Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – Parte 2

Acesso em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf

O QUE É BNCC? COMO SE ORGANIZA? (Resumo da Base Nacional Comum Curricular) | Aline Supino

6 DIREITOS DE APRENDIZAGEM – Saiba quais são e como colocá-los em PRÁTICA!! | Aline Supino

Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – Parte 1

O seguinte vídeo trata do processo de criação da BNCC; a diferença entre a BNCC e os antigos Parâmetros Nacionais Curriculares (PNC); a relação entre a federação e os estados e municípios na constituição da matriz curricular escolar; as diferenças entre a BNCC para o ensino fundamental e a para o ensino médio; as dificuldades de implantação; os novos paradigmas de formação humana e construção de conhecimento; a ligação da BNCC com o avanço tecnológico e o uso de TIC’s como ferramenta de educação; a conseqüente necessidade de preparar tanto os professores quanto os livros didáticos para os novos parâmetros (considerando as grandes diferenças regionais atuais); as 10 competências previstas na BNCC; as dificuldades em fornecer acesso igualitário à necessária inclusão digital para o sistema escolar brasileiro composto por instituições de infra-estruturas díspares; o papel do Ministério da Educação na implementação da BNCC.

Competências e aprendizagem remota: um olhar sobre a BNCC | Aprendizagem Remota
“Mediadora: Aline Amorim
Debatedores: Thérèse Hofmann, Fabiano Farias de Souza e José Henrique Paim
Sessões abertas
No Rio de Janeiro, um grupo de especialista se organiza, no sentido de prover aos alunos da rede de Educação Pública Estadual a aprendizagem remota, por meio de mediação tecnológica, sem deixar de lado a importância da relação professor-aluno.
Esse grupo estará disponível para empreender, junto às equipes da rede de Educação Pública Estadual, debates relacionados a temas aderentes ao mote que rege as ações do estado, de acordo com a Unesco.”

Quais são as diferenças entre Língua, Linguagem, Idioma e Dialeto?

Língua: sistema de comunicação verbal que permite a pessoas se exprimirem e compreenderem umas às outras. Normalmente se dá pela fala, mas no caso da Libras (língua brasileira de sinais) é uma língua puramente corporal e visual.

Linguagem: qualquer conjunto de símbolos, verbal ou não verbal, que permita comunicar conceitos e idéias. Signos, sinais, linguagem de programação, dança, artes plásticas etc.

Idioma: código verbal estruturado identificado como vinculado a um povo, ou seja, é diretamente relacionado à organização política de uma sociedade. No Brasil, o idioma é o português, embora haja uma enorme quantidade de línguas de povos nativos, bem como haja comunidades descendentes de imigrantes que ainda falem as línguas de seus países de origem, como japonês ou alemão. O Canadá possui dois idiomas, o inglês (na maioria de suas províncias) e o francês (em Quebec); a Suíça possui quatro idiomas (alemão, italiano, francês e romanche).

Dialeto: é a variação da língua própria de uma região. Essa variação necessariamente tem relação com a estrutura gramatical, isto é, o modo de construção das expressões utilizadas, as palavras propriamente utilizadas (vocabulário) e a forma de pronunciá-las. Variações somente na forma de pronunciar a palavra são chamadas de sotaque, um subconjunto do dialeto, e não constituem dialetos completos.

As variações lingüísticas podem ser:

a) “Variação diatópica (variação regional)”: é a variação lingüística que ocorre por conta da distância geográfica. Por exemplo, a forma de falar coisas no Sul do Brasil difere da forma de falar as mesmas coisas no Nordeste. A diferença no uso de palavras entre Brasil e Portugal torna o dialeto brasileiro uma variação diatópica da Língua Portuguesa (que, obviamente, pertence à Portugal).

b) “Variação diastrática (variação social)”: é a variação lingüística que ocorre dentro dos nichos sociais. Pessoas que trabalham com Tecnologia de Informação tendem a falar de um modo, juristas se expressam de outra forma, médicos usam outro vocabulário, filósofos se comunicam também de forma própria. Esse conceito não é apenas relacionado à profissão ou nicho social, mas também ao substrato social em que o falante se encontra. Pessoas com maior acesso à educação falam de uma forma, pessoas com baixo nível cultural se comunicam com outras palavras, usam outros termos, se expressam diferentemente.

