Quais são as diferenças entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa?

A visão exclusória da Igreja Católica (boa parte de seus sacerdotes e seguidores) acerca das demais denominações cristãs fomenta uma divisão que ao meu ver é deletéria ao poder político/temporal dos cristãos. São inegáveis as conquistas e os avanços sociais influenciados pela Reforma Protestante. Também é muito importante a sobrevivência da Igreja Ortodoxa na Europa oriental, mesmo após a perseguição comunista durante a era soviética: ela continua sendo parte importante do corpus da cultura tradicional daqueles povos.

Essa visão exclusória, sobre a qual já discorri em Todos os ateus são pessoas más?, impede a unidade cristã enquanto grupo político tão somente por divergências doutrinárias, dogmáticas e ritualísticas. Nestes tempos em que forças negras congregam-se para transviar o homem ocidental, estupefaz-me ver padres católicos alimentando discórdia, menoscabando a crença de outras pessoas com discursos arrogantemente ignorantes.

Há um imenso mal tomando forma no mundo, imiscuindo-se sorrateiramente em cada canto, e, em lugar de comporem um discurso de aliança pelo bem, alimentam discórdia por mera mesquinharia. É muito mais fácil combater um grupo oponente cheio de divisões e conflitos internos. Os maus, que são muito bem unidos e organizados, viram essa fraqueza, aproveitam-se dela, e agora estão vencendo, mesmo estando em menor número.

Este deveria ser o momento para católicos, protestantes e ortodoxos unirem-se em uma coesa força política para defenderem princípios e valores que são comuns a todos. Porém, parece-me que a Igreja Católica não acompanhou a evolução política contemporânea. A Igreja Católica se corrompeu, traiu seus fiéis, abandonou seu rebanho. A Teologia da Libertação, braço comunista dentro da Igreja que o excomunga, tomou corpo, força, poder.

E em lugar de expurgar o mal de dentro de suas próprias falanges, infestadas por pedófilos e estelionatários, a Igreja  Católica preocupa-se mais em manter a máscara de imaculada representante do divino na terra em suas homilias.

75 A opinião de que as indulgências papais são tão eficazes ao ponto de poderem absolver um homem mesmo que tivesse violentado a mãe de Deus, caso isso fosse possível, é loucura.

79 É blasfêmia dizer que a cruz com as armas do papa, insignemente erguida, equivale à cruz de Cristo.

Dr. Martinho Lutero, 1517.


Fonte: https://pt.aleteia.org/2018/04/20/as-13-diferencas-entre-os-catolicos-e-os-orientais-ortodoxos/

Fonte original: artigo de D. Estevão Bettencourt, osb, na revista Pergunte e Responderemos, nº 480, ano 2002, pág. 200.

O texto abaixo está transcrito tal como se encontra na fonte. Importante levar em consideração que ele é escrito a partir da perspectiva da Igreja Católica.

As 13 diferenças entre os católicos e os orientais ortodoxos

Em síntese: são treze as principais diferenças doutrinárias e disciplinares que distanciam católicos e ortodoxos orientais uns dos outros. Os ortodoxos não aceitam o primado e a infalibilidade do Papa, a processão do Espírito Santo a partir do Filho, o purgatório póstumo, os dogmas da Imaculada Conceição e da Assunção de Maria Santíssima, o Batismo por infusão (e não por imersão), a falta da epiclese na Liturgia Eucarística, o pão ázimo (sem fermento) na celebração eucarística, a Comunhão eucarística sob a espécie do pão apenas, o sacramento da Unção dos Enfermos como é ministrado no Ocidente, a indissolubilidade do matrimônio, o celibato do clero. Como se pode ver, nem todos esses pontos diferenciais são da mesma importância. O mais ponderoso é o da fidelidade ao Papa como Pastor Supremo, assistido pelo Espírito Santo em matéria de fé e de moral.Seja observado, logo de início, que, em geral, os orientais têm por ideal a volta da Igreja ao que ela era até o sétimo Concílio Geral (Niceia II em 787), pois só aceitam os Concílios de Niceia I (325), Constantinopla I (381), Éfeso (431), Calcedônia (451), Constantinopla II (553), Constantinopla III (681) e Niceia II (787). O Concílio de Constantinopla IV, que excomungou o Patriarca Fócio em 869/870, é rejeitado pelos orientais.

1. Primado do Papa

Alega a teologia ortodoxa que a jurisdição universal e suprema do Papa implica que os outros bispos são subordinados a ele como seus representantes.

A esta concepção responde o Concílio do Vaticano II: “Aos Bispos é confiado plenamente o ofício pastoral ou o cuidado habitual e cotidiano das almas. E, porque gozam de um poder que lhes é próprio e com toda razão são antístites dos povos que eles governam, não devem ser considerados vigários (representantes) do Romano Pontífice” (Constituição Lumen Gentium 27).

O primado do Bispo de Roma ou do Papa garante a unidade e a coesão da Igreja, preservando-a de iniciativas meramente pessoais e subjetivas.

2. Infalibilidade papal

Em 1870, fazendo eco a antiga crença dos cristãos, o Concílio do Vaticano I declarou o Papa infalível quando fala em termos definitivos para a Igreja inteira em matéria de fé de Moral. – A teologia ortodoxa oriental alega que esta definição extingue a autoridade dos Concílios.

Respondemos que os Concílios gerais ou universais têm plena razão de ser, desde que o Papa deles participe (por si ou por seus delegados) e aprove as suas conclusões. Em nossos dias mais e mais se tem insistido sobre a colegialidade dos Bispos.

3. A processão do Espírito Santo a partir do Filho (“Filioque”)

Esta concepção da Igreja Católica decorre do fato de que “em Deus não há distinções a não ser onde haja oposição relativa”. Se, portanto, entre o Filho e o Espírito Santo não há a distinção de Espirante e espirado, um não se distingue do outro ou o Filho e o Espírito Santo são uma só Pessoa em Deus. Verdade é que Jesus em Jo 15, 26 diz que o Espírito procede do Pai; o Senhor, porém, não tenciona propor aí uma teologia sistemática, mas põe em relevo um aspecto da verdade sujeito a ser completado pela reflexão.

