EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS NO BRASIL:
um estudo de caso longitudinal sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação em 12 escolas públicas Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI .br
São Paulo 2016
A disseminação acelerada das tecnologias de informação e comunicação (TIC) nas últimas décadas, em especial da
Internet, traz consigo diversos desafios e oportunidades tanto no nível individual quanto no da sociedade, na medida
em que novos modos de se relacionar com a informação e o conhecimento são estabelecidos.
Essas mudanças afetam, em particular, a educação, que se vê frente à necessidade de lidar com diversas questões desencadeadas pela presença cada vez mais intensa das TIC no cotidiano: seja preparar as pessoas para aproveitar plena e conscientemente todo o potencial dessas tecnologias, seja desenvolver metodologias e práticas capazes
de promover a incorporação das TIC como instrumento pedagógico.
Editado em 01/10/2022: adicionada transcrição do terceiro vídeo.
Após a grande polêmica ocasionada pelo seu último debate, acabei conhecendo brevemente o trabalho do psicólogo e professor universitário Jordan B. Peterson. Gostaria eu que houvesse esse nível de discussão e debate aqui no Brasil. Não concordo com algumas coisas que ele defende, mas respeito o profissionalismo que vi de si até agora.
Jordan Peterson | Best Moments | Clash of Ideas
Jordan Peterson debate on the gender pay gap, campus protests and postmodernism | Channel 4 News
How to shut up a marxist (Jordan Peterson speech) | rvanstel
Transcrição:
The fact that the postmodernists dare to be marxist is also something that I find, I would say, not so much intellectually reprehensible as morally repugnant. And one of the things that the postmodernists — postmodern neo-marxists — continually claim is that they have nothing but compassion for the downtrodden. I would say that anybody with more than a cursory knowledge of twentieth century’s history who dares to claim simultaneously that they have compassion for the downtrodden and that they’re marxists are revealing either an ignorance of history that’s so astounding that it’s actually a form of miracle; or a kind of malevolence that’s so reprehensible that it’s almost unspeakable.
Because we already ran the equity experiment over the course of the 20th century, and we already know what the the marxist doctrines have done for oppressed people all around the world, and the answer that mostly was imprisoned, enslave, imprison them, enslave them, work them to death or execute them, and, as far as I can, tell that’s not precisely commensurate with any message of compassion.
So I don’t think that the postmodern neo-marxists have a leg to stand on ethically or intellectually or emotionally. I think that they should be going after as hard as possible from an intellectual perspective — an informed intellectual perspective… This is fundamentally a war of ideas, and that’s the level of analysis that it should be fought upon. Not only it is a war of ideas, I think it’s one that can be won, because I think that […] especially the French intellectual postmodernists are a pack of… what would you call them… well, we could start with charlatans, that’s a good one. So, pseudo-intellectual would be good, resentful would be another.
Then I would also consider they’re highly deceptive in their intellectual strategies, because almost all of them were marxist student intellectuals, and they knew by the time the Gulag Archipelago came out — and even before — that the nightmares of the Soviet Union and Mao’s China were of such magnitude that they had completely invalidated any claim to ethical justification that the fundamental marxist doctrines had ever managed to manifest.
And so, it’s a no-go zone, as far as I’m concerned. Intellectually the game’s over: we’ve already figured out that there are finite constraints on interpretation, and we also understand why those exist, how they evolved, and, from the perspective of political argumentation, there’s absolutely no excuse whatsoever in the 21st century to put forth marxist doctrines as if they’re the bomb that’s needed by the compassionate, and by the bomb that’s administered by the compassionate to the downtrodden.
Sorry: tried, that didn’t work. We’ve got a hundred million corpses to prove it and that’s plenty for me, and if it’s not enough for you, well, then you should do some serious thinking either about your historical knowledge, or about your moral character. So that’s the first thing.