c) “Variação diacrônica (variação histórica)”: é a variação lingüística que ocorre naturalmente pela passagem do tempo. O português que falamos hoje não é o mesmo que se falava no início do século XIX. Nem é necessário irmos tão longe, basta procurar propagandas antigas das décadas de 1960 ou 1950 e é possível notar claramente a diferença no modo como as pessoas falavam.

d) “Variação diamésica (variação midiática)”: é a variação lingüística que ocorre segundo o meio de transmissão. Falamos de uma forma, porém escrevemos de outra. Do mesmo modo, onde se escreve também faz diferença. A escrita em um manual de instruções, numa bula de remédio, em um e-mail profissional ou numa conversa no messenger com os amigos são diferentes entre si. Quem comunica, para quem e com que propósito causam essa variação.

O novo professor – parte 3

texto com foco em alunos infanto-juvenis

Continuando a postagem anterior sobre este tema, nesta postagem gostaria de ressaltar algumas diferenças entre a educação infanto-juvenil portuguesa e a brasileira. Considero ser importante que profissionais da área de pedagogia comparem o que está sendo feito na nossa realidade com o que está sendo feito em outros países. Aqui seguem algumas coisas que achei interessantes:

A ANQEP (link)
”A Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I.P. (ANQEP, I.P.) é um instituto público integrado na administração indireta do Estado, com autonomia administrativa, financeira e pedagógica. […]
No âmbito do Sistema Nacional de Qualificações, a ANQEP I.P. tem as seguintes atribuições:
* Conceber e atualizar em permanência do Catálogo Nacional de Qualificações, instrumento que regula as qualificações de dupla certificação de nível não superior;
* Regular e dinamizar a oferta de educação e formação profissional de dupla certificação destinada a jovens e adultos, a oferta de ensino artístico especializado e o sistema de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC), de âmbito escolar e profissional, destinado a adultos; […]”

Ou seja, por lá eles têm um ”SEBRAE” totalmente público que ajuda a inserir jovens e adultos no mercado de trabalho.

Este é o catálogo de cursos que eles oferecem: https://catalogo.anqep.gov.pt/


Domínios de Educação para a Cidadania

A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania de Portugal exige que os alunos sejam expostos a uma série de temáticas para além da instrução formal. Sem entrarmos no mérito da escolha dos temas, é interessante observar que o governo está tentando prover uma educação integral e constitutiva de cidadania. A página principal é https://www.dge.mec.pt/estrategia-nacional-de-educacao-para-cidadania

1.º GRUPO – Obrigatório para todos os níveis e ciclos de escolaridade:
Direitos humanos (civis e políticos, econômicos, sociais e culturais de solidariedade);  igualdade de gênero; interculturalidade (cultural e religiosa); desenvolvimento sustentável; educação ambiental; saúde (promoção da saúde, saúde pública, alimentação e exercício físico).

2.º GRUPO – Trabalhado pelo menos em dois ciclos do ensino básico:
Sexualidade; mídia; instituições e participação democrática; educação financeira e educação para o consumo; segurança rodoviária; risco.

3.º GRUPO – Com aplicação opcional em qualquer ano de escolaridade:
Empreendedorismo (vertentes econômica e social); mundo do trabalho; segurança, defesa e paz; bem-estar animal; voluntariado;

Veja aqui um plano de distribuição desses grupos curriculares num grupo de escolas portuguesas: AEJA-Plano

Fonte: https://aeja.pt/ficheiros/d13624211vK5mNOZGyZ.pdf


HypatiaMat (link)

”O desempenho escolar na Matemática é uma preocupação crescente junto da comunidade educativa: estamos todos preocupados com o elevado insucesso escolar e o correspondente abandono escolar precoce. Sabemos que a literatura educacional aponta a promoção do sucesso na Matemática e a utilização corrente das TIC na sala de aula como dois grandes desafios que a educação enfrenta na atualidade. Respondendo a estes desafios, a presente investigação organiza-se em torno da seguinte questão: Como podem as novas tecnologias, nomeadamente aplicações hipermédia utilizadas nos IWB (interactive whiteboards), contribuir para a promoção do sucesso escolar a Matemática?

Para responder a esta questão, investigadores da Universidade do Minho, da Universidade de Coimbra e de outras proveniências construiram este site com muitas aplicações hipermédia centradas nos conteúdos de Matemática do 1.º ano até ao 9.º ano.

