O gênero resenha acadêmica – Parte 1

MIKHAIL MIKHAILOVICH BAKHTIN:
breve biografia e alguns conceitos
Francisco Benedito Leite

Com esse texto pretendemos apresentar, primeiro, brevemente a biografia de Mikhail Mikhailoch Bakhtin, e em seguida alguns de seus conceitos e teorias, tentando não polarizá-las em nenhum campo especifico da ciência, nem restringindo-o a nenhuma das disciplinas humanas.

PALAVRAS-CHAVE: Mikhail M. Bakhtin, vida, conceitos, teorias, dialogismo.

Texto completo: 741


Fonte: http://publicacoes.unigranrio.edu.br/index.php/magistro/article/viewFile/1240/741

Educação infanto-juvenil | Castelo Rá-Tim-Bum: 1994~2018

Vinte e quatro anos depois, o programa educativo infanto-juvenil exibido pela TV Cultura em 1994 (e posteriormente reprisado incontáveis vezes) “Castelo Rá-Tim-Bum” continua sendo prova de que é possível fazermos uma educação lúdica, sem apelações, com conteúdo próprio, familiar e útil aos pequenos. A seguir, dois vídeos. Um produzido em 1994, durante a confecção do projeto; o segundo, um documentário mostrando a repercussão do mesmo projeto décadas depois.


Ver também:

https://www.gazetadopovo.com.br/haus/estilo-cultura/relembre-a-infancia-e-descubra-como-foi-feito-o-cenario-do-castelo-ra-tim-bum/

Em anexo:

CENÁRIO: MENSAGEM E CONCRETIZAÇÃO DE UM UNIVERSO FANTÁSTICO
Estudo de caso do papel da cenografia na produção do programa infantil Castelo Rá-tim-bum
R3-2012-1

Castelo Rá-Tim-Bum é o sucessor do programa Rá-Tim-Bum, orientado à crianças pequenas.

Gêneros acadêmicos – Parte 3

Confira passo a passo como fazer um mapa mental sobre a Independência do Brasil:

http://vestibular.uol.com.br/album/2013/05/29/confira-passo-a-passo-como-fazer-um-mapa-mental-sobre-a-independencia-do-brasil.htm

Gêneros acadêmicos – Parte 2

O GÊNERO TEXTUAL ARTIGO CIENTÍFICO
Estratégias de organização
Adriano Ribeiro da Costa

Este artigo tem como objetivo descrever o gênero textual Artigo Científico, apontando as diferenças e semelhanças de estruturas textuais entre seus tipos. Partindo-se da posição de que os gêneros são eventos comunicativos caracterizados por um conjunto de propósitos comunicativos (função) e por serem tipos relativamente estáveis de enunciados (estrutura), a hipótese considerada é que a estrutura do Artigo Científico é condicionada à função social do mesmo. A pesquisa, de caráter bibliográfico, orientou-se em estudos realizados sobre Artigo Científico, nas áreas de Metodologia Científica e de Linguística Textual. Observou-se que os artigos apresentam formas diferentes de textualização do conteúdo temático, porém contêm uma estrutura básica, consistindo de: título, nome do autor, introdução, corpo do artigo, conclusão e referências.

Palavras-chave: Gênero Textual, Artigo Científico, Estratégias de Organização.

Texto completo: SNCTIFPE_0005


Fonte: http://www.cin.ufpe.br/~lsc4/snct2011/files/SNCTIFPE_0005.pdf

Mensagem nº 348

Por que eu deveria aprender muito sobre uma coisa só quando há tanto para se aprender nesta vida?

“O ser humano deveria ser capaz de trocar uma fralda, planejar uma invasão, abater um javali, amarrar um navio, desenhar uma construção, escrever um soneto, fazer balancete de contas, levantar uma parede, por um osso deslocado no lugar, confortar os enfermos, acatar ordens, dar ordens, cooperar, agir sozinho, resolver equações, analisar um novo problema, trabalhar esterco, programar um computador, cozinhar uma refeição saborosa, lutar eficientemente e morrer galantemente. Especialização é para insetos.”

Robert Anson Heinlein
* 07/07/1907 Missouri + 08/05/1988 Califórnia
Militar, engenheiro aeronáutico e escritor estadunidense.

Gêneros acadêmicos – Parte 1

Organização de textos acadêmicos

Fases da pesquisa bibliográfica – Parte 1

A DELIMITAÇÃO DO TEMA NA PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS
José D’Assunção Barros

Este artigo busca desenvolver uma reflexão acerca da Pesquisa nas áreas de Ciências Sociais e Humanas, particularmente direcionada para os pesquisadores que se defrontam com este que é primeiro momento de um caminho de pesquisa a ser iniciado: a escolha do Tema. A principal intenção do artigo é trazer uma contribuição para alunos e professores dos campos de conhecimento relacionados às ciências sociais e humanas, oferecendo algumas sugestões práticas e meios para o entendimento e o esclarecimento sobre aspectos relacionado à Teoria e à Metodologia, no que se refere à condução do processo de Pesquisa.

Palavras-Chave: Pesquisa; Teoria; Método; Ciências Humanas; Conhecimento Científico.

Texto completo: A DELIMITAÇÃO DO TEMA NA PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS_ Aula_2 (1)


Fonte: http://revistas.unipar.br/index.php/akropolis/article/view/4029

O princípio de Pareto – Ciência, Esporte, Política.

Are athletes really getting faster, better, stronger? | TED Talks

 


Marxism is ignorant of the Pareto principle | Jordan Peterson

 


Ver também:

http://brazilianweightlifting.blogspot.com/2016/03/o-principio-de-pareto-ou-sistema-8020.html

Sonho de consumo – GMC motorhome

Para todos os amantes de viagens e afins, as autocasas (ou rulotes, como preferirem chamar) são a melhor maneira de se viajar. Aproveita-se o campo, podemos ir para qualquer lugar, temos tudo à disposição e não gastamos com hotéis ou pousadas.

