futuro, fazer melhor do que foi feito antes. Mas um grupo insiste em querer olhar somente para trás, seja para 2018, seja para 1964. Ou para o futuro 2022.

A hipocrisia está vencendo a esperança.  Entre passado e futuro, a disputa prejudica o estagnado presente. .
Fim da parte 1 de 3


  1. Foro privilegiado é a institucionalização da corrupção. Ver também:  O povo no poder – Uma crítica ao governo de Jair Bolsonaro 
  2. Detesto esse neologismo ideológico, tanto quanto feminicídio e afins. 
  3. Imagine agora o Biroliro numa retroescavadeira avançando contra o MST. Em seguida imagine a repercussão na imprensa. Este é meu exemplo máximo de dois pesos e duas medidas. 

Por que a pessoa nasce com autismo?

Fonte: https://www.eudigox.com.br/noticias/por-que-os-casos-de-autismo-estao-aumentando/ em 20 de agosto de 2018
adapt.

POR QUE OS CASOS DE AUTISMO ESTÃO AUMENTANDO?

Cerca de 1 a cada 68 crianças no mundo são autistas. Os dados são da Organização Mundial de Saúde de 2016. No Brasil não temos estatísticas oficiais. Em alguns estudos esse número pode chegar em até 1 autista a cada 45 crianças brasileiras.

Os pesquisadores associam o aumento do número de casos ao modo de diagnóstico. Hoje as crianças são enquadradas no transtorno do espectro autista, um diagnóstico mais amplo, que engloba vários distúrbios e atrasos do desenvolvimento.

O que provoca o autismo?

Não há uma causa provável, mas com certeza há algum fator genético, pois os homens são mais afetados (4 homens para 1 mulher).

O fator ambiental também pode estar associado ao aumento de casos de autismo. Os especialistas têm estudado fatores ambientais, como uso de pesticidas, de medicações durante a gestação, exposição ao tabaco, fumo, álcool e diferentes substâncias. A probabilidade é que causas genéticas e ambientais se combinem e façam com que o bebê tenha predisposição ao autismo.

Com as causas do autismo não sendo efetivamente conhecidas, pesquisadores afirmam existirem alguns fatores de risco, como:

Gênero: Crianças do sexo masculino são mais propensos a terem autismo. Estima-se que para cada 8 meninos autistas, 1 menina também é.

Genética: Cerca de 20% das crianças que possuem Autismo também possuem outras condições genéticas, como Síndrome de Down, Síndrome do X frágil, esclerose tuberosa, entre outras.

Pais mais velhos: A ciência diz que, quanto mais velho alguém tiver um filho, mais riscos as crianças têm de desenvolver algum tipo de problema. E com o autismo não é diferente.

Parentes autistas: Caso a família já possua histórico de Autismo, as chances de alguém também possuir são maiores.

Tem relação com vacina?

Não há relação entre vacinas e maior incidência de autismo. Isso é mito e já foi comprovado. A relação entre vacina e maior incidência de autismo esteve ligada à presença de mercúrio, presente nas vacinas.

O mercúrio é um dos componentes do timerosal, o conservante mais utilizado em vacinas multidoses e associado aos casos de autismo. Ele é empregado desde 1930 em concentrações muito baixas e os estudos mostram que não há risco para a saúde, pois é expelido rapidamente do organismo. De qualquer forma, o timerosal já não faz parte da formulação de nenhuma vacina em apresentação monodose, estando presente apenas em vacinas multidoses (mais de uma dose por frasco).

O diagnóstico 

O diagnóstico pode ser feito entre 1 ano a 3 anos de idade, mas os pais têm capacidade de analisar o comportamento da criança, observando as seguintes características:

– falta de interação social, não olham nos olhos da mãe (não olham para a mãe quando amamentados, não interagem com membros da família);

– não estendem os braços para a mãe ao vê-la;

– movimentos repetitivos: rodas e blocos de montar chamam a atenção do autista;

– não interagem com o meio: quando chamadas ou quando alguém entra na sala não demonstram reação, não acompanham os acontecimentos à sua volta ;

– demora ou ausência de comunicação, como o atraso de fala.

A boa notícia é que diversos estudos atestaram que, quanto mais cedo for feito o diagnóstico e mais precocemente o tratamento começar, maior chance a criança tem de conseguir se comunicar e se relacionar com o mundo que a cerca.

Existe o que se chama janela de oportunidade para a intervenção, um momento em que agir aumenta grandemente as chances de sucesso. Quanto mais precoce o diagnóstico, melhor o desenvolvimento.

