Adultos com autismo

Adultos com Autismo | Asperger – Saiba 10 sinais de autismo em adultos | Neuropsicóloga – Larissa Beatriz Cossalter

Sabia que ainda tem muitos adultos com autismo sem o diagnóstico? Muitos se sentem diferentes, mas ainda não sabem o que tem. E como podemos identificar autismo em adultos? Neste vídeo comento sobre 10 sintomas que podem estar presentes em adultos com autismo.

Dificuldade de interação social, na reciprocidade social, para identificar pistas sociais, para identificar e compartilhar emoções…. Quais são os outros sinais? Assista o vídeo até o final e confira.

Infelizmente muitos sofreram bullying na escola e agora sofrem na faculdade, no trabalho ou na família. Muitos chegam para a avaliação com outros diagnósticos (ex: Fobia social, Síndrome do Pânico, Transtorno de Ansiedade Generalizada, Transtorno Obsessivo-Compulsivo), sendo que nunca foi levantada a hipótese de Autismo / Síndrome de Asperger.

Você conhece algum adulto que apresenta a maior parte desses sintomas? Compartilha esse vídeo para que essas informações cheguem a mais pessoas!

Transliteração:

“Autismo em adultos, quais são os sinais de que um adulto pode ter autismo?

Oi pessoal, hoje eu vou falar sobre alguns sinais de autismo em adultos, é um tema que poucas as pessoas falam, e eu sei que tem muita gente querendo saber, porque ainda tem muitos adultos sem o diagnóstico.

Bom, quando a gente fala de adultos com autismo que ainda não foram diagnosticados, geralmente a gente está falando do que , há alguns anos atrás a gente chamava de síndrome de Asperger, que atualmente faz parte do transtorno do espectro autista.

É sempre importante lembrar de que o autismo é um espectro, então ele varia tanto no nível de gravidade quanto no nível de apresentação, na forma de apresentação, então as pessoas vão ter um conjunto de características diferente uma das outras.

Vamos começar por uma das dificuldades que é uma das mais conhecidas, que é a dificuldade de interação social, de iniciar e manter relacionamentos, isso pode ser manifestar desde a ausência de interesse em interagir socialmente, de não ter curiosidade sobre os assuntos das outras pessoas, de não ver motivo para interagir, até aquela pessoa que interage mas tem uma abordagem inadequada, tem dificuldade para entender qual o comportamento seria apropriado para aquela determinada situação, o que que você pode falar em público, pode ser aquela pessoa que “vive dando fora”, fala coisas no momento que não deveria, algumas pessoas podem preferir a interação com pessoas mais novas ou mais velhas, por considerar que é mais fácil conversar com essas pessoas.

Uma outra dificuldade que a pessoa pode apresentar é uma dificuldade na reciprocidade socioemocional, que está relacionada com o que eu acabei de falar, iniciar e responder interações sociais, pode iniciar a interação de uma forma inadequada, às vezes não sabe quando e como entrar em uma conversa, o que dizer, quando dizer, pode ter dificuldade para compartilhar interesses, para estabelecer uma conversa normal, então às vezes quando vai interagir pode conversar sobre assuntos que às vezes interessam só para ela, mas não percebe que as outras pessoas às vezes não estão interessadas naquele assunto.

Uma outra dificuldade seria na comunicação não-verbal, os sinais não-verbais, pista sociais, então está relacionada a tudo isso que eu falei até agora, a pessoa pode ter uma dificuldade na comunicação não-verbal durante a interação social. Interpretar os gestos das pessoas, o tom de voz, as expressões faciais.
Outra dificuldade seria com sentimentos e emoções, em identificar se o outro está triste, está feliz ou está com raiva, tanto pelas expressões faciais quanto pelo tom de voz da pessoa, pode ter dificuldade em expressar suas próprias emoções, seus sentimentos, às vezes não sabe explicar o que que tá sentindo, e essas dificuldades também podem estar relacionadas em ver as coisas na perspectiva do outro, que é o que a gente chama de teoria da mente, algumas pessoas podem falar para esses adultos com autismo que a pessoa não tem empatia mas isso é devido a essa dificuldade de teoria da mente.

