O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 5

Editado em 06/07/2022: adicionado vídeo redundante caso o Youtube remova o vídeo original.

Nesta quinta parte, quero trazer um vídeo que fala sobre a irreversibilidade da situação em que nos encontramos mundialmente. É um problema do qual não poderemos escapar e, cedo ou tarde, teremos de enfrentar.

Não consegui reencontrar o vídeo completo da Missão Reviver. O vídeo é de 2009. Se puder ajudar, indique onde posso encontrá-lo.

Crescimento do Islamismo (Mundo Muçulmano) | Realidade Invertida

Crescimento da população árabe descendente na Europa e América do Norte. Mudança populacional e formação de nações muçulmanas em países tradicionalmente de maioria católica ou protestante.

 

Mesmo vídeo, outro provedor:

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 4

Esta quarta parte da série traz um vídeo para falar sobre outros aspectos do Islamismo e seu modo de atuação.

Não “existe” Islamismo Moderado | Mario Sergio Porto

Breve exposição sobre o Islamismo, a estrutura do Alcorão e seus perigos para mostrar que não existe Islamismo moderado.

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 3

Editado em 17/05/2021: recolocado vídeo censurado pelo Youtube.

Nesta terceira parte da série, veja este vídeo que traz um apanhado histórico de como o Islamismo age politicamente e militarmente.

Religião assassina — O perigo histórico do Islã | Pensador Nato
Discurso de Brigitte Gabriel para FRCAction.org legendado em PTBR.
https://www.youtube.com/watch?v=3zQ0bS2F3Jc

Breve História do Islã – Brigitte Gabriel (9 set. leia 11 set.) – (leg PTBr)| Luigi Benesilvi
Brigitte Gabriel faz um resumo dos principais eventos históricos do Islã, desde os primeiros tempos de Maomé em Mecca e Medina (15 min. leg. PTBr) (onde está 9 de setembro, leia-se 11 de setembro)

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 2

EDITADO: Querem dificultar o acesso a essas informações? Tudo bem, só me dão mais trabalho. Abaixo do vídeo estão os principais dados apresentados em fotogramas selecionados por mim.

Nesta segunda parte da série, veja os dados estatísticos que apresentam ser significativo o número de muçulmanos favoráveis a ações contrárias aos ocidentais e aos seus valores.

O perigo do Islã: Detalhes e estatísticas apresentados por uma muçulmana | Brasileiro Patriota
Apresentação traduzida de Raheel Raza: By the numbers – The untold story of muslim opinions and demographics | Clarion Project

