Metodologia em ação (visita) – Parte 1

TRAJETÓRIA FORMATIVA: ENTRELAÇANDO SABERES…
Estudo do meio como lugar de aprendizagem do/discente
Giovanna Marget Menezes Cardoso

As reflexões propostas neste artigo são em decorrência de uma prática educativa que visa fazer do processo de ensinagem na sala de aula, um espaço de pesquisa. Tal proposta de trabalho tem viés nos estudos do componente curricular Fundamentos da Educação Infantil, a qual é oferecida no quinto semestre do curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade do Estado da Bahia / UNEB – Campus XI, Serrinha/BA. Nesta perspectiva vivenciar uma prática educativa que reconheça a pesquisa como um princípio não só científico, mas, também educativo, podendo ser colocado como um paradigma da metodologia de ensino e aprendizagem. Para que este paradigma possa se desenvolver se faz mister considerar que a pesquisa alimenta-se de questionamentos elaborados, que devam ter como premissa a argumentação, fundamentação e manejo crítico do já conhecido. A abordagem metodológica se se fundamenta na perspectiva sócio-interacionista, com reflexões teóricas e trabalho de campo, tendo como instrumentos de coleta de dados a observação e entrevista. Os estudos teóricos e os dados coletados em campo permitiram comparar, elaborar hipóteses e organizar/sistematizar a realidade estudada/investigada. Os resultados evidenciam as contribuições da experiência em pesquisa no avanço/amadurecimento profissional dos educandos. Numa produção muito significativa, como resultado final os educandos apresentam o simpósio, fica explicito, nas comunicações, a percepção de que o objetivo maior da pesquisa no processo de ensino é fazer dos educandos um parceiro de trabalho ativo, participativo, produtivo e re-construtivo.

Texto completo: a11v14n3


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/aval/v14n3/a11v14n3.pdf

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Metodologia em ação (laboratórios) – Parte 2

Recurso Audiovisual Público – Com ciência parte 1
Fonte: RAVIOTELEVISÃO CABOVERDIANA .Com ciência parte 1.

http://videos.sapo.cv/FucJ7og1MpMv6GL284UU

Recurso Audiovisual Público – Com ciência parte 2
Fonte: RAVIOTELEVISÃO CABOVERDIANA .Com ciência parte 2.

http://videos.sapo.cv/2HeNsLjr0qrmRPDuSIkP

Recurso Audiovisual Público – Com ciência parte 3
Fonte: RAVIOTELEVISÃO CABOVERDIANA .Com ciência parte 3.

http://videos.sapo.cv/gp4MaMrjKtLO2eACsJ6k


Aquele momento em que Cabo Verde está anos-luz à frente do Brasil…

Metodologia em ação (laboratórios) – Parte 1

O LABORATÓRIO DE HABILIDADES NA FORMAÇÃO MÉDICA
Lucia Pezzi
Silvio Pessanha Neto

O Laboratório de Habilidades representa uma alternativa de apoio pedagógico, atuando como uma atividade antecipatória das práticas de treinamento de habilidades com o paciente, preparando o estudante para o exercício técnico e intelectual de sua futura profissão, pautado
nos preceitos da bioética.

Texto completo: O_LABORATORIO_DE_HABILIDADES_NA


Fonte: http://www.medicina.ufg.br/uploads/148/original_O_LABORATORIO_DE_HABILIDADES_NA.pdf

Aprendizagens informais e espaços informais de aprendizagem – Parte 2

Vídeo: EDUCARE.PT. Aprendizagem informal. Entrevista com Armanda Zenhas

 

 

Aprendizagens informais e espaços informais de aprendizagem – Parte 1

RECONHECIMENTO E VALIDAÇÃO DAS APRENDIZAGENS EXPERIENCIAIS.
Uma problemática educativa
Ana Luisa de Oliveira Pires

