O estudo dirigido e os roteiros de estudo – Parte 2

DOCÊNCIA INOVADORA NO ENSINO SUPERIOR
Daniele Simões Borges
Isabela Pandolfo Abrahão

Essa comunicação problematiza as experiências e os princípios de inovação no ensino universitário. Foram investigadas as compreensões a respeito das inovações e das práticas de ensino de seis professores atuantes nos cursos de licenciatura da área de Ciências da Natureza (Ciências Biológicas e Física) e da de Pedagogia de uma universidade do sul do estado do Rio Grande do Sul, por meio da metodologia de investigação narrativa. As narrativas revelam um esforço para a mudança do ensino universitário, manifestando emergências que subsidiaram a criação de quatro princípios de um ensino inovador: a interação e religação; o planejamento; a ação estratégica; e a auto-hetero-avaliação.

Texto completo: danielesimoesborges-comunicacaooral-int


Fonte: http://www.anpae.org.br/simposio26/1comunicacoes/DanieleSimoesBorges-ComunicacaoOral-int.pdf

O estudo dirigido e os roteiros de estudo – Parte 1

O ESTUDO DIRIGIDO COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM ENFERMAGEM
Eliana Suemi Handa Okane
Regina Toshie Takahashi

Estudo exploratório-descritivo, objetivou avaliar o estudo dirigido como estratégia de ensino na educação profissional. Para a coleta de dados, foi aplicado um questionário a 14 alunos de um curso de uma mesma turma de Técnico de Enfermagem. As respostas foram analisadas segundo Bardin. O conceito atribuído à estratégia foi bom 86%. Foram identificadas 83 unidades semânticas na análise das respostas, categorizadas em: vantagens (53%); não “legal” (16%); dificuldades (7%); sentimentos (12%) e sugestões (12%). Além disso, os sujeitos avaliaram como propósitos didático pedagógicos do estudo dirigido permitir desenvolver temas de interesse do aluno; estimular o prazer em estudar e incentivar o aluno a ser o sujeito de seu aprendizado. As autoras consideram que o estudo dirigido é uma boa estratégia de ensino, possuindo peculiaridades que exigem habilidade e competência dos docentes e discentes para a obtenção de resultados satisfatórios no processo ensino/aprendizado.

Texto completo: estudo dirigido enfermagem


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v40n2/02.pdf

A aula expositiva dialogada e os estudos de texto – Parte 3

Curso Aula Expositiva – Princípios da Didática e da Aprendizagem – Cursos CPT

A aula expositiva dialogada e os estudos de texto – Parte 2

AULA EXPOSITIVA: SUPERANDO O TRADICIONAL
Antonia Osima Lopes
Na execução do trabalho didático, o professor está sempre se deparando com a necessidade de definir as técnicas que irá utilizar para desenvolver os conteúdos de seu programa de ensino. Essa tarefa inerente ao trabalho docente que é comum em todos os graus de ensino.
O professor criativo, de espírito transformador, está sempre buscando inovar sua prática e um dos caminhos para tal fim seria dinamizar as atividades desenvolvidas em sala de aula. Uma alternativa para a dinamização seria a variação das técnicas de ensino utilizadas; outra seria a introdução de inovações nas técnicas já amplamente conhecidas e empregadas.
Analisando as tendências pedagógicas presentes na educação brasileira, verifica-se que a aula expositiva se contrapõe a uma variedade de modernas técnicas de ensino.Assim sendo, seria válido questionar se essa atividade ainda poderia ser considerada uma técnica de ensino capaz de produzir uma aprendizagem duradoura por parte dos alunos.
Seria também oportuno questionar por que, a despeito de tantas falhas apontadas, a aula expositiva nunca tenha sido relegada na prática pedagógica em nossas escolas.
Disponível em: http://gerson.luqueta.com.br/index_arquivos/AulaExpositiva.pdf

A aula expositiva dialogada e os estudos de texto – Parte 1

A SALA DE AULA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO DO SÉCULO 21
Márcia Marques de Morais

Em que medida a linguagem poderia ter um papel estratégico diante dos desafios que devem ser enfrentados pela educação, personificada na figura do professor, na sala de aula? Para a autora, sua função é significativa, considerando, no mínimo, duas vertentes em que a linguagem, em sentido lato, e a linguagem verbal, em sentido estrito, conformam os saberes, no sentido não só de referenciá-los, expressá-los, representá-los ou comunicá-los. A primeira vertente é que, como código verbal, a linguagem é instrumento de produção de sentidos, concretizados tanto em textos escritos quanto no registro oral. A segunda vertente, a da recepção de sentido, menos tecnicamente chamada leitura, é também ela, estratégica, diante dos desafios do aprender. Ler é multiplicar pontos de vista; ler é distinguir no texto, como dispersão de sujeitos e orquestração de vozes, a diversidade que caracteriza a realidade; ler é potencializar habilidades diversas e, sobretudo, aquela de transferir e associar, indispensáveis ao próprio aprender.

Texto completo: a sala de aula no contexto da educação do século 21


Fonte: http://portal.inep.gov.br/documents/186968/485287/A+sala+de+aula+no+contexto+da+educação+do
+século+21/36fd2bc4-713a-4c6e-9eb6-fb2cd060b1fc?version=1.0

As interações na sala de aula – Parte 3

D-04 – Lev Vigotski – Desenvolvimento da linguagem

As interações na sala de aula – Parte 2

O JORNAL NA SALA DE AULA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR EM AULAS DE METODOLOGIA DA PESQUISA
Maria Sueli Ribeiro da Silva

O presente estudo tem por objetivo relatar a utilização de leitura de jornais, na disciplina de Metodologia da Pesquisa, no ensino superior. A estratégia do jornal na sala de aula, nesta disciplina, foi utilizada a fim de promover o hábito de ler e de pesquisar entre os alunos. De acordo com Gil (2002), a pesquisa requer informações suficientes para responder determinado problema. Assim, a experiência não somente se manifestou favorável aos objetivos descritos, mas também favoreceu a motivação espontânea da busca pelo conhecimento e por informações que, até então, não eram relevantes para os alunos, fazendo-os interagir e analisar os problemas e as soluções apresentados pelas notícias dos jornais lidos.

Texto completo: aula 2 artigo jornais es


Fonte: SILVA, M. S. R. . O uso de jornal na sala de aula: uma experiência educativa no ensino superior em aulas de Metodologia da Pesquisa. In: I Seminário de Educação, 2006, São José do Rio Preto. Caderno de Resumos do I Seminário de Educação – UNESP/SJRP. São José do Rio Preto – SP: IBILCE, 2006. v. 0. p. 12-12.

Ferrorama! Documentários sobre a história das locomotivas.

Atualizado em 01/07/2020

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE LOCOMOTIVAS DO SÉCULO XIX. CONHEÇA A HISTÓRIA DA BALDWIN LOCOMOTIVE WORKS

All Aboard 150 Years on the Right Track

The History Of The Rail Transport (Railway Freight Yards Industry)

Modern Marvels – Transcontinental Railroads
https://www.youtube.com/watch?v=QeWOeAPFxDU

“And Then There Was One” – Full Documentary [OFFICIAL]

As interações na sala de aula – Parte 1

RODA DE CONVERSAS – EXCELÊNCIA ACADÊMICA É A DIVERSIDADE
Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva
Nara Maria Guazzelli Bernardes

Em roda de conversas, professores e pesquisadores de universidades nacionais, do Mali e dos Estados Unidos, trocaram idéias, levantaram indagações e ensaiaram encaminhamentos visando à redefinição do que seja excelência acadêmica, na perspectiva da diversidade social e étnico-racial que compõe as sociedades.

Texto completo: 540-1962-2-pb


Fonte: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/viewFile/540/376

O professor e os espaços educativos no Ensino Superior – Parte 4

Roda de Conversa – Tema: Espaços não-formais do conhecimento: a escola além da escola