Início da a presentação. Raheel Raza começa discutindo a necessidade de se falar sobre o radicalismo islâmico. A contínua falácia de que 99,9% dos muçulmanos são contrários ao radicalismo é posta em discussão. É evidente que a maior parte dos atentados terroristas é praticada por muçulmanos, e que parte considerável da cultura islâmica é contrária aos valores contemporâneos, que prezam a liberdade.
Hoje há mais de 1,6 bilhão de muçulmanos ao redor do mundo, principalmente radicados na Península Arábica e na África.
O Islamismo é a ideologia que mais cresce ao redor do mundo. Muito importante que eu escreva aqui ”ideologia”. Conforme coloquei na primeira postagem desta série, não considero o Islamismo uma religião e sim uma ”ideologia travestida de religião”. 
As projeções indicam que a quantidade de seguidores do Cristianismo, atualmente a maior religião do mundo (se somadas todas as denominações) será ultrapassada pelos seguidores do Islamismo antes do final do século XXI.
O que nos leva ao problema: como lidar com os seguidores do Islamismo? Qual é o seu número de radicais? Em que acreditam? O que defendem? Como lidam com aqueles que não seguem o Islã?
Imaginando círculos concêntricos, temos os Jihadistas. A Jihad é a ”guerra santa” dos seguidores do Islamismo. Segundo o Islamismo, é lícito e estimulado aos seus seguidores impô-lo à força sobre todas as pessoas no mundo. Os Jihadistas são aqueles que estão dispostos ao ”martírio”, que é matar e morrer pelo Islamismo. Esse é o núcleo das ”esferas de radicalização” e, mesmo em menor número, são capazes de causar conseqüências funestas em grande escala, com a morte de muitas pessoas inocentes.
A quantidade de Jihadistas hoje perfaz aproximadamente 200.000 pessoas, de ambos os sexos, divididas nos chamados ”grupos extremistas”. Os principais são o Estado Islâmico, o Hamas, o Hezbollah, a Al-Qaeda, dentre muitos outros.
A segunda esfera de radicalização é formada pelos ”islamistas”. Eles também acreditam na imposição do Islamismo ao redor do mundo, mas não estão dispostos a um conflito armado direto. Em seu lugar, eles usam dissimuladas estratégias políticas e econômicas, fomentando financeiramente os Jihadistas e utilizando a liberdade do sistema ocidental contra si mesmo. Eles usurpam e subvertem o sistema político e jurídico local, a imprensa e os meios de comunicação, defendendo exclusivamente os interesses islâmicos, sem restrições morais. Uma estratégia muito similar à empregada pelo Marxismo (Gramscismo) ao redor do mundo. Infiltram-se em posições-chave, de controle e de influência, para por em prática seu plano de dominação da população e submissão dela ao Islamismo.
A terceira e maior esfera é a dos ”fundamentalistas islâmicos”. É composta, conforme comprovado pelos dados estatísticos abaixo, pela maior parte dos seguidores do Islamismo. São aqueles que vivem segundo as leis islâmicas, leis essas contrárias aos valores morais da sociedade ocidental contemporânea.
Os dados estatísticos abaixo foram extraídos a partir de pesquisa realizada em dezenas de países ao redor do mundo, todos com maioria ou considerável participação social de seguidores do Islamismo.
Entre os grandes países islâmicos, de 79% a 86% dos seguidores da Sharia defendem que aqueles que deixarem o Islamismo devem ser mortos.
Aproximadamente 237 milhões de muçulmanos acreditam que aqueles que deixam o Islamismo devem ser mortos por isso.
Mais de 345 milhões de muçulmanos acreditam/consideram que matar em nome da honra pode ser justificado. Exemplo: matar mulheres acusadas de adultério.
No ocidente, especificamente França, Reino Unido e Estados Unidos, entre 26% e 42% dos muçulmanos ali residentes acreditam que atentados suicidas com bombas provocando a morte de civis podem ser justificados.
Segundo a pesquisa, a maioria dos muçulmanos, em 53%, defendem que a Sharia deva ser imposta como a lei local.
Dentro dessa maioria de 53%, 281 milhões de muçulmanos são a favor de punições físicas, como espancamentos por chibatadas e amputações.
Também dentro dessa maioria, mais de 289 milhões de muçulmanos são a favor da morte por apedrejamento de adúlteros.

Com essas informações divulgadas, espero ter podido contribuir para o esclarecimento do segundo perigo que ameaça a liberdade do mundo ocidental.

E há os que fingem não ver o problema.

O perigo do Islamismo no Brasil e no mundo – parte 1

Editado em 15/10/2021: revisão textual.

Hoje há apenas três formas de Estado no mundo. A direita liberal cristã 1 , a esquerda socialista ateísta 2 e a teocracia muçulmana. Todos os governos dos países orientais, por conta da colonização, também fazem parte dessa tríade.