Também podem interpretar o que as pessoas falam de uma forma muito literal, podem ter dificuldade para entender ironia, sarcasmo, duplo sentido, metáforas, para entender quando as pessoas estão mal intencionadas.

Também podem apresentar um interesse restrito, que também é chamado de hiperfoco, algumas pessoas podem ter interesses altamente focados, altamente restritos em um mesmo assunto, então podem falar só sobre esse assunto, ler só sobre esse assunto, colecionar coisas, objetos, sobre esse assunto, sobre esse tema, ou podem ter uma preocupação ou um apego com objetos incomuns, esses interesses podem continuar ao longo da vida, mas também podem mudar, e, ao contrário, do que muita gente acha, interesses de pessoas com autismo não é só dinossauro, computadores ou astrologia, cada pessoa tem o seu interesse.

Outra característica é o que a gente chama de comportamentos ou movimentos repetitivos, que também são chamados de estereotipias motoras, então a pessoa pode ficar fazendo movimentos com as mãos, com os dedos, com a boca, pode usar objetos de forma repetitiva, então ficar alinhando ou girando objetos, e essa repetição também pode ser demonstrada na fala, a pessoa pode ter uma fala repetitiva.

Algumas pessoas podem ter preferência a rotina e resistência a mudanças, então, por exemplo, podem preferir ficar em casa, porque geralmente fora de casa as regras e as expectativas sociais podem ser difíceis de tolerar, e lidar com essas mudanças requer muito esforço da pessoa, sendo assim, tem a preferência por rotinas, geralmente fazem as suas atividades no mesmo horário, na mesma sequência, da mesma forma, porque muitas vezes a rotina pode reduzir a chance de situações confusas, isso pode ajudá-los a se sentir mais seguros, então tem problemas com mudanças na rotina, não gostam que mudam suas coisas de lugar, que mudem o que tinham planejado, não reagem bem com essas mudanças repentinas, quando algo inesperado acontece. E alguns também tem rituais, de organizar, tocar ou acumular coisas, e é mais provável que os rituais sejam relacionados às áreas de vida diária da pessoa então, por exemplo, a pessoa tem uma rotina, um ritual, para se vestir, um jeito de fazer o café da manhã, um ritual para comer e relacionada essa dificuldade com mudanças, com coisas repentinas, chegamos ao nosso próximo item, onde alguns adultos com autismo sentem uma necessidade de planejar até os detalhes, quando vão fazer uma coisa nova ou uma coisa diferente no futuro, por exemplo, quando vão algum lugar novo, algum lugar que sabe que vai ter pessoas que não conhece ou quando vão fazer alguma atividade nova.

Outra dificuldade que pode estar presente é com relação aos estímulos sensoriais, as pessoas com autismo podem experimentar os estímulos sensoriais em um nível diferente do que a maioria das pessoas, podendo ser mais sensíveis ou menos sensíveis a esses estímulos, então pode tanto não gostar desses estímulos, como pode ter fascinação por esses estímulos, e isso pode acontecer com relação a sons, pode ficar muito incomodado com barulho, por exemplo, estar em um shopping ou pode ficar incomodado com barulhos específicos, por exemplo, uma campainha, latido de cachorro ou um barulho de moto passando, ou podem ser muito sensíveis a sons muito baixos que geralmente ninguém consegue escutar, também podem não gostar de muita luz, muita claridade ou gostar de luz, de luzes coloridas, pode ter dificuldade com o tato, o toque na pele, pode não gostar de algum tipo de tecido de roupa, pode preferir roupas mais largas ou roupas mais justas, pode ficar incomodado com um tipo de cheiro específico, a textura de algum tipo de alimento, pode ter uma preferência muito específica para determinados alimentos e isso pode levar até uma seletividade alimentar, e tudo isso também pode acontecer com relação a dor, pode ter uma reação muito intensa algo que causaria pouca dor, ou pode ter uma reação muito tranquila para algo que deveríamos sentir muita dor, também pode acontecer com temperatura, inclusive essa alteração na sensibilidade do frio ou do calor, pode até influenciar na saúde da pessoa, assim como a sensibilidade a dor.

