Redes Sociais – Parte 1

POR UM NOVO CONCEITO DE COMUNIDADE:
Redes sociais, comunidades pessoais, inteligência coletiva
Rogério da Costa

Este texto trata basicamente da transmutação do conceito de “comunidade” em “redes sociais”. Esta mudança se
deve em grande parte à explosão das comunidades virtuais no ciberespaço, fato que acabou gerando uma série
de estudos não apenas sobre essa nova maneira de se fazer sociedade, mas igualmente sobre a estrutura
dinâmica das redes de comunicação. No centro dessa transformação, conceitos como capital social, confiança e
simpatia parcial são invocados para que possamos pensar as novas formas de associação que regulam a atividade
humana em nossa época.

PALAVRAS-CHAVE: redes de comunicação de computadores; redes comunitárias; inteligência coletiva.

Texto completo: Porumnovoconceitodecomunidade


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/icse/v9n17/v9n17a03.pdf

Conscientização sobre a saúde mental.

Nada e ninguém nos preparam para ver como lenta e inexoravelmente se apaga a vela da pessoa que você mais amou, aquela que lhe deu a vida.
Ver os seus olhos perderem o brilho, o olhar divagar nos cantos mais remotos do subconsciente, estranhos a tudo o que a rodeia… Não há palavras para descrever a dor que sentimos ao cuidar dos nossos pais, no sofrimento da perda de sua saúde mental (demência senil, Alzheimer, etc.).
Que tristeza, quando aqueles que deram tudo para a sua família um dia te perguntam: “Quem és?” Não por um esquecimento voluntário, mas por degradação mental que, aos poucos, os faz perderem todas as suas lembranças. Os problemas de saúde mental são devastadores e paralisam as pessoas doentes, desestabilizando os familiares ao seu lado.
Além da demência, a depressão, a psicose, a desordem bipolar, etc. Condições que ninguém escolhe, simplesmente se apresentam e não só a pessoa sofre, mas também a família.
Vamos buscar ajuda! A perda da saúde mental não é “fraqueza”, mas sim um problema que todos nós poderemos ter um dia.

Este é o mês da consciência sobre doenças mentais.

 

O aluno e as novas tecnologias – parte 2

LEV VYGOTSKY

Lev Semyonovich Vygotsky (em russo Лев Семёнович Выготский, transliteração: Lev Semyonovich Vygotskij, sendo o sobrenome também transliterado como Vigotski, Vygotski ou Vygotsky; Orsha, 17 de novembro de 1896 – Moscou, 11 de junho de 1934), foi um psicólogo, proponente da Psicologia cultural-histórica.

Pensador importante em sua área e época, foi pioneiro no conceito de que o desenvolvimento intelectual das crianças ocorre em função das interações sociais e condições de vida. Veio a ser descoberto pelos meios acadêmicos ocidentais muitos anos após a sua morte, que ocorreu em 1934, por tuberculose, aos 37 anos.

Texto completo: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lev_Vygotsky

B E A U T Y – dir. Rino Stefano Tagliafierro

Mensagem nº 346

“Tempos difíceis criam homens fortes. Homens fortes criam tempos fáceis.
Tempos fáceis criam homens fracos. Homens fracos criam tempos difíceis”

Autor desconhecido.

Diário da academia – Edição 2018-01-07

Mais sobre o tema em: Diário da academia 2020-06-16

E reiniciando minhas postagens em 2018, após o tradicionalmente ruim (muito ruim) final de ano (para mim), começo postando sobre atividade física.

Tive de parar o halterofilismo em meados de 2017 por conta dos estudos. Ou fazia esporte ou pagava os estudos. Vovô dizia que era bom estudar, então dei uma pausa em meus já parcos ganhos (que não foram tantos assim). Como resolução de ano novo, tomei a determinação de retornar ao esporte, mesmo com as dificuldades financeiras. “Afinal, todo mundo tem uma desculpa, normalmente a que mais lhe convém. Mas quem quer de verdade vai lá e dá seu jeito.”