Não é de hoje que escrevo criticamente sobre a ”esquerda”, alcunha simplista 3 utilizada como referência a todo o movimento que iniciou com o ideário hegeliano-marxista e evoluiu para o hodierno neo-marxismo pós-moderno. Os brasileiros já estão compreendendo, tardiamente, o mal que os ideários esquerdistas trazem para a sociedade. Discurso contra a propriedade privada, contra a legítima defesa, contra a família e contra os bons costumes, a favor de aborto, de drogas, de auto-segregação (sob epíteto de ”ação afirmativa”), feminismo associado à ideologia de gênero (um paradoxo), tudo o que não presta e é honestamente indefensável é falaciosamente defendido com o propósito premeditado de degradar a cultura (o senso de ”pertencimento”) e subjugar o povo (tomado por ”massa”) ao poder do Partido. ”Acuse-os do que é e do que faz”, eis o mote. E com a ditadura do politicamente correto, subvertem o conceito de tolerância para tolerarmos o intolerável.

E acusam-nos de sermos intolerantes. Bem, relativamente não somos nem um pouco intolerantes. Ao menos não tanto quanto o segundo inimigo que o mundo ocidental há de combater. Reestudando religiões, percebo que a população das Américas não está ciente do gravíssimo perigo que o Islamismo representa para o mundo livre.

Travestida de religião, a ideologia islâmica é um modo de vida social, econômico e, especialmente e indissociavelmente, político. Considero que religião é algo que lida com o transcedental, com o metafísico. O Islamismo, porém, trata de ordenar os assuntos mundanos. A Sharia, sua lei, trata desde aspectos de higiene íntima, passando por etiqueta, dieta, vestuário e economia, e indo até orientações militares. Consiste numa teocracia em que os indivíduos são hipnotizados naquilo que têm de mais íntimo e que afeta todos os detalhes de sua vida, que é a sua religiosidade.

Por se tratar de algo tão íntimo e tão caro, a religiosidade pode assumir altíssimo grau de importância, até mesmo ser essencial na vida da pessoa. O Islamismo é uma ideologia que se apresenta como religião, e por isso é tão atrativa e sedutora. Apresenta-se como um porto seguro neste tão conturbado mundo em que vivemos, onde tantas pessoas carecem de segurança emocional.

Enquanto que no Marxismo/Socialismo/Comunismo as pessoas têm seu apoio (família, religião, identidade própria) paulatinamente removido, o Islamismo converte (ou ”reverte”, como chamam) a pessoa, convencendo-a a deixar para trás o multifacetado e complexo sistema de vida livre ocidental para adotar o pré-moldado e pré-estabelecido sistema de vida muçulmano, com ”todas as respostas prontas”, com ”todas as dúvidas sanadas”, com a ”verdade revelada”. E viver tal como se vivia na Alta Idade Média, 1.400 anos atrás, apedrejando apóstatas e circuncidando meninos e meninas.

Esta é a primeira postagem da série em que trago vídeos para que você se informe do perigo. Eles estão crescendo e, tal como são um problema na Europa e nos EUA, também o serão no Brasil.

COMO O ISLÃ IRÁ DOMINAR O MUNDO? | Lobo Conservador

[ASSISTA LOGO] PORQUE O AVANÇO DO ISLAMISMO É UM PERIGO? | Lobo Conservador

A China comunista os envia para campos de concentração ou ”reeducação” como chamam. Ela sabe do perigo que representam e já estão agindo. Os muçulmanos por sua vez sabem que não têm poder suficiente para enfrentá-la. Eles querem primeiro tomar o poder no ocidente, fortalecerem-se, para depois voltarem-se para lá. E nós estamos no meio dessa guerra.

Campos de concentração de muçulmanos na China; Fonte: TheDiplomat.com

Está com pena? Há grupos que somente dão valor aos direitos das minorias quando eles são a minoria. Quando se tornam a maioria, as minorias não têm direito algum.


  1. Os pequenos reinados remanescentes espalhados pelo mundo também se alinham a esses modelos, normalmente ao primeiro. Note que me refiro apenas ao modelo de governo, não à religião majoritária ou estatal. 
  2. ”Que busca tornar ateu.” Lembre que qualquer religião é, por definição, contrária aos interesses socialistas. 
  3. Embora não seja uma ideologia uniforme, creio que caiba a cognominação, desde que com cautela. Creio ser cabível porque já faz parte do vocabulário do conservadorismo liberal, por sua vez chamado ”direita”.  Veja mais em: Não gosto de conversar sobre política

Como saber se você está com depressão?

