Projetos educacionais: material complementar – Parte 1

PROJETOS DE APRENDIZAGEM BASEADOS EM PROBLEMA NO CONTEXTO DA WEB 2.0: POSSIBILIDADES PARA A PRÁTICA PEDAGÓGICA
Daiana Trein
Eliane D. R. Schlemmer

O artigo apresenta uma reflexão sobre as possibilidades das práticas pedagógicas, no contexto do uso das Tecnologias Digitais Virtuais Emergentes – TDVEs, especificamente no que se relaciona com as ferramentas da Web 2.0. Estabelece uma relação entre a Web 1.0 e a cultura do ensino e a Web 2.0 e a cultura da aprendizagem, abordando os projetos de aprendizagem baseados em problemas, como uma alternativa para os currículos disciplinares.

Texto completo: artigo projetos aprendizagem curso licenciatura pedagogia Unisinos


Fonte: Revista E-Curriculum, São Paulo, v. 4, n. 2, jun 2009.
http://www.pucsp.br/ecurriculum

Acervo completo: http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/issue/archive

Projeto de lei 7.180/2014 – Escola sem partido

Repasso a quem interessar possa, em especial professores, para acompanhamento, votação e inteiro teor.

Projeto de lei 7.180/2014
Proposta de inclusão do parágrafo abaixo na Lei de Diretrizes e Base:

XIII – respeito às convicções do aluno, de seus pais ou responsáveis, tendo os valores de ordem familiar precedência sobre a educação escolar nos aspectos relacionados à educação moral, sexual e religiosa, vedada a transversalidade ou técnicas subliminares no ensino desses temas.” (AC)

À época desta postagem, poucos dias após as novas eleições presidenciais, o tema está para ser discutido e analisado mais uma vez na câmara de deputados, com possibilidade de votação ainda este ano.

Disponível em:

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=606722

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/564891-ADIADA-VOTACAO-DO-PROJETO-DA-ESCOLA-SEM-PARTIDO.html

Abate de criminosos: crime contra humanidade ou retaliação necessária?

A discussão do plano das idéias em contraposição com a realidade factual vem desde o ideologismo de Platão contra a materialidade de Aristóteles.

Uma coisa é o que discutimos filosoficamente. No campo das idéias, podemos falar de tudo, questionar tudo e interpretar livremente numa hermenêutica infinda acerca daquilo que seria o melhor ordenamento político ou a melhor linha de ação frente a um problema social. Outra coisa é o que é possível na realidade, quais ações são realmente factíveis e eficientes dentro do campo das ações em políticas públicas.

Indago, portanto: na realidade e no contexto em que vivemos, as outras opções efetivamente resolvem o problema? Nas últimas décadas desde Brizola, as outras opções têm sido utilizadas (diálogos, programas públicos, conscientização etc.) e não funcionaram. E enquanto não funcionam, dezenas, centenas, milhares de pessoas inocentes são penalizadas pela teimosia míope de continuar insistindo no que não está funcionando.  ”Porque é filosoficamente correto.” ”Porque é ético.” ”Porque é juridicamente legal.”

O que é belíssimo no campo das idéias nem sempre funciona na vida real.

É como a visão do Batman que se recusa a matar o Coringa. Batman, vigilante louco duma cidade em que a lei não funciona. Coringa, assassino imprevisível e irrecuperável. Mas Batman mantém-se convicto de que quer ”ajudar” o Coringa. De que ele tem salvação. De que pode ser recuperado. E a cada fuga, mais tragédias. Assim, ao não tomar uma solução eficiente, Batman torna-se o maior cúmplice do Coringa.

Filosoficamente a vida é santa em todas as suas formas, da concepção ao fim natural. Ninguém tem o direito de tirar a vida de outrem em hipótese alguma. Do aborto à pena de morte, toda supressão da vida doutrem é hedionda. Isso chama-se ”razão”. E numa guerra, a primeira coisa que morre é a razão.

