Rotinas de pensamento – Parte 1

Mark Church demonstrates the Headlines routine

 

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Rubricas na avaliação formativa – Parte 2

METACOGNIÇÃO E SUCESSO ESCOLAR: ARTICULANDO TEORIA E PRÁTICA
Claudia Davis
Marina M. R. Nunes
Cesar A. A. Nunes

Este artigo busca salientar a importância da metacognição para os processos de aprendizagem e para o sucesso escolar. Para tanto, discute a necessidade de se construir, nas salas de aula, uma cultura do pensar, que propicie aos alunos: a. uma forma de explicitar, desde cedo, modalidades de pensamento, tornando-as, assim, passíveis de ser compartilhadas; b. um estímulo ou motivação para pensar, de forma a alcançar decisões acertadas; c. a coragem para enfrentar situações novas; d. a transferência de estratégias e conhecimentos gerados em um dado contexto para outros. Um aspecto central na implementação de uma cultura do pensamento é desenvolver habilidades metacognitivas, pois é por meio delas que se torna possível a elaboração de conhecimentos e formas de pensar que assegurem maior possibilidade de sucesso e generalização, bem como a aquisição da autonomia na gestão da aprendizagem e na construção de uma auto-imagem de aprendiz competente. Exemplos de como implementar essa proposta são fornecidos, destacando como a organização do ensino
torna os alunos sujeitos de sua própria aprendizagem.

Texto completo: a1135125


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/cp/v35n125/a1135125.pdf

Rubricas na avaliação formativa – Parte 1

POR QUE APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS?
Cesar A. A. Nunes

Vale a pena pensarmos um pouco o que queremos quando falamos em aprendizagem por projetos.
Tudo que fazemos que tenha certo grau de complexidade precisa ser projetado para ser bem feito. Produtos complexos em geral precisam de planejamento para várias etapas, divisão de tarefas, relação de recursos a serem buscados, etc.
Um projeto de aprendizagem é um projeto no qual o aluno vai aplicar o que está aprendendo enquanto cria um produto. Porém, diferentemente de um projeto para gerar apenas um produto complexo, um projeto de aprendizagem é projetado para que aconteça a aprendizagem. Portanto, ao invés de ter apenas divisão de tarefas, etapas, previsão de recursos, tempos, etc., o projeto de aprendizagem também prevê paradas para reflexão, feedback, autoavaliação e avaliação de pares, discussão com outros grupos e atividades para “melhoria de ideias” …
Diferentemente de uma sequência didática, num projeto de aprendizagem há preocupação em gerar um produto. Porém, esse produto não precisa ser um objeto concreto. Pode ser uma ideia, uma campanha, uma teoria, etc. A grande vantagem de gerar esse produto é criar oportunidades para o aluno aplicar o que está aprendendo e também desenvolver algumas habilidades e competências. Para que essas oportunidades de aprendizagem aconteçam o professor precisa desenhar/ projetar uma sequência de atividades adequada.

Texto completo: 1581124


Fonte: http://livrozilla.com/doc/1581124/textos-de-subsídio-para-o-curso-de-aprendizagem-baseada-em

Processos de avaliação: material complementar – Parte 11

Alfabetização Midiática e Informacional: currículo para formação de professores

Estas páginas contêm informações relevantes para a formação de professores. Sugiro adicioná-las às suas fontes de referências.

http://www.unesco.org/new/en/communication-and-information
http://www.unesco.org/new/en/education/themes/
http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/media_information_literacy_curriculum_for_teachers_in_

Ver também:
http://www.nmc.org

https://www.educause.edu/

http://www.cgi.br

Processos de avaliação: material complementar – Parte 10

We all want to be young (legendado)

Eu particularmente considerei o curta abaixo tendencioso e muito (muito) mal editado, mas é possível garimpar informações sobre a diferença entre as gerações e daí extrapolar as dificuldades em lidar com estudantes de diferentes faixas etárias.