Bom na teoria, mas botar em prática é mais complicado.

O problema dos esportes no Brasil.

Cá no Brasil, há apenas um esporte: futebol. E não adianta me dizer que os outros contam, porque não contam. São praticados e tudo, mas não valem. O motivo? A cultura do futebol é mais forte e o é por ser mais barato. Qualquer par de chinelos vira o gol e uma bola de meia ou papel serve para brincar. Todos os demais esportes exigem equipamentos, seja uma rede para jogar vôlei, ou uma tabela para basquete. Os meninos vêem os pais vibrarem com o futebol na TV e querem fazer igual. Somente os poucos privilegiados a serem introduzidos a outros esportes podem vislumbrar algo diferente de futebol. Ou se na própria família houver algum aficionado. “Os meninos vêem os pais vibrarem com… e querem fazer igual”.

“O Brasil é o país do futebol e o futebol só dá certo porque não é ensinado na escola”.
Li numa pichação uma vez… Donde partimos para o segundo ponto sobre o qual gostaria de escrever.

O problema do halterofilismo no Brasil.

Já escrevi em meu artigo “Um resumo sobre musculação” praticamente todo o básico, mas quero recapitular algumas coisas aqui também. A musculação surge como o primeiro esporte propriamente dito. Diferentemente de outras atividades que foram posteriormente adaptadas à prática recreativa (como correr, saltar, usar arco e flecha etc.), a musculação já surge como prática específica para a melhora do desempenho e condicionamento das pessoas. Afinal, não havia (e ainda não há) qualquer outra utilidade em pegar um objeto pesado, levantar e abaixar, levantar e abaixar e contar um-dois, um-dois.
|:^)

O halterofilismo como esporte moderno surge derivado dos antigos espetáculos de força, normalmente praticados em circos ou feiras. Com o tempo, os campeonatos de levantamento de peso foram se transformando no que vemos hoje. Já o levantamento básico surge como esporte mais recentemente, nos EUA na década de 1960, como cisão do levantamento de peso clássico.

História tendo sido dita, cheguei ao argumento principal: EUA 1960. Lá eles têm a cultura dos esportes. Aqui não. Lá se pratica de tudo. Aqui não. Lá eles têm facilidades com materiais. Aqui não.

A primeira questão, antes de tudo, é a falta de informação. Se você procurar sobre futebol há compêndios intermináveis sobre tudo o possível e imaginável (por vezes o inimaginável) sobre o troço. Tente fazer o mesmo sobre jai-alai ou lacrosse! Ora, vivemos num país de analfabetos funcionais (tema sobre o qual discursei em meu TCC de Docência), que mal e precariamente sabem falar o português. A língua escrita é algo abominável. Na rede, leio coisas absurdas, muitas vezes em grandes veículos de comunicação.

Resultado 1: a informação em português é muito escassa e de má qualidade. Há pouca confiabilidade nos materiais produzidos e divulgados em sítios brasileiros. Coloquei uma lista confiável no artigo citado anteriormente. Mas como podem ver, trata-se muito mais de hipertrofia e fisiculturismo. Em nosso país, a estética é mais valorizada que a saúde. Numa sociedade que vive de aparências, é claro que os artigos se resumirão a bundas e barrigas-tanquinho.

Resultado 2: é necessário ser fluente em inglês. Todo o conteúdo (confiável) que encontrei sobre o esporte é internacional. Em especial os vídeos no Youtube. O Youtube brasileiro é um lixo, salvo raras exceções. Ao menos para mim é impossível assisti-lo por mais de dois minutos… Já em inglês a informação é abundante, detalhada e confiável.

A segunda questão é a facilidade de acesso ao esporte em si. Como disse, é tudo muito caro. Comparativamente com a realidade dos EUA, berço do esporte, aqui é um absurdo. TUDO É MUITO CARO.

a) COMPRAR O EQUIPAMENTO: E me deparei com os preços exorbitantes praticados. Mesmo com o advento do Crossfit, o que barateou consideravelmente os preços dos equipamentos, ainda assim um equipamento de qualidade é caríssimo.