INTELIGÊNCIA AFLUENTE E AÇÃO COLETIVA
A expansão das redes sociais e o problema da assimetria indivíduo/grupo Rogério da Costa
Nos últimos 30 anos, alguns estudiosos vêm se dedicando à tarefa de pensar os coletivos, as redes sociais e sua dinâmica própria (M. Granovetter1, M. Olson2, B. Wellman, M. Authier3 , K. Arrow4). Pesquisas desenvolvidas no cruzamento da economia com a sociologia têm apresentado resultados importantes para a reflexão sobre a ação coletiva. Elas tratam da forma como os indivíduos atuam em grupo e de como suas preferências e interesses pessoais podem não ser determinante para sua ação na dimensão do coletivo. Sociólogos e economistas clássicos acreditam, como o senso comum, num prolongamento naturaldos interesses individuais no contexto de grupos. No entanto, como nos lembra Mancur Olson: “Não é fato que só porque todos os indivíduos de um determinado grupo ganhariam se atingissem seu objetivo grupal eles agirão para atingir esse objetivo, mesmo que todos eles sejam pessoas racionais e centradas nos seus próprios interesses”5. Isso pode ser verificado, por exemplo, em problemas envolvendo a tomada de decisão. Indivíduos tomam decisões sobre sua participação numa ação coletiva determinados por fatores que não se reduzem a seus próprios interesses e preferências (M. Granovetter6). Outro aspecto correlato é o da aderência dos indivíduos às inovações (idéias, comportamentos, regras…), fato que não depende exclusivamente de preferências pessoais, mas requer, além disso, uma negociação dentro da dinâmica do coletivo no qual estão inseridos (E. Rogers7, T. Valente8, M. Granovetter).
POR UM NOVO CONCEITO DE COMUNIDADE:
Redes sociais, comunidades pessoais, inteligência coletiva Rogério da Costa
Este texto trata basicamente da transmutação do conceito de “comunidade” em “redes sociais”. Esta mudança se
deve em grande parte à explosão das comunidades virtuais no ciberespaço, fato que acabou gerando uma série
de estudos não apenas sobre essa nova maneira de se fazer sociedade, mas igualmente sobre a estrutura
dinâmica das redes de comunicação. No centro dessa transformação, conceitos como capital social, confiança e
simpatia parcial são invocados para que possamos pensar as novas formas de associação que regulam a atividade
humana em nossa época.
PALAVRAS-CHAVE: redes de comunicação de computadores; redes comunitárias; inteligência coletiva.
Nada e ninguém nos preparam para ver como lenta e inexoravelmente se apaga a vela da pessoa que você mais amou, aquela que lhe deu a vida.
Ver os seus olhos perderem o brilho, o olhar divagar nos cantos mais remotos do subconsciente, estranhos a tudo o que a rodeia… Não há palavras para descrever a dor que sentimos ao cuidar dos nossos pais, no sofrimento da perda de sua saúde mental (demência senil, Alzheimer, etc.).
Que tristeza, quando aqueles que deram tudo para a sua família um dia te perguntam: “Quem és?” Não por um esquecimento voluntário, mas por degradação mental que, aos poucos, os faz perderem todas as suas lembranças. Os problemas de saúde mental são devastadores e paralisam as pessoas doentes, desestabilizando os familiares ao seu lado.
Além da demência, a depressão, a psicose, a desordem bipolar, etc. Condições que ninguém escolhe, simplesmente se apresentam e não só a pessoa sofre, mas também a família.
Vamos buscar ajuda! A perda da saúde mental não é “fraqueza”, mas sim um problema que todos nós poderemos ter um dia.
Este é o mês da consciência sobre doenças mentais.
Lev Semyonovich Vygotsky (em russo Лев Семёнович Выготский, transliteração: Lev Semyonovich Vygotskij, sendo o sobrenome também transliterado como Vigotski, Vygotski ou Vygotsky; Orsha, 17 de novembro de 1896 – Moscou, 11 de junho de 1934), foi um psicólogo, proponente da Psicologia cultural-histórica.
Pensador importante em sua área e época, foi pioneiro no conceito de que o desenvolvimento intelectual das crianças ocorre em função das interações sociais e condições de vida. Veio a ser descoberto pelos meios acadêmicos ocidentais muitos anos após a sua morte, que ocorreu em 1934, por tuberculose, aos 37 anos.
E reiniciando minhas postagens em 2018, após o tradicionalmente ruim (muito ruim) final de ano (para mim), começo postando sobre atividade física.
Tive de parar o halterofilismo em meados de 2017 por conta dos estudos. Ou fazia esporte ou pagava os estudos. Vovô dizia que era bom estudar, então dei uma pausa em meus já parcos ganhos (que não foram tantos assim). Como resolução de ano novo, tomei a determinação de retornar ao esporte, mesmo com as dificuldades financeiras. “Afinal, todo mundo tem uma desculpa, normalmente a que mais lhe convém. Mas quem quer de verdade vai lá e dá seu jeito.”
Bom na teoria, mas botar em prática é mais complicado.
O problema dos esportes no Brasil.
Cá no Brasil, há apenas um esporte: futebol. E não adianta me dizer que os outros contam, porque não contam. São praticados e tudo, mas não valem. O motivo? A cultura do futebol é mais forte e o é por ser mais barato. Qualquer par de chinelos vira o gol e uma bola de meia ou papel serve para brincar. Todos os demais esportes exigem equipamentos, seja uma rede para jogar vôlei, ou uma tabela para basquete. Os meninos vêem os pais vibrarem com o futebol na TV e querem fazer igual. Somente os poucos privilegiados a serem introduzidos a outros esportes podem vislumbrar algo diferente de futebol. Ou se na própria família houver algum aficionado. “Os meninos vêem os pais vibrarem com… e querem fazer igual”.
“O Brasil é o país do futebol e o futebol só dá certo porque não é ensinado na escola”.
Li numa pichação uma vez… Donde partimos para o segundo ponto sobre o qual gostaria de escrever.
O problema do halterofilismo no Brasil.
Já escrevi em meu artigo “Um resumo sobre musculação” praticamente todo o básico, mas quero recapitular algumas coisas aqui também. A musculação surge como o primeiro esporte propriamente dito. Diferentemente de outras atividades que foram posteriormente adaptadas à prática recreativa (como correr, saltar, usar arco e flecha etc.), a musculação já surge como prática específica para a melhora do desempenho e condicionamento das pessoas. Afinal, não havia (e ainda não há) qualquer outra utilidade em pegar um objeto pesado, levantar e abaixar, levantar e abaixar e contar um-dois, um-dois.
|:^)
O halterofilismo como esporte moderno surge derivado dos antigos espetáculos de força, normalmente praticados em circos ou feiras. Com o tempo, os campeonatos de levantamento de peso foram se transformando no que vemos hoje. Já o levantamento básico surge como esporte mais recentemente, nos EUA na década de 1960, como cisão do levantamento de peso clássico.
História tendo sido dita, cheguei ao argumento principal: EUA 1960. Lá eles têm a cultura dos esportes. Aqui não. Lá se pratica de tudo. Aqui não. Lá eles têm facilidades com materiais. Aqui não.
A primeira questão, antes de tudo, é a falta de informação. Se você procurar sobre futebol há compêndios intermináveis sobre tudo o possível e imaginável (por vezes o inimaginável) sobre o troço. Tente fazer o mesmo sobre jai-alai ou lacrosse! Ora, vivemos num país de analfabetos funcionais (tema sobre o qual discursei em meu TCC de Docência), que mal e precariamente sabem falar o português. A língua escrita é algo abominável. Na rede, leio coisas absurdas, muitas vezes em grandes veículos de comunicação.
