Técnicas lúdicas e projetivas – Parte 2

Portal Educação

A empresa e o portal Planneta Educação fazem parte da Vitae Brasil, grupo formado por outras marcas e que atua nos segmentos de educação, meio ambiente e saúde.

O portal Planneta Educação é uma plataforma moderna e interativa que já se tornou referência entre educadores e gestores. Aqui nós reunimos conteúdos relevantes para que você que também é apaixonado pela educação possa se inspirar e contagiar aqueles que te cercam.

Acesso em: http://www.planetaeducacao.com.br/portal/videos.asp

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Técnicas lúdicas e projetivas – Parte 1

APRENDIZAGEM NO ENSINO SUPERIOR:
Aplicação de um jogo didático na área de Estatística
Leo Lynce Valle de Lacerda
Cássia Ferri

Compreender como os alunos universitários aprendem e, mais especificamente, observar e intervir nesse processo durante as aulas da disciplina de Estatística em um curso de graduação foi o objetivo deste estudo. As dificuldades que os alunos demonstravam no desenvolvimento das aulas de Estatística, seja pela falta de compreensão de sua aplicação, seja pelo nível de abstração que exige, instigaram a busca de possibilidades para compreender e intervir no processo de ensino-aprendizagem. Este trabalho expõe uma atividade lúdica realizada para compreender o modo como os alunos se apropriam dos conhecimentos estatísticos e que situações de aprendizagem significativas possibilitam o desenvolvimento de habilidades cognitivas. Salienta-se que situações que buscam regularidades nos fenômenos e processos implicados nas
tarefas formulam estratégias para a busca do conhecimento, estimulam a socialização de hipóteses e possibilidades com os demais interlocutores têm maior responsabilidade e criticidade sobre o próprio processo de aprendizagem.

Texto completo: 953-1978-1-pb


Fonte: https://siaiap32.univali.br/seer/index.php/rc/article/view/953/809

Os estudos de caso e os projetos – Parte 4

TRABALHO POR PROJETOS COM FERRAMENTAS DE CURSOS A DISTÂNCIA EM CURSOS PRESENCIAIS
Ricardo Carvalho Rodrigues

O objetivo deste artigo é discutir a utilização de trabalhos por projetos, no ensino superior, em cursos presenciais, com ferramentas de gerenciamento de cursos a distância. A portaria 2.253 de 18 de Outubro de 2001 prevê a transformação de até 20% da carga horária presencial em recursos a distância.

Texto completo: texto01


Fonte: http://www.abed.org.br/seminario2003/texto01.doc

Os estudos de caso e os projetos – Parte 2

PROJETOS COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA NO ENSINO DE TECNOLOGIA
Esméria Rovai
Salomão Choueri Junior

O trabalho tem como objetivo básico, trazer uma experiência pedagógica com o emprego de projetos na disciplina Microcontroladores, analisá-la e sobre ela refletir com o intuito de oferecer contribuições ao ensino superior no que se refere às suas práticas e também seus efeitos na formação continuada e na especialização do docente. É baseado em um relato de experiência apresentado como dissertação de mestrado, com abordagem qualitativa, utilizando como procedimento metodológico básico a observação da postura do professor, dos alunos e da escola no desenvolvimento de uma prática com projetos. Aborda a prática educacional nos Cursos Superiores de Tecnologia e tem como base da fundamentação teórica os 4 pilares para educação do século XXI e trabalha conceitos do construtivismo, da aprendizagem significativa de Ausubel e do “aprender fazendo” de Dewey. Esta pesquisa vem da necessidade de adaptar a escola a um mundo que sofre transformações numa velocidade vertiginosa. Neste momento, a escola como lugar de apropriação e construção de conhecimento, tem papel fundamental de preparar seus estudantes para um mundo que se transforma dia a dia. Como conclusão, constata-se que a prática pedagógica adotada promove o desenvolvimento de uma aprendizagem globalizada do aluno e do professor, portanto recomendada para diversos cursos e/ou disciplinas.

