Fases da pesquisa bibliográfica – Parte 2

COMO FAZER PESQUISA BIBLIOGRÁFICA
Agma Juci Machado Traina
Caetano Traina Jr.

Por onde devo começar quando quero iniciar uma pesquisa bibliográfica? Este artigo visa responder a essa questão, apresentando ao jovem pesquisador os passos principais para realizar uma pesquisa bibliográfica que contemple seu objetivo, bem como as ferramentas básicas amplamente disponíveis para ser bem sucedido.

Texto completo: comoFazerPesquisasBibliograficas


Fonte: http://www.univasf.edu.br/~ricardo.aramos/comoFazerPesquisasBibliograficas.pdf

O gênero resenha acadêmica – Parte 7

QUAL A DIFERENÇA ENTRE RESUMO E RESENHA?
Valmir Costa

Considerando que muitos acadêmicos, e alunos em geral, (e executivos) alegam desconhecer a diferença entre resumo e resenha, resolvi tecer alguns comentários sobre a temática. E para tanto, busquei embasá-los na literatura voltada para tal, como também em sites e profissionais da educação que se ocupam da questão.

Texto completo: QUAL A DIFERENÇA ENTRE RESUMO E RESENHA


Fonte: http://profvalmirh.blogspot.com.br/2011/03/qual-diferenca-entre-resumo-e-resenha.html

Mensagem nº 349

Defender a igualdade de oportunidades é sinônimo de esperança e de boa vontade.
Defender a igualdade de resultados (equality of outcome) é igual a hipocrisia e/ou estupidez.

 


Meu amigo Veber comentou:

“Se a base da educação é a mesma, as oportunidades também serão”.
Esse é dos slogans mais canalhas que já vi um governo produzir.
Maioria não tem ideia do que está acontecendo, hoje, com a educação. Pública e privada.

De fato, publicidade governamental não é das mais críveis práticas humanas, porém considero que o teor do argumento tem seu sentido e seu mérito. Ao estabelecermos um ideal de educação que busque a eqüidade (não a igualdade), propiciamos que todos, independentemente de sua origem sócio-econômica, obtenham os meios necessários para ingressar competitivamente no mercado de trabalho em igualdade de condições.

Cabe ainda ressalvar que uma proposta de educação igualitária (que busca a igualdade) somente é válida quando a mesma efetivamente proporciona os conteúdos intelectuais e morais necessários à capacitação equiparável entre indivíduos por meio de uma base comum sólida e significativa.

A falácia estaria na indicação da igualdade de resultados (ascensão e alocação sociais igualitárias a todos em todos os níveis). Para assegurar uma igualdade de resultados seria necessária a hipotética (e impossível) subdivisão da sociedade ad individuus, garantindo uma ordenação absoluta de todos os resultados sociais. Quem defende igualdade de resultados ou é ignorante, ou é hipócrita, ou é estúpido mesmo. Mas isso é tema para outro texto…

Voltando à palavra de propaganda, notamos que podemos encontrar facilmente alguns problemas:

  • Quem disse que a base é boa o suficiente?
  • Quem disse que escolaridade em si resulta necessariamente em oportunidade de emprego? E a economia?
  • Quem disse que todas as crianças precisam de uma base igual? E as superdotadas? E as com déficit intelectual?
  • E quanto às diferenças regionais?
  • E quanto à individualidade dos professores?
  • Quem definiu essa base? E a consulta popular? Quem define o que deve ser ensinado?
  • etc. etc. etc.

Como podemos notar, há numerosos problemas nessa proposta educacional, tal como está sendo implementada e nos custa, como brasileiros, crer em algo que nosso estimado governo propõe (mesmo que o teor da proposta caracterize-se com a melhor das intenções)…

O gênero resenha acadêmica – Parte 6

PRODUÇÃO DE RESENHAS ACADÊMICAS:
Os recursos lingüísticos e a apropriação do gênero
Ana Virgínia Lima da Silva

Neste trabalho analisamos a apropriação das características do gênero resenha, focalizando os recursos linguísticos empregados em produções desse gênero. As resenhas analisadas foram produzidas por graduandos em Letras da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais e coletadas em situação de ensino-aprendizagem. Os pressupostos que orientam a análise dizem respeito principalmente à teoria sobre gêneros textuais apresentada por Marcuschi (2008) e por Bazerman (2006); à noção de comunidade discursiva apresentada por Swales (1990) e ao conceito e caracterização da resenha apresentados por Machado (2005). Os resultados mostram que a apropriação do gênero resenha é mais eficaz em produções textuais que possuem uma maior diversidade de recursos linguísticos, ao passo que em produções textuais em que são utilizados recursos linguísticos menos variados a função da resenha não se efetiva.