Na verdade, a questão em foco é mais de linguagem do que de doutrina, como foi demonstrado em PR 442/1999, pp. 120ss. Os orientais preferem dizer que o Espírito Santo procede do Pai através do Filho – o que pode ser conciliado com a posição dos ocidentais.

NdR: “Filioque” é o termo latino que quer dizer “e do Filho”, rezado no Credo quando fala do Espírito Santo: “Qui ex Patre Filioque procedit”, ou seja, “que procede do Pai e do Filho”.

4. Purgatório

Os orientais não tiveram dificuldade para aceitá-lo até o século XIII. Em 1231 ou 1232, o metropolita Georges Bardanes, de Corfu, pôs-se a impugnar o presumido fogo do purgatório, pois na verdade não há fogo no purgatório. Os teólogos orientais subseqüentes apoiaram a contestação (muito justificada) de G. Bardanes. Mas nem por isto negaram um estado intermediário entre a vida terrestre e a bem-aventurança celeste para as almas daqueles que morrem com resquícios de pecado; estes seriam perdoados por Deus em vista da oração da Igreja; estariam assim fundamentados os sufrágios pelos defuntos.

A absoluta recusa do purgatório só ocorreu entre os orientais no século XVII sob a influência de autores protestantes. Daí por diante a teologia oriental está dividida; há muitos teólogos ortodoxos que admitem um estado intermediário entre a morte e a bem-aventurança celeste como também reconhecem o valor dos sufrágios pelos defuntos.

5. A Imaculada Conceição de Maria

Esta é, por vezes, confundida com um pretenso nascimento virginal de Maria Santíssima (Santa Ana teria concebido sua filha sem a colaboração de São Joaquim). Já que tal concepção virginal carece de sólido fundamento, também a Imaculada Conceição é posta em dúvida pelos orientais. Ocorre, porém, que a literatura e a Liturgia dos ortodoxos enaltecem grandemente a total pureza de Maria, professando a mesma coisa que os ocidentais, ao menos de modo implícito, sem chegar a formular um dogma de fé a respeito.

6. A Assunção de Maria Santíssima

Foi proclamada como dogma de fé em 1950 pelo Papa Pio XII, de acordo com a tradição teológica ocidental e oriental. Merece especial atenção a iconografia oriental, que representa de maneira muito expressiva a Virgem sendo assumida aos céus por seu Divino Filho. Na verdade, o que fere os orientais, não é a proclamação da Assunção; mas a promulgação do dogma (como no caso da Imaculada Conceição).

7. Batismo por infusão ou aspersão da água

Dizem os teólogos ocidentais que o importante no Batismo é o contato da água com o corpo da pessoa, simbolizando purificação. Se o sacramento é um sinal que realiza o que significa, a água batismal significa e realiza a purificação da alma.

8. Epiclese

Os orientais julgam essencial na Liturgia Eucarística a Invocação do Espírito Santo (epiclese) antes das palavras da consagração; ora estas faltam no Cânon Romano (Oração Eucarística nº 1), pois os latinos julgam que a consagração do pão e do vinho se faz pela repetição das palavras de Cristo: “Isto é o meu corpo… Isto é o meu sangue…”.

Acontece, porém, que as Orações Eucarísticas compostas depois do Concílio (1962-65) têm a epiclese não para corrigir uma pretensa falha anterior, mas para guardar uma antiga tradição.

9. Pão ázimo

Jesus, em sua última ceia, observou o ritual da Páscoa judaica, que prescrevia (e prescreve) o uso do pão ázimo ou não fermentado. A Igreja Católica guardou o costume na celebração da Eucaristia. Está bem respaldada. O uso do pão fermentado não é excluído, pois, em última análise, se trata sempre de pão.

10. A Comunhão Eucarística sob as espécies do pão apenas

Até o século XII a Comunhão era ministrada sob as duas espécies; o uso foi abolido por causa de inconvenientes que gerava (profanação, sacrilégios…).

Todavia, após o Concílio, já é permitido dar a Comunhão sob as duas espécies a grupos devidamente preparados.

11. Unção dos Enfermos

Baseados em Tg 5, 14s, os orientais ortodoxos têm a Unção dos Enfermos como sacramento. Divergem, porém, dos ocidentais em dois pontos:

  • a Unção não é reservada aos gravemente enfermos nem tem a marca de preparação para a morte, mas, ao contrário, vem a ser um rito de cura para qualquer enfermo;
  • a Unção, no Oriente, tem forte caráter penitencial, a tal ponto que ela é conferida também aos pecadores, mesmo sadios, a título de satisfação pelos pecados.

Pode-se dizer, portanto, que a Unção “dos Enfermos” nas comunidades orientais ortodoxas é dada a todos os fiéis que tenham algum problema de saúde corporal ou espiritual. Isto ocorre especialmente na Semana Santa entre os russos.

Essas diferenças, que não são das mais graves, foram muito exploradas nos debates entre latinos e gregos. Os ocidentais reservam a Unção para os casos de moléstias graves ou sério perigo de vida.

12. Divórcio

Baseados em Mt 5, 32 (= Mt 19, 9) e contrariamente ao que se lê em Mc 10, 11s; Lc 16, 18; 1Cor 7, 10s, os ortodoxos reconhecem o divórcio. A Igreja Católica não interpreta São Mateus em sentido contrário ao de Marcos, Lucas e Paulo; portanto não reconhece o divórcio de um matrimônio sacramental validamente contraído e consumado, mas julga que em Mt 5 e 19 se trata da dissolução de um casamento tido pela Lei de Moisés como ilícito. Ulteriores dados podem ser encontrados em PR 473/2001, pp. 453ss.

13. Celibato do Clero

Seria “uma restrição imposta nos séculos posteriores, contrária à decisão do primeiro Sínodo Ecumênico (325)”. Que há de verídico nisso?

