Qual o tamanho do problema na educação brasileira?

Messias Basques é um exemplo da atual situação de grande parte do sistema educacional básico (e superior) brasileiro.

Professor humilha aluno que defendeu o agronegócio; ouça áudio | Os Pingos nos Is

O que é doença do refluxo gastroesofágico (DRGE)?

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O que causa o autismo?

O que causa o autismo? | Mayra Gaiato | Autismo e Desenvolvimento Infantil

Veja mais: https://pedrofigueira.pro.br/tag/autismo/

Guerra na Ucrânia – explicando os motivos.

Sucintas explicações sobre o conflito mais importante da atualidade.

Gravitas Plus | Explained: The Russia-Ukraine crisis | WION

The story of the Ukraine-Russia crisis does not begin in 2021, or 2014, It begins in the 9th century.
There was a time when the two countries were one.
There was a time when Ukraine gave its nuclear arsenal to Russia.
Palki Sharma Upadhyay will tell you why Putin wants Ukraine.

About Channel:

WION -The World is One News, examines global issues with in-depth analysis. We provide much more than the news of the day. Our aim to empower people to explore their world. With our Global headquarters in New Delhi, we bring you news on the hour, by the hour. We deliver information that is not biased. We are journalists who are neutral to the core and non-partisan when it comes to the politics of the world. People are tired of biased reportage and we stand for a globalised united world. So for us the World is truly One.

Análise mais detalhada:

Peter Zeihan | IFTV

At IdeaFestival 2014, Geopolitical strategist Peter Zeihan provides deep insight and context to the rapidly changing global scene and its potential impact on international business, finance and the US. By dissecting global demographic, cultural, political and economic trends, Zeihan paints a fascinating picture of what the interconnected geopolitical landscape could look like in the not too distant future.

Minicarros

Meus gostos são diferentes dos da maioria das pessoas. Tenho interesse por aquilo que é inusitado e incomum. Esses nichos estão espalhados por todo tipo de assunto, não há um tema especial sobre o qual me debruço obcecadamente. Não se trata de querer ser diferente, apenas tenho curiosidade sobre o que me chama atenção.

Recordo-me de quando divergi de uma professora de História na UERJ. Ela insistiu (veementemente) que eu deveria (obrigação) escolher uma especialização, um assunto bastante específico para pesquisar e trabalhar na Academia (o que é verdade). Logo me desinteressei de trabalhar na Academia, pois o mundo é grande, pujante e plural demais para que eu restrinja minha vida a uma coisa só.

Em lugar de ter muito conhecimento sobre uma coisa só, prefiro saber um pouco sobre todas as coisas que eu puder.

Com carros não é diferente. Não ligo muito para os carros de passeio, eles não me interessam nem me chamam a atenção, mas veículos incomuns me atraem. Eu gosto dos esportes a motor. Não gosto muito de Fórmula1, mas as demais me interessam, especialmente as corridas de resistência (endurance), como o ícone máximo dos esportes motorizados, As 24 Horas de Le Mans. Também gosto bastante das corridas de carros de passeio (stock cars), tendo como maior representante a NASCAR. Certamente esse gosto deve vir de minha infância, onde os videogames que jogava eram todos com esse tipo de carro!

Eu sou uma pessoa bastante pragmática. Tenho interesse na funcionalidade das coisas, não em seu apelo estético. Acredito que um carro deva cumprir seu papel como ferramenta e, se o cumpre, me é suficiente. Por exemplo, gosto de ver as novidades tecnológicas e de conforto nos carros de luxo, embora eu jamais pagaria seu preço mesmo se tivesse dinheiro para isso. Por que pagar R$ 500.000,00 num carro se outro de R$ 50.000,00 me levará ao mesmo lugar? Por que pagar mais caro num carro que chega a 800 Km/h em meio segundo se no engarrafamento da cidade é mais rápido ir a pé?

Eu gosto de ver aquilo que é diferente: Gurgel, Lada, Fusca, DKW, FNM e por aí vai. Porsche, Cadillac, Rolls Royce, Bentley. Caminhões, furgões e os rulotes, sobre os quais já escrevi. Mas dentre todos os tipos, nada é tão fofinho e bonitinho quanto os minicarros!

Um pouco de história.

Com o final das Grandes Guerras, a economia global estava arrasada. Houve muito empenho na indústria bélica, muita tecnologia foi desenvolvida, mas nada disso conseguiria retomar o equilíbrio econômico em curto prazo. As pessoas precisavam se deslocar, precisavam de veículos automotivos, mas os modelos de carros de 1930 e 1940 eram caros para ser produzidos, e o mercado consumidor não tinha dinheiro para comprar aquelas unidades.

Assim, nas seguintes décadas de 1950, 1960 e 1970, surgiram como solução de comutação diária os minicarros. Pequenos veículos de um ou dois lugares, de baixo custo de fabricação e manutenção. Uma forma rápida e eficiente de revitalizar a indústria quaternária.

Diversos modelos apareceram e com eles a comunidade de entusiastas. Até hoje, clubes ao redor da América do Norte e Europa mantêm os veículos remanescentes, permitindo que grupos de pessoas com esse interesse em comum se encontrem e façam novos amigos.

