Avaliação somativa – Parte 1

AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: PARA ALÉM DA UNILATERALIDADE OBJETIVISTA/SUBJETIVISTA
Zacarias Gama

O presente ensaio discute a unilateralidade objetivista e subjetivista que persiste na avaliação educacional e desenvolve argumentos favoráveis a uma nova forma de avaliar a aprendizagem dos estudantes da escola básica, considerando que as práticas objetivistas e subjetivistas são insuficientes em face de um projeto de uma sociedade emancipada. Com base teórica em autores marxistas, propõe uma prática de avaliação educacional com referência à objetividade social e subordina os instrumentos avaliativos de uso corrente a essa mesma objetividade.

Texto completo: 1488


Fonte: http://www.fcc.org.br/pesquisa/publicacoes/eae/arquivos/1488/1488.pdf
Fonte: http://publicacoes.fcc.org.br/ojs/index.php/eae/article/download/2044/2003


Em tempo: deixar de ler autores marxistas é igualar-se na cegueira em que os mesmos se afundam. O fato de o marxismo ser abjeto não significa que não possa fornecer algum conteúdo. Se podemos encontrar comida no lixão, então… Vivemos numa cultura acadêmica tomada pelas idéias marxistas. É o mesmo que sermos obrigados a almoçar no lixão, em lugar de restaurante. Não temos muitas opções, se não quisermos morrer de fome.

Avaliação prognóstica – Parte 5

TIPOS DE PROVAS
Faculdade Adventista da Bahia – Assessoria Pedagógica

Isso mesmo. Vamos com calma, pois é muita possibilidade curiosa, mas também muito questionada pela literatura educacional.
Originalmente, quando pensamos em qualquer tipo de prova, isto é, teste padronizado, vêm a nossa mente os momentos de memorização, o suor nas mãos, as pegadinhas dos professores, os ritos frios a que historicamente todos nós fomos submetidos durante a trajetória escolar. No entanto, um olhar mais cuidadoso nos possibilitará perceber que também existe lugar para a prática das provas no cotidiano escolar e estas sendo utilizadas em função da aprendizagem.
Toda e qualquer prova é um instrumento de coleta de dados. Isso quer dizer que a prova em si mesma, assim como outros instrumentos, não avaliam, mas dão suporte para que através de seus resultados seja possível ao professor e ao aluno tomarem decisões sobre encaminhamentos necessários para o alcance dos melhores resultados.
Vamos conhecer a proposição de cada uma […]

Texto completo: OP 8TIPOS DE PROVAS


Fonte: http://www.adventista.edu.br/_imagens/area_academica/files/OP%208TIPOS%20DE%20PROVAS.pdf

Processos de avaliação: material complementar – Parte 3

Visando atingir os seus objetivos de forma eficaz, eficiente e efetiva, o DECEx criou o seu Portal de Educação, como um espaço virtual destinado a desenvolver e aperfeiçoar a Educação Militar, com base na consecução do Objetivo Estratégico do Exército nº 12 “Implantar um Novo Sistema de Educação e Cultura” e a Estratégia “Atualização do Sistema de Educação e Cultura”; ambos constantes do Planejamento Estratégico do Exército (PEEx).

O Portal de Educação destina-se, então, à expansão da Educação a Distância no âmbito do Exército Brasileiro, à implementação de programas de capacitação dos agentes de ensino e ao desenvolvimento da cultura da transformação e da inovação nos estabelecimentos de ensino das Linhas de Ensino Militar Bélico, Saúde e Complementar.

Além disso, o Portal de Educação possibilita a consecução das ordens contidas na Diretriz de Educação e Cultura do Exército Brasileiro 2016-2022, contribuindo para o aperfeiçoamento dos processos de capacitação e formação continuadas, desenvolvimento da Educação do Profissional Militar da Era do Conhecimento, a disseminação das práticas pedagógicas eficazes e inovadoras, devidamente contextualizadas, e para o estímulo à construção da mentalidade de inovação, com emprego da tecnologia integrada à educação.