Lamentavelmente, no Brasil, não temos a cultura das autocasas. Talvez a principal dificuldade seja os postos de apoio, necessários para qualquer viagem. Neles é onde se reabastece de água e se elimina o esgoto. Tive o prazer de, durante o mês de maio, estudar um pouco deste estilo de vida viajante. Talvez um dia eu tente por o pé na estrada. Por hora, fico só na vontade.

Vi muitos modelos, muitas alternativas, muitas tecnologias bastante interessantes. Descobri os sanitários secos que atuam por compostagem. Descobri as poucas fábricas brasileiras, como a Apollo Trailer. E muitas coisas interessantes modernas.

Mas NADA se compara aos antigos modelos das décadas de 60, 70 e 80. Época boa em que as coisas eram feitas para durar. Abaixo, vídeo promocional do GMC, em minha novata opinião, o melhor motorhome já feito.

Ela vem me visitar…

Eu poderia ter ganhado na mega-sena. Ou na loto. Ou no bingo. Ou até uma rifa… Mas tirei a sorte grande e ganhei um problema de próstata. Aos 17 anos. A probabilidade de ganhar na loteria era mais alta, mas parece que gastei todo meu fortúnio nisso e agora não ganho nem prenda…Hoje, 15 anos depois, já aprendi a conviver com esta crônica inconveniência. Lembro o primeiro caso. As meninas que lerem esta postagem possivelmente considerar-me-ão exagerado, pois menstruação é parte inerente à sua fisiologia. Mas um homem não sangra naturalmente. Sangue é para ficar do lado de dentro (e não sair). Se está sangrando, há algo errado. MUITO errado.

Fazer sangue em lugar de xixi foi uma experiência (no mínimo) traumática. Esvaziar a bexiga nunca foi tão estranho… Felizmente nunca mais foi tão sanguinolento (ufa!). Pouparei meus parcos leitores dos demais detalhes escatológicos de minhas vivências prostáticas, e, por pudores, não mencionarei os outros detalhes.

A convivência com algo que vem e vai ao sabor do tempo me fez aprender a lidar com isso, aprender como funciona, aprender como se dá. E aprendi que não tem motivo, não tem origem nem os médicos sabem por que acontece! Fui premiado sem entrar em concurso!

Aprendi a driblá-la. Sei o que não fazer, o que não comer, o que não usar. E assim a mantenho longe. Mas às vezes ela vem fazer uma visita (sempre sem ser convidada). Pelos sintomas, já sem quando vem. Nunca sei a intensidade, mas sei que lá vem ela – a sagrada próstata – reclamar! Pode ser aguda ao ponto de eu não conseguir me levantar, pode ser só um leve incômodo que passa num dia. Ou pode ser como a de hoje, que já está me chateando há 14 dias.

O sangue não me traumatiza mais. O pus não me incomoda. O fedor, também não. O que realmente me desagrada é a dor.

Imagine uma bola de tênis.
Agora imagine essa bola feita de metal.
Agora imagine esse metal incandescente.
Agora enfie isso na sua bunda.

Fazendo pipi de manhã…

Certa vez estava conversando com meu amigo Gilmar sobre esse assunto e ao falar que me dispunha a fazer cirurgia ele considerou que seria demasiada intervenção, haja vista eu correr o (alto) risco de ficar impotente. Ora, eu aceitaria ser até castrado se me garantissem nunca mais sentir essa dor! (lamentavelmente, pela posição anatômica do órgão, nenhuma cirurgia é possível sem seqüelas permanentes)

E assim vou vivendo e seguindo, sabendo que ela vai embora e talvez um dia volte… Enquanto isso, mais uma vez tocamos a música tema.

E qual a lição disso tudo? Afinal, para quê partilhar com o mundo essa desagradável questão de foro privado? E logo em minha página, ora dedicada a assuntos educacionais? Primeiro porque eu quis desabafar. Segundo para deixar a quem tropece por estas letras a idéia de que tudo passa, independentemente de todos os problemas de saúde, ou financeiros, ou sentimentais que porventura tivermos em nossas vidas.

É sempre assim: logo que somos premiados a contragosto, temos aquele ”baque”. Boom! Em seguida, vêm os sentimentos negativos como o  nervosismo, a ansiedade, a preocupação etc. etc. etc., dependendo, claro, do nível de estabilidade e controle emocional de cada indivíduo. Mas sempre uma notícia ruim vem acompanhada daquela sensação desagradável…

Mas por mais inconveniente, pois mais desagradável, por mais aborrecedor, o ”baque” passa. Ele é inevitável. Porém a forma como você lida com ele é totalmente sua escolha. É possível ter uma atitude pró-ativa com relação a si mesmo e à sua situação.

Observar, refletir, raciocinar, ponderar. O quê pode ser feito? Como pode ser feito?  É possível resolver? Como? Não é possível? Como conviver da melhor forma? É ineficiente e contraproducente termos sempre os olhos voltados para o que não podemos, e nos esquecermos daquilo que podemos fazer.

Em meu caso, a convivência com esse problema de saúde me ensinou a valorar ainda mais a saúde que tenho e aquilo que posso fazer. Desejo a quem por aqui passe, que também aprenda a ver a vida mais positivamente mesmo após as desventuras que ela por vez traz.

Como já dizia o sábio:

Se o problema tiver solução, não há com o que se preocupar.
Se o problema não tiver solução, não há com o que se preocupar.

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