PALAVRAS-CHAVE: Resenha; Apropriação; Recursos linguísticos.

Texto completo: producao_de_resenhas_academicas


Fonte: http://www.ucs.br/ucs/tplSiget/extensao/agenda/eventos/vsiget/portugues/anais/textos_autor/arquivos/producao_de_resenhas_academicas_os_recursos_linguisticos_e_a_apropriacao_do_genero.pdf

Falange contra Legião – A batalha de Cinoscéfalos

O gênero resenha acadêmica – Parte 5

REDIGIR COM CLAREZA
GUIA DE REDAÇÃO DA
Comissão Europeia

Os funcionários da Comissão Europeia redigem variadíssimos tipos de documentos. Seja qual for a natureza do texto – legislação, relatórios técnicos, actas, comunicados de imprensa ou discursos –, uma redacção clara permite ser mais convincente e facilita a compreensão. O presente guia pretende auxiliá-lo a redigir com mais clareza tanto na sua própria língua como nas outras línguas oficiais, que são, todas elas, línguas de trabalho da Comissão segundo o Regulamento n.º 1/1958 do Conselho (que vigora até hoje!).

Este guia apresenta sugestões, sem carácter obrigatório; ao aplicá-las, tenha em conta os destinatários e o objectivo do seu documento.

Texto completo: HC3010536PTC_002


Fonte: https://crcvirtual.iefp.pt/wp-content/uploads/2017/06/HC3010536PTC_002.pdf

O gênero resenha acadêmica – Parte 4

DIFERENÇAS ENTRE RESENHA CRÍTICA E RESUMO
Mariana do Carmo Pacheco

A resenha crítica e o resumo são bastante comuns no dia a dia de quem estuda. Seja no ensino fundamental, seja no ensino médio, em universidades ou em cursos livres, esses gêneros textuais marcam presença.

Por ser algo tão comum e que nos acompanha por, praticamente, toda a nossa vida, o esperado era que produzir uma resenha ou um resumo não fosse um problema para a maioria das pessoas. Mas, infelizmente, são corriqueiros os impasses encontrados ao produzir esses textos.

Pensando nisso, o Brasil Escola preparou um texto para esclarecer todas as questões que se relacionam com a definição e caracterização desses gêneros textuais. Estão preparados?

Texto completo: Diferenças entre resenha crítica e resumo


Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/redacao/diferencas-entre-resenha-critica-resumo.htm

O gênero resenha acadêmica – Parte 3

PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA:
primeiras aproximações
Celso Sidinei Balzan

O livro Pedagogia Histórico-Crítica: primeiras aproximações foi publicado em 1991 pelo professor Dermeval Saviani. Nesta obra, o autor reúne textos escritos durante a década de 1980 (resultantes de conferências, seminários, debates) com o objetivo de oportunizar aos educadores brasileiros uma sistematização inicial de seu pensamento pedagógico, principalmente no que se refere à concepção educacional da pedagogia histórico-crítica.

Texto completo: 9714-27017-1-PB 


Fonte: https://portalseer.ufba.br/index.php/revistagerminal/article/view/9714

O gênero resenha acadêmica – Parte 2

DA FALA PARA A ESCRITA:
atividades de retextualização
Dinéa Maria Sobral Muniz
Maria de Fátima B. da Cruz

Luiz Antônio Marcuschi, professor titular da Universidade Federal do Pernambuco, pós-doutor pela Universitat Freiburg na Alemanha e Doutor em Letras pela Universitat Erlangen-Nurnberg, também na Alemanha, vem desenvolvendo a pesquisa “Fala e escrita: características e usos”.

A obra de sua autoria, intitulada Da fala para a escrita: atividades de retextualização, compõe-se de duas partes. A primeira, que o autor intitula de “Oralidade e Letramento”, está dividida em oito tópicos. No primeiro, “Oralidade e letramento como práticas sociais”, o autor inicia afirmando ser impossível investigar oralidade e letramento sem vinculá-los às práticas sociais da civilização contemporânea.

Texto completo: 2699-5997-1-PB


Fonte: https://portalseer.ufba.br/index.php/entreideias/article/view/2699/1909

History TV – Medieval weapons – History of Axe

Medieval Weapons – History Of Axe Documentary – History TV