INTEGRAÇÃO DAS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO
Salto para o futuro
Organização Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida e José Manuel Moran
Cara Professora, Caro Professor,
No ar desde 1991 e na grade da TV Escola a partir de 1996, o programa Salto para o Futuro produz, para professores e gestores, séries televisivas, valorizadas por textos escritos por renomados educadores e especialistas, e promove o diálogo com esses profissionais, democratizando oportunidades de interação e de acesso ao conhecimento. Mas, há mais no Salto para o Futuro. A riqueza e contemporaneidade dos temas abordados bem como a pluralidade e diversidade brasileira que as séries retratam fazem do Salto – como carinhosamente é chamado pelos professores – um convite ao exercício da autonomia e da criatividade. De fato, com os boletins, os programas televisivos e o site onde se encontram entrevistas, fotos e outros recursos multimídia (www.mec.gov.br/tvescola/salto), os professores, os gestores, os cursos de formação de docentes, as escolas e os sistemas educacionais têm um poderoso instrumento para, autonomamente, organizar processos de capacitação, propor reflexões e implementar projetos de trabalho que contribuam para o desenvolvimento profissional e para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem.
A recepção organizada do Salto para o Futuro e a exploração de seu potencial pedagógico proporcionam à comunidade educacional, sem custos financeiros, a concretização de um processo de formação continuada, incentivando a adoção de uma cultura de permanente qualificação profissional. Esta publicação que a Secretaria de Educação a Distância – Seed oferece aos educadores brasileiros dá relevo ao tema das tecnologias da informação e da comunicação (TICs), a partir de uma seleção de textos publicados e séries produzidas pelo Salto para o Futuro, nos últimos anos. A Seed e a TV Escola querem incentivar você, educador, a inserir as TICs na educação, de forma crítica, criativa e cidadã e, também, a redescobrir o Salto para o Futuro, um programa cujo compromisso é com a valorização dos profissionais da educação e com a melhoria de qualidade da escola pública brasileira.
Carmen Moreira de Castro Neves
Diretora de Produção e Capacitação em EAD
SEED/Ministério da Educação
O fato de termos uma bi-campeã Olympia BRASILEIRA que não aparece na mídia BRASILEIRA em lugar algum demonstra a falta de valorização aos esportes de força. Mamãe reclamou: ”mas aparece Pablo Vittar”. Ou seja, chegamos ao ponto que a ”marmanjada” prefere um sujeito com voz de Mickey Mouse fanho a uma garota de bikini. Oh! Quem poderá nos defender?…
Shawn Rhoden marca uma nova era no fisiculturismo. Após derrotar o até então imbatível Phillip “Phil” Jerrod Heath e se tornar o 14º Mr. Olympia, Flexatron (como gosta de ser chamado) aponta um retorno do fisiculturismo desportivo a suas origens. O claro motivo pelo qual ele derrotou Heath foi a proporcionalidade de sua barriga (mid section). Sua forma visivelmente muito mais saudável e proporcional FORA das poses obrigatórias, demonstra o impacto das críticas do público feitas acerca das decisões dos juízes em anos anteriores. Mesmo Arnold Swarza (não decorarei o nome nunca!) já havia criticado o caminho pelo qual os juízes estavam trilhando.
Quando víamos os campeonatos de fisiculturismo antigos, víamos atletas cujos corpos eram invejáveis e o público gostaria de ter um aparência similar. Já os campeonatos modernos passaram a apresentar monstros cada vez mais desproporcionais, afastando o público, sendo alvo de críticas (cabíveis e justas) e inibindo novos atletas. O coroamento de Shawn e o despontamento de jovens como Calum von Moger aponta, talvez, o início de uma nova era se formando.
Shawn Rhoden – Never Give Up On Your Dreams
Este é o último teste da integração entre o Facebook e a minha página. Quem me acompanha no Facebook, sabe que ele bloqueou minha página de postar automaticamente em meu perfil pessoal, permitindo apenas a postagem em página própria.
A falta de integração com o Facebook (atualmente a maior plataforma de divulgação de conteúdo) fez-me pausar a inclusão de mais conteúdo por essas semanas. Após numerosas tentativas e testes, fiz uma página no Facebook com o propósito de replicar as postagens daqui automaticamente.
Vendo a nova séria do canal no Youtube “Núcleo Dharma” de Marco Gimenez, fiquei muito triste ao ponderar sobre a realidade do estudo de História em nosso país. Considero que no Brasil precisamos estudar História três (3) vezes: a primeira para se formar; a segunda para aprender alguma coisa; a terceira para descobrir e conhecer a verdade.
A iniciativa de seu canal é boa. Compartilho aqui para quem tiver interesse no estudo de História do Brasil, sem o viés doutrinador marxista gramsciano /freireano que ora domina as instituições formais de ensino e torna impregnadas de dubiedade as interpretações das parcas fontes que nos sobraram neste país sem memória.
How to build an eye-catching diorama – Realistic Scenery Vol.12
Luke Towan
“A step by step guide in creating a super realistic suburban scene with a twist (HO Scale). In this tutorial I take you through the process of building a laser cut wood structure that is typically used for model railroad scenery and then I’ll demonstrate all the techniques used to create an awesome dystopian themed diorama. Nearly all of the tiny details I use not only to model the interior but also all of the exterior details were printed on the Anycubic Photon 3D printer. All of the interior details were downloaded from Thingiverse.com whereas all of the exterior details including the garage were designed using TinkerCad.com and then printed. It’s quite amazing what can be built and designed using such a simple program with basic building blocks. You’ll also see me using the Noch Gras-Master 2.0 to add the static grass, it’s quite an expensive unit but you are paying for quality and assurance. The grass applicator was sent to me for inclusion in the upcoming eBook and I decided to get a head start and try it out on this diorama.”
Não gosto de conversar sobre política. Ânimos exaltados, vesículas biliares opiladas, opiniões confundidas com argumentos, argumentos confundidos com opiniões. As pessoas tratam política como partidas de futebol: uma festa na qual torcidas organizadas digladiam desorganizadamente, enquanto os (verdadeiros) donos da bola lucram, sem se importar com seus meros espectadores/eleitores.
Não gosto de conversar sobre política. As pessoas ou tratam o assunto com distanciamento, apoliticamente apolitizadas, como se o tema não lhes dissesse respeito, mesmo que as decisões daqueles a quem outorgamos o poder sejam diretamente responsáveis pelo lodaçal em que ora chafurdamos; ou tratam o assunto com o aprofundamento minucioso de doutos doutores com doutoramento em ciências políticas, cujo diploma foi adquirido lendo revistas, jornais ou mensagenzinhas engraçadas nas redes sociais. Este último exemplo, espécime cada vez mais freqüente em nossa população, defende com todas as forças posições, teses e ideologias que nem ao menos compreende, e o faz com ímpeto e veemência invejáveis pelos mais cascudos coronéis do interior.
Não gosto de conversar sobre política. Explicar ideologias, apresentar proposições, discriminar conceitos, externar opiniões é muito bom e saudável QUANDO seu interlocutor não te interrompe a cada 5 segundos com quatro pedras na mão (e algumas vezes forcados e tochas), apresentando-se como o senhor absoluto do senso comum e da verdade construída (por outrem); ou menospreza com menoscabo e desdoiro seu esforço pedagógico em levar um pouquinho de luz/conhecimento/idéias à sua mente petrificadamente alienada. Você fala, explica, desenha e o sujeito não te entende nem dá a mínima atenção…
Não gosto de conversar sobre política. Tema que pode desfazer casamentos, arruinar famílias, colocar pais contra filhos. Ou seja: trama de novela mexicana. Se ainda tivéssemos a Thalia como presidente do país, ao menos saberíamos mais ou menos o que aconteceria nos próximos capítulos: chororô no planalto. Mas quem chora é o povo mesmo. Nas tramas e tramóias do poder planáltico, são os tele*-espectadores/eleitores que lamentam o desenrolar da trama, muito mal escrita, possivelmente inspirada por um dos atuais teledramaturgos da Globo.