Disponibilizamos esta ferramenta à comunidade educativa, na expetativa que a mesma possa contribuir para a promoção do sucesso neste domínio do conhecimento.

Esperamos que alunos, professores e encarregados de educação tirem o melhor partido.”


Rede de Bibliotecas Escolares de Portugal

Sendo eu funcionário de biblioteca, não poderia deixar de mencionar a Rede de Bibliotecas Escolares de Portugal. Procure na parte Suporte >> Recursos. Lá tem vários projetos que podem ser perfeitamente adaptados para as bibliotecas escolares daqui. Um especial é o Manual de Instruções de Literacia Digital, que ensina o passo-a-passo sobre como usar os recursos da rede de computadores. A página é https://mild.rbe.mec.pt/

Website: https://www.rbe.mec.pt/np4/home.html

O novo professor – Parte 2

texto com foco em alunos infanto-juvenis

Relembrando o contexto da pandemia, onde governos no mundo todo impuseram restrições à movimentação de seus cidadãos, a educação de jovens no mundo todo sofreu dois anos ou mais de quase paralisia. A curtíssima janela temporal adequada ao desenvolvimento de certos trabalhos foi perdida. Diante disso, pedagogos ao redor do mundo tiveram de lidar com o abrupto distanciamento dos pequenos. Pouco mais de dois anos após, uma nova questão se apresentou: como recuperar o tempo perdido? Como aferir o que os alunos aprenderam? Como aferir o que eles não conseguiram aprender? Como readaptar os alunos no retorno à realidade do ensino presencial após tanto tempo isolados? Essas e outras perguntas são trabalhadas no texto abaixo, de autoria do Ministério da Educação e Cultura de Portugal.

Há algumas diferenças no ensino de Portugal e do Brasil. Para facilitar a leitura, lembre as siglas:

  • UFCD: Unidade de Formação de Curta Duração (cursos de curto prazo);
  • PA: Perfil do Aluno à Saída da Educação (o que se espera que ele tenha aprendido);
  • HGP: História e Geografia de Portugal;
  • CD: Cidadania e Desenvolvimento;
  • ENEC: Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania;

ORIENTAÇÕES PARA A RECUPERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DAS APRENDIZAGENS
Ministério da Educação

Todos estamos conscientes de que a pandemia e o confinamento agravaram desigualdades sociais, que já constituíam o maior desafio para o sistema educativo. Sabemos também que houve aprendizagens que não se desenvolveram e alunos que tiveram menos capacidade de acompanhar os seus colegas. Sabemos também que esta crise impacta noutras dimensões críticas para o sucesso escolar: os alunos ficaram mais longe uns dos outros, há mais instabilidade em muitas famílias por via da crise económica. Por tudo isto, o ano letivo 2020 / 2021 conviverá com desafios antigos, desafios novos e desafios que não antecipamos ainda.

É neste contexto que o Governo promove várias medidas de apoio e recuperação das aprendizagens: uma concentração em medidas promotoras de bem-estar no regresso à escola, um olhar dirigido a prioridades nas aprendizagens, alargamento e criação de novos apoios para os alunos, formas de organização das escolas em diferentes regimes.

Este roteiro constitui-se como material de apoio, expõe conceitos, mas faz-se acompanhar de vários exemplos, nenhum com caráter prescritivo, todos como instrumentos para apoiar as escolas numa partilha de reflexão e de soluções encontradas.

Texto completo: orientacoes_2020 Portugal


Fonte: https://www.dge.mec.pt/noticias/orientacoes-para-recuperacao-e-consolidacao-das-aprendizagens-ao-longo-do-ano-letivo-de

Pensamento aleatório…

Sou servidor público estadual.
Pago imposto de renda.
Significa que o governo me paga e tenho que pagar ao governo com dinheiro que ele mesmo me pagou.
Depois tenho que declarar ao governo quanto o governo me pagou e quanto eu tive que pagar para o governo, usando o demonstrativo de pagamento que o próprio governo me dá.
E tenho que declarar para o governo quanto o governo me pagou e quanto paguei ao governo duas vezes: uma para o governo federal e outra para o governo estadual.

