Processos de avaliação: material complementar – Parte 7

FORTALECENDO COMPETÊNCIAS
Formação continuada para o Programa Abrindo Espaços: educação e cultura para a paz
Organização e redação final: Marlova Jovchelovitch Noleto
Redação e edição: Gabriela Athias
Colaboradores: Cristina Cordeiro, Helena Povere, Lia Diskin, Candido Gomes, Marisa Sari,
Julio Jacobo, Regina Vassimon, Anailde Almeida, Leoberto N. Brancher e Rita Ippolito
Revisão técnica: Marlova Jovchelovitch Noleto, Rosana Sperandio Pereira, Alessandra Terra
Magagnin e Candido Gomes
Revisão: Rejane Lobo e Jeanne Sawaya
Diagramação: Rodrigo Domingues
Capa e projeto gráfico: Edson Fogaça

A multiplicação da cultura de paz

No ano em que o Programa Abrindo Espaços: educação e cultura para a paz completa oito anos, a Representação da UNESCO no Brasil tem a oportunidade de lançar uma coleção de sete publicações para sistematizar uma iniciativa de inclusão social e redução de violência com foco na
escola, no jovem e na comunidade.
O Programa Abrindo Espaços consiste na abertura das escolas públicas nos fins de semana, com oferta de atividades de esporte, lazer, cultura, inclusão digital e preparação inicial para o mundo do trabalho. Ao contribuir para romper o isolamento institucional da escola e fazê-la ocupar papel central na articulação da comunidade, o programa materializa um dos fundamentos da cultura de paz: estimular a convivência entre grupos diferentes e favorecer a resolução de conflitos pela via da negociação.
A UNESCO agradece à Fundação Vale pela parceria que lhe possibilita publicar esta coleção, uma ferramenta de multiplicação de um programa que já é política pública e está presente em escolas dos 26 estados da federação e do Distrito Federal. O objetivo das publicações é compartilhar com a sociedade o conhecimento e a experiência acumulados pela UNESCO na gestão do Programa Abrindo Espaços, que tem como uma de suas
missões agregar valor a iniciativas focadas na construção e na multiplicação da cultura de paz.

Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0017/001785/178535por.pdf


Fonte: n/a

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Processos de avaliação: material complementar – Parte 6

PADRÕES DE COMPETÊNCIA EM TIC PARA PROFESSORES
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
Título original: ICT competency standards for teachers: implementation guidelines, version 1.0. Paris: UNESCO, 2008.
Tradução: Cláudia Bentes David
Revisão Técnica: Maria Inês Bastos
Revisão: Reinaldo de Lima Reis e Jeanne Sawaya
Diagramação: Edson Fogaça e Paulo Selveira

Para viver, aprender e trabalhar bem em uma sociedade cada vez mais complexa, rica em informação e baseada em conhecimento, os alunos e professores devem usar a tecnologia de forma efetiva, pois em um ambiente educacional qualificado, a tecnologia pode permitir que os alunos se tornem: usuários qualificados das tecnologias da informação; pessoas que buscam, analisam e avaliam a informação; solucionadores de problemas e tomadores de decisões; usuários criativos e efetivos de ferramentas de produtividade; comunicadores, colaboradores, editores e produtores; cidadãos informados, responsáveis e que oferecem contribuições.
Por intermédio do uso corrente e efetivo da tecnologia no processo de escolarização, os alunos têm a chance de adquirir complexas capacidades em tecnologia, sob orientação do principal agente, que é o professor. Em sala de aula, ele é responsável por estabelecer o ambiente e preparar as oportunidades de aprendizagem que facilitem o uso da tecnologia pelo aluno para aprender e se comunicar. Consequentemente, é essencial que todos os professores estejam preparados para oferecer essas possibilidades aos alunos.

Texto completo: 156209por


Fonte: http://unesdoc.unesco.org/images/0015/001562/156209por.pdf

Processos de avaliação: material complementar – Parte 5

EDUCAÇÃO CORPORATIVA: UM TEMA DA CONTEMPORANEIDADE
Bárbara Burgardt Casaletti

Este trabalho apresenta um recorte da Dissertação de Mestrado da autora e discute a educação corporativa a partir de uma análise feita inicialmente nos trabalhos apresentados em alguns Grupos de Trabalho da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação – ANPED e nas Teses de Doutorado e Dissertações de Mestrado disponibilizadas no Banco de Teses da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES. Além disso, a temática é analisada à luz de autores como Meister (1999), Eboli (2010) e Cortella (2007) e é realizado um estudo também a partir do campo da Educação, visto que, muitas vezes, a discussão fica aos cuidados do campo da Administração. Assim, as ideias aqui trazidas contribuem para um novo olhar quanto à educação corporativa, noticiando, por fim, que a Educação a Distância ─ EAD ─ pode contribuir para uma mudança no cenário que trata do desenvolvimento e da aprendizagem das pessoas que atuam em organizações públicas e privadas.

