A docência no Ensino Superior – Parte 1

Educação: Pluralidade, Ética e Competência na formação profissionalizante continuada dos educadores

Mônica Heloisa Braga Vasques
Fabíola Cristina M. Caovilla Palipério

Diante das crises evidentes que o mundo moderno vem demonstrando neste início de século, em todos os âmbitos do saber e do fazer humanos, notadamente no da Educação atingindo conceitos de autonomia, emancipação e liberdade, cumpre-nos, mais uma vez, repensarmos e refletirmos sobre as novas competências para ensinar, novos entendimentos sobre ensinar e aprender,aprender a aprender e como apreender as novas formas de relação entre a ética e o agir pedagógico.

Texto completo: Educação Pluralidade, Ética e Competência


Fonte: http://www.hottopos.com/vdletras7/monica.htm

Uma breve crítica à Academia.

E mais uma vez deparo-me com a Academia e sua estupidez.

Em tendo o dom natural para o magistério, e desejando bem preparar-me para seu ofício, obtendo conhecimento teórico e metodológico, tão como refletindo sobre o ensino e a aprendizagem em si, resolvi fazer especialização em Docência. O motivo de escolher Docência em lugar de Pedagogia/Licenciatura é minha inépcia em lidar com o caos que ora se apresenta no Ensino Médio e na Educação pública em geral de nossa estimada nação.

Em meu curso de docência, verifico que muito do que eu proponho como prática andragógica possui sim fundamentos. Postura essa em grande parte derivada de minha própria experiência enquanto estudante. Com vistas à obtenção do grau, cogitei escrever sobre as críticas que freqüentemente faço acerca do Ensino Superior no Brasil.

Afirmo que as más práticas magisteriais no Ensino Superior se devem a problemas estruturais de grande escala, como a “fábrica de diplomas”; o despreparo ou a inaptidão vocacional dos docentes, cujo único pré-requisito é a titulação; a “síndrome do barranco”, em que o professor público fica “encostado” no cargo, sabendo que não vai perdê-lo, e não faz nada; ou as “panelinhas” de doutores que regozijam sobre os próprios títulos, controlam feudalmente as concessões de bolsas (eles suseranos; bolsistas, vassalos) e, muitas vezes, possuem capacidade intelectual duvidosa; todos assuntos sobre os quais já escrevi anteriormente.

Segundo as regras da Academia, não é possível escrever sobre um amplo tema, tendo que delimitá-lo, cerceá-lo, cortá-lo, recortá-lo até que se torne tão específico quanto possível. Assim é a Academia e sua cientificidade. Eu compreendo a necessidade de que os artigos sejam delimitados, pois sua produção visa alimentar de forma padronizada o acervo informacional da própria comunidade científica. Entretanto uma coisa é pesquisar sobre a condutibilidade elétrica do grafeno no zero absoluto em campos gravitacionais extremos, outra coisa é falar de Filosofia.

Se a Filosofia for cerceada, ela deixa de ser Filosofia. Críticas¹, enquanto posições de pensadores, podem se formar empiricamente. Ainda que isso não constitua uma defesa, pois defesa exige argumento, é válido, pois convida a pensar e refletir.

Ainda segundo essas regras, para que eu possa fundamentar essa crítica, que aos meus olhos e possivelmente aos olhos vistos de muitos é evidente, faz-se necessária uma ampla e extensiva pesquisa de dados estatísticos, o que demanda tempo e recursos de que ora não disponho. E sem a produção de provas que fundamentem minha crítica, ela não se torna uma defesa, logo inviabiliza a produção de um artigo científico acerca do tema delimitado.

Descartando esse tema, cogitei em seguida dissertar sobre a discrepância entre as exigências andragógicas contemporâneas do Ensino Superior e a formação pedagógica de jovens estudantes em um sistema tradicional no Ensino Médio, ou seja, questionar o choque didático que o aluno sofre ao sair de um sistema de ensino em que a padronização exige dele submissão e condicionamento ao modelo para outro sistema de ensino que lhe exige protagonismo, pró-atividade, independência e auto-regulação.

E novamente deparo-me com as exigências da Academia. Pois tu, caríssimo aluno de humanas, és incapaz de pensar por conta própria ou criar algo do zero, logo, precisas de referências de outros autores, pessoas que possivelmente escreveram qualquer coisa só para colar grau ou ter o número de artigos exigidos, esses sim com competência para fundamentar o TEU trabalho.

E sinto-me constrangido a novamente citar fontes que não usarei, apenas para cumprir a formalidade de ter referências em meu trabalho. Mais uma vez restritamente restrito, opto mais uma vez a mais uma vez restringir-me restritivamente ao material fornecido pelos próprios professores e a temas previamente debatidos em aula. Minha monografia do 3º grau foi assim, dissertando sobre um recorte temático de um dos cursos da própria graduação².

Sugiro, portanto, a todos os alunos de graduação e educação continuada, que procurem mais informações sobre como publicar independentemente da academia. Paralelamente ao trabalho acadêmico, é possível produzir com liberdade e expressar-se autenticamente (Valeu Gilmar! |:^D)³, sem ter de cumprir os compromisso exigidos por uma comunidade por um lado acorrentada em suas próprias engrenagens, e por outro lado infectada por ranços e brios de um orgulho vazio.