Processos de avaliação: material complementar – Parte 9

TIC KIDS ONLINE BRASIL 2012
Pesquisa sobre o Uso da Internet por Crianças e Adolescentes no Brasil
COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL – CGI.br

A rapidez com a qual crianças e jovens estão obtendo acesso a tecnologias virtuais, convergentes, móveis e interconectadas não encontra precedentes na história da inovação e difusão tecnológica. Essas mudanças apresentam aos pais, aos professores e às crianças o importante desafio de adquirir, aprender a usar e definir objetivos para o uso da Internet em suas vidas diárias.
Os benefícios são encontrados em relação à aprendizagem, à participação, à criatividade e à comunicação. As oportunidades do mundo on-line também constituem o foco de uma parte considerável das atividades desenvolvidas pelos setores público e privado, por meio de diversos e ambiciosos esforços em andamento em muitos países para a promoção de tecnologias digitais de aprendizagem nas escolas, iniciativas de governança eletrônica, bem como de participação e alfabetização digitais.
Junto a esses benefícios, o acesso à Internet tem potencializado a exposição de uma ampla gama de riscos on-line, alguns dos quais são comuns no mundo off-line (tais como o bullying, a pornografia e a exploração sexual), enquanto outros são novos ou pelo menos têm sido substancialmente reconfigurados na vida das crianças comuns (tais como o aliciamento de crianças, a violação de dados pessoais e da privacidade, o rastreamento da localização geográfica, as formas indesejadas de envio de mensagens sexuais e de assédio sexual, além da facilitação de casos de automutilação).
A rápida difusão da Internet e de outras tecnologias on-line coloca diante dos formuladores de políticas públicas, dos governos e do setor produtivo a importante tarefa de identificar os riscos associados ao uso da Internet. Eles também devem desenvolver estratégias e ferramentas para garantir que os danos associados a tais riscos sejam minimizados. Nos últimos anos, crianças e adolescentes tiveram acesso à Internet primeiramente por meio de conexões discadas, depois por meio da banda larga e das redes móveis – em casa, na escola e outros lugares –, o
que resultou na aquisição de novas habilidades e competências.
A rede EU Kids Online agora conta com 150 pesquisadores em 33 países da Europa. Ela produz e divulga dados concretos capazes de fornecer uma base sólida para iniciativas relacionadas às políticas públicas, à educação e à conscientização em âmbito nacional, regional e internacional.
Tem sido um grande prazer colaborar com o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e Comunicação (Cetic.br) em prol da realização de uma pesquisa paralela no Brasil. Os resultados são fascinantes e relevantes. Esperamos que sejam amplamente utilizados
para ajudar a melhorar o uso da Internet por crianças e adolescentes no Brasil.

Sonia Livingstone
Diretora da rede EU Kids Online e professora no Departamento de Mídia e Comunicação da London School of Economics and Political Science

Disponível em: http://www.cetic.br/publicacoes/2012/tic-kids-online-2012.pdf 


Fonte: n/a

Processos de avaliação: material complementar – Parte 8

Breve Panorama da Educação Corporativa no Brasil:
Apresentação de Resultados dePesquisa
Marisa Eboli
Flávio Horneaux Junior
Gregório Bittar Ivanoff
Sérgio Mancini

O artigo pretende apresentar, um panorama conciso a respeito das atividades relacionadas à Educação Corporativa nas organizações de diferentes setores atuantes no Brasil. Serão apresentados os principais resultados obtidos através de uma pesquisa realizada pelos autores, no que se refere à Educação Corporativa de modo geral, buscando-se, principalmente, uma clarificação no que diz respeito às características de um sistema de educação corporativa e quais os resultados advindos de sua implantação percebidos pelas respectivas organizações. Além disso, procura-se, através de uma revisão da literatura sobre o tema, fazer considerações sobre a efetividade de tais atividades e acrescentar ainda conclusões e recomendações que sucedem das análises realizadas, com o propósito de enriquecer as discussões sobre o tema.

Texto completo: enanpad2005-gpra-2029


Fonte: www.anpad.org.br/admin/pdf/enanpad2005-gpra-2029.pdf

 

Processos de avaliação: material complementar – Parte 7

FORTALECENDO COMPETÊNCIAS
Formação continuada para o Programa Abrindo Espaços: educação e cultura para a paz
Organização e redação final: Marlova Jovchelovitch Noleto
Redação e edição: Gabriela Athias
Colaboradores: Cristina Cordeiro, Helena Povere, Lia Diskin, Candido Gomes, Marisa Sari,
Julio Jacobo, Regina Vassimon, Anailde Almeida, Leoberto N. Brancher e Rita Ippolito
Revisão técnica: Marlova Jovchelovitch Noleto, Rosana Sperandio Pereira, Alessandra Terra
Magagnin e Candido Gomes
Revisão: Rejane Lobo e Jeanne Sawaya
Diagramação: Rodrigo Domingues
Capa e projeto gráfico: Edson Fogaça