O celibato do clero tem seu fundamento em 1Cor 7, 25-35, onde São Paulo recomenda a vida una ou indivisa. Esta foi sendo praticada espontaneamente pelo clero até que, em 306 aproximadamente, o Concílio regional de Elvira (Espanha) a sancionou para os eclesiásticos de grau superior. A legislação de Elvira foi-se propagando no Ocidente por obra de outros concílios regionais.

Ao contrário, os orientais estipularam que, após a ordenação, os clérigos de grau superior (ou do diaconato para cima não poderiam contrair matrimônio, mas eram autorizados a manter o uso do matrimônio os que tivessem casado antes da ordenação. O Concílio de Niceia I (325) rejeitou a proposta segundo a qual o celibato no Oriente seria observado sem exceções, como no Ocidente; isto, por protesto do Bispo egípcio Pafnúncio, o qual guardava pessoalmente o celibato. Os Bispos orientais são todos celibatários e, por isto, recrutados entre os monges.

Como se vê, algumas das diferenças apontadas são disciplinares e não impedem a volta à unidade de cristãos orientais e ocidentais. Podem-se admitir o pão fermentado na Eucaristia, a obrigatoriedade da epiclese, o clero casado… O maior obstáculo é o do primado do Papa. Paulo VI e João Paulo II demonstraram ter consciência do problema, que poderá ser resolvido satisfatoriamente. Eis o que escreve João Paulo II em sua encíclica Ut Unum Sit datada de 25/05/95:

“Entre todas as Igrejas e Comunidades Eclesiais, a Igreja Católica está consciente de ter conservado o ministério do sucessor do Apóstolo Pedro, o Bispo de Roma, que Deus constituiu como perpétuo e visível fundamento da unidade e que o Espírito ampara para que torne participantes deste bem essencial todos os outros. Segundo a feliz expressão do Papa Gregório Magno, o meu ministério é de servus servorum Dei… Por outra parte, como pude afirmar por ocasião do Encontro do Conselho Mundial das Igrejas em genebra aos 12 de junho de 1984, a convicção da Igreja Católica de, na fidelidade à Tradição apostólica e à fé dos Padres, ter conservado, no ministério do Bispo de Roma, o sinal visível e o garante da unidade, constitui uma dificuldade para a maior parte dos outros cristãos, cuja memória está marcada por certas recordações dolorosas. Por quanto sejamos disso responsáveis, como o meu Predecessor Paulo VI, imploro perdão” (N] 88). “Com o poder e a autoridade sem os quais tal função seria ilusória, o Bispo de Roma deve assegurar a comunhão de todas as Igrejas. Por este título, ele é o primeiro entre os servidores da unidade. Tal primado é exercido em vários níveis, que concernem à vigilância sobre a transmissão da Palavra, a celebração sacramental e litúrgica, a missão, a disciplina e a vida cristã. Compete ao sucessor de Pedro recordar as exigências do bem comum da Igreja, se alguém for tentado a esquecê-lo em função dos interesses próprios. Tem o dever de advertir, admoestar e, por vezes, declarar inconciliável com a unidade da fé esta ou aquele opinião que se difunde. Quando as circunstâncias o exigirem, fala em nome de todos os Pastores em comunhão com ele. Pode ainda – em condições bem precisas, esclarecidas pelo Concílio do Vaticano I – declarar ex cathedra que uma doutrina pertence ao depósito da fé. Ao prestar este testemunho à verdade, ele serve à unidade” (Nº 94). “Dirigindo-me ao Patriarca Ecumênico Sua Santidade Dimitrios I, disse estar consciente de que, ‘por razões muito diferentes, e contra a vontade de uns e outros, o que era um serviço pôde manifestar-se sob uma luz bastante diversa’. Mas … é com o desejo de obedecer verdadeiramente à vontade de Cristo que eu me reconheço chamado, como Bispo de Roma, a exercer este ministério… O Espírito Santo nos dê sua luz e ilumine todos os pastores e os teólogos das nossas Igrejas, para que possamos procurar, evidentemente juntos, as formas mediante as quais este ministério possa realizar um serviço de amor, reconhecido por uns e por outros” (nº 95).

Como se vê, o Papa não abdica (nem pode abdicar) do seu ministério, que garante a unidade da Igreja, mas pede que os estudiosos proponham modalidades de exercício desse ministério que satisfaçam a todos os cristãos. – Queira o Espírito inspirar os responsáveis para que realmente colaborem para a solução das dificuldades que os cristãos não católicos enfrentam no tocante ao primado do Papa!

A propósito, muito se recomenda a leitura da encíclica Ut Unum Sint (Que todos sejam um), sobre o empenho de São João Paulo II em favor da união dos cristãos.

Eleições 2022 – Parte 1 (A quem não interessa aperfeiçoar o sistema eleitoral brasileiro?)

Transcrição Ipsis literis
Nota Conjunta dos Clubes Militares
A quem não interessa aperfeiçoar o sistema eleitoral brasileiro?

Nota Conjunta dos Clubes Militares

Clube Naval, Clube Militar e Clube de Aeronáutica

 URNAS ELETRÔNICAS COM VOTO IMPRESSO AUDITÁVEL 

Rio de Janeiro, 02 de Agosto de 2021

A confiabilidade  e a transparência de um processo eleitoral constituem requisitos básicos para uma  democracia saudável, e suscitaram o debate sobre a implementação da urna eletrônica com  voto impresso auditável, em análise pelo Congresso Nacional, provocado  pela PEC 135/2019.

As Urnas Eletrônicas (DRE – Direct Recording Electronic Voting Machines) de 1ª Geração foram implantadas  em  1996. De 2006 a 2012, Holanda, Alemanha, EUA, Canadá, Rússia, Bélgica, Argentina, México e Paraguai abandonaram-nas. Em 2014, India e Equador adotaram modelos mais avançados. Embora já exista a Urna E de 3ª Geração, o   Brasil  insiste em utilizar as superadas Urnas E de 1ª Geração.

A auditagem das urnas não pode ser enxergada a olho nu. Trata-se,  de uma inescrutável caixa preta. A  inviolabilidade das urnas eletrônicas, atestada pela própria equipe técnica do TSE, não pode ser um dogma. O TSE bloqueia sistematicamente propostas de teste do sistema solicitados por equipes externas, o  que pode levar à suspeita de que tem algo a esconder. Por que essa exclusiva “segurança em obscuridade”? Por que tal segregação, se todos, indistintamente,  tem direito à verdade?

No entendimento do TSE, apoiado na  letra jurídica, o ônus da prova cabe a  quem reclama de fraude. Mas pelo fato de  todo o processo ser digitalizado, sem  a existência de provas  visíveis  e tangíveis, torna-se impossível atestar uma possível ilicitude. Se não há como apresentar provas materiais, a questão permanece em suspenso, o que favorece os tenazes defensores do sistema. Até quando vai perdurar esse circunlóquio?

Pessoas dotadas de nível mediano de  conhecimentos sobre sistemas sabem que celulares e computadores  são  vulneráveis a vírus e invasões. No tocante a Urnas E, o universo de pragas  cibernéticas pode compreender, dentre outros malefícios,  a clonagem e adulteração de programas,  a inclusão de programas  maliciosos para desvio de votos de um candidato para outro, a supressão de votos, fraudes na apuração e totalização de votos  e   pré-inserção de votos nas urnas.

Sistemas digitais da NASA, do Pentágono, de partidos políticos americanos  e de grandes empresas privadas, mesmo protegidos por sistemas de segurança (CyberSecurity) up to date, já foram invadidos. Hackers, por ideologia e/ou interesses financeiros, são gênios do mal e estão sempre um passo à frente em termos de avanço  tecnológico. Diante destas inquestionáveis evidências, seriam as urnas eletrônicas brasileiras realmente  inexpugnáveis?

De acordo com o previsto na PEC 135/2019, mediante a impressão, o eleitor não tocaria o voto, tampouco o levaria consigo, apenas o veria, verificaria se ele de fato corresponde ao candidato que aparece na tela,  confirmaria, o papel  cairia e permaneceria armazenado dentro de urna lacrada, o que possibilitaria, caso necessário, futuro cotejo e recontagem. Portanto, nada mais  falso afirmar que, com a impressão do voto, o eleitor poderia ser  pressionado por “benfeitores”, traficantes, milicianos e afins.  Pura desinformação.

O TSE,  administrador-mor do sistema, prega a dependência absoluta do software, ao afirmar que   um aumento da interferência humana ocasionaria erros que abririam brechas para a judicialização do processo eleitoral. Obviamente, nenhum sistema está totalmente a salvo da maldade   dos homens. Mas seria a aceitação passiva dos resultados da urna eletrônica mais aconselhável, a fim de evitar  questionamentos válidos, no melhor estilo “Cale-se, eu sei o que é melhor para você”? Eis  a verdadeira ditadura.

O sistema de urnas eletrônicas com voto impresso auditável, indubitavelmente,  acrescenta equipamentos eletrônicos, o que aumenta a probabilidade da ocorrência de problemas sistêmicos, além de gerar necessidades logísticas e de segurança física. Caberia  ao TSE ser proativo  e estabelecer planos contingentes para que o sistema como um todo possa operar  de maneira eficiente. A justificativa de que, em face da pandemia, o gasto de três bilhões de reais com o custo da implementação das urnas eletrônicas com voto impresso auditável  seria inadmissível não se sustenta, pois a lisura e a transparência  do processo eleitoral –  essenciais para uma  salutar  democracia –  não tem preço, seja em que tempo for.

O prazo final para a resolução desse imbróglio, visando as eleições de 2022, será outubro. Esperamos que não seja um outubro vermelho, mas sim verde e amarelo, pelo bem do Brasil.

 

AE Luiz Fernando Palmer Fonseca

Presidente do Clube Naval

 

GenDiv Eduardo José  Barbosa

Presidente do Clube Militar

 

Maj Brig-Ar Marco Antonio Carballo Perez

Presidente do Clube de Aeronáutica

 

O Clube Militar, com este texto, encerra uma série de artigos, mostrando a necessidade de total transparência no processo eleitoral brasileiro.

A data de hoje é importante, pois antecede a votação de matérias no Congresso Nacional.

Boa sorte, Brasil!

Pensamento do Clube Militar | O Poder das Trevas no Brasil

Texto original.

TFBR – Clube Militar -O Poder das Trevas no Brasil

Pensamento do Clube Militar
O Poder das Trevas no Brasil

Gen Div Eduardo José Barbosa
Presidente do Clube Militar
Rio de Janeiro, 28 de abril de 2021

 

“O Brasil é a Pátria do evangelho! Natural, portanto, que o poder das trevas queira destruir nossa Nação”.

Evidente que, embora muitos acreditem literalmente nesta citação, ela abre esse nosso pensamento tão somente para sintetizar o momento que atravessa nosso País, afinal, como muitos dizem, bastou a eleição de um Presidente que acredita em Deus para que todo o inferno se levantasse contra ele.

Os acontecimentos protagonizados nos últimos dois anos pelo STF e pelo Congresso Nacional bem demonstram essas afirmações. O Estado Democrático de Direito, que pressupõe respeito às Leis vigentes, particularmente à Constituição Federal, só serve para aulas em cursos universitários porque, na prática, não é respeitado pelo Legislativo e Judiciário.

Normas processuais sofrem mudanças de interpretação para atender a réus poderosos. Se não conseguem inocentar o bandido de estimação, basta encontrar subterfúgios para anular processos, a ponto de um Ministro do STF afirmar que o combate à corrupção é prejudicial ao país pois causa prejuízos maiores que a própria corrupção. Esquece esse Senhor, que com sua capa preta bem lembra as trevas que representa, que o prejuízo não contabilizado nesse seu nefasto voto diz respeito à investidores que retiram seus recursos de países onde impera a corrupção.

