Amigo não se compra, se adota.

Compartilhado originalmente em 12/10/2017

Você sabe identificar os sinais?

Compartilhado originalmente em 11/10/2017.

Falta de autoestima, comportamento depressivo ou agressivo, isolamento social, silêncio fora do normal, falar sobre morte e suicídio. Estes são alguns sinais que você pode reconhecer para ajudar quem precisa. Vale a conversa. Para saber mais, acesse www.ccv.org.br ou www.saude.gov.br #SetembroAmarelo

Fonte: https://web.facebook.com/SaudenasRedesMS/posts/1326836077443429


Veja mais:

Depressão e outras doenças psíquicas.

Como ajudar alguém que sofre de Síndrome do Pânico/Ansiedade

Abordando o problema do suicídio

 

O que é depressão?

Compartilhado originalmente em 21/09/2017

Na postagem de hoje, informações sobre depressão e ansiedade. O que são e como identificá-las.

O QUE É DEPRESSÃO? | MD.Saúde

Você sabia que o Brasil é o país da América Latina que tem o maior número de pessoas com depressão, de acordo com os dados da OMS divulgados este ano? A depressão é uma condição real, que tem tratamento e se manifesta de forma diferente em indivíduo diferentes. Se você tem depressão pode ter certeza que não está sozinho.

Nesse vídeo, eu vou explicar o que é essa doença que acomete mais de 300 milhões de pessoas no mundo todo A depressão é uma condição médica, que vai além da tristeza que todas as pessoas sentem eventualmente e causa sintomas duradouros e tão intensos, que alteram o modo como você se sente, como você pensa ou como você se comporta, muitas vezes interferindo com as suas atividades do dia a dia. E apesar disso, a maior parte das pessoas não discute os seus sintomas com um médico, porque acham que a depressão não é uma doença de
verdade, ou então têm medo do estigma associados às doenças psiquiátricas.

O problema é que a depressão, quando não tratada adequadamente, está associada a um maior risco de suicídio e baixa qualidade de vida e afeta não só o paciente, mas todos os que estão à volta dele. Não se sabe exatamente o que causa a depressão, mas a gente sabe que existem fatores genéticos, ambientais, biológicos, como variações hormonais e alterações na química do nosso cérebro, que estão envolvidos na origem da doença. Apesar de poder surgir em qualquer momento da vida do paciente, o mais comum é a depressão ser diagnosticada no fim da adolescência e início da vida adulta, sendo mais comum nas mulheres do que nos homens.

Os sintomas de depressão são: sentimentos de tristeza, vazio e melancolia; sentir-se desesperançoso e pessimista; perda de interesse ou de prazer nas atividades habituais, como hobbies estar com amigos ou sexo;
redução do apetite, emagrecimento ou desejos alimentares e ganho excessivo de peso; alterações do sono, que variam desde a insônia até dormir excessivamente; falta de concentração, lapsos de memória, dificuldade de tomar decisões; ansiedade, agitação ou inquietação; lentificação dos pensamentos, da fala ou dos movimentos; pensamentos recorrentes sobre a morte ou suicídio; cansaço e perda de energia, até pra fazer tarefas simples; sensação de culpa, inutilidade ou de fracasso; e acessos de raiva, irritabilidade ou frustração, que podem ser desproporcionais a situação em questão.

Para se ter o diagnóstico de depressão, é preciso haver pelo menos cinco desses sintomas, na maior parte do dia, quase todos os dias, por pelo menos duas semanas. Além dos sintomas psiquiátricos é importante lembrar que a depressão pode causar também sintomas físicos, como dores articulares, dores nas costas, dor de cabeça e sintomas gastrointestinais. Muitas vezes, o paciente anda de médico em médico procurando uma solução para o seu problema físico, quando na verdade tem um quadro depressivo não diagnosticado.

E quem é que está sob maior risco de apresentar depressão? Pessoas com história familiar de depressão ou de outras doenças psiquiátricas; pessoas que já têm outras condições psiquiátricas, como ansiedade, distúrbios alimentares ou stress pós-traumático; pessoas que usam drogas ilícitas ou abusam do álcool; pessoas com baixa autoestima, muito dependentes, autocríticas ou pessimistas; pessoas que sofreram experiências traumáticas na infância; pessoas submetidas a situação de estresse, como dificuldades financeiras ou problemas conjugais; e pessoas com doenças crônicas ou graves, como câncer, dores crônicas ou doença
cardíaca, por exemplo.

É muito importante que o paciente seja avaliado por um médico e que o tratamento seja iniciado o mais rápido possível, porque as pessoas com depressão que não são tratadas apresentam maior risco de suicídio. O tratamento da depressão é geralmente feito com medicação antidepressiva e psicoterapia. Com tratamento adequado, cerca de 70 a 80% dos pacientes notam uma redução significativa dos sintomas em uma a duas semanas.

O que é transtorno de ansiedade generalizada?

Compartilhado originalmente em 21/09/2017

Na postagem de hoje, informações sobre depressão e ansiedade. O que são e como identificá-las.

O QUE É O TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA | MD.Saúde

O transtorno de ansiedade generalizada faz parte de um grupo de doenças psiquiátricas que também inclui: a
síndrome do pânico, a fobia social, o estresse pós-traumático e o transtorno obsessivo compulsivo.
Episódios ocasionais de ansiedade são completamente normais, principalmente diante de situações que compreensivelmente causam medo, apreensão ou nervosismo. Todo mundo pode se sentir ansioso e preocupado de vez em quando. Somente quando esses sentimentos são muito freqüentes e interferem com as suas atividades diárias é que consideramos que existe uma doença. O primeiro aspecto importante em relação ao transtorno de ansiedade generalizada é que a maior parte dos pacientes também apresenta outras condições psiquiátricas associadas, como a depressão ou a síndrome do pânico, por exemplo.

A causa do transtorno de ansiedade generalizada ainda não está completamente esclarecida, mas ela é provavelmente resultado de múltiplos fatores, sendo história familiar de doenças psiquiátricas um dos mais importantes. Além disso, pessoas que sofreram experiências traumáticas ou eventos indesejáveis na infância, ou que tenham certos traços de personalidade, como timidez excessiva e um temperamento negativo, também estão sob maior risco de apresentarem transtorno de ansiedade durante a vida adulta. Os sintomas do transtorno de ansiedade generalizada são bastante variáveis, mas a ansiedade excessiva e persistente é o mais importante deles. Outros sinais e sintomas que também são comuns incluem: inquietação, irritabilidade e sensação de estar no seu limite, cansaço fácil e distúrbios do sono, dificuldade de concentração ou sensação de “dar branco”, dificuldade de tomar decisões e preocupação mantida e, por vezes, obsessiva, que é desproporcional ao grau de importânciada situação em questão.

As crises de ansiedade também costumam vir acompanhadas de sinais físicos, como suor excessivo, sensação de desmaio, dormência, dor de cabeça, tremores náuseas, diarréia, dor abdominal e tensão muscular. As pessoas que além da ansiedade generalizada também têm síndrome do pânico podem apresentar palpitações, dor no peito, sensação de morte iminente e medo de ficar maluco. Já o paciente que também tem fobia social costuma ter medo de sentir humilhado ou envergonhado em público, caso os seus sintomas de ansiedade transpareçam. Isso faz com que ele restrinja ao máximo as situações de interação social, podendo ter dificuldade de sair de casa até mesmo para o trabalho.

O transtorno de ansiedade generalizada costuma ser uma doença crônica e a gravidade dos seus sintomas flutua com o passar do tempo. Alguns fatores estão associados a um pior prognóstico, como: primeira crise em idade precoce, uma primeira crise muito grave ou a presença de doenças associadas, tanto psiquiátricas, como depressão ou a fobia social, como uma doença crônica física. O tratamento da ansiedade deve ser individualizado, levando em conta as características pessoais de cada paciente. Geralmente, são necessários medicamentos da classe dos antidepressivos e sessões de psicoterapia.

Recuperação do vício em drogas

Compartilhado originalmente em 21/09/2017

No vídeo de hoje, o caso do ator do filme Cidade de Deus e sua recuperação. Sua proposta de enfrentamento às drogas parte de sua visão como adicto e vivência no submundo da cracolândia. Divirjo em alguns pontos e creio que o modelo de enfrentamento nórdico seja mais eficiente, pois tem se demonstrado assim. Discorrerei sobre o mesmo em momento oportuno. Por hoje, quero deixar aqui registrado que é possível sim vencer as drogas, esse grande mal histórico de nossa sociedade.

Fonte: https://web.facebook.com/canalraprj/videos/1277415515689784/

 

Qual é a origem da depressão?

Ninguém sabe ao certo o motivo pelo qual surge a depressão, mas há fatores que sabidamente desencadeiam a doença:

  • O fator genético se demonstrou importante. Isso significa que a probabilidade de a doença se manifestar em pessoas com parentes deprimidos é maior do que a de se manifestar em famílias sem histórico anterior.
  • O sexo feminino apresenta mais casos reportados. Porém até que ponto mulheres são mais susceptíveis a doença é controverso, pois é possível que esse dado resulte de uma subnotificação de casos em homens. Homens tendem a ocultar seus problemas emocionais em nossa sociedade.
  • Fatores de saúde, como doenças graves, o turbilhão hormonal no pós-parto, envelhecimento, podem desencadear depressão.
  • Traumas em qualquer momento da vida, independentemente da intensidade dos mesmos.