PAÍS BRA USA
SALÁRIO MÍNIMO: R$ 957,00 US$ 1.160,00
BARRA ÓTIMA: R$ 6.500,00 US$ 750,00
BARRA +/-: R$ 2.500,00 US$ 350,00
BARRA CHINFRIM: R$ 850,00 US$ 50,00

E já que moro em apartamento, não iria dar mesmo…
Donde veio a idéia de fazer meu próprio equipamento. O que não faltam são vídeos instrucionais “faça-você-mesmo”. Em inglês, claro.

b) FAZER O EQUIPAMENTO: E me deparei com os preços exorbitantes das ferramentas. E me dei conta de que por lá tudo é mais barato, logo, as ferramentas também. E não só as ferramentas. O material também. Já tentou encontrar ferragens para fazer suas próprias coisas? Ou madeira para fazer seus próprios móveis? Você não acha em lugar algum, só com fornecedores para comércio, que lhe vendem por um preço aleatório, não fazem entrega (você que vá buscar) e te olham de cara feia.

Já nos states

O cachorro é a melhor parte!

E, óbvio, não me dei por vencido. Afinal, eu decidi e está decidido!

c) CATAR ONDE CARGAS D’ÁGUA TEM O RAIO DO EQUIPAMENTO!: E me deparei (novamente) com a inexistência de locais próximos onde moro. Não quanto à falta de academias, pelo contrário. Na rua principal perto de onde moro, há quatro (isso mesmo, QUATRO) academias. Fora as duas do outro lado… Não faltam academias, mas lhes falta o equipamento especializado para o esporte…

Há locais de treinamento no Rio de Janeiro? SIM. E dos bons! Copacabana, Botafogo, Barra da Tijuca… Você suburbano da Zona Norte que se lasque. A mais próxima para mim fica na Praça Saens Peña. Dois ônibus para ir, dois para voltar e almoçar antes de ir trabalhar. Ou ir para lá de noite e enfrentar a cracolândia bem em frente ao local…

Concluo, portanto, que procurar o esporte já é um esporte que cansa tanto quanto, ou mais…
E ganharei medalha por isso…

Feliz Natal, seu animal imundo. E um feliz ano novo…

Antes de começar, lembremos que os festejos do Solstício¹ são muito (muito) anteriores às celebrações cristãs, que se apropriaram das festas que já existiam por sua popularidade. Hodiernamente, entretanto, pela proximidade de exatamente uma semana ao Dia Mundial da Paz (1º de janeiro), cristãos ou não celebram o Solstício como um dia de afeto e compaixão.

Véspera de Natal. Por algum motivo as pessoas não querem esperar o dia 25 e celebram o feriado no dia anterior (24). Assim emendam a véspera de feriado com o feriado e fazem um feriado maior. Interessante a ansiedade e afobamento generalizado, as pessoas tratam o dia da véspera como o dia do fato. É feriado na sexta: quinta vai ter alguma coisa? É feriado na quinta: enforca sexta!

E há lugares em que na véspera da véspera não tem mais nada…

Seja como for, voltemos à véspera de Natal (e sua véspera). Empurra-empurra no supermercado, no mercado, no mercadinho. Um monte de gente amontoada para comprar na última hora as coisas para um festejo anunciado desde dois meses atrás, quando já era Natal na Leader Magazine².

Nos centros comerciais (a.k.a. Shopping Center) corre-corre: se matam por brinquedos para crianças, lembranças para adultos, lembrancinhas para os velhos. Compra-se e vende-se de tudo. Presentes para todos: bonecas, laptops, bibelôs, eletrodomésticos, meias, vibradores. E cristãos celebram no nascimento de seu Cristo salvador, que veio expiar os males do mundo, com um piru de borracha de 40cm.

