Os atuais problemas da educação brasileira não surgiram há pouco. São fruto de décadas de degradação, conseqüência funesta de uma faceta do plano neomarxista pós-moderno gramsciano de controle social.
Conforme discorri amplamente em meus textos “A falácia sobre a Educação” e “Discussão e debate no país dos analfabetos“, o Analfabetismo funcional, a Militância ideológica e a Falsa produtividade acadêmica são tanto sintomas da decadência intelectual brasileira, quanto resultado de um projeto pedagógico fracassado.
Faz-me espécie que Paulo Freire, já mencionado no artigo reproduzido aqui como o patrono do fracasso educacional brasileiro, seja tão admirado por quem não estudou seguindo seu método, que mereça ser defendido judicialmente, ao ponto de ser proibido ao governo Federal ”atentar contra sua dignidade”.
Geraldine [juíza] também afirma que, apesar da liberdade de manifestação do pensamento, há um limite para emitir opiniões. “Quando há abuso de direito pela expressão que ameace a dignidade, tem-se violação capaz de liquidar a finalidade da garantia constitucional, desfigurando-a”.
Ó raios, mas quem é que define qual é o limite para emitir opiniões? Mais uma vez torna-se claro que a forma mais fácil de saber quem quer mandar em você é saber quem não se pode criticar.
Trago ao debate, portanto, argumentos (consoantes a meus textos acima e outros desta página) que vejo serem úteis para a reflexão da situação da educação brasileira.
OS PROFESSORES DE HOJE SÃO ALUNOS NOTA 4.5 | FERNANDO CONRADO | Brasil Paralelo
As universidades brasileiras são as piores do mundo? | Brasil Paralelo
COMO A ESQUERDA ALICIA SEU FILHO | Pastor Rodrigo Mocellin
Universidades brasileiras ficam fora das 100 melhores | Record News
Falta de autoestima, comportamento depressivo ou agressivo, isolamento social, silêncio fora do normal, falar sobre morte e suicídio. Estes são alguns sinais que você pode reconhecer para ajudar quem precisa. Vale a conversa. Para saber mais, acesse www.ccv.org.br ou www.saude.gov.br#SetembroAmarelo
Desde 2004 eu não vou ao cinema. Antes cinéfilo contumaz, devorador assíduo de cinedramaturgia em seus vários gêneros, vi-me completamente enfadado pelos novos títulos. Nada mais me chamava a atenção. Sinto que desde Matrix (1999) não há mais filmes, apenas efeitos especiais maquilados por um enredo ”necessário”. O primeiro caso que me vem à mente é Another Earth (2011). É realmente necessário enfiar artificialmente ficção científica num enredo dramático? Quando o efeito é o protagonista e o enredo apenas coadjuvante, qual o intuito da obra?
O cinema se tornou escatológico. Human Centipede (2009), A Serbian Film (2010), Melancholie Der Angel (2009). Travestidas de ”provocação”, obras (se é que podem se chamar assim) que apenas provocam repugnância são catarse coletiva de mentes coletivas, sem indivíduo, individualismo ou individualidade, sem criação ou criatividade, feitas com o propósito de chocar por chocar, sem mensagem a passar.
Ou o cinema se tornou autofágico. Incapazes de criarem coisas novas, estúdios abraçaram as velhas fórmulas, dissimulando o novo ao repetir enredos batidos, ou descaradamente relançando filmes consagrados (remakes). De Total Recall (2012) a Rei Leão (2019) exploram o saudosismo e a memória afetiva do público cativado de outrora. Ao menos os romances Hallmark não escondem o que são…
Ou ainda o cinema se tornou comercial. Filmes feitos para o rápido consumo de adolescentes ou chineses (Anthony Mackie, 2017, MCM London Comic Con). Não são mais produzidos filmes com o ator A, ou diretor B. São produzidos super-heróis computadorizados, franquias (o nome representa o modelo comercial) que começaram em livros e que viraram filmes e jogos, ou qualquer coisa para agradar o governo chinês.
Anthony Mackie Explains Why Hollywood Movies Suck Now | Red Carpet News TV
Além disso tudo, temos a corrupção da cultura passada. Vemos ícones consagrados da cultura popular sendo infiltrados e depravados por uma clara agenda ideológica neomarxista pós-moderna que os submete às suas pautas. Feminismo, homossexualismo, racismo e outros temas em nada relacionados com o enredo original são inseridos sem contexto ou necessidade, tão somente para consonar a um público-alvo específico. E, quando os aficionados manifestam seu descontentamento, quando dizem que não gostaram do resultado, ou tão somente desaprovam o conteúdo, são automaticamente intitulados retrógrados ou acusados de crimes contra a humanidade.