Esse mesmo Tribunal, que ignora a Constituição, conferiu poderes para governadores e prefeitos usarem a pandemia para desviarem dinheiro público e não tratar adequadamente a população, agora culpando o Presidente que eles impediram de coordenar as ações.

E como “as trevas” têm poder devastador, no dia 27 de abril de 2021, instalou-se uma CPI no Senado Federal, encabeçada por um senador cuja família foi presa recentemente por acusações de esquema de corrupção no Amazonas, composta por aliados dos governantes corruptos e tendo como relator um dos campeões em denúncias de corrupção, cujos processos acumulam mofo e traças nas gavetas dos “foros privilegiados”. O resultado dessa “investigação” todos já sabemos: culpar o Presidente por aquilo que não o deixaram fazer. Ou por não usar as máscaras utilizadas por alguns para se esconder da população. Utilizando uma expressão usada nas mídias sociais, temos os “Marcolas e Fernandinhos beira mar” investigando a atuação da polícia no combate ao tráfico de drogas.

Um certo ex-presidente, condenado por corrupção, mas que está em campanha, representando “as trevas”, acostumado a mentir mundo afora, declarou que nossa Suprema Corte é acovardada. Claro que é mais uma de suas mentiras. Os integrantes têm muita coragem pois criaram sua própria constituição federal e se auto elegeram presidentes da república. Acovardados, por conveniência de terem seus processos engavetados, são nossos Senadores que não iniciam processos contra aqueles Ministros que cometem crimes de responsabilidade, como escrito na Constituição oficial vigente.

Acovardados são os nossos congressistas, que também por interesse próprio, não aprovam prisão em primeira ou segunda instância, como ocorre no mundo inteiro.

Acovardada é a população que aceita o cerceamento de suas liberdades pétreas passivamente.

Acovardada é a extrema mídia que, para ajudar o “poder das trevas”, tenta destruir a reputação de um presidente democraticamente eleito disseminando notícias distorcidas e as vezes falsas.

Acovardados são os que defendem a liberdade de expressão desde que o dito seja favorável à ideologia destrutiva que pregam.

Acovardados são os que usam suas canetas de luxo para tentar calar os apoiadores da verdadeira democracia, que lutam pelos seus direitos listados no artigo 5º da Constituição oficial vigente, garantia inquestionável de um país genuinamente democrático.

Acovardados são aqueles que, não satisfeitos com a facada, querem sangrar o Presidente eleito até a morte.

Portanto, se neste cenário atual, o Poder Executivo, único dos três poderes que está sendo obrigado a seguir a constituição a risca, que utilize o Art 142 da Constituição Federal (vigente) para restabelecer a Lei e a Ordem. Que as algemas voltem a ser utilizadas, mas não nos trabalhadores que querem ganhar o sustento dos seus lares, e sim nos verdadeiros criminosos que estão a serviço do “Poder das Trevas.

“Brasil acima de tudo”

Pedra nos rins (cálculo renal)

Compartilhado originalmente em 20/04/2017

Fonte: Dr. Leonardo Aragão – Clínica Médica e Nefrologia

PEDRA NOS RINS (CÁLCULO RENAL)

Cálculos renais, ou pedras nos rins, são formações endurecidas que podem surgir nos rins e comprometer outro ponto do canal urinário. Como o ureter, canal que transporta a urina até a bexiga, é muito estreito, a pedra pode ficar presa. Para expulsá-la, o organismo provoca contrações e surge a dor intensa.

Sintomas

-Dor aguda que começa nas costas e se irradia para o abdômen em direção da região inguinal.
-Sinais de sangue na urina.
-Náuseas e vômito.

Prevenção

-Beba muita água regularmente. De dois a três litros por dia.
-Modere a ingestão de sal.
-Regule a ingestão de alimentos ricos em cálcio e proteínas.
-Controle a obesidade e hipertensão.

Nunca se automedique! Procure o seu médico em qualquer situação como as descritas acima.

Como ajudar alguém que sofre de Síndrome do Pânico/Ansiedade

Fonte: https://pt.aleteia.org/2017/03/15/como-ajudar-alguem-que-sofre-de-sindrome-do-panicoansiedade/

Compartilhado originalmente em 02/04/2017


Fonte da imagem: Wikihow

Aqui você encontrará algumas dicas básicas e essenciais para entender melhor esse problema e saber até que ponto e de que maneira ajudar

A síndrome do pânico não é frescura, bobagem ou loucura. Nunca diga a uma pessoa que apresenta sintomas de pânico que ela não tem nada demais ou que é fraqueza dela. A síndrome do pânico é um problema real que deve ser levado a sério. É importante saber que a pessoa já sofre o bastante com os sintomas da doença, fazê-la se sentir fraca ou perturbada mentalmente é muito cruel e absolutamente desnecessário. A pessoa não é fraca nem covarde, apenas está doente e precisa de ajuda.

Não exerça nenhum tipo de pressão

Se uma pessoa com esse problema diz que não tem condições de fazer algo é porque realmente não tem. A síndrome do pânico não impede o paciente de perceber suas limitações com relação à doença. Não fique insistindo pra ela sair ou desencanar; acredite, ela quer muito isso, mas não está em condições de enfrentar algumas situações sem ter uma crise ou mal-estar. Tenha muita calma.

Evite formas de incentivo grosseiras ou agressivas

Evite tentar incentivá-la “dando um empurrãozinho” ou um “chacoalhão”, esperando que assim ela reaja. A pessoa está certamente muito sensibilizada e esse tipo de incentivo pode soar como uma agressão para ela, pois certamente se sentirá fraca diante dos outros. Gritar ou dizer certas coisas em tom muito entusiástico para provocar uma reação pode atrapalhar mais do que ajudar.