Outras características muito comuns, mas que não são critérios para o diagnóstico de autismo, de síndrome de Asperger, é a presença de déficits motores, então a pessoa pode ser mais desajeitada ou pode ter problemas com a coordenação motora, também é muito comum que tenham alterações no sono, que tenham dificuldade para explicar fatos ou histórias, e geralmente essas pessoas relatam que elas se expressam melhor escrevendo do que falando, e que apresentem sintomas ou às vezes já chegam até com um diagnóstico de depressão ou de ansiedade. Por conta de todas essas dificuldades, geralmente, esses adultos com autismo sofrem ou sofreram bullying na escola, na faculdade ou no trabalho podem ser vistos pelas outras pessoas como uma pessoa estranha e geralmente os adultos com autismo relatam que eles sempre se sentiram fora da sociedade, sempre se sentiram diferentes.

Bom, se você se identificou com algum desses sinais ou identificou esses sinais em alguma pessoa que você conhece, compartilha sua experiência comigo aqui nos comentários, até o próximo vídeo!”

Comportamento atípico de autistas

Compartilhado originalmente em 16/07/2017

O comportamento atípico de autistas varia conforme seu grau no espectro. Respeite quem é diferente.

Neste vídeo, o garotinho tem dificuldade para entender que o pote está aberto, pois o lacre não foi completamente removido. Essa dificuldade em operar conceitos (no caso, aberto/fechado) de forma ampla, extrapolar informações e abstrair idéias, faz parte em maior ou menor grau do espectro autista.

Em tempo: há um erro na tradução. Quando ela diz: “I love it” (Eu amo isso.), ele responde “Yes, you do.” (Sim, você ama.). Autistas também têm dificulade em usar o conceito ”nós”.

 

Saiba mais: https://www.psicoedu.com.br/2018/09/funcoes-executivas-psicologia.html

Tippytalk – Aplicativo para comunicação com crianças autistas

Compartilhado originalmente em 04/05/2017

“Este papai criou algo realmente incrível para ajudá-lo a se comunicar com sua filha não-verbal.”

Autismo – Saiba mais sobre o transtorno – Especial TV Aparecida

Arquivo A: autismo | TV Aparecida

 

Conheça um pouco mais sobre o autismo nas crianças

Conheça um pouco mais sobre o autismo nas crianças | Balanço Geral Curitiba

Documentário – Ação Autismo

Documentário – Ação Autismo | Ação Autismo

Conheça esta obra:
Rua 27 de Julho, 306, Bairro Monte Castelo, São José dos Campos – SP.
Telefones: (12) 98138-5137 – Márcia / (12) 98144-4420 – Claudia
E-mail: acaoautismo@gmail.com

“O autismo não é contagioso, mas o preconceito, sim. Por isso, vamos difundir o amor”.

Prioridade para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Sinais de autismo em adultos e adolescentes

Sinais de autismo em adultos e adolescentes – Mamãe Tagarela

Por que a pessoa nasce com autismo?

Fonte: https://www.eudigox.com.br/noticias/por-que-os-casos-de-autismo-estao-aumentando/ em 20 de agosto de 2018
adapt.

POR QUE OS CASOS DE AUTISMO ESTÃO AUMENTANDO?

Cerca de 1 a cada 68 crianças no mundo são autistas. Os dados são da Organização Mundial de Saúde de 2016. No Brasil não temos estatísticas oficiais. Em alguns estudos esse número pode chegar em até 1 autista a cada 45 crianças brasileiras.

Os pesquisadores associam o aumento do número de casos ao modo de diagnóstico. Hoje as crianças são enquadradas no transtorno do espectro autista, um diagnóstico mais amplo, que engloba vários distúrbios e atrasos do desenvolvimento.

O que provoca o autismo?

Não há uma causa provável, mas com certeza há algum fator genético, pois os homens são mais afetados (4 homens para 1 mulher).

