Novas tecnologias e atuação docente – Parte 1

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO:
A PRÁTICA PEDAGÓGICA E A INCLUSÃO DIGITAL DO PROFESSOR.
Deise Juliana Francisco (UFAL)
Emmanuele Maria Correia Costa(UFAL)
João Aureliano(CESMAC)

Em decorrência das transformações emergentes nas estruturas sociais contemporâneas o ato de educar vem se modificando profundamente. O trabalho ora apresentado tem como proposta, a partir dos resultados sintetizados em uma pesquisa de iniciação científica, apresentar sob o viés da inclusão digital os desafios encontrados por 184 professores da rede pública de ensino do município de Capela/AL no que se refere à integração das Tecnologias da Informação e Comunicação nas práticas pedagógicas. Trata-se de uma pesquisa ação de cunho exploratório e descritivo de natureza qualitativa e quantitativa. Como instrumento de coleta de dados foram utilizados questionários semi-abertos e a participação dos pesquisadores como observadores da realidade em estudo. Posteriormente foram desenvolvidas oficinas de inclusão digital com 60 professores que desenvolveram projetos em sala de aula utilizando os conhecimentos adquiridos nas oficinas. Como resultado percebe-se que, embora existam laboratórios de informática estruturados e professores com predisposição para seu uso, ainda faltam iniciativas de inclusão digital do professor preparando-o para esta nova ambiência informacional.

Texto completo: TECNOLOGIAS-DA-INFORMACAO-E-COMUNICACAO


Fonte: http://dmd2.webfactional.com/media/anais/TECNOLOGIAS-DA-INFORMACAO-E-COMUNICACAO-A-PRATICA-PEDAGOGICA-E-A-INCLUSAO-DIGITAL-DO-PROFESSOR..pdf

Contexto histórico das novas tecnologias – Parte 2

DAS SALAS DE AULA AOS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM
FE/USP – SITE Educacional
Vani Moreira Kenski

O presente trabalho é parte de relatório de pesquisa sobre o uso de tecnologias em situações de ensino, presenciais e a distância. Parte das reflexões sobre as mudanças ocorridas nas percepções das tecnologias midiáticas pelos sistemas
educacionais. Reforça a importância do planejamento pedagógico adequado para o uso de tecnologias em atividades de ensino presenciais ou a distância. Enfatiza sobre as diferenças entre escolas – como instituições sociais – e oportunidades tecnológicas de ensino, de acordo com as necessidades educacionais de cada grupo social. Aborda as principais alterações  corridas no ensino com o uso de ambientes virtuais de aprendizagem e os principais conceitos e mitos relacionados a  distância” que o uso das novas oportunidades tecnológicas vai, gradativamente, derrubando. Conclui que, na atualidade, o  professor precisa ter consciência de que sua ação profissional competente não será substituída pelas tecnologias. Elas, ao  contrário, ampliam o seu campo de atuação para além da escola clássica – “entre muros” e da sala de aula tradicional. O  espaço profissional dos professores, em um mundo em rede, é ampliado, ao invés de se extinguir.

Texto completo: 030tcc5


Fonte: http://www.abed.org.br/congresso2005/por/pdf/030tcc5.pdf

Contexto histórico das novas tecnologias – Parte 1

Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 5

Mensagem nº 341

A partir do momento em que vivemos num mundo onde veneno é mais barato do que comida, fracassamos enquanto humanidade.

Educação superior EaD e a formação de professores

Educação Superior a Distância no contexto da política de formação de professores
Cláudio Nei Nascimento da Silva, Beatrice Laura Carnielli

O presente artigo aborda o surgimento de políticas e estratégias de estímulo ao Ensino a Distância (EaD) no Brasil, como alternativa para a formação e qualificação de professores para o exercício do magistério na Educação Básica. O pano de fundo desta análise é constituído pela problemática da seletividade do acesso ao ensino superior e as demandas sociais pela qualificação docente. O texto ressalta a importância atribuída a EaD pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9396/96, e também analisa as razões sociais, políticas e econômicas que justificam o fortalecimento desta no cenário da educação nacional, como possibilidade de atender às diversas demandas impostas pelo novo paradigma capitalista. São também analisadas algumas experiências brasileiras de formação de professores através da EaD, e o texto conclui apontando os motivos pelos quais a EaD vem se consolidando, cada dia mais, no cenário da educação nacional.

