Como lidar com a ansiedade? Monja Coen

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Hugh Herr – O homem de ferro

 

A força de um homem – Valentin Dikul

Atualizado em 08/08/2019.

Para você, que se queixa por qualquer coisa: vá treinar. E ajudar os outros também.

Valentin Dikul usou seu conhecimento sobre o corpo humano para desenvolver um método para ajudar deficientes físicos a recuperar seus movimentos. Seu trabalho é voluntário e visa ajudar os demais. Seu verdadeiro amor é a arte circense, de onde obtém recursos para manter seu centro de reabilitação. Seu método pode ser aprendido e replicado pelo mundo afora, mas parece que poucos se interessaram até o momento.

Abaixo segue cópia do vídeo acima, caso o Youtube o remova.

https://web.facebook.com/pedrofigueira.pro.br/videos/388999438467405/

Páscoa.

“Ainda quando eu falasse todas as línguas dos homens e a língua dos próprios anjos, se eu não tiver caridade, serei como o bronze que soa e um címbalo que retine; – ainda quando tivesse o dom de profecia, que penetrasse todos os mistérios, e tivesse perfeita ciência de todas as coisas; ainda quando tivesse toda a fé possível, até ao ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, nada sou. – E, quando houvesse distribuído os meus bens para alimentar os pobres e houvesse entregado meu corpo para ser queimado, se não tivesse caridade, tudo isso de nada me serviria. A caridade é paciente; é branda e benfazeja; a caridade não é invejosa; não é temerária, nem precipitada; não se enche de orgulho; – não é desdenhosa; não cuida de seus interesses; não se agasta, nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre. Agora, estas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade permanecem; mas, dentre elas, a mais excelente é a caridade.”

(Paulo, 1ª Epístola aos Coríntios, cap 13, vv 1 a 7 e 13.)

Conscientização sobre a saúde mental.

Nada e ninguém nos preparam para ver como lenta e inexoravelmente se apaga a vela da pessoa que você mais amou, aquela que lhe deu a vida.
Ver os seus olhos perderem o brilho, o olhar divagar nos cantos mais remotos do subconsciente, estranhos a tudo o que a rodeia… Não há palavras para descrever a dor que sentimos ao cuidar dos nossos pais, no sofrimento da perda de sua saúde mental (demência senil, Alzheimer, etc.).
Que tristeza, quando aqueles que deram tudo para a sua família um dia te perguntam: “Quem és?” Não por um esquecimento voluntário, mas por degradação mental que, aos poucos, os faz perderem todas as suas lembranças. Os problemas de saúde mental são devastadores e paralisam as pessoas doentes, desestabilizando os familiares ao seu lado.
Além da demência, a depressão, a psicose, a desordem bipolar, etc. Condições que ninguém escolhe, simplesmente se apresentam e não só a pessoa sofre, mas também a família.
Vamos buscar ajuda! A perda da saúde mental não é “fraqueza”, mas sim um problema que todos nós poderemos ter um dia.

Este é o mês da consciência sobre doenças mentais.