O fator ambiental também pode estar associado ao aumento de casos de autismo. Os especialistas têm estudado fatores ambientais, como uso de pesticidas, de medicações durante a gestação, exposição ao tabaco, fumo, álcool e diferentes substâncias. A probabilidade é que causas genéticas e ambientais se combinem e façam com que o bebê tenha predisposição ao autismo.

Com as causas do autismo não sendo efetivamente conhecidas, pesquisadores afirmam existirem alguns fatores de risco, como:

Gênero: Crianças do sexo masculino são mais propensos a terem autismo. Estima-se que para cada 8 meninos autistas, 1 menina também é.

Genética: Cerca de 20% das crianças que possuem Autismo também possuem outras condições genéticas, como Síndrome de Down, Síndrome do X frágil, esclerose tuberosa, entre outras.

Pais mais velhos: A ciência diz que, quanto mais velho alguém tiver um filho, mais riscos as crianças têm de desenvolver algum tipo de problema. E com o autismo não é diferente.

Parentes autistas: Caso a família já possua histórico de Autismo, as chances de alguém também possuir são maiores.

Tem relação com vacina?

Não há relação entre vacinas e maior incidência de autismo. Isso é mito e já foi comprovado. A relação entre vacina e maior incidência de autismo esteve ligada à presença de mercúrio, presente nas vacinas.

O mercúrio é um dos componentes do timerosal, o conservante mais utilizado em vacinas multidoses e associado aos casos de autismo. Ele é empregado desde 1930 em concentrações muito baixas e os estudos mostram que não há risco para a saúde, pois é expelido rapidamente do organismo. De qualquer forma, o timerosal já não faz parte da formulação de nenhuma vacina em apresentação monodose, estando presente apenas em vacinas multidoses (mais de uma dose por frasco).

O diagnóstico 

O diagnóstico pode ser feito entre 1 ano a 3 anos de idade, mas os pais têm capacidade de analisar o comportamento da criança, observando as seguintes características:

– falta de interação social, não olham nos olhos da mãe (não olham para a mãe quando amamentados, não interagem com membros da família);

– não estendem os braços para a mãe ao vê-la;

– movimentos repetitivos: rodas e blocos de montar chamam a atenção do autista;

– não interagem com o meio: quando chamadas ou quando alguém entra na sala não demonstram reação, não acompanham os acontecimentos à sua volta ;

– demora ou ausência de comunicação, como o atraso de fala.

A boa notícia é que diversos estudos atestaram que, quanto mais cedo for feito o diagnóstico e mais precocemente o tratamento começar, maior chance a criança tem de conseguir se comunicar e se relacionar com o mundo que a cerca.

Existe o que se chama janela de oportunidade para a intervenção, um momento em que agir aumenta grandemente as chances de sucesso. Quanto mais precoce o diagnóstico, melhor o desenvolvimento.

Diferenças no autismo

O transtorno do espectro autista possui um quadro variado: alguns pacientes podem ter um QI elevado e outros não, alguns casos estão ligados à epilepsia ou a síndromes genéticas. Mas todos possuem a mesma característica: falta de interação pessoal.

Embora todas as pessoas com transtorno do espectro autista partilhem essas dificuldades, o seu estado irá afetá-las com intensidades diferentes. Assim essas diferenças podem existir desde o nascimento e serem óbvias para todos; ou podem ser mais sutis e tornarem-se mais visíveis ao longo do desenvolvimento.

Muitas pessoas com autismo não falam, mas compreendem a linguagem plenamente. Apenas são incapazes de comunicar em palavras seus sentimentos em relação ao que estão ouvindo.

Estas crianças têm, freqüentemente, memórias excepcionais, e podem possuir a habilidade de concentrar-se fortemente sobre uma só coisa. Isso lhes permite aprofundar-se muito naquilo que desperta seu interesse. Alguns indivíduos se tornam pianistas ou cantores incríveis, graças ao fato de possuírem uma capacidade espantosa de decorar canções e notas musicais.