Este texto centra‑se na problemática do Reconhecimento e da Validação das Aprendizagens Experienciais dos Adultos numa perspectiva educativa. Estas novas práticas enquadram‑se num paradigma de Educação/Formação ao Longo da Vida, valorizando as aprendizagens formais e não‑formais que os adultos realizam ao longo das suas trajectórias pessoais, sociais, e profissionais. Encontrando suporte teórico‑conceptual nas abordagens da aprendizagem e da educação/formação de adultos, estas práticas emergentes são no entanto terreno de tensões e contradições e, do ponto de vista da investigação educativa, ainda pouco aprofundadas. Apresentamos neste texto uma breve análise dos conceitos de base, pressupostos e princípios subjacentes — o que se reconhece e valida, como se reconhece e valida, que lógicas se encontram em presença —, orientando as reflexões finais para o domínio da formação dos actores intervenientes no processo de reconhecimento e validação — professores, formadores, conselheiros, orientadores — e para a necessidade de a (re)pensar à luz de novos quadros de referência educativa.

Texto completo: sisifo0201


Fonte: http://moodle.fct.unl.pt/pluginfile.php/32501/mod_glossary/attachment/9571/sisifo0201.pdf

Outras linguagens potencializando a aprendizagem na Educação Superior – Parte 3

A Integração das Tecnologias de Informação e Comunicação ao Currículo
ALMEIDA, B. A Integração das Tecnologias de Informação e Comunicação ao Currículo. Podomatic.

Disponível em: http://webcurriculo.podomatic.com/entry/2008-09-25T06_23_03-07_00


Fonte: n/a

Outras linguagens potencializando a aprendizagem na Educação Superior – Parte 1

APLICAÇÃO E USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS PELOS PROFESSORES DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL E EM PORTUGAL
Bento Duarte da Silva, (Universidade do Minho, Portugal)
Alexandra M. Araújo, (Universidade do Minho, Portugal)
Claudette Maria Vendramini (Universidade São Francisco, Brasil)
Ronei Ximenes Martins, (Universidade Federal de Lavras, Brasil)
Nayane Martoni Piovezan (Universidade São Francisco, Brasil)
Eli Prates (Faculdade Adventista de Hortolândia, Brasil)
Anelise Silva Dias (Universidade Paulista, Brasil)
Leandro S. Almeida (Universidade do Minho, Portugal)
M. Cristina Rodrigues A. Joly (Universidade de Brasília)

No quadro de uma investigação sobre o desempenho em tecnologias digitais por parte de professores universitários do Brasil e de Portugal nas suas atividades docentes quotidianas, este artigo descreve as suas competências e níveis de utilização de tais recursos. Os participantes são na sua maioria do sexo feminino, tendo como nível predominante de formação o mestrado e o doutoramento, sendo a maior parte da área de Humanidades e Ciências Sociais. As idades variaram entre 22 e 73 anos, situando-se o tempo de docência entre seis meses e 39 anos. Os resultados sugerem que as tecnologias digitais mais utilizadas nos dois países foram o computador, aplicativos como editor de texto, navegadores de web, powerpoint, PDF, telemóvel, ambientes virtuais de aprendizagem e projetor multimídia. Especificamente no que diz respeito à utilização da internet, a maioria de docentes relata utilizar diariamente para e-mail, notícias e criar documentos. Quanto à literacia digital, identificou-se uma competência maior para um uso instrumental das tecnologias do que para a gestão pedagógica. Considerando o conjunto de resultados, importa destacar a similaridade da competência digital dos docentes universitários dos países investigados, indicando a necessidade de se desenvolverem programas de formação voltados para a gestão pedagógica com recurso às tecnologias digitais.

Texto completo: 424-2067-2-PB


Fonte: http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/424

Atividades na sala de aula – Parte 2

Exemplos de atividades baseadas na oralidade

Atividade Descrição Aplicação Mediação
Tempestade Cerebral É um processo para geração de diversas ideias/opções, que é realizado até que um número suficiente de ideias tenha sido gerado. Após esta fase, as opções são analisadas, identifica-se a melhor e desenvolve-se um plano de ação. • Envolve os estudantes de forma ativa elevando o raciocínio

• Fomenta a aprendizagem entre pares e cria sinergia

• Promove o pensamento crítico.

Ajuda o grupo a chegar a um consenso.

• Use para incentivar raciocínio, criatividade, indagação e consenso.

• Não utilize o método quando houver apenas uma ou poucas respostas “corretas”

• Instrua os estudantes de forma clara com relação ao funcionamento da atividade.