O contexto do Portal de Educação concebe um espaço virtual de grande relevância para o incremento e aperfeiçoamento da educação formal institucional e da viabilização da educação não-formal.

Por educação formal, entende-se como sendo um processo sistematizado e conduzido pelos diversos estabelecimentos de ensino e organizações militares com encargos de ensino, pertencentes ao Sistema de Ensino do Exército (SEE), com o propósito de desenvolver competências que contemplem a aprendizagem de conteúdos, habilidades e valores. A plataforma e o ambiente virtual de aprendizagem (EBAula) especificamente planejada para este fim, disponibilizam cursos, tanto na modalidade a distância, como semipresencial.

Não menos importante, a educação não-formal caracteriza um processo intencional e flexível desenvolvido em espaços diferentes dos estabelecimentos de ensino e das organizações militares com encargos de ensino. Assim, a Educação Militar não formal, oferecida por meio do Portal, insere-se no processo de formação continuada dos agentes diretos e indiretos de ensino –oportunidade de atualização profissional e pessoal.

Por fim, é importante destacar também o papel informativo do Portal de Educação, por meio da disponibilização de conteúdos, incorporados às explicações e informações sobre a Educação Militar, sem maior detalhamento.

Disponível em: http://www.portaldeeducacao.eb.mil.br/

Análise de freqüência de letras da Língua Portuguesa (isoladas, digramas e trigramas).

Análise de Freqüências da Língua Portuguesa
Pedro Quaresma
Augusto Pinho

Na actual Aldeia Global da Idade da Informação o estudo/compreensão da criptografia e da criptoanálise (criptologia) afigura-se como muito importante. Nesse contexto desenvolveu-se uma página da Rede que apresenta as cifras mono-alfabéticas de substituição clássicas, permitindo a experimentação das mesmas, assim como o explorar dos métodos cripto-analíticos para as “quebrar”, a saber o estudo de frequências e a procura
exaustiva no espaço das chaves. Neste artigo apresenta-se o estudo estatístico da Língua Portuguesa, nos que diz respeito às suas principais características. É este estudo que suporta os métodos cripto-analíticos para as cifras clássicas, as quais devido ao seu carácter de cifras de substituição mantêm inalteradas as características próprias de uma língua. Apresentam-se de forma gráfica os resultados mais importantes para: a frequência relativa das letras, os digramas, os trigramas, as letras iniciais, as letras finais, e as “palavras curtas”.

Texto completo: interTIC07pqap


Fonte: https://www.mat.uc.pt/~pedro/lectivos/CodigosCriptografia1011/interTIC07pqap.pdf

Processos de avaliação: material complementar – Parte 2

Vídeo: Conversando com Rubem Alves
Professores de espanto para que a educação não chegue ao fim.

Avaliação prognóstica – Parte 4

TAXONOMIA DE BLOOM
Revisão teórica e apresentação das adequações do instrumento para definição de objetivos instrucionais
Ana Paula do Carmo Marcheti Ferraz
Renato Vairo Belhot

Muitos são os instrumentos existentes para apoiar o planejamento didático-pedagógico, a estruturação, a organização, a definição de objetivos instrucionais e a escolha de instrumentos de avaliação. A Taxonomia de Bloom é um desses instrumentos cuja finalidade é auxiliar a identificação e a declaração dos objetivos ligados ao desenvolvimento cognitivo que, no contexto deste artigo, engloba a aquisição do conhecimento, competência e atitudes, visando facilitar o planejamento do processo de ensino e aprendizagem. Embora este seja um instrumento adequado para utilização no ensino superior, poucos educadores fazem uso dele por não conhecerem uma maneira adequada de utilizá-lo. Este artigo tem como objetivo apresentar a Taxonomia de Bloom e as modificações ocorridas nos últimos anos, assim como esclarecer a forma como ela pode ser utilizada dentro do contexto de ensino de engenharia.

