Professor Eric Laithwaite: O círculo do magnetismo 1968

Professor Eric Laithwaite: The Circle of Magnetism – 1968

Princípios da refrigeração – Como refrigeradores funcionam (1963)

Principles of Refrigeration 1963 US Air Force; How Refrigerators work.

América: o melhor lugar do mundo para se viver…

… segundo os americanos, claro.

Não é de hoje que gosto de animações. Há várias postagens neste sítio sobre animações de um modo geral. Estudo esporadicamente não apenas as técnicas de animação, mas também a história da animação. Considero uma forma de arte muito interessante, tanto pelo complexo trabalho de produção quanto pela capacidade de exibir idéias de forma muito mais livre, sem as restrições naturais de filmes comuns.

Há uma grande quantidade de filmes instrucionais na mídia estadunidense. Uma grande quantidade já entrou em domínio público e pode ser acessada gratuitamente em plataformas como o Youtube. Vídeos instrucionais das forças armadas americanas são realmente muito bons, muito superiores à baixíssima qualidade dos ”youtubers” de hoje em dia. Naquela época, conteúdo era produzido de forma clara, eficiente e bastante didática sobre os mais variados temas.

E também há as animações, como já postei anteriormente neste exemplo sobre como funciona o sistema de refrigeração. Ao vermos os exemplos de animações e como as mesmas evoluíram tanto as técnicas quanto a temática ao longo do século XX, temos um retrato do pensamento de uma época.

Estes quatro excertos demonstram a forma de pensamento americana ao longo da primeira parte do século XX. Uma sociedade capitalista, altamente patriótica, consumista e principalmente voltada à cultura automobilística. Traços que, sem dúvida, permanecem em maior ou menor grau até hoje.

Profits: “Going Places” – 1948

US Economy: Meek King Joe – 1949

It’s Everybody’s Business – 1954

Your safety first – 1956

 

Processos de avaliação: material complementar – Parte 4

UNIVERSIDADE CORPORATIVA: UMA NOVA ESTRATÉGIA PARA A APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL
Renata Pinheiro Carvalho
Dulce Márcia Cruz

A velocidade das mudanças na atualidade, leva muitas organizações a refletir que é necessário treinar seus colaboradores de acordo com suas necessidades mantendo um processo de aprendizado contínuo. Um conceito de aprendizagem organizacional que pode responder a essa demanda é o da Universidade Corporativa (UC). A proliferação de Universidades Corporativas abre possibilidades concretas para transformar em realidade o sonho da “integração escola-empresa”, mas traz também uma grande questão: a UC é uma ameaça ou uma oportunidade para as universidades tradicionais? Para contribuir com esse debate, este artigo apresenta os resultados de um estudo de caso dos grupos Accor, Brahma e Algar, que criaram suas próprias Universidades Corporativas no Brasil, e que são consideradas referência para “benchmarking” no mercado nacional. O artigo defende que a teoria da UC engloba a maioria dos conceitos fundamentais sobre aprendizagem organizacional e que, em termos práticos, as empresas analisadas aplicaram e tiraram proveito da teoria, adaptando de modo eficiente os conceitos ao seu ambiente operacional. O grande desafio para a universidade tradicional é o de unir forcas com as UCs, conciliando os objetivos do empregado, da corporação e da instituição de ensino em uma parceria a três, benéfica para todas as partes envolvidas.

Texto completo: IUE012

Dissertação disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/101510/179252.pdf


Fonte: http://www.abenge.org.br/CobengeAnteriores/2001/trabalhos/IUE012.pdf

A evolução de machos e fêmeas – com Judith Mank

The Evolution of Males and Females – with Judith Mank

Avaliação somativa – Parte 5

D-29 – Avaliação da Aprendizagem- Formativa ou Somativa? TV UNESP

Professor Eric Laithwaite: Rio Magnético 1975

Professor Eric Laithwaite: Magnetic River 1975

Avaliação somativa – Parte 4

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DO ENSINO SUPERIOR
Léa das Graças Camargos Anastasiou

Esta apresentação faz séries de apontamentos, resumindo o processo de avaliação.

ANASTASIOU, L.G.C. Processo de avaliação / acompanhamento em currículos integrativos: anotações para um começo de conversa. In: DANYLUK, O.S. et al. (orgs.). Conhecimento sem fronteira. Passo Fundo: Ed.Universidade de Passo Fundo, 2005.

Texto completo 1 (apresentação): Avaliação da aprendizagem do ensino superior

Texto completo 2 (anotações): processos avaliativos


Fonte 1: Não consegui encontrar a fonte do arquivo da apresentação, apenas a citação de sua origem, que vai no corpo desta postagem.