Daí eu resolvo gastar meu dinheiro sobre o qual paguei imposto para receber.
E cada vez que gasto meu dinheiro sobre o qual paguei imposto para receber eu pago imposto para gastar.
E o cara que está me vendendo paga imposto para vender. E para manter o comércio aberto.
E o cara que fabricou pagou imposto para fabricar. E para manter o negócio aberto.
E o cara que transportou pagou imposto no combustível para transportar. E no caminhão para levar.

E pago imposto sobre os bens que possuo, aos quais já paguei imposto para comprar com dinheiro que já foi tributado.

E isso não é coisa de ”Brasil”. É assim no mundo todo.
Há algo terrivelmente errado nisso…

Por que a gente tem que pagar pelo salário que recebe?

O novo professor – Parte 1

Este encontro virtual ocorrido no contexto da pandemia apresenta um retrato das principais questões educacionais ocorridas à época: a necessidade de um gerenciamento veloz para migração do ensino presencial para o ensino virtual, as questões sociais e psicológicas impostas pelo distanciamento das pessoas (em especial suas conseqüências para a educação infanto-juvenil) e a diferença da alfabetização digital entre jovens alunos (nativos digitais) e professores (imigrantes digitais).

O novo professor: desafios da educação em tempos de pandemia | Aprendizagem Remota
“O cenário da educação mundial, diante da pandemia de Covid-19, experimenta, neste momento, uma realidade totalmente nova, trazendo, a reboque, desafios enormes para toda a sociedade.
No Rio de Janeiro, o grupo de especialistas se organiza, no sentido de prover aos alunos da rede de Educação Pública Estadual a aprendizagem remota, por meio de mediação tecnológica, sem deixar de lado a importância da relação professor-aluno.
Esse grupo estará disponível para empreender, junto às equipes da rede de Educação Pública Estadual, debates relacionados a temas aderentes ao mote que rege as ações do estado, de acordo com a Unesco.
Mediador: Cláudia Capello
Debatedores: Aline Amorim, Eloiza Oliveira e Claudia Raybolt”

Acessibilidade de codificação: criação de conteúdo por deficientes físicos.

Coding Accessibility: Becky | GitHub
The first installment in GitHub’s ”Coding Accessibility” video series features Becky Tyler, a bright, funny, and incredibly tenacious young woman with quadriplegic cerebral palsy who interacts with her computer exclusively by using her eyes. Becky started off simply wanting to play Minecraft, but the shortcomings of available accessibility tech led her down a path beyond mining ore and into the world of open source software and collaboration. She now attends the University of Dundee, where she studies applied computing.

A primeira produção da série de vídeos ”Coding Accessibility” do GitHub apresenta Becky Tyler, uma jovem inteligente, engraçada e incrivelmente tenaz com paralisia cerebral tetraplégica que interage com seu computador exclusivamente usando os olhos. Becky começou simplesmente querendo jogar Minecraft, mas as deficiências da tecnologia de acessibilidade disponível a levaram a um caminho além de apenas jogar: ao mundo do software de código aberto e da colaboração. Ela agora freqüenta a Universidade de Dundee, onde estuda computação aplicada.

O conto dos contos, por Yuri e Franchesca Norstein

O filme contém elementos culturais familiares apenas para o povo da Rússia. Legendas procuram torná-lo mais acessível aos demais.

O conto dos contos (Сказка сказок — Skazka skazok) Dirigido por Yuri Norstein. Produzido por Soyuzmultfilm em Moscou. 1979.

“Tale of Tales” by Yuriy Norstein (ENGLISH SUBTITLES) | Alexandra Pryakhina

Desenvolvimento da aula à distância – Parte 3

A educação à distância pode ocorrer de diversas formas. Por televisão, rádio, correios (sendo o Instituto Universal Brasileiro o mais antigo ainda em funcionamento) ou atualmente via internet. Nesta, com fins de facilitar a interação entre mestres e alunos, são criados os chamados Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA’s), plataformas fechadas ou abertas nas quais docentes e discentes podem interagir entre si, viabilizando o processo de ensino-aprendizagem e padronizando as ferramentas educacionais.

Essa padronização é importante na constituição dos cursos. Além de ”dar rosto” aos mesmos (padronização de elementos visuais e interativos), facilita a organização do trabalho tanto por parte dos produtores de conteúdo quando dos estudantes que irão acessar esse conteúdo com mais facilidade.

