A DELIMITAÇÃO DO TEMA NA PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS José D’Assunção Barros
Este artigo busca desenvolver uma reflexão acerca da Pesquisa nas áreas de Ciências Sociais e Humanas, particularmente direcionada para os pesquisadores que se defrontam com este que é primeiro momento de um caminho de pesquisa a ser iniciado: a escolha do Tema. A principal intenção do artigo é trazer uma contribuição para alunos e professores dos campos de conhecimento relacionados às ciências sociais e humanas, oferecendo algumas sugestões práticas e meios para o entendimento e o esclarecimento sobre aspectos relacionado à Teoria e à Metodologia, no que se refere à condução do processo de Pesquisa.
Para todos os amantes de viagens e afins, as autocasas (ou rulotes, como preferirem chamar) são a melhor maneira de se viajar. Aproveita-se o campo, podemos ir para qualquer lugar, temos tudo à disposição e não gastamos com hotéis ou pousadas.
Lamentavelmente, no Brasil, não temos a cultura das autocasas. Talvez a principal dificuldade seja os postos de apoio, necessários para qualquer viagem. Neles é onde se reabastece de água e se elimina o esgoto. Tive o prazer de, durante o mês de maio, estudar um pouco deste estilo de vida viajante. Talvez um dia eu tente por o pé na estrada. Por hora, fico só na vontade.
Vi muitos modelos, muitas alternativas, muitas tecnologias bastante interessantes. Descobri os sanitários secos que atuam por compostagem. Descobri as poucas fábricas brasileiras, como a Apollo Trailer. E muitas coisas interessantes modernas.
Mas NADA se compara aos antigos modelos das décadas de 60, 70 e 80. Época boa em que as coisas eram feitas para durar. Abaixo, vídeo promocional do GMC, em minha novata opinião, o melhor motorhome já feito.
Eu poderia ter ganhado na mega-sena. Ou na loto. Ou no bingo. Ou até uma rifa… Mas tirei a sorte grande e ganhei um problema de próstata. Aos 17 anos. A probabilidade de ganhar na loteria era mais alta, mas parece que gastei todo meu fortúnio nisso e agora não ganho nem prenda…Hoje, 15 anos depois, já aprendi a conviver com esta crônica inconveniência. Lembro o primeiro caso. As meninas que lerem esta postagem possivelmente considerar-me-ão exagerado, pois menstruação é parte inerente à sua fisiologia. Mas um homem não sangra naturalmente. Sangue é para ficar do lado de dentro (e não sair). Se está sangrando, há algo errado. MUITO errado.
Fazer sangue em lugar de xixi foi uma experiência (no mínimo) traumática. Esvaziar a bexiga nunca foi tão estranho… Felizmente nunca mais foi tão sanguinolento (ufa!). Pouparei meus parcos leitores dos demais detalhes escatológicos de minhas vivências prostáticas, e, por pudores, não mencionarei os outros detalhes.
A convivência com algo que vem e vai ao sabor do tempo me fez aprender a lidar com isso, aprender como funciona, aprender como se dá. E aprendi que não tem motivo, não tem origem nem os médicos sabem por que acontece! Fui premiado sem entrar em concurso!
Aprendi a driblá-la. Sei o que não fazer, o que não comer, o que não usar. E assim a mantenho longe. Mas às vezes ela vem fazer uma visita (sempre sem ser convidada). Pelos sintomas, já sem quando vem. Nunca sei a intensidade, mas sei que lá vem ela – a sagrada próstata – reclamar! Pode ser aguda ao ponto de eu não conseguir me levantar, pode ser só um leve incômodo que passa num dia. Ou pode ser como a de hoje, que já está me chateando há 14 dias.
O sangue não me traumatiza mais. O pus não me incomoda. O fedor, também não. O que realmente me desagrada é a dor.
Imagine uma bola de tênis.
Agora imagine essa bola feita de metal.
Agora imagine esse metal incandescente.
Agora enfie isso na sua bunda.