Na noite vemos o foguetório. É meia-noite! É dia 25! Jesus nasceu! E se embebedam, tocam músicas de carnaval, e queimam dinheiro (literalmente) com fogos e mais fogos de artifício. Donde pergunto: “raios! cadê a crise?” Todo mundo reclamando que está sem dinheiro, que está difícil, mas tem dinheiro para os comes e bebes e fogos e presentes…

Ou é muita falta de noção ou é muita falta de vergonha.

Não nos esqueçamos que vivemos (eu vivo) no Rio de Janeiro. E não há festejos sem a tão celebrada rajada de armas de fogo. Juntamente com os fogos, tiros de fuzil são escutados a torto e a direito. “Celebremos o nascimento de Cristo mostrando nosso poder de matar!!!”

E chega o dia de Natal. Manhã de segunda. Crianças xingando palavrões no meio da rua, felizes com seus brinquedos novos. As mães, repreendendo a bagunça com palavrões de mais baixo calão ainda. Um vizinho tocando samba em seu aparelho de som novo, já se preparando para o carnaval daqui a alguns meses; outro vizinho na algazarra matinal, regada ao vinho/cidra/cerveja da noite passada; e um terceiro vizinho tocando músicas culturais da periferia afrodescendente oprimida, onde descreve-se com minuciosos detalhes como um pênis entra numa vagina, excertos de poesia: “toma-toma toma-toma senta-senta senta-senta”.

Neste dia de celebração da ”paz na terra e boa vontade no coração dos homens”³, época propícia a desatar os nós da amargura, à prática do perdão, da reconciliação, da caridade aos irmãos na terra e nos céus, veremos chegar ao dia em que Virgem Maria dançará Anitta, José não terá gênero (ou será travesti) e o menino Jesus vítima de pedofilia.

Neste dia de Papai Noel, os presentes caros (muitos comprados apenas para mostrar que se tem dinheiro); as brigas familiares nas forçadas reuniões de família de fim de ano, às quais ninguém queria ir mesmo para ver seus desafetos; os comas alcoólicos de adolescentes; as orgias sexuais dos elfos no Pólo Norte e dos hipócritas deste hemisfério Sul enfeitam os pinheiros de muitos lares por aí afora.

E damos graças…
Feliz Natal para todos nós…

“toma-toma senta-senta”.


¹ – Solstício é o dia mais longo do ano no hemisfério Sul e correspondentemente a noite mais longa no hemisfério norte. Há milhares de anos caía no equivalente ao nosso dia 25. Devido ao gradual movimento da Terra, hoje em dia cai dia 23.
² – Leader Magazine é uma rede de lojas muito conhecida por fazer propaganda de natal ainda em outubro, setembro, março…
³ – “Paz na terra e boa vontade entre os homens” é a tradução correta. A expressão “entre os homens de boa vontade” foi um erro de tradução para o português.

O título desta postagem refere-se à passagem do filme “Esqueceram de mim 2”. Saudades de quando o fim de ano tinha essas coisas…

Cu-tura

Às vésperas do feriado natalino, o jornal O Globo destaca como ”Cultura” um (cof-cof) sujeito numa favela batucando como um pandeiro o rabo da Anita.


Fonte: http://blogs.oglobo.globo.com/gente-boa/post/em-entrevista-exclusiva-anitta-fala-sobre-celulite-e-questao-de-mulher-no-clipe-vai-malandra.html

Acesso em 22/12/2017

Preconceito contra o Brasil

É um absurdo os franceses (ou qualquer povo) dizerem que no Brasil só há favelas, drogas, prostitutas e café. Também temos carnaval e futebol… |:^/


https://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/rede-francesa-de-cafeterias-expoe-frase-ofensiva-contra-brasileiros-em-seus-copos.ghtml

Pilates

A despeito da escolha musical:

Pilates, o que é e para que serve? | Treino Monstro PA Parauapebas

05 razões para praticar pilates já | Mover é viver

Pilates tira a dor e modela o corpo | TV Caçapava