Desenvolvimento profissional docente: material complementar – Parte 8

Entrevista com Moacir Gadotti

Desenvolvimento profissional docente: material complementar – Parte 7

DIDÁTICA NO ENSINO SUPERIOR:
Perspectivas e desafios
Eniel do Espírito Santo
Luiz Carlos Sacramento da Luz

A expansão do ensino de nível superior tem demandado cada vez mais docentes qualificados tanto para responder às exigências conteúdistas curriculares quanto para a condução pedagógica no espaço da sala de aula, constituindo-se assim num duplo desafio. Este artigo tem por objetivo discutir os aspectos da didática aplicáveis ao processo de ensino-aprendizagem no nível superior, considerando-se a necessidade de ressignificação dos modelos de ensino visto que as abordagens didáticas tradicionais amiúde deixam de atender às especificidades da contemporaneidade. Trata-se de uma pesquisa exploratória descritiva que utiliza como fonte de dados uma ampla pesquisa bibliográfica sobre a temática. O artigo conclui com a premente necessidade de reflexão da práxis didático-pedagógica do docente universitário frente às demandas da sociedade do século XXI e propõe algumas recomendações didáticas visando alavancar o processo de ensino-aprendizagem em adultos.

Palavras-chave: Didática. Ensino Superior. Ensino-aprendizagem. Docente universitário.

Texto completo: didática no ensino superior


Fonte: https://periodicos.ufrn.br/saberes/article/view/2201

Desenvolvimento profissional docente: material complementar – Parte 6

Desenvolvimento profissional docente: material complementar – Parte 5

Aprendizagem Baseada em Problema – ABP – 7 Passos

Desenvolvimento profissional docente: material complementar – Parte 4

Aprendizagem Baseada em Problema – ABP Definições e Conceitos

Desenvolvimento profissional docente: material complementar – Parte 3

ANDRAGOGIA E A ARTE DE ENSINAR AOS ADULTOS
Amelia Hamze

Andragogia (do grego: andros – adulto e gogos – educar), é um caminho educacional que busca compreender o adulto. A Andragogia significa, “ensino para adultos”. Andragogia é a arte de ensinar aos adultos, que não são aprendizes sem experiência, pois o conhecimento vem da realidade (escola da vida). O aprendizado é factível e aplicável. Esse aluno busca desafios e soluções de problemas, que farão diferenças em suas vidas. Busca na realidade acadêmica realização tanto profissional como pessoal, e aprende melhor quando o assunto é de valor imediato.

Texto completo: ANDRAGOGIA E A ARTE DE ENSINAR AOS ADULTOS


Fonte: https://educador.brasilescola.uol.com.br/trabalho-docente/andragogia.htm

Ânimos exaltados…

Os ânimos estão exaltados. As pessoas precisam lembrar que estão do mesmo lado. Se o barco afundar, vamos todos juntos. E não tem bote para ninguém…

Desenvolvimento profissional docente: material complementar – Parte 2

ANDRAGOGIA: UM OLHAR PARA O ALUNO ADULTO
Cimara Apostolico

O presente artigo pretende destacar a importância de um ensino direcionado ao aluno adulto, não só pelo fato de adultos e crianças aprenderem de formas diferentes, mas principalmente pelas mudanças ocorridas nos últimos dois séculos e que revolucionaram a forma de o indivíduo interagir com o entorno. Essas mudanças são de ordem histórica, social e tecnológica e representam a construção de um sujeito cuja condição humana sofreu profundas modificações. Ao referirmo-nos a alunos adultos, podemos destacar diferentes
públicos, todavia, nosso olhar estará voltado aos alunos do Ensino Superior, que cursam instituições particulares.

Palavras-chave: andragogia, educação, ensino superior, aprendizagem.

Texto completo: Andragogia – Um olhar para o aluno adulto


Fonte: Augusto Guzzo – Revista acadêmica
http://www.fics.edu.br/index.php/augusto_guzzo/article/view/31

Produto/serviço vendido e o desejo de consumo

Editado em 29/12/2020: pequenas correções gramaticais e acréscimo ao final.