Fazendo pipi de manhã…
Certa vez estava conversando com meu amigo Gilmar sobre esse assunto e ao falar que me dispunha a fazer cirurgia ele considerou que seria demasiada intervenção, haja vista eu correr o (alto) risco de ficar impotente. Ora, eu aceitaria ser até castrado se me garantissem nunca mais sentir essa dor! (lamentavelmente, pela posição anatômica do órgão, nenhuma cirurgia é possível sem seqüelas permanentes)
E assim vou vivendo e seguindo, sabendo que ela vai embora e talvez um dia volte… Enquanto isso, mais uma vez tocamos a música tema.
E qual a lição disso tudo? Afinal, para quê partilhar com o mundo essa desagradável questão de foro privado? E logo em minha página, ora dedicada a assuntos educacionais? Primeiro porque eu quis desabafar. Segundo para deixar a quem tropece por estas letras a idéia de que tudo passa, independentemente de todos os problemas de saúde, ou financeiros, ou sentimentais que porventura tivermos em nossas vidas.
É sempre assim: logo que somos premiados a contragosto, temos aquele ”baque”. Boom! Em seguida, vêm os sentimentos negativos como o nervosismo, a ansiedade, a preocupação etc. etc. etc., dependendo, claro, do nível de estabilidade e controle emocional de cada indivíduo. Mas sempre uma notícia ruim vem acompanhada daquela sensação desagradável…
Mas por mais inconveniente, pois mais desagradável, por mais aborrecedor, o ”baque” passa. Ele é inevitável. Porém a forma como você lida com ele é totalmente sua escolha. É possível ter uma atitude pró-ativa com relação a si mesmo e à sua situação.
Observar, refletir, raciocinar, ponderar. O quê pode ser feito? Como pode ser feito? É possível resolver? Como? Não é possível? Como conviver da melhor forma? É ineficiente e contraproducente termos sempre os olhos voltados para o que não podemos, e nos esquecermos daquilo que podemos fazer.
Em meu caso, a convivência com esse problema de saúde me ensinou a valorar ainda mais a saúde que tenho e aquilo que posso fazer. Desejo a quem por aqui passe, que também aprenda a ver a vida mais positivamente mesmo após as desventuras que ela por vez traz.
Como já dizia o sábio:
Se o problema tiver solução, não há com o que se preocupar. Se o problema não tiver solução, não há com o que se preocupar.
PESQUISA-AÇÃO:
a Produção Partilhada de Conhecimento Maria Amélia Santoro Franco
Este texto relata percursos de pesquisa-ação e tem a finalidade de realçar as possibilidades desta metodologia como produtora de conhecimentos partilhados. Analisa diferentes abordagens na prática da pesquisa-ação, destacando elementos para a composição de um protocolo de pesquisa na pesquisa-ação. O texto é tecido pela integração de diferentes pesquisas, com diferentes procedimentos, realçando o papel das espirais
cíclicas na produção coletiva de conhecimentos. Neste processo de articulação de conhecimentos a partir de diferentes procedimentos são analisados, especialmente, a autoscopia e a escuta sensível. As investigações analisadas reiteram a importância das espirais cíclicas como procedimento fundamental para estruturar os processos cognitivos que ocorrem durante a pesquisa-ação.
Palavras-chave: Pesquisa-ação. Produção coletiva. Autoscopia. Escuta sensível.
A pesquisa-ação possibilita que o pesquisador intervenha dentro de uma problemática social, analisando-a e anunciando seu objetivo de forma a mobilizar os participantes, construindo novos saberes. É através da pesquisa-ação que o docente tem condições de refletir criticamente sobre suas ações.
Ela possui uma base empírica que é concebida e realizada através de uma relação estreita com uma ação ou com a resolução de um problema coletivo. Os participantes dessa pesquisa então envolvidos de modo cooperativo ou participativo.
A Cinoterapia é uma nova abordagem terapêutica que tem como diferencial o uso de cães como co-terapeutas no tratamento físico, psíquico e emocional de pessoas com necessidades especiais. http://www.meupetcao.com.br/o-que-e-cinoterapia/
Os profissionais das áreas de saúde e educação, como fisioterapeutas, psicólogos, psiquiatras, terapeutas ocupacionais e pedagogos, utilizam o cão como reforçador, estimulador e facilitador da reabilitação e reeducação global do paciente. http://terapianimali.blogspot.com.br/p/cinoterapia.html