A aula expositiva dialogada e os estudos de texto – Parte 3

Curso Aula Expositiva – Princípios da Didática e da Aprendizagem – Cursos CPT

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A aula expositiva dialogada e os estudos de texto – Parte 2

AULA EXPOSITIVA: SUPERANDO O TRADICIONAL
Antonia Osima Lopes
Na execução do trabalho didático, o professor está sempre se deparando com a necessidade de definir as técnicas que irá utilizar para desenvolver os conteúdos de seu programa de ensino. Essa tarefa inerente ao trabalho docente que é comum em todos os graus de ensino.
O professor criativo, de espírito transformador, está sempre buscando inovar sua prática e um dos caminhos para tal fim seria dinamizar as atividades desenvolvidas em sala de aula. Uma alternativa para a dinamização seria a variação das técnicas de ensino utilizadas; outra seria a introdução de inovações nas técnicas já amplamente conhecidas e empregadas.
Analisando as tendências pedagógicas presentes na educação brasileira, verifica-se que a aula expositiva se contrapõe a uma variedade de modernas técnicas de ensino.Assim sendo, seria válido questionar se essa atividade ainda poderia ser considerada uma técnica de ensino capaz de produzir uma aprendizagem duradoura por parte dos alunos.
Seria também oportuno questionar por que, a despeito de tantas falhas apontadas, a aula expositiva nunca tenha sido relegada na prática pedagógica em nossas escolas.
Disponível em: http://gerson.luqueta.com.br/index_arquivos/AulaExpositiva.pdf

A aula expositiva dialogada e os estudos de texto – Parte 1

A SALA DE AULA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO DO SÉCULO 21
Márcia Marques de Morais

Em que medida a linguagem poderia ter um papel estratégico diante dos desafios que devem ser enfrentados pela educação, personificada na figura do professor, na sala de aula? Para a autora, sua função é significativa, considerando, no mínimo, duas vertentes em que a linguagem, em sentido lato, e a linguagem verbal, em sentido estrito, conformam os saberes, no sentido não só de referenciá-los, expressá-los, representá-los ou comunicá-los. A primeira vertente é que, como código verbal, a linguagem é instrumento de produção de sentidos, concretizados tanto em textos escritos quanto no registro oral. A segunda vertente, a da recepção de sentido, menos tecnicamente chamada leitura, é também ela, estratégica, diante dos desafios do aprender. Ler é multiplicar pontos de vista; ler é distinguir no texto, como dispersão de sujeitos e orquestração de vozes, a diversidade que caracteriza a realidade; ler é potencializar habilidades diversas e, sobretudo, aquela de transferir e associar, indispensáveis ao próprio aprender.

Texto completo: a sala de aula no contexto da educação do século 21


Fonte: http://portal.inep.gov.br/documents/186968/485287/A+sala+de+aula+no+contexto+da+educação+do
+século+21/36fd2bc4-713a-4c6e-9eb6-fb2cd060b1fc?version=1.0

As interações na sala de aula – Parte 2

O JORNAL NA SALA DE AULA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR EM AULAS DE METODOLOGIA DA PESQUISA
Maria Sueli Ribeiro da Silva

O presente estudo tem por objetivo relatar a utilização de leitura de jornais, na disciplina de Metodologia da Pesquisa, no ensino superior. A estratégia do jornal na sala de aula, nesta disciplina, foi utilizada a fim de promover o hábito de ler e de pesquisar entre os alunos. De acordo com Gil (2002), a pesquisa requer informações suficientes para responder determinado problema. Assim, a experiência não somente se manifestou favorável aos objetivos descritos, mas também favoreceu a motivação espontânea da busca pelo conhecimento e por informações que, até então, não eram relevantes para os alunos, fazendo-os interagir e analisar os problemas e as soluções apresentados pelas notícias dos jornais lidos.

Texto completo: aula 2 artigo jornais es


Fonte: SILVA, M. S. R. . O uso de jornal na sala de aula: uma experiência educativa no ensino superior em aulas de Metodologia da Pesquisa. In: I Seminário de Educação, 2006, São José do Rio Preto. Caderno de Resumos do I Seminário de Educação – UNESP/SJRP. São José do Rio Preto – SP: IBILCE, 2006. v. 0. p. 12-12.

As interações na sala de aula – Parte 1

RODA DE CONVERSAS – EXCELÊNCIA ACADÊMICA É A DIVERSIDADE
Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva
Nara Maria Guazzelli Bernardes

Em roda de conversas, professores e pesquisadores de universidades nacionais, do Mali e dos Estados Unidos, trocaram idéias, levantaram indagações e ensaiaram encaminhamentos visando à redefinição do que seja excelência acadêmica, na perspectiva da diversidade social e étnico-racial que compõe as sociedades.

Texto completo: 540-1962-2-pb


Fonte: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/viewFile/540/376

O professor e os espaços educativos no Ensino Superior – Parte 4

Roda de Conversa – Tema: Espaços não-formais do conhecimento: a escola além da escola

O professor e os espaços educativos no Ensino Superior – Parte 3

A SALA DE AULA SOB O OLHAR DO CONSTRUTIVISMO PIAGETIANO: PERSPECTIVAS E IMPLICAÇÕES
Gisele Rizzoni

Resumo: O presente artigo aborda um assunto bastante recorrente nos últimos anos: o processo de conhecer e suas implicações no agir docente. Uma das premissas deste artigo é o entendimento de que todo pensar pedagógico está impregnado por uma crença epistêmica. Dito de outra maneira, seria o mesmo que afirmar que há uma repercussão direta na ação pedagógica, conforme é compreendido o processo de aquisição do conhecimento. A Epistemologia Genética é o ancoradouro teórico do estudo apresentado neste texto. Tal epistemologia foi criada pelo pensador suíço Jean Piaget (1896- 1980), e ele, mesmo não sendo um pedagogo, mas por várias vezes envolvido em estudos de tal natureza, defende que além do direito a educação, cada sujeito aprendente deve ter a possibilidade de acesso ao desenvolvimento pleno de suas funções cognitivas.

Texto completo: construtivismo_piagetiano


Fonte: http://www.ucs.br/site/midia/arquivos/Construtivismo_Piagetiano.pdf

O professor e os espaços educativos no Ensino Superior – Parte 2

ALFABETIZAÇÕES: DESAFIOS DA NOVA MÍDIA
Pedro Demo

O desafio da alfabetização ganhou nova dimensão com o mundo digital, em particular com novos textos virtuais. A alfabetização tradicional – ler, escrever e contar – torna-se mero pressuposto, já que nenhuma criança deixa de usar o computador por não saber ler e escrever. Em conseqüência, o termo é usado no plural, primeiro, para indicar o contexto sócio-histórico da alfabetização (não apenas técnico), e, segundo, para assinalar novos desafios da iniciação para a vida e para o mercado. De fato, a linguagem usada na escola hoje vai tornando-se apenas uma parte das linguagens de que necessitamos para organizar, construir e reconstruir as oportunidades sociais. A alfabetização deveria ser feita, desde logo, com computador, já na 1ª série, para proporcionar esta habilidade crucial a todas as crianças. Computador, no entanto, é apenas ferramenta. Não substitui o professor. Para que o computador se torne motivo de aprendizagem, é imprescindível a presença de um professor que saiba unir duas habilidades essenciais: saber alfabetizar e saber lidar com a máquina para construir nela o melhor ambiente possível de alfabetização, em especial usando as simulações virtuais.

Texto completo: a06v5715


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/ensaio/v15n57/a06v5715.pdf

O professor e os espaços educativos no Ensino Superior – Parte 1

Favor ignorar o marxismo dela. E a cara de ”Dilma”. E a forma de falar similar.

Se conseguir, o tema em análise é importante.

De fato, nos poucos momentos de lucidez, ela falou coisas importantes.


Academia de Professores – Viviane Mosé