Pelo que entendi, sugerir que personagens fictícios não afro-descendentes sejam representados segundo suas etnias originais é crime. Mas Rei Arthur Negão pode…
Nestas duas décadas não acompanhei mais a grande mídia cinematográfica. Restringi-me a assistir pequenos trechos de filmes que porventura chamassem minha atenção. Cenas de ação, aventura, comédia etc. Os chamados ”clips”. Para mim me bastam somente esses curtos segmentos mais importantes, tal como uma criança que come somente o recheio do biscoito. Foram raríssimos os filmes que vi. A Órfã (2009) foi brilhante. A Dama de Ferro (2011), decepcionante. Prefiro curta-metragem: curtos filmes em que a mensagem é passada o mais rapidamente possível e sobre ela posso imediatamente exercer juízo de valor.
Em lugar de assistir e perder o precioso tempo em que poderia estar olhando para uma parede, optei por algo muito mais simples: ler. Passei a não mais assistir a filmes, mas a ler suas sinopses na Wikipédia. E nestes últimos vinte anos li todo tipo de filmes, esperançosamente aguardando algo que me agradasse, sem muitas satisfações.
Assisti muitas (muitas) animações, em muito admirado pelo trabalho e dedicação para produzi-las, mas também decepcionado pelo enredo lamentável que elas apresentam. ”Award Winning” é quase sinônimo de ”final ruim” ou ”historieta melancólica”. Mostrando que são laureados/recompensados aqueles que produzem as histórias mais infelizes, estimulando o cultivo de mais tristeza no mundo… Eu tomei a decisão em minha vida pessoal de rejeitar o que não é belo. Repudio os finais tristes. Para entrar em minha vida, só aceito o que é bom. Só que parece que violentar a psiquê dos personagens em um enredo depressivo é ponto comum entre os animadores contemporâneos.
Recentemente o Youtube vem permitindo os chamados ”recaps”, sumários em que um narrador conta o filme em pouco mais de dez minutos. Em lugar de perder de uma (1) a três (3) horas vendo um filme, o espectador pode ver o sumário de toda a narrativa. Assim é possível saber o conteúdo de seis ou sete filmes no período em que assitiria a apenas um (1) em sua integralidade. E comecei a encontrar algumas coisas interessantes, outras nem tanto. Até que me deparei com o filme mother! (2017), de Darren Aronofsky.
O fato de a Academia Americana de Cinema ter agraciado The Shape of the Water (2017), também conhecido como “O monstro da lagoa negra taradão“, e não ter ao menos cogitado mother! para nomeação demonstra a tendência dos estúdios e não surpreende. Os críticos de arte gostaram bastante, mostrando a dissonância entre a arte cinedramatúrgica e a academia (leia-se: grande mídia).
O grande público também não gostou de mother!. Eu também esperava por isso, por conta do enredo. Mas o que me chamou a atenção, a minha surpresa, foi que o teor do enredo não foi a causa de o público não ter gostado. O público não gostou porque não entendeu o filme!
Neste mundo em que toda a informação precisa ser pacientemente mastigada e vomitada na garganta do passivo espectador, em que a pessoa não tem mais que fazer o mínimo esforço para obter a informação superficial que busca, em que o indivíduo tem preguiça de pensar, em que o quoeficiente intelectual médio da humanidade está caindo, eu vi as pessoas pedirem para que outros lhes expliquem do que o filme se trata. E os que explicam ainda dizem que também não entenderam e apresentam somente suas ”suposições”.
O filme é uma alegoria ao egocêntrico deus bíblico e ao homem, um feito à imagem e semelhança do outro, uma crítica ao mal que a humanidade faz ao mundo e à perversidade em cada ser humano. Uma crítica à futilidade do esforço de uma minoria bem intencionada frente às hordas ensandecidas. Considerando que a população ocidental é majoritariamente cristã, o filme é evidentemente uma provocação ética e moral sobre os preceitos religiosos. Mas as pessoas não entenderam a metáfora… Como que não entenderam a metáfora???