Atualizado em 25/11/2021: Acrescido novo vídeo.

É ano novo e você está catando na internet sobre depressão. Bem-vindo. Você não está sozinho nessa. E não finja que está tudo bem.

Se você estiver se sentindo mal agora, por favor, leia imediatamente o seguinte artigo: Suicídios, setembro amarelo e vida que segue.

Em tempo:

Se você estiver estudando o assunto, fiz um alerta de como a pandemia inevitavelmente iria afetar em massa a vida emocional da população mundial: A segunda pandemia: ansiedade, pânico e depressão

E uma crítica ao modo como ela é lidada em meu local de trabalho: Suicídios na UERJ – Uma questão ainda não solucionada.

Vídeos selecionados da página https://www.youtube.com/c/didatics/videos

10 COISAS QUE A DEPRESSÃO NOS LEVA A FAZER | didatics

5 SINAIS OCULTOS DE DEPRESSÃO | didatics

8 SINAIS DE QUE ALGUÉM ESTÁ ESCONDENDO A DEPRESSÃO | didatics

6 SINAIS DE DEPRESSÃO NA ADOLESCÊNCIA | didatics

25/11/2021

5 COISAS QUE PESSOAS DEPRIMIDAS FAZEM EM SEGREDO | didatics

6 HÁBITOS ESTRANHOS CAUSADOS PELA DEPRESSÃO | didatics

Opinião no ar (21/10/20) Completo

Opinião no ar (21/10/20) Completo | RedeTV! Jornalismo

Rápida aula com
Bruno Garschagen – Cientista político
Kaíke Nanne – Diretor de Redação da Revista Oeste

Cacique Cobra Coral estará de volta no governo de Paes para ‘domar’ o tempo

Publicado originalmente no Facebook em Dezembro de 2020.

PUTA QUE O PARIU. Sabe aquela notícia que você não acredita nem que PODE existir? Então, daí eu fui ver, e mesmo vendo, ainda não quero acreditar. Mas a tal Fundação Cacique Cobra Coral não apenas existe, mas também tira uns trocados do dinheiro público. PUTA QUE O PARIU.


Fonte: https://diariodorio.com/cacique-cobra-coral-estara-de-volta-no-governo-de-paes-para-domar-o-tempo/

Cacique Cobra Coral estará de volta no governo de Paes para ‘domar’ o tempo
Prefeitura irá reativar convênio com médium que afirma ter o poder de controlar o tempo e as chuvas

Por Vanessa Costa – 30 de novembro de 2020

Foto: Reprodução site da Fundação Cacique Cobra Coral

O Prefeito do Rio, Eduardo Paes, (Democratas) eleito neste domingo, dia 29/11, irá reativar o convênio com a Fundação Cacique Cobra Coral. A entidade, conhecida por ter o poder de “domar” o tempo e as chuvas, prestou serviços para a cidade durante outros mandatos do prefeito eleito.

Adelaide Scritori, médium, quediz incorporar o espírito do Cacique Cobra Cora, entidade que teria a capacidade de controlar o tempo, teve seu contrato com a Prefeitura cancelado durante o mandato do atual Prefeito Marcelo Crivella (Republicanos). Em entrevista a Veja Rio, o porta-voz da Instituição, Osmar Santos, falou as pretensões da instituição:

”A primeira coisa que vamos fazer é redistribuir as chuvas para que não caiam em excesso e no lugar errado.”

A parceria com Cacique Cobra Coral começou no de 2.000, na virada do século, quando a entidade foi convocada para evitar temporais na virada do ano e para monitorar o carnaval da cidade. Desde então, a Fundação esteve em todos os finais de ano e carnavais do Rio.

Somente no ano de 2015, momento em que o estado passava por crise hídrica, a fundação não prestou assessoria ao carnaval da cidade. Neste ano, um temporal causou problemas nos desfiles da Mocidade, Mangueira e Viradouro, que inclusive, acabou sendo rebaixada.

Em fevereiro de 2019, mesmo sem convênio com a Prefeitura do Rio, a Fundação alertou, com antecedência, ao Prefeito Crivella (Republicanos), sobre o risco de um forte temporal atingir a cidade. No entanto, o prefeito não tomou as providências cabíveis.

A Fundação Cacique Cobra Coral foi fundada por Ângelo Scritori e sua filha Adelaide Scritori, também médium que incorpora o espírito e mentor Cacique Cobra Coral, com o objetivo de evitar catástrofes da natureza. Sua principal fundadora, Ângelo Scritori morreu no ano de 2002, aos 104 anos.

Além do retorno espiritual, a Fundação reabrirá em janeiro sua sede no Rio, no bairro da Barra da Tijuca. Durante quatro dias da semana, a instituição permanecerá na cidade.

 

Dr. Alessandro Loiola no Programa Coliseum

Editado em 15/12/2020: problemas na visualização do vídeo.

Dr. Alessandro Loiola no Programa Coliseum | Programa Coliseum

Para ver meus argumentos sobre a pandemia, ver também meu texto:

Guia da pandemia: o vírus corona no Brasil e no mundo.

Adendo à falácia sobre a Educação

Em casa de ferreiro o espeto é de pau. Fiquei de fazer a revisão gramatical de meu primeiro artigo independente: ”A falácia sobre a educação”. E desde 2017 estava para fazê-la. Publiquei um monte de coisas depois, fiz até revisão de doutoramento. E cadê a revisão do meu artigo???

Com todo o atraso do mundo (que me é natural) eis aí:

Texto completo: Edição independente 001.1 – versão revisada e ampliada

Em 07 de março de 2018, tomei um táxi na porta da UERJ para vir para casa. Estava conversando com o taxista André Luiz Ferreira sobre o texto. Após explicar minha posição, ele me perguntou: “E quando a educação não vem de casa?”. Ou seja, e quando não há condições de os pais educarem seus filhos?

Temos hoje jovens que, como diria certo amigo professor (omiti seu nome para não prejudicá-lo), carecem até mesmo das mais rudimentares noções de civilidade. E os pais por vezes são ainda piores!

Seguindo a argumentação de meu artigo, advém a pergunta: ”Caberia ao Estado educar as crianças quando seus pais não podem ou até mesmo não querem educá-las?”.

Finalmente, após tantos anos, tenho a resposta: sim. O Estado pode sim interferir na educação e na proteção da criança, mesmo contra a vontade de seus pais. A função do Estado é proteger os direitos e as liberdades do indivíduo, não de um ou outro grupo social, incluindo a própria família.

Se o comportamento familiar é prejudicial, nocivo ou perigoso à criança, o Estado pode e deve sim interferir contra a vontade dos pais. Nisto se fundamenta a defesa da criança contra o aborto, a violência doméstica, o abuso sexual, a mutilação religiosa e qualquer outro fato que fira sua integridade, bem como lhe retire o livre-arbítrio, a livre escolha, o direito de decidir sobre si, seu corpo e sua própria vida.

Como a criança e o jovem ainda estão com suas personalidades em formação, precisam de tutela, pois não têm maturidade para decidir muitas coisas sozinhos. Cabe ao Estado, se necessário, impedir que haja abusos por parte da família dela, quando de ações contrárias à moral e aos bons costumes. Bem como cabe ao Estado suprir a educação das noções básicas de civilidade e respeito, qualidades bem quistas na formação de seus cidadãos.

Exemplo de escola japonesa: