Este texto é um adendo à minha série “O perigo do Islamismo no Brasil e no Mundo“. Caso você não a tenha lido anteriormente, eu tomo alguns de seus minutos para explicar alguns pontos-chave antes de prosseguir com o tema de hoje.
Eu venho há longa data denunciando o perigo que os muçulmanos representam para a sociedade ocidental, talvez em muito maior ameaça do que a China Comunista ou os sectos judaico-talmúdicos. O comunismo chinês bem como o neomarxismo pós-moderno são problemas com os quais a sociedade ocidental pode lidar por meio do amplo debate, das pressões econômicas e da evolução natural do mercado. Governos corruptos sempre houve e isso não é novidade.
Já o racismo etnocêntrico judaico fortemente amparado e instrumentalizado pelo cartel político-econômico sionista tende a perder poder no futuro conforme as atrocidades perpetradas por Israel forem sendo evidenciadas e o público finalmente vier a entender que a cultura judaica é inerentemente contrária à cultura cristã. Creio que conforme houver mais informação, menos censura e a população for mais bem educada, os argumentos evangélicos, em especial os neopentecostais, em defesa daquele Estado finalmente serão repelidos em favor de doutrinas tradicionais, como a de algumas linhas da Igreja Católica Romana.
Porém o Islamismo é um inimigo completamente diferente.
Conforme explicitei em minha série, o Islamismo não é uma religião: é uma ideologia político-teocrática absolutamente incompatível e antagônica aos valores greco-romano-cristãos ocidentais. De natureza totalitária e expansionista, tem como objetivo a conquista político-militar e imposição de um califado único sobre todos os povos do mundo. Esse regime de governo se dá por meio de uma lei própria, a Sharia, que muçulmanos pretendem impor a todos. Valores caros ao ocidente, como liberdade de expressão e de crença, ou democracia, são rejeitados em favor de uma doutrina de submissão.
Hoje esses agentes são recebidos de braços abertos pelo ocidente, enfraquecido, autocastrado e ingrato por todos os esforços de séculos de combate cristão. O pernicioso ideário pós-guerra da segunda metade do Século XX conseguiu erodir os fundamentos da civilização ocidental. Subitamente, o nacionalismo, o amor à pátria e o valor à cultura ancestral tornaram-se motivo de polêmica social. Gerações foram educadas, ensinadas, condicionadas mesmo a acreditar que a cultura branca européia seria ruim e que não deveria ser estimada.
Ora longe dos valores cristãos tradicionais, estão permitindo o ingresso desenfreado de uma massa de imigrantes que desejam abertamente destruir a cultura ocidental para impor sua própria. Essa cultura muçulmana baseia-se na figura de seu fundador Muhammad.
Se é que realmente existiu (pois sua existência é motivo de controvérsia), Muhammad trata-se de um falso profeta, adorador de um falso deus. Conforme os próprios textos islâmicos, Muhammad era homossexual, pedófilo, racista, escravagista, torturador e belicista. E para os muçulmanos é considerado o ”exemplo perfeito de homem”, em que todos devem procurar se espelhar.
Segundo sua doutrina, seus seguidores são ensinados a mentir, a dissimular e a se infiltrar nos territórios a ser conquistados. Também são ensinados a matar e a estuprar quem não segue sua doutrina, a quem chamam de ”infiéis”. Quando em menor número, clamam por igualdade e direitos; quando em maior número, porém, as minorias não têm direito algum. Não há muçulmanos moderados. Todos os adeptos dessa ideologia ou agem conforme ou apóiam essa doutrina deletéria e repugnante.
No texto abaixo, segue um dos exemplos de como essa doutrina maligna é incompatível com o ocidente e como as vidas de animais inocentes são há séculos acometidas.
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As origens homossexuais do ódio muçulmano por cães: um falso profeta, um amante homossexual e um filhote de cachorro.
Autor: Raymond Ibrahim
14/06/2025
Tradução adaptada.
Qual é a questão com o Islã e os cães? Se você tem prestado alguma atenção, certamente já deve ter suspeitado que os muçulmanos simplesmente não gostam daquilo que é conhecido como o melhor amigo do homem. Eu já escrevi sobre esse fenômeno ao longo dos anos. Mas, caso você não saiba do que estou falando, aqui vão algumas notícias.
