Ensino, avaliação e aprendizagem – Parte 5

Vídeo: Cognitivismo e Humanismo – Aprendizagem Significativa

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Ensino, avaliação e aprendizagem – Parte 4

Resumo comparativo das principais Teorias de Aprendizagem: Behaviorismo, Cognitivismo e Construtivismo

Behaviorismo Cognitivismo Constructivismo
Bases principais Baseado em mudanças de comportamento.

Dá ênfase a mudanças de comportamento que de tão repetidamente ensaiadas se tornam automáticas.

Baseado no processo de pensamento de acordo com o comportamento. São observadas mudanças no comportamento, mas só como um indicador para o essencial da aprendizagem do aluno. Baseado na premissa que todos nós construímos a nossa própria perspectiva do mundo, em experiências individuais e “Schema” (1). Concentra-se na preparação do aluno para a resolução de problemas em situações ambíguas.
Formas de processar a aprendizagem O aluno adapta o comportamento a contingências de eventos e de objectivos.

Aprender é um fortalecimento gradual da relação instruída entre sugestão e comportamento, dirigido por um padrão de consequências (reforço). Com bastante prática, a ligação fica tão forte que o tempo entre sugestão e comportamento se esbate.

Todos nós temos uma história de reforço. Que é a soma de todas as nossas experiências passadas, com todas as ligações entre sugestões, comportamentos, e consequências.

Estes influenciam o que é provável que o aluno faça quando encontra um padrão de pistas observado antes.

O aluno fica em condições de praticar um comportamento novo, baseado em sugestões ” novas “, até que esse comportamento se torna automático.

São cuidadosamente estudadas as mudanças de comportamento, mas como indicadores para o que está a constituir-se como a aprendizagem do aluno.

O aluno reflecte a realidade objectiva, usando a realidade externa como um modelo mental.

O aluno processa símbolos e o significado dos símbolos. Ele pode distinguir entre o conhecimento de conceitos e o conhecimento dos passos processuais que envolveram esses conceitos.

O conhecimento é organizado no Schema (1) de dada um.

Primeiro há uma regra. Em seguida há uma acção.

Há uma ligação entre sugestões e comportamento, mas o comportamento é um indicador indirecto do estado da estrutura de conhecimento do aluno.

Este tipo de conhecimento sobre pensar e aprender, determina as estratégias a usar pelo aluno para a resolução de problemas.

O aluno interpreta a realidade externa com base na sua experiência individual.

A realidade é interiormente controlada. Isso dá ao aluno o controlo do que aprende e da forma como aprende.

A interpretação da realidade objectiva é feita por cada um, com base no seu próprio Schema (1).

Diferenças de base A instrução visa condicionar o comportamento do aluno.

O formador promove as mudanças de comportamento usando o reforço selectivo.

As realidades dos alunos são convergentes. Quer dizer, as suas várias realidades tendem a convergir para uma única realidade.

A aprendizagem está baseada naquela realidade.

A aprendizagem concentra-se na transmissão do processo de pensamento do estudante.

O formador manipula o processo de pensamento do aluno provendo um modelo mental que o aluno tem que seguir.

As realidades dos alunos são convergentes.

A aprendizagem promove a construção mental da realidade do aluno.

O formador facilita a modelação conceptual do aluno. O formador leva em linha de conta que o aluno “funciona” em estruturas cognitivas diversas, e fornece-lhe actividades de aprendizagem apropriadas, que ajudarão o aluno a construir o seu próprio conhecimento.

Usa múltiplos contextos, estratégias, e métodos de aprendizagem. Promove um conjunto diferenciado de ambientes de modo a permitir ao aluno raciocinar em moldes também diferenciados.

O resultado será um aluno que melhor preparado para controlar situações diferentes.

As realidades dos alunos são divergentes. Os alunos são encorajados a desenvolver realidades diferentes.

Dificuldades e forças da teoria O aluno poderá ser confrontado com situações a que precisa de dar resposta, mas as sugestões ” mentais ” que aprendeu poderão não dar resposta a essas situações.

O aluno concentra-se numa meta clara, e o seu comportamento responde automaticamente às sugestões daquela meta

O aluno aprende um modo para fazer as coisas, que poderá não ser, necessariamente, o melhor modo para as fazer.

A meta é treinar os alunos para fazerem algo, todos do mesmo modo. Como resultado, o comportamento deles será entre si consistente

Numa situação onde os alunos são treinados para pensar e responder exactamente da mesma maneira, é bastante produtivo conseguir abarcar diferentes realidades.

Dado que o aluno é treinado para interpretar realidades múltiplas, também fica melhor preparado para lidar com situações diversas da vida real.