Abater criminosos é um crime contra a humanidade? Que seja, então.

Na realidade em que estamos, é possível resolver de outra forma? Não agüentamos mais a vida em barbárie que já vivemos. Quanto tempo mais temos que esperar para que as outras ”soluções” comecem a surtir efeito? Quantas mães mais precisam chorar? Quanto mais medo precisamos ter? Até quando?

Por 22 anos morei na favela do Jacarezinho, uma das mais violentas e imundas favelas do Rio de Janeiro. Eu bem sei como é: eu vivenciei. E a insatisfação minha e da maioria das demais pessoas chegou ao ponto máximo. Não queremos mais condescendência. Os tempos de tolerância e de belos discursos só nos trouxeram tristeza, medo e dor. Já não falamos mais com a razão. Falamos agora com nossos corações partidos e ressentidos, magoados com tudo o que sofremos, clamando por uma solução não bela ou ética, mas que resolva.

Não queremos banho de sangue. Não queremos chacina. Não queremos o mal alheio. Não queremos mais mortes. Queremos apenas que ao menos os homens de bem possam lutar em iguais condições. Que os soldados dessa guerra saibam que ao menos podem revidar. E que os homens de bem possam continuar vivos. É simplório defender que os homens de bem não possam revidar, usando a força necessária para tanto, bem como as mesmas armas de nossos algozes.

Se a situação continuar, em breve nos tornaremos um narco-país. As facções criminosas, numa nova FARC (ou melhor, FARB).  A perspectiva absolutamente utilitarista afirma que é melhor o abate de 100 do que uma guerra civil.


 

Conversa entre o Demolidor e Justiceiro – DEMOLIDOR

Parte 1

Parte 2

 

O trabalho por projetos – Parte 1

PEDAGOGIAS DE PROJETOS: FUNDAMENTOS E IMPLICAÇÕES
Maria Elisabette Brisola Brito Prado

Atualmente, uma das temáticas que vêm sendo discutidas no cenário educacional é o trabalho por projetos.Mas que projeto? O projeto político-pedagógico da escola? O projeto de sala de aula? O projeto do professor? O projeto dos alunos? O projeto de informática? O projeto da TV Escola? O projeto da biblioteca? Essa diversidade de projetos que circula freqüentemente no âmbito do sistema de ensino muitas vezes deixa o professor preocupado em saber como situar sua prática pedagógica em termos de propiciar aos alunos uma nova forma de aprender integrando as diferentes mídias nas atividades do espaço escolar.

Texto dentro da coletânea ”Tecnologia, currículos e projetos”

Este capítulo traz uma coleção de artigos referentes às novas maneiras de ensinar, aprender e desenvolver o currículo ao integrar diferentes tecnologias à prática pedagógica voltada à aprendizagem significativa do aluno, especialmente quando se trabalha com projetos. Sob essa ótica, o aluno, sujeito ativo da aprendizagem, aprende ao fazer, levantar e testar
idéias, experimentar, aplicar conhecimentos e representar o pensamento. Cabe ao professor criar situações que provoquem os alunos a interagir entre si, trabalhar em grupo, buscar informações, dialogar com especialistas e produzir novos conhecimentos.

Texto completo: Articulações entre áreas de conhecimento e tecnologia


Fonte: http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/1sf.pdf

Características dos projetos – Parte 1

A PSICOPEDAGOGIA E AS QUESTÕES DA INTERDISCIPLINARIDADE E TRANSDISCIPLINARIDADE
Maria Cecília Castro Gasparian

Este texto tem por objetivo colocar em debate alguns dos pontos fundamentais para a Educação do início deste século, ou seja, a mudança do modelo científico clássico para um novo paradigma que, embora já despontado, ainda não se mostra totalmente socializado. Embora muito se tenha discutido e muitos educadores tenham mostrado grande interesse, seus conceitos, muitas vezes, estão sendo divulgados de uma forma distorcida e, por isso, mal compreendidos. Tanto a interdisciplinaridade quanto a transdisciplinaridade estão sofrendo um processo de vulgarização quando se pretende socializá-la e divulgá-la. Cabe à Psicopedagogia, como sendo um campo de conhecimento inter e transdisciplinar, o destino de implementar, divulgar e exercitar, de uma forma consistente, este novo olhar científico para que a Educação seja realmente transformadora e transformada e dê um salto de qualidade no processo de ensino. Este artigo pretende mostrar alguns dos fundamentos que norteiam essas duas abordagens e esclarecer alguns pontos importantes que a definem como novos pilares para uma Educação das gerações vindouras.