Diferenças no autismo

O transtorno do espectro autista possui um quadro variado: alguns pacientes podem ter um QI elevado e outros não, alguns casos estão ligados à epilepsia ou a síndromes genéticas. Mas todos possuem a mesma característica: falta de interação pessoal.

Embora todas as pessoas com transtorno do espectro autista partilhem essas dificuldades, o seu estado irá afetá-las com intensidades diferentes. Assim essas diferenças podem existir desde o nascimento e serem óbvias para todos; ou podem ser mais sutis e tornarem-se mais visíveis ao longo do desenvolvimento.

Muitas pessoas com autismo não falam, mas compreendem a linguagem plenamente. Apenas são incapazes de comunicar em palavras seus sentimentos em relação ao que estão ouvindo.

Estas crianças têm, freqüentemente, memórias excepcionais, e podem possuir a habilidade de concentrar-se fortemente sobre uma só coisa. Isso lhes permite aprofundar-se muito naquilo que desperta seu interesse. Alguns indivíduos se tornam pianistas ou cantores incríveis, graças ao fato de possuírem uma capacidade espantosa de decorar canções e notas musicais.

Esta grande variação entre os pacientes pode ser diferenciada e classificada de acordo com a funcionalidade adquirida. Vamos ver:

• Baixa funcionalidade: mal interagem. Em geral, vivem repetindo movimentos e apresentam retardo mental, o que exige tratamento pela vida toda.

• Média funcionalidade: são os autistas clássicos. Têm dificuldade de se comunicar, não olham nos olhos dos outros e repetem comportamentos.

• Alta funcionalidade: também chamados de aspies (Asperger), têm os mesmos prejuízos, mas em grau leve. Conseguem estudar, trabalhar, formar família.

• Síndrome de savant: cerca de 10% pertencem a essa categoria marcada por déficits psicológicos, só que detentores de uma memória extraordinária.

O autismo é uma condição permanente, a criança nasce com autismo e torna-se um adulto com autismo. Assim como qualquer ser humano, cada pessoa com autismo é única e todas podem aprender.

Tratamento

O Autismo é um quadro para vida toda, portanto não há uma cura. O diagnóstico precoce, as terapias comportamentais, educacionais e familiares podem reduzir os sintomas, além de oferecer um pilar de apoio ao desenvolvimento e à aprendizagem. Com a estimulação adequada e ajuda de uma equipe multidisciplinar como fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, neurologista, psicólogo e pediatra, uma criança com autismo pode conseguir atingir um desenvolvimento mais próximo do normal.

O acompanhamento da criança será multiprofissional e o objetivo será incentivar, ensinar a se vestir, a escovar os dentes e a comer sozinho, tornar a criança o mais independente possível. O excesso de proteção pode fazer com que os pais bloqueiem ainda mais a autonomia dessas crianças e prejudiquem o seu desenvolvimento futuro.

Fica a dica.

O povo no poder – Uma crítica ao governo de Jair Bolsonaro

(Atualizado em 26/04/2020)

Interessante notar que praticamente não há leitura de meus textos exceto por meus amigos próximos. Por um lado, fico feliz em ver que tenho amigos que se importam comigo. Por outro lado, fico triste ao reconhecer que nenhum de meus textos irá ”viralizar”, se é que esse termo continuará a ser usado após a pandemia que ora ocorre no mundo.

Nem um belo texto em prosa poética, como O que é filosofia?; nem um texto de maior profundidade ética e estética, como Gosto se discute, sim; nem um estudo mais aprofundado sobre educação e política, como Discussão e debate no país dos analfabetos; nem a explicitação da baixaria (Impávido Colosso +18) atraem atenção ao meu conteúdo.

Ainda assim, preciso escrever. E aproveitando o ensejo dos dois textos anteriores, sigo.


Quais são os motivos pelos quais eu não acredito que a solução apresentada pelo Presidente Jair Bolsonaro de acreditar no sistema democrático brasileiro funcionará?

Bolsonaro externa que esta talvez seja a última (ou primeira) oportunidade para o Brasil se constituir como uma nação ”democrática”, ou seja, em que o povo finalmente tenha voz, veto e poder. Para tanto, ele insiste que as pessoas compreendam que precisam dar mais valor a quem escolhem em suas eleições. Ele está demonstrando que não adianta apenas o eleitor escolher um presidente alinhado com sua vontade, com seu matiz ideológico, com sua perspectiva de vida. Também é necessário que se escolham CORRETAMENTE e RESPONSAVELMENTE os deputados e senadores, os congressistas, que também comporão o governo e o dividirão com a presidência, representando cada um seus eleitores dentro do sistema democrático escolhido na última constituinte.

Almeja-se que esse balanço evite poder demasiado a apenas um membro e permita que as vozes mais variadas sejam ouvidas dentro do congresso.

Bolsonaro está seguindo exatamente o que prometeu nas eleições: ”no que depender de mim […]”. Solicitar que se fechem o Congresso e o STF nas condições atuais é descabido. Ele não tem o direito de cassar o cargo daqueles que não concordam consigo e com seu projeto, afinal eles também foram eleitos pela população que assim lhes deu legitimidade representativa.

Ou seja, o atual presidente não tem o direito de simplesmente desacatar os votos* que levaram outras pessoas ao poder, desconsiderar a representatividade delas e fazer o que bem entende. (* a vontade popular por eles expressa)

Portanto, se há desentendimento entre o Congresso e a Presidência, cabe AO POVO cobrar e reivindicar de seus políticos e dos partidos atitudes para ajudar a resolver a situação.

Não é só fazer a ”festa da democracia” e deixar rolar a ressaca por quatro anos. Cabe AO POVO a contínua cobrança de resultados dos políticos eleitos. Os presidentes das casas legislativas foram lá postos pelos congressistas ELEITOS pelo povo. Os ministros foram lá postos pelos presidentes ELEITOS pelo povo.

Foi o POVO que elegeu os deputados federais que lá puseram Rodrigo Maia. Foi o POVO que elegeu os senadores que lá puseram Davi Alcolumbre. Foi o POVO que elegeu os presidentes (desde Collor) que indicaram os ministros do STF.

Esses ministros decidiram que a responsabilidade de decisões administrativas locais quanto da crise atual na saúde pública cabe aos governadores e prefeitos. Que foram eleitos pelo POVO. Logo, cabe ao POVO cobrar de seus governadores e prefeitos soluções para os problemas atuais. E do mesmo modo que o presidente é cerceado em suas ações pelos deputados e senadores, os governadores o são pelos DEPUTADOS ESTADUAIS, e os prefeitos, pelos VEREADORES de seus respectivos estados e cidades.

Se há descontentamento com a ação de governadores, cabe às suas respectivas assembléias legislativas a fiscalização das ações e contrabalanceamento frente ao poder executivo local.

É a eles que devem ser dirigidas as queixas, não ao presidente. Cabe ao POVO exercer o seu poder. Não pode se dar que todas as vezes em que as coisas vão mal, o povo precise ser tutelado pelas forças armadas, como uma criança que precisa de babá para fazer o dever de casa. Já passa do tempo de nos tornarmos uma democracia MADURA, em que o poder pertença ao povo e seja efetivamente em seu nome exercido.

Em tese.

Bolsonaro está esquecendo outra questão, que exponho em primeira pessoa agora, respondendo à pergunta.

Eu não acredito que isso funcionará porque eu não acredito neste sistema eleitoral. Isto é, eu não acredito no TSE nem nas eleições no Brasil. Não acredito em urnas que não podem ser auferidas, não acredito em votos que não podem ser contados, não acredito no sistema judicial brasileiro.

Quem me garante que eles receberam mesmo tantos votos? Quem me garante que meu voto foi para quem eu votei? Quem me garante que aqueles deputados e senadores que lá estão foram eleitos verdadeiramente? Quem me garante que não há sistema de compra de votos? Quem me garante que não há acordos espúrios no sistema eleitoral de um país que viveu tanta corrupção por tanto tempo?

Ao longo dessas décadas de baixaria, tanto a obesa, paranóica e esquizofrênica carta magna brasileira quanto as leis infra-constitucionais foram arrombadas e emendadas repetidamente com durepóxi e fita crepe. Jabuticabas postas e retiradas ao gosto gastronômico dos ”chefes” da vez, temperadas aos sabores de pizzas e panelinhas, resultando numa refeição intragável que somos obrigados a engolir.

O sistema foi corrompido, tornou-se corrupto e agora é corruptor: aqueles que se recusarem a entrar no esquema não têm meios para fazer nada a que se propõem. Eis o caso de Bolsonaro. Nenhuma de suas pautas, nem mesmo as mais (aparentemente) inócuas, passou incólume ao crivo da corrupção endêmica brasiliense.

