How to build an eye-catching diorama – Realistic Scenery Vol.12
Luke Towan
“A step by step guide in creating a super realistic suburban scene with a twist (HO Scale). In this tutorial I take you through the process of building a laser cut wood structure that is typically used for model railroad scenery and then I’ll demonstrate all the techniques used to create an awesome dystopian themed diorama. Nearly all of the tiny details I use not only to model the interior but also all of the exterior details were printed on the Anycubic Photon 3D printer. All of the interior details were downloaded from Thingiverse.com whereas all of the exterior details including the garage were designed using TinkerCad.com and then printed. It’s quite amazing what can be built and designed using such a simple program with basic building blocks. You’ll also see me using the Noch Gras-Master 2.0 to add the static grass, it’s quite an expensive unit but you are paying for quality and assurance. The grass applicator was sent to me for inclusion in the upcoming eBook and I decided to get a head start and try it out on this diorama.”
Não gosto de conversar sobre política. Ânimos exaltados, vesículas biliares opiladas, opiniões confundidas com argumentos, argumentos confundidos com opiniões. As pessoas tratam política como partidas de futebol: uma festa na qual torcidas organizadas digladiam desorganizadamente, enquanto os (verdadeiros) donos da bola lucram, sem se importar com seus meros espectadores/eleitores.
Não gosto de conversar sobre política. As pessoas ou tratam o assunto com distanciamento, apoliticamente apolitizadas, como se o tema não lhes dissesse respeito, mesmo que as decisões daqueles a quem outorgamos o poder sejam diretamente responsáveis pelo lodaçal em que ora chafurdamos; ou tratam o assunto com o aprofundamento minucioso de doutos doutores com doutoramento em ciências políticas, cujo diploma foi adquirido lendo revistas, jornais ou mensagenzinhas engraçadas nas redes sociais. Este último exemplo, espécime cada vez mais freqüente em nossa população, defende com todas as forças posições, teses e ideologias que nem ao menos compreende, e o faz com ímpeto e veemência invejáveis pelos mais cascudos coronéis do interior.
Não gosto de conversar sobre política. Explicar ideologias, apresentar proposições, discriminar conceitos, externar opiniões é muito bom e saudável QUANDO seu interlocutor não te interrompe a cada 5 segundos com quatro pedras na mão (e algumas vezes forcados e tochas), apresentando-se como o senhor absoluto do senso comum e da verdade construída (por outrem); ou menospreza com menoscabo e desdoiro seu esforço pedagógico em levar um pouquinho de luz/conhecimento/idéias à sua mente petrificadamente alienada. Você fala, explica, desenha e o sujeito não te entende nem dá a mínima atenção…
Não gosto de conversar sobre política. Tema que pode desfazer casamentos, arruinar famílias, colocar pais contra filhos. Ou seja: trama de novela mexicana. Se ainda tivéssemos a Thalia como presidente do país, ao menos saberíamos mais ou menos o que aconteceria nos próximos capítulos: chororô no planalto. Mas quem chora é o povo mesmo. Nas tramas e tramóias do poder planáltico, são os tele*-espectadores/eleitores que lamentam o desenrolar da trama, muito mal escrita, possivelmente inspirada por um dos atuais teledramaturgos da Globo.
Não gosto de conversar sobre política. Mas é um tema que não dá para não falar. Ao menos não na época em que estamos. As próximas eleições definirão o caminho que este país tomará. Se continuaremos como meros espectadores, placidamente às margens do Ipiranga, vendo o comunismo enfiar cada vez mais fundo o Brasil no buraco sem fundo em que afundamos, ou se expulsamos essa corja que lá está.
Já sabendo que poderei perder algumas amizades (não tão amigas), que levantarei algumas sobrancelhas, que serei cobrado no devido tempo pelo posicionamento que ora tomo, opto por tornar pública minha orientação política, tema que sempre considerei como sendo privado. Não há mais hodiernamente lacuna para acomodar melindres alheios. Incomodarei? Dane-se! Quero dizer o que penso assim mesmo.
Declaro-me publicamente contrário ao marxismo em todas as suas formas: comunismo/socialismo/trotskismo/gramscismo e todos esses “ismos” hegelianos. Isso não me torna de ”direita”, haja vista que não aceito sobre mim desse tipo de rotulamento. As diferenças entre ”direita” e ”esquerda” já são obsoletas, incompatíveis com a natureza política atual pós-grandes guerras. (mais informações, vide vídeo abaixo)
Independentemente do que sou, prefiro concentrar-me no que não sou: marxista. Considero essa ideologia e suas derivadas um gravíssimo mal social, que ludibria os ignorantes na esperança de uma vida melhor como forma de exploração e controle.
Há apenas dois tipos de marxistas.
O primeiro é aquele que não entende o que realmente é o marxismo. Não o estudou a fundo. Não conhece a história. Vai pelo ”ouvir falar”. Este ignorante defende o que não entende porque realmente acredita, de coração, que esta é a melhor forma de ajudar a sociedade. É a massa-de-manobra: escravos que acreditam estar livres.
O segundo é aquele que entende de verdade o que é o marxismo. Conhece os textos, a história, os reais motivos por detrás da ideologia e suas conseqüências. Estes X**.
Não explicarei aqui o que é marxismo. Não explicarei o que defendo. Apenas externo minha opinião: não dá mais. Este país não agüenta mais tanta roubalheira, tanta corrupção, tanta cara-de-pau.
Sei que corro o risco de dar com a cara na parede, sei que posso estar fazendo algo incorreto, sei que também posso estar sendo enganado. CONTUDO faço aqui propaganda eleitoral aos candidatos em quem votarei este ano, abdicando de meu direito ao voto secreto.
Não votarei em Jair Messias Bolsonaro porque acredito que ele é o melhor candidato, o mais preparado, o salvador da pátria. Votarei nele e em seus apoiadores SOMENTE porque é o único que não está metido em corrupção. Ele aparenta ser honesto de facto. Tudo leva a crer que ele realmente não é corrupto. E somente por isso, meu voto é dele.
Peço aos senhores, que porventura lerem estas letras, também votem nele e, em sendo do Rio de Janeiro, nos candidatos abaixo. Esta é a única forma (não revolucionária) de termos alguma mudança do quadro que aí está.
Deputado Federal: 17 (legenda do presidente)
Deputado Estadual: 28 (legenda do governador)
1º Senador: 177 (Flávio Bolsonaro)
2º Semador: 281 (Mattos Nascimento do PRTB)
Governador: 28 (Bope – André Monteiro)
Presidente: 17 (J.M. Bolsonaro)
*- ”tele” é prefixo que designa ”aquilo que está longe”. Aqui me refiro tanto aos eleitores estarem longe abstratamente (no campo das idéias e ações), quanto fisicamente (Brasília fica no fim do mundo).
** – Não há liberdade de expressão no Brasil. Escrever PUBLICAMENTE o que realmente quero seria considerado crime. Não sendo tolo, calo-me. PRIVADAMENTE porém, sou livre para falar o que bem entender. Quem me conhece pessoalmente, sabe o que penso.
É chegada a hora do CREME – o novíssimo produto que consertará sua vida. Esta é a história do Dr. Bellifer, um cientista gênio, que após anos colidindo partículas, revela seu revolucionário produto: um creme com o poder de consertar todos os problemas do mundo.
Muitos brasileiros conhecem a figura praticamente folclórica de Inri Cristo. Nascido Álvaro Thais, adotou o nome Inri Cristo quando adulto e há décadas professa ser a reencarnação de Jesus Cristo, que agora mora num vagão automotivo estacionado em Brasília. Tachado como louco, ridicularizado por muitos, clássico de programas de televisão de baixa categoria, está em constante batalha espiritual contra Toninho do Diabo…
Você talvez o conheça por isso. Mas e o que ele diz? Não me refiro ao sotaque e ao “inefável Puái”, mas sim à sua mensagem. Você a conhece? Volta e meia “confesso” aos meus amigos mais próximos que, se cristão fosse, seria seguidor de Inri Cristo. Mais ainda: se Jesus realmente existiu, afirmo que Inri Cristo é, sem a menor sombra de dúvidas, sua reencarnação!!! |:^o
Jocosidades à parte, afirmo que nosso nobre personagem de hoje não é um farsante. Ele é o que diz ser. Ou ao menos acredita a tal ponto que de fato se tornou. Esquizofrenia? Genialidade? Ambos? Ar seco de Brasília? Quem sabe? Só o que sei é que ele está sendo sincero.
Apesar de ser especialista em educação e ter formação em filosofia política e militarismo, meu interesse de estudo sempre foi religião comparada e suas filosofias. Não tenho qualquer comprovante, nem terei. Estudo por conta própria, por interesse/vontade/curiosidade puramente pessoal. E nessas andanças por entre textos, resolvi dar uma chance a quem não a tem. Fui lá eu ler a obra de Inri Cristo. E sim eu li. Só o livro básico tem 400 páginas.
E com todo meu estudo, com todo meu conhecimento de lógica argumentativa, com toda minha experiência (e habilidade natural) com redação e produção textual e com todo meu (parco – sempre parco) conhecimento religioso, não encontrei uma única brecha, um único deslize, uma única incoerência nos argumentos (centenas deles) defendidos por Inri Cristo. Afirmo, portanto, até que me provem o contrário, que a filosofia dele não tem falhas.Tudo o que ele fala e defende faz sentido de acordo tanto com o cristianismo originário quanto com os postulados espíritas contemporâneos.
Confesso (agora sem aspas) que fiquei estupefato com a coerência lógica dos textos dele. Para alguém com pouco estudo desenvolver algo tão complexo e profundo é muito difícil. Seria ele um médium? Ou teria estudado tanto por conta própria que foi afetado pela tresleria? Tanto faz. O resultado é impressionante seja qual for o caminho que ele levou até chegar lá.
E qual é a sua mensagem? “Ame o próximo como a ti mesmo e ame Deus acima de todas as coisas.” Faça o bem. Não faça o mal. Viva uma vida dedicada ao amor. Não maltrate a natureza. Cuide de seu corpo, de sua saúde. Só isso. E o que ele cobra em troca? Nada. Álvaro Inri Cristo Thais não cobra nada de ninguém. Nem respeito. Sua igreja é financiada por voluntários enquanto ele mesmo vive na pobreza dedicando sua vida a dizer aos outros “sejam boas pessoas”.
