Processos de avaliação: material complementar – Parte 11

Alfabetização Midiática e Informacional: currículo para formação de professores

Estas páginas contêm informações relevantes para a formação de professores. Sugiro adicioná-las às suas fontes de referências.

http://www.unesco.org/new/en/communication-and-information
http://www.unesco.org/new/en/education/themes/
http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/media_information_literacy_curriculum_for_teachers_in_

Ver também:
http://www.nmc.org

https://www.educause.edu/

http://www.cgi.br

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Processos de avaliação: material complementar – Parte 9

TIC KIDS ONLINE BRASIL 2012
Pesquisa sobre o Uso da Internet por Crianças e Adolescentes no Brasil
COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL – CGI.br

A rapidez com a qual crianças e jovens estão obtendo acesso a tecnologias virtuais, convergentes, móveis e interconectadas não encontra precedentes na história da inovação e difusão tecnológica. Essas mudanças apresentam aos pais, aos professores e às crianças o importante desafio de adquirir, aprender a usar e definir objetivos para o uso da Internet em suas vidas diárias.
Os benefícios são encontrados em relação à aprendizagem, à participação, à criatividade e à comunicação. As oportunidades do mundo on-line também constituem o foco de uma parte considerável das atividades desenvolvidas pelos setores público e privado, por meio de diversos e ambiciosos esforços em andamento em muitos países para a promoção de tecnologias digitais de aprendizagem nas escolas, iniciativas de governança eletrônica, bem como de participação e alfabetização digitais.
Junto a esses benefícios, o acesso à Internet tem potencializado a exposição de uma ampla gama de riscos on-line, alguns dos quais são comuns no mundo off-line (tais como o bullying, a pornografia e a exploração sexual), enquanto outros são novos ou pelo menos têm sido substancialmente reconfigurados na vida das crianças comuns (tais como o aliciamento de crianças, a violação de dados pessoais e da privacidade, o rastreamento da localização geográfica, as formas indesejadas de envio de mensagens sexuais e de assédio sexual, além da facilitação de casos de automutilação).
A rápida difusão da Internet e de outras tecnologias on-line coloca diante dos formuladores de políticas públicas, dos governos e do setor produtivo a importante tarefa de identificar os riscos associados ao uso da Internet. Eles também devem desenvolver estratégias e ferramentas para garantir que os danos associados a tais riscos sejam minimizados. Nos últimos anos, crianças e adolescentes tiveram acesso à Internet primeiramente por meio de conexões discadas, depois por meio da banda larga e das redes móveis – em casa, na escola e outros lugares –, o
que resultou na aquisição de novas habilidades e competências.
A rede EU Kids Online agora conta com 150 pesquisadores em 33 países da Europa. Ela produz e divulga dados concretos capazes de fornecer uma base sólida para iniciativas relacionadas às políticas públicas, à educação e à conscientização em âmbito nacional, regional e internacional.
Tem sido um grande prazer colaborar com o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e Comunicação (Cetic.br) em prol da realização de uma pesquisa paralela no Brasil. Os resultados são fascinantes e relevantes. Esperamos que sejam amplamente utilizados
para ajudar a melhorar o uso da Internet por crianças e adolescentes no Brasil.

Sonia Livingstone
Diretora da rede EU Kids Online e professora no Departamento de Mídia e Comunicação da London School of Economics and Political Science

Disponível em: http://www.cetic.br/publicacoes/2012/tic-kids-online-2012.pdf 


Fonte: n/a

Processos de avaliação: material complementar – Parte 7

FORTALECENDO COMPETÊNCIAS
Formação continuada para o Programa Abrindo Espaços: educação e cultura para a paz
Organização e redação final: Marlova Jovchelovitch Noleto
Redação e edição: Gabriela Athias
Colaboradores: Cristina Cordeiro, Helena Povere, Lia Diskin, Candido Gomes, Marisa Sari,
Julio Jacobo, Regina Vassimon, Anailde Almeida, Leoberto N. Brancher e Rita Ippolito
Revisão técnica: Marlova Jovchelovitch Noleto, Rosana Sperandio Pereira, Alessandra Terra
Magagnin e Candido Gomes
Revisão: Rejane Lobo e Jeanne Sawaya
Diagramação: Rodrigo Domingues
Capa e projeto gráfico: Edson Fogaça

A multiplicação da cultura de paz

No ano em que o Programa Abrindo Espaços: educação e cultura para a paz completa oito anos, a Representação da UNESCO no Brasil tem a oportunidade de lançar uma coleção de sete publicações para sistematizar uma iniciativa de inclusão social e redução de violência com foco na
escola, no jovem e na comunidade.
O Programa Abrindo Espaços consiste na abertura das escolas públicas nos fins de semana, com oferta de atividades de esporte, lazer, cultura, inclusão digital e preparação inicial para o mundo do trabalho. Ao contribuir para romper o isolamento institucional da escola e fazê-la ocupar papel central na articulação da comunidade, o programa materializa um dos fundamentos da cultura de paz: estimular a convivência entre grupos diferentes e favorecer a resolução de conflitos pela via da negociação.
A UNESCO agradece à Fundação Vale pela parceria que lhe possibilita publicar esta coleção, uma ferramenta de multiplicação de um programa que já é política pública e está presente em escolas dos 26 estados da federação e do Distrito Federal. O objetivo das publicações é compartilhar com a sociedade o conhecimento e a experiência acumulados pela UNESCO na gestão do Programa Abrindo Espaços, que tem como uma de suas
missões agregar valor a iniciativas focadas na construção e na multiplicação da cultura de paz.

Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0017/001785/178535por.pdf


Fonte: n/a

Avaliação somativa – Parte 3

QUAL A MEDIDA DA SUA AVALIAÇÃO?
Construindo um Portfólio de avaliação no ensino de ciências.
Lucilene Aparecida e Lima do Nascimento

O foco desse estudo é apresentar o Portfólio de Avaliação como instrumento avaliativo integrado à prática de ensino e como uma ferramenta útil ao processo ensino-aprendizagem, em especial no Ensino de Ciências. Inicialmente o estudo se concentrou numa abordagem bibliográfica sobre Avaliação e teve como propósito compreender a concepção e prática de avaliação que os professores lançam mão durante suas aulas nas disciplinas de Ciências. Para tanto, foi necessário conduzir através de revisão crítica da literatura, as discussões sobre o tema, para afinar o entendimento do leitor à realidade avaliativa do Brasil. Ao longo do trabalho é apresentada uma aproximação do conceito de Portfólio à proposta construtivista que busca superar a cultura avaliativa tradicional. Essa concepção de avaliação integrada à prática de ensino a partir do Portfólio foi assumida neste estudo de acordo com o referencial de análise segundo Hadji (2001) e Hernandez (2000). A pesquisa de campo desenvolveu-se no âmbito de duas escolas públicas estaduais no Rio de Janeiro, onde alunos elaboraram seus portfólios de avaliação a partir de atividades pedagógicas diversas. Em uma das escolas buscou-se desenvolver o entendimento sobre avaliação nas aulas com turmas do 3º ano do Curso Normal em nível Médio, sendo os alunos normalistas – futuros professores – os sujeitos dessa pesquisa. Na outra escola, os sujeitos foram alunos matriculados no Ensino Médio Regular, participantes voluntários de um projeto financiado pela CAPES (Projeto Novos Talentos – Edital 055/2012) denominado “Experimentando Ciências na Sala de Aula”. Assumidos do víeis metodológico da pesquisa-ação em ambos os espaços e submetidos a uma abordagem qualitativa na análise dos dados, foi possível evidenciar que a marca da avaliação tradicional ainda se encontra presente nos discursos e práticas das aulas de Ciências. O percurso investigativo constatou a existência de um nó na avaliação do Ensino de Ciências e a necessidade de despertar a conscientização, reflexão e ação dos professores e pesquisadores da área com a finalidade de combater a deformação e/ou conformação que envolve as práticas pedagógicas docentes. Salienta-se que a natureza dinâmica e interativa da pesquisa contribuiu não só para promover a reflexão sobre o tema, mas também para estruturar o produto educativo desta dissertação que é um Portfólio de Avaliação no Ensino de Ciências como um guia voltado para a prática avaliativa dos docentes da área de Ciências, uma vez que conclui-se que a utilização do Portfólio como instrumento de avaliação ainda é considerada uma novidade pedagógica, mas pode e deve ser visto como uma estratégia de ensino e avaliação em Ciências, pois se mostrou possível e bem sucedido quanto à sua implementação.

Disponível em: https://portal.ifrj.edu.br/sites/default/files/IFRJ/Cursos%20Pós-Graduação/propecmp/dissertacao/2015/dissert_lucilene_aparecida_e_lima_do_nascimento.pdf


Fonte: n/a

Processos de avaliação: material complementar – Parte 3

Visando atingir os seus objetivos de forma eficaz, eficiente e efetiva, o DECEx criou o seu Portal de Educação, como um espaço virtual destinado a desenvolver e aperfeiçoar a Educação Militar, com base na consecução do Objetivo Estratégico do Exército nº 12 “Implantar um Novo Sistema de Educação e Cultura” e a Estratégia “Atualização do Sistema de Educação e Cultura”; ambos constantes do Planejamento Estratégico do Exército (PEEx).

O Portal de Educação destina-se, então, à expansão da Educação a Distância no âmbito do Exército Brasileiro, à implementação de programas de capacitação dos agentes de ensino e ao desenvolvimento da cultura da transformação e da inovação nos estabelecimentos de ensino das Linhas de Ensino Militar Bélico, Saúde e Complementar.

Além disso, o Portal de Educação possibilita a consecução das ordens contidas na Diretriz de Educação e Cultura do Exército Brasileiro 2016-2022, contribuindo para o aperfeiçoamento dos processos de capacitação e formação continuadas, desenvolvimento da Educação do Profissional Militar da Era do Conhecimento, a disseminação das práticas pedagógicas eficazes e inovadoras, devidamente contextualizadas, e para o estímulo à construção da mentalidade de inovação, com emprego da tecnologia integrada à educação.

O contexto do Portal de Educação concebe um espaço virtual de grande relevância para o incremento e aperfeiçoamento da educação formal institucional e da viabilização da educação não-formal.

Por educação formal, entende-se como sendo um processo sistematizado e conduzido pelos diversos estabelecimentos de ensino e organizações militares com encargos de ensino, pertencentes ao Sistema de Ensino do Exército (SEE), com o propósito de desenvolver competências que contemplem a aprendizagem de conteúdos, habilidades e valores. A plataforma e o ambiente virtual de aprendizagem (EBAula) especificamente planejada para este fim, disponibilizam cursos, tanto na modalidade a distância, como semipresencial.

Não menos importante, a educação não-formal caracteriza um processo intencional e flexível desenvolvido em espaços diferentes dos estabelecimentos de ensino e das organizações militares com encargos de ensino. Assim, a Educação Militar não formal, oferecida por meio do Portal, insere-se no processo de formação continuada dos agentes diretos e indiretos de ensino –oportunidade de atualização profissional e pessoal.

Por fim, é importante destacar também o papel informativo do Portal de Educação, por meio da disponibilização de conteúdos, incorporados às explicações e informações sobre a Educação Militar, sem maior detalhamento.

Disponível em: http://www.portaldeeducacao.eb.mil.br/

Processos de avaliação: material complementar – Parte 1

Eu fiquei hesitante em postar os acessos abaixo. O material é bom e pertence ao governo de Minas Gerais. Porém, a página quase sempre está fora do ar. E mudam o  endereço de acesso constantemente… De qualquer modo, a quem por aqui passar, procure o ‘‘Centro de referência virtual do professor” do governo de Minas Gerais. Se estiver disponível, vale a pena salvar em seu PC as páginas em que tiver interesse.

Dois endereços possíveis do portal seguem abaixo:

http://crv.educacao.mg.gov.br/

http://www2.educacao.mg.gov.br/leis/service/1581-centro-de-referencia-virtual-do-professor-crv

Desafios da avaliação – Parte 5

LUCKESI, C. L. Avaliação da Aprendizagem Escolar– estudos e proposições. São Paulo: Cortez, 2011.

(Observação: destaque para a Parte IV: Planejar, Executar e Avaliar – condições de sucesso na aprendizagem escolar – p. 121– 188.)

Disponível em: http://www.derita.com.br/antigo/comunicados_2013/anexo_255_avaliacao_da_aprendezagem_escolar.pdf


Fonte: n/a

Ensino, avaliação e aprendizagem: material complementar

EDUCAÇÃO: UM TESOURO A DESCOBRIR
Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI

A Educação ou a utopia necessária

Ante os múltiplos desafios do futuro, a educação surge como um trunfo indispensável à humanidade na sua construção dos ideais da paz, da liberdade e da justiça social. Ao terminar os seus trabalhos a Comissão faz, pois, questão de afirmar a sua fé no papel essencial da educação no desenvolvimento contínuo, tanto das pessoas como das sociedades. Não como um “remédio milagroso”, não como um “abre-te sésamo” de um mundo que atingiu a realização de todos os seus ideais mas, entre outros caminhos e para além deles, como uma via que conduza a um desenvolvimento humano mais harmonioso, mais autêntico, de modo a fazer recuar a pobreza, a exclusão social, as incompreensões, as opressões, as guerras…

Através de análises, reflexões e propostas, a Comissão deseja partilhar esta convicção com o maior número de pessoas, numa altura em que as políticas educativas enfrentam fortes críticas, ou são relegadas, por razões econômicas e financeiras, para a última ordem de prioridades.

É evidente, nem seria necessário recordá-lo, que a Comissão pensou, antes de mais nada, nas crianças e nos adolescentes, naqueles que amanhã receberão o testemunho das mãos dos adultos, os quais tendem a concentrar-se demasiado sobre os seus próprios problemas. A educação é, também, um grito de amor à infância e à juventude, que devemos acolher nas nossas sociedades, dando-lhes o espaço que lhes cabe no sistema educativo, sem dúvida, mas também na família, na comunidade de base, na nação. Este dever elementar deve ser constantemente recordado, para cada vez mais ser tido em conta, quando das opções políticas, econômicas e financeiras. Parafraseando o poeta, a criança é o futuro do homem.

No final de um século tão marcado, quer pela agitação e pela violência, quer pelos progressos econômicos e científicos — estes, aliás, desigualmente repartidos —, no alvorecer de um novo século cuja aproximação nos deixa indecisos entre a angústia e a esperança, impõe-se que todos os responsáveis prestem atenção às finalidades e aos meios da educação. A Comissão considera as políticas educativas um processo permanente de enriquecimento dos conhecimentos, do saber-fazer, mas também e talvez em primeiro lugar, como uma via privilegiada de construção da própria pessoa, das relações entre indivíduos, grupos e nações.

Aceitando o mandato que lhes foi confiado, os membros da Comissão adotaram, explicitamente, esta perspectiva e pretenderam sublinhar, como argumento favorável, o papel central da UNESCO, na linha das idéias que presidiram a sua fundação e que assentam na esperança de um mundo melhor, em que se respeitem os Direitos do Homem, se pratique a compreensão mútua, em que os progressos no conhecimento sirvam de instrumentos, não de distinção, mas de promoção do gênero humano.

Ultrapassar o obstáculo da extraordinária diversidade de situações no mundo, conseguir análises válidas para todos, e obter conclusões igualmente aceitáveis por todos, tornou-se para a Comissão uma tarefa, sem dúvida, impossível. Contudo, a Comissão esforçou-se por elaborar os seus raciocínios num quadro prospectivo dominado pela globalização por selecionar as questões importantes e que se colocam em qualquer parte do mundo, e por traçar algumas orientações válidas, tanto em nível nacional como mundial.

Disponível em:

DELORS, J. ET AL. Educação: um tesouro a descobrir – Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre a Educação para o Século XXI. Brasília/São Paulo: UNESCO/Cortez, 1996.
http://ftp.infoeuropa.eurocid.pt/database/000046001-000047000/000046258.pdf

Segundo espelho:

http://unesdoc.unesco.org/images/0010/001095/109590por.pdf

Metodologia em ação (estágio) – Parte 2

Aulas práticas e estágios ajudam a preparar os jovens para o mercado de trabalho. Globo Educação.

Disponível em:

http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-educacao/v/aulas-praticas-e-estagios-ajudam-a-preparar-os-jovens-para-o-mercado-de-trabalho/2774858/


 

Metodologia em ação (visita) – Parte 2

Parlamento Jovem de Minas realiza visita técnica em Juiz de Fora.

Disponível em:

http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/mgtv-2edicao/videos/v/parlamento-jovem-de-minas-realiza-visita-tecnica-em-juiz-de-fora/2576733/


Essa é aquela da vez em que encontrei dados satânicos na Globo. huehue :

https://wp.me/p2kFr3-rU