Texto completo: 16788-30300-1-PB


Fonte: http://periodicos.ufpb.br/index.php/mpgoa/article/view/16788/9732

Avaliação formativa – Parte 1

Competências no Trabalho x Competências na Escola
Módulo 5 TV Cultura Roda Viva Philippe Perrenoud Doutor em sociologia e antropologia, professor da Universidade de Genebra Suíça

Processos de avaliação: material complementar – Parte 4

UNIVERSIDADE CORPORATIVA: UMA NOVA ESTRATÉGIA PARA A APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL
Renata Pinheiro Carvalho
Dulce Márcia Cruz

A velocidade das mudanças na atualidade, leva muitas organizações a refletir que é necessário treinar seus colaboradores de acordo com suas necessidades mantendo um processo de aprendizado contínuo. Um conceito de aprendizagem organizacional que pode responder a essa demanda é o da Universidade Corporativa (UC). A proliferação de Universidades Corporativas abre possibilidades concretas para transformar em realidade o sonho da “integração escola-empresa”, mas traz também uma grande questão: a UC é uma ameaça ou uma oportunidade para as universidades tradicionais? Para contribuir com esse debate, este artigo apresenta os resultados de um estudo de caso dos grupos Accor, Brahma e Algar, que criaram suas próprias Universidades Corporativas no Brasil, e que são consideradas referência para “benchmarking” no mercado nacional. O artigo defende que a teoria da UC engloba a maioria dos conceitos fundamentais sobre aprendizagem organizacional e que, em termos práticos, as empresas analisadas aplicaram e tiraram proveito da teoria, adaptando de modo eficiente os conceitos ao seu ambiente operacional. O grande desafio para a universidade tradicional é o de unir forcas com as UCs, conciliando os objetivos do empregado, da corporação e da instituição de ensino em uma parceria a três, benéfica para todas as partes envolvidas.

Texto completo: IUE012

Dissertação disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/101510/179252.pdf


Fonte: http://www.abenge.org.br/CobengeAnteriores/2001/trabalhos/IUE012.pdf

Avaliação somativa – Parte 4

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DO ENSINO SUPERIOR
Léa das Graças Camargos Anastasiou

Esta apresentação faz séries de apontamentos, resumindo o processo de avaliação.

ANASTASIOU, L.G.C. Processo de avaliação / acompanhamento em currículos integrativos: anotações para um começo de conversa. In: DANYLUK, O.S. et al. (orgs.). Conhecimento sem fronteira. Passo Fundo: Ed.Universidade de Passo Fundo, 2005.

Texto completo 1 (apresentação): Avaliação da aprendizagem do ensino superior

Texto completo 2 (anotações): processos avaliativos


Fonte 1: Não consegui encontrar a fonte do arquivo da apresentação, apenas a citação de sua origem, que vai no corpo desta postagem.

Fonte 2:

https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/393856/mod_resource/content/1/23nov2015LEAavaliaçãoecurriculointegrativo%20%281%29.pdf

Avaliação somativa – Parte 3

QUAL A MEDIDA DA SUA AVALIAÇÃO?
Construindo um Portfólio de avaliação no ensino de ciências.
Lucilene Aparecida e Lima do Nascimento

