Processos de avaliação: material complementar – Parte 1

Eu fiquei hesitante em postar os acessos abaixo. O material é bom e pertence ao governo de Minas Gerais. Porém, a página quase sempre está fora do ar. E mudam o  endereço de acesso constantemente… De qualquer modo, a quem por aqui passar, procure o ‘‘Centro de referência virtual do professor” do governo de Minas Gerais. Se estiver disponível, vale a pena salvar em seu PC as páginas em que tiver interesse.

Dois endereços possíveis do portal seguem abaixo:

http://crv.educacao.mg.gov.br/

http://www2.educacao.mg.gov.br/leis/service/1581-centro-de-referencia-virtual-do-professor-crv

Anúncios

Desafios da avaliação – Parte 5

LUCKESI, C. L. Avaliação da Aprendizagem Escolar– estudos e proposições. São Paulo: Cortez, 2011.

(Observação: destaque para a Parte IV: Planejar, Executar e Avaliar – condições de sucesso na aprendizagem escolar – p. 121– 188.)

Disponível em: http://www.derita.com.br/antigo/comunicados_2013/anexo_255_avaliacao_da_aprendezagem_escolar.pdf


Fonte: n/a

Ensino, avaliação e aprendizagem: material complementar

EDUCAÇÃO: UM TESOURO A DESCOBRIR
Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI

A Educação ou a utopia necessária

Ante os múltiplos desafios do futuro, a educação surge como um trunfo indispensável à humanidade na sua construção dos ideais da paz, da liberdade e da justiça social. Ao terminar os seus trabalhos a Comissão faz, pois, questão de afirmar a sua fé no papel essencial da educação no desenvolvimento contínuo, tanto das pessoas como das sociedades. Não como um “remédio milagroso”, não como um “abre-te sésamo” de um mundo que atingiu a realização de todos os seus ideais mas, entre outros caminhos e para além deles, como uma via que conduza a um desenvolvimento humano mais harmonioso, mais autêntico, de modo a fazer recuar a pobreza, a exclusão social, as incompreensões, as opressões, as guerras…

Através de análises, reflexões e propostas, a Comissão deseja partilhar esta convicção com o maior número de pessoas, numa altura em que as políticas educativas enfrentam fortes críticas, ou são relegadas, por razões econômicas e financeiras, para a última ordem de prioridades.

É evidente, nem seria necessário recordá-lo, que a Comissão pensou, antes de mais nada, nas crianças e nos adolescentes, naqueles que amanhã receberão o testemunho das mãos dos adultos, os quais tendem a concentrar-se demasiado sobre os seus próprios problemas. A educação é, também, um grito de amor à infância e à juventude, que devemos acolher nas nossas sociedades, dando-lhes o espaço que lhes cabe no sistema educativo, sem dúvida, mas também na família, na comunidade de base, na nação. Este dever elementar deve ser constantemente recordado, para cada vez mais ser tido em conta, quando das opções políticas, econômicas e financeiras. Parafraseando o poeta, a criança é o futuro do homem.

No final de um século tão marcado, quer pela agitação e pela violência, quer pelos progressos econômicos e científicos — estes, aliás, desigualmente repartidos —, no alvorecer de um novo século cuja aproximação nos deixa indecisos entre a angústia e a esperança, impõe-se que todos os responsáveis prestem atenção às finalidades e aos meios da educação. A Comissão considera as políticas educativas um processo permanente de enriquecimento dos conhecimentos, do saber-fazer, mas também e talvez em primeiro lugar, como uma via privilegiada de construção da própria pessoa, das relações entre indivíduos, grupos e nações.

Aceitando o mandato que lhes foi confiado, os membros da Comissão adotaram, explicitamente, esta perspectiva e pretenderam sublinhar, como argumento favorável, o papel central da UNESCO, na linha das idéias que presidiram a sua fundação e que assentam na esperança de um mundo melhor, em que se respeitem os Direitos do Homem, se pratique a compreensão mútua, em que os progressos no conhecimento sirvam de instrumentos, não de distinção, mas de promoção do gênero humano.

