Metodologia para o ensino superior: material complementar – Parte 7

Vídeo: EVS – Aprendizagem Baseada em Problemas – UNIVESP

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Metodologia para o ensino superior: material complementar – Parte 6

Vídeo: Diálogos – Formação de professores – TV UNESP

 

 

Metodologia para o ensino superior: material complementar – Parte 5

USO DO FILME COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM SOBRE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: PERCEPÇÃO DE ALUNOS DE ENFERMAGEM
Paula Marciana Pinheiro de Oliveira
Monaliza Ribeiro Mariano
Cristiana Brasil de Almeida Rebouças
Lorita Marlena Freitag Pagliuca

O objetivo deste estudo foi elaborar uma estratégia de ensino-aprendizagem sobre pessoas com deficiência sensorial e registrar a percepção dos alunos de graduação em enfermagem acerca da utilização de filmes como parte da estratégia do processo ensino-aprendizagem sobre pessoas com deficiência sensorial visual, auditiva e de fala. Estudo descritivo, exploratório, qualitativo, desenvolvido no Laboratório de Comunicação em Saúde, do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará, no período de 2010.1. O primeiro tema tratado foi a deficiência visual, seguida da auditiva e da fala. A associação do uso de filmes a conteúdos teóricos e leitura de textos sobre determinado tema foi considerada experiência prazerosa pelos alunos, motivando o aprendizado. A introdução de filmes representa uma oportunidade para rever e sofisticar a abordagem pedagógica e os conteúdos ministrados pelo professor.

Texto completo: USO DO FILME COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO_APRENDIZAGEM


Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1414-81452012000200013&script=sci_abstract&tlng=pt

Metodologia para o ensino superior: material complementar – Parte 4

ORGANIZAÇÃO DE TEMPO E MÉTODOS DE ESTUDO: OFICINAS COM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS
Cláudia Basso1
Laila Priscila Graf
Fabiani Cabral Lima
Beatriz Schmidt
Marucia Patta Bardagi

Este relato de experiência apresenta um programa de oficinas, desenvolvido junto a universitários que enfrentavam problemas de desempenho ou pretendiam potencializá-lo. As intervenções visaram contribuir com o aperfeiçoamento de estratégias de estudo, proporcionando espaço para discussão de expectativas e dificuldades acadêmicas. As oficinas foram coordenadas por bolsistas REUNI de pós-graduação em Psicologia, totalizando cinco encontros. Participaram 23 alunos da UFSC vinculados majoritariamente às fases iniciais de cursos de graduação. Os resultados sugerem que a iniciativa é promissora, possibilitando reflexões sobre expectativas iniciais acerca do curso e a realidade vivenciada, o processo de ensino-aprendizagem e a organização de tempo de estudo. A maioria dos estudantes relatou maior preparação para lidar com as exigências acadêmicas após a intervenção.

Texto completo: Organização de tempo e métodos de estudo_Oficinas com estudantes universitários


Fonte: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-33902013000200012

Metodologia para o ensino superior: material complementar – Parte 3

METODOLOGIAS ATIVAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM: REVISÃO INTEGRATIVA
Marlla Rúbya Ferreira Paiva
José Reginaldo Feijão Parente
Israel Rocha Brandão
Ana Helena Bomfim Queiroz

O cenário da educação vem sofrendo grandes transformações nas últimas décadas; em especial, as concepções e técnicas de ensino têm sido questionadas. Assim, são elaboradas novas compreensões de ensino e propostas alternativas para sua operacionalização, entre elas as denominadas metodologias ativas de ensino-aprendizagem. Estas rompem com o modelo tradicional de ensino e fundamentam-se em uma pedagogia problematizadora, onde o aluno é estimulado a assumir uma postura ativa em seu processo de aprender, buscando a autonomia do educando e a aprendizagem significativa. Este estudo analisa o uso de metodologias ativas de ensino-aprendizagem a partir de uma revisão integrativa da literatura. Constatou-se que os cenários de aplicação dessas metodologias contemplam desde o Ensino Fundamental até o Ensino Superior, onde são predominantes nos cursos da área da saúde. As metodologias ativas constituem alternativas para o processo de ensino-aprendizagem, com diversos benefícios e desafios, e foi observada falta de coesão em sua classificação por parte dos autores em análise.

Texto completo: METODOLOGIAS ATIVAS DE ENSINO_APRENDIZAGEM_ REVISÃO INTEGRATIVA


Fonte:  https://sanare.emnuvens.com.br/sanare/article/download/1049/595

Metodologia para o ensino superior: material complementar – Parte 2

ESPIRAL CONSTRUTIVISTA: UMA METODOLOGIA ATIVA DE ENSINO-APRENDIZAGEM
Valéria Vernaschi Lima

A partir da teoria sociointeracionista da educação e da trajetória das práticas pedagógicas nas sociedades ocidentais, o artigo apresenta a espiral construtivista como uma metodologia ativa de ensino-aprendizagem. Discute as origens e a utilização de metodologias ativas no ensino superior, focalizando: a aprendizagem baseada em problemas, a metodologia da problematização, o método científico e o uso de narrativas, simulações ou atuações em cenários reais de prática. A exploração da espiral construtivista, de acordo com os movimentos: “identificando problemas”; “formulando explicações”; “elaborando questões”; “construindo novos significados”; “avaliando processo e produtos”, destaca semelhanças e diferenças em relação às metodologias ativas focalizadas. Para além dos aspectos metodológicos envolvidos, a intencionalidade educacional na utilização da espiral construtivista é explicitada pela natureza dos disparadores de aprendizagem utilizados e pelo sentido transformador da realidade derivado da postura crítica e reflexiva na interação do “sujeito” e “objeto”.