Entende agora porque eu afirmo que ele seria mesmo Jesus Cristo? Mesmo em sua loucura, ele demonstra ser um dos homens mais sãos que eu conheci (mesmo acreditando que vai reencarnar como o magistrado do juízo final…).
O que quero dizer com este texto é que podemos sim deixar os preconceitos de lado e procurar qual é a boa mensagem que o outro pode nos passar. Não precisamos acreditar em tudo o que nos é dito, mas podemos (e devemos) observar e (bem) selecionar boas mensagens para nossa vida. Isso vale para qualquer coisa: um filme infantil, uma revista em quadrinhos, uma história bonita e gente com complexo de messias.
Gente que dizem ser o salvador do mundo tem em todo lugar. Teve aquele do 666 (José Luis de Jesús Miranda, ou Jesuscristo Hombre), Jim Jones, Lula… (comparar Lula com Jim Jones não foi exagero). Se os escutarmos sem nenhum filtro, sem ponderações, seremos muito prejudicados. Há sim pessoas que se aproveitam da ingenuidade dos outros para saciar sua própria sede de riqueza e poder. Mas algumas vezes, algumas dessas pessoas podem ter algo de bom a nos ensinar.
Vejamos agora quem alcunhei de Inri Cristo do Leste, o senhor Ryuho Okawa. Líder espiritual do culto (ou seita) Happy Science:
“Em março de 1981, recebeu seu chamado mais elevado e despertou para a parte divina da sua consciência, El Cantare, atingindo a grande iluminação espiritual, começou a receber revelações dos espíritos de Nikko (1246-1333) e Nichiren (1222-1282), grande mestres budistas em vida. E logo passou a receber revelações de Buda, Jesus Cristo, Moisés e Confúcio assim como mensagens espirituais de figuras proeminentes como Sócrates, Isaac Newton, Abraham Lincoln, Mahatma Gandhi, Helen Keller e Florence Nightingale.”
Ele já tem templos espalhados pelo mundo todo, Brasil inclusive, se autodenominando a encarnação do deus El Cantare da 9ª dimensão que criou a vida na Terra a partir da vida de Vênus, liderou o continente de Mu, Atlântida e os Incas e agora foi para o Japão como um novo Buda.
E o que esse doido diz?
“Por isso eu lhes digo para se amarem uns aos outros. Odiar e ferir o próximo é tentar cortar o próprio galho em que você está. Há ódio e a guerra entre as raças e as religiões porque não conseguimos chegar ao entendimento. Mas, se compreendermos que somos ramos da mesma árvore, a guerra e o ódio desaparecerão. A Happy Science foi criada para pregar isso. Eu estou tentando unir o mundo. Tentando trazer a paz e a prosperidade no seu sentido mais verdadeiro.”
Sugiro que assista ao filme abaixo. Se você puder deixar de lado coisas como os reptilianos e a polícia galáctica, creio que possa aprender algo com as mensagens de amor que ele promove. (E não: Sidarta Gautama não disse nada sobre “El Cantare”)
TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO:
Algumas considerações sobre o discurso pedagógico contemporâneo Joana Peixoto Cláudia Helena dos Santos Araújo
O presente artigo pretende analisar os fundamentos do discurso predominante sobre as relações entre as tecnologias e a educação, tomando por base um estado da arte realizado sobre os usos do computador na educação escolar, no período de 1997 a 2007 no Brasil. Nesse estado da arte foram encontrados 107 trabalhos relacionados a essa temática e a referência a 1.330 autores. A análise destes trabalhos conduz à reflexão que busca apoio teórico em um descolamento dos discursos habituais sobre o uso das tecnologias em educação: tanto aqueles que se baseiam nas prescrições normativas para a incorporação dos instrumentos tecnológicos (visão instrumental), como aqueles que impõem as TIC como uma fatalidade no seio das escolas (determinismo tecnológico). O corpus total foi objeto de análise de conteúdo, indicando as categorias: o computador como recurso didático-pedagógico e o computador como recurso político-pedagógico.
TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO Robson Pequeno de Sousa (Org.) Filomena M. C. da S. C. Moita (Org.) Ana Beatriz Gomes Carvalho (Org.)
A construção deste texto sobre o livro “Tecnologias Digitais na Educação” reúne os trabalhos de pesquisa de alunos/professores da 1ª turma do Curso de Especialização em Novas Tecnologias na Educação nos permitiu revisitar as experiências iniciais de formação de professores, quando da implantação dos cursos em EAD, momento político- pedagógico em que o Ministério da Educação não abria, ainda, edital de participação para as Universidades Estaduais no Programa de Formação de Professores. A UEPB, então, pela experiência acumulada em projetos de formação de professores em serviço, consorciou-se com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e a Universidade do Estado de Pernambuco (UPE) para oferta dos cursos de licenciatura em Química, Física, Matemática e Biologia.