Evite contar histórias trágicas ou de enfermidades para quem tem esse problema

Em geral, durante o período de crises, a pessoa fica muito suscetível a incorporar sintomas às suas crises, tem medo de ter a mesma doença que ouviu falar ou de sofrer um acidente como “aquele que aconteceu com a vizinha…”

Mantenha a calma durante as crises

Embora seja difícil, procure manter a calma se a pessoa tiver uma crise. Se você não se abalar , mostrar que está por perto para ajudá-la e conseguir acalmá-la, dar segurança, dificilmente ela terá outra crise perto de você. Se você se envolver no desespero do paciente, dificilmente poderá ajudá-lo. As crises podem demorar um pouco, mas elas passam.

Evite tratar quem tem o problema como um coitadinho

Qualquer ser humano se sente inferiorizado quando sentem pena dele. Cuide da pessoa com confiança em sua recuperação e não como se ela fosse uma vítima das circunstâncias.

Jamais indique medicamentos por conta própria ou por experiências de terceiros

Deve-se sempre consultar um psiquiatra para saber qual o tratamento mais indicado para cada caso.

Seja paciente com a pessoa e consigo mesmo

É preciso ter muita paciência e não é nada fácil entender o que se passa nessa situação. Por isso, se você se sentir impotente ou incapaz de entender e ajudar, saiba que isso é bastante comum. Você jamais deve se sentir um inútil por não poder resolver o problema. A melhor ajuda que você pode dar é manter a calma e confiar muito na recuperação da pessoa, mostrando sempre que você está ali para apoiá-la. Se for necessário, procure um dos grupos de ajuda. Eles também podem ajudar as famílias dos pacientes e dar maiores informações sobre a doença.

(Via Psiconlinews. Fonte: Sindromedopanicorenasca)

 

Qual é a origem da logomarca Bluetooth?

Publicado originalmente em 09/10/2020

O símbolo do Bluetooth é a junção de duas runas associadas às iniciais do rei.

O Bluetooth hoje é muito utilizado para conectar no som do carro. Mas você lembra como é o símbolo dessa ferramenta? Sabe a origem da logomarca do Bluetooth?

Bluetooth é o nome de uma tecnologia sem fio que podemos usar todos os dias, sem saber que, na verdade, é uma homenagem a um Rei Viking.

No Século X, Harald Blatand, o Dente Azul (Blue Tooth), foi um Rei Viking, conhecido pelos seus dentes escuros, de cor azul, sendo que, sua maior conquista foi a unificação das tribos rivais da Dinamarca e Noruega sob um mesmo reino.

Quando as empresas de eletrônicos, Intel, Ericsson e Nokia, se uniram para criar um padrão de conexão sem fio, escolheram o nome “Dente Azul”.

O Bluetooth une dois dispositivos móveis de forma paralela, assim como, o Rei Viking Harald conseguiu unir a Dinamarca e Noruega.

 

”Cancelando” palavras de etimologia escravista

Fonte: Nomes Científicos – 17/11/2020 (texto adaptado)

Pensando unicamente no bem de todos e felicidade geral da nação, vários grupos e empresas estão propondo o fim do uso de palavras e expressões que teriam origem escravista. O Boticário deixou de usar ”Black Friday” e passou a denominar sua temporada de descontos como ”Beauty Week”. O grupo Etna de móveis e decoração baniu o criado-mudo de seu catálogo e agora só vende mesas de cabeceira. O Firefox trocou ”senha mestra” para ”senha principal”, pois, segundo o próprio, ”mestra” remete à relação ”mestre-escravo”. A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal recomenda que não se diga ”feito nas coxas”, pois essa expressão teria surgido na época em que as telhas eram moldadas nas coxas dos escravos e, por isso, ficavam irregulares.

Entendendo que quem compra um criado-mudo feito nas coxas numa ”Black Friday” é um baita de um insensível desalmado, apresento aqui mais algumas palavras que também precisam ser canceladas‘ para que o mundo seja um lugar melhor. Mas ao contrário das quatro censuras do parágrafo anterior, estas não são pseudo-etimologias:

▪️ Boticário: Vem do latim ”appothecarius”. Na Roma Antiga, era o escravo encarregado do armazém ou da adega (”apotheca”).

▪️ Doula: Nem pense em contratar uma doula para o parto do seu filho. O nome vem do grego antigo ”doúla”, que significa ”escrava doméstica”. Você não quer que ele nasça à custa de uma herança subserviente dessas, né?

▪️ Emancipar: É de bom tom, depois, quando seu filho crescer, não pensar em emancipá-lo, pois emancipar vem do latim ”emancipare”, que significa ”libertar”. A emancipação (”emancipatio”) era a alforria de um escravo (”mancipium”). Que pai gostaria de passar uma impressão dessas?

▪️ Nomenclador: Qualquer cientista que tenha dado nome a alguma espécie ou que se dedique ao estudo da Nomenclatura é um nomenclador. O problema é que nomenclador (”nomenclator”, em latim) era o escravo que lembrava ao senhor o nome daqueles que o procuravam ou com os quais cruzava nas ruas. (Vixi, estou ferrado!)

▪️ Ferrado: Na antigüidade, estar ferrado (”ferratus”, em latim) era, basicamente, a condição do escravo que ficava preso com correntes e grilhões de ferro.

▪️ Monitor: Do latim ”monitor”, era outro escravo da antigüidade que vigiava (monitorava) o trabalho dos demais. Por isso, nem pense em ligar o monitor de seu PC ou pleitear uma bolsa de monitoria lá na faculdade.

▪️ Liturgia: Também na Idade Antiga, havia o ”leitourgós” (em grego antigo) ou ”liturgus” (em latim), que era um escravo pertencente ao Estado. O liturgo cuidava de afazeres de interesse público. Foi daí que apareceu a liturgia, na Igreja, como sendo um serviço oferecido às pessoas.

▪️ Noviço: O escravo bárbaro recém-capturado era chamado de ”novitius” na Roma Antiga. Infelizmente, então, teremos de cancelar ”O noviço rebelde” (1997), de Renato Aragão, um clássico da filmografia brasileira.