Desde coisas simples como o seguro DPVAT, que descobrimos ter ligação com certo magistrado do STF, a pautas contra o aborto, que em breve poderá ser legalizado por tal tribunal; desde a flexibilização das armas, sem dar bolsa-pólvora como muitos crêem, ao fim da multa por falta de cadeirinha infantil no carro. Tudo o que ele tenta fazer é motivo para crise política. Ou no mínimo ingerência judicial.

O mesmo vale para governadores e prefeitos. O Ministério Público faz e acontece, juízes de primeira instância revogam/anulam/extinguem/desfazem ações dos chefes do executivo. Tudo o que precisam/querem fazer necessita de autorização do judiciário: são como uma criancinha que pede se pode ou não brincar no quintal. E dependem do bom humor do juiz ou do promotor de plantão. Abrir vias públicas ou questionar legalidade de pedágios não podem. Já ações ditas autoritárias, como prisões em praias e praças, gravatas em comerciantes, mães de família algemadas com crianças, parecem não fazer parte de suas alçadas…

Juízes que crêem serem deuses, desembargadores que têm certeza de que são, ministros que se consideram os próprios faraós. E vivem luxuriosamente como tais, enquanto que cá embaixo não temos lagosta à mesa ou carros privativos. Fazem e acontecem sem jamais serem investigados. E, quando o são, por seu foro privilegiado, são investigados por seus próprios pares e possivelmente condenados à aposentadoria integral. Poder não eleito organizado num sistema corporativista quase feudal, em que vassalos e suseranos garantem mutuamente sua imunidade (ou impunidade), arrogantemente e insolentemente acima das leis morais que deveriam bem conhecer.

E quem vigia os vigias? A imprensa é um caso à parte. Pouco importam os maus atos do judiciário. E os bons juízes e operadores do direito são ignorados ou renuídos conforme melhor convier à pauta do dia.

Sem os bilhões em cala-boca, ignorando seletivamente o que não lhe favorece a narrativa, cada suspiro do poder executivo central é sumariamente repudiado. Nos governos FHC, Lula e Dilma, definitivamente não houve uma cobertura tão intensa sobre cada passo do presidente e de seus ministros, tampouco críticas tão ferrenhas e investigações tão minuciosas. Talvez se tivesse havido tal pente fino, não teriam existido os esquemas de desvio de dinheiro que quebraram o país. No que percebemos, enfim, que a imprensa foi cúmplice de tanta roubalheira.

A Globo faz um trabalho absolutamente parcial. Não difere nem um pouco do início da história do jornalismo no mundo. (No início eram panfletos políticos que para angariar recursos faziam propaganda.) Já a Band foi comprada pelo Partido Comunista Chinês e agora vomita propaganda daquele governo. E a CNN chega ao Brasil já despejando esquerdismo e pautas ideológicas.

Ou seja, tanto o sistema interno (leis, regimentos, acórdãos e acordões) de nosso inchado e desproporcionalmente poderoso judiciário quanto o sistema externo (imprensa) são podres. Por isso não acredito em nosso sistema eleitoral nem acredito que ele represente de fato a vontade da população.¹ Além disso, eu não quero acreditar que a população seja tão estúpida para votar nesses canalhas. Mas, se for, isso indica que não é madura o suficiente para escolher seus governantes. Ou pior, a maioria é cúmplice: deseja um dia ingressar no esquema.

E quem pode mudar esse sistema? Os próprios que lá estão. Isso é rir da minha cara…

Eu particularmente creio que o Brasil ainda precise de tutela militar. Ao menos para retirar os corruptos corruptores e os imorais do poder que ora parasitam e garantir eleições livres e limpas.

Não sei se Bolsonaro cairá ou não. Graves acusações lhe são feitas. Muitos antes temerosos hoje sorriem por sua inércia.

Não enfrentar de frente postergou ainda mais a saída da nação do lodaçal. Esperamos há muito tempo. Estamos impacientes.

E continuamos a ser o país do futuro que nunca chega.

Onde há receptadores, há vendedores.

 


¹ E mesmo se para minha surpresa o processo for honesto, se houver lisura, o sistema eleitoral para metade do legislativo é de puxa-votos (votação indireta): um sujeito X que recebeu MENOS votos que Y entra por conta do partido, por conta dos votos de outra pessoa.

Para saber mais:
https://pragmatismo.jusbrasil.com.br/artigos/142294291/nem-sempre-e-eleito-quem-tem-mais-votos