Resultado 1: a informação em português é muito escassa e de má qualidade. Há pouca confiabilidade nos materiais produzidos e divulgados em sítios brasileiros. Coloquei uma lista confiável no artigo citado anteriormente. Mas como podem ver, trata-se muito mais de hipertrofia e fisiculturismo. Em nosso país, a estética é mais valorizada que a saúde. Numa sociedade que vive de aparências, é claro que os artigos se resumirão a bundas e barrigas-tanquinho.
Resultado 2: é necessário ser fluente em inglês. Todo o conteúdo (confiável) que encontrei sobre o esporte é internacional. Em especial os vídeos no Youtube. O Youtube brasileiro é um lixo, salvo raras exceções. Ao menos para mim é impossível assisti-lo por mais de dois minutos… Já em inglês a informação é abundante, detalhada e confiável.
A segunda questão é a facilidade de acesso ao esporte em si. Como disse, é tudo muito caro. Comparativamente com a realidade dos EUA, berço do esporte, aqui é um absurdo. TUDO É MUITO CARO.
a) COMPRAR O EQUIPAMENTO: E me deparei com os preços exorbitantes praticados. Mesmo com o advento do Crossfit, o que barateou consideravelmente os preços dos equipamentos, ainda assim um equipamento de qualidade é caríssimo.
PAÍS
BRA
USA
SALÁRIO MÍNIMO:
R$ 957,00
US$ 1.160,00
BARRA ÓTIMA:
R$ 6.500,00
US$ 750,00
BARRA +/-:
R$ 2.500,00
US$ 350,00
BARRA CHINFRIM:
R$ 850,00
US$ 50,00
E já que moro em apartamento, não iria dar mesmo…
Donde veio a idéia de fazer meu próprio equipamento. O que não faltam são vídeos instrucionais “faça-você-mesmo”. Em inglês, claro.
b) FAZER O EQUIPAMENTO: E me deparei com os preços exorbitantes das ferramentas. E me dei conta de que por lá tudo é mais barato, logo, as ferramentas também. E não só as ferramentas. O material também. Já tentou encontrar ferragens para fazer suas próprias coisas? Ou madeira para fazer seus próprios móveis? Você não acha em lugar algum, só com fornecedores para comércio, que lhe vendem por um preço aleatório, não fazem entrega (você que vá buscar) e te olham de cara feia.
Já nos states…
O cachorro é a melhor parte!
E, óbvio, não me dei por vencido. Afinal, eu decidi e está decidido!
c) CATAR ONDE CARGAS D’ÁGUA TEM O RAIO DO EQUIPAMENTO!: E me deparei (novamente) com a inexistência de locais próximos onde moro. Não quanto à falta de academias, pelo contrário. Na rua principal perto de onde moro, há quatro (isso mesmo, QUATRO) academias. Fora as duas do outro lado… Não faltam academias, mas lhes falta o equipamento especializado para o esporte…
Há locais de treinamento no Rio de Janeiro? SIM. E dos bons! Copacabana, Botafogo, Barra da Tijuca… Você suburbano da Zona Norte que se lasque. A mais próxima para mim fica na Praça Saens Peña. Dois ônibus para ir, dois para voltar e almoçar antes de ir trabalhar. Ou ir para lá de noite e enfrentar a cracolândia bem em frente ao local…
Concluo, portanto, que procurar o esporte já é um esporte que cansa tanto quanto, ou mais…
E ganharei medalha por isso…
Antes de começar, lembremos que os festejos do Solstício¹ são muito (muito) anteriores às celebrações cristãs, que se apropriaram das festas que já existiam por sua popularidade. Hodiernamente, entretanto, pela proximidade de exatamente uma semana ao Dia Mundial da Paz (1º de janeiro), cristãos ou não celebram o Solstício como um dia de afeto e compaixão.
Véspera de Natal. Por algum motivo as pessoas não querem esperar o dia 25 e celebram o feriado no dia anterior (24). Assim emendam a véspera de feriado com o feriado e fazem um feriado maior. Interessante a ansiedade e afobamento generalizado, as pessoas tratam o dia da véspera como o dia do fato. É feriado na sexta: quinta vai ter alguma coisa? É feriado na quinta: enforca sexta!