▪️ Servidor: Essa não tem nem como negar. Vem do latim ”servus”, que significa ”servo”, ”escravo”. Partindo de ”servus”, já podemos censurar também serviço, servente, o verbo servir e o restaurante self-service (que seria o auto-escravo). O servidor público seria então mero reflexo daquele liturgo, o escravo do Estado.

▪️ Ministro: O poeta romano Virgílio (séc. I AEC.) já falava de ”minister” referindo-se aos ”servos e escravos”. O latim ”minister” vem de ”minus” (menos), pela idéia de inferioridade. Na mesma época, o filósofo Cícero citava o ”minister dei” (ministro de deus) como alguém servo de uma divindade. No século II, o teólogo Justino registrava o ”regis minister” (ministro do rei), pessoa que assessorava o grande chefe. Pronto! Já não quero mais ministrar aulas.

▪️ Pedagogo: Por falar em dar aulas, a Pedagogia é outra palavra que já pode ser rifada. É que, originalmente, pedagogo (”paidagogós”, em grego antigo) era o escravo que conduzia as crianças à escola. Se o pedagogo for um servidor público, então…

Bom, a lista seria ser maior, mas, para um texto de rede social, está bom. Já apresentei muitas palavras que podem ser varridas do nosso vernáculo. Aliás, vernáculo também tem de cair fora, pois vem do latim ”vernaculus” (escravo nascido na casa do amo, ou nascido no mesmo país).

Chega de ironia por hoje. Tchau!

(Ah, tchau vem do italiano ”ciao”, derivada do veneziano ”sciàvo”, que significa ”escravo”. A expressão ”sciàvo vostro” – ”sou seu escravo” – tinha o mesmo peso de dizer ”estou às suas ordens”.)

Fonte: Dicionário Houaiss, 2009.

Metodologia de conquista marxista: eliminação de opositores

Autor: João Corrêa Neves Junior — Janeiro 2021 (Texto adaptado)

O que muitos ainda não compreenderam sobre as ações perpetradas pelo establishment contra o bilionário feito presidente dos Estados Unidos é que elas não estão limitadas ao campo político. Assim como a máfia envia o leão-de-chácara para quebrar as pernas de um indivíduo que se recusa a participar do acordo imoral que caracteriza aquela relação coercitiva e corrupta, o que o establishment faz é mandar uma aviso a qualquer cidadão, rico ou pobre, que ouse ameaçar o status quo, o poder do estamento burocrático, dos classistas e dos crônicos-capitalistas: atente contra as elites dominantes e você terá sua vida, sua reputação, sua fonte de renda e seu status na ”polite society” categoricamente destruídos.

Por que um impeachment a cinco dias do fim do mandato, quanto o oponente já “perdeu” as eleições? Para tornar o presidente inelegível? Naturalmente. Para criminalizá-lo? Elementar. Mas, principalmente, porque para o establishment — hoje dominado pelas esquerdas —, assim como para a máfia ou para autoritários socialistas, é necessário quebrar as pernas do oponente, destruí-lo a ponto de que não seja capaz, jamais, de se reerguer. Essa mentalidade explica, por exemplo, a hedionda decisão dos Bolcheviques, após realizarem sua Revolução Sangrenta de 1917 e subjugar a Rússia, de juntar a família Imperial, os Romanov — pai, esposa, filhas, empregados e até mesmo os cachorros — e executarem todos brutalmente com tiros de espingarda e golpes de baionetas sobre as crianças rastejando pelo chão; queimar e se desfazer dos corpos de tal modo que os restos mortais da família só seriam finalmente encontrados quase cem anos depois, nos anos 2000.

Os que se acham donos do poder, nunca, jamais, em hipótese alguma dobrarão os joelhos para os comuns — ou quem quer que os represente — passivamente. Tudo o que existe de conquista política, social e econômica na história da humanidade se deu por meio de incalculável sacrifício, somados ao desenvolvimento intelectual e a razão moral e filosófica (graças ao Cristianismo e à Igreja Católica), à luta por direitos e por oportunidades, além de rios de sangue, montanhas de corpos e o heroísmo de alguns poucos que pela verdade entregaram suas vidas para que nós pudéssemos ser livres. Conquanto a prudência é sempre preferível, sendo essa uma das características que difere revolucionários e reacionários de conservadores, a escravidão, o despotismo e a tirania não devem ser jamais admitidos como ”velho normal” ou “novo normal”. Honremos o sacrifício de nossos antepassados.

Emancipe-se.

Fotografia: Tatiana e Anastasia Romanov, e o pequeno Ortipo, massacrados pelos Bolcheviques no ano de 1918.

Publicado originalmente em janeiro de 2021 – removido no Facebook

Dez coisas que você nunca deve tolerar da vida! – David Wolfe

Compartilhado originalmente em: 06/03/2017

Fonte original: https://www.davidwolfe.com/10-things-never-tolerate-life/

Fonte da tradução: https://osegredo.com.br/10-coisas-que-voce-nunca-deve-tolerar-da-vida/


Muitas pessoas permitem que sua felicidade seja prejudicada, trabalhando em um emprego que odeiam, cercando-se com pessoas negativas ou tendo muito medo de sair de sua zona de conforto. É importante lembrar que você é responsável pela sua própria felicidade.

  1. Tentar agradar outras pessoas

Quando você constantemente busca a aprovação dos outros, está diminuindo o poder de sua própria opinião. É impossível fazer todos felizes, 100% do tempo. Tentar agradar os outros só o conduzirá a um caminho para a infelicidade. Em vez de se preocupar com as opiniões dos outros, concentre-se no que o faz feliz.

  1. Negligenciar sua saúde

A verdadeira felicidade interior começa com a maneira como você se trata. Se você não for saudável, não será capaz de desfrutar de todas as coisas maravilhosas na vida. Tenha uma dieta equilibrada, durma o suficiente, beba muita água e permaneça ativo. Sempre trate sua mente, corpo e alma com respeito.