O desenho do projecto Administra uma análise de tarefa.

Usa a informação da análise de tarefa para determinar as mudanças de comportamento necessárias para a gestão da tarefa.

A partir daí determina os objectivos para o aluno alcançar essas metas. Essas metas devem ser predeterminadas.

Prescreve pois uma sucessão de eventos para alcançar as metas. Dado que o aluno reage a sugestões mentais, essas sugestões terão que ser previstas e consideradas nas tarefas de aprendizagem, bem como a forma da sua sequência.

Esta sequência determinará o padrão de sugestões capaz de levar à resposta automática do aluno.

A avaliação deve ser fundamentada em critérios. Devem ser avaliados todos os alunos envolvidos através da predeterminação de critérios.

A instrução deve ser programada e controlada com uma única perspectiva. Esta perspectiva deverá estar baseado nas sugestões de comportamento envolvidas.

Administra uma análise de tarefa (CTA de tarefa cognitivo) para determinar a melhor sucessão de operações mentais.

Usa problemas complexos com metas bem definidas, bem como objectivos de desempenho básicos para as metas que se deseja alcançar.

Prescreve uma sucessão de actividades de aprendizagem que permitirão aos alunos alcançar as referidas metas.

A avaliação é baseada em critérios.

O estudante é dirigido pelos objectivos.

A instrução serve-se de simulações para reflectir as situações da vida real

Analise as ferramentas a ser usadas pelo aluno e o ambiente nos quais ele os usa.

Os objectivos da aprendizagem são negociados com o aluno.

Ele incorpora este conhecimento novo no seu Schema mental. A partir daí, ele ajusta a sua compreensão da realidade para fazer encaixar o novo conhecimento. Como resultado, o seu Schema mental passa a incorporar a nova realidade.

Os alunos têm que fazer duas perguntas a si próprios:

– O que é que eu preciso de saber?

– O que fazer para consegui-lo?

Avaliação está baseado no desempenho do aluno – avaliação e auto-avaliação.

A resposta a problemas deve ser feita em contextos reais.

Pode recorrer-se à narração como forma de aprendizagem ancorada, embutindo todas as respostas para as diversas questões, na própria narrativa.

O perfil do aluno O aluno é um participante passivo no processo de aprendizagem.

O aluno adapta o comportamento dele a contingências de eventos e a objectivos.

O aluno adopta as representações mentais de eventos e objectos.

Ele é passivo nesta interpretação de realidade, que é imposta e social e universalmente aceite. Mas é parte activa na decisão de adoptar novas formas de comportamento.

Com as novas práticas de comportamento o aluno absorve mentalmente novos conceitos e aprendizagens, e adapta-se a responder a novas sugestões mentais.

O aluno é mais activo, enquanto ser em constante construção e reestruturação do seu Schema, que tem que adaptar a novas realidades.

O aluno produz a sua própria concepção de eventos e objectos.

O seu comportamento adapta-se automaticamente para um novo e reestruturado Schema mental.

(1) Schema – uma estrutura de conhecimento interna. Cada pessoa ajusta o seu modelo mental para incorporar experiências novas e tornar compreensível essa nova informação. O Schema de cada pessoa está em constante reajustamento.

JAMA

21Jul04


Fonte: http://www.prof2000.pt/users/toalves/modulo1_actividade7_teorias_de_aprendizagem_analise_comparativa.htm

Ensino, avaliação e aprendizagem – Parte 3

TEORIAS DA APRENDIZAGEM
Ana Lúcia Portella Staub

ENFOQUES TEÓRICOS À APRENDIZAGEM E AO ENSINO

O ensino visa aprendizagem. Schimitz a descreve como sendo “um processo de aquisição e assimilação, mais ou menos consciente, de novos padrões e novas formas de perceber, ser, pensar e agir”. Alguns preferem definir aprendizagem como sendo a aquisição de novos comportamentos. Existem hoje muitas teorias sobre a aprendizagem.

Uma teoria é uma tentativa humana de sistematizar uma área de conhecimento, uma maneira particular de ver as coisas, de resolver problemas. Uma teoria de aprendizagem é, então, uma construção humana para interpretar sistematicamente a área de conhecimento que chamamos aprendizagem (Moreira, 1999). O conceito de aprendizagem tem vários significados não compartilhados. Algumas definições incluem: condicionamento, aquisição de informação, mudança comportamental, uso do conhecimento na resolução de problemas, construção de novos significados e estruturas cognitivas e revisão de modelos mentais. Estes conceitos de aprendizagem e ensino são expressos em três principais enfoques teóricos: Comportamentalista, Cognitivista e Humanista.