• Garanta a obediência às regras.

Discussão em pequenos grupos baseada em estudos de caso Pequenos grupos de 5-10 alunos analisam tarefas baseadas em casos, trocando pontos de vista enquanto trabalham em um processo de resolução de problemas. Na aprendizagem baseada em problemas, o problema aparece em primeiro lugar e os estudantes trabalham de forma progressiva gerando hipóteses, explorando mecanismos, aperfeiçoando e investigando questões relativas á aprendizagem bem como aplicando a nova informação ao caso. • Envolve os estudantes de forma ativa e estimula a aprendizagem entre pares.

• Ajuda os participantes a explorar conhecimento prévio para construir em cima do que eles já sabem.

• Facilita o intercâmbio de ideias e a conscientização de interesses mútuos.

• Promove liderança, trabalho em equipe, comunicação e habilidades de colaboração.

• Fomenta o raciocínio (aplicação, síntese, avaliação) versus a mera memorização.

• Use casos elaborados de forma cuidadosa que sejam prototípicos dos objetivos do conteúdo.

• Atue como facilitador para administrar dinâmica de grupo de forma efetiva.

• Ajude o grupo a tratar de conflitos de forma construtiva.

• Garanta que a disposição dos lugares facilite a discussão.

• Crie um ambiente propício para que os estudantes participem, façam perguntas e façam erros sem sanções.

• Estabeleça regras básicas para os grupos que se encontram regularmente.

Jogos Usado para trazer a competição, participação, e feedback na experiência de aprendizagem. • Envolve os estudantes de forma ativa.

• Pode acrescentar ou renovar a motivação.

• Promove trabalho em equipe e habilidades colaborativas.

• Fomenta um desafio que pode levar à confiança.

• Promove feedback.

• Pode criar um ambiente de aprendizagem prazeroso.

• Escolha jogos relevantes em um nível adequado cuja expectativa pode atingir os objetivos de aprendizagem.

• Apresente o jogo e esclareça os objetivos.

• Dê instruções claras e completas.

• Crie uma mentalidade amigável versus acirrada; não critique ou humilhe os perdedores ou permita que outros o façam.

• Não tome partido ou demonstre parcialidade.

• Procure controlar o que ocorre.

Discussão em um grupo grande

Perguntas e respostas

Utiliza a arte de buscar informação e estimular o raciocínio para atingir um determinado objetivo. • Coloca o ônus da aprendizagem no estudante e amplia seu envolvimento.

• Proporciona um feedback imediato ao professor e ao estudante.

• É útil para conduzir os estudantes a níveis mais elevados de raciocínio e investigação.

• Fornece pistas valiosas a respeito de motivação do estudante e como facilitar a aprendizagem da melhor forma possível.

• Ajuda os estudantes a identificar e produzir em cima de conhecimento prévio.

• Desenvolva questões compatíveis com os objetivos de forma a estimular o raciocínio e induza os estudantes a encaminhar-se ao próximo nível.

• Utilize questões abertas que tenham mais do que uma resposta correta que incentive os estudantes a pensar de forma crítica ao invés de repetir fatos.

• Prepare uma questão que tenha uma sequência clara.

• Desenvolva habilidades de facilitação de grupos e conduza de forma efetiva, prestando atenção à tarefa bem como às funções de interação do grupo.

Demonstração Desempenhar uma atividade de forma que os estudantes possam observar como é realizada para que possam, por sua vez, prepará-los a transferir a teoria para a aplicação prática. • Ajuda os estudantes a aprender bem a partir de exemplos práticos.

• Promove a autoconfiança.

• Promove oportunidades para perguntas e respostas objetivas.

• Possibilita o foco em detalhes específicos em vez de teorias gerais.

• Ser capaz de fazer bem o que você deseja demonstrar.

• Planejar a demonstração cuidadosamente.

• Manter a apresentação simples e a explicação suficientemente completa para atingir seus objetivos.

• Complemente as demonstrações com outros materiais áudio visuais.

• Proporcione aos estudantes a oportunidade de praticar o que foi demonstrado.

Texto completo: exemplos_atividades_oralidade


Fonte: ? (por favor, caso conheça o autor do quadro acima, favor indicar.