Dentre os traumas, os eventos que acontecem na primeira infância também podem ser determinantes, mesmo que a pessoa durante a vida adulta não se recorde deles. Nessa fase, a criança está formando as bases de sua estrutura cerebral e seu modo de pensar. Se ela foi criada em um ambiente tóxico, poderá vir a desenvolver traços de uma personalidade depressiva quando adulta.

6 COMPORTAMENTOS que a pessoa criada por PAIS TÓXICOS pode exibir como adultos | ProativaMente

 

Veja também: Como saber se você está com depressão?

Veja também: Depressão e outras doenças psíquicas.

Demência infanto-juvenil

Esta postagem tem como objetivo atrair atenção para o problema da demência infantil.

A demência infanto-juvenil é uma doença grave, exaustiva para o paciente. Reconhecidamente no mundo como uma doença relativamente comum em idosos, a demência mata silenciosamente milhares de jovens em número proporcional ao câncer. No caso da adolescente apresentada no vídeo, Angeline Latte, começou aos 15 anos, com perda de força muscular, em seguida perda da capacidade de ler e escrever para depois perder as demais funções cognitivas.

Existem cerca de 70 doenças genéticas que sabidamente causam demência em jovens, de bebês a adolescentes. Ela pode estar associada a outras comorbidades neurológicas, como epilepsia. Estatisticamente ela afeta tanto quanto fibrose cística, mas esta última, assim como a demência em idosos e tantas outras doenças, recebe mais atenção, mais pesquisas e mais ações governamentais/particulares de ajuda.

É necessário preparar os neuropediatras para estabelecerem o diagnóstico precoce, auxiliar psicologicamente os familiares das crianças afetadas e fomentar mais pesquisas para a busca da cura.

Childhood dementia claiming young lives | A Current Affair
Childhood dementia is real and it is claiming as many young lives each year as cancer. So why haven’t we heard of it?

Lasting Moments: The heartbreaking reality of childhood dementia | The Feed SBS
Two families dealing with Batten Disease, an incurable form of childhood dementia.

Médica explica a importância do teste do pezinho

Médica explica a importância do teste do pezinho |
Record News

Ver também: Eu matei os neurônios do meu filho | Larissa Carvalho | TEDxPUCMinas

Abordando o problema do suicídio

Compartilhado originalmente em 13/04/2017

Fonte: https://web.facebook.com/eurekka.me/posts/1939455519617583


A quantidade de pessoas que zombam do problema, somada à quantidade de pessoas que têm preconceito sobre o problema, somadas à quantidade de pessoas que insistem em enfiar sua religião no meio do problema é preocupante. A seguir, mais uma vez, uma série de fotogramas para abordar de forma pragmática esse mal da sociedade contemporânea.

Depressão e outras doenças psíquicas.

Compartilhado originalmente em 09/04/2017

Fonte: CNJ. https://web.facebook.com/cnj.oficial/photos/a.191159914290110/1485440194862069/

Nesta postagem, faço redivulgação dos conteúdos relacionados às doenças psíquicas.

Como saber se você está com depressão?
Conjunto de vídeos explicativos.

Como saber se você está com depressão?

Suicídios, setembro amarelo e vida que segue.
Texto feito para pessoas que estejam passando por crise.

Suicídios, setembro amarelo e vida que segue.

A segunda pandemia: ansiedade, pânico e depressão
Alerta acerca dos impactos do isolamento social e do medo da pandemia sobre a saúde psíquica das pessoas.

A segunda pandemia: ansiedade, pânico e depressão

Pesquisa revela que jovens não percebem depressão como doença | SBT Brasil (28/08/19)
Matéria jornalística.

Pesquisa revela que jovens não percebem depressão como doença | SBT Brasil (28/08/19)

Drauzio Varella no Fantástico – Não tá tudo bem, mas vai ficar
Série de vídeos apresentados pela emissora Globo sobre saúde.

Drauzio Varella no Fantástico – Não tá tudo bem, mas vai ficar

Suicídios na UERJ – Uma questão ainda não solucionada.
Um de meus textos mais lidos: crítica ao modo de abordar o problem do suicídio em meu local de trabalho.

Suicídios na UERJ – Uma questão ainda não solucionada.

Conscientização sobre a saúde mental.
Texto que copiei da rede social de minha amiga Claudia.

Conscientização sobre a saúde mental.