O foco desse estudo é apresentar o Portfólio de Avaliação como instrumento avaliativo integrado à prática de ensino e como uma ferramenta útil ao processo ensino-aprendizagem, em especial no Ensino de Ciências. Inicialmente o estudo se concentrou numa abordagem bibliográfica sobre Avaliação e teve como propósito compreender a concepção e prática de avaliação que os professores lançam mão durante suas aulas nas disciplinas de Ciências. Para tanto, foi necessário conduzir através de revisão crítica da literatura, as discussões sobre o tema, para afinar o entendimento do leitor à realidade avaliativa do Brasil. Ao longo do trabalho é apresentada uma aproximação do conceito de Portfólio à proposta construtivista que busca superar a cultura avaliativa tradicional. Essa concepção de avaliação integrada à prática de ensino a partir do Portfólio foi assumida neste estudo de acordo com o referencial de análise segundo Hadji (2001) e Hernandez (2000). A pesquisa de campo desenvolveu-se no âmbito de duas escolas públicas estaduais no Rio de Janeiro, onde alunos elaboraram seus portfólios de avaliação a partir de atividades pedagógicas diversas. Em uma das escolas buscou-se desenvolver o entendimento sobre avaliação nas aulas com turmas do 3º ano do Curso Normal em nível Médio, sendo os alunos normalistas – futuros professores – os sujeitos dessa pesquisa. Na outra escola, os sujeitos foram alunos matriculados no Ensino Médio Regular, participantes voluntários de um projeto financiado pela CAPES (Projeto Novos Talentos – Edital 055/2012) denominado “Experimentando Ciências na Sala de Aula”. Assumidos do víeis metodológico da pesquisa-ação em ambos os espaços e submetidos a uma abordagem qualitativa na análise dos dados, foi possível evidenciar que a marca da avaliação tradicional ainda se encontra presente nos discursos e práticas das aulas de Ciências. O percurso investigativo constatou a existência de um nó na avaliação do Ensino de Ciências e a necessidade de despertar a conscientização, reflexão e ação dos professores e pesquisadores da área com a finalidade de combater a deformação e/ou conformação que envolve as práticas pedagógicas docentes. Salienta-se que a natureza dinâmica e interativa da pesquisa contribuiu não só para promover a reflexão sobre o tema, mas também para estruturar o produto educativo desta dissertação que é um Portfólio de Avaliação no Ensino de Ciências como um guia voltado para a prática avaliativa dos docentes da área de Ciências, uma vez que conclui-se que a utilização do Portfólio como instrumento de avaliação ainda é considerada uma novidade pedagógica, mas pode e deve ser visto como uma estratégia de ensino e avaliação em Ciências, pois se mostrou possível e bem sucedido quanto à sua implementação.

Disponível em: https://portal.ifrj.edu.br/sites/default/files/IFRJ/Cursos%20Pós-Graduação/propecmp/dissertacao/2015/dissert_lucilene_aparecida_e_lima_do_nascimento.pdf


Fonte: n/a

Avaliação somativa – Parte 2

RESENHA: OS ASPECTOS IDEOLÓGICO E FILOSÓFICO DA AVALIAÇÃO PROPOSTA POR HADJI
Lucilene Nascimento
Giselle Rôças

HADJI, Charles. Avaliação Desmistificada. Porto Alegre: ARTMED Editora, 2001.

O educador francês Charles Hadji discute, nesta obra, a desmistificação da avaliação, assumindo como elemento principal que esta deve estar a serviço das aprendizagens. Hadji descreve em sua obra os detalhes sobre o já bastante debatido, mas ainda, tão complexo tema.
Primeiramente, o autor delineia suas proposições numa tese central, suscitando no leitor a reflexão sobre as possibilidades de se transformar a utopia formativa da avaliação em realidade. Sim! O autor pretende conceber desde sua introdução, que ainda há o que se discutir sobre o tema, apresentando uma série de interrogações que instigam o leitor a descobrir o que de concreto ele pode acrescentar, sob a égide de que se faz necessário compreender para agir.

Texto completo: 38329-160417-1-PB


Fonte: https://www.revistas.ufg.br/sv/article/view/38329/19429

Avaliação somativa – Parte 1

AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: PARA ALÉM DA UNILATERALIDADE OBJETIVISTA/SUBJETIVISTA
Zacarias Gama

O presente ensaio discute a unilateralidade objetivista e subjetivista que persiste na avaliação educacional e desenvolve argumentos favoráveis a uma nova forma de avaliar a aprendizagem dos estudantes da escola básica, considerando que as práticas objetivistas e subjetivistas são insuficientes em face de um projeto de uma sociedade emancipada. Com base teórica em autores marxistas, propõe uma prática de avaliação educacional com referência à objetividade social e subordina os instrumentos avaliativos de uso corrente a essa mesma objetividade.

Texto completo: 1488


Fonte: http://www.fcc.org.br/pesquisa/publicacoes/eae/arquivos/1488/1488.pdf
Fonte: http://publicacoes.fcc.org.br/ojs/index.php/eae/article/download/2044/2003


Em tempo: deixar de ler autores marxistas é igualar-se na cegueira em que os mesmos se afundam. O fato de o marxismo ser abjeto não significa que não possa fornecer algum conteúdo. Se podemos encontrar comida no lixão, então… Vivemos numa cultura acadêmica tomada pelas idéias marxistas. É o mesmo que sermos obrigados a almoçar no lixão, em lugar de restaurante. Não temos muitas opções, se não quisermos morrer de fome.