  1. Deixar as pessoas pisarem em você

Ser bondoso é uma coisa. Mas permitir-se tornar-se um capacho dos outros mostra uma falta de respeito por si mesmo. Se alguém estiver te usando ou tirando proveito de você, fale. Se não resolver, deixe-o ir.

  1. Permanecer em sua zona de conforto

É fácil ficar preso em sua zona de conforto, porque é onde você se sente seguro. Mas, a fim de aprender, crescer e experimentar coisas novas, você precisa sair da caixa. Tenha coragem suficiente para permitir-se experimentar o mundo.

  1. Trabalhar em um emprego que você odeia

Todos nós temos contas a pagar, mas se contentar com um trabalho que você odeia, só porque você tem um salário estável prejudica a sua felicidade. Mesmo que você ganhe menos dinheiro seguindo suas paixões, você sempre pode ajustar seu estilo de vida para trabalhar melhor com sua renda. Um trabalho estressante que você odeia pode ter um impacto emocional, físico e espiritual.

  1. Deixar o dinheiro governar sua vida

Muitas pessoas deixam o dinheiro ditar suas vidas inteiras. Colocar o dinheiro acima de tudo pode afetar a sua qualidade de vida. Na próxima vez que você estiver estressado com o dinheiro, lembre-se que não pode levá-lo com você. Há muitas outras coisas na vida que são muito mais importantes.

  1. Ter que se explicar constantemente

Independentemente de quanto você tente convencê-las, algumas pessoas nunca vão entender ou apoiar seus objetivos ou aspirações. Lembre-se de que você não precisa da validação de outra pessoa para viver sua vida ou ir atrás do que quer.

  1. Comunicação interna negativa

Quando essa pequena voz dentro de sua cabeça fala, ela pode te dar confiança ou destruí-la. Seus pensamentos criam sua realidade. Seja gentil consigo mesmo. Aprenda com seus erros, mas não se culpe por eles. Pratique amor próprio e auto-aceitação. Pode fazer toda a diferença em termos de sua felicidade.

  1. Amigos críticos

Verdadeiros amigos irão levantar-se, apoiá-lo e estar lá para você quando mais precisar. Se você tem um círculo de amigos que critica suas idéias, zomba de seus sonhos ou ignora suas realizações, é hora de cortá-lo de sua vida. Saiba que você merece estar em torno de pessoas positivas que se preocupam com você e querem ver você ter sucesso.

  1. Não estar feliz

Muitas pessoas estão infelizes dia após dia, vivendo uma vida que as coloca para baixo. Lembre-se que você sempre pode mudar suas circunstâncias. Nunca se contente com uma vida que não te faz feliz. Siga seus sonhos, trabalhe duro e viva suas paixões.

Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: David Wolfe

Monte Bromo – Indonésia: Conforme o Sol nasce, as brumas se dissipam.

Cacique Cobra Coral estará de volta no governo de Paes para ‘domar’ o tempo

Publicado originalmente no Facebook em Dezembro de 2020.

PUTA QUE O PARIU. Sabe aquela notícia que você não acredita nem que PODE existir? Então, daí eu fui ver, e mesmo vendo, ainda não quero acreditar. Mas a tal Fundação Cacique Cobra Coral não apenas existe, mas também tira uns trocados do dinheiro público. PUTA QUE O PARIU.


Fonte: https://diariodorio.com/cacique-cobra-coral-estara-de-volta-no-governo-de-paes-para-domar-o-tempo/

Cacique Cobra Coral estará de volta no governo de Paes para ‘domar’ o tempo
Prefeitura irá reativar convênio com médium que afirma ter o poder de controlar o tempo e as chuvas

Por Vanessa Costa – 30 de novembro de 2020

Foto: Reprodução site da Fundação Cacique Cobra Coral

O Prefeito do Rio, Eduardo Paes, (Democratas) eleito neste domingo, dia 29/11, irá reativar o convênio com a Fundação Cacique Cobra Coral. A entidade, conhecida por ter o poder de “domar” o tempo e as chuvas, prestou serviços para a cidade durante outros mandatos do prefeito eleito.

Adelaide Scritori, médium, quediz incorporar o espírito do Cacique Cobra Cora, entidade que teria a capacidade de controlar o tempo, teve seu contrato com a Prefeitura cancelado durante o mandato do atual Prefeito Marcelo Crivella (Republicanos). Em entrevista a Veja Rio, o porta-voz da Instituição, Osmar Santos, falou as pretensões da instituição:

”A primeira coisa que vamos fazer é redistribuir as chuvas para que não caiam em excesso e no lugar errado.”

A parceria com Cacique Cobra Coral começou no de 2.000, na virada do século, quando a entidade foi convocada para evitar temporais na virada do ano e para monitorar o carnaval da cidade. Desde então, a Fundação esteve em todos os finais de ano e carnavais do Rio.

Somente no ano de 2015, momento em que o estado passava por crise hídrica, a fundação não prestou assessoria ao carnaval da cidade. Neste ano, um temporal causou problemas nos desfiles da Mocidade, Mangueira e Viradouro, que inclusive, acabou sendo rebaixada.

Em fevereiro de 2019, mesmo sem convênio com a Prefeitura do Rio, a Fundação alertou, com antecedência, ao Prefeito Crivella (Republicanos), sobre o risco de um forte temporal atingir a cidade. No entanto, o prefeito não tomou as providências cabíveis.

A Fundação Cacique Cobra Coral foi fundada por Ângelo Scritori e sua filha Adelaide Scritori, também médium que incorpora o espírito e mentor Cacique Cobra Coral, com o objetivo de evitar catástrofes da natureza. Sua principal fundadora, Ângelo Scritori morreu no ano de 2002, aos 104 anos.

Além do retorno espiritual, a Fundação reabrirá em janeiro sua sede no Rio, no bairro da Barra da Tijuca. Durante quatro dias da semana, a instituição permanecerá na cidade.