Texto completo: Espiral construtivista_uma metodologia ativa de ensino-aprendizagem


Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1414-32832017000200421&script=sci_abstract&tlng=pt

Metodologia para o ensino superior: material complementar – Parte 1

ESTUDO DO MEIO: TEORIA E PRÁTICA
Claudivan Sanches Lopes
Nídia Nacib Pontuschka

O Estudo do Meio pode ser compreendido como um método de ensino interdisciplinar que visa proporcionar para alunos e professores o contato direto com determinada realidade, um meio qualquer, rural ou urbano, que se decida estudar. Esta atividade pedagógica se concretiza pela imersão orientada na complexidade de um determinado espaço geográfico, do estabelecimento de um diálogo inteligente com o mundo, com o intuito de verificar e de produzir novos conhecimentos. Entende-se, e este é o objetivo deste trabalho, que a realização dos Estudos do Meio, em todos os níveis de ensino, mas particularmente na educação básica, pode tornar mais significativo o processo ensino-aprendizagem e proporcionar aos seus atores o desenvolvimento de um olhar crítico e investigativo sobre a aparente naturalidade do viver social. Trata-se de verificar a pertinência e a relevância dos diversos conhecimentos selecionados para serem ensinados no currículo escolar e, ao mesmo tempo, lançar-se à possibilidade da produção de novos conhecimentos, a elaboração contínua do currículo escolar. Ancoradas em reflexões teóricas e em experiências recentes, na condição de participantes e na condição de organizadores e coordenadores dessas atividades, tenciona-se contribuir para a melhoria da formação do professor e, mais amplamente, para a melhoria da educação em nosso país no presente momento histórico.

Texto completo: 2360-14208-1-PB


Fonte: https://www.scribd.com/document/139931395/Estudo-Do-Meio-teoria-e-Pratica

Metodologia em ação (estágio) – Parte 2

Aulas práticas e estágios ajudam a preparar os jovens para o mercado de trabalho. Globo Educação.

Disponível em:

http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-educacao/v/aulas-praticas-e-estagios-ajudam-a-preparar-os-jovens-para-o-mercado-de-trabalho/2774858/


 

Metodologia em ação (estágio) – Parte 1

VIVÊNCIAS E PERCEPÇÕES DO ESTÁGIO PEDAGÓGICO: CONTRIBUTOS PARA A COMPREENSÃO DA VERTENTE FENOMENOLÓGICA DO “TORNAR-SE PROFESSOR”
Susana Caires

Ao longo dos últimos anos, a investigação centrada no desenvolvimento dos estudantes do Ensino Superior surge, fundamentalmente, orientada para o estudo das suas experiências “intracampus”, surgindo em segundo plano a investigação mais centrada nas experiências que têm lugar fora deste contexto formativo (Caires, 2001, 2003; Cameron-Jones & O’Hara, 1999; Ryan, Toohey, & Hughes, 1996; Toohey, Ryan, & Hughes, 1996). Exemplo disso é o crescente número de produções que tem vindo a proliferar no nosso País, onde as problemáticas da adaptação, dos métodos de estudo, da qualidade do ensino, da satisfação ou do sucesso académico surgem como temas centrais (Almeida et al., 2002; Bastos, 1998; Diniz, 2001; Ferreira, 2000; Pereira, 1997; Rosário, 1999; Soares, 2003; Tavares et al., 2000). Muito embora, mais recentemente, as instituições de Ensino Superior tenham criado observatórios sobre a empregabilidade dos seus diplomados e a respectiva transição para o mundo do trabalho (Alves, 2001; Estanque & Nunes, 2001; Gonçalves, 2001; Martins, Arroteia, & Gonçalves, 2002; Taveira, 2001), prevalece uma grande disparidade de investimentos entre estas duas áreas.

Texto completo: v24n1a09


Fonte: http://www.scielo.gpeari.mctes.pt/pdf/aps/v24n1/v24n1a09.pdf

Metodologia em ação (visita) – Parte 2

Parlamento Jovem de Minas realiza visita técnica em Juiz de Fora.

Disponível em:

http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/mgtv-2edicao/videos/v/parlamento-jovem-de-minas-realiza-visita-tecnica-em-juiz-de-fora/2576733/


Essa é aquela da vez em que encontrei dados satânicos na Globo. huehue :

https://wp.me/p2kFr3-rU