- Em maio de 2025, há apenas alguns dias, o proprietário muçulmano de um abrigo de resgate de cães no Reino Unido chamado Save-a-paw foi preso após os restos mortais de 37 cães mortos serem encontrados em suas instalações. Aparentemente, seu golpe consistia em receber os animais de donos que não podiam mais mantê-los, sob a promessa de que os realocaria mediante pagamento.
- Em janeiro de 2025, foi relatado que cães estavam sendo abatidos nas ruas de Marrocos, com uma estimativa de 3 milhões programados para extermínio como parte dos preparativos dessa nação muçulmana para sediar a Copa do Mundo de 2030.
- Em agosto de 2024, nas palavras do jornalista turco Uzul, a lei de massacre de cães aprovada pelo governo da Turquia em 30 de julho está provocando uma onda de crueldade por pessoas perversas no país. As municipalidades agora estão caçando e massacrando cães de rua, às vezes incluindo animais de estimação amados e cuidados, encontrados nos bairros de seus donos.
Notícias horríveis vêm não apenas das autoridades locais, mas também de cidadãos privados. Aqueles que odeiam cães estão envenenando, atirando e até decapitando cães. Alguns são enterrados vivos. Em novembro de 2022, e nas palavras de outro jornalista local, o prefeito de Hebron, uma cidade palestina, ofereceu 20 shekels a qualquer pessoa que matasse um cão em sua cidade. Palestinos foram às ruas torturando e matando dezenas de cães. O relatório é acompanhado por uma imagem do que parece ser palestinos espancando um cão com bastões. Em julho de 2022, autoridades iranianas invadiram abrigos de cães e abateram 1.700 animais que haviam sido recolhidos das ruas. Segundo o relatório, imagens comoventes mostravam uma voluntária chorando enquanto segurava os cães.
Poderíamos continuar indefinidamente com histórias semelhantes, e elas estão nos meus artigos, mas creio que você já entendeu o ponto. Em resumo, o mundo muçulmano extermina cães como se fossem pragas. A hostilidade muçulmana contra cães chegou inclusive ao Ocidente e está causando problemas. Relatos de motoristas muçulmanos de táxi e de aplicativos como Uber nos Estados Unidos, Europa, Canadá e Austrália se recusando a transportar passageiros cegos por estarem acompanhados de seus cães-guia são extremamente comuns, especialmente naquele “bastião da diversidade e do multiculturalismo”, o Reino Unido. No Reino Unido, placas proibindo a presença de cães não são incomuns em regiões com grande presença muçulmana.
Certo, então o ódio muçulmano por cães é um fenômeno bem documentado. É algo muito real. Mas de onde isso vem? Como em todas as questões relativas ao que é ou não islâmico, devemos recorrer ao fundador da religião, Maomé. Não é segredo que, de acordo com muitos hadiths autênticos (sahih), incluindo os dois mais autênticos de todos, Sahih Bukhari e Sahih Muslim, ele literalmente demonizou e ordenou a morte de cães. Nas palavras de Sahih Muslim número 1572:
“O mensageiro de Alá nos ordenou matar os cães, e cumprimos essa ordem tão rigorosamente que chegamos a matar até o cão que acompanhava uma mulher do deserto.”
Ele se refere ao cão de guarda de uma viúva idosa. Depois que esse genocídio de cães durou algum tempo — e note que isso foi antes da pólvora, o que significa que os seguidores do profeta mataram esses cães com facas, pedras, por estrangulamento, afogamento etc. — após algum tempo, Maomé revisou sua ordem e limitou as mortes apenas aos cães pretos. O hadith de Sahih Muslim continua:
“Então o mensageiro de Alá proibiu sua matança, e disse: ‘Vocês devem matar o cão totalmente preto com duas manchas acima dos olhos, pois ele é um demônio.’”
Até aqui, tudo bem. Pelo menos agora sabemos de onde vem toda a hostilidade moderna dos muçulmanos contra cães: do profeta do Islã.
Agora, o que é interessante, porém, é se colocarmos nosso chapéu de detetive e juntarmos todas as razões pelas quais Maomé odiava cães. Chamo sua atenção para a premissa A, outro hadith autêntico. Segundo ele, o anjo Gabriel marcou um encontro com Maomé. O anjo disse que o visitaria muito tarde, em uma noite específica. Maomé esperou e esperou, mas Gabriel nunca apareceu, deixando o mensageiro de Alá bastante frustrado. O hadith canônico narrado por uma das esposas de Maomé, Aisha, também está em Sahih Muslim — dependendo da versão, número 2104 ou 5244 — e diz o seguinte. Lembre-se de que é Aisha quem narra:
“Gabriel marcou um encontro com o mensageiro de Alá, mas a hora chegou e ele não veio. O profeta tinha um bastão na mão, jogou-o ao chão com frustração e disse: ‘Alá e seus mensageiros não quebram suas promessas.’ Então, olhando ao redor, viu um pequeno filhote debaixo de sua cama. ‘Aisha, quando esse cão entrou?’, exclamou. ‘Por Alá, eu não sei’, respondeu a menina assustada. Então ele ordenou que o cão fosse retirado. Em seguida, Gabriel veio. E o mensageiro de Alá disse: ‘Você me prometeu e eu esperei por você, mas não veio.’ Gabriel respondeu: ‘Foi o cão em sua casa que me impediu. Nós não entramos em uma casa que contém um cão.’”
Certo, então, de acordo com esse hadith autêntico, que os muçulmanos aceitam, Gabriel marcou um encontro com Maomé à noite. Mas, por algum motivo, a presença de um filhote impediu esse anjo poderoso de entrar na casa de Maomé. Isso, para começar, é um comportamento bastante estranho para um anjo. Na Bíblia, por exemplo, os anjos não parecem ter tanto medo de animais. Por exemplo, quando Satanás tentou Jesus no deserto por 40 dias, aprendemos que ele estava “com os animais selvagens, e os anjos o serviam” (Marcos 1:13). Tampouco a presença de rebanhos de ovelhas e outros animais considerados impuros impediu que anjos — literalmente as hostes celestiais — aparecessem e anunciassem o nascimento de Cristo em seu meio (Lucas 2:8–20). Há muitos outros exemplos, incluindo do Antigo Testamento, como o jumento de Balaão, que interage e reconhece a presença de um anjo antes do humano (Números 22:21–35). Então, o que teria assustado Gabriel a ponto de evitar um filhote debaixo da cama de Maomé? Poderia ser que o anjo temesse que o cão começasse a latir, como os cães costumam fazer, e causasse um alvoroço, acordando os vizinhos a uma hora tão imprópria? Talvez — se Gabriel não fosse Gabriel. E é aqui que a trama se complica.
Entra em cena Dihya al-Kalbi, premissa B, um companheiro próximo de Maomé e 22 anos mais jovem que ele. Não apenas fontes islâmicas antigas e hadiths enfatizam obsessivamente a beleza incomparável desse homem — “Dihya era o homem mais belo que já vi”, declarou certa vez a jovem Aisha — como também aparentemente o anjo Gabriel tinha o hábito de assumir a forma de Dihya durante seus encontros noturnos com Maomé. Soa familiar? Isso aparece claramente em vários hadiths autênticos. Assim, segundo outro hadith de Sahih Muslim, número 601, certa noite,
enquanto Maomé estava na casa de outra de suas esposas, alguém apareceu para visitá-lo tarde da noite. Ao espiar, ela disse: “Por Alá, este não é outro senão Kalbi.” [Estou citando o hadith literalmente.] Quando Maomé voltou, ela perguntou: “Ó mensageiro de Alá, quem era aquele?” Ao que Maomé respondeu: “Era Gabriel, trazendo ensinamentos da sua religião.”
Certo, então vamos juntar tudo e ler, por assim dizer, nas entrelinhas. E, por favor, tenha em mente que, assim como no caso de outras figuras mencionadas, estas não são minhas deduções ou conclusões. Estou apenas relatando o que ex-muçulmanos em várias partes do mundo árabe afirmam em suas críticas ao Islã. A alegação tem sido feita há muito tempo de que, assim como em outros casos, Maomé teria tido um relacionamento homossexual com Dihya al-Kalbi, esse homem extremamente belo. Mas, como a homossexualidade era malvista entre os árabes da época de Maomé — especialmente por alguém que afirmava ser profeta de Deus — eles teriam que se encontrar em segredo, muitas vezes à noite. Assim, teriam elaborado um plano: se alguém os visse juntos, Dihya fingiria ser Gabriel, sob a idéia de que o anjo assumia a forma daquele homem bonito ao se manifestar para encontrar Maomé. Isso levanta a questão: por que Gabriel não assumiria uma forma independente, ainda mais bela, de um homem? Por que escolher sempre a aparência já pré-existente de Dihya? É algo que faz pensar, embora também funcione como uma explicação conveniente sempre que as esposas de Maomé vissem Dihya com o ”profeta” à noite em suas casas.
De qualquer forma, agora voltemos e apliquemos todas essas informações ao importante hadith de Aisha sobre o filhote. Você se lembrará de que ela disse que Gabriel havia marcado um encontro com Maomé naquela noite. No entanto, por mais que Maomé esperasse, nenhum anjo apareceu. Olhando ao redor, visivelmente frustrado, Maomé viu um pequeno cão em sua casa, que prontamente ordenou que fosse retirado. Feito isso, Gabriel finalmente apareceu, confirmando que havia se recusado a se aproximar por causa do cão na casa. O significado, como muitos ex-muçulmanos insistem, seria claro: essa visita noturna não seria de Gabriel, mas de Dihya al-Kalbi. Ao perceber que havia um cão na casa, ele teria evitado se aproximar para que o animal não começasse a latir, criando uma cena no meio da noite e despertando os vizinhos. Quando Maomé percebeu isso, teria suspeitado que o filhote era o motivo do atraso e mandou retirá-lo. E, para evitar que esse problema se repetisse — e talvez até por raiva vingativa contra esses “animais barulhentos” — teria ordenado a matança ritual de todos os cães em Medina. Que triste pensar que, por essa razão, até hoje, quase 14 séculos depois, muçulmanos ainda odeiem e matem cães. Sem questionar, muitos aprendem que anjos não entram em casas com cães e que alguns cães, como os pretos, seriam possuídos por demônios. Assim, eles os desprezam e, como vimos, os matam.
Se você não acredita, considere as palavras de uma fatwa no respeitado site islâmico Islam Q&A:
“Devemos assegurar que os muçulmanos continuem a ter aversão aos cães, mesmo diante do que os não muçulmanos fazem e do que alguns muçulmanos adotaram de seus hábitos. E Alá sabe melhor.”
Em outras palavras: muçulmanos vivendo no Ocidente poderiam se adaptar e suavizar sua posição em relação aos cães — e, quem sabe, até começar a gostar deles? Não, diz essa fatwa: “é preciso garantir que continuem aversos aos cães”. Talvez o ponto mais triste de todos seja que, por temas como esse serem politicamente incorretos e não poderem ser reconhecidos no Ocidente, o próprio Ocidente acaba sendo cúmplice no abuso de cães.
Segundo um relatório intitulado “Os EUA gastam milhões treinando cães farejadores de bombas doados a países árabes que os maltratam”, muitos dos países que recebem esses cães altamente treinados — incluindo Bahrein, Líbano, Egito, Indonésia, Marrocos e Síria — têm histórico bem documentado de abuso e morte de cães.
Antes de encerrar, eu seria negligente se não apontasse que há ainda outra interpretação por trás da animosidade de Maomé em relação aos cães, uma ainda mais antiga e, segundo alguns, mais diabólica. De acordo com essa versão, Gabriel seria de fato um anjo, mas um anjo caído — um demônio, senão o próprio Satanás. Daí seu medo e ódio por cães, que, segundo muitas tradições ao redor do mundo — incluindo, especialmente, tradições cristãs — são capazes de perceber e latir para espíritos malignos à espreita na noite. Assim, esse ser teria possuído seu veículo Maomé para ordenar a morte dos cães e ensinar seus seguidores a fazer o mesmo. O fato de que o sobrenome de Dihya al-Kalbi, que indica sua tribo, significa literalmente “o cão”, de forma perturbadora, quase valida essa interpretação. De qualquer forma, agora você sabe de onde viria a animosidade muçulmana contra os cães.
Fonte:
The Queer Origins of Muslim Hate for Dogs: A Prophet, a Gay Lover, and a Puppy |
Raymond Ibrahim