Texto completo: art_FERRAZ_Taxonomia_de_Bloom_revisao_teorica_e_apresentacao_2010


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/gp/v17n2/a15v17n2.pdf

Mensagem nº 352

“Não se eleve e rebaixe o outro.
Não se rebaixe e eleve o outro.
Nem se iguale.
Cada um de nós é único.
Essas comparações que fazemos não são benéficas.
Nem para você, nem para o outro.

E de novo eu faço a pergunta: quem é o outro, senão um aspecto de você mesmo?”

Monja Coen
Sacerdotisa budista brasileira

Avaliação prognóstica – Parte 3

SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL
Avanços e novos desafios
Maria Helena Guimarães de Castro

O artigo descreve e analisa os sistemas de avaliação da educação básica brasileira, focalizando a concepção e metodologia, o processo de implementação e as dificuldades de utilização dos resultados para melhorar a qualidade das escolas. Aborda-se o caso de São Paulo, com destaque para a agenda da reforma educacional e as políticas voltadas para a melhoria da qualidade do ensino.

Se há uma política que avançou no Brasil, nos últimos 15 anos, foi a implantação dos sistemas de avaliação educacional. Neste período, inúmeras iniciativas deram forma a um robusto e eficiente sistema de avaliação em todos os níveis e modalidades de ensino, consolidando uma efetiva política de avaliação educacional. Considerada hoje uma das mais abrangentes e eficientes do mundo, a política de avaliação engloba diferentes programas, tais como o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica – Saeb, o Exame Nacional do Ensino Médio – Enem, o Exame Nacional de Cursos – ENC, conhecido como Provão e, posteriormente, substituído pelo Exame Nacional de Desempenho do Ensino Superior – Enade, o Exame Nacional de Certificação de Jovens e Adultos – Enceja, o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior – Sinaes, a Prova Brasil e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Ideb. Em conjunto, estes sistemas, ao lado da Avaliação da Pós-Graduação da Capes – o mais antigo sistema de avaliação do país no setor educação –, configuram um macrossistema de avaliação da qualidade da educação brasileira.

Texto completo: v23n01_01


Fonte: http://produtos.seade.gov.br/produtos/spp/v23n01/v23n01_01.pdf

Superman – A Era de Ouro da animação

Superman – The Golden Age of Animation

Desgosto intelecual

Estou profundamente chateado com o fato de que neste país atrasado, em especial nesta arrogante e presunçosa cidade, não temos nada (ou quase isso…).

Sinto-me agastado/enfadado ao deparar-me com a dificuldade em obter informações para aprender coisas novas. Para um autodidata, a carência de boas fontes é muito desagradável. Sempre que procuro conhecimento ou boas referências sobre assuntos “alternativos”, só acho em inglês. E coisas nos EUA. Eu realmente não consigo encontrar (com a facilidade esperada) informação fidedigna vinda de terras tupiniquins.

A exceção foi marcenaria, que realmente dispõe de informação muito boa em português. Mas de resto, é lixo em demasia. Tem que garimpar muito para achar algo que preste. Oásis no deserto intelectual de mediocridade e/ou vulgaridade chamado Brasil… A quantidade de gente que resolve colocar um inútil vídeo que se resume a “Fala, galera! Beleza?” é enorme. Alcunhar a produção de conteúdo intelectual ou informativo como deficitária é elogio. O nível de analfabetismo funcional específico é assustador.

Por hora, estou aprendendo programação de computadores.  Daí descobri um sujeito que diz ensinar Python e chama ‘*’ de “Astrelisco”. Apenas um exemplo dentre os incontáveis que há na rede. Pessoas que nem ao menos dominam seu próprio idioma, querendo ensinar o que também não entendem.

Não espero que tais “programadores” chamem o símbolo “&” de eitza (pronúncia: “éitssa”), ou que reconheçam o “¬” como negação lógica. Já concluí que isso seria pedir demais. Mas, ao menos que entendam minimamente do que estão falando, ou estudem um pouco o assunto antes de se exporem como ignorantes perante o resto do mundo.