E há lugares em que na véspera da véspera não tem mais nada…
Seja como for, voltemos à véspera de Natal (e sua véspera). Empurra-empurra no supermercado, no mercado, no mercadinho. Um monte de gente amontoada para comprar na última hora as coisas para um festejo anunciado desde dois meses atrás, quando já era Natal na Leader Magazine².
Nos centros comerciais (a.k.a. Shopping Center) corre-corre: se matam por brinquedos para crianças, lembranças para adultos, lembrancinhas para os velhos. Compra-se e vende-se de tudo. Presentes para todos: bonecas, laptops, bibelôs, eletrodomésticos, meias, vibradores. E cristãos celebram no nascimento de seu Cristo salvador, que veio expiar os males do mundo, com um piru de borracha de 40cm.
Na noite vemos o foguetório. É meia-noite! É dia 25! Jesus nasceu! E se embebedam, tocam músicas de carnaval, e queimam dinheiro (literalmente) com fogos e mais fogos de artifício. Donde pergunto: “raios! cadê a crise?” Todo mundo reclamando que está sem dinheiro, que está difícil, mas tem dinheiro para os comes e bebes e fogos e presentes…
Ou é muita falta de noção ou é muita falta de vergonha.
Não nos esqueçamos que vivemos (eu vivo) no Rio de Janeiro. E não há festejos sem a tão celebrada rajada de armas de fogo. Juntamente com os fogos, tiros de fuzil são escutados a torto e a direito. “Celebremos o nascimento de Cristo mostrando nosso poder de matar!!!”
E chega o dia de Natal. Manhã de segunda. Crianças xingando palavrões no meio da rua, felizes com seus brinquedos novos. As mães, repreendendo a bagunça com palavrões de mais baixo calão ainda. Um vizinho tocando samba em seu aparelho de som novo, já se preparando para o carnaval daqui a alguns meses; outro vizinho na algazarra matinal, regada ao vinho/cidra/cerveja da noite passada; e um terceiro vizinho tocando músicas culturais da periferia afrodescendente oprimida, onde descreve-se com minuciosos detalhes como um pênis entra numa vagina, excertos de poesia: “toma-toma toma-toma senta-senta senta-senta”.
Neste dia de celebração da ”paz na terra e boa vontade no coração dos homens”³, época propícia a desatar os nós da amargura, à prática do perdão, da reconciliação, da caridade aos irmãos na terra e nos céus, veremos chegar ao dia em que Virgem Maria dançará Anitta, José não terá gênero (ou será travesti) e o menino Jesus vítima de pedofilia.
Neste dia de Papai Noel, os presentes caros (muitos comprados apenas para mostrar que se tem dinheiro); as brigas familiares nas forçadas reuniões de família de fim de ano, às quais ninguém queria ir mesmo para ver seus desafetos; os comas alcoólicos de adolescentes; as orgias sexuais dos elfos no Pólo Norte e dos hipócritas deste hemisfério Sul enfeitam os pinheiros de muitos lares por aí afora.
E damos graças…
Feliz Natal para todos nós…
“toma-toma senta-senta”.
¹ – Solstício é o dia mais longo do ano no hemisfério Sul e correspondentemente a noite mais longa no hemisfério norte. Há milhares de anos caía no equivalente ao nosso dia 25. Devido ao gradual movimento da Terra, hoje em dia cai dia 23.
² – Leader Magazine é uma rede de lojas muito conhecida por fazer propaganda de natal ainda em outubro, setembro, março…
³ – “Paz na terra e boa vontade entre os homens” é a tradução correta. A expressão “entre os homens de boa vontade” foi um erro de tradução para o português.
O título desta postagem refere-se à passagem do filme “Esqueceram de mim 2”. Saudades de quando o fim de ano tinha essas coisas…