Texto completo: inter transdisciplinar


Fonte: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862006000300010

Eleições presidenciais 2018

E assim, em 2018, tal como em 1964, por anseio popular e seguindo as leis vigentes, mais uma vez o povo brasileiro retira do alto comando do poder a ameaça socialista que outra vez pairava sobre a nação.

Bolsonaro ganhou, talkey!

https://web.facebook.com/jairmessias.bolsonaro/videos/945681038957259

Bolsominion?

E eu nem ao menos vi esse tal filme de ”minions”…

Na realidade, não concordo com boa parte do que Bolsonaro defende. Meu voto nele tem como função tirar o PT do poder. Sou declaradamente contrário ao Marxismo e seus derivados, por todo o mal que essa ideologia já causou e pelo posicionamento filosófico detrimental¹ ao indivíduo, tal como expressei nesta minha página na internet.

De Bolsonaro, sou contrário ao livre mercado absoluto e independência do Banco Central, tal como ocorre nos EUA. Primeiro, porque nosso sistema bancário é diferente, temos uma casa da moeda diferente. Segundo, porque tal como Enéas Carneiro, defendo um Estado forte, técnico e intervencionista, no qual o Estado regula o mercado por meio de duas ferramentas: o controle da taxa de juros e a tributação.

Sou favorável à idéia de Enéas de instituir o sistema de 4 tributos (2 federais, 1 estadual e 1 municipal), o que é inviável num sistema de absoluto livre mercado, tal como defende Paulo Guedes².

Também sou contrário a unificar os Ministérios da Agricultura e Meio Ambiente (ação da qual ele já demonstrou que não implementará) e sou contrário a manter o Ministério da Agricultura não vinculado ao da Economia: a agricultura é um dos pilares iniciais da cadeia de produção, juntamente com a extração de minério³ e geração de energia. Tratá-lo separadamente dos dois seguintes não me parece boa idéia, pois você dá maior atenção a um setor que não produz tanta tecnologia de ponta. Observe: a agricultura gera divisas imediatamente (e está evitando que nosso país quebre), mas é na indústria secundária, terciária e quaternária que temos a produção de tecnologia de ponta, na qual as matérias-primas têm seu valor dezenas (centenas) de vezes incrementada. O ganho de capital que podemos ter na indústria é muito superior ao do consumo direto estimulado na agropecuária.

Quanto ao Andrade (huehue):

  • O sujeito é marmita de presidiário: termo pejorativo referindo-se ao fato de que ele apóia e pede conselhos a Lula, réu condenado em 2ª instância (sem direito a recurso reversivo) por corrupção comprovada em mais de 200 páginas de provas testemunhais, documentais e periciais. Mesmo sua campanha dizia que votar nele era votar em Lula.
  • Tem uma campanha camaleônica: mudou as cores da campanha, tirou a foto de Lula, mudou o lema, mudou o plano de governo 3 vezes (que eu saiba), demonstrando que está disposto a dizer e desdizer o que for para angariar votos.
  • Defende a Venezuela: país que hoje vive uma ditadura socialista na qual milhões de pessoas assoladas pela fome fogem para países vizinhos.
  • Tem 32 processos nas costas: sendo réu em 2, motivo suficiente para sofrer o processo de impedimento (impeachment) logo no primeiro semestre de seu possível mandato.
  • Mente descaradamente: disparando uma série de notícias falsas contra o outro candidato.
  • E faz parte da maior organização criminosa instalada num governo já noticiada na história mundial.