A familiarização com as principais teorias de aprendizagem, salientando principalmente a influência das mesmas no processo ensino-aprendizagem, pode auxiliar na compreensão das causas das dificuldades reveladas pelos alunos, identificando os fatores que para elas contribuem. Além disso, um melhor entendimento das teorias de aprendizagem pode contribuir com uma formação mais adequada de todos aqueles que participam do sistema educacional. É importante compreender o modo como as pessoas aprendem e as condições necessárias para a aprendizagem, bem como identificar o papel do professor nesse processo. Estas teorias são importantes porque possibilita a este mestre adquirir conhecimentos, atitudes e habilidades que lhe permitirão alcançar melhor os objetivos do ensino.

Na aprendizagem escolar, existem os seguintes elementos centrais para que o desenvolvimento escolar ocorra com sucesso: o aluno, o professor e a situação de aprendizagem. As teorias de aprendizagem buscam reconhecer a dinâmica envolvida nos atos de ensinar e aprender, partindo do reconhecimento da evolução cognitiva do homem, e tentam explicar a relação entre o conhecimento pré-existente e o novo conhecimento. A aprendizagem não seria apenas inteligência e construção de conhecimento, mas, basicamente, identificação pessoal e relação através da interação entre as pessoas.

ENFOQUE COMPORTAMENTALISTA – Jonh B. Watson (1878-1958) cunhou o termo behaviorimo para deixar claro que sua preocupação era com os aspectos observáveis do comportamento. O behaviorismo supõe que o comportamento inclui respostas que podem ser observadas e relacionadas com eventos que as precedem (estímulos) e as sucedem (conseqüências). São também chamadas teorias estímulo-resposta. Watson, Pavlov, Guthrie, Skinner e Thorndike, são os autores que mais se destacaram nesta linha de pensamento. O enfoque comportamentalista:

  • Provê uma base para o estudo de manifestações que produzem mudanças comportamentais;
  • Aprendiz é o ser que responde a estímulos fornecidos pelo ambiente externo;
  • Limita-se ao estudo de comportamentos manifestos e mensuráveis controlados por suas conseqüências;
  • Não considera o que ocorre dentro da mente do indivíduo durante o processo de aprendizagem;
  • Aprendiz é visto como objeto.

ENFOQUE COGNITIVISTA – As teorias cognitivas tratam da cognição, de como o indivíduo “conhece”; processa a informação, compreende e dá significados a ela. Dentre as teorias cognitivas de aprendizagem mais antigas, destacam-se a de Tolman, a da Gestalt e a de Lewin. As mais recentes e de bastante influência no processo instrucional são as de Bruner, Piaget, Vygotsky e Ausubel. O enfoque cognitivista:

  • Encara a aprendizagem como um processo de armazenamento de informações;
  • Auxilia na organização do conteúdo e de suas idéias a respeito de um assunto, em uma área particular de conhecimento;
  • Busca definir e descrever como os indivíduos percebem, direcionam a atenção, coordenam as suas interações com o ambiente;
  • Como aprendem, compreendem e reutilizam informações integradas em suas memórias a longo prazo;
  • Como os indivíduos efetuam a transferência dos conhecimentos adquiridos de um contexto para o outro;
  • Para Vygotsky (1896-1934), o desenvolvimento cognitivo é produzido pelo processo de interiorização da interação social com materiais fornecidos pela cultura. As potencialidades do indivíduo devem ser levadas em conta durante o processo de ensino-aprendizagem;
  • O sujeito é não apenas ativo, mas interativo, pois forma conhecimentos e constitui-se a partir de relações intra e interpessoais;
  • Para Piaget (1981), a construção do conhecimento se dá através da interação da experiência sensorial e da razão;
  • A interação com o meio (pessoas e objetos) são necessários para o desenvolvimento do indivíduo;
  • Enfatiza o processo de cognição à medida que o ser se situa no mundo e atribui significados à realidade em que se encontra;
  • Preocupa-se com o processo de compreensão, transformação, armazenamento e uso da informação envolvida na cognição.

ENFOQUE HUMANÍSTICO – A idéia que norteia esta teoria está baseada no princípio do ensino centrado no aluno. Este possui liberdade para aprender, e o crescimento pessoal é valorizado. O pensamento, sentimentos e ações estão integrados. O autor humanista mais conhecido é Rogers. A teoria humanista:

  • Vê o ser que aprende primordialmente como pessoa;
  • Valoriza a auto-realização e o crescimento pessoal;
  • Vê o indivíduo como fonte de seus atos e livre para fazer escolhas;
  • A aprendizagem não se limita a um aumento de conhecimentos, ela influi nas escolhas e atitudes do aprendiz;
  • O aprendiz é visto como sujeito, e a auto-realização é enfatizada.

DISCUSSÃO

O processo civilizatório e de humanização está em contínuo movimento, daí por que, de tempos em tempos, surgem novas idéias, novos conceitos que, não apenas representam esse movimento, mas também servem para impulsioná-lo. O ensino, que recebe a responsabilidade social de promover a formação para a cidadania dos membros da sociedade, defronta-se com a necessidade de promover sua própria reorganização. Por outro lado, os educadores também vêem a necessidade de superar a fragmentação do ensino, e buscar uma atuação mais humana. Dentro deste contexto agradeço a oportunidade de ter cursado a disciplina de prática educativa, que contando com o brilhantismo de seus organizadores, disponibilizaram momentos de reflexão acerca do papel de cada um de nós na (re)organização do ensino e a forma de praticá-lo.

Devo concordar com Moreira (1999) que as teorias de Ausubel, Novak e Gowin que propõe uma relação triádica entre aluno, materiais educativos e professor com objetivo de compartilhar significados, é um referencial para o dia-a-dia da sala de aula.

Referências Bibliográficas

– Zoboli, Graziela. Práticas de ensino. Ed Ática, 1991
– Gauthier, Chermont. Por uma teoria de pedagogia. Ed. Unijuí, 1998.
– Elkind, David- Crianças e adolescentes- ensaios interpretativos sobre Jean Piaget. Rio de Janeiro, Zahar, 1972.
– Moura, A. M.; Mohlecke, A. M. P. Q – As teorias de aprendizagem e os recursos da internet auxiliando o professor na construção do conhecimento. http://www.uel.br/seed/nte/as_teorias_de_aprendizagem_e_a_internet.htm
– Lück, Heloisa – Pedagogia interdisciplinar – Fundamentos teóricos- metodológicos. Ed. Vozes, 1999.


Fonte: http://pedagogiadidatica.blogspot.com.br/2008/11/teorias-da- aprendizagem.html

Ensino, avaliação e aprendizagem – Parte 2

TEORIAS DA APRENDIZAGEM: COMPORTAMENTALISTA, COGNITIVISTA E HUMANISTA
José Alex Soares Santos

A Psicologia adquire status de ciência no alvorecer da modernidade e busca, a partir desse momento histórico, compreender as manifestações da alma ou psique, inerentes à vida mental e emocional do ser humano.

Semelhante a toda &rea do conhecimento, esta ciência representa um vasto campo de saberes a ser explorado, abrangendo, especificamente, o desenvolvimento humano nos seus aspectos motor, afetivo e cognitivo, além daqueles provenientes da relação do ser humano com o mundo que o rodeia, isto é, a capacidade de adaptar-se, modificar e entender seu meio. Características que o diferenciam dos demais seres da natureza.

Representando esse vasto campo de saberes, a Psicologia tem como um de seus objetos de estudo a aprendizagem humana, ou seja, os diversos fatores que levam os ”seres racionais” a apresentarem um comportamento que antes não apresentavam. Tomando por fundamento esse significado tornou-se consenso, do ponto de vista psicológico, que a aprendizagem é uma característica inerente a todos os seres que raciocinam. Entretanto, muitas são as questões que ocasionam controvérsias entre os teóricos que a discutem. Entre estas questões se destacam as discussões sobre sua natureza, seus limites e o papel do aprendiz na constituição de seu tirocínio.

Texto completo: teorias_da_aprendizagem_comportamentalista_cognitivista_e_humanista-pages-1-15


Fonte: www.alex.pro.br/teorias_aprend3.pdf

Ensino, avaliação e aprendizagem – Parte 1

ABORDAGENS DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
Roberto Vatan dos Santos

Considerando que o processo de ensino e aprendizagem tem sido visto de forma integrada à sociedade-cultura, a suas crenças e valores dominantes em uma determinada época, este trabalho analisa e compara os referenciais teóricos desse processo em quatro aspectos relevantes: escola, aluno, professor, e processo de ensino e aprendizagem. As abordagens educacionais objeto de análise são: abordagem tradicional, abordagem comportamentalista, abordagem humanista, abordagem cognitivista e abordagem sociocultural. Apresenta-se no final um quadro sintetizando tanto as características diferenciadoras como as semelhantes desses aspectos em cada uma das abordagens relacionadas.

