Avaliação somativa – Parte 2

RESENHA: OS ASPECTOS IDEOLÓGICO E FILOSÓFICO DA AVALIAÇÃO PROPOSTA POR HADJI
Lucilene Nascimento
Giselle Rôças

HADJI, Charles. Avaliação Desmistificada. Porto Alegre: ARTMED Editora, 2001.

O educador francês Charles Hadji discute, nesta obra, a desmistificação da avaliação, assumindo como elemento principal que esta deve estar a serviço das aprendizagens. Hadji descreve em sua obra os detalhes sobre o já bastante debatido, mas ainda, tão complexo tema.
Primeiramente, o autor delineia suas proposições numa tese central, suscitando no leitor a reflexão sobre as possibilidades de se transformar a utopia formativa da avaliação em realidade. Sim! O autor pretende conceber desde sua introdução, que ainda há o que se discutir sobre o tema, apresentando uma série de interrogações que instigam o leitor a descobrir o que de concreto ele pode acrescentar, sob a égide de que se faz necessário compreender para agir.

Texto completo: 38329-160417-1-PB


Fonte: https://www.revistas.ufg.br/sv/article/view/38329/19429

Avaliação somativa – Parte 1

AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: PARA ALÉM DA UNILATERALIDADE OBJETIVISTA/SUBJETIVISTA
Zacarias Gama

O presente ensaio discute a unilateralidade objetivista e subjetivista que persiste na avaliação educacional e desenvolve argumentos favoráveis a uma nova forma de avaliar a aprendizagem dos estudantes da escola básica, considerando que as práticas objetivistas e subjetivistas são insuficientes em face de um projeto de uma sociedade emancipada. Com base teórica em autores marxistas, propõe uma prática de avaliação educacional com referência à objetividade social e subordina os instrumentos avaliativos de uso corrente a essa mesma objetividade.

Texto completo: 1488


Fonte: http://www.fcc.org.br/pesquisa/publicacoes/eae/arquivos/1488/1488.pdf
Fonte: http://publicacoes.fcc.org.br/ojs/index.php/eae/article/download/2044/2003


Em tempo: deixar de ler autores marxistas é igualar-se na cegueira em que os mesmos se afundam. O fato de o marxismo ser abjeto não significa que não possa fornecer algum conteúdo. Se podemos encontrar comida no lixão, então… Vivemos numa cultura acadêmica tomada pelas idéias marxistas. É o mesmo que sermos obrigados a almoçar no lixão, em lugar de restaurante. Não temos muitas opções, se não quisermos morrer de fome.

Avaliação prognóstica – Parte 5

TIPOS DE PROVAS
Faculdade Adventista da Bahia – Assessoria Pedagógica

Isso mesmo. Vamos com calma, pois é muita possibilidade curiosa, mas também muito questionada pela literatura educacional.
Originalmente, quando pensamos em qualquer tipo de prova, isto é, teste padronizado, vêm a nossa mente os momentos de memorização, o suor nas mãos, as pegadinhas dos professores, os ritos frios a que historicamente todos nós fomos submetidos durante a trajetória escolar. No entanto, um olhar mais cuidadoso nos possibilitará perceber que também existe lugar para a prática das provas no cotidiano escolar e estas sendo utilizadas em função da aprendizagem.
Toda e qualquer prova é um instrumento de coleta de dados. Isso quer dizer que a prova em si mesma, assim como outros instrumentos, não avaliam, mas dão suporte para que através de seus resultados seja possível ao professor e ao aluno tomarem decisões sobre encaminhamentos necessários para o alcance dos melhores resultados.
Vamos conhecer a proposição de cada uma […]

Texto completo: OP 8TIPOS DE PROVAS


Fonte: http://www.adventista.edu.br/_imagens/area_academica/files/OP%208TIPOS%20DE%20PROVAS.pdf

Processos de avaliação: material complementar – Parte 3

Visando atingir os seus objetivos de forma eficaz, eficiente e efetiva, o DECEx criou o seu Portal de Educação, como um espaço virtual destinado a desenvolver e aperfeiçoar a Educação Militar, com base na consecução do Objetivo Estratégico do Exército nº 12 “Implantar um Novo Sistema de Educação e Cultura” e a Estratégia “Atualização do Sistema de Educação e Cultura”; ambos constantes do Planejamento Estratégico do Exército (PEEx).

O Portal de Educação destina-se, então, à expansão da Educação a Distância no âmbito do Exército Brasileiro, à implementação de programas de capacitação dos agentes de ensino e ao desenvolvimento da cultura da transformação e da inovação nos estabelecimentos de ensino das Linhas de Ensino Militar Bélico, Saúde e Complementar.

Além disso, o Portal de Educação possibilita a consecução das ordens contidas na Diretriz de Educação e Cultura do Exército Brasileiro 2016-2022, contribuindo para o aperfeiçoamento dos processos de capacitação e formação continuadas, desenvolvimento da Educação do Profissional Militar da Era do Conhecimento, a disseminação das práticas pedagógicas eficazes e inovadoras, devidamente contextualizadas, e para o estímulo à construção da mentalidade de inovação, com emprego da tecnologia integrada à educação.

O contexto do Portal de Educação concebe um espaço virtual de grande relevância para o incremento e aperfeiçoamento da educação formal institucional e da viabilização da educação não-formal.

Por educação formal, entende-se como sendo um processo sistematizado e conduzido pelos diversos estabelecimentos de ensino e organizações militares com encargos de ensino, pertencentes ao Sistema de Ensino do Exército (SEE), com o propósito de desenvolver competências que contemplem a aprendizagem de conteúdos, habilidades e valores. A plataforma e o ambiente virtual de aprendizagem (EBAula) especificamente planejada para este fim, disponibilizam cursos, tanto na modalidade a distância, como semipresencial.

Não menos importante, a educação não-formal caracteriza um processo intencional e flexível desenvolvido em espaços diferentes dos estabelecimentos de ensino e das organizações militares com encargos de ensino. Assim, a Educação Militar não formal, oferecida por meio do Portal, insere-se no processo de formação continuada dos agentes diretos e indiretos de ensino –oportunidade de atualização profissional e pessoal.

Por fim, é importante destacar também o papel informativo do Portal de Educação, por meio da disponibilização de conteúdos, incorporados às explicações e informações sobre a Educação Militar, sem maior detalhamento.

Disponível em: http://www.portaldeeducacao.eb.mil.br/

Análise de freqüência de letras da Língua Portuguesa (isoladas, digramas e trigramas).

Análise de Freqüências da Língua Portuguesa
Pedro Quaresma
Augusto Pinho

Na actual Aldeia Global da Idade da Informação o estudo/compreensão da criptografia e da criptoanálise (criptologia) afigura-se como muito importante. Nesse contexto desenvolveu-se uma página da Rede que apresenta as cifras mono-alfabéticas de substituição clássicas, permitindo a experimentação das mesmas, assim como o explorar dos métodos cripto-analíticos para as “quebrar”, a saber o estudo de frequências e a procura
exaustiva no espaço das chaves. Neste artigo apresenta-se o estudo estatístico da Língua Portuguesa, nos que diz respeito às suas principais características. É este estudo que suporta os métodos cripto-analíticos para as cifras clássicas, as quais devido ao seu carácter de cifras de substituição mantêm inalteradas as características próprias de uma língua. Apresentam-se de forma gráfica os resultados mais importantes para: a frequência relativa das letras, os digramas, os trigramas, as letras iniciais, as letras finais, e as “palavras curtas”.

Texto completo: interTIC07pqap


Fonte: https://www.mat.uc.pt/~pedro/lectivos/CodigosCriptografia1011/interTIC07pqap.pdf

Processos de avaliação: material complementar – Parte 2

Vídeo: Conversando com Rubem Alves
Professores de espanto para que a educação não chegue ao fim.

Avaliação prognóstica – Parte 4

TAXONOMIA DE BLOOM
Revisão teórica e apresentação das adequações do instrumento para definição de objetivos instrucionais
Ana Paula do Carmo Marcheti Ferraz
Renato Vairo Belhot

Muitos são os instrumentos existentes para apoiar o planejamento didático-pedagógico, a estruturação, a organização, a definição de objetivos instrucionais e a escolha de instrumentos de avaliação. A Taxonomia de Bloom é um desses instrumentos cuja finalidade é auxiliar a identificação e a declaração dos objetivos ligados ao desenvolvimento cognitivo que, no contexto deste artigo, engloba a aquisição do conhecimento, competência e atitudes, visando facilitar o planejamento do processo de ensino e aprendizagem. Embora este seja um instrumento adequado para utilização no ensino superior, poucos educadores fazem uso dele por não conhecerem uma maneira adequada de utilizá-lo. Este artigo tem como objetivo apresentar a Taxonomia de Bloom e as modificações ocorridas nos últimos anos, assim como esclarecer a forma como ela pode ser utilizada dentro do contexto de ensino de engenharia.

Texto completo: art_FERRAZ_Taxonomia_de_Bloom_revisao_teorica_e_apresentacao_2010


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/gp/v17n2/a15v17n2.pdf

Mensagem nº 352

“Não se eleve e rebaixe o outro.
Não se rebaixe e eleve o outro.
Nem se iguale.
Cada um de nós é único.
Essas comparações que fazemos não são benéficas.
Nem para você, nem para o outro.

E de novo eu faço a pergunta: quem é o outro, senão um aspecto de você mesmo?”

Monja Coen
Sacerdotisa budista brasileira

Avaliação prognóstica – Parte 3

SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL
Avanços e novos desafios
Maria Helena Guimarães de Castro

O artigo descreve e analisa os sistemas de avaliação da educação básica brasileira, focalizando a concepção e metodologia, o processo de implementação e as dificuldades de utilização dos resultados para melhorar a qualidade das escolas. Aborda-se o caso de São Paulo, com destaque para a agenda da reforma educacional e as políticas voltadas para a melhoria da qualidade do ensino.

Se há uma política que avançou no Brasil, nos últimos 15 anos, foi a implantação dos sistemas de avaliação educacional. Neste período, inúmeras iniciativas deram forma a um robusto e eficiente sistema de avaliação em todos os níveis e modalidades de ensino, consolidando uma efetiva política de avaliação educacional. Considerada hoje uma das mais abrangentes e eficientes do mundo, a política de avaliação engloba diferentes programas, tais como o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica – Saeb, o Exame Nacional do Ensino Médio – Enem, o Exame Nacional de Cursos – ENC, conhecido como Provão e, posteriormente, substituído pelo Exame Nacional de Desempenho do Ensino Superior – Enade, o Exame Nacional de Certificação de Jovens e Adultos – Enceja, o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior – Sinaes, a Prova Brasil e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Ideb. Em conjunto, estes sistemas, ao lado da Avaliação da Pós-Graduação da Capes – o mais antigo sistema de avaliação do país no setor educação –, configuram um macrossistema de avaliação da qualidade da educação brasileira.

Texto completo: v23n01_01


Fonte: http://produtos.seade.gov.br/produtos/spp/v23n01/v23n01_01.pdf

Superman – A Era de Ouro da animação

Superman – The Golden Age of Animation