Existem várias plataformas disponíveis no mercado, sendo as principais:

  • Blackboard: uma das plataformas de aprendizagem online mais conhecidas do mundo, é utilizada por muitas universidades e empresas. É usado tanto para gerenciamento quanto para os cursos em si. Como ferramentas, o Blackboard oferece fóruns de discussão, salas de bate-papo, testes e pesquisas, blogs, wikis, entre outros. O Blackboard também pode ser integrado a outros sistemas e plataformas.

A empresa responsável pela comercialiação do Blackboard no Brasil é a Anthology: https://www.anthology.com/pt-br/produtos/ensinando-e-aprendendo/eficacia-da-aprendizagem/blackboard-learn

  • Canvas: uma plataforma em nuvem que oferece recursos para ensino à distância e presencial, além de ferramentas de colaboração e comunicação. Foi projetada para que professores e alunos trabalhem colaborativamente. Professores podem organizar o curso em módulos seqüenciais; podem ser formados grupos de estudo entre os alunos; e há suporte a videoconferências integrado ao ambiente. O Canvas é uma plataforma de código aberto, o que significa que os usuários podem contribuir para o desenvolvimento do software e criar seus próprios plugins e extensões.

A empresa criadora e responsável pela comercialização do Canvas é a Instructure: https://www.instructure.com/pt-br/canvas

  • Google Classroom: uma plataforma de ensino-aprendizagem online desenvolvida pela Google, que permite criação de aulas, compartilhamento de conteúdo e comunicação entre professores e alunos. O principal atrativo do Google Classroom é a sua integração com os outros serviços da empresa, como o Google Drive e Google Docs. A plataforma é gratuita e pode ser acessada a partir de qualquer dispositivo com conexão à internet. A principal desvantagem é a obrigatoriedade de ter uma conta Google, mesmo enquanto aluno (exceto nos casos em que a instituição de ensino lhe fornecer login para o acesso).

A empresa responsável pelas instruções de implantação é a própria Google: https://edu.google.com/intl/ALL_br/get-started/setup-products/

  • Schoology: uma plataforma de gerenciamento de aprendizagem baseada em nuvem que permite a criação de cursos, atribuição de tarefas e avaliações online. O Schoology é uma plataforma amplamente utilizada em escolas e universidades nos Estados Unidos e em outros países. Uma de suas principais características é sua capacidade de integração com o Google Drive, o Office 365 e o Turnitin.

A empresa responsável pela comercialização do Schoology é a Power School: https://www.powerschool.com/product-demo/product-demo-schoology-learning/

Para conhecer o Turnitin acesse: https://www.turnitin.com/pt

  • Moodle: Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment é uma plataforma de gestão de aprendizagem virtual de código aberto e gratuita, criada em 2002 pelo educador Martin Dougiamas. É uma plataforma altamente personalizável, adaptável às necessidades de cada curso e de cada instituição, desde o ensino primário até o universitário. Possui ferramentas para criar e compartilhar conteúdo síncrono ou assíncrono, desde testes até videoconferências. Uma das principais vantagens do Moodle é sua comunidade de desenvolvedores e usuários em todo o mundo.

Para conhecer mais sobre o Moodle, acesse: https://moodle.org/?lang=pt_br

  • TelEduc: Finalizando esta lista, não podemos deixar de fora o sistema genuinamente brasileiro TelEduc.

TelEduc é um ambiente para realização de cursos a distância através da Internet. Está sendo desenvolvido no Nied (Núcleo de Informática Aplicada a Educação) sob a orientação da Profa. Dra. Heloísa Vieira da Rocha do Instituto de Computação da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), a partir de uma metodologia de formação de professores construída com base na análise das várias experiências presenciais realizadas pelos profissionais do núcleo.

O ambiente é parte integrante da dissertação de mestrado “Formação a Distância de Recursos Humanos para Informática Educativa” de autoria de Alessandra de Dutra e Cerceau.

Nied, como uma de suas linhas de pesquisa, tem realizado diversos cursos a distância através do TelEduc desde 1998, acompanhando progressivamente o desenvolvimento do ambiente.

Este projeto contou com o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq.

Atualmente está sendo apoiado pela Organização dos Estados Americanos – OEA.

Fonte: http://teleduc4.multimeios.ufc.br/pagina_inicial/teleduc.php