Esta postagem tem como objetivo atrair atenção para o problema da demência infantil.
A demência infanto-juvenil é uma doença grave, exaustiva para o paciente. Reconhecidamente no mundo como uma doença relativamente comum em idosos, a demência mata silenciosamente milhares de jovens em número proporcional ao câncer. No caso da adolescente apresentada no vídeo, Angeline Latte, começou aos 15 anos, com perda de força muscular, em seguida perda da capacidade de ler e escrever para depois perder as demais funções cognitivas.
Existem cerca de 70 doenças genéticas que sabidamente causam demência em jovens, de bebês a adolescentes. Ela pode estar associada a outras comorbidades neurológicas, como epilepsia. Estatisticamente ela afeta tanto quanto fibrose cística, mas esta última, assim como a demência em idosos e tantas outras doenças, recebe mais atenção, mais pesquisas e mais ações governamentais/particulares de ajuda.
É necessário preparar os neuropediatras para estabelecerem o diagnóstico precoce, auxiliar psicologicamente os familiares das crianças afetadas e fomentar mais pesquisas para a busca da cura.
Childhood dementia claiming young lives | A Current Affair
Childhood dementia is real and it is claiming as many young lives each year as cancer. So why haven’t we heard of it?
Lasting Moments: The heartbreaking reality of childhood dementia | The Feed SBS
Two families dealing with Batten Disease, an incurable form of childhood dementia.
O comportamento atípico de autistas varia conforme seu grau no espectro. Respeite quem é diferente.
Neste vídeo, o garotinho tem dificuldade para entender que o pote está aberto, pois o lacre não foi completamente removido. Essa dificuldade em operar conceitos (no caso, aberto/fechado) de forma ampla, extrapolar informações e abstrair idéias, faz parte em maior ou menor grau do espectro autista.
Em tempo: há um erro na tradução. Quando ela diz: “I love it” (Eu amo isso.), ele responde “Yes, you do.” (Sim, você ama.). Autistas também têm dificulade em usar o conceito ”nós”.
Minha história com telemóveis é consideravelmente simples. Quando eu me tornei adolescente, minha tia me deu um telefone celular. Embora minha percepção foi de que a intenção tenha sido mais para meus familiares saberem onde eu estava, serviria para eu levar para a escola e ”ligar para quem eu quisesse”.
Inútil, pois nunca tive vida social. Da escola para casa, da casa para a escola, a única vez em que usei o tal telefone foi quando me perdi de colegas numa rara aparição num centro comercial e liguei para saber onde estavam. (logo acima, Tiago Caridade descendo a escada… |:^/) Ou seja, sem vida social, não tenho para quem ligar. E sem ter para quem ligar, o tal telefone foi acumulando créditos. Acumulando, acumulando. A Telefônica ainda não havia mudado o nome para Vivo e R$ 600,00 à época era bastante dinheiro. Acontece que o prazo para colocar mais créditos havia expirado por apenas um dia (literalmente, apenas 1 dia) e todo aquele meu crédito foi surrupiado. Telefonei para a operadora e foi-me informado que nada poderia ser feito. E ainda paguei pela ligação.
Decidi então usar até o último centavo daquela última recarga, ligando, enviando torpedos (caríssimos) e até acessando a internet da época naquele meu tijolinho Nokia. Encerrada a conta com alguns centavos que não permitiam novas ligações, meu primeiro telefone foi placidamente aposentado com praticamente nenhum uso.
Ainda lembro o número! Certamente o número já deve ter sido reutilizado para outro cliente.
Alguns anos depois, já em meu primeiro emprego, cursando faculdade, continuava sem celular. Isso mesmo, caro leitor. Faculdade sem celular. Nunca me fez falta, apesar de ser muitíssimo criticado pelas pessoas:
— Ain, como você faz para falar com as pessoas? — E eu não estou falando com você?
— Ain, estou falando de ligar! Como as pessoas entram em contato com você? — Eu não tenho que estar à disposição dos outros quando acharem mais conveniente. Se quiser, mande um e-mail.
E, com esse passa-fora, desviava-me de intrometidos. (Sempre tem quem acha que pode regular a vida dos outros…) No trabalho, disseram que eu precisaria ter um celular. E cortei o assunto imediatamente: ”se o empregador exige de mim que eu tenha uma linha telefônica para o trabalho, deve pagar pelo aparelho e pelos custos”. Nunca mais pediram meu número. Quanto aos colegas de faculdade, sempre que precisaram, me encontraram por e-mail. E quando passei a trabalhar na UERJ, bastava esperar o horário do meu expediente acabar.
Assim foi a primeira parte de minha vida adulta até o inesperado falecimento de minha tia. Minha mãe achou por bem passar a linha para o meu nome, o que foi uma saga por si só. Após incontáveis idas até a loja física, meses de espera, entrega de documentos, de certidão de óbito, de alvará, não queriam trocar a titularidade da linha porque não apresentamos o documento de identidade da falecida. Um absurdo. Somente após reclamar com a Anatel, recebi telefonema da Claro para passar a linha para meu nome, o que foi feito em 15 minutos. Durante todos aqueles meses, recebemos todo tipo de ligação procurando minha falecida tia…
O celular dela já era velhinho. As teclas já não funcionavam direito, mas dava para receber ligações. Até o dia em que ele pifou de vez e precisei comprar outro aparelho. Trocar o chip de aparelho foi um custo, é tudo muito pequeno, quase microscópico! Nunca mais o abri desde então. Não andamos com ele na rua. Ele fica em casa, sobre a mesa, tal como um telefone fixo, e é usado como tal. Se for para rua, só dentro da bolsa, pois já foi perdido e felizmente o taxista nos devolveu.
Continuo mantendo essa linha pré-paga e continuo detestando a idéia de ter celular. Mantenho o número porque é inviável viver contemporaneamente sem telecomunicações, embora considere que a melhor forma de me comunicar continue sendo via internet. Falando nisso, as pessoas também não entendem que não tenho internet banda larga, e que isso não me faz falta. Eu uso modem 3G espetado no computador. E essa linha 3G por si só já me deu muita, muita, muita, muita irritação.
Imagem meramente ilustrativa. \:^p
Antes de começar a ladainha, preciso informar ao caro leitor que em minha rua não passa cabeamento de banda larga (direito). Até passa, mas toda hora roubam os cabos e levam dias para arrumar. Acaba tendo mais dias sem conexão do que dias conectado. A não ser na favela ao lado, onde o gatonet funciona perfeitamente. Ainda assim tentei contratar, porém nos lograram aqui em casa. A linha durou apenas um dia e foi cancelada. Eu não aceito fazer contrato com empresa que considero inidônea. Antes e após esse episódio, eu passei por todas (todas) as operadoras com modems 3G. Uma pior que a outra. Ao menos agora acertei com a Claro que, apesar de ficar toda hora infernizando, oferecendo um monte de inutilidades, só me filou R$ 10,00 porque minha mãe errou qual botão apertar no celular.
Isso conclui minha experiência com telefones. Eu realmente não gosto de usar ou falar ao telefone, só uso quando há algum problema, e parte dos problemas foi criada pelas próprias operadoras. Invariavelmente quando o telefone toca, nunca penso que é algo de bom.
Agora que o mundo está se informatizando vorazmente, praticamente todo mundo hoje tem um computadorzinho de mão (alguns melhores até que meu Laptop). Só que esse aparelho não tem maior serventia para mim. Eu vivo tranqüilamente, sem a menor necessidade de ter um smartphone. Essa não é uma necessidade real, essa é uma necessidade criada, inventada. E o que me deixa fulo da vida, e motivo para desabafar escrevendo, é que agora querem exigir que eu tenha ”aplicativo”. Querem exigir que eu compre um smartphone. Pouco a pouco estão removendo a opção de resolver pelo computador, passando as coisas para o raio do smartphone.
Eu não tenho zapzap. Eu não quero ter zapzap. E a porra da farmácia insiste que eu mande a receita por zapzap. É no mercado: “tem aplicativo?”. É na lojinha: “tem aplicativo?”. É no banco: “tem aplicativo?”. É pela internet: “tem aplicativo?”. Pega essa porra de aplicativo e enfia no fundo do olho do teu cu.
E adivinha qual é a empresa que está me aborrecendo desta vez? Aquela mesma inidônea que logrou minha mãe: contratei porque usa outro nome fantasia… Exigem que eu faça uma operação de que preciso por smartphone. FDP.
Hoje estou furioso. Escuse-me a catarse.
06/09/2023
Revendo a postagem, senti a vontade de escrever um adendo:
O problema não é o smartphone, mas o uso que se faz do smartphone. Ele substituiu diversos outros aparelhos, com comodidade e praticidade. Rádio, televisão, relógio, alarme, despertador, câmera fotográfica, câmera filmadora, mapa, livro… e telefone. E com a função de minicomputador, diversos programas permitem multiplicar sua funcionalidade. Melhor do que depender de telelistas e páginas amarelas…
Mas as pessoas tornaram-se escravas desse aparelho. Vejo que a vida contemporânea gira em função do smartphone. Ele deixou de ser uma ferramenta e passou a ser uma necessidade, como eu disse, inventada. Pouco a pouco as empresas estão removendo as demais opções de interação com clientes e exigindo que se façam operações via smartphone. Eu não sou contrário à nova tecnologia, eu sou contrário a remover as antigas opções.
Remove-se a opção de atendimento presencial, pois não querem sua presença, só seu dinheiro.
Remove-se a opção de correspondência por ser antiquada.
Remove-se a opção de telefonar para não pagar o salário do atendente.
Remove-se a opção de enviar um e-mail.
Remove-se a opção de usar um sistema automatizado online.
E deixam como única opção usar o Whatsapp (te obrigando a usar, ainda que gratuitamente, os serviços de Mark Safado Zuckerberg).
Isso está errado. Whatsapp deveria ser só mais uma forma de comunicação com a empresa. Aplicativos deveriam ser mais uma ferramenta, não a única opção. Hoje em dia há empresas ou profissionais que só atendem pelo Whatsapp ou por aplicativo próprio. Só uma opção. Se você não possuir um smartphone, fica impedido de contratar/usar os serviços ofertados.
No caso do texto que escrevi acima, meu problema foi com a UOL.
Há muitos anos, quando tentei colocar internet banda larga em casa, a UOL ligou e mentiu para minha mãe, dizendo que se ela não contratasse o serviço deles, eu não teria banda larga. Ela contratou por telefone e foi um grande aborrecimento desfazer o contrato. Anos mais tarde, continua sendo uma empresa desonesta: fui fazer uma compra pela internet e, por segurança, fiz pelo sistema PagSeguro (que eu não sabia pertencer a UOL). Além de não terem repassado o dinheiro para o lojista, para eu reaver o que estava preso com eles exigiram que eu usasse um smartphone e o aplicativo deles, não havendo qualquer outra opção para estorno. Foi com muito aborrecimento (e boa vontade do lojista) que consegui liberar o dinheiro para pagar o que comprei. Além da vergonha por que passei, ganhei mais motivos para ter raiva da UOL. E de smartphones. E de telefones, de um modo geral.
Rio, um mergulho no inferno (Parte 1) | Rodrigo Mezzomo
“Neste vídeo – que fiz em parceria com os canais 4º Poder e MBL – narro a sequência de governadores de esquerda que destruíram nosso Estado.”
Rio, um mergulho no inferno (Parte 2) | Rodrigo Mezzomo
“Esta é a segunda parte de um vídeo intitulado “Rio, um mergulho no inferno”.
Naquele primeiro vídeo tratei dos Governadores e de como cada um contribuiu para destruir o Estado do Rio de Janeiro.
Neste segundo vídeo abordo a sucessão de dirigentes da Cidade do Rio de Janeiro desde Negrão de Lima até Marcelo Crivella, isto é, faço a narrativa dos últimos 45 anos da política municipal e a parcela de responsabilidade de cada gestor.”
Texto brilhante. DESONESTIDADE, INCOMPETÊNCIA E FERRUGEM – Minha coluna na GAZETA DO POVO | Luís Ernesto Lacombe
Transcrição:
Há engrenagens enferrujadas, desgastadas, rangendo, estalando, desalinhadas, fora de prumo. Não dá para acreditar que estejam em operação, que ainda se movam. É um compasso histérico, de algo que já deveria ter virado pó, se desintegrado. Lembram um ferro-velho, um monte de peças roubadas que receptadores tentam legalizar. Uma estrutura bamba, capenga, com alavancas empurradas por juízes do Supremo, imprensa militante, pesquisas eleitorais mirabolantes, uma oposição mal-intencionada, sempre voltada à desonestidade, ao atraso, à destruição.
