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Cacique Cobra Coral estará de volta no governo de Paes para ‘domar’ o tempo

Publicado originalmente no Facebook em Dezembro de 2020.

PUTA QUE O PARIU. Sabe aquela notícia que você não acredita nem que PODE existir? Então, daí eu fui ver, e mesmo vendo, ainda não quero acreditar. Mas a tal Fundação Cacique Cobra Coral não apenas existe, mas também tira uns trocados do dinheiro público. PUTA QUE O PARIU.


Fonte: https://diariodorio.com/cacique-cobra-coral-estara-de-volta-no-governo-de-paes-para-domar-o-tempo/

Cacique Cobra Coral estará de volta no governo de Paes para ‘domar’ o tempo
Prefeitura irá reativar convênio com médium que afirma ter o poder de controlar o tempo e as chuvas

Por Vanessa Costa – 30 de novembro de 2020

Foto: Reprodução site da Fundação Cacique Cobra Coral

O Prefeito do Rio, Eduardo Paes, (Democratas) eleito neste domingo, dia 29/11, irá reativar o convênio com a Fundação Cacique Cobra Coral. A entidade, conhecida por ter o poder de “domar” o tempo e as chuvas, prestou serviços para a cidade durante outros mandatos do prefeito eleito.

Adelaide Scritori, médium, quediz incorporar o espírito do Cacique Cobra Cora, entidade que teria a capacidade de controlar o tempo, teve seu contrato com a Prefeitura cancelado durante o mandato do atual Prefeito Marcelo Crivella (Republicanos). Em entrevista a Veja Rio, o porta-voz da Instituição, Osmar Santos, falou as pretensões da instituição:

”A primeira coisa que vamos fazer é redistribuir as chuvas para que não caiam em excesso e no lugar errado.”

A parceria com Cacique Cobra Coral começou no de 2.000, na virada do século, quando a entidade foi convocada para evitar temporais na virada do ano e para monitorar o carnaval da cidade. Desde então, a Fundação esteve em todos os finais de ano e carnavais do Rio.

Somente no ano de 2015, momento em que o estado passava por crise hídrica, a fundação não prestou assessoria ao carnaval da cidade. Neste ano, um temporal causou problemas nos desfiles da Mocidade, Mangueira e Viradouro, que inclusive, acabou sendo rebaixada.

Em fevereiro de 2019, mesmo sem convênio com a Prefeitura do Rio, a Fundação alertou, com antecedência, ao Prefeito Crivella (Republicanos), sobre o risco de um forte temporal atingir a cidade. No entanto, o prefeito não tomou as providências cabíveis.

A Fundação Cacique Cobra Coral foi fundada por Ângelo Scritori e sua filha Adelaide Scritori, também médium que incorpora o espírito e mentor Cacique Cobra Coral, com o objetivo de evitar catástrofes da natureza. Sua principal fundadora, Ângelo Scritori morreu no ano de 2002, aos 104 anos.

Além do retorno espiritual, a Fundação reabrirá em janeiro sua sede no Rio, no bairro da Barra da Tijuca. Durante quatro dias da semana, a instituição permanecerá na cidade.

 

Dr. Alessandro Loiola no Programa Coliseum

Editado em 15/12/2020: problemas na visualização do vídeo.

Dr. Alessandro Loiola no Programa Coliseum | Programa Coliseum

Para ver meus argumentos sobre a pandemia, ver também meu texto:

Guia da pandemia: o vírus corona no Brasil e no mundo.

Adendo à falácia sobre a Educação

Em casa de ferreiro o espeto é de pau. Fiquei de fazer a revisão gramatical de meu primeiro artigo independente: ”A falácia sobre a educação”. E desde 2017 estava para fazê-la. Publiquei um monte de coisas depois, fiz até revisão de doutoramento. E cadê a revisão do meu artigo???

Com todo o atraso do mundo (que me é natural) eis aí:

Texto completo: Edição independente 001.1 – versão revisada e ampliada

Em 07 de março de 2018, tomei um táxi na porta da UERJ para vir para casa. Estava conversando com o taxista André Luiz Ferreira sobre o texto. Após explicar minha posição, ele me perguntou: “E quando a educação não vem de casa?”. Ou seja, e quando não há condições de os pais educarem seus filhos?

Temos hoje jovens que, como diria certo amigo professor (omiti seu nome para não prejudicá-lo), carecem até mesmo das mais rudimentares noções de civilidade. E os pais por vezes são ainda piores!

Seguindo a argumentação de meu artigo, advém a pergunta: ”Caberia ao Estado educar as crianças quando seus pais não podem ou até mesmo não querem educá-las?”.

Finalmente, após tantos anos, tenho a resposta: sim. O Estado pode sim interferir na educação e na proteção da criança, mesmo contra a vontade de seus pais. A função do Estado é proteger os direitos e as liberdades do indivíduo, não de um ou outro grupo social, incluindo a própria família.

Se o comportamento familiar é prejudicial, nocivo ou perigoso à criança, o Estado pode e deve sim interferir contra a vontade dos pais. Nisto se fundamenta a defesa da criança contra o aborto, a violência doméstica, o abuso sexual, a mutilação religiosa e qualquer outro fato que fira sua integridade, bem como lhe retire o livre-arbítrio, a livre escolha, o direito de decidir sobre si, seu corpo e sua própria vida.

Como a criança e o jovem ainda estão com suas personalidades em formação, precisam de tutela, pois não têm maturidade para decidir muitas coisas sozinhos. Cabe ao Estado, se necessário, impedir que haja abusos por parte da família dela, quando de ações contrárias à moral e aos bons costumes. Bem como cabe ao Estado suprir a educação das noções básicas de civilidade e respeito, qualidades bem quistas na formação de seus cidadãos.

Exemplo de escola japonesa: