As interações na sala de aula – Parte 2

O JORNAL NA SALA DE AULA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR EM AULAS DE METODOLOGIA DA PESQUISA
Maria Sueli Ribeiro da Silva

O presente estudo tem por objetivo relatar a utilização de leitura de jornais, na disciplina de Metodologia da Pesquisa, no ensino superior. A estratégia do jornal na sala de aula, nesta disciplina, foi utilizada a fim de promover o hábito de ler e de pesquisar entre os alunos. De acordo com Gil (2002), a pesquisa requer informações suficientes para responder determinado problema. Assim, a experiência não somente se manifestou favorável aos objetivos descritos, mas também favoreceu a motivação espontânea da busca pelo conhecimento e por informações que, até então, não eram relevantes para os alunos, fazendo-os interagir e analisar os problemas e as soluções apresentados pelas notícias dos jornais lidos.

Texto completo: aula 2 artigo jornais es


Fonte: SILVA, M. S. R. . O uso de jornal na sala de aula: uma experiência educativa no ensino superior em aulas de Metodologia da Pesquisa. In: I Seminário de Educação, 2006, São José do Rio Preto. Caderno de Resumos do I Seminário de Educação – UNESP/SJRP. São José do Rio Preto – SP: IBILCE, 2006. v. 0. p. 12-12.

Ferrorama! Documentários sobre a história das locomotivas.

Atualizado em 01/07/2020

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE LOCOMOTIVAS DO SÉCULO XIX. CONHEÇA A HISTÓRIA DA BALDWIN LOCOMOTIVE WORKS

All Aboard 150 Years on the Right Track

The History Of The Rail Transport (Railway Freight Yards Industry)

Modern Marvels – Transcontinental Railroads
https://www.youtube.com/watch?v=QeWOeAPFxDU

“And Then There Was One” – Full Documentary [OFFICIAL]

As interações na sala de aula – Parte 1

RODA DE CONVERSAS – EXCELÊNCIA ACADÊMICA É A DIVERSIDADE
Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva
Nara Maria Guazzelli Bernardes

Em roda de conversas, professores e pesquisadores de universidades nacionais, do Mali e dos Estados Unidos, trocaram idéias, levantaram indagações e ensaiaram encaminhamentos visando à redefinição do que seja excelência acadêmica, na perspectiva da diversidade social e étnico-racial que compõe as sociedades.

Texto completo: 540-1962-2-pb


Fonte: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/viewFile/540/376

O professor e os espaços educativos no Ensino Superior – Parte 4

Roda de Conversa – Tema: Espaços não-formais do conhecimento: a escola além da escola

O professor e os espaços educativos no Ensino Superior – Parte 3

A SALA DE AULA SOB O OLHAR DO CONSTRUTIVISMO PIAGETIANO: PERSPECTIVAS E IMPLICAÇÕES
Gisele Rizzoni

Resumo: O presente artigo aborda um assunto bastante recorrente nos últimos anos: o processo de conhecer e suas implicações no agir docente. Uma das premissas deste artigo é o entendimento de que todo pensar pedagógico está impregnado por uma crença epistêmica. Dito de outra maneira, seria o mesmo que afirmar que há uma repercussão direta na ação pedagógica, conforme é compreendido o processo de aquisição do conhecimento. A Epistemologia Genética é o ancoradouro teórico do estudo apresentado neste texto. Tal epistemologia foi criada pelo pensador suíço Jean Piaget (1896- 1980), e ele, mesmo não sendo um pedagogo, mas por várias vezes envolvido em estudos de tal natureza, defende que além do direito a educação, cada sujeito aprendente deve ter a possibilidade de acesso ao desenvolvimento pleno de suas funções cognitivas.

Texto completo: construtivismo_piagetiano


Fonte: http://www.ucs.br/site/midia/arquivos/Construtivismo_Piagetiano.pdf

O professor e os espaços educativos no Ensino Superior – Parte 2

ALFABETIZAÇÕES: DESAFIOS DA NOVA MÍDIA
Pedro Demo

O desafio da alfabetização ganhou nova dimensão com o mundo digital, em particular com novos textos virtuais. A alfabetização tradicional – ler, escrever e contar – torna-se mero pressuposto, já que nenhuma criança deixa de usar o computador por não saber ler e escrever. Em conseqüência, o termo é usado no plural, primeiro, para indicar o contexto sócio-histórico da alfabetização (não apenas técnico), e, segundo, para assinalar novos desafios da iniciação para a vida e para o mercado. De fato, a linguagem usada na escola hoje vai tornando-se apenas uma parte das linguagens de que necessitamos para organizar, construir e reconstruir as oportunidades sociais. A alfabetização deveria ser feita, desde logo, com computador, já na 1ª série, para proporcionar esta habilidade crucial a todas as crianças. Computador, no entanto, é apenas ferramenta. Não substitui o professor. Para que o computador se torne motivo de aprendizagem, é imprescindível a presença de um professor que saiba unir duas habilidades essenciais: saber alfabetizar e saber lidar com a máquina para construir nela o melhor ambiente possível de alfabetização, em especial usando as simulações virtuais.

Texto completo: a06v5715


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/ensaio/v15n57/a06v5715.pdf

O professor e os espaços educativos no Ensino Superior – Parte 1

Favor ignorar o marxismo dela. E a cara de ”Dilma”. E a forma de falar similar.

Se conseguir, o tema em análise é importante.

De fato, nos poucos momentos de lucidez, ela falou coisas importantes.


Academia de Professores – Viviane Mosé

Planejamento e o processo avaliativo – Parte 1

AVALIAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR: MODALIDADES, FUNÇÕES E INSTRUMENTOS AVALIATIVOS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
Juliana Damasceno de Oliveira
Priscilla Campiolo Manesco Paixão

Esta pesquisa objetivou compreender as modalidades, funções e instrumentos avaliativos da avaliação da aprendizagem no Ensino Superior. Primeiramente buscou-se conceituar o termo avaliação a partir da ideia de alguns teóricos e posteriormente a avaliação da aprendizagem. No segundo momento foi analisado com mais especificidade cada modalidade de avaliação, diagnóstica, formativa e somativa e suas respectivas funções. Em seguida foi apresentado diversos instrumentos avaliativos que o professor poderá utilizar em sala de aula. Por fim, foi realizado uma pesquisa por meio de questionários, de enfoque qualitativo, com acadêmicas do quarto ano do curso de Pedagogia do Unicesumar, cuja finalidade era analisar o que as alunas entendem por avaliação da aprendizagem e se sabem identificar cada modalidade de avaliação e os instrumentos avaliativos que são utilizados pelos docentes para a realização da aprendizagem entre os discentes. Tais resultados, longe de serem conclusivos, verificam a necessidade de se trabalhar em sala de aula com mais de um instrumento avaliativo, isto é, não só por meio de provas, mas através de avaliação contínua, que possibilite ao educando a aquisição de novos conhecimentos.

Texto completo: juliana_damasceno_de_oliveira


Fonte: http://www.cesumar.br/prppge/pesquisa/epcc2013/oit_mostra/Juliana_Damasceno_de_Oliveira.pdf

Planejando o trabalho por projetos – Parte 3

Da “Aprendizagem Baseada em Problemas” à “Aprendizagem Baseada em Projetos”: estratégias metodológicas para o ensino de projeto nos cursos de Design
Frederico Braida

O advento do século XXI trouxe consigo novas demandas para a vida em sociedade, a qual deve ser apreendida a partir de uma perspectiva de complexidades. Se, por um lado, num contexto de crescimento exponencial de informações e de produção do conhecimento, criam-se, a cada dia, novas máquinas controladas por computador, por outro, valorizam-se as relações sociais e interpessoais. Logo, exige-se dos indivíduos não somente conhecimentos técnicos e a acumulação de saberem sedimentados, mas o desenvolvimento de habilidades e competências para lidar com problemas dinâmicos e complexos.

No âmbito específico da Educação, consolidam-se os novos paradigmas dos processos de ensino e aprendizagem, tais como a transversalidade e a (inter, multi e trans) disciplinaridade. O conhecimento compartimentado em disciplinas já não mais consegue oferecer respostas convenientes para as demandas atuais. Portanto, busca-se, a todo custo, meios para integração de áreas e campos do saber, desenvolve-se trabalhos colaborativos, reúne-se arte, ciência e tecnologia. Também é evidente a incorporação de métodos de ensino centrados no aluno em substituição (ou complementação) daqueles centrados no professor. Tais premissas e pressupostos contemporâneos têm manifestado novas demandas para os cursos de graduação, sobretudo no que se refere à formação de um profissional capaz relacionar-se verdadeiramente em sociedade. A fragmentação dos conteúdos em disciplinas, que pouco dialogam entre si, é uma realidade da maioria dos cursos que, em nome da flexibilidade curricular, adotam o sistema compartimentado de créditos para integralização da carga-horária obrigatória para obtenção do diploma.

Texto completo: da ”abp” à ”abp’


Fonte + livro completo: http://fido.palermo.edu/servicios_dyc/publicacionesdc/vista/detalle_articulo.php?id_articulo=10252&id_libro=485

Planejando o trabalho por projetos – Parte 2

Trabalhando com projetos