A atuação de Jennifer Lawrence foi brilhante, ela entrega a emoção na dose perfeita conforme o texto. Do egoísmo divino e mundano à transubstanciação, o filme está bem costurado. Toda comunicação exige dois lados. O que fala e o que escuta. É lamentável ver que os parcos brilhantismos da cinedramaturgia hodierna recaem sobre a estéril mente de espectadores alienados.
E assim percebo que não é a arte que foi ”corrompida”. Ela tão somente está de acordo com o público que a consome.
You never loved me, you just loved how much I love you. I gave you everything. And you gave it all away.
Mas nem tudo está perdido. Ao menos todos concordamos que Cats (2019) é uma aberração…
Na postagem de hoje, informações sobre depressão e ansiedade. O que são e como identificá-las.
O QUE É DEPRESSÃO? | MD.Saúde
Você sabia que o Brasil é o país da América Latina que tem o maior número de pessoas com depressão, de acordo com os dados da OMS divulgados este ano? A depressão é uma condição real, que tem tratamento e se manifesta de forma diferente em indivíduo diferentes. Se você tem depressão pode ter certeza que não está sozinho.
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Nesse vídeo, eu vou explicar o que é essa doença que acomete mais de 300 milhões de pessoas no mundo todo A depressão é uma condição médica, que vai além da tristeza que todas as pessoas sentem eventualmente e causa sintomas duradouros e tão intensos, que alteram o modo como você se sente, como você pensa ou como você se comporta, muitas vezes interferindo com as suas atividades do dia a dia. E apesar disso, a maior parte das pessoas não discute os seus sintomas com um médico, porque acham que a depressão não é uma doença de
verdade, ou então têm medo do estigma associados às doenças psiquiátricas.
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O problema é que a depressão, quando não tratada adequadamente, está associada a um maior risco de suicídio e baixa qualidade de vida e afeta não só o paciente, mas todos os que estão à volta dele. Não se sabe exatamente o que causa a depressão, mas a gente sabe que existem fatores genéticos, ambientais, biológicos, como variações hormonais e alterações na química do nosso cérebro, que estão envolvidos na origem da doença. Apesar de poder surgir em qualquer momento da vida do paciente, o mais comum é a depressão ser diagnosticada no fim da adolescência e início da vida adulta, sendo mais comum nas mulheres do que nos homens.
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Os sintomas de depressão são: sentimentos de tristeza, vazio e melancolia; sentir-se desesperançoso e pessimista; perda de interesse ou de prazer nas atividades habituais, como hobbies estar com amigos ou sexo;
redução do apetite, emagrecimento ou desejos alimentares e ganho excessivo de peso; alterações do sono, que variam desde a insônia até dormir excessivamente; falta de concentração, lapsos de memória, dificuldade de tomar decisões; ansiedade, agitação ou inquietação; lentificação dos pensamentos, da fala ou dos movimentos; pensamentos recorrentes sobre a morte ou suicídio; cansaço e perda de energia, até pra fazer tarefas simples; sensação de culpa, inutilidade ou de fracasso; e acessos de raiva, irritabilidade ou frustração, que podem ser desproporcionais a situação em questão.
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Para se ter o diagnóstico de depressão, é preciso haver pelo menos cinco desses sintomas, na maior parte do dia, quase todos os dias, por pelo menos duas semanas. Além dos sintomas psiquiátricos é importante lembrar que a depressão pode causar também sintomas físicos, como dores articulares, dores nas costas, dor de cabeça e sintomas gastrointestinais. Muitas vezes, o paciente anda de médico em médico procurando uma solução para o seu problema físico, quando na verdade tem um quadro depressivo não diagnosticado.
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E quem é que está sob maior risco de apresentar depressão? Pessoas com história familiar de depressão ou de outras doenças psiquiátricas; pessoas que já têm outras condições psiquiátricas, como ansiedade, distúrbios alimentares ou stress pós-traumático; pessoas que usam drogas ilícitas ou abusam do álcool; pessoas com baixa autoestima, muito dependentes, autocríticas ou pessimistas; pessoas que sofreram experiências traumáticas na infância; pessoas submetidas a situação de estresse, como dificuldades financeiras ou problemas conjugais; e pessoas com doenças crônicas ou graves, como câncer, dores crônicas ou doença
cardíaca, por exemplo.
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É muito importante que o paciente seja avaliado por um médico e que o tratamento seja iniciado o mais rápido possível, porque as pessoas com depressão que não são tratadas apresentam maior risco de suicídio. O tratamento da depressão é geralmente feito com medicação antidepressiva e psicoterapia. Com tratamento adequado, cerca de 70 a 80% dos pacientes notam uma redução significativa dos sintomas em uma a duas semanas.
Na postagem de hoje, informações sobre depressão e ansiedade. O que são e como identificá-las.
O QUE É O TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA | MD.Saúde
O transtorno de ansiedade generalizada faz parte de um grupo de doenças psiquiátricas que também inclui: a
síndrome do pânico, a fobia social, o estresse pós-traumático e o transtorno obsessivo compulsivo.
Episódios ocasionais de ansiedade são completamente normais, principalmente diante de situações que compreensivelmente causam medo, apreensão ou nervosismo. Todo mundo pode se sentir ansioso e preocupado de vez em quando. Somente quando esses sentimentos são muito freqüentes e interferem com as suas atividades diárias é que consideramos que existe uma doença. O primeiro aspecto importante em relação ao transtorno de ansiedade generalizada é que a maior parte dos pacientes também apresenta outras condições psiquiátricas associadas, como a depressão ou a síndrome do pânico, por exemplo.
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A causa do transtorno de ansiedade generalizada ainda não está completamente esclarecida, mas ela é provavelmente resultado de múltiplos fatores, sendo história familiar de doenças psiquiátricas um dos mais importantes. Além disso, pessoas que sofreram experiências traumáticas ou eventos indesejáveis na infância, ou que tenham certos traços de personalidade, como timidez excessiva e um temperamento negativo, também estão sob maior risco de apresentarem transtorno de ansiedade durante a vida adulta. Os sintomas do transtorno de ansiedade generalizada são bastante variáveis, mas a ansiedade excessiva e persistente é o mais importante deles. Outros sinais e sintomas que também são comuns incluem: inquietação, irritabilidade e sensação de estar no seu limite, cansaço fácil e distúrbios do sono, dificuldade de concentração ou sensação de “dar branco”, dificuldade de tomar decisões e preocupação mantida e, por vezes, obsessiva, que é desproporcional ao grau de importânciada situação em questão.
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As crises de ansiedade também costumam vir acompanhadas de sinais físicos, como suor excessivo, sensação de desmaio, dormência, dor de cabeça, tremores náuseas, diarréia, dor abdominal e tensão muscular. As pessoas que além da ansiedade generalizada também têm síndrome do pânico podem apresentar palpitações, dor no peito, sensação de morte iminente e medo de ficar maluco. Já o paciente que também tem fobia social costuma ter medo de sentir humilhado ou envergonhado em público, caso os seus sintomas de ansiedade transpareçam. Isso faz com que ele restrinja ao máximo as situações de interação social, podendo ter dificuldade de sair de casa até mesmo para o trabalho.
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O transtorno de ansiedade generalizada costuma ser uma doença crônica e a gravidade dos seus sintomas flutua com o passar do tempo. Alguns fatores estão associados a um pior prognóstico, como: primeira crise em idade precoce, uma primeira crise muito grave ou a presença de doenças associadas, tanto psiquiátricas, como depressão ou a fobia social, como uma doença crônica física. O tratamento da ansiedade deve ser individualizado, levando em conta as características pessoais de cada paciente. Geralmente, são necessários medicamentos da classe dos antidepressivos e sessões de psicoterapia.
No vídeo de hoje, o caso do ator do filme Cidade de Deus e sua recuperação. Sua proposta de enfrentamento às drogas parte de sua visão como adicto e vivência no submundo da cracolândia. Divirjo em alguns pontos e creio que o modelo de enfrentamento nórdico seja mais eficiente, pois tem se demonstrado assim. Discorrerei sobre o mesmo em momento oportuno. Por hoje, quero deixar aqui registrado que é possível sim vencer as drogas, esse grande mal histórico de nossa sociedade.
Isto aconteceu numa catedral da Argentina, onde um grupo de jovens católicos fez uma barreira humana para não deixar entrar um grupo de feministas que se manifestam de forma violenta contra a igreja.
Ossos de couro são produtos que, mesmo sendo feitos a partir de fonte natural, passam por tantos processos químicos que se tornam nocivos aos animais e ao planeta. Ajude a divulgar.