Quais são as diferenças entre o motor a diesel e o motor a gasolina?

Comparação Motores diesel x Motores gasolina

Os estudos de caso e os projetos – Parte 1

Aprender a aprender:

A solução de problemas e a simulação – Parte 2

Problem based learning

A solução de problemas e a simulação – Parte 1

APRENDER A RESOLVER PROBLEMAS E RESOLVER PROBLEMAS PARA APRENDER
María del Puy Pérez Echeverría
Juan Ignacio Pozo

Claxton (1984) relata um episódio engraçado ocorrido com um professor em um bairro periférico de uma cidade norte-americana, que perguntou a um menino negro quantas pernas têm o gafanhoto. Ao que parece, a criança olhou tristemente para o professor e respondeu: “Tomara que eu tivesse os mesmos problemas que o senhor!”. Fica claro, como mostra esta anedota, que o termo problema pode fazer referência a situações muito diferentes, em função do contexto no qual ocorrem e das características e expectativas das pessoas que nelas se encontram envolvidas. Todos os professores acabam aprendendo que os problemas que expõem aos seus alunos em sala de aula podem diferir consideravelmente dos que eles próprios se colocam fora da classe. E mais, o que para nós pode ser um problema relevante e significativo pode resultar trivial ou carecer de sentido para nossos alunos. Obviamente, eles não têm os mesmos problemas que nós. E, no entanto, um dos objetivos explícitos da Educação Básica, tanto no 1º como no 2º Graus, é fazer com que os alunos não somente se coloquem determinados problemas mas que cheguem, inclusive, a adquirir os meios para resolvê-Ios.

Texto completo: pozo-cap 1


Fonte: http://disciplinas.stoa.usp.br/pluginfile.php/6831/mod_resource/content/4/pozo-cap%201%20.pdf

O estudo dirigido e os roteiros de estudo – Parte 2

DOCÊNCIA INOVADORA NO ENSINO SUPERIOR
Daniele Simões Borges
Isabela Pandolfo Abrahão

Essa comunicação problematiza as experiências e os princípios de inovação no ensino universitário. Foram investigadas as compreensões a respeito das inovações e das práticas de ensino de seis professores atuantes nos cursos de licenciatura da área de Ciências da Natureza (Ciências Biológicas e Física) e da de Pedagogia de uma universidade do sul do estado do Rio Grande do Sul, por meio da metodologia de investigação narrativa. As narrativas revelam um esforço para a mudança do ensino universitário, manifestando emergências que subsidiaram a criação de quatro princípios de um ensino inovador: a interação e religação; o planejamento; a ação estratégica; e a auto-hetero-avaliação.

Texto completo: danielesimoesborges-comunicacaooral-int


Fonte: http://www.anpae.org.br/simposio26/1comunicacoes/DanieleSimoesBorges-ComunicacaoOral-int.pdf

O estudo dirigido e os roteiros de estudo – Parte 1

O ESTUDO DIRIGIDO COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM ENFERMAGEM
Eliana Suemi Handa Okane
Regina Toshie Takahashi

Estudo exploratório-descritivo, objetivou avaliar o estudo dirigido como estratégia de ensino na educação profissional. Para a coleta de dados, foi aplicado um questionário a 14 alunos de um curso de uma mesma turma de Técnico de Enfermagem. As respostas foram analisadas segundo Bardin. O conceito atribuído à estratégia foi bom 86%. Foram identificadas 83 unidades semânticas na análise das respostas, categorizadas em: vantagens (53%); não “legal” (16%); dificuldades (7%); sentimentos (12%) e sugestões (12%). Além disso, os sujeitos avaliaram como propósitos didático pedagógicos do estudo dirigido permitir desenvolver temas de interesse do aluno; estimular o prazer em estudar e incentivar o aluno a ser o sujeito de seu aprendizado. As autoras consideram que o estudo dirigido é uma boa estratégia de ensino, possuindo peculiaridades que exigem habilidade e competência dos docentes e discentes para a obtenção de resultados satisfatórios no processo ensino/aprendizado.

Texto completo: estudo dirigido enfermagem


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v40n2/02.pdf

A aula expositiva dialogada e os estudos de texto – Parte 3

Curso Aula Expositiva – Princípios da Didática e da Aprendizagem – Cursos CPT

A aula expositiva dialogada e os estudos de texto – Parte 2

AULA EXPOSITIVA: SUPERANDO O TRADICIONAL
Antonia Osima Lopes
Na execução do trabalho didático, o professor está sempre se deparando com a necessidade de definir as técnicas que irá utilizar para desenvolver os conteúdos de seu programa de ensino. Essa tarefa inerente ao trabalho docente que é comum em todos os graus de ensino.
O professor criativo, de espírito transformador, está sempre buscando inovar sua prática e um dos caminhos para tal fim seria dinamizar as atividades desenvolvidas em sala de aula. Uma alternativa para a dinamização seria a variação das técnicas de ensino utilizadas; outra seria a introdução de inovações nas técnicas já amplamente conhecidas e empregadas.
Analisando as tendências pedagógicas presentes na educação brasileira, verifica-se que a aula expositiva se contrapõe a uma variedade de modernas técnicas de ensino.Assim sendo, seria válido questionar se essa atividade ainda poderia ser considerada uma técnica de ensino capaz de produzir uma aprendizagem duradoura por parte dos alunos.
Seria também oportuno questionar por que, a despeito de tantas falhas apontadas, a aula expositiva nunca tenha sido relegada na prática pedagógica em nossas escolas.
Disponível em: http://gerson.luqueta.com.br/index_arquivos/AulaExpositiva.pdf

A aula expositiva dialogada e os estudos de texto – Parte 1

A SALA DE AULA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO DO SÉCULO 21
Márcia Marques de Morais

Em que medida a linguagem poderia ter um papel estratégico diante dos desafios que devem ser enfrentados pela educação, personificada na figura do professor, na sala de aula? Para a autora, sua função é significativa, considerando, no mínimo, duas vertentes em que a linguagem, em sentido lato, e a linguagem verbal, em sentido estrito, conformam os saberes, no sentido não só de referenciá-los, expressá-los, representá-los ou comunicá-los. A primeira vertente é que, como código verbal, a linguagem é instrumento de produção de sentidos, concretizados tanto em textos escritos quanto no registro oral. A segunda vertente, a da recepção de sentido, menos tecnicamente chamada leitura, é também ela, estratégica, diante dos desafios do aprender. Ler é multiplicar pontos de vista; ler é distinguir no texto, como dispersão de sujeitos e orquestração de vozes, a diversidade que caracteriza a realidade; ler é potencializar habilidades diversas e, sobretudo, aquela de transferir e associar, indispensáveis ao próprio aprender.

Texto completo: a sala de aula no contexto da educação do século 21


Fonte: http://portal.inep.gov.br/documents/186968/485287/A+sala+de+aula+no+contexto+da+educação+do
+século+21/36fd2bc4-713a-4c6e-9eb6-fb2cd060b1fc?version=1.0

As interações na sala de aula – Parte 3

D-04 – Lev Vigotski – Desenvolvimento da linguagem