A multiplicação da cultura de paz

No ano em que o Programa Abrindo Espaços: educação e cultura para a paz completa oito anos, a Representação da UNESCO no Brasil tem a oportunidade de lançar uma coleção de sete publicações para sistematizar uma iniciativa de inclusão social e redução de violência com foco na
escola, no jovem e na comunidade.
O Programa Abrindo Espaços consiste na abertura das escolas públicas nos fins de semana, com oferta de atividades de esporte, lazer, cultura, inclusão digital e preparação inicial para o mundo do trabalho. Ao contribuir para romper o isolamento institucional da escola e fazê-la ocupar papel central na articulação da comunidade, o programa materializa um dos fundamentos da cultura de paz: estimular a convivência entre grupos diferentes e favorecer a resolução de conflitos pela via da negociação.
A UNESCO agradece à Fundação Vale pela parceria que lhe possibilita publicar esta coleção, uma ferramenta de multiplicação de um programa que já é política pública e está presente em escolas dos 26 estados da federação e do Distrito Federal. O objetivo das publicações é compartilhar com a sociedade o conhecimento e a experiência acumulados pela UNESCO na gestão do Programa Abrindo Espaços, que tem como uma de suas
missões agregar valor a iniciativas focadas na construção e na multiplicação da cultura de paz.

Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0017/001785/178535por.pdf


Fonte: n/a

Processos de avaliação: material complementar – Parte 6

PADRÕES DE COMPETÊNCIA EM TIC PARA PROFESSORES
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
Título original: ICT competency standards for teachers: implementation guidelines, version 1.0. Paris: UNESCO, 2008.
Tradução: Cláudia Bentes David
Revisão Técnica: Maria Inês Bastos
Revisão: Reinaldo de Lima Reis e Jeanne Sawaya
Diagramação: Edson Fogaça e Paulo Selveira

Para viver, aprender e trabalhar bem em uma sociedade cada vez mais complexa, rica em informação e baseada em conhecimento, os alunos e professores devem usar a tecnologia de forma efetiva, pois em um ambiente educacional qualificado, a tecnologia pode permitir que os alunos se tornem: usuários qualificados das tecnologias da informação; pessoas que buscam, analisam e avaliam a informação; solucionadores de problemas e tomadores de decisões; usuários criativos e efetivos de ferramentas de produtividade; comunicadores, colaboradores, editores e produtores; cidadãos informados, responsáveis e que oferecem contribuições.
Por intermédio do uso corrente e efetivo da tecnologia no processo de escolarização, os alunos têm a chance de adquirir complexas capacidades em tecnologia, sob orientação do principal agente, que é o professor. Em sala de aula, ele é responsável por estabelecer o ambiente e preparar as oportunidades de aprendizagem que facilitem o uso da tecnologia pelo aluno para aprender e se comunicar. Consequentemente, é essencial que todos os professores estejam preparados para oferecer essas possibilidades aos alunos.

Texto completo: 156209por


Fonte: http://unesdoc.unesco.org/images/0015/001562/156209por.pdf

Processos de avaliação: material complementar – Parte 5

EDUCAÇÃO CORPORATIVA: UM TEMA DA CONTEMPORANEIDADE
Bárbara Burgardt Casaletti

Este trabalho apresenta um recorte da Dissertação de Mestrado da autora e discute a educação corporativa a partir de uma análise feita inicialmente nos trabalhos apresentados em alguns Grupos de Trabalho da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação – ANPED e nas Teses de Doutorado e Dissertações de Mestrado disponibilizadas no Banco de Teses da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES. Além disso, a temática é analisada à luz de autores como Meister (1999), Eboli (2010) e Cortella (2007) e é realizado um estudo também a partir do campo da Educação, visto que, muitas vezes, a discussão fica aos cuidados do campo da Administração. Assim, as ideias aqui trazidas contribuem para um novo olhar quanto à educação corporativa, noticiando, por fim, que a Educação a Distância ─ EAD ─ pode contribuir para uma mudança no cenário que trata do desenvolvimento e da aprendizagem das pessoas que atuam em organizações públicas e privadas.

Texto completo: 16788-30300-1-PB


Fonte: http://periodicos.ufpb.br/index.php/mpgoa/article/view/16788/9732