Fonte 2:

Clique para acessar o 23nov2015LEAavaliaçãoecurriculointegrativo%20%281%29.pdf

Avaliação somativa – Parte 3

QUAL A MEDIDA DA SUA AVALIAÇÃO?
Construindo um Portfólio de avaliação no ensino de ciências.
Lucilene Aparecida e Lima do Nascimento

O foco desse estudo é apresentar o Portfólio de Avaliação como instrumento avaliativo integrado à prática de ensino e como uma ferramenta útil ao processo ensino-aprendizagem, em especial no Ensino de Ciências. Inicialmente o estudo se concentrou numa abordagem bibliográfica sobre Avaliação e teve como propósito compreender a concepção e prática de avaliação que os professores lançam mão durante suas aulas nas disciplinas de Ciências. Para tanto, foi necessário conduzir através de revisão crítica da literatura, as discussões sobre o tema, para afinar o entendimento do leitor à realidade avaliativa do Brasil. Ao longo do trabalho é apresentada uma aproximação do conceito de Portfólio à proposta construtivista que busca superar a cultura avaliativa tradicional. Essa concepção de avaliação integrada à prática de ensino a partir do Portfólio foi assumida neste estudo de acordo com o referencial de análise segundo Hadji (2001) e Hernandez (2000). A pesquisa de campo desenvolveu-se no âmbito de duas escolas públicas estaduais no Rio de Janeiro, onde alunos elaboraram seus portfólios de avaliação a partir de atividades pedagógicas diversas. Em uma das escolas buscou-se desenvolver o entendimento sobre avaliação nas aulas com turmas do 3º ano do Curso Normal em nível Médio, sendo os alunos normalistas – futuros professores – os sujeitos dessa pesquisa. Na outra escola, os sujeitos foram alunos matriculados no Ensino Médio Regular, participantes voluntários de um projeto financiado pela CAPES (Projeto Novos Talentos – Edital 055/2012) denominado “Experimentando Ciências na Sala de Aula”. Assumidos do víeis metodológico da pesquisa-ação em ambos os espaços e submetidos a uma abordagem qualitativa na análise dos dados, foi possível evidenciar que a marca da avaliação tradicional ainda se encontra presente nos discursos e práticas das aulas de Ciências. O percurso investigativo constatou a existência de um nó na avaliação do Ensino de Ciências e a necessidade de despertar a conscientização, reflexão e ação dos professores e pesquisadores da área com a finalidade de combater a deformação e/ou conformação que envolve as práticas pedagógicas docentes. Salienta-se que a natureza dinâmica e interativa da pesquisa contribuiu não só para promover a reflexão sobre o tema, mas também para estruturar o produto educativo desta dissertação que é um Portfólio de Avaliação no Ensino de Ciências como um guia voltado para a prática avaliativa dos docentes da área de Ciências, uma vez que conclui-se que a utilização do Portfólio como instrumento de avaliação ainda é considerada uma novidade pedagógica, mas pode e deve ser visto como uma estratégia de ensino e avaliação em Ciências, pois se mostrou possível e bem sucedido quanto à sua implementação.

Disponível em: https://portal.ifrj.edu.br/sites/default/files/IFRJ/Cursos%20Pós-Graduação/propecmp/dissertacao/2015/dissert_lucilene_aparecida_e_lima_do_nascimento.pdf


Fonte: n/a

Avaliação somativa – Parte 2

RESENHA: OS ASPECTOS IDEOLÓGICO E FILOSÓFICO DA AVALIAÇÃO PROPOSTA POR HADJI
Lucilene Nascimento
Giselle Rôças

HADJI, Charles. Avaliação Desmistificada. Porto Alegre: ARTMED Editora, 2001.

O educador francês Charles Hadji discute, nesta obra, a desmistificação da avaliação, assumindo como elemento principal que esta deve estar a serviço das aprendizagens. Hadji descreve em sua obra os detalhes sobre o já bastante debatido, mas ainda, tão complexo tema.
Primeiramente, o autor delineia suas proposições numa tese central, suscitando no leitor a reflexão sobre as possibilidades de se transformar a utopia formativa da avaliação em realidade. Sim! O autor pretende conceber desde sua introdução, que ainda há o que se discutir sobre o tema, apresentando uma série de interrogações que instigam o leitor a descobrir o que de concreto ele pode acrescentar, sob a égide de que se faz necessário compreender para agir.

Texto completo: 38329-160417-1-PB


Fonte: https://www.revistas.ufg.br/sv/article/view/38329/19429