Etapas de um projeto – Parte 1

Vídeo: Wing Project Plan the Assessment (legendado)

 

Pedagogia de projetos – Parte 3

”Os críticos da Escola Nova acusaram o movimento de abrir mão dos conteúdos tradicionais e de não exigir nada dos alunos, aceitando apenas a sua espontaneidade.”

http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_Nova


Sim, sou crítico aos, assim chamados (como eu mesmo chamei), ”sistemas contemporâneos de ensino”. Em anexo, segue o projeto de meu TCC, que nunca saiu da fase de projeto. Talvez um dia debruce-me sobre ele mais uma vez e elabore a questão com mais afinco… TCCI_-_Pre-projeto

Além da ruptura entre o ensino tradicional e o ensino contemporâneo, que considero prejudicial à continuidade educacional do aprendente adulto, conforme expus no texto, aqui afirmo também que a aplicação de tais diretrizes no ensino básico é prejudicial à formação dos jovens.

A pedagogia freireana, sob meu ponto de vista, é um instrumento de projeção de idéias marxistas, e esses sistemas contemporâneos, lamentavelmente, a despeito do valor intrínseco das técnicas de ensino em que se baseiam, são contaminados por tal ideologia ou abrem espaço para doutrinação marxista em lugar de ensino de conteúdos didáticos.

Sou favorável sim ao uso das técnicas contemporâneas em conjunto com o ensino tradicional. Mas as considero ferramentas de ensino e não um objetivo em si mesmas.

Pedagogia de projetos – Parte 2

ESPELHO PARA OUTRA FONTE DO MESMO VÍDEO:
http://www.filosofia.seed.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=11058

Utilizando fotografias e a técnica da animação, este vídeo apresenta o contexto e as questões que permearam o pensamento de John Dewey. Utilizando citações de sua obra, as ideias mais importantes do pragmatista norte-americano, que teve grande influência sobre a filosofia da educação no século XX, são apresentadas.

Produção: Tv Cultura
Idioma: Português
Palavras-chave: John Dewey. Escola. Educação. Formação. Pragmatismo.
Duração: 03min26s


Vídeo: John Dewey – Breve Vida e Obra
http://youtu.be/kFyo_ZU2f2o

Pedagogia de projetos – Parte 1

CONCEPÇÕES DE CONHECIMENTO E CURRÍCULO EM W. KILPATRICK E IMPLICAÇÕES DO MÉTODO DE PROJETOS.
Ana Clara Bin

Esta dissertação de mestrado, circunscrita à área de Didática, teorias de ensino e práticas escolares tem, como objeto de estudo, a produção pedagógica do professor William Heard Kilpatrick (18711965), tema pouco explorado no campo das pesquisas em educação. Herdeiro de John Dewey, mas com uma reflexão singular, o autor tem uma contribuição relevante no que se refere ao reconhecimento da necessidade de raciocínio filosófico e da reflexão para sublinhar os efeitos e possibilidades políticas da educação. A análise das concepções de Kilpatrick e da sua atuação no movimento de educação progressista do início do século XX demonstrou que suas ideias também continuam a ser pertinentes e relevantes para as discussões que têm ocorrido nos últimos anos, nas quais é observado um esforço para compreender as mudanças sociais, os propósitos democráticos da escolaridade, bem como a necessidade de vincular esses fins com ações pedagógicas concretas. Assim, a opção de analisar a obra desse autor justifica-se por sua relevância histórica, pela lacuna de pesquisas que se dediquem ao tema e, à medida do que é possível, encontrar na vanguarda da pedagogia atual referências a muitas de suas ideias, além de importantes releituras e aplicações do método de projetos.O estudo visa contribuir para a contextualização da obra pedagógica de Kilpatrick à luz de suas concepções mais amplas, enfocando as ideias de currículo e aprendizagem e descrevendo o método de projetos por ele proposto; também busca investigar as aproximações e distâncias entre o método de projetos apresentado por Kilpatrick e a apropriação feita por Fernando Hernández, presente em seu método de projetos de trabalho, dentro de uma perspectiva de busca de sentido da abordagem contemporânea do método de projetos. Configurou-se como método pertinente a esta pesquisa a leitura analítica da bibliografia selecionada: obras específicas de Kilpatrick, que abarcam suas concepções educacionais, parte do referencial acadêmico acerca da obra do autor e de suas matrizes teóricas e obras sobre o método de projetos que compõem o objeto de análise. Os resultados da pesquisa apontam que, compreender o uso dos projetos na escola contemporânea requer um diálogo com a perspectiva de Kilpatrick proposta em acordo com a ideia da construção e consolidação da sociedade democrática e que sua obra é material relevante para pesquisas educacionais.

Texto completo: ANA_CLARA_BIN_rev


Fonte: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-21012013-140309/pt-br.php

Em resposta a ”Eleições: diálogo entre um professor e um estudante de Direito”

Atualizado em 15-09-2019
Atualizado em 07/07/2021: pequenas correções gramaticais.

