A partir do momento em que vivemos num mundo onde veneno é mais barato do que comida, fracassamos enquanto humanidade.
Autor: Pedro Figueira
Educação superior EaD e a formação de professores
Educação Superior a Distância no contexto da política de formação de professores
Cláudio Nei Nascimento da Silva, Beatrice Laura Carnielli
O presente artigo aborda o surgimento de políticas e estratégias de estímulo ao Ensino a Distância (EaD) no Brasil, como alternativa para a formação e qualificação de professores para o exercício do magistério na Educação Básica. O pano de fundo desta análise é constituído pela problemática da seletividade do acesso ao ensino superior e as demandas sociais pela qualificação docente. O texto ressalta a importância atribuída a EaD pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9396/96, e também analisa as razões sociais, políticas e econômicas que justificam o fortalecimento desta no cenário da educação nacional, como possibilidade de atender às diversas demandas impostas pelo novo paradigma capitalista. São também analisadas algumas experiências brasileiras de formação de professores através da EaD, e o texto conclui apontando os motivos pelos quais a EaD vem se consolidando, cada dia mais, no cenário da educação nacional.
Texto completo: Educação Superior à Distância
Fonte: http://www.proec.ufg.br/revista_ufg/45anos/I-EAD.html#Tema
Currículo no Ensino Superior e diretrizes curriculares nacionais – Parte 3
Editado: 22/10/2019
Diretrizes Curriculares – Cursos de Graduação
Abaixo segue listagem oficial do Governo Federal com todas as resoluções e pareceres que definem as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de educação superior autorizados em nosso país.
A docência no Ensino Superior – Parte 2
Francisco Imbernón fala sobre caminhos para melhorar a formação continuada de professores
Professor da Universidade de Barcelona aponta como os gestores da Educação podem cuidar do aperfeiçoamento em serviço
Noêmia Lopes
Levantar propostas para melhorar os programas voltados à formação continuada de professores é o principal foco das pesquisas de Francisco Imbernón, doutor e mestre em Filosofia e Ciências da Educação e catedrático de Didática e Organização Educacional da Universidade de Barcelona, na Espanha. Em entrevista concedida por e-mail a GESTÃO ESCOLAR, ele defende que o salto de qualidade depende necessariamente de o trabalho em equipe se tornar de fato colaborativo. Cabe às administrações públicas – no caso do Brasil, as secretarias estaduais e municipais de Educação – oferecer apoio concreto às unidades escolares para que uma verdadeira revolução ocorra na atuação dos professores.
Texto completo: Francisco Imbernón fala sobre caminhos para melhorar a formação continuada de professores
A docência no Ensino Superior – Parte 1
Educação: Pluralidade, Ética e Competência na formação profissionalizante continuada dos educadores
Mônica Heloisa Braga Vasques
Fabíola Cristina M. Caovilla Palipério
Diante das crises evidentes que o mundo moderno vem demonstrando neste início de século, em todos os âmbitos do saber e do fazer humanos, notadamente no da Educação atingindo conceitos de autonomia, emancipação e liberdade, cumpre-nos, mais uma vez, repensarmos e refletirmos sobre as novas competências para ensinar, novos entendimentos sobre ensinar e aprender,aprender a aprender e como apreender as novas formas de relação entre a ética e o agir pedagógico.
Texto completo: Educação Pluralidade, Ética e Competência
Uma breve crítica à Academia.
E mais uma vez deparo-me com a Academia e sua estupidez.
Em tendo o dom natural para o magistério, e desejando bem preparar-me para seu ofício, obtendo conhecimento teórico e metodológico, tão como refletindo sobre o ensino e a aprendizagem em si, resolvi fazer especialização em Docência. O motivo de escolher Docência em lugar de Pedagogia/Licenciatura é minha inépcia em lidar com o caos que ora se apresenta no Ensino Médio e na Educação pública em geral de nossa estimada nação.
Em meu curso de docência, verifico que muito do que eu proponho como prática andragógica possui sim fundamentos. Postura essa em grande parte derivada de minha própria experiência enquanto estudante. Com vistas à obtenção do grau, cogitei escrever sobre as críticas que freqüentemente faço acerca do Ensino Superior no Brasil.
Afirmo que as más práticas magisteriais no Ensino Superior se devem a problemas estruturais de grande escala, como a “fábrica de diplomas”; o despreparo ou a inaptidão vocacional dos docentes, cujo único pré-requisito é a titulação; a “síndrome do barranco”, em que o professor público fica “encostado” no cargo, sabendo que não vai perdê-lo, e não faz nada; ou as “panelinhas” de doutores que regozijam sobre os próprios títulos, controlam feudalmente as concessões de bolsas (eles suseranos; bolsistas, vassalos) e, muitas vezes, possuem capacidade intelectual duvidosa; todos assuntos sobre os quais já escrevi anteriormente.