Quer aprender sobre ciência? O sujeito tenta “lacrar” (verbo da moda) falando de política.
Quer aprender como se trabalha com Arduino? Não tem.
Quer aprender como se trabalha com Rapsberry? Não tem.
Quer aprender a personalizar seu teclado mecânico? Não tem.
Quer aprender algo de alguma comunidade legal? Não tem.
Quer aprender mais sobre artes clássicas (pintura, escultura, música)? Não tem.
Quer aprender mais sobre caravanas e rulotes? Muito pouco.
Quer aprender mais sobre esportes que não sejam futebol? Praticamente não tem.
Levantamento de peso? Nem pensar!
Levantamento básico? O que é isso?!

Quer aprender mais sobre qualquer coisa? Procure em inglês.

Antes de criticar-me: é claro que há conteúdo. E há fontes realmente muito boas, saliento. Minha queixa é ao fato de esse conteúdo ser muito escasso e/ou pouco aprofundado se comparado ao conteúdo em inglês. Em português, a didática também peca em vários pontos. Cogito isso ser reflexo da inópia de nosso sistema educacional…

A falta de cultura deste país me enoja. E ainda pior é a invisível barreira quase metafísica para obter os recursos, caso eu queira experimentar algum desses “inusitados” projetos. Entenda isso como entraves ou empecilhos para descobrir uma nova afecção (ou se preferir o termo em inglês: hobby). Simplesmente “não tem no Brasil”. E “se tiver no Brasil, só em São Paulo”. E “se tiver no Rio de Janeiro, só nos confins da cidade”.

Meu breve contato com o Levantamento de Peso findou infrutuoso em parte por causa disso. Encontrei um treinador que estava disposto a me treinar gratuitamente, mas não segui no esporte pela distância física até os centros de treinamento.

Não sendo isso bastante, se você se interessar por qualquer coisa que não faça parte da vidinha comum, da mesmice em que a sociedade chafurda e em que o homem comum se contenta, além de ter de aprender a lidar com os olhares de menoscabo / curiosidade / desdém / repúdio (caso dê valor à opinião alheia) e com a ignorância coletiva previamente mencionada, também terá de lidar com a imperante escassez de acesso a recursos e o exorbitante preço das ferramentas/materiais.

Uma ou outra marca por aqui ou acolá comparado com dúzias de dúzias de marcas variadas no exterior. Preços surrealmente aleatórios, completamente desvinculados do valor de uso das mercadorias, capazes de enrubescer o mais avarento dos atravessadores. Isso se tem e quando tem. Na maior parte das vezes, terás de aprender como funciona o maravilhoso processo de importação e fiscalização alfandegária.

Conheci uma empresa americana que exporta para o mundo todo. Menos para o Brasil. Alegam que o mercado consumidor daqui é prejudicial aos negócios de lá. As taxas são abusivas e para eles não vale a pena comercializar. Eles até fazem, mas você, caro brazuca, precisa aceitar termos especiais.

Informações, produtos e serviços. Parece que nada que procuro tem fácil acesso!

Normal indagar a partir de minha personalíssima dificuldade em lidar com a sociedade a que involuntariamente pertenço se o problema estaria em mim… Por minha vida até o presente momento já fui surpreendido por questões vindas doutrem que demonstram minha estranheza a seus olhos. Já me perguntaram se eu era testemunha de jeová, rabino, japonês, autista e tantas outras coisas que nem lembro!

No que pergunto: será que sou tão diferente assim? Será que o problema sou eu? Por várias vezes, em relação a outros temas, cheguei à mesma conclusão e, em ato por sinal satisfatoriamente benéfico à minha saúde, mudei de hábitos. Porém, neste caso é diferente. O problema não está em mim. Está na anestesia coletiva que enfrento diariamente. Que seja: mesmo com todas as dificuldades, não deixarei de lado as coisas de que gosto para adequar-me à deplorável exigüidade dos demais.

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