Prática docente em ambiente EAD: material complementar – Parte 1

O USO DO FÓRUM NA EAD:
contribuições pedagógicas
Sarah Karine da Silva Duarte

O propósito desta pesquisa é compreender como a ferramenta fórum pode contribuir no processo de ensino e de aprendizagem em cursos na modalidade a distância. Buscou-se analisar os papéis do professor, enquanto mediador pedagógico, e do aluno, sujeito da sua própria aprendizagem, neste espaço de interação que o fórum propicia. Além disso, procurou-se identificar as características e possibilidades desta ferramenta, sugerindo-se alternativas relevantes de utilização do fórum na Educação a Distância (EAD). O percurso metodológico adotado, de caráter qualitativo e exploratório, desenvolveu-se através de uma pesquisa de campo junto a alunos e professores que fizeram uso do fórum em cursos na modalidade a distância de uma mesma instituição de ensino superior que atua em EAD. O levantamento de dados se deu através de questionários semi-estruturados, cuja análise e interpretação foram realizadas com base na Análise Textual Discursiva, de Moraes e Galiazzi (2007). Nas condições em que a EAD se desenvolve, a interatividade, possibilitada pelas ferramentas de comunicação, adquire fundamental relevância para a transformação das práticas educacionais. Nesse sentido, a análise dos dados mostra que o fórum pode representar na virtualidade a sala de aula presencial à medida que oportuniza a relação pedagógica entre os participantes do curso on-line. Ao interagir no fórum com o objetivo de construir o conhecimento, ou mesmo uma Comunidade Virtual de Aprendizagem, é necessário que aluno e professor assumam novos papéis no processo de ensino e de aprendizagem.

Texto completo: 7885-27370-1-PB7885-27370-1-PB


Fonte: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/graduacao/article/view/7885

Competências para a docência on-line – Parte 1

COMPETÊNCIAS PARA A DOCÊNCIA ONLINE: IMPLICAÇÕES PARA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE PROFESSORES-TUTORES DO FGV ONLINE
Edméa Oliveira dos Santos
Leonel Tractenberg
Máira Pereira

Este artigo discute o conceito de competência, tratado como combinação de conhecimentos, de saber-fazer, de experiências e comportamentos que se exerce em um contexto preciso, situando-o no caso FGV Online – programa de ensino a distância da Fundação Getúlio Vargas. A identificação de gaps de competências na cena da educação online, no caso estudado, contribui para refletir sobre as ações para formação inicial e continuada dos professores tutores desse programa.

Texto completo: 149tcb4


Fonte: http://www.abed.org.br/congresso2005/por/pdf/149tcb4.pdf

A importância dos super-heróis na contemporaneidade.

É inegável a presença das histórias em quadrinhos na cultura contemporânea. Elas fazem parte da formação de crianças e jovens em boa parte do mundo. Introdução ao gosto pela leitura, leveza e entretenimento. Estes dois trechos que selecionei nos vídeos abaixo trazem uma reflexão sobre a influência de personagens fictícios sobre a construção da moral no público infanto-juvenil.

Também é um alerta sobre a responsabilidade dos roteiristas frente aos jovens. As conseqüências e os impactos das histórias que criam contribuem em muito para moldar a perspectiva de seus leitores quanto ao mundo real. O mundo fantástico e colorido é atraente, e também é uma lente através da qual se pode ver melhor ou deturpar a realidade.

Quando criadores de conteúdo com tamanho alcance são cooptados a promover narrativas ideológicas deletérias à formação moral da juventude, os estragos são difíceis de reparar. Afinal, não são os heróis (super ou não) os modelos a seguir?

“Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades…”
(Que originalmente foi dita por um político estadunidense… Mas esta é uma outra história! |:^D)

A religião dos super-heróis

A ideologia dos Super heróis


Ah, sim… A seguir, uma das cenas da minha infância:

A Injustiça Nunca se Torna Justiça – Mestre Ancião [HD]

Formação do professor para a prática em EAD – Parte 1

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR NA MODALIDADE À DISTÂNCIA:
(des)construindo metanarrativas e metáforas
Oreste Preti

A discussão sobre a formação do professor ganha novos contornos, hoje, ao ser associada à modalidade de educação a distância. Por quê? Inicialmente, nos propomos analisar práticas discursivas hegemônicas de mudanças na ação pedagógica e de (re)significação da mesma em relação à formação do professor, ao gerenciamento da escola e ao uso das novas tecnologias. Neste movimento inserem-se as propostas de formação e treinamento a distância, em expansão acelerada a partir do final da década de 90. O que nos propomos, num segundo momento, é analisar, no percurso da experiência do Núcleo de Educação Aberta e a Distância (Nead) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na formação de professores, algumas “práticas” consideradas como explicativas da sua consolidação, no sentido de (res)significarmos discursos sobre a formação do professor.