”A tática da esquerda no segundo turno será atacar não Bolsonaro, mas os eleitores dele, fazendo-os passar por autoritários, intolerantes e radicais violentos.”

Arthur do Val 9 de out de 2018 ¹

Disso posto, vi uma postagem no Facebook que sagazmente me convidou indiretamente a ler um texto dissociado de minhas convicções e conceitos prévios…

Dos meus amigos, eleitores do Bolsonaro, ninguém vai ler.

Argumentum ad hominem, portanto falso.

Li e resolvi postar minha crítica, ponto a ponto, do texto em questão. Faz-se necessário ler o texto em escopo antes. Enumeremos destaques:

1º”mulheres de direita são mais bonitas e higiênicas”

A assim chamada ”esquerda” reclamar da objetificação da mulher é falsídia. Feministas, que autocraticamente se autodeclararam representantes da mulher, protestam nuas, demonstrando que a única coisa que podem oferecer para chamar atenção são seus corpos, em lugar de suas palavras. Defendem aborto como se a vida humana fosse uma coisa, um objeto o qual pode ser descartado, incluindo as meninas no ventre materno. Urram contra uma cultura de estupro que não existe e ladram contra quem quer lhes dar armas para se defender em posição de igualdade de forças ou castrar seus algozes.

Podem não ser vadias incomíveis, mas são hipócritas comunistas (como Manuela D’Ávila).

2º ”minha empregada já não mais vai levar 13º”

a) Bolsonaro foi contra a ”CLT para domésticas” porque acreditava que instituir tal lei naquele momento ocasionaria demissões e dificultaria a criação de novos postos de trabalho. O resultado não foi outro: 70% das domésticas são diaristas, conforme dados oficiais.

Desde outubro de 2015, quando passou a ser obrigatório o recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), as domésticas sem carteira assinada passaram de 4,2 milhões para 4,4 milhões, segundo dados do IBGE.²

b) Mourão pode reclamar do que quiser. O artigo 5º inciso IV e o artigo 220 da nossa constituição são garantias da liberdade de expressão. O sujeito pode reclamar de que a bandeira é verde, de que há direitos de mais, de que há direitos de menos, com a mesma liberdade que a gente reclama de que o governo é uma bagunça. Concordar ou não é outra história. Muito menos estar certo. Agora, quem quer controlar a mídia e o que se fala é o outro lado…

c) Esclarecendo:

O 13º é garantido em cláusulas pétreas e não pode ser retirado.
O 13º não é benefício. É pagamento de mês devidamente trabalhado, calculando a diferença de dias no mês. O pagamento nos EUA é por semana trabalhada, por isso lá não existe 13º salário.

3º ”esse país já tem direito trabalhista demais.”

Não só trabalhista, mas também do consumidor, tributário, civil. O emaranhado de leis dificulta em muito a abertura de novos negócios. As pessoas se esquecem de que o governo não gera empregos. Ou realmente não conseguem entender isso… O governo tão somente estabelece um ambiente de negócios. Se o ambiente é propício, os investimentos vêm. Se é inviável, os investimentos vão. E, com os investimentos, seguem os empregos.

Quem gera emprego é o empresário, que investe e cria novos postos de trabalho. Se os empresários não investem, não há novos empregos. Se, para cada empregado, você paga o custo de 3; se, para cada produto, você tem 50 regulações; se, para cada venda, você tem dúzias de impostos; se, para cada ato, você tem 10 papéis, você abre seu negócio em outro lugar.

Lamento, amigo Veber, os únicos que se beneficiam com burocracia são os advogados. (Ver também: Como registrar um imóvel.)

4º ”Respeito é bonito. E vai tirar esse boné de fanqueiro.”

Respeito ao professor é das mais básicas atitudes esperadas por parte de um aluno. Todo mundo se emocionou no filme ”Meu mestre, minha vida”. O professor transformou aqueles jovens dançando hip-hop? Não: foi incutindo neles respeito à autoridade constituída e disciplina dentro e fora de sala.

5º ”férias também é coisa de vagabundo. No campo principalmente.”

A proposta de Bolsonaro de flexibilizar as férias e descansos do trabalhador rural se dá pela realidade diferente do trabalho no campo, em muito vinculada à necessidade de colheita. A natureza não espera ninguém. Tem época certa, tem período certo, e depende da planta, não do patrão. Se os trabalhadores da fazenda tirarem férias no período da safra, perde-se a mesma. Se o amadurecimento estiver previsto para o feriado, não dá para esperar a volta. Sol e chuva não conhecem sábado, domingo ou feriado.

6º ”que excludente de ilicitude pressupõe autorização prévia para policial matar à vontade.”

Não.
Excludente de ilicitude pressupõe autorização prévia para policial não morrer.
Excludente de ilicitude pressupõe autorização prévia para o cunhado da Ana Hickman não ser torturado psicologicamente pela ”Justiça” durante todo este tempo.
Excludente de ilicitude pressupõe autorização prévia para o VAGABUNDO ter medo. Não nós.