Não gosto de conversar sobre política. Mas é um tema que não dá para não falar. Ao menos não na época em que estamos. As próximas eleições definirão o caminho que este país tomará. Se continuaremos como meros espectadores, placidamente às margens do Ipiranga, vendo o comunismo enfiar cada vez mais fundo o Brasil no buraco sem fundo em que afundamos, ou se expulsamos essa corja que lá está.
Já sabendo que poderei perder algumas amizades (não tão amigas), que levantarei algumas sobrancelhas, que serei cobrado no devido tempo pelo posicionamento que ora tomo, opto por tornar pública minha orientação política, tema que sempre considerei como sendo privado. Não há mais hodiernamente lacuna para acomodar melindres alheios. Incomodarei? Dane-se! Quero dizer o que penso assim mesmo.
Declaro-me publicamente contrário ao marxismo em todas as suas formas: comunismo/socialismo/trotskismo/gramscismo e todos esses “ismos” hegelianos. Isso não me torna de ”direita”, haja vista que não aceito sobre mim desse tipo de rotulamento. As diferenças entre ”direita” e ”esquerda” já são obsoletas, incompatíveis com a natureza política atual pós-grandes guerras. (mais informações, vide vídeo abaixo)
Independentemente do que sou, prefiro concentrar-me no que não sou: marxista. Considero essa ideologia e suas derivadas um gravíssimo mal social, que ludibria os ignorantes na esperança de uma vida melhor como forma de exploração e controle.
Há apenas dois tipos de marxistas.
O primeiro é aquele que não entende o que realmente é o marxismo. Não o estudou a fundo. Não conhece a história. Vai pelo ”ouvir falar”. Este ignorante defende o que não entende porque realmente acredita, de coração, que esta é a melhor forma de ajudar a sociedade. É a massa-de-manobra: escravos que acreditam estar livres.
O segundo é aquele que entende de verdade o que é o marxismo. Conhece os textos, a história, os reais motivos por detrás da ideologia e suas conseqüências. Estes X**.
Não explicarei aqui o que é marxismo. Não explicarei o que defendo. Apenas externo minha opinião: não dá mais. Este país não agüenta mais tanta roubalheira, tanta corrupção, tanta cara-de-pau.
Sei que corro o risco de dar com a cara na parede, sei que posso estar fazendo algo incorreto, sei que também posso estar sendo enganado. CONTUDO faço aqui propaganda eleitoral aos candidatos em quem votarei este ano, abdicando de meu direito ao voto secreto.
Não votarei em Jair Messias Bolsonaro porque acredito que ele é o melhor candidato, o mais preparado, o salvador da pátria. Votarei nele e em seus apoiadores SOMENTE porque é o único que não está metido em corrupção. Ele aparenta ser honesto de facto. Tudo leva a crer que ele realmente não é corrupto. E somente por isso, meu voto é dele.
Peço aos senhores, que porventura lerem estas letras, também votem nele e, em sendo do Rio de Janeiro, nos candidatos abaixo. Esta é a única forma (não revolucionária) de termos alguma mudança do quadro que aí está.
Deputado Federal: 17 (legenda do presidente)
Deputado Estadual: 28 (legenda do governador)
1º Senador: 177 (Flávio Bolsonaro)
2º Semador: 281 (Mattos Nascimento do PRTB)
Governador: 28 (Bope – André Monteiro)
Presidente: 17 (J.M. Bolsonaro)
*- ”tele” é prefixo que designa ”aquilo que está longe”. Aqui me refiro tanto aos eleitores estarem longe abstratamente (no campo das idéias e ações), quanto fisicamente (Brasília fica no fim do mundo).
** – Não há liberdade de expressão no Brasil. Escrever PUBLICAMENTE o que realmente quero seria considerado crime. Não sendo tolo, calo-me. PRIVADAMENTE porém, sou livre para falar o que bem entender. Quem me conhece pessoalmente, sabe o que penso.