Texto completo: abordagens_de_processo_de_ensino_e_aprendizagem


Fonte: http://social.stoa.usp.br/articles/0034/1812/abordagens_de_processo_de_ensino_e_aprendizagem.pdf

Metodologia para o ensino superior: material complementar – Parte 7

Vídeo: EVS – Aprendizagem Baseada em Problemas – UNIVESP

Metodologia para o ensino superior: material complementar – Parte 6

Vídeo: Diálogos – Formação de professores – TV UNESP

 

 

Metodologia para o ensino superior: material complementar – Parte 5

USO DO FILME COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM SOBRE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: PERCEPÇÃO DE ALUNOS DE ENFERMAGEM
Paula Marciana Pinheiro de Oliveira
Monaliza Ribeiro Mariano
Cristiana Brasil de Almeida Rebouças
Lorita Marlena Freitag Pagliuca

O objetivo deste estudo foi elaborar uma estratégia de ensino-aprendizagem sobre pessoas com deficiência sensorial e registrar a percepção dos alunos de graduação em enfermagem acerca da utilização de filmes como parte da estratégia do processo ensino-aprendizagem sobre pessoas com deficiência sensorial visual, auditiva e de fala. Estudo descritivo, exploratório, qualitativo, desenvolvido no Laboratório de Comunicação em Saúde, do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará, no período de 2010.1. O primeiro tema tratado foi a deficiência visual, seguida da auditiva e da fala. A associação do uso de filmes a conteúdos teóricos e leitura de textos sobre determinado tema foi considerada experiência prazerosa pelos alunos, motivando o aprendizado. A introdução de filmes representa uma oportunidade para rever e sofisticar a abordagem pedagógica e os conteúdos ministrados pelo professor.

Texto completo: USO DO FILME COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO_APRENDIZAGEM


Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1414-81452012000200013&script=sci_abstract&tlng=pt

Metodologia para o ensino superior: material complementar – Parte 4

ORGANIZAÇÃO DE TEMPO E MÉTODOS DE ESTUDO: OFICINAS COM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS
Cláudia Basso1
Laila Priscila Graf
Fabiani Cabral Lima
Beatriz Schmidt
Marucia Patta Bardagi

Este relato de experiência apresenta um programa de oficinas, desenvolvido junto a universitários que enfrentavam problemas de desempenho ou pretendiam potencializá-lo. As intervenções visaram contribuir com o aperfeiçoamento de estratégias de estudo, proporcionando espaço para discussão de expectativas e dificuldades acadêmicas. As oficinas foram coordenadas por bolsistas REUNI de pós-graduação em Psicologia, totalizando cinco encontros. Participaram 23 alunos da UFSC vinculados majoritariamente às fases iniciais de cursos de graduação. Os resultados sugerem que a iniciativa é promissora, possibilitando reflexões sobre expectativas iniciais acerca do curso e a realidade vivenciada, o processo de ensino-aprendizagem e a organização de tempo de estudo. A maioria dos estudantes relatou maior preparação para lidar com as exigências acadêmicas após a intervenção.

Texto completo: Organização de tempo e métodos de estudo_Oficinas com estudantes universitários


Fonte: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-33902013000200012

Metodologia para o ensino superior: material complementar – Parte 3

METODOLOGIAS ATIVAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM: REVISÃO INTEGRATIVA
Marlla Rúbya Ferreira Paiva
José Reginaldo Feijão Parente
Israel Rocha Brandão
Ana Helena Bomfim Queiroz

O cenário da educação vem sofrendo grandes transformações nas últimas décadas; em especial, as concepções e técnicas de ensino têm sido questionadas. Assim, são elaboradas novas compreensões de ensino e propostas alternativas para sua operacionalização, entre elas as denominadas metodologias ativas de ensino-aprendizagem. Estas rompem com o modelo tradicional de ensino e fundamentam-se em uma pedagogia problematizadora, onde o aluno é estimulado a assumir uma postura ativa em seu processo de aprender, buscando a autonomia do educando e a aprendizagem significativa. Este estudo analisa o uso de metodologias ativas de ensino-aprendizagem a partir de uma revisão integrativa da literatura. Constatou-se que os cenários de aplicação dessas metodologias contemplam desde o Ensino Fundamental até o Ensino Superior, onde são predominantes nos cursos da área da saúde. As metodologias ativas constituem alternativas para o processo de ensino-aprendizagem, com diversos benefícios e desafios, e foi observada falta de coesão em sua classificação por parte dos autores em análise.

Texto completo: METODOLOGIAS ATIVAS DE ENSINO_APRENDIZAGEM_ REVISÃO INTEGRATIVA


Fonte:  https://sanare.emnuvens.com.br/sanare/article/download/1049/595