Texto completo: Educação Superior à Distância


Fonte: http://www.proec.ufg.br/revista_ufg/45anos/I-EAD.html#Tema

Currículo no Ensino Superior e diretrizes curriculares nacionais – Parte 3

Editado: 22/10/2019

Diretrizes Curriculares – Cursos de Graduação

Abaixo segue listagem oficial do Governo Federal com todas as resoluções e pareceres que definem as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de educação superior autorizados em nosso país.

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12991:diretrizes-curriculares-cursos-de-graduacao-&catid=3

A docência no Ensino Superior – Parte 2

Francisco Imbernón fala sobre caminhos para melhorar a formação continuada de professores
Professor da Universidade de Barcelona aponta como os gestores da Educação podem cuidar do aperfeiçoamento em serviço
Noêmia Lopes

Levantar propostas para melhorar os programas voltados à formação continuada de professores é o principal foco das pesquisas de Francisco Imbernón, doutor e mestre em Filosofia e Ciências da Educação e catedrático de Didática e Organização Educacional da Universidade de Barcelona, na Espanha. Em entrevista concedida por e-mail a GESTÃO ESCOLAR, ele defende que o salto de qualidade depende necessariamente de o trabalho em equipe se tornar de fato colaborativo. Cabe às administrações públicas – no caso do Brasil, as secretarias estaduais e municipais de Educação – oferecer apoio concreto às unidades escolares para que uma verdadeira revolução ocorra na atuação dos professores.

Texto completo: Francisco Imbernón fala sobre caminhos para melhorar a formação continuada de professores


Fonte: http://gestaoescolar.org.br/formacao/francisco-imbernon-fala-caminhos-melhorar-formacao-continuada-professores-636803.shtml

A docência no Ensino Superior – Parte 1

Educação: Pluralidade, Ética e Competência na formação profissionalizante continuada dos educadores

Mônica Heloisa Braga Vasques
Fabíola Cristina M. Caovilla Palipério

Diante das crises evidentes que o mundo moderno vem demonstrando neste início de século, em todos os âmbitos do saber e do fazer humanos, notadamente no da Educação atingindo conceitos de autonomia, emancipação e liberdade, cumpre-nos, mais uma vez, repensarmos e refletirmos sobre as novas competências para ensinar, novos entendimentos sobre ensinar e aprender,aprender a aprender e como apreender as novas formas de relação entre a ética e o agir pedagógico.

Texto completo: Educação Pluralidade, Ética e Competência


Fonte: http://www.hottopos.com/vdletras7/monica.htm

Uma breve crítica à Academia.

E mais uma vez deparo-me com a Academia e sua estupidez.

Em tendo o dom natural para o magistério, e desejando bem preparar-me para seu ofício, obtendo conhecimento teórico e metodológico, tão como refletindo sobre o ensino e a aprendizagem em si, resolvi fazer especialização em Docência. O motivo de escolher Docência em lugar de Pedagogia/Licenciatura é minha inépcia em lidar com o caos que ora se apresenta no Ensino Médio e na Educação pública em geral de nossa estimada nação.

Em meu curso de docência, verifico que muito do que eu proponho como prática andragógica possui sim fundamentos. Postura essa em grande parte derivada de minha própria experiência enquanto estudante. Com vistas à obtenção do grau, cogitei escrever sobre as críticas que freqüentemente faço acerca do Ensino Superior no Brasil.