1 Escreverei no futuro minha conceituação dos 5 tipos de críticas.
2 Ter saído de “O Pequeno Príncipe” para “O Príncipe” foi inefável…
3 SANTOS, G. N. dos. Liberdade e individualismo no pensamento de J. S. Mill. Rio de Janeiro, 2015.

Fernando Reis Interview: The Strongest Weightlifter in the Americas

Fernando Reis Interview: The Strongest Weightlifter in the Americas

Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 4

Indicadores de instituições e cursos

Acesso: http://portal.mec.gov.br/ultimas-noticias/212-educacao-superior-1690610854/17246-indicadores-de-instituicoes-e-cursos-estao-disponiveis

We are spiritual beings with infinite capabilities.

Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 3

INOVAÇÃO CURRICULAR NO ENSINO SUPERIOR
Marcos Tarciso Masetto

Resumo

Este artigo procura debater a questão da Inovação Curricular aplicada ao Ensino Superior. Nosso objetivo é esclarecer o conceito de inovação, em geral usado numa polissemia de significados que se estendem de simples modismos a alterações profundas nos cursos de graduação. O uso equívoco do termo tem trazido muita confusão nas discussões das modificações no ensino superior, o que merece um estudo para que se conceitue melhor este termo “Inovação”. Nossa metodologia de pesquisa partiu da identificação de projetos de ensino superior que defendiam metas amplas e educacionais para a formação de seus profissionais e propunham diferenças significativas em suas organizações curriculares. Analisando-os e comparando com concepções de currículo e inovação educacional chegamos a elucidar a questão proposta. Como resultado, tivemos oportunidade de oferecer ao debate de nossos leitores uma concepção de inovação curricular como sendo a característica fundamental para se pensar, propor e implantar uma inovação nos cursos de raduação do ensino superior.

Texto completo: Inovação Curricular no Ensino Superior_Marcos Masetto


Fonte: http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/view/6852

Mensagem nº 340

“O esquecimento completo e absoluto das ofensas é peculiar às grandes almas; o rancor é sempre sinal de baixeza e de inferioridade. Não olvideis que o verdadeiro perdão se reconhece muito mais pelos atos do que pelas palavras.”

In: O evangelho segundo o espiritismo, 1864
Org. Hippolyte Léon Denizard Rivail

Conforme original:

“L’oubli complet et absolu des offenses est le propre des grandes âmes ; la rancune est toujours un signe d’abaissement et d’infériorité. N’oubliez pas que le vrai pardon se reconnaît aux actes bien plus qu’aux paroles.”

In: L’Évangile Selon le Spiritisme, 1864
Org. Hippolyte Léon Denizard Rivail

Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 2

ENSINO: As abordagens do processo
Maria da Graça Nicoletti Mizukami

O Conhecimento humano, dependendo dos diferentes referencias, é explicado diversamente em sua gênese e desenvolvimento, o que condiciona conceitos diversos de homem, mundo, cultura, sociedade, educação, etc. Dentro de um mesmo referencial, é possível haver abordagens diversas, tendo em comum apenas os diferentes primados: ora do objeto, ora do sujeito, ora da interação de
ambos.

Diferentes posicionamentos pessoais deveriam derivar diferentes arranjos de situações ensino-aprendizagem e diferentes ações educativas em sala de aula, partindo-se do pressuposto de que a ação educativa exercida por professores em situações planejadas de ensino-aprendizagem é sempre intencional. Subjacente a esta ação, estaria presente – implícita ou explicitamente, de forma articulada ou não – um referencial teórico que compreendesse conceitos de homem, mundo, sociedade, cultura, conhecimento, etc…

O estudo acerca das diferentes linhas pedagógicas, tendências ou abordagens, no ensino brasileiro podem fornecer diretrizes à ação docente, mesmo considerando que a elaboração que cada professor faz delas é individual e intransferível.

Texto completo: ABORDAGENS-DO-PROCESSO


Fonte: http://nead.uesc.br/arquivos/Biologia/mod4bloco4/ep4/ABORDAGENS-DO-PROCESSO.pdf

Acabou o whey?

Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 1

INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS
Luiz Carlos Panisset Travassos

Faz-se necessário uma visão do pensamento humano mais ampla e mais abrangente daquelas aceitas pelos estudos cognitivos tradicionais, sendo inegável a influência da Teoria de Jean Piaget que vê todo pensamento humano como uma luta pelo ideal do pensamento científico.Tomamos a decisão de escrever o presente artigo a respeito das “Inteligências Múltiplas”, para enfatizar um número desconhecido de capacidades humanas diferenciadas, variando desde a inteligência musical até a inteligência envolvida no entendimento de si mesmo e as implicações educacionais de tais descobertas.

Apresentaremos um background da teoria, definindo “inteligência”, métodos de pesquisa, com uma visão da paisagem cognitiva, relacionando inteligência à criatividade, ao gênio, à prodigiosidade, à perícia e outras realizações mentais desejáveis.Uma consideração séria de ampla variedade de inteligências humanas que conduzem a uma nova visão de educação, sendo que a melhor maneira de compreender cada inteligência é concebendoas como interrelacionadas, com possibilidade de existência de diferentes perfis intelectuais em diferentes grupos; resgatando portanto um novo papel para o educador.

Texto completo: 50010205


Fonte: http://www.redalyc.org/pdf/500/50010205.pdf
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228
Volume 1 – Número 2 – 2001