Votar no Andrade significa manter no poder o PT, que está sendo investigado. Ora, como votar em alguém que, em ganhando, irá se auto-investigar-se investigando-se a si mesmo? Em um homem que anseia por foro privilegiado e já disse que quer conceder indulto a Lula, réu condenado? Como manter no poder o mesmo grupo que está envolvido nos maiores escândalos de corrupção já vistos? Que indicou para os cargos máximos do judiciário pessoas de caráter duvidoso?

Importante ressaltar que não sou defensor de Bolsonaro. Se fizer besteira, tem que pagar. ”Não tenho bandido de estimação.” A fé cega que os fanáticos têm em Lula&Cia não se aplica a mim (e à parte considerável dos eleitores da assim chamada ”direita”). Creio que cabe ao povo a vigilância perpétua sobre seus governantes.

Eu até posso me decepcionar com o Bolsonaro, mas votar no representante de um grupo criminoso representa desconhecer a realidade em que o país vive, ou manifestar em si mesmo o resultado da alienação cultural que esse grupo promoveu nos últimos 30 anos.


1 – Neologismo. Achei que soa bem.

2 – Sem o controle centralizado da taxa de juros para o tipo de crédito, qualquer tributação torna-se mais complexa. Como estipular a alíquota de único imposto para cada Estado da federação, sem controlar a qual taxa de juros os créditos serão oferecidos?

3 – Incluso petróleo. Gás é energia.

 

Etapas de um projeto – Parte 3

Atualizado em 26/02/2021: adicionado vídeo.

Site recomendado: Buck Institute for Education http://www.bie.org/about

É um site que possui um repositório exclusivo sobre aprendizagem baseada em projetos.

Mensagem nº 351

“Todos eles enfrentam uma crise de identidade.
Eles não sabem quem são, não sabem de onde vieram.
Não conhecem toda sua história.
Sonegar essa história ao povo, sonegar essa história a uma nação é um ato perverso.”
[Um ato perverso e que não pode se repetir.]

Percival Puggina
Jornalista, arquiteto e pensador brasileiro

Etapas de um projeto – Parte 2

Aprendizado baseado em projetos visa preparar melhor alunos para o século 21; conheça as características da metodologia

por Patrícia Gomes 22 de janeiro de 2013

Bastam dois dedos de conversa com pessoas interessadas em inovações educacionais ou poucas horas em um evento que reúna professores interessados em tendências e lá vai estar ele. Pode ser que seja entre professores de educação infantil discutindo as descobertas das crianças em seu último trabalho ou entre docentes da área médica mostrando os resultados dos seus alunos. De uma ponta à outra, ele tem aparecido cada vez com mais frequência e em mais formas diferentes. Adivinhou? Sim, é o aprendizado baseado em projetos – o project-based learning, ou simplesmente PBL.

Não há uma data exata em que a metodologia tenha começado a ser usada, diz Jennifer Klein, consultora em educação global que capacita professores a usarem a aprendizagem baseada em projetos. Mas, segundo a especialista, na década de 70 ou 80, mesmo sem ter sido assim batizada, muitas escolas já se utilizavam da lógica para educar crianças e jovens. Muito do que hoje se faz, inclusive, se apoia no pensamento do brasileiro Paulo Freire, ferrenho defensor de que os alunos deveriam construir seu próprio conhecimento.

E o que está por trás do conceito é simples: em vez de serem estimulados por aulas tradicionais, os estudantes devem buscar respostas a questões complexas, muitas vezes multidisciplinares, e devem apresentar um produto final como resultado de suas pesquisas. Nesse meio tempo, enquanto planejam, organizam e executam o projeto, eles se deparam, na prática, com situações em que precisam trabalhar harmonicamente em grupo, lidar com opiniões diferentes, comunicar aquilo que estão pensando, defender seu ponto de vista e criticar os que não consideram ser adequados. Tal qual na vida.

“Essa metodologia está se tornando muito popular. Parte disso é devido às facilidades que a tecnologia trouxe. Mas só parte. A questão é que, com essas avaliações padronizadas, estamos matando o amor que as crianças têm por aprender. A aprendizagem baseada em projetos é uma resposta a isso”, diz Klein, citando o próprio exemplo. Muito antes de a tecnologia estar disponível como está hoje, ainda como aluna, a educadora teve a oportunidade de estudar numa escola em que os próprios alunos organizavam viagens de aprendizado. Nessas ocasiões, eles aprendiam não só biologia, matemática e ciências, mas também organização de projetos, trabalho em grupo e orçamento.

Hoje, com a disseminação de práticas pela internet e a facilidade de trocar informação, claro, essa abordagem tem sido facilitada. Outro exemplo que a educadora dá é de uma escola americana que pediu que os alunos desenvolvessem asas capazes de voar. No início do projeto, o professor falou para os jovens: “Em 24 de março, vocês vão estar na frente dos seus colegas, pais e uma banca de engenheiros. Vão dizer: ‘Esse é o nosso design de asa, esse é o que a gente recomenda e essa é a razão’. Vocês vão ter dados, gráficos, uma apresentação e regras”. Veja vídeo, em inglês, que mostra os professores combinando como será a avaliação do projeto.

Os alunos precisaram estudar matemática, física e bases de engenharia para as asas funcionarem. E funcionaram. Ao fim, um dos jovens que participou do projeto falou: “É muito melhor fazer uma coisa sua. Se o professor te diz como fazer, você pode se lembrar disso depois de duas semanas. Se você descobre como fazer, você vai se lembrar disso a vida toda”, afirmou o rapaz. Para Klein, essa é a essência do aprendizado baseado em projetos.

Ainda de acordo com a especialista, é possível trabalhar com essa abordagem em qualquer disciplina e em qualquer idade, mas o trabalho é muito maior quando vários professores estão envolvidos em um mesmo projeto. Para quem está interessado em começar, o Buck Institute for Education, uma associação norte-americana especializada em disseminar práticas desse tipo de aprendizagem, fez um diagrama explicando os pré-requisitos para um bom programa de aprendizagem baseada em projeto. Conheça os oito os pontos principais.

Ter conteúdo relevante. O objetivo da abordagem é trabalhar os conceitos-chave das disciplinas acadêmicas a partir de um projeto.

Desenvolver habilidades para o século 21. Ao longo do projeto, os alunos deverão buscar uma resposta a um problema. Para isso, eles deverão buscar referências em diferentes fontes de informação, precisarão de pensamento crítico, habilidade de resolução de problemas, colaboração e várias formas de comunicação – habilidades mais refinadas que a simples memorização.

Ter espírito de exploração. Isso faz parte do processo de aprender e criar algo novo com curiosidade e motivação.

Organizar-se em torno de questões abertas. Aqui o foco está em estimular o aprendizado mais aprofundado, debates, desafios e problemas.

Criar a necessidade de saber. O fato de ter que apresentar um produto ao fim de um período serve também para criar a expectativa de aplicar o que se está aprendendo e fazer com que os alunos criem laços com seu trabalho.

Dar oportunidade de voz e escolha. Os alunos aprendem a trabalhar independentemente e assumir riscos quando eles são instados a fazer escolhas e mostrar sua voz. Isso faz com que aumente também o engajamento dos estudantes.

Incluir processos de revisão e reflexão. Os estudantes aprendem a dar e receber feedback para melhorar a qualidade do produto no qual estão trabalhando.

Apresentar para o público. Ao mostrar o produto de seu esforço para outras pessoas, pessoalmente ou on-line, aumenta-se a motivação dos alunos a fazerem trabalhos de melhor qualidade.


FONTE DO TEXTO ACIMA:

http://porvir.org/porfazer/desafiar-pesquisar-descobrir-produzir-apresentar/20130122