Afirmo que as más práticas magisteriais no Ensino Superior se devem a problemas estruturais de grande escala, como a “fábrica de diplomas”; o despreparo ou a inaptidão vocacional dos docentes, cujo único pré-requisito é a titulação; a “síndrome do barranco”, em que o professor público fica “encostado” no cargo, sabendo que não vai perdê-lo, e não faz nada; ou as “panelinhas” de doutores que regozijam sobre os próprios títulos, controlam feudalmente as concessões de bolsas (eles suseranos; bolsistas, vassalos) e, muitas vezes, possuem capacidade intelectual duvidosa; todos assuntos sobre os quais já escrevi anteriormente.

Segundo as regras da Academia, não é possível escrever sobre um amplo tema, tendo que delimitá-lo, cerceá-lo, cortá-lo, recortá-lo até que se torne tão específico quanto possível. Assim é a Academia e sua cientificidade. Eu compreendo a necessidade de que os artigos sejam delimitados, pois sua produção visa alimentar de forma padronizada o acervo informacional da própria comunidade científica. Entretanto uma coisa é pesquisar sobre a condutibilidade elétrica do grafeno no zero absoluto em campos gravitacionais extremos, outra coisa é falar de Filosofia.

Se a Filosofia for cerceada, ela deixa de ser Filosofia. Críticas¹, enquanto posições de pensadores, podem se formar empiricamente. Ainda que isso não constitua uma defesa, pois defesa exige argumento, é válido, pois convida a pensar e refletir.

Ainda segundo essas regras, para que eu possa fundamentar essa crítica, que aos meus olhos e possivelmente aos olhos vistos de muitos é evidente, faz-se necessária uma ampla e extensiva pesquisa de dados estatísticos, o que demanda tempo e recursos de que ora não disponho. E sem a produção de provas que fundamentem minha crítica, ela não se torna uma defesa, logo inviabiliza a produção de um artigo científico acerca do tema delimitado.

Descartando esse tema, cogitei em seguida dissertar sobre a discrepância entre as exigências andragógicas contemporâneas do Ensino Superior e a formação pedagógica de jovens estudantes em um sistema tradicional no Ensino Médio, ou seja, questionar o choque didático que o aluno sofre ao sair de um sistema de ensino em que a padronização exige dele submissão e condicionamento ao modelo para outro sistema de ensino que lhe exige protagonismo, pró-atividade, independência e auto-regulação.

E novamente deparo-me com as exigências da Academia. Pois tu, caríssimo aluno de humanas, és incapaz de pensar por conta própria ou criar algo do zero, logo, precisas de referências de outros autores, pessoas que possivelmente escreveram qualquer coisa só para colar grau ou ter o número de artigos exigidos, esses sim com competência para fundamentar o TEU trabalho.

E sinto-me constrangido a novamente citar fontes que não usarei, apenas para cumprir a formalidade de ter referências em meu trabalho. Mais uma vez restritamente restrito, opto mais uma vez a mais uma vez restringir-me restritivamente ao material fornecido pelos próprios professores e a temas previamente debatidos em aula. Minha monografia do 3º grau foi assim, dissertando sobre um recorte temático de um dos cursos da própria graduação².

Sugiro, portanto, a todos os alunos de graduação e educação continuada, que procurem mais informações sobre como publicar independentemente da academia. Paralelamente ao trabalho acadêmico, é possível produzir com liberdade e expressar-se autenticamente (Valeu Gilmar! |:^D)³, sem ter de cumprir os compromisso exigidos por uma comunidade por um lado acorrentada em suas próprias engrenagens, e por outro lado infectada por ranços e brios de um orgulho vazio.

1 Escreverei no futuro minha conceituação dos 5 tipos de críticas.
2 Ter saído de “O Pequeno Príncipe” para “O Príncipe” foi inefável…
3 SANTOS, G. N. dos. Liberdade e individualismo no pensamento de J. S. Mill. Rio de Janeiro, 2015.