Para mim, dentre os modelos que conheço, o mais carismático é o Messerschmitt. A Messerschmitt foi uma fabricante de aviões militares alemã, produzindo centenas de unidades para a Luftwaffe. Com o fim da guerra e a proibição de fabricação de aviões militares, ela se reinventou como produtora de minicarros. Sua resposta foi a de aproveitar a construção de um avião, tirar as asas e pô-lo na estrada! O resultado é um cativante triciclo com motor de duas válvulas, no formato de um aviãozinho, para deslizar pela estrada.

O apaixonante carrinho tem uma comunidade fiel há décadas. Até aqui no Brasil tem uma empresa na Região Sul que produz réplicas dele. (São feitos manualmente, como os Bugres daqui do Rio de Janeiro). E para a surpresa de todos, o Messerschmitt recentemente voltou à produção oficial. Um entusiasta conseguiu os direitos de marca e está fabricando na garagem de sua casa novos modelos do carrinho.

Para saber mais sobre minicarros e essa entusiasmada comunidade, veja os vídeos abaixo.

Microcars in Scotland|MyClassicCarTV

Fun, Funky, & Rare Micro Cars! World’s Smallest Vintage Cars! | Jim Waltz

Huge collection of tiny cars|CNN

Old Top Gear 1992 – Messerschmitt Bubble Cars|celticmadliam

Messerschmitt “bubble” car rally|mrsheenv8s

Messerschmitt Kabinenroller Treffen Remagen 2011|Rollermobil

Messerschmitt KR200: Quirky Bubble Car Reborn Electric!
| DW REV – Cars & Mobility

Professor Mauro Rosa escancara a podridão nas Universidades Federais

Em entrevista bombástica, o Prof Mauro Rosa revela a podridão na gestão das Universidades Federais | Prof. Dr. Mauro Rosa

PROFESSOR MAURO ROSA ESCANCARA A PODRIDÃO NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS | Endireitando Brasil

Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS (curso online)

Curso de LIBRAS online, por Kelly Letícia

A primeira parte é bastante teórica, seguida pela parte prática. Também há certificado ao final.

 

Se doenças normais fossem tratadas como a depressão

Compartilhado originalmente em 16/01/2017


Ingratidão

Editado em 02/07/2022: acrescentado vídeo.

Imagine que você nasceu em 1900.
Aos 14 anos, começou a Primeira Grande Guerra.
Aos 18 anos, ela termina com 22 milhões de mortos.
Logo após, uma pandemia, a Gripe Espanhola, mata 50 milhões de pessoas.
Você sobrevive.
Você tem 20 anos.
Então, aos 29 anos, você sobrevive a uma crise econômica mundial que começou com o colapso da Bolsa de Valores de Nova Iorque, causando inflação, desemprego e fome.
Aos 33 anos, o Partido Nacional Socialista Alemão chega ao poder.
Aos 39 anos, se inicia a Segunda Grande Guerra.
Aos 45 anos, ela termina com 85 milhões de mortos, 3% da humanidade à época.
Também começa a Guerra Fria, um estado não declarado de conflito por procuração, fundado em medos, incertezas, suspeitas e inseguranças.
Aos 52 anos, começa a Guerra da Coréia.
Aos 64 anos, começa a Guerra do Vietnã, que termina em seus 75 anos.
Você viu o homem inventar o avião aos 6 anos e chegar ao espaço aos 60 anos.
Você viu o socialismo chegar ao poder na Rússia aos 17 anos e cair aos 91 anos com mais de 60 milhões de mortos.
Você viu o socialismo chegar ao poder na China aos 49 anos e ocultar o real número de mortos, os massacres e o canibalismo.
Você viu a fissão nuclear ser descoberta aos 38 anos e ser usada como arma aos 45 anos.
Você viu nascer o disco de vinil, a fita cassete, o fax, os primeiros computadores.
Viu a televisão se tornar o centro do lar, a viu ganhar cores, controle remoto, se tornar digital.
Viu tecnologias se tornarem obsoletas em pouco tempo, viu o advento da rede de informações.
Viu computadores saírem de prédios inteiros para a palma da mão.

Quem nasceu de 1980 para cá não tem idéia de como a vida de seus avós e bisavós era difícil. Mas eles sobreviveram a diversas guerras e desastres. Quem nasceu de 2000 para cá acha que o fim do mundo é quando a entrega de uma compra da internet leva mais de 3 dias para chegar ou quando não consegue mais de 15 likes na foto do Facebook ou Instagram. Em 2020, vivemos confortavelmente, temos acesso a diferentes formas de entretenimento. Coisas que não existiam antes, como antibióticos, são tratadas com banalidade. Você, leitor, vive mais confortavelmente que um rei absolutista europeu.

O século XX mudou o mundo muito mais do que todos os outros juntos. Foi o mais sangrento e o mais inovador. E as novas gerações, vivendo as benesses conquistadas com esforço, não demonstram gratidão pelo que têm. Tomam a liberdade por garantida, vivem imaturamente, dispensam limites e responsabilidades.

Será que se eles soubessem que o futuro seria assim, teriam lutado por ele?

Eles morreram para que fôssemos livres, não para gente imatura ”se sentir ofendida”.

Veja também: A geração que baixou o QI

Veja também: Gosto se discute, sim.

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Mensagem nº 355

A felicidade é uma habilidade que se desenvolve por meio das escolhas que fazemos em nossas vidas e por meio de como lidamos com o mundo ao nosso redor. É um hábito, não um estado de espírito.