Fantasia Marcial: Estereótipos e histórias mal contadas | Núcleo Dharma

Concordo e gostaria de compartilhar uma experiência correlata:

Há alguns anos, convidado por um amigo, fui para um estúdio (Mo Gun) de Wing Chun. (Mo Gun em chinês, Dojo em japonês, estúdio em português) Sempre tendo desejado aprender artes marciais desde pequeno e agora já sendo dono de meu próprio nariz, aproveitei a oportunidade como adulto.

Lá chegando, minha primeira experiência foi bastante interessante, pois o local e o treinador tinham (têm) toda uma roupagem ultra-tradicionalista, com símbolos chineses, genealogia completa, fotos de um monte de orientais etc. A imagem era (é) exatamente o que um leigo espera ao adentrar pela primeira vez um local de treino: um portal de teletransporte para a China. E tal linhagem faz questão de se diferenciar dos demais estilos e escolas concorrentes tanto na estética quanto nos costumes e no comportamento esperado do praticante. Levam seu nome bem a sério.

Só que…

A ideologia apóia-se exatamente no discutido em outros vídeos do canal acima: ”no ouvir dizer”, ”na tradição oral”, ”na autoridade do mestre” etc. Como filósofo, a impossibilidade de questionar e aferir dados é um empecilho para abraçar uma idéia ou aceitar um argumento. Como halterofilista, tenho uma personalidade do tipo ”vai e faz”. Portanto um pensamento ou atividade que se sustenta em subterfúgios ou na abordagem indireta de um problema não me atrai. Então parei com poucos meses de treino (o que lá ”deve ser sempre chamado de prática, nunca de treino” – ”porque o mestre prefere assim”).

Disso posto, a experiência: certa vez, meu mestre (ou melhor ”facilitador, pois o mestre de verdade era o mestre dele e não ele mesmo”) estava falando de costumes chineses e repassando o melhor meio de abordagem de uma situação segundo a escola. Então eu o questionei, dizendo: “—’Tá, mas não estamos na China, nem somos chineses. Estamos no Brasil e somos brasileiros. Aqui a gente faz diferente.”.

Essa minha crítica sempre foi respeitada naquela escola, nunca fui posto de lado ou tratado de forma diferente. Pelo contrário, eu gostei e ainda gosto muito de lá (fui e ainda sou muito bem tratado). Mas minha própria natureza não se adequou aos ensinamentos e optei por sair. Com isso quero dizer que o problema não está na academia, no mestre ou no sistema. Muito menos no praticante, neste caso eu mesmo. O problema está na sintonia entre o que é passado e no que é esperado. No ensinamento e no anseio do aluno. No produto/serviço vendido e no desejo de consumo.

Não há exercício ruim, há exercícios que não servem para aquela pessoa. Não há arte marcial ruim, há arte que não funciona para aquela pessoa. Ou que não é boa para ela, especificamente. Por exemplo: o sujeito quer a vida toda ser boxeador, mas ele é um péssimo pugilista. Ocorre que ele é um ótimo nadador! Então ele tem duas opções: pode se dedicar muito a uma coisa que não lhe serve bem e obter resultados medíocres; ou pode se dedicar muito a algo para o qual tem dom e ser excelente naquilo.

Outro exemplo: o indivíduo quer muito praticar Muay Thai, um estilo desportivo baseado em golpeio. Mas o dom dele é para Jujutsu tradicional, um estilo não-desportivo baseado em imobilização, submissão e armas brancas.

As artes marciais são para todos, mas nem todos são para as artes marciais.
Os estilos são para todos, mas nem todos são para determinado estilo.

É a sintonia entre o aluno e o estilo, entre o praticante e a arte, entre a vontade e o dom que determina o sucesso de uma longa empreitada.

Desenvolvimento profissional docente: material complementar – Parte 1

AUTONOMIA COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO
Luiz Etevaldo da Silva

Este artigo tece considerações sobre a autonomia como princípio pedagógico para uma educação libertadora. São discussões dos contornos teóricos do texto de Paulo Freire, da obra Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. As reflexões tratam da dialética entre o ensinar e o aprender, o papel do educador no processo de ensinar a pensar e a estética no ato de ensinar.

Palavras-chave: processo, ensinar, aprender, autonomia

Texto completo: 7716-28772-1-PB


Fonte: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/7716
Revista Espaço Acadêmico – Mensal – Nº 101 – Outubro de 2009 – ISSN 1519-6186
http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/index