Os dentes metálicos das engrenagens já mal se encaixam, mas vão moendo pessoas desmemoriadas, sem informação, fracas. Leis, tribunais de várias instâncias, produtos de roubos, de desvios, de corrupção, verdades estabelecidas por “provas sobradas”, tudo vai sendo triturado. Resta uma pasta pegajosa com que tentam encobrir a justeza, a legalidade, a correção, o caráter.
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Não há limpeza geral na ficha de nenhum ladrão que o torne verdadeiramente honesto e muito menos competente. Não fazem força para fingir que não houve roubalheira, mensalão, petrolão… Fingem com a maior cara de pau. Quando alguém da turma do mal finalmente admite a prática de todos os crimes, ou parte deles, faz de conta que o chefão não sabia de nada… É um bando, uma corja que deveria pagar por tudo de horroroso que fez, que deveria estar recolhida ao silêncio, à expiação de seus pecados, tantos pecados. E a quadrilha está aí, aumentada, achando que pode tudo, e as pessoas de bem que se danem.
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Querem se vender como os mais honestos do mundo, os grandes defensores da liberdade. E dizem abertamente que vão “tomar o poder, que é diferente de ganhar a eleição” e consideram a brutal ditadura chinesa um “exemplo para o Brasil” porque lá “o governo é forte, e a população obedece”. Para acreditar neles, só pessoas sem caráter também, ou com existência reduzida a quase nada, a um completo não ver, não ouvir, não pensar. Chega a dar enjoo ver o grupelho apregoando seu mundo inexistente de honestidade, bondade e até competência.
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Sim, nada há de verdadeiro neles, só o desejo de enganar. Defendem ideias que nunca deram certo em lugar nenhum do mundo, em época nenhuma. Já andam falando em romper o teto de gastos, de imprimir dinheiro… Querem voltar a criar estatais, querem mais Estado. Juram que um Estado fomentador de crescimento e desenvolvimento é a solução, sem poder citar um exemplo sequer de uma experiência assim que tenha funcionado. A realidade é que não há limpeza geral na ficha de nenhum ladrão que o torne verdadeiramente honesto e muito menos competente. Basta olhar um “ferro-velho” aqui ao lado chamado Argentina.
Como Estado Islâmico surgiu do caos para aterrorizar o mundo | 21 notícias que marcaram o século 21 | BBC News Brasil
A morte de Osama bin Laden, numa impressionante operação militar americana em solo paquistanês, em maio de 2011, espalhou uma sensação de alívio nos países que vinham sofrendo ataques organizados pela al-Qaeda.
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Poucos imaginavam, no entanto, que não muito longe dali, no ainda instável e violento Iraque, pudesse estar nascendo uma ameaça potencialmente ainda mais grave.
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Neste vídeo, parte da nossa série especial “21 Notícias que marcaram o Século 21”, Camilla Veras Mota explica o surgimento, auge e declínio do brutal grupo autodenominado Estado Islâmico, responsável por algumas das piores atrocidades vistas no mundo na história recente.
Embora a factualidade do holocasuto e o número de judeus mortos na Segunda Grande Guerra sejam tópicos controversos, os três vídeos da BBC abaixo sintetizam de forma bastante didática o conflito político-religioso que ocorre naquela região do Oriente Médio.
A ignorância do homem médio brasileiro associada ao fanatismo religioso de certas correntes cristãs leva a um grande equívoco acerca do problema, a defesa imponderada e irrefletida de algum lado, e a apoio baseado meramente em ideologia ou religiosidade.
Como começou o conflito entre israelenses e palestinos | BBC News Brasil
O conflito entre israelenses e palestinos, que transformou o Oriente Médio em um barril de pólvora permanente, é muito complexo. Esta disputa já levou a dezenas de milhares de mortes e a milhões de refugiados. Mas afinal, por que eles lutam?
O que são os assentamentos israelenses e o que deu início às intifadas palestinas | BBC News Brasil
A questão dos colonos, que vivem nos assentamentos construídos por Israel nos territórios ocupados, é um dos temas mais delicados do conflito entre israelenses e palestinos. Veja, neste vídeo, como eles cresceram desde 1967 e como as tensões entre as comunidades culminaram em intifadas.
Por que Jerusalém é chave para o conflito entre israelenses e palestinos | BBC News Brasil
A cidade de Jerusalém é sagrada para judeus, muçulmanos e cristãos e é ponto nevrálgico do conflito entre israelenses e palestinos. Neste vídeo, mostramos como a cidade é dividida e por que tem sido o cenário de tantas disputas desde o início do conflito.