Professor Eric Laithwaite: Magnetic River 1975
Professor Eric Laithwaite: Rio Magnético 1975
Professor Eric Laithwaite: Magnetic River 1975
Professor Eric Laithwaite: Magnetic River 1975
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DO ENSINO SUPERIOR
Léa das Graças Camargos Anastasiou
Esta apresentação faz séries de apontamentos, resumindo o processo de avaliação.
ANASTASIOU, L.G.C. Processo de avaliação / acompanhamento em currículos integrativos: anotações para um começo de conversa. In: DANYLUK, O.S. et al. (orgs.). Conhecimento sem fronteira. Passo Fundo: Ed.Universidade de Passo Fundo, 2005.
Texto completo 1 (apresentação): Avaliação da aprendizagem do ensino superior
Texto completo 2 (anotações): processos avaliativos
Fonte 1: Não consegui encontrar a fonte do arquivo da apresentação, apenas a citação de sua origem, que vai no corpo desta postagem.
Fonte 2:
Clique para acessar o 23nov2015LEAavaliaçãoecurriculointegrativo%20%281%29.pdf
QUAL A MEDIDA DA SUA AVALIAÇÃO?
Construindo um Portfólio de avaliação no ensino de ciências.
Lucilene Aparecida e Lima do Nascimento
O foco desse estudo é apresentar o Portfólio de Avaliação como instrumento avaliativo integrado à prática de ensino e como uma ferramenta útil ao processo ensino-aprendizagem, em especial no Ensino de Ciências. Inicialmente o estudo se concentrou numa abordagem bibliográfica sobre Avaliação e teve como propósito compreender a concepção e prática de avaliação que os professores lançam mão durante suas aulas nas disciplinas de Ciências. Para tanto, foi necessário conduzir através de revisão crítica da literatura, as discussões sobre o tema, para afinar o entendimento do leitor à realidade avaliativa do Brasil. Ao longo do trabalho é apresentada uma aproximação do conceito de Portfólio à proposta construtivista que busca superar a cultura avaliativa tradicional. Essa concepção de avaliação integrada à prática de ensino a partir do Portfólio foi assumida neste estudo de acordo com o referencial de análise segundo Hadji (2001) e Hernandez (2000). A pesquisa de campo desenvolveu-se no âmbito de duas escolas públicas estaduais no Rio de Janeiro, onde alunos elaboraram seus portfólios de avaliação a partir de atividades pedagógicas diversas. Em uma das escolas buscou-se desenvolver o entendimento sobre avaliação nas aulas com turmas do 3º ano do Curso Normal em nível Médio, sendo os alunos normalistas – futuros professores – os sujeitos dessa pesquisa. Na outra escola, os sujeitos foram alunos matriculados no Ensino Médio Regular, participantes voluntários de um projeto financiado pela CAPES (Projeto Novos Talentos – Edital 055/2012) denominado “Experimentando Ciências na Sala de Aula”. Assumidos do víeis metodológico da pesquisa-ação em ambos os espaços e submetidos a uma abordagem qualitativa na análise dos dados, foi possível evidenciar que a marca da avaliação tradicional ainda se encontra presente nos discursos e práticas das aulas de Ciências. O percurso investigativo constatou a existência de um nó na avaliação do Ensino de Ciências e a necessidade de despertar a conscientização, reflexão e ação dos professores e pesquisadores da área com a finalidade de combater a deformação e/ou conformação que envolve as práticas pedagógicas docentes. Salienta-se que a natureza dinâmica e interativa da pesquisa contribuiu não só para promover a reflexão sobre o tema, mas também para estruturar o produto educativo desta dissertação que é um Portfólio de Avaliação no Ensino de Ciências como um guia voltado para a prática avaliativa dos docentes da área de Ciências, uma vez que conclui-se que a utilização do Portfólio como instrumento de avaliação ainda é considerada uma novidade pedagógica, mas pode e deve ser visto como uma estratégia de ensino e avaliação em Ciências, pois se mostrou possível e bem sucedido quanto à sua implementação.
Fonte: n/a
RESENHA: OS ASPECTOS IDEOLÓGICO E FILOSÓFICO DA AVALIAÇÃO PROPOSTA POR HADJI
Lucilene Nascimento
Giselle Rôças
HADJI, Charles. Avaliação Desmistificada. Porto Alegre: ARTMED Editora, 2001.
O educador francês Charles Hadji discute, nesta obra, a desmistificação da avaliação, assumindo como elemento principal que esta deve estar a serviço das aprendizagens. Hadji descreve em sua obra os detalhes sobre o já bastante debatido, mas ainda, tão complexo tema.
Primeiramente, o autor delineia suas proposições numa tese central, suscitando no leitor a reflexão sobre as possibilidades de se transformar a utopia formativa da avaliação em realidade. Sim! O autor pretende conceber desde sua introdução, que ainda há o que se discutir sobre o tema, apresentando uma série de interrogações que instigam o leitor a descobrir o que de concreto ele pode acrescentar, sob a égide de que se faz necessário compreender para agir.
Texto completo: 38329-160417-1-PB
Fonte: https://www.revistas.ufg.br/sv/article/view/38329/19429
AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: PARA ALÉM DA UNILATERALIDADE OBJETIVISTA/SUBJETIVISTA
Zacarias Gama
O presente ensaio discute a unilateralidade objetivista e subjetivista que persiste na avaliação educacional e desenvolve argumentos favoráveis a uma nova forma de avaliar a aprendizagem dos estudantes da escola básica, considerando que as práticas objetivistas e subjetivistas são insuficientes em face de um projeto de uma sociedade emancipada. Com base teórica em autores marxistas, propõe uma prática de avaliação educacional com referência à objetividade social e subordina os instrumentos avaliativos de uso corrente a essa mesma objetividade.
Texto completo: 1488
Fonte: http://www.fcc.org.br/pesquisa/publicacoes/eae/arquivos/1488/1488.pdf
Fonte: http://publicacoes.fcc.org.br/ojs/index.php/eae/article/download/2044/2003
Em tempo: deixar de ler autores marxistas é igualar-se na cegueira em que os mesmos se afundam. O fato de o marxismo ser abjeto não significa que não possa fornecer algum conteúdo. Se podemos encontrar comida no lixão, então… Vivemos numa cultura acadêmica tomada pelas idéias marxistas. É o mesmo que sermos obrigados a almoçar no lixão, em lugar de restaurante. Não temos muitas opções, se não quisermos morrer de fome.
TIPOS DE PROVAS
Faculdade Adventista da Bahia – Assessoria Pedagógica
Isso mesmo. Vamos com calma, pois é muita possibilidade curiosa, mas também muito questionada pela literatura educacional.
Originalmente, quando pensamos em qualquer tipo de prova, isto é, teste padronizado, vêm a nossa mente os momentos de memorização, o suor nas mãos, as pegadinhas dos professores, os ritos frios a que historicamente todos nós fomos submetidos durante a trajetória escolar. No entanto, um olhar mais cuidadoso nos possibilitará perceber que também existe lugar para a prática das provas no cotidiano escolar e estas sendo utilizadas em função da aprendizagem.
Toda e qualquer prova é um instrumento de coleta de dados. Isso quer dizer que a prova em si mesma, assim como outros instrumentos, não avaliam, mas dão suporte para que através de seus resultados seja possível ao professor e ao aluno tomarem decisões sobre encaminhamentos necessários para o alcance dos melhores resultados.
Vamos conhecer a proposição de cada uma […]
Texto completo: OP 8TIPOS DE PROVAS
Fonte: http://www.adventista.edu.br/_imagens/area_academica/files/OP%208TIPOS%20DE%20PROVAS.pdf
Visando atingir os seus objetivos de forma eficaz, eficiente e efetiva, o DECEx criou o seu Portal de Educação, como um espaço virtual destinado a desenvolver e aperfeiçoar a Educação Militar, com base na consecução do Objetivo Estratégico do Exército nº 12 “Implantar um Novo Sistema de Educação e Cultura” e a Estratégia “Atualização do Sistema de Educação e Cultura”; ambos constantes do Planejamento Estratégico do Exército (PEEx).
O Portal de Educação destina-se, então, à expansão da Educação a Distância no âmbito do Exército Brasileiro, à implementação de programas de capacitação dos agentes de ensino e ao desenvolvimento da cultura da transformação e da inovação nos estabelecimentos de ensino das Linhas de Ensino Militar Bélico, Saúde e Complementar.