Segundo as regras da Academia, não é possível escrever sobre um amplo tema, tendo que delimitá-lo, cerceá-lo, cortá-lo, recortá-lo até que se torne tão específico quanto possível. Assim é a Academia e sua cientificidade. Eu compreendo a necessidade de que os artigos sejam delimitados, pois sua produção visa alimentar de forma padronizada o acervo informacional da própria comunidade científica. Entretanto uma coisa é pesquisar sobre a condutibilidade elétrica do grafeno no zero absoluto em campos gravitacionais extremos, outra coisa é falar de Filosofia.
Se a Filosofia for cerceada, ela deixa de ser Filosofia. Críticas¹, enquanto posições de pensadores, podem se formar empiricamente. Ainda que isso não constitua uma defesa, pois defesa exige argumento, é válido, pois convida a pensar e refletir.
Ainda segundo essas regras, para que eu possa fundamentar essa crítica, que aos meus olhos e possivelmente aos olhos vistos de muitos é evidente, faz-se necessária uma ampla e extensiva pesquisa de dados estatísticos, o que demanda tempo e recursos de que ora não disponho. E sem a produção de provas que fundamentem minha crítica, ela não se torna uma defesa, logo inviabiliza a produção de um artigo científico acerca do tema delimitado.
Descartando esse tema, cogitei em seguida dissertar sobre a discrepância entre as exigências andragógicas contemporâneas do Ensino Superior e a formação pedagógica de jovens estudantes em um sistema tradicional no Ensino Médio, ou seja, questionar o choque didático que o aluno sofre ao sair de um sistema de ensino em que a padronização exige dele submissão e condicionamento ao modelo para outro sistema de ensino que lhe exige protagonismo, pró-atividade, independência e auto-regulação.
E novamente deparo-me com as exigências da Academia. Pois tu, caríssimo aluno de humanas, és incapaz de pensar por conta própria ou criar algo do zero, logo, precisas de referências de outros autores, pessoas que possivelmente escreveram qualquer coisa só para colar grau ou ter o número de artigos exigidos, esses sim com competência para fundamentar o TEU trabalho.
E sinto-me constrangido a novamente citar fontes que não usarei, apenas para cumprir a formalidade de ter referências em meu trabalho. Mais uma vez restritamente restrito, opto mais uma vez a mais uma vez restringir-me restritivamente ao material fornecido pelos próprios professores e a temas previamente debatidos em aula. Minha monografia do 3º grau foi assim, dissertando sobre um recorte temático de um dos cursos da própria graduação².
Sugiro, portanto, a todos os alunos de graduação e educação continuada, que procurem mais informações sobre como publicar independentemente da academia. Paralelamente ao trabalho acadêmico, é possível produzir com liberdade e expressar-se autenticamente (Valeu Gilmar! |:^D)³, sem ter de cumprir os compromisso exigidos por uma comunidade por um lado acorrentada em suas próprias engrenagens, e por outro lado infectada por ranços e brios de um orgulho vazio.
1 Escreverei no futuro minha conceituação dos 5 tipos de críticas.
2 Ter saído de “O Pequeno Príncipe” para “O Príncipe” foi inefável…
3 SANTOS, G. N. dos. Liberdade e individualismo no pensamento de J. S. Mill. Rio de Janeiro, 2015.
Fernando Reis Interview: The Strongest Weightlifter in the Americas
Fernando Reis Interview: The Strongest Weightlifter in the Americas
Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 4
Indicadores de instituições e cursos
We are spiritual beings with infinite capabilities.
Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 3
INOVAÇÃO CURRICULAR NO ENSINO SUPERIOR
Marcos Tarciso Masetto
Resumo
Este artigo procura debater a questão da Inovação Curricular aplicada ao Ensino Superior. Nosso objetivo é esclarecer o conceito de inovação, em geral usado numa polissemia de significados que se estendem de simples modismos a alterações profundas nos cursos de graduação. O uso equívoco do termo tem trazido muita confusão nas discussões das modificações no ensino superior, o que merece um estudo para que se conceitue melhor este termo “Inovação”. Nossa metodologia de pesquisa partiu da identificação de projetos de ensino superior que defendiam metas amplas e educacionais para a formação de seus profissionais e propunham diferenças significativas em suas organizações curriculares. Analisando-os e comparando com concepções de currículo e inovação educacional chegamos a elucidar a questão proposta. Como resultado, tivemos oportunidade de oferecer ao debate de nossos leitores uma concepção de inovação curricular como sendo a característica fundamental para se pensar, propor e implantar uma inovação nos cursos de raduação do ensino superior.
Texto completo: Inovação Curricular no Ensino Superior_Marcos Masetto
Fonte: http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/view/6852