Texto completo: choueri-salomao


Fonte: https://www.portal.cps.sp.gov.br/pos-graduacao/workshop-de-pos-graduacao-e-pesquisa/anais/2006/posteres/choueri-salomao.pdf

A solução de problemas e a simulação – Parte 1

APRENDER A RESOLVER PROBLEMAS E RESOLVER PROBLEMAS PARA APRENDER
María del Puy Pérez Echeverría
Juan Ignacio Pozo

Claxton (1984) relata um episódio engraçado ocorrido com um professor em um bairro periférico de uma cidade norte-americana, que perguntou a um menino negro quantas pernas têm o gafanhoto. Ao que parece, a criança olhou tristemente para o professor e respondeu: “Tomara que eu tivesse os mesmos problemas que o senhor!”. Fica claro, como mostra esta anedota, que o termo problema pode fazer referência a situações muito diferentes, em função do contexto no qual ocorrem e das características e expectativas das pessoas que nelas se encontram envolvidas. Todos os professores acabam aprendendo que os problemas que expõem aos seus alunos em sala de aula podem diferir consideravelmente dos que eles próprios se colocam fora da classe. E mais, o que para nós pode ser um problema relevante e significativo pode resultar trivial ou carecer de sentido para nossos alunos. Obviamente, eles não têm os mesmos problemas que nós. E, no entanto, um dos objetivos explícitos da Educação Básica, tanto no 1º como no 2º Graus, é fazer com que os alunos não somente se coloquem determinados problemas mas que cheguem, inclusive, a adquirir os meios para resolvê-Ios.

Texto completo: pozo-cap 1


Fonte: http://disciplinas.stoa.usp.br/pluginfile.php/6831/mod_resource/content/4/pozo-cap%201%20.pdf

O estudo dirigido e os roteiros de estudo – Parte 2

DOCÊNCIA INOVADORA NO ENSINO SUPERIOR
Daniele Simões Borges
Isabela Pandolfo Abrahão

Essa comunicação problematiza as experiências e os princípios de inovação no ensino universitário. Foram investigadas as compreensões a respeito das inovações e das práticas de ensino de seis professores atuantes nos cursos de licenciatura da área de Ciências da Natureza (Ciências Biológicas e Física) e da de Pedagogia de uma universidade do sul do estado do Rio Grande do Sul, por meio da metodologia de investigação narrativa. As narrativas revelam um esforço para a mudança do ensino universitário, manifestando emergências que subsidiaram a criação de quatro princípios de um ensino inovador: a interação e religação; o planejamento; a ação estratégica; e a auto-hetero-avaliação.

Texto completo: danielesimoesborges-comunicacaooral-int


Fonte: http://www.anpae.org.br/simposio26/1comunicacoes/DanieleSimoesBorges-ComunicacaoOral-int.pdf

O estudo dirigido e os roteiros de estudo – Parte 1

O ESTUDO DIRIGIDO COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM ENFERMAGEM
Eliana Suemi Handa Okane
Regina Toshie Takahashi

Estudo exploratório-descritivo, objetivou avaliar o estudo dirigido como estratégia de ensino na educação profissional. Para a coleta de dados, foi aplicado um questionário a 14 alunos de um curso de uma mesma turma de Técnico de Enfermagem. As respostas foram analisadas segundo Bardin. O conceito atribuído à estratégia foi bom 86%. Foram identificadas 83 unidades semânticas na análise das respostas, categorizadas em: vantagens (53%); não “legal” (16%); dificuldades (7%); sentimentos (12%) e sugestões (12%). Além disso, os sujeitos avaliaram como propósitos didático pedagógicos do estudo dirigido permitir desenvolver temas de interesse do aluno; estimular o prazer em estudar e incentivar o aluno a ser o sujeito de seu aprendizado. As autoras consideram que o estudo dirigido é uma boa estratégia de ensino, possuindo peculiaridades que exigem habilidade e competência dos docentes e discentes para a obtenção de resultados satisfatórios no processo ensino/aprendizado.

Texto completo: estudo dirigido enfermagem


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v40n2/02.pdf