Esta grande variação entre os pacientes pode ser diferenciada e classificada de acordo com a funcionalidade adquirida. Vamos ver:

• Baixa funcionalidade: mal interagem. Em geral, vivem repetindo movimentos e apresentam retardo mental, o que exige tratamento pela vida toda.

• Média funcionalidade: são os autistas clássicos. Têm dificuldade de se comunicar, não olham nos olhos dos outros e repetem comportamentos.

• Alta funcionalidade: também chamados de aspies (Asperger), têm os mesmos prejuízos, mas em grau leve. Conseguem estudar, trabalhar, formar família.

• Síndrome de savant: cerca de 10% pertencem a essa categoria marcada por déficits psicológicos, só que detentores de uma memória extraordinária.

O autismo é uma condição permanente, a criança nasce com autismo e torna-se um adulto com autismo. Assim como qualquer ser humano, cada pessoa com autismo é única e todas podem aprender.

Tratamento

O Autismo é um quadro para vida toda, portanto não há uma cura. O diagnóstico precoce, as terapias comportamentais, educacionais e familiares podem reduzir os sintomas, além de oferecer um pilar de apoio ao desenvolvimento e à aprendizagem. Com a estimulação adequada e ajuda de uma equipe multidisciplinar como fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, neurologista, psicólogo e pediatra, uma criança com autismo pode conseguir atingir um desenvolvimento mais próximo do normal.

O acompanhamento da criança será multiprofissional e o objetivo será incentivar, ensinar a se vestir, a escovar os dentes e a comer sozinho, tornar a criança o mais independente possível. O excesso de proteção pode fazer com que os pais bloqueiem ainda mais a autonomia dessas crianças e prejudiquem o seu desenvolvimento futuro.

Fica a dica.

Abuso sexual contra autistas e pessoas com déficit cognitivo.

Esta postagem tem como objetivo mencionar e promover a divulgação do alerta sobre a condição de alto risco de abuso sexual em que se encontram todas as pessoas com déficit cognitivo.

Caso tenha ciência de qualquer caso de abuso sexual, entre em contato com as autoridades pelo DISQUE 100.

Atualizado em 05/03/2021: eu trabalho somente com computador e não percebi antes que a imagem fica muito pequena para celulares. Hoje fiz a transliteração do que está escrito para facilitar a divulgação.

Sou autista
Tenho direito ao meu próprio corpo.

Imagem mostra personagem em fase infantil, juvenil e adulta.
Saiba mais sobre a campanha: www.abraca.autismobrasil.org

1º Quadro | Violência e abuso sexual – autismo e outras deficiências
– 3 vezes mais comum em homens com deficiência
– 10 vezes mais comum em mulheres com deficiência
– 4 vezes mais comum em crianças com deficiência
– 30% dos homens com deficiência sofre abuso sexual antes dos 18 anos
– 68% das mulheres com deficiência sobre abuso sexual antes dos 18 anos

2º Quadro | Deficiência intelectual
– 90% das mulheres com deficiência intelectual ou psicossocial sofre abuso sexual em algum momento da vida
– Muitas pessoas autistas têm também deficiência intelectual ou distúrbios sensoriais. Atualmente o autismo pode ser considerado uma deficiência psicossocial.

3º Quadro | Tratamentos experimentais, cruéis, desumanos ou degradantes
– falta de aceitação do autismo como manifestação da diversidade humana e percepção da deficiência como tragédia
leva a
– desespero de muitas famílias diante da perspectiva de ter um filho autista
leva a
– busca da ”cura” a qualquer custo
leva a
– charlatanismo, tratamentos invasivos e experimentais, promessas milagrosas de cura que custam fortunas, jornadas de terapias exaustivas
leva a
– negação da identidade: ser criança, ser autista, violação do direito ao próprio corpo
leva a
– círculo vicioso com repetição de preconceito

Porém a Lei Brasileira da Inclusão e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência determinam que as pessoas autistas sejam protegidas contra tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, bem como contra tratamentos experimentais sem o seu livre e esclarecido consentimento.