Texto completo: 915-973-1-PB


Fonte: http://rbep.inep.gov.br/index.php/rbep/article/view/915/890

Plano de aula e a prática docente em EAD – Parte 1

AVALIAÇÃO NA EAD: ESTAMOS PREPARADOS PARA AVALIAR?
Enilton Ferreira Rocha

Este artigo contextualiza a avaliação formal e apresenta um paralelo entre esse sistema e a avaliação na EaD, destacando as singularidades desse novo modelo educacional, que configuram as dificuldades em avaliar a aprendizagem em processo de ensino mediado tecnologicamente. Discute a necessidade de revisão de conceitos e concepções sedimentados, na busca de alternativas que se ajustem aos pressupostos teóricos de aprender e ensinar a distância. Convida o leitor para a reflexão sobre as novas dimensões da avaliação na educação a distância, com destaque para a importância das metodologias ativas e os pressupostos andragógicos no processo de revisão de conceitos, políticas e procedimentos que se aproximem das particularidades da educação a distância.

Texto completo: Avaliacao_na_EaD_Enilton_Rocha


Fonte: http://www.abed.org.br/arquivos/Avaliacao_na_EaD_Enilton_Rocha.pdf

Interatividade em EAD – Parte 3

TECNOLOGIA EDUCACIONAL
Associação Brasileira de Tecnologia EducacionalEsta revista publicada originalmente em 2013 é composta dos seguintes arquivos que podem ser úteis em seus estudos sobre EAD:

  • APLICANDO ESTRATÉGIAS FUNDAMENTADAS PARA PROJETAR E SEQUENCIAR INTERAÇÕES EM E-LEARNING
  • FORMAÇÃO EM SERVIÇO DE GESTORES ESCOLARES À DISTÂNCIA: A EXPERIÊNCIA NA UFRJ
  • REVISÃO DO MODELO DE ATSUSI HIRUMI PARA O DESIGN DE INTERAÇÕES EM E-LEARNING
  • DISCIPLINAS VIRTUAIS – UMA EXPERIÊNCIA EM CONSTRUÇÃO
  • EMPREENDEDORISMO E EDUCAÇÃO – UM ELO VITAL
  • TECNOLOGIA E A BUSCA DO SENTIDO

Disponível em: http://www.academia.edu/3764280/Revista_abt_2013_artigo_p_62

Por que a beleza importa? – Roger Scruton

Why Beauty Matters? (Por que a beleza importa?) Roger Scruton

Produzido pela BBC, este programa apresenta o filósofo Roger Scruton num provocante ensaio sobre a importância da beleza nas artes e nas nossas vidas.
Scruton argumenta que no século XX, a arte, a arquitectura e a música viraram as costas à beleza, fazendo um culto à fealdade e levando-nos a um deserto espiritual.
Usando o pensamento de importantes filósofos, Platão e Kant, e conversando com os artistas Michael Craig-Martin e Alexander Stoddart, Scruton analisa onde a arte correu mal e apresenta sua apaixonada proposta para restaurar a beleza à sua posição tradicional no centro da nossa civilização.

Interatividade em EAD – Parte 2

A INTERAÇÃO EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: MOTIVAÇÕES E INTERESSES DOS ALUNOS
Ana Luisa Mülbert
Ariane Girondi
Alice T. Cybis Pereira
Marina K. Nakayama

A interação em ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs) é fenômeno de substancial importância para o sucesso de programas de ensino a distância. Neste artigo, discutimos sobre as motivações de alunos para interagir por meio de AVAs. A partir dos diálogos desenvolvidos pelos alunos, foram categorizados os seguintes motivos e interesses: (a) dúvidas operacionais, de conteúdo e de avaliação, (b) iniciativas para a colaboração, (c) desejo de afiliação ao grupo, (d) manifestações de afetividade, (e) negociação e conflitos e (f) desejo de privacidade e não supervisão. Os dados coletados correspondem aos diálogos desenvolvidos entre alunos e professores, em um curso superior a distância, submetidos à análise de seu conteúdo em uma abordagem interpretativista.

Texto completo: 21972-80763-1-SM


Fonte: http://seer.ufrgs.br/renote/article/viewFile/21972/12745