Além disso, o Portal de Educação possibilita a consecução das ordens contidas na Diretriz de Educação e Cultura do Exército Brasileiro 2016-2022, contribuindo para o aperfeiçoamento dos processos de capacitação e formação continuadas, desenvolvimento da Educação do Profissional Militar da Era do Conhecimento, a disseminação das práticas pedagógicas eficazes e inovadoras, devidamente contextualizadas, e para o estímulo à construção da mentalidade de inovação, com emprego da tecnologia integrada à educação.
O contexto do Portal de Educação concebe um espaço virtual de grande relevância para o incremento e aperfeiçoamento da educação formal institucional e da viabilização da educação não-formal.
Por educação formal, entende-se como sendo um processo sistematizado e conduzido pelos diversos estabelecimentos de ensino e organizações militares com encargos de ensino, pertencentes ao Sistema de Ensino do Exército (SEE), com o propósito de desenvolver competências que contemplem a aprendizagem de conteúdos, habilidades e valores. A plataforma e o ambiente virtual de aprendizagem (EBAula) especificamente planejada para este fim, disponibilizam cursos, tanto na modalidade a distância, como semipresencial.
Não menos importante, a educação não-formal caracteriza um processo intencional e flexível desenvolvido em espaços diferentes dos estabelecimentos de ensino e das organizações militares com encargos de ensino. Assim, a Educação Militar não formal, oferecida por meio do Portal, insere-se no processo de formação continuada dos agentes diretos e indiretos de ensino –oportunidade de atualização profissional e pessoal.
Por fim, é importante destacar também o papel informativo do Portal de Educação, por meio da disponibilização de conteúdos, incorporados às explicações e informações sobre a Educação Militar, sem maior detalhamento.
Disponível em: http://www.portaldeeducacao.eb.mil.br/
Análise de Freqüências da Língua Portuguesa
Pedro Quaresma
Augusto Pinho
Na actual Aldeia Global da Idade da Informação o estudo/compreensão da criptografia e da criptoanálise (criptologia) afigura-se como muito importante. Nesse contexto desenvolveu-se uma página da Rede que apresenta as cifras mono-alfabéticas de substituição clássicas, permitindo a experimentação das mesmas, assim como o explorar dos métodos cripto-analíticos para as “quebrar”, a saber o estudo de frequências e a procura
exaustiva no espaço das chaves. Neste artigo apresenta-se o estudo estatístico da Língua Portuguesa, nos que diz respeito às suas principais características. É este estudo que suporta os métodos cripto-analíticos para as cifras clássicas, as quais devido ao seu carácter de cifras de substituição mantêm inalteradas as características próprias de uma língua. Apresentam-se de forma gráfica os resultados mais importantes para: a frequência relativa das letras, os digramas, os trigramas, as letras iniciais, as letras finais, e as “palavras curtas”.
Texto completo: interTIC07pqap
Fonte: https://www.mat.uc.pt/~pedro/lectivos/CodigosCriptografia1011/interTIC07pqap.pdf
Vídeo: Conversando com Rubem Alves
Professores de espanto para que a educação não chegue ao fim.
TAXONOMIA DE BLOOM
Revisão teórica e apresentação das adequações do instrumento para definição de objetivos instrucionais
Ana Paula do Carmo Marcheti Ferraz
Renato Vairo Belhot
Muitos são os instrumentos existentes para apoiar o planejamento didático-pedagógico, a estruturação, a organização, a definição de objetivos instrucionais e a escolha de instrumentos de avaliação. A Taxonomia de Bloom é um desses instrumentos cuja finalidade é auxiliar a identificação e a declaração dos objetivos ligados ao desenvolvimento cognitivo que, no contexto deste artigo, engloba a aquisição do conhecimento, competência e atitudes, visando facilitar o planejamento do processo de ensino e aprendizagem. Embora este seja um instrumento adequado para utilização no ensino superior, poucos educadores fazem uso dele por não conhecerem uma maneira adequada de utilizá-lo. Este artigo tem como objetivo apresentar a Taxonomia de Bloom e as modificações ocorridas nos últimos anos, assim como esclarecer a forma como ela pode ser utilizada dentro do contexto de ensino de engenharia.
Texto completo: art_FERRAZ_Taxonomia_de_Bloom_revisao_teorica_e_apresentacao_2010