Basta ver o caso do PM de São Paulo que, com a arma na mão, NÃO disparou, muito provavelmente por medo de processo. Tomaram sua arma e o mataram com a mesma.³

7º ”E não tem nada de melhorar as condições dos presídios. Isso é que nem coração de mãe: sempre cabe mais”

”É só você não estuprar, não seqüestrar, não cometer latrocícino que tu não vai pra lá, porra.”

Jair Messias Bolsonaro, demonstrando toda sua elegância e eloqüência perante a imprensa. (4)

8º ”Se for filho de mãe solteira, já pode marcar: é desajustado. Se for meio pretinho-mulatinho então… o Mourão disse muitíssimo bem: o branqueamento da raça é importante.”

Assim corroboram Michael Jackson e seus filhos.
(não resisti, huehuehue)

9º ”Portanto, não podemos ter essa frescura toda. Na época da ditadura, era muito melhor. Aliás, meu jovem, os militares já erraram ao não matarem mais. O candidato disse: o erro deles foi só torturar e não matar!”

A primeira frase alude ao item 8. Há uma diferença, mesmo que sutil, entre honra e melindre. (ambos sob meu ponto de vista inúteis, pois derivam de orgulho descabido) Perdemos a alegria de contar uma piada, de nos exprimir livremente: tudo é politicamente incorreto. E, se um dia eu usar o adjetivo maquiaveliano ”efeminado”, imediatamente será ouvido ”afeminado”. E sou processado.

Se Geisel tivesse mandado matar mais, não teríamos passado quase 20 anos sob o comando de ex-guerrilheiros e terroristas extorquindo em favor próprio o povo que os elegeu.

Sim, a frase acima é para ser pesada mesmo. Por quê? Porque, lamentavelmente, é verdadeira. E porque sou politicamente incorreto.

10º ”Você é esquerdopata!”

Neste ponto devo concordar com o texto. Tem muita gente que perdeu a noção por aí…
De ambos os lados.

11º”já não precisa estudar para a prova da OAB. Isso vai acabar.”

Ao menos você pára com essa história de que a faculdade é um lixo e tem que fazer cursinho para passar na prova para não continuar sendo office boy de luxo.

A OAB tem poder demais. Interfere demais. É politizada demais. É praticamente uma hierarquia feudal, com vassalos e suseranos. Sentem-se muito importantes. Lamento, amigo Veber, os únicos que se beneficiam com burocracia são os advogados.

12º”Urnas eletrônicas são fraude.”

No Japão até a latrina é eletrônica, mas o voto é em cédula. Desde a Grécia, quando se votava com conchinhas, os eleitores podiam aferir a contagem dos votos. Num país onde na Loteria Federal saem os números 50-51-56-57-58-59, e até agora não tem vídeo do concurso, não espere que eu acredite em urna eletrônica.

13º ”Poxa, eu sou mulatinho e pretendia entrar pelas cotas no serviço público.”

Se não tem capacidade para entrar pelo mérito próprio, pelo esforço próprio, que não entre.
Negar emprego a um homem pela cor de sua pele é imoral. Portanto, conceder-lhe emprego por isso também o é.
Cor de pele não é currículo, tampouco certificado de competência.

14º ”Portanto, o professor nada inventou.”

Mas nosso nobre hermeneuta, autor do texto criticado aqui, bem como o professor, assim o interpretaram.

Afinal:

Pois é. Em tempos em que se pode dizer qualquer coisa sobre qualquer coisa, onde x pode ser lido como y porque, bem, interpretar é um ato de vontade mesmo e não tem jeito… é isso que acontece. (5)


Fonte:

1 – Nova Tática Contra Bolsonaro #EleNão | Arthur do Val

2 – https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,tres-anos-depois-de-lei-70-das-domesticas-estao-na-informalidade,70002444821

3 – https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/10/pm-e-baleado-com-a-propria-arma-apos-briga-de-transito-na-grande-sp-veja-video.shtml

4 –

Texto criticado:

5 – https://www.conjur.com.br/2018-out-11/senso-incomum-eleicoes-dialogo-entre-professor-estudante-direito

O uso de projetos na educação – Parte 5

Vídeo: Como Aprendemos?

 

Dia do professor!

Pateta: Professor também é gente!

O uso de projetos na educação – Parte 4

Vídeo Pedagogia dos projetos – Nilbo Nogueira:

O uso de projetos na educação – Parte 3

Vídeo Aprendizaje significativo (em espanhol):

 

O uso de projetos na educação – Parte 2

WBS Tool

WBS Tool é um programa livre via rede para construção de Estruturas de Projetos de Trabalho, quadros, organogramas e outros tipos de hierarquias. A ferramenta funciona em qualquer navegador com Adobe Flash instalado.

Disponível em: http://www.wbstool.com/index.php


Fonte: n/a