Ultrapassar o obstáculo da extraordinária diversidade de situações no mundo, conseguir análises válidas para todos, e obter conclusões igualmente aceitáveis por todos, tornou-se para a Comissão uma tarefa, sem dúvida, impossível. Contudo, a Comissão esforçou-se por elaborar os seus raciocínios num quadro prospectivo dominado pela globalização por selecionar as questões importantes e que se colocam em qualquer parte do mundo, e por traçar algumas orientações válidas, tanto em nível nacional como mundial.

Disponível em:

DELORS, J. ET AL. Educação: um tesouro a descobrir – Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre a Educação para o Século XXI. Brasília/São Paulo: UNESCO/Cortez, 1996.
http://ftp.infoeuropa.eurocid.pt/database/000046001-000047000/000046258.pdf

Segundo espelho:

http://unesdoc.unesco.org/images/0010/001095/109590por.pdf

Metodologia em ação (estágio) – Parte 2

Aulas práticas e estágios ajudam a preparar os jovens para o mercado de trabalho. Globo Educação.

Disponível em:

http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-educacao/v/aulas-praticas-e-estagios-ajudam-a-preparar-os-jovens-para-o-mercado-de-trabalho/2774858/


 

Metodologia em ação (visita) – Parte 2

Parlamento Jovem de Minas realiza visita técnica em Juiz de Fora.

Disponível em:

http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/mgtv-2edicao/videos/v/parlamento-jovem-de-minas-realiza-visita-tecnica-em-juiz-de-fora/2576733/


Essa é aquela da vez em que encontrei dados satânicos na Globo. huehue :

https://wp.me/p2kFr3-rU

 

Outras linguagens potencializando a aprendizagem na Educação Superior – Parte 3

A Integração das Tecnologias de Informação e Comunicação ao Currículo
ALMEIDA, B. A Integração das Tecnologias de Informação e Comunicação ao Currículo. Podomatic.

Disponível em: http://webcurriculo.podomatic.com/entry/2008-09-25T06_23_03-07_00


Fonte: n/a

Projetos educacionais: material complementar – Parte 8

METODOLOGIAS ATIVAS
Aprendizagem Baseada em Projeto
Material desenvolvido pelo Núcleo de Práticas Pedagógicas ESPM

Disponível em: https://docplayer.com.br/11383171-Metodologias-ativas-aprendizagem-baseada-em-projeto-material-desenvolvido-pelo-nucleo-de-praticas-pedagogicas.html


Fonte: n/a

Pedagogia de projetos – Parte 3

”Os críticos da Escola Nova acusaram o movimento de abrir mão dos conteúdos tradicionais e de não exigir nada dos alunos, aceitando apenas a sua espontaneidade.”

http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_Nova


Sim, sou crítico aos, assim chamados (como eu mesmo chamei), ”sistemas contemporâneos de ensino”. Em anexo, segue o projeto de meu TCC, que nunca saiu da fase de projeto. Talvez um dia debruce-me sobre ele mais uma vez e elabore a questão com mais afinco… TCCI_-_Pre-projeto

Além da ruptura entre o ensino tradicional e o ensino contemporâneo, que considero prejudicial à continuidade educacional do aprendente adulto, conforme expus no texto, aqui afirmo também que a aplicação de tais diretrizes no ensino básico é prejudicial à formação dos jovens.

A pedagogia freireana, sob meu ponto de vista, é um instrumento de projeção de idéias marxistas, e esses sistemas contemporâneos, lamentavelmente, a despeito do valor intrínseco das técnicas de ensino em que se baseiam, são contaminados por tal ideologia ou abrem espaço para doutrinação marxista em lugar de ensino de conteúdos didáticos.

Sou favorável sim ao uso das técnicas contemporâneas em conjunto com o ensino tradicional. Mas as considero ferramentas de ensino e não um objetivo em si mesmas.

O uso de projetos na educação – Parte 2

WBS Tool

WBS Tool é um programa livre via rede para construção de Estruturas de Projetos de Trabalho, quadros, organogramas e outros tipos de hierarquias. A ferramenta funciona em qualquer navegador com Adobe Flash instalado